O instituto Rioprevidência e o banco Master têm até 15 dias para dar esclarecimentos ao Ministério Público sobre quais medidas estão sendo tomadas para recuperar valores investidos pelo instituto de previdência do estado no banco e porque o liquidante do Master recusou a proposta de trocar os investimentos feitos pela autarquia por precatórios estaduais e federais.
A ação, do Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal, se baseia em informações veiculadas na imprensa, que o Master “recusou uma proposta de substituição dos investimentos do Rioprevidência em letras financeiras por precatórios estaduais e federais, alternativa considerada pelos gestores como estratégia para reduzir riscos e viabilizar a recuperação dos recursos aplicados.”
Ao Rioprevidência, os promotores pedem explicações “sobre essa recusa e solicita o envio da íntegra da decisão que fundamentou a recusa. Também requer esclarecimentos sobre as medidas que serão adotadas para reaver os valores investidos”. Já o liquidante do Master deverá dar “informações sobre a existência de um plano específico para o crédito de titularidade do Rioprevidência no processo de liquidação, considerando a negativa da substituição de ativos.”
Me lembro da época em que a funcef, o petros e o postalis tiveram que investir no sete sondas, até hoje o pessoal recebe menos, para cobrir o prejuízo.
A justiça tem que responsabilizar o desgovernador Cláudio Castro por autorizar que os recursos destinados aos pensionistas e aposentados do estado sejam usados em suas falcatruas.
Cadê o governador do lema “Ou soma ou suma”?
Por quê ele sumiu?
Boa noite sou pensionista Rio previdência quero saber até quando vamos sofrer por tantas coisas irregular desse governo deixa as contas nas costas de pobres coitados como nós ganhando miséria
Verdadeira vergonha o que estão fazendo com o Estado do Rio de Janeiro. Sou VETERANO SEQUELA DO DA PMERJ fazendo tratamento psiquiátrico e psicológico, falido e superendividado e a própria Corporação nao esta nem aí. Descontos indevidos no meu contracheque e mais um cartão que nuca vi na minha vida, sem correspondência para meu endereço. Estou ficando cafa vez mais doente em vez de melhorar. Esclareço ainda que fui REFORMADO por cotas 15 anos e podendo prover os meios de subