Uma nova doação de R$ 300 mil à candidatura de Eduardo Paes (PSD), que disputa a cadeira do Palácio Guanabara, colocou Armínio Fraga Neto, ex-presidente do Banco Central, de volta no topo da lista dos doadores das campanhas no Rio de Janeiro.
O economista já destinou, ao todo, R$ 575 mil a candidaturas no estado, valor distribuído entre nove candidatos que disputam diferentes cargos nas eleições deste ano.
As atualizações foram feitas com base em dados do DivulgaCand, portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Paes recebe a maior fatia
O maior repasse de Armínio Fraga foram justamente os R$ 300 mil destinados ao candidato a governo do estado Eduardo Paes.
Na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados, Renan Ferreirinha (PSD) aparece em seguida, com R$ 100 mil recebidos.
Outros quatro candidatos do PSD também estão entre os contemplados: Pedro Duarte recebeu R$ 50 mil, enquanto Flavio Valle, Joyce Trindade e Salvino Oliveira receberam R$ 25 mil cada.
Armínio também destinou R$ 25 mil à campanha de Wesley Teixeira (PSB), candidato a deputado estadual, e R$ 15 mil a João Francisco Paiva Avelino (PSB), que disputa uma vaga de deputado federal.
O economista ainda fez dez repasses de R$ 1 mil para Marcelo Freixo (PT), totalizando R$ 10 mil destinados à campanha do candidato a deputado federal.
O levantamento considera os valores registrados na planilha enviada, com recorte exclusivo para candidaturas do Rio de Janeiro. Os dados de prestação de contas podem ser atualizados ao longo da campanha, alterando a composição do ranking de doadores.
Imagem gerada por IA com base em dados reais obtidos no DivulgaCand
Tradicional bairro da Zona Oeste do Rio, Bangu terá um projeto de revitalização de sua área central. O prefeito Eduardo Cavaliese apresentou nesta sexta (04) que a região terá uma série de intervenções de cultura, lazer e mobilidade. Com o nome de Avança Bangu, o programa inclui a criação do Parque Linear Bangu, que terá um centro cultural, a recuperação do antigo Cine Matilde e a implantação de um terminal de ônibus municipais.
“A gente tá celebrando hoje um dia que a população de Bangu esperava e sonhava. Da mesma forma que fizemos em Campo Grande e Santa Cruz, hoje lançamos o Avança Bangu e anunciamos o novo terminal intermodal no centro do bairro. Também assinamos dois atos históricos: a compra do Cine Matilde, fechado há 60 anos, e da Casa do Silveirinha, que era um compromisso nosso. Nós queremos garantir um lazer de alta qualidade para as famílias de Bangu”, afirmou Cavaliere.
Os projetos serão desenvolvidos pela Empresa Municipal de Urbanização (Rio-Urbe), vinculada à Secretaria Municipal de Infraestrutura, com apoio das secretarias de Cultura e Transportes. O objetivo é integrar os espaços de cultura, lazer e mobilidade em uma mesma área, no coração de Bangu. Além disso, o projeto prevê a construção de um Parque Linear que vai conectar o comércio da região, a Paróquia São Sebastião e Santa Cecília e o futuro Centro Cultural Casa do Silveirinha, integrando diferentes espaços do projeto.
Centro cultural com parque e áreas de lazer
O Parque Linear contará com o novo espaço de cultura de Bangu: o Centro Cultural Casa do Silveirinha, entre a Rua Santa Cecília e a Rua Silva Cardoso, que vai ampliar as opções de convivência na região. O Centro Cultural vai reunir museu, área de exposições e café, além de oferecer novas opções de atividades para moradores e visitantes.
Na área externa, o projeto prevê restaurante, food trucks, parque infantil, espaço para piquenique, quadras de areia, academia e anfiteatro, além de sanitários e vestiários. A estrutura também terá áreas de apoio para a administração, Guarda Municipal e Comlurb.
