A Prefeitura do Rio regulamentou oficialmente, na edição desta segunda-feira (22) do Diário Oficial, o Sistema de Segurança Municipal (SSM). Com a publicação, o prefeito Eduardo Paes (PSD), estabelece as normas gerais para a organização, o funcionamento e a articulação entre os órgãos da prefeitura ligados ao tema. O sistema vai funcionar como o cérebro da Política Municipal de Segurança Pública, e vai promover a integração das ações municipais e criar estratégias para o combate à violência nas ruas da cidade.
De acordo com a regulamentação, o sistema buscará orientar a formulação de políticas públicas baseadas em dados e evidências para ampliar a efetividade das ações de prevenção e redução da violência. Ao mesmo tempo em que serão criadas novas abordagens integradas entre os órgãos municipais.
O SSM será vinculado diretamente ao Gabinete do Prefeito e terá como secretário-geral Thiago Ramos, ex-coordenador especial do gabinete. Ramos será responsável pela coordenação de todas as ações relacionadas à segurança pública na cidade. Ele terá a função de organizar reuniões periódicas, elaborar relatórios de desempenho e acompanhar os indicadores da área. Além disso, também será incumbido de promover boas práticas e difundir ações bem-sucedidas no campo.
Fazem parte do Sistema de Segurança Municipal o Gabinete do Prefeito, a Casa Civil, a Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP), a Guarda Municipal, a Divisão de Elite da GM-Rio – Força Municipal e a Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia de Apoio à Segurança Pública (CIVITAS).
Prefeito vai liderar reuniões periódicas sobre segurança
O modelo do SSM é sustentado por três pilares principais, que guiarão a sua execução: CompStat municipal, Política Municipal de Segurança Pública e Política de Governança de Informação.
O CompStat Municipal é um instrumento de gestão estratégica e operacional, baseado na análise de dados e indicadores de segurança. O modelo é inspirado no sistema de gerenciamento policial da Polícia de Nova York e visa a otimizar as ações por meio de reuniões periódicas entre as autoridades municipais, sob a liderança do prefeito. Nessas reuniões, serão analisados dados, definidas prioridades e formuladas novas estratégias de atuação.
Eduardo Paes, compromisso ZERO com a segurança pública municipal, pois em 04 (quatro) mandatos, ou seja 14 anos como prefeito, NUNCA PROMOVEU nenhum guarda municipal.
O prefeito inventor de polícia nunca usou as ferramentas já existentes pra ajudar na segurança, aí faz essa manobra de cortina de fumaça, e o povo crê. Salários desproporcionais inclusive, que é óbvio que não serão mantidos, pois se ele se preocupasse em pagar bem, o faria aos GM. Mas o carioca, e pelo jeito, o fluminense, vai embarcar na lábia.
A prova que o município do rj é as fezes da federação, tá aí.
Eduardo Paes transgredindo as leis federais,cometendo arbitrariedades jurídicas e a União, estado e Ministério Público não atuando,deixando a entender que esses órgãos estão coniventes com toda esta situação desonrosa, corrupta e humilhante para a transparência na administração pública.
O prefeito está é enchendo a prefeitura de cabides sob o pretexto da segurança pública. Se ele quisesse mesmo fazer algo decente, treinaria e armaria toda a guarda municipal em vez de ficar fazendo propaganda enganosa pra população e sem precisar contratar toda essa gente.
TODAS AS MEDIDAS TOMADAS EM PROL DA SEGURANÇA PÚBLICA É VÁLIDA. É UMA ÁREA VITAL PARA A VIDA DA CIDADE. É ÓBVIO QUE IRÁ SOFRENDO AJUSTES DE ACORDO COM AS CIRCUNSTÂNCIAS DO MOMENTO. NADA É ESTÁTICO. A LEGISLAÇÃO HÁ DE ACOMPANHAR A REALIDADE, AS DEMANDAS DA CIDADE.PARABÉNS AO NOSSO PREFEITO POR TRATAR DE TEMA TÃO IMPORTANTE . “ NÃO SE TEM PAZ SEM SEGURANÇA “
Se enxergasse a Segurança Pública com responsabilidade seguiria exemplo de São Paulo e exemplos bem Sucedidos de Integração entre a Município Estado na área de segurança Pública e não ficar na Contramão das outras Guardas Municipais de todo Pais
Era só. Seguir a Lei 1322/14 ano seu Mandato na Época e Hoje estaria colhendo os frutos ….mas na Época e nos Mandatos que se seguiram Ignorou a Lei e a Guarda MUNICIPAL do Rio e preferiu ficar Lambendo as Botas dos CORONÉIS PMs…agora fica de boa ôba e enganação
Na verdade só usa isso como forma de movimentar dinheiro e criar cargos porque esta ai a três mandatos e nada fez inclusive ignorando a 1322/14 que regularmenta.a atuação dos Gms na área de Segurança Pública em todo o país agora fica de mentindo para o povo porque que vir a Governadori
Boa tarde !!!
