Localizada em uma área com bens tombados pelo patrimônio histórico, a Praça dos Professores, no Centro do Rio, passou a ser administrada pela iniciativa privada. A empresa AXIA Energia será responsável, pelo próximos dois anos, pela manutenção, conservação e recuperação do local.
A praça fica no cruzamento da Avenida Graça Aranha com a Rua Pedro Lessa, fazendo a interligação entre o Theatro Municipal e o Palácio Gustavo Capanema, dois ícones da arquitetura fluminense, além de ser de fácil acesso utilizando o transporte público do Rio.
Com informações do Jornal O Globo.


Liga a Cinelândia ao Capanema
Precisava restabelecer o comercio.
É clm tristeza que vejo esse espaço abandonado. Sem o Ganco do Brasil, o prédio do INSS restaurantes ,.loteria etc.
A própria Graça Aranha perdeu a suntuosidade que tinha; no tempo da Vale. Que saudade, passava minhas horas de almoço descansando na praca dos Professores. Adoro o VLT acesso fácil nível do chão pra mim com artrose detesto as escadarias do metrô.
O Theatro Municipal do Rio, nas laterais fica entre a Avenida Rio Branco e a Rua Treze de Maio, a fachada principal fica na Rua Araújo Porto Alegre. O Palácio Gustavo Capanema fica duas quadras de distância do Theatro Municipal do Rio
Inúmeras empresas públicas foram privatizadas com a alegação de que o Estado deveria gerir somente a Segurança, Educação e a Saúde pública, atualmente privatizam companhias de água, um bem fundamental para a sobrevivência da humanidade para dar lucro ao empresariado, estão privatizando, praças, presídios e até escolas.
Fica a pergunta: O Estado serve para quê?
Cobrar impostos?
Compartilho desse sentimento e preocupação. O que podemos fazer para cuidarmos melhorarmos o que é público?
Tbm não entendi… Haha… A praça dos professores fica entre a Biblioteca Nacional e o Centro Cultural da Justiça… Eu nunca nem tinha reparado que aquele espaço era uma praça…
Exatamente. Vivemos uma era onde o Estado retira da economia “real”, fazendas, indústrias, lojas e serviços, para pagar ao setor financeiro o “rolamento” da dívida interna a 15% de juros ao ano. Esse modelo mostra ” esgotamento” nas políticas da urbanidade, permitindo espigoes de estúdios para a especulação imobiliaria, privatizações dos espaços ” comuns ” como praças, além de um policiamento restrito às áreas de interesse dos grandes grupos econômicos.