O terreno onde será construído o novo Centro Cultural Casa do Silveirinha pertenceu a Guilherme da Silveira Filho, o Dr. Silveirinha, uma das personalidades ligadas à história de Bangu. Proprietário da Fábrica de Tecidos Bangu e presidente do Bangu Atlético Clube, ele teve papel importante no desenvolvimento do bairro. A proposta preserva essa memória e dá novos usos ao espaço.
Cine Matilde voltará a receber cultura
Desativado desde os anos 90, o histórico Cine Matilde será revitalizado e transformado em um novo equipamento cultural. Durante seu período de funcionamento, o cinema foi um importante ponto de encontro de famílias, jovens e trabalhadores de Bangu e chegou a ser considerado, na década de 1960, um dos cinemas mais modernos da cidade.
Também desenvolvido pela Cultura e Rio-Urbe, o projeto prevê um espaço multiuso, com uma sala de teatro com capacidade para 250 pessoas e duas salas de cinema, para 100 e 130 espectadores. A estrutura terá ainda bomboniere, sala de exposições e um rooftop com bar, restaurante e área de convivência. Também haverá estacionamento de serviço.
Novo terminal para o bairro
Na área de mobilidade, o Avança Bangu prevê a criação do Terminal Bangu Shopping, que será construído na área de estacionamento do shopping, na interseção da Avenida Santa Cruz com a Rua Fonseca. Hoje utilizada para eventos e shows, a área vai ganhar uma nova função. O projeto é da Secretaria de Transportes, em conjunto com a Rio-Urbe.
O terminal terá plataformas centrais, vagas para os ônibus aguardarem entre uma viagem e outra, área comercial, sanitários para passageiros e estrutura de apoio para funcionários, além de arborização. Os ônibus entrarão pela Rua Fonseca e sairão pela Avenida Santa Cruz, enquanto os passageiros poderão acessar o espaço pela avenida, por meio de rampas e escadas. Também serão implantadas novas travessias de pedestres e gradeamento para reforçar a segurança.
Projeto preve que Bangu Shopping tenha terminal rodoviário — Foto: Divulgação
Próximo à estação ferroviária e ao Bangu Shopping, o terminal facilitará a integração entre ônibus, trens e os equipamentos do entorno. Atualmente, os pontos finais dos ônibus estão espalhados por ruas como Silva Cardoso, Rua do Açude e Rua da Feira. Com a transferência das operações para o terminal, a proposta é organizar o embarque e desembarque, liberar espaço nas vias e melhorar a circulação na região.
Mensagens extraídas do aparelho celular apreendido do ex-governador Cláudio Castro (PL) revelam uma relação de amizade com Bernardo Coutinho Loyola, sobrinho do contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, o “Adilsinho”. As informações contam no relatório da Polícia Federal encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) em agosto de 2026.
Em uma troca de mensagens com a advogada Bruna Ribeiro Santana, Castro respondeu um questionamento sobre quem seria uma outra mulher chamada “Bruna” que o ex-governador estaria seguindo nas redes sociais.
“Ela fica com o Bernardo Coutinho. Da Grande Rio e do Arpoador. Meu amigo”, respondeu o ex-governador, segundo o relatório da PF.
No documento, consta uma captura de dela de uma troca de mensagens pelo WhatsApp datada de 18 de janeiro de 2026. A conversa é com a advogada, salva nos contatos como “Bruna Adv Bsb”.
Bicheiro preso pela PF
O contraventor Adilsinho, tio de Bernardo, foi preso durante a quinta fase da Operação Unha e Carne, desencadeada após a polícia encontrar planilhas de uma contabilidade paralela atribuída ao bicheiro.
Os documentos reúnem registros de supostos pagamentos indevidos e lavagem de dinheiro, tendo o próprio Cláudio Castro apontado como um dos destinatários finais desses repasses ilícitos. Outros 60 políticos estariam na lista, com valores acima dos R$ 20 milhões vindos do jogo do bicho.