Sr prefeito só vejo guardas municipas em Copacabana e na zona sul em geral
E multando nos aeroportos e nas ruas
Só queria deichar 1 comentário o guarda de trânsito está para orientar e em último caso multar , porém esses valores inverteram guardas despreparados ou orientados só para multar , estacionei no aeroporto internacional para deichar um amigo e fui multado por parar afastado da calçada coisa que não fiz , porque o guarda não se dirigiu a minha pessoa e me orientou caso eu estivesse errado ?
São despreparados e covardes fico pensando nessa guarda armado a corvadia que vão fazer com a população pois com bandidos fica com cu má mão
Isso é rio de janeiro prefeitinho de merda
Esse bandido cara de pau já tem a Guarda Municipal, para quê criar uma milícia particular. Seria mais fácil armar a Guarda, como existe a anos em São Paulo, e dar condições para eles trabalharem.
Até parece que essa galera vai dar conta da violência que se instalou no Rio de janeiro se não houver uma política pública real verdadeira e sem corrupção não adianta de nada primeiramente as instituições que nós temos já são corrompidas fecham com quem não prestam essa é a grande realidade todo dia a gente vê alguma coisa referente a essa demasia essa falcatrua e a falta de respeito com o cidadão do Rio de janeiro infelizmente não adianta não vai adiantar é só mais um gasto público em todo mundo sabe que não vai dar em nada
E o pior que está lá a frente nas pesquisas de ibope para o governo do Estado. Aff preocupada pois não cuida nem dos servidores municipais, imagine estaduais ? Vai ser mais um que vão entra4 e saquear os cofres do Estado. Servidores há 11 anos sem aumento e creio que não será ele a dar um real e justo aumento aos funcionários do Estado e muito menos a recomposição salarial atrasada há 3 anos. Eu não voto nesse lixo e nem funcionários do Estado votarão principalmente área de Segurança Pública minha ossada.
A sustentabilidade deixou de ser um assunto complementar e passou a fazer parte das decisões estratégicas da construção civil. Esse foi um dos principais pontos do Café Empresarial, realizado nesta quarta-feira (12), na sede do Sinduscon-Rio. O encontro reuniu representantes do poder público, da Caixa e de empresas do setor para discutir como práticas sustentáveis podem contribuir para a eficiência, a competitividade e a geração de valor.
O evento foi conduzido pelo vice-presidente do Sinduscon-Rio, Vinicius Benevides, que, na abertura, destacou a mudança na forma como o setor enxerga a sustentabilidade. “Se antes o tema estava mais associado a uma visão de futuro, hoje já está presente nas decisões de negócio”, afirmou ele, que também apresentou a experiência da Dimensional Engenharia, onde atua como diretor, com projetos que adotam certificações ambientais como EDGE e Selo Casa Azul, da Caixa.
O Café Empresarial foi conduzido pelo vice-presidente do Sinduscon-Rio, Vinicius Benevides, que destacou a mudança na forma como o setor enxerga a sustentabilidade — Foto: Divulgação
Prefeitura aposta na revitalização da cidade existente
Na sequência, o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Gustavo Guerrante, apresentou as mudanças recentes na legislação urbanística do Rio e os programas voltados à requalificação de áreas que já contam com infraestrutura, transporte e serviços, como Porto Maravilha, Reviver Centro e Praça Onze Maravilha.
A proposta, segundo Guerrante, é aproveitar melhor a cidade que já existe, estimulando a ocupação e a recuperação de regiões estruturadas, em vez de ampliar desnecessariamente a área ocupada. É nesse contexto que o retrofit e a preservação do patrimônio ganham importância e passam a contar com incentivos específicos da Prefeitura.
“Com o Reviver Pro APAC, que, inclusive, foi lançado aqui, no Sinduscon-Rio, a Prefeitura criou um incentivo para tornar a recuperação desses imóveis mais viável. O programa prevê um subsídio por metro quadrado recuperado e, nos projetos de retrofit, um acréscimo de 50% no benefício. A ideia é preservar o patrimônio, recuperar imóveis degradados e trazer esses espaços de volta para a cidade”, explicou o secretário.
Durante a conversa, Vinicius ressaltou que o diálogo entre os setores público e privado é fundamental para que essas políticas sejam construídas de acordo com a realidade do setor e possam se transformar em projetos concretos.
Na prática, sustentabilidade também é eficiência
A programação também trouxe exemplos de empresas que já vêm incorporando esses conceitos à rotina dos negócios, com a participação de Diego Alves, da RJZ Cyrela, Adriana Santos, da Construtora Tenda, e José Marcos, do Sebrae/RJ, que apresentaram experiências e soluções.
Diego Alves, da Cyrela, Adriana Santos, da Tenda, e José Marcos, do Sebrae/RJ, participaram do painel técnico do evento — Foto: Divulgação
Diego mostrou como algumas dessas decisões podem começar ainda na concepção dos empreendimentos, com medidas voltadas à racionalização dos projetos, redução de resíduos e retrabalho, ganho de produtividade e escolha de fornecedores considerando também critérios ambientais.
Já Adriana falou sobre os desafios da habitação popular e mostrou como a sustentabilidade, quando incorporada à estratégia do negócio, pode contribuir para melhorar resultados, eficiência e competitividade. Nesse contexto, apontou também a importância da governança e da previsibilidade para reduzir incertezas no processo construtivo. “A melhor estratégia ambiental é aquela que torna o processo construtivo mais eficiente e responsável. Boa governança reduz incertezas e, na construção, previsibilidade é valor”, afirmou ela.
Na apresentação do Sebrae/RJ, José Marcos trouxe a sustentabilidade para o dia a dia das empresas, mostrando que, para gerar impacto de verdade, é preciso também cuidar da rentabilidade. O consultor chamou atenção para perdas que pesam no resultado, como retrabalho, desperdício de materiais e erros de orçamento, e falou sobre a importância de uma gestão mais estratégica. A ideia é deixar de lado o perfil do “dono executor” e buscar mais eficiência, organização e preparo para as novas demandas do mercado.
Sustentabilidade também chega ao financiamento
Fechando a programação, a Caixa trouxe duas perspectivas complementares sobre a relação entre sustentabilidade, mercado imobiliário e financiamento.
Cláudio Martins e Morenno de Macedo, da Caixa, falaram sobre financiamento verde — Foto: Divulgação
Cláudio Martins, superintendente de Habitação da Caixa no Rio de Janeiro, destacou como a sustentabilidade deixou de ser apenas uma pauta ambiental para ganhar espaço na agenda financeira e estratégica da construção civil e do mercado imobiliário. A partir do papel da Caixa na indução do mercado, mostrou como o crédito imobiliário e a adoção de critérios ESG podem estimular empreendimentos mais resilientes, eficientes e com menor custo operacional. Também chamou atenção para um novo perfil de consumidor, mais atento a aspectos como conforto, economia de recursos e saúde. Nesse cenário, a sustentabilidade passa a ser vista também como um fator de atração de capital, redução de riscos climáticos e valorização dos empreendimentos.
Na sequência, Morenno de Macedo, da área de Finanças Sustentáveis da Caixa, aprofundou a discussão pelo olhar do financiamento e mostrou como a instituição pode atuar na conexão entre capital, políticas públicas e demanda do setor produtivo para ampliar a habitação verde. Nesse processo, a Caixa atua como estruturadora, aproximando recursos nacionais e internacionais, como indutora de mercado, incorporando critérios de sustentabilidade ao financiamento, e como plataforma de escala, transformando projetos sustentáveis em carteiras financiáveis. A proposta é ampliar o acesso ao capital e apoiar projetos capazes de comprovar seu desempenho ambiental, social e econômico.
A mensagem foi de que o financiamento verde precisa avançar de iniciativas pontuais para uma estratégia capaz de ganhar escala e acompanhar os ciclos do mercado imobiliário.
O Café Empresarial foi uma realização do Sinduscon-Rio, com apoio do Sebrae-RJ, Ademi-RJ e Paggo, e reuniu gestores de empresas de diferentes portes e profissionais de diversos segmentos da construção. Acompanhe nossa agenda de eventos e participe dos debates.
O ex-deputado federal Miro Teixeira (PDT), primeiro suplente de Pedro Paulo (PSD) na disputa ao Senado pelo Rio de Janeiro, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 8,69 milhões em 2026. O valor é mais de três vezes superior aos R$ 2,88 milhões informados na eleição de 2022.
A diferença chega a R$ 5,81 milhões. Em quatro anos, o patrimônio declarado por Miro Teixeira cresceu 201,8%.
A maior parte dos bens declarados em 2026 está concentrada em aplicações financeiras. São R$ 5,008 milhões em CDB, R$ 2,54 milhões em renda fixa e outros R$ 372,8 mil em uma aplicação também classificada como renda fixa. Há ainda R$ 300 mil em VGBL.
Em 2022, o patrimônio de R$ 2,88 milhões era formado principalmente por investimentos. Naquele ano, Miro declarou R$ 1,01 milhão no Tesouro Direto e outros R$ 1,01 milhão em aplicação de renda fixa, além de R$ 597,5 mil em CDB. Também constavam um Hyundai Creta avaliado em R$ 105.690 e R$ 77,5 mil em quotas de capital.
A evolução não foi linear. Em 2018, Miro havia declarado apenas R$ 441,8 mil em bens. Já em 2014, o patrimônio informado à Justiça Eleitoral chegava a R$ 4,7 milhões.
Miro Teixeira é suplente de Pedro Paulo, do PSD
Miro Teixeira foi escolhido pelo PDT para ser o primeiro suplente de Pedro Paulo na disputa por uma das duas vagas ao Senado pelo Rio em 2026. A participação do ex-deputado foi oficializada pelo partido no início de agosto, consolidando a presença do PDT na chapa majoritária ligada ao candidato a governador Eduardo Paes (PSD).
Aos 81 anos, Miro acumula 11 mandatos como deputado federal e foi ministro das Comunicações no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2004.
Mais de mil crianças e adolescentes de projetos sociais do Rio de Janeiro terão a oportunidade de assistir a uma sessão exclusiva do musical Wicked nesta quinta-feira (13), na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca. Para muitos dos jovens, será a primeira vez que entrarão em um teatro para acompanhar uma superprodução da Broadway.
A iniciativa reúne participantes de 13 organizações apoiadas pela I LOVE PRIO, plataforma de investimentos sociais, culturais e esportivos da PRIO. Entre as instituições estão o Instituto Reação, Instituto Vini Jr., Favela Brass, CDD Arte e Spetaculu.
Também participarão jovens de projetos que atuam em comunidades como Rocinha, Vidigal, Cidade de Deus e São Carlos.
Além de garantir o acesso à apresentação, a PRIO ficará responsável pelo transporte dos participantes, alimentação e distribuição de camisetas. A ação integra a estratégia de atuação social da companhia, que busca aproximar os jovens atendidos pelos projetos de experiências culturais e ampliar o acesso a novas possibilidades de desenvolvimento.
O musical Wicked é uma adaptação da produção da Broadway que conta a história das bruxas Elphaba e Glinda antes dos acontecimentos de O Mágico de Oz.
O advogado Francisco Eugenio Miranda Morais, segundo suplente do ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos), é o candidato mais rico do Rio de Janeiro nas eleições de 2026 até o momento, segundo os dados de patrimônio declarados à Justiça Eleitoral. Ele informou possuir R$ 91.160.770,15 em bens.
A maior parte do patrimônio declarado pelo candidato está concentrada em cotas ou quinhões de capital, que somam R$ 42.673.188,31. Ele também informou R$ 27.026.667,54 em dinheiro, aplicações e fundos e outros R$ 20.802.590,30 em direitos creditórios.
A declaração inclui ainda R$ 655.324 em ações e R$ 3 mil em joias.
Os dados são atualizados diretamente no sistema e podem sofrer alterações ao longo do período eleitoral, de modo que os valores apresentados refletem a situação registrada até a consulta.
Ligado ao Republicanos, Francisco Eugenio já ocupou cargo na Prefeitura do Rio. Em junho de 2024, foi nomeado chefe de Gabinete, símbolo DAS-10.B, da Secretaria Especial de Inclusão. O Diário Oficial do Município também registrou, no mês seguinte, sua designação para substituir o secretário especial em afastamentos e impedimentos.
Patrimônio do candidato cresceu quase 8.800% desde 2010
Francisco Eugenio já havia disputado uma eleição em 2010, quando concorreu a uma vaga de deputado estadual e terminou como suplente. Naquele ano, declarou à Justiça Eleitoral R$ 1.024.076,12 em bens.
De lá para cá, o patrimônio declarado passou a ser quase 89 vezes maior. A diferença entre as duas declarações é de R$ 90,14 milhões, o equivalente a um crescimento nominal de aproximadamente 8.802%.
Na eleição de 2010, a maior parte dos bens declarados estava relacionada a recursos financeiros. Francisco Eugenio informou R$ 249.800 em dinheiro, R$ 131.600 em crédito mediante título de crédito e R$ 642.676,12 referentes a valor a ser creditado por cessão de direitos da dívida pública da União.
O deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos), ex-prefeito do Rio e candidato ao Senado Federal nas eleições deste ano, declarou possuir um patrimônio de R$ 5 mil.
Na comparação, o patrimônio do parlamentar ficou 124,8 vezes menor em quatro anos.
Apartamento não consta mais em bens declarados
Em 2026, o parlamentar informou possuir apenas um bem: uma aplicação de renda fixa, no valor de R$ 5.084,74.
Já em 2022, Marcelo Crivella declarou um apartamento de quatro quartos e três vagas de garagem, com 233 metros quadrados, localizado na Península, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio.
O imóvel foi declarado pelo valor de R$ 634.795, já quitado, incluindo R$ 602.145 referentes ao apartamento e R$ 32.650 em ITBI e laudêmio.
Crivella foi prefeito do Rio de Janeiro entre 2017 e 2020 e, desde 2023, ocupa uma cadeira na Câmara dos Deputados. Antes disso, foi senador pelo estado entre 2003 e 2016.
Bens declarados por Marcelo Crivella (Republicanos) em 2026 — Foto: Reprodução/Divulgacand
Bens declarados por Marcelo Crivella (Republicanos) em 2022 — Foto: Reprodução/Divulgacand
Passageiros que se deslocam em direção a Deodoro, na Zona Oeste, pelo corredor Transolímpica do BRT enfrentam retenção na altura da estação Ventura, em Jacarepaguá, próximo a Curicica, por causa de um capotamento de um carro no local. Um usuário do X publicou uma imagem onde é possível ver que o veículo é da Polícia Civil. De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, a calha do BRT está interditada naquele trecho devido ao acidente. Por isso, o trânsito é desviado para a pista de rolamento. As retenções vão desde a altura da estação Minha Praia. O sentido Recreio da via segue com o fluxo normal.
A MOBI-Rio informa que os intervalos das linhas 51 (Recreio x Deodoro), 52 (Alvorada x Deodoro) e 53 (Alvorada x Sulacap) estão irregulares. Os embarques e desembarques na estação Ventura, sentido Deodoro, estão temporariamente interrompidos.
O corpo de bombeiros informou que uma mulher encontra-se ferida e recebe atendimento. Não há informações sobre a identidade da vítima e os detalhes do veículo. Além disso, equipes da concessionária do BRT e agentes da Polícia Civil estão no local.
Por volta das 19 horas, a MOBI-Rio informou que o veículo foi retirado e a pista liberada para passagem dos ônibus.
Depois de questionar o patrimônio de Eduardo Paes durante o debate da Band, o candidato do Republicanos ao governo do Rio, Anthony Garotinho, declarou à Justiça Eleitoral R$ 167.585,05 em bens na eleição de 2026. O valor é ainda menor que os R$ 189 mil informados pelo ex-prefeito e candidato do PSD.
Em 2024, quando disputou a eleição municipal, ele havia informado R$ 196.174,20. Em dois anos, portanto, o valor caiu R$ 28.589,15, uma redução de 14,6%.
Garotinho tem explicações para o seu patrimônio ser pequeno.
“Moro na mesma casa em que nasci e herdei de meu pai. Não tenho dois filhos estudando em Nova York, como Paes. Os meus filhos, todos, trabalham e não me dão despesas. Gastei em minha vida inteira, o dinheiro que ganhei educando meus dez filhos. E não recebo, nem a minha esposa, a aposentadoria de governador porque fui o autor da primeira lei no Brasil que acabou com a aposentadoria vitalícia para governadores. O que ganho atualmente é fruto de meu trabalho como publicitário e o aluguel do meu estúdio de podcast, que mal dá para cobrir as despesas. Peço ajuda, inclusive, na vaquinha da minha campanha”, disse Garotinho.
O patrimônio declarado pelo candidato do Republicanos vem diminuindo ao longo das últimas eleições. Em 2014, o ex-governador informou R$ 303.538,65 em bens. Em 2018, o valor caiu para R$ 205.174,20. Em 2022, ele não declarou bens. Já em 2024, voltou a declarar patrimônio, de R$ 196.174,20, valor que caiu novamente em 2026, para R$ 167.585,05.
Em 2026, o patrimônio declarado é 44,8% menor que o registrado em 2014, quando atingiu o maior valor da série apresentada.
Entre os bens informados neste ano estão um imóvel de R$ 45 mil, um terreno de R$ 2 mil, um empréstimo concedido de R$ 33.174,20 e cinco registros na categoria “outros bens e direitos”, que somam cerca de R$ 87,4 mil.
O governo do estado do Rio de Janeiro lançará, entre os dias 25 e 26 de agosto, no auditório do Instituto de Segurança Pública (ISP), o Laboratório de Inovação em Inteligência Pública Estratégica (LIIPE-RJ). A iniciativa permanente é vinculada ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI-RJ) e tem o propósito de reunir especialistas de diferentes áreas na formulação de políticas públicas baseadas em dados e análises qualificadas.
Inspirado em modelos internacionais de inovação governamental, como o MIT Gov/Lab, dos Estados Unidos, o laboratório adotará a metodologia da Hélice Quádrupla, reunindo representantes do poder público, universidades, iniciativa privada e sociedade civil em um processo estruturado de escuta e construção de propostas.
O primeiro ciclo do LIIPE-RJ prevê dez oficinas temáticas para mapear desafios e oportunidades em áreas estratégicas do Estado. A oficina inaugural será dedicada à segurança pública e discutirá temas como combate ao crime organizado, ADPF das Favelas, retomada territorial e enfrentamento ao financiamento de facções e milícias.
Ao final do ciclo, será elaborado um macrodiagnóstico com a identificação do que funciona, do que precisa ser aperfeiçoado e das prioridades para subsidiar políticas públicas de longo prazo, com foco na continuidade das ações de Estado.
A mansão fica na Rua Emile Zola, na Gávea, Zona Sul do Rio, em um condomínio fechado aos pés do Maciço da Tijuca, e está anunciada por R$ 3,5 milhões.
Pitanguy também formou gerações de cirurgiões em sua clínica, fundada em 1963, na Rua Dona Mariana, em Botafogo, onde trabalhou até 2014. O casarão que abrigou a clínica foi posteriormente vendido à antiga incorporadora Bait, atual Gafisa, e incorporado a um empreendimento residencial.
Considerado um dos principais nomes da cirurgia plástica no mundo, Ivo Pitanguy ajudou a consolidar o Brasil como referência internacional na especialidade.
Médico, professor e escritor, Pitanguy foi membro da Academia Nacional de Medicina e da Academia Brasileira de Letras. Ele morreu em 2016, aos 93 anos.
Mansão projetada
Projetada pelo arquiteto Sérgio Bernardes, a residência ocupa um terreno de 6.400 m² cercado pela Mata Atlântica e tem 1.503 m² de área construída.
O projeto foi pensado para integrar os ambientes à natureza, aproveitando a localização da propriedade entre a mata e as áreas externas.
A casa tem seis quartos, sendo três suítes. A principal conta com walk-in closet e mezanino. O imóvel também reúne um salão dividido em quatro ambientes, lareira, varanda, escritório, sala de TV e adega.
Na área externa, a propriedade tem piscina aquecida com cascata, sauna e uma quadra de tênis de aproximadamente 500 m². A garagem coberta tem capacidade para até oito carros.
