Comerciantes e representantes da rede hoteleira de Ilha Grande, em Angra dos Reis, participaram, nesta quarta-feira (22), de uma reunião na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) para discutir os impactos da taxa do turismo implantada pela Prefeitura. O encontro foi conduzido pelo deputado estadual Marcelo Dino (PL), integrante da Comissão de Meio Ambiente, e pelo presidente da Casa, Douglas Ruas (PL).
Segundo os representantes do setor, a cobrança tem provocado queda no número de visitantes e gerado prejuízos para a economia local, que depende diretamente da atividade turística.
Desde o início da implantação da taxa, Marcelo Dino afirma que tem acompanhado a situação em Angra dos Reis. O parlamentar participou de duas audiências públicas sobre o tema — uma delas realizada em Ilha Grande — e diz ter constatado redução no fluxo de turistas, inclusive durante o Festival de Música e Ecologia, realizado em junho.
Reunião na Alerj reuniu parlamentares, empresários e representantes do setor turístico para debater a cobrança da taxa do turismo em Ilha Grande. — Foto: Divulgação
“A Ilha Grande é um patrimônio do Rio de Janeiro e merece políticas públicas construídas com diálogo e responsabilidade. Nosso compromisso é ouvir os moradores, os empresários e todos os envolvidos para buscar uma solução equilibrada, que fortaleça o turismo sem prejudicar quem vive e trabalha ali”, afirmou Marcelo Dino.
Setor pede diálogo sobre cobrança
Em nota, a Associação dos Meios de Hospedagem da Ilha Grande (Amig) classificou a reunião como um passo importante para ampliar o diálogo entre o poder público e os setores afetados pela cobrança.
A entidade afirmou que não é contrária ao desenvolvimento do turismo nem às políticas de preservação ambiental, mas defende que qualquer medida seja construída com transparência, segurança jurídica e participação dos moradores e empresários da região.
Segundo a associação, o objetivo é encontrar alternativas que conciliem a preservação ambiental da Ilha Grande com a sustentabilidade econômica das atividades ligadas ao turismo.
A taxa de turismo para Ilha Grande foi criada pelo prefeito de Angra dos Reis, Cláudio Ferreti, filiado ao partido MDB (Movimento Democrático Brasileiro
A taxa é bem-vinda. Meia dúzia é contra, pois querem continuar com a sacanagem que vinha ocorrendo no local. Uma verdadeira farra do boi. Marcelo Dino nem sabe o que está fazendo na Ilha.
Adorava a Ilha, mas não vou mais, muito cocô de cachorro nas ruas, zero de infra para turista e moradores, além do mais, taxa para acesso é a legalização da milícia, que domina os espaços públicos.
A esquerda não tem competência para investimento. Só o que sabe fazer é explorar a sociedade com criação de impostos e taxas, motivo da fuga de empresários para outros países. Isso é fato. Também é fato que essa taxa não vai beneficiar a Ilha Grande em nada e sim, é mais uma sangria no bolso do pobre e da classe média. Mas….. é tudo pela democracia kkkk
Deve sim ter uma taxa para ajudar na conservação, mais valor que a população possa pagar.
Outra coisa não foi a esquerda que colocou a taxa porque i Prefeito de Angra dos Reis e de direita seu partido MDB, então fico o alerta contra fake News só fale como tiver certeza
Esse é o país que mais se cobra imposto, taxa, do mundo. É uma vergonha. Não sabem fazer investimento, sendo mais fácil explorar o pobre, a classe média. Chega de mais essa exploração. As pessoas, turistas, deveriam procurar outro local pra fazer turismo e não compartilhar com essa exploração que não irá beneficiar a IG em nada.
O Ministério Público Eleitoral se manifestou contra a candidatura de Waguinho (Republicanos) ao Senado pelo Rio de Janeiro. Em parecer apresentado nesta sexta-feira (04), a Procuradoria pediu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) o indeferimento do registro do ex-prefeito de Belford Roxo.
O principal argumento do MPE é a rejeição das contas da gestão de Waguinho em 2021 e 2022 pela Câmara de Vereadores da cidade.