Já Bernardo Loyola Coutinho foi preso em 2022, quando foi alvo da Operação Smoke Free, da Polícia Federal, que investigava um esquema de comércio ilegal de cigarros.
O pedido, feito por meio de um ofício, foi motivada por uma análise jurídica preliminar que apontou entraves para que o estado realize a desapropriação de forma isolada, já que o domínio direto do imóvel é da União. Com isso. apenas o domínio útil tinha responsabilidade da refinaria.
A atual legislação impede também que estados desapropriem empresas que operam sob autorização federal. Este é o caso da Refit, que teve a falência decretada pela Justiça do Rio e está entre os maiores devedores de impostos do país.
O governo estadual defende que a desapropriação deve garantir a continuidade das atividades de interesse público no local, mas por meio de uma nova gestão, no qual o estado do Rio trabalharia junto à União para dar sequência a esse processo.
A Procuradoria Regional Eleitoral do Rio, ligada ao Ministério Público Federal (MPF), se manifestou favoravelmente ao indeferimento da candidatura de Dimas Gadelha (PT) à reeleição na Câmara dos Deputados. Em documento assinado na terça-feira (02), o órgão aponta, como motivação, acusações de irregularidades contra o deputado na época em que ele era presidente da Fundação Municipal de Saúde de São Gonçalo.
Dimas foi presidente da FMS de São Gonçalo durante a gestão de Neilton Mulim, que esteve à frente da prefeitura de 2013 a 2016. Na época, ele foi acusado de participar da compra de itens hospitalares por preços superiores aos anteriormente registrados.
A Procuradoria cita, no documento, um processo do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), que apontou uma revogação de compra e posterior nova formalização de contrato com outras empresas “sem a justificativa adequada” — o que teria resultado em sobrepreço.
Foto: Reprodução
De acordo com o pedido, o dano ao erário no caso foi de R$ 284.208,00. Por isso, o TCE-RJ considerou, em julgamento de 22 de novembro de 2024, a situação irregular.
Foto: Reprodução
O que diz Dimas Gadelha
Procurada pelo portal TEMPO REAL, a defesa do candidato Dimas Gadelha informou que o pedido tem “caráter opinativo” e que vai esclarecer a questão na Justiça Eleitoral. Leia a nota, na íntegra, logo abaixo:
“A defesa de Dimas Gadelha esclarece que a manifestação da Procuradoria Regional Eleitoral possui caráter opinativo e não representa decisão sobre o registro de sua candidatura.
Todos os argumentos jurídicos e esclarecimentos necessários serão apresentados nos autos. Dimas confia na Justiça Eleitoral e permanece tranquilo quanto ao deferimento de seu registro.
A campanha segue normalmente, com diálogo nas ruas e o compromisso de continuar trabalhando pela população do Estado do Rio de Janeiro”.
Na mesma declaração, Jordy fez questão de afirmar que ele próprio não tinha aliança política com Bacellar, mas fez a defesa — rara — do ex-presidente da Alerj. O candidato ao Senado classificou como uma perseguição à direita no Rio de Janeiro a operação que teve o ex-presidente da Alerj como alvo.
“Bacellar nunca foi meu aliado. Sempre disse que ele não seria meu governador. Acho que ele tem muitos pecados, mas tenho certeza de que ele não tem esse pecado de ser aliado ao Comando Vermelho”, afirmou.
Segundo Jordy, a operação que predeu Bacellar foi “mais uma forçação de barra para que eles pudessem enterrar a direita no Rio de Janeiro”.
“A ADPF das Favelas está sendo feita para realizarem essas perseguições”, completou.
A Prefeitura do Rio completou, nesta sexta-feira (04), as obras de revitalização das avenidas Cesário de Melo e Joaquim Magalhães, em Campo Grande. A intervenção recuperou e urbanizou 2,5 quilômetros de vias, segundo a prefeitura, para melhorar as condições de acesso ao Túnel Professor Moacyr Sreder Bastos.