A residência é uma das obras de Sérgio Bernardes, um dos nomes de destaque da segunda geração do modernismo brasileiro. Conhecido pela experimentação com estruturas metálicas e por projetos que valorizavam a relação com o ambiente, o arquiteto foi responsável por obras como o Pavilhão de São Cristóvão e os antigos postos de salvamento das praias do Rio.
Segundo maior colégio eleitoral do estado, São Gonçalo virou palco de tensões envolvendo a disputa nas urnas em outubro. A mais recente delas colocou, em lados opostos, duas figuras políticas conhecidas da cidade que costumavam estar sempre aliadas: o prefeito do município, Capitão Nelson (PL), e o ex-vereador Maciel.
A treta ficou acalorada nesta semana, após o prefeito exonerar uma série de servidores de diferentes cargos, indicados pelo grupo político do ex-vereador. Maciel alega que a medida foi uma retaliação de Capitão Nelson, por causa de divergências entre os dois na disputa eleitoral para a Assembleia Legislativa (Alerj).
Maciel escolheu apoiar irmão em vez de Nelsinho Ruas
A “treta” teria começado quando o irmão de Maciel, o vereador Alcemir Maciel (Avante), lançou candidatura própria a deputado estadual. Alcemir sempre esteve ligado ao grupo político do Capitão, mas sua candidatura contrariou interesses da ala governista em São Gonçalo, que priorizou outros nomes na disputa para a Alerj.
O principal candidato a deputado entre os políticos do grupo do prefeito é Nelsinho Ruas (PL), vereador do município, filho de Capitão Nelson e irmão do candidato a governador Douglas Ruas (PL).
Mesmo ligado ao grupo de Nelson, Maciel não quis apoiar Nelsinho e preferiu lançar a candidatura do irmão, Alcemir. Agora, o ex-vereador alega estar sofrendo relações pela escolha.
Ex-vereador alega ter recebido propostas de Douglas Ruas para apoiar Nelsinho
Em vídeo publicado nas redes sociais, Maciel afirmou que sofreu pressões e recebeu propostas de integrantes do governo — incluindo do próprio Douglas Ruas — para retirar o apoio ao irmão em favor de Nelsinho Ruas.
“O [candidato a] governador Douglas Ruas me fez várias propostas para não ajudar o meu irmão e apoiar o irmão dele. Ele fez algumas propostas para alguns vereadores”, alega Maciel.
Segundo o ex-vereador, foi só após negar o apoio a Nelsinho que as demissões em massa aconteceram. Ele alega que boa parte de seus indicados foi afetada — incluindo a maioria dos servidores em um posto de saúde no Jardim Catarina, maior bairro, em extensão territorial, de São Gonçalo.
Em postagem, político de São Gonçalo promete expor ‘acordos’
Na postagem, Maciel subiu o tom e prometeu uma série de vídeos expondo as investidas de Douglas Ruas e outros “segredos” que supostamente sabe envolvendo a gestão de Capitão Nelson.
“Se você se sentir ofendido, vá ao Ministério Público, porque eu tenho todos os prints, todas as conversas, todos os acordos que você fez comigo, me oferecendo mundos e fundos para ajudar o seu irmão, como você fez com outros vereadores também”, ameaçou Maciel.
Além da questão eleitoral, o ex-vereador afirmou que detém informações sobre contratos da administração municipal e ameaçou expor detalhes de acordos firmados no passado. Maciel e Capitão Nelson foram vereadores no mesmo período em São Gonçalo e, antes da carreira política, atuaram como policiais militares no município.
Até esta quarta (12), Capitão Nelson e Douglas Ruas ainda não haviam comentado as postagens do ex-vereador.
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Eduardo Paes, compromisso ZERO com a segurança pública municipal, pois em 04 (quatro) mandatos, ou seja 14 anos como prefeito, NUNCA PROMOVEU nenhum guarda municipal.
O processo de inconstitucionalidade no STF vai mudar muita coisa ainda…..
O prefeito inventor de polícia nunca usou as ferramentas já existentes pra ajudar na segurança, aí faz essa manobra de cortina de fumaça, e o povo crê. Salários desproporcionais inclusive, que é óbvio que não serão mantidos, pois se ele se preocupasse em pagar bem, o faria aos GM. Mas o carioca, e pelo jeito, o fluminense, vai embarcar na lábia.
A prova que o município do rj é as fezes da federação, tá aí.