A acusação entende que os problemas encontrados são graves e não podem ser considerados como falhas formais, indicando uma ação intencional de improbidade administrativa. Por isso, a Procuradoria considera que Waguinho se enquadra em uma das situações de inelegibilidade previstas na Lei da Ficha Limpa.
MPE aponta irregularidades na gestão de Waguinho em Belford Rodo
O parecer destaca que, em 2021, o problema encontrado nas contas não foi o pagamento das contribuições previdenciárias daquele ano. Segundo o MPE, essas transferências foram feitas em valor superior ao devido.
A irregularidade apontada foi outra: o município deixou de pagar integralmente parcelas de acordos de parcelamento de dívidas previdenciárias de anos anteriores. A diferença apontada naquele ano foi de R$ 3,7 milhões.
Em 2022, as contribuições previdenciárias do próprio ano também foram pagas integralmente. Segundo a Procuradoria, porém, continuou o não pagamento de dívidas anteriores.
Além das contas, o Ministério Público aponta um problema na documentação apresentada por Waguinho para o registro da candidatura.
O candidato apresentou cópias de processos e documentos sobre a tramitação de ações que aparecem em suas certidões criminais. Para a Procuradoria, porém, isso não substitui as certidões de objeto e pé — documentos que mostram oficialmente a situação de cada processo.
Investigações não são, sozinhas, motivo para barrar candidatura
O parecer também analisa outras acusações apresentadas contra Waguinho, incluindo ações de improbidade, investigações e alegações sobre sua vida pregressa.
Nesse ponto, a Procuradoria não considera que esses fatos, por si só, sejam suficientes para gerar uma causa de inelegibilidade, e afirma que medidas como bloqueio de bens, por exemplo, não equivalem automaticamente a uma das hipóteses previstas na legislação eleitoral.
O parecer do Ministério Público Eleitoral não é a decisão final sobre a candidatura. O pedido de registro de Waguinho nas urnas ainda será analisado pelo TRE-RJ.
A Justiça Eleitoral determinou que o candidato ao governo do estado Eduardo Paes (PSD) e sua coligação retirem do ar, em até 24 horas, cinco peças de propaganda eleitoral na televisão que faziam acusações contra o rival Douglas Ruas (PL) e “extrapolavam os limites do debate político”.
A decisão liminar foi proferida pela relatora Ane Cristine Scheele Santos, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), atendendo a um pedido da defesa de Ruas.
Ruas acusa Paes de tentar associá-lo ao Comando Vermelho em propaganda eleitoral
A coligação Rio Real, que apoia Douglas Ruas, entrou com a representação contra inserções e programas exibidos no horário eleitoral obrigatório em 2 de setembro, incluindo veiculações na TV Globo e na RedeTV. O candidato foi defendido pelo advogado eleitoral Tiago Santos.
Na ação, a coligação afirmou que as peças não se limitavam à crítica política e tentavam vincular o candidato do PL ao Comando Vermelho, além de atribuir ao candidato supostos esquemas de corrupção, nepotismo e outras irregularidades administrativas.
Segundo a representação, as acusações não teriam respaldo em inquéritos, processos ou outros elementos que sustentassem as afirmações.
Relatora vê ofensa à honra de Douglas Ruas e manda retirar cinco peças do ar
Ao analisar os sete vídeos apresentados no processo, a relatora fez uma distinção entre crítica política e imputação de crimes. Em dois deles, não identificou irregularidade: um apenas associava a candidatura de Ruas a determinado grupo político, enquanto o outro fazia críticas ao ex-governador Cláudio Castro (PL) e seu grupo político, sem se referir ao candidato.
Nos outros cinco vídeos, porém, Ane Cristine Scheele Santos entendeu que o conteúdo ultrapassava o limite da crítica política ao atribuir a Douglas Ruas fatos criminosos sem lastro probatório. A magistrada destacou, entre os trechos considerados excessivos, as afirmações de que o candidato iria “manter os esquemas”, seria “escolhido para continuar esquemas de corrupção” e manteria “os mesmos esquemas e a sociedade com o Comando Vermelho”.
Para a relatora, a continuidade da veiculação poderia causar dano porque a propaganda eleitoral na televisão tem grande alcance e pode afetar o equilíbrio da disputa. Por isso, concedeu parcialmente a liminar.
A decisão ainda prevê multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.