As ações fazem parte do Plano de Mobilidade de Campo Grande, que tem investimentos estimados em aproximadamente R$ 1 bilhão. Os recursos para a obra foram do município e do Governo Federal. O plano reúne nove projetos estruturantes para melhorar a circulação, ampliar conexões e criar novas alternativas de deslocamento para os moradores do bairro mais populoso do Brasil.
As intervenções renovaram cerca de 25 mil metros quadrados de pistas e reorganizaram o tráfego ao longo das avenidas. Entre as obras do Plano de Campo Grande, está uma nova rotatória criada na Cesário de Melo, próxima à Rua Senhora. Vagas de estacionamento e pontos de ônibus também foram redistribuídos para liberar a via e reduzir retenções no trânsito.
Além disso, a obra incluiu uma reforma em 27,5 mil metros quadrados de calçadas, além de uma nova ciclovia de aproximadamente 1,5 quilômetro. Por fim, mais de dois quilômetros de drenagem foram implantados para melhorar o escoamento da água da chuva e reduzir os pontos de acúmulo.
As campanhas eleitorais no Rio de Janeiro já movimentaram, até esta sexta-feira (04), R$ 272,3 milhões em receitas declaradas, segundo o balanço consolidado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O levantamento reúne 2.046 candidaturas no estado. Deste total, 985 têm arrecadação positiva, enquanto 1.061 — 51,86% — ainda não registraram possíveis verbas recebidas.
A maior parte do dinheiro que abastece as campanhas vem dos próprios partidos. O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como fundo eleitoral, responde por R$ 256,51 milhões, ou 94,2% de toda a arrecadação registrada no estado.
As doações pessoais de recursos privados aparecem bem atrás, com R$ 13,04 milhões, enquanto o Fundo Partidário soma R$ 2,07 milhões.
Há ainda R$ 685,3 mil em receitas estimáveis, que não representam necessariamente dinheiro depositado na conta da campanha: são bens ou serviços recebidos e transformados em valor na prestação de contas. É o caso, por exemplo, de uma gráfica que forneça material de campanha sem cobrar ou de alguém que ceda um espaço gratuitamente para uma atividade eleitoral.
Mais da metade dos candidatos ainda está sem dinheiro declarado
Apesar dos R$ 272,3 milhões já registrados, o dinheiro ainda não chegou à maioria das candidaturas. 1.061 dos 2.046 candidatos contabilizados pelo levantamento não apresentam receita registrada no sistema do TSE.
Isso significa que 51,86% das candidaturas aparecem, até o momento, sem arrecadação declarada, enquanto 48,14% já registraram algum valor.
Os números ainda podem mudar ao longo da campanha, à medida que partidos e candidatos atualizam as prestações de contas no DivulgaCand.
Mesmo sem a candidatura ao governo do estado, André Português (Republicanos) estará nas urnas em outubro. O ex-prefeito de Miguel Pereira tentou, até o fim, emplacar seu nome na disputa para governador, mas, como acabou perdendo a vaga do partido para Garotinho, decidiu de última hora que vai mesmo ser candidato a deputado federal.
Sua campanha para a Câmara Federal já estava sendo especulada desde o mês passado. No entanto, oficialmente, André Português ainda não tinha batido o martelo e afirmava, até então, aguardar conversas com o Republicanos para definir seu futuro político.
Nesta sexta-feira (4), ele confirmou que entrará na nominata do partido para a Câmara dos Deputados, após conversas com a direção da legenda. A expectativa de seu grupo político é aproveitar a exposição com a pré-campanha de governador para puxar votos e terminar entre os principais candidatos do Republicanos no estado.
As campanhas para as eleições deste ano no Rio de Janeiro ganharam um novo nome entre os maiores doadores entre pessoas físicas: Haakon Lorentzen, filho da princesa da Noruega, doou R$ 300 mil, distribuídos entre três candidaturas, e assumiu a segunda posição no ranking estadual, desbancando o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga Neto.