Eduardo Paes transgredindo as leis federais,cometendo arbitrariedades jurídicas e a União, estado e Ministério Público não atuando,deixando a entender que esses órgãos estão coniventes com toda esta situação desonrosa, corrupta e humilhante para a transparência na administração pública.
Tem que aprovar o cargo e salário da GMRIO uma falta de respeito com a verdadeira instituição falta de caráter
O prefeito está é enchendo a prefeitura de cabides sob o pretexto da segurança pública. Se ele quisesse mesmo fazer algo decente, treinaria e armaria toda a guarda municipal em vez de ficar fazendo propaganda enganosa pra população e sem precisar contratar toda essa gente.
Não entende nada de segurança Pública vive agarrado às ideias de a.CORONEIS DE GABINETE DA da PM QUe enxergam a Segurança publica como Fonte de Renda
TODAS AS MEDIDAS TOMADAS EM PROL DA SEGURANÇA PÚBLICA É VÁLIDA. É UMA ÁREA VITAL PARA A VIDA DA CIDADE. É ÓBVIO QUE IRÁ SOFRENDO AJUSTES DE ACORDO COM AS CIRCUNSTÂNCIAS DO MOMENTO. NADA É ESTÁTICO. A LEGISLAÇÃO HÁ DE ACOMPANHAR A REALIDADE, AS DEMANDAS DA CIDADE.PARABÉNS AO NOSSO PREFEITO POR TRATAR DE TEMA TÃO IMPORTANTE . “ NÃO SE TEM PAZ SEM SEGURANÇA “
Se enxergasse a Segurança Pública com responsabilidade seguiria exemplo de São Paulo e exemplos bem Sucedidos de Integração entre a Município Estado na área de segurança Pública e não ficar na Contramão das outras Guardas Municipais de todo Pais
Era só. Seguir a Lei 1322/14 ano seu Mandato na Época e Hoje estaria colhendo os frutos ….mas na Época e nos Mandatos que se seguiram Ignorou a Lei e a Guarda MUNICIPAL do Rio e preferiu ficar Lambendo as Botas dos CORONÉIS PMs…agora fica de boa ôba e enganação
Na verdade só usa isso como forma de movimentar dinheiro e criar cargos porque esta ai a três mandatos e nada fez inclusive ignorando a 1322/14 que regularmenta.a atuação dos Gms na área de Segurança Pública em todo o país agora fica de mentindo para o povo porque que vir a Governadori
Prefeito vagabundo, vereadores safados e corruptos
Boa tarde !!!
Sr prefeito só vejo guardas municipas em Copacabana e na zona sul em geral
E multando nos aeroportos e nas ruas
Só queria deichar 1 comentário o guarda de trânsito está para orientar e em último caso multar , porém esses valores inverteram guardas despreparados ou orientados só para multar , estacionei no aeroporto internacional para deichar um amigo e fui multado por parar afastado da calçada coisa que não fiz , porque o guarda não se dirigiu a minha pessoa e me orientou caso eu estivesse errado ?
São despreparados e covardes fico pensando nessa guarda armado a corvadia que vão fazer com a população pois com bandidos fica com cu má mão
Isso é rio de janeiro prefeitinho de merda
Esse bandido cara de pau já tem a Guarda Municipal, para quê criar uma milícia particular. Seria mais fácil armar a Guarda, como existe a anos em São Paulo, e dar condições para eles trabalharem.
Até parece que essa galera vai dar conta da violência que se instalou no Rio de janeiro se não houver uma política pública real verdadeira e sem corrupção não adianta de nada primeiramente as instituições que nós temos já são corrompidas fecham com quem não prestam essa é a grande realidade todo dia a gente vê alguma coisa referente a essa demasia essa falcatrua e a falta de respeito com o cidadão do Rio de janeiro infelizmente não adianta não vai adiantar é só mais um gasto público em todo mundo sabe que não vai dar em nada
E o pior que está lá a frente nas pesquisas de ibope para o governo do Estado. Aff preocupada pois não cuida nem dos servidores municipais, imagine estaduais ? Vai ser mais um que vão entra4 e saquear os cofres do Estado. Servidores há 11 anos sem aumento e creio que não será ele a dar um real e justo aumento aos funcionários do Estado e muito menos a recomposição salarial atrasada há 3 anos. Eu não voto nesse lixo e nem funcionários do Estado votarão principalmente área de Segurança Pública minha ossada.