*Atualização com a nota da defesa do ex-governador Sérgio Cabral*
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou o ex-governador do Rio Sérgio Cabral por causa de um esquema ilegal de privilégios no período em que ele esteve preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Além dele, outros seis réus também foram condenados por improbidade administrativa.
Um dos privilégios que o ex-governador tinha era a “videoteca do Cabral”. À época da descoberta, a cela dele estava equipada com uma TV de 65 polegadas e aparelho de home theater. De acordo com as investigações, a cúpula da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), incluindo o ex-secretário Erir Ribeiro, simulou uma doação religiosa falsa para colocar os aparelhos na cela. Outras irregularidades do esquema eram colchões especiais, eletrodomésticos, banquetes com quitutes de bacalhau e queijos, além de visitas sem registro e escolta noturna informa
Para ocultar os privilégios, os réus apagaram registros oficiais. Houve extravio proposital de páginas do livro oficial de visitas e falta deliberada de monitoramento das câmeras de segurança.
Cabral foi condenado ao pagamento de multa civil de 12 vezes o seu último salário e R$ 1 milhão em danos morais coletivos. Os outros seis réus, incluindo o ex-secretário Erir Ribeiro e ex-diretores de presídios, deverão pagar multa de 5 vezes seus salários e R$ 100 mil cada um em danos morais coletivos. Os valores dos danos morais serão revertidos ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.
Defesa do ex-governador Sérgio Cabral se manifesta
Leia a íntegra da nota:
“O ex governador Sergio Cabral foi absolvido das infundadas acusações na esfera criminal, na qual ficou compravada a ausência de ilegalidades. A condenação na esfera cível se demonstra desarrazoada, sendo objeto de recurso já interposto pela defesa.”
A edição de 2026 tinha a previsão de contar com nomes como Menos é Mais, Nattan, Pedro Sampaio, Léo Foguete e MC Cabelinho em três palcos. Entretanto, a organização informou que a “decisão foi tomada para preservar o padrão de qualidade já consolidado pelo festival, conhecido pelo público por entregar uma experiência de alto nível”.
Foto: Reprodução/Instagram
Quem comprou ingresso poderá pedir o reembolso pelo e-mail contato@ingresse.com ou entrar em contato diretamente com o serviço de atendimento ao cliente da Ingresse, empresa responsável pela comercialização dos bilhetes. Ainda segundo a publicação, o reembolso deve acontecer em até 30 dias.
O vice-prefeito de Itaboraí, Elber Corrêa, pediu exoneração do cargo de chefe de gabinete da presidência da Assembleia Legislativa (Alerj) — do candidato ao governo Douglas Ruas (PL) — nesta sexta-feira (04).
O motivo? Com o prefeito Marcelo Delaroli (PL) hospitalizado, Elber precisou assumir interinamente o comando da cidade.
Delaroli apresentou um mal-estar na noite de quinta-feira (03) e foi levado ao Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, onde passou por avaliação médica e realizou exames. Ele informou ao TEMPO REAL que sofre de uma inflamação do músculo do coração, mas afirmou que está bem e que seu quadro é considerado estável.
A exoneração foi publicada na edição extraordinária do Diário Oficial do Legislativo.
Uma manifestação inusitada chamou a atenção de quem passava pela região da Central do Brasil. Movimentos sociais e coletivos de luta pela educação realizaram na noite desta quinta (03) uma projeção em um prédio da região exibindo mensagens em defesa da tarifa zero nos transportes públicos em dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em 2026, as provas serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro.
O objetivo da mobilização é pedir ao prefeito Eduardo Cavaliere que ele permita o acesso de estudantes de baixa renda, e não possuem o dinheiro da passagem, consigam a liberação ao acesso gratuito ao transporte público nos dias das provas.
“Ei, prefeito Cavaliere! Libera tarifa zero para o Enem! O sonho de entrar na universidade não pode parar na catraca.”, diz o texto projetado no paredão lateral da sede da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz), na Avenida Presidente Vargas, n⁰ 670. O edifício, de 25 andares e cerca de 90 metros de altura, é um dos mais altos da Central do Brasil.
Maria Clara Delmont, coordenadora da ONG Meu Rio, disse que a reivindicação visa combater a desigualdade educacional. Para a ativista, a falta de condições financeiras não pode significar mais uma barreira no acesso ao ensino superior.