Haakon é filho da princesa norueguesa Ragnhild, irmã do rei Harald V, e neto do rei Olavo V. Radicado no Brasil desde a infância, ele preside o Grupo Lorentzen, conglomerado empresarial com atuação em diferentes setores.
Os dados são da extração mais recente do sistema DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em consulta realizada nesta quinta-feira (03).
A liderança geral entre pessoas físicas, considerando doações e autofinanciamento, continua com Leonardo Picciani (PV), candidato a deputado federal. Ele aplicou R$ 310 mil de recursos próprios na própria campanha.
Com a atualização das movimentações privadas, a deputada estadual Sarah Poncio (Solidariedade), candidata a deputada federal, passou para a sexta posição. Ela também destinou R$ 200 mil à própria candidatura.
Família Picciani acumula R$ 620 mil em doações
A família do falecido político Jorge Picciani segue entre os principais financiadores das campanhas no Rio. Somados, os valores destinados por três integrantes da família chegam a R$ 620 mil.
Além dos R$ 310 mil aplicados por Leonardo Picciani, sua mãe, Márcia Picciani, destinou R$ 190 mil à campanha do filho. O valor coloca Márcia na sétima posição do ranking geral.
Já Rafael Picciani (União Brasil), deputado estadual que busca a reeleição, investiu R$ 120 mil de recursos próprios na campanha e aparece na 12ª colocação.
Ao todo, o TSE registra 325 operações de autofinanciamento no Rio de Janeiro, que movimentaram R$ 3,33 milhões.
Em uma sexta-feira (04) agitada para os cariocas e frequentadores da cidade do Rio, as operações das barcas, metrô e trens terão o início do horário de pico antecipado. A medida foi implementada em razão de decreto do governo do estado que alterou o horário do expediente nas repartições públicas, que será das 8h às 15h neste primeiro dia do Rock in Rio e na véspera do feriadão.
A mudança nos horários está sendo acompanhada pela Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana (Setram). De acordo com o governo do estado, a antecipação do horário de pico dos transportes públicos tem como objetivo otimizar o fluxo de deslocamentos e garantir a segurança da população no retorno para casa, já que há expectativa de aumento do trânsito para a Zona Sudoeste, onde acontece o festival.
Confira como a operação vai funcionar em cada transporte:
TrensRJ e Metrô
A TrensRJ vai antecipar o pico de retorno para casa a partir das 15h. Os horários poderão ser ajustados operacionalmente conforme a movimentação de passageiros. Já o MetrôRio vai operar com a oferta reforçada e intervalos reduzidos para atender à antecipação do horário de pico.
Barcas
O Centro de Controle Operacional (CCO) irá monitorar a movimentação de passageiros nas estações em tempo real e, caso haja necessidade, outras viagens extras poderão ser realizadas para garantir o conforto e a fluidez do embarque.
Linha Arariboia: a operação será realizada conforme grade regular, com embarcação reservada para eventual aumento de demanda, especialmente no período entre 15h e 16h.
Charitas: no sentido Charitas à Praça XV, os intervalos serão de 20 minutos, das 15h50 às 19h10. As últimas viagens ocorrerão às 19h40 e 20h10 (duas a mais). No sentido Praça XV à Charitas, os intervalos serão de 20 minutos, das 15h20 às 19h. Após esse horário, as partidas ocorrerão a cada 30 minutos até 21h (duas viagens a mais).
Paquetá: grade regular. A partir das 15h, as saídas de Paquetá para a Praça XV serão às 15h, 17h, 18h50, 19h50, 21h20 e 23h10. Já no sentido contrário (Praça XV à Paquetá), serão às 15h30, 17h30, 18h30, 20h, 22h15 e 0h.
Cocotá (Ilha do Governador): será realizada uma viagem extra às 16h (no sentido Praça XV à Cocotá). As demais, seguirão a grade regular.