“Em uma cidade marcada pela desigualdade, o custo do transporte ainda representa um obstáculo para milhares de pessoas que sonham em ingressar na universidade. Isso também passa pela questão da mobilidade urbana e do direito à cidade. O passe livre é uma política pública de inclusão e o Rio precisa avançar nesse direito”, defendeu.
A ação faz parte da campanha “Brota no Vestibular, Tarifa Zero para Estudar”, que já conta com 5 mil assinaturas em apoio à causa. A expectativa é que o passe livre beneficie cerca de 48 mil jovens cariocas que compõem o público-alvo direto da campanha, idealizada pela vereadora Maíra do MST.
A projeção foi organizada de forma conjunta por oito entidades: União Nacional dos Estudantes (UNE), União Estadual dos Estudantes (UEE), Levante Popular da Juventude, O Rio Vale a Luta, Fórum de Pré-Vestibulares Populares do Rio de Janeiro, ONG Meu Rio, Revide e Kizomba. Toda a parte técnica da exibição foi operada pelo coletivo Projetemos.
A Multiplan, empresa responsável por administrar o VillageMall, vai construir um complexo de condomínios de uso residencial e corporativo na área ao lado do shopping, na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste. O projeto tem valor de R$ 231 milhões vai contar com nove torres residenciais de 11 pavimentos e outra de dez andares para utilização corporativo. O local também terá áreas de serviços e conveniência, e estará integrado ao shopping. O lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2027.
O projeto também inclui uma área atualmente utilizada como estacionamento descoberto e deverá acrescentar mais de três mil metros quadrados de área bruta locável ao centro comercial de luxo. A nova área terá lojas, restaurantes e espaços de convivência.
Anteriormente, o local tinha uma loja da rede Wallmart e, no momento, conta com um centro de convenções. A parte residencial, chamada de Village Residences, terá cerca de 62 mil metros quadrados de área privativa distribuídos entre os nove edifícios. Já a torre corporativa terá aproximadamente 10 mil metros quadrados de área privativa.
Tradicional bairro da Zona Oeste do Rio, Bangu terá um projeto de revitalização de sua área central. O prefeito Eduardo Cavaliese apresentou nesta sexta (04) que a região terá uma série de intervenções de cultura, lazer e mobilidade. Com o nome de Avança Bangu, o programa inclui a criação do Parque Linear Bangu, que terá um centro cultural, a recuperação do antigo Cine Matilde e a implantação de um terminal de ônibus municipais.
“A gente tá celebrando hoje um dia que a população de Bangu esperava e sonhava. Da mesma forma que fizemos em Campo Grande e Santa Cruz, hoje lançamos o Avança Bangu e anunciamos o novo terminal intermodal no centro do bairro. Também assinamos dois atos históricos: a compra do Cine Matilde, fechado há 60 anos, e da Casa do Silveirinha, que era um compromisso nosso. Nós queremos garantir um lazer de alta qualidade para as famílias de Bangu”, afirmou Cavaliere.
Os projetos serão desenvolvidos pela Empresa Municipal de Urbanização (Rio-Urbe), vinculada à Secretaria Municipal de Infraestrutura, com apoio das secretarias de Cultura e Transportes. O objetivo é integrar os espaços de cultura, lazer e mobilidade em uma mesma área, no coração de Bangu. Além disso, o projeto prevê a construção de um Parque Linear que vai conectar o comércio da região, a Paróquia São Sebastião e Santa Cecília e o futuro Centro Cultural Casa do Silveirinha, integrando diferentes espaços do projeto.
Centro cultural com parque e áreas de lazer
O Parque Linear contará com o novo espaço de cultura de Bangu: o Centro Cultural Casa do Silveirinha, entre a Rua Santa Cecília e a Rua Silva Cardoso, que vai ampliar as opções de convivência na região. O Centro Cultural vai reunir museu, área de exposições e café, além de oferecer novas opções de atividades para moradores e visitantes.
Na área externa, o projeto prevê restaurante, food trucks, parque infantil, espaço para piquenique, quadras de areia, academia e anfiteatro, além de sanitários e vestiários. A estrutura também terá áreas de apoio para a administração, Guarda Municipal e Comlurb.
O terreno onde será construído o novo Centro Cultural Casa do Silveirinha pertenceu a Guilherme da Silveira Filho, o Dr. Silveirinha, uma das personalidades ligadas à história de Bangu. Proprietário da Fábrica de Tecidos Bangu e presidente do Bangu Atlético Clube, ele teve papel importante no desenvolvimento do bairro. A proposta preserva essa memória e dá novos usos ao espaço.
Cine Matilde voltará a receber cultura
Desativado desde os anos 90, o histórico Cine Matilde será revitalizado e transformado em um novo equipamento cultural. Durante seu período de funcionamento, o cinema foi um importante ponto de encontro de famílias, jovens e trabalhadores de Bangu e chegou a ser considerado, na década de 1960, um dos cinemas mais modernos da cidade.
Também desenvolvido pela Cultura e Rio-Urbe, o projeto prevê um espaço multiuso, com uma sala de teatro com capacidade para 250 pessoas e duas salas de cinema, para 100 e 130 espectadores. A estrutura terá ainda bomboniere, sala de exposições e um rooftop com bar, restaurante e área de convivência. Também haverá estacionamento de serviço.
Novo terminal para o bairro
Na área de mobilidade, o Avança Bangu prevê a criação do Terminal Bangu Shopping, que será construído na área de estacionamento do shopping, na interseção da Avenida Santa Cruz com a Rua Fonseca. Hoje utilizada para eventos e shows, a área vai ganhar uma nova função. O projeto é da Secretaria de Transportes, em conjunto com a Rio-Urbe.
O terminal terá plataformas centrais, vagas para os ônibus aguardarem entre uma viagem e outra, área comercial, sanitários para passageiros e estrutura de apoio para funcionários, além de arborização. Os ônibus entrarão pela Rua Fonseca e sairão pela Avenida Santa Cruz, enquanto os passageiros poderão acessar o espaço pela avenida, por meio de rampas e escadas. Também serão implantadas novas travessias de pedestres e gradeamento para reforçar a segurança.
Projeto preve que Bangu Shopping tenha terminal rodoviário — Foto: Divulgação
Próximo à estação ferroviária e ao Bangu Shopping, o terminal facilitará a integração entre ônibus, trens e os equipamentos do entorno. Atualmente, os pontos finais dos ônibus estão espalhados por ruas como Silva Cardoso, Rua do Açude e Rua da Feira. Com a transferência das operações para o terminal, a proposta é organizar o embarque e desembarque, liberar espaço nas vias e melhorar a circulação na região.
Mensagens extraídas do aparelho celular apreendido do ex-governador Cláudio Castro (PL) revelam uma relação de amizade com Bernardo Coutinho Loyola, sobrinho do contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, o “Adilsinho”. As informações contam no relatório da Polícia Federal encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) em agosto de 2026.
Em uma troca de mensagens com a advogada Bruna Ribeiro Santana, Castro respondeu um questionamento sobre quem seria uma outra mulher chamada “Bruna” que o ex-governador estaria seguindo nas redes sociais.
“Ela fica com o Bernardo Coutinho. Da Grande Rio e do Arpoador. Meu amigo”, respondeu o ex-governador, segundo o relatório da PF.
No documento, consta uma captura de dela de uma troca de mensagens pelo WhatsApp datada de 18 de janeiro de 2026. A conversa é com a advogada, salva nos contatos como “Bruna Adv Bsb”.
Bicheiro preso pela PF
O contraventor Adilsinho, tio de Bernardo, foi preso durante a quinta fase da Operação Unha e Carne, desencadeada após a polícia encontrar planilhas de uma contabilidade paralela atribuída ao bicheiro.
Os documentos reúnem registros de supostos pagamentos indevidos e lavagem de dinheiro, tendo o próprio Cláudio Castro apontado como um dos destinatários finais desses repasses ilícitos. Outros 60 políticos estariam na lista, com valores acima dos R$ 20 milhões vindos do jogo do bicho.
Já Bernardo Loyola Coutinho foi preso em 2022, quando foi alvo da Operação Smoke Free, da Polícia Federal, que investigava um esquema de comércio ilegal de cigarros.
Uma nova doação de R$ 300 mil à candidatura de Eduardo Paes (PSD), que disputa a cadeira do Palácio Guanabara, colocou Armínio Fraga Neto, ex-presidente do Banco Central, de volta no topo da lista dos doadores das campanhas no Rio de Janeiro.
O economista já destinou, ao todo, R$ 575 mil a candidaturas no estado, valor distribuído entre nove candidatos que disputam diferentes cargos nas eleições deste ano.
As atualizações foram feitas com base em dados do DivulgaCand, portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Paes recebe a maior fatia
O maior repasse de Armínio Fraga foram justamente os R$ 300 mil destinados ao candidato a governo do estado Eduardo Paes.
Na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados, Renan Ferreirinha (PSD) aparece em seguida, com R$ 100 mil recebidos.
Outros quatro candidatos do PSD também estão entre os contemplados: Pedro Duarte recebeu R$ 50 mil, enquanto Flavio Valle, Joyce Trindade e Salvino Oliveira receberam R$ 25 mil cada.
Armínio também destinou R$ 25 mil à campanha de Wesley Teixeira (PSB), candidato a deputado estadual, e R$ 15 mil a João Francisco Paiva Avelino (PSB), que disputa uma vaga de deputado federal.
O economista ainda fez dez repasses de R$ 1 mil para Marcelo Freixo (PT), totalizando R$ 10 mil destinados à campanha do candidato a deputado federal.
O levantamento considera os valores registrados na planilha enviada, com recorte exclusivo para candidaturas do Rio de Janeiro. Os dados de prestação de contas podem ser atualizados ao longo da campanha, alterando a composição do ranking de doadores.
Imagem gerada por IA com base em dados reais obtidos no DivulgaCand
Comments 14
Sendo conduzida pelo PL, com certeza tem sacanagem. O PL montou um milicia na ALERJ. Acabou com o Estado do Rio. Capanga em todos os cargos.
A taxa foi criada pela esquerda
Aí que começa a sacanagem
Não fala besteira
Montaram uma milicia na Alerj? Sério? O engraçado é que o que comanda Angra e demais cidades do interior é CV e TCP….
Taxa é sempre ruim. Já tem o ISS para isso. Mas querem sempre mais impostos para desviar $.
A taxa de turismo para Ilha Grande foi criada pelo prefeito de Angra dos Reis, Cláudio Ferreti, filiado ao partido MDB (Movimento Democrático Brasileiro
Para de Fake . O prefeito de Angra dos Reis é o Cláudio Ferretti do MDB. Ligado ao Centao. Apoiou Bolsonaro para presidente.
Ferreti é servidor público há 40 anos…me mostra um servidor público de direita que eu rasgo meu diploma…. Centrão não é direita!
A taxa é bem-vinda. Meia dúzia é contra, pois querem continuar com a sacanagem que vinha ocorrendo no local. Uma verdadeira farra do boi. Marcelo Dino nem sabe o que está fazendo na Ilha.
Adorava a Ilha, mas não vou mais, muito cocô de cachorro nas ruas, zero de infra para turista e moradores, além do mais, taxa para acesso é a legalização da milícia, que domina os espaços públicos.
A esquerda não tem competência para investimento. Só o que sabe fazer é explorar a sociedade com criação de impostos e taxas, motivo da fuga de empresários para outros países. Isso é fato. Também é fato que essa taxa não vai beneficiar a Ilha Grande em nada e sim, é mais uma sangria no bolso do pobre e da classe média. Mas….. é tudo pela democracia kkkk
O prefeito de Angra é do MDB. Apoia Bolsonaro.
Deve sim ter uma taxa para ajudar na conservação, mais valor que a população possa pagar.
Outra coisa não foi a esquerda que colocou a taxa porque i Prefeito de Angra dos Reis e de direita seu partido MDB, então fico o alerta contra fake News só fale como tiver certeza
Esse é o país que mais se cobra imposto, taxa, do mundo. É uma vergonha. Não sabem fazer investimento, sendo mais fácil explorar o pobre, a classe média. Chega de mais essa exploração. As pessoas, turistas, deveriam procurar outro local pra fazer turismo e não compartilhar com essa exploração que não irá beneficiar a IG em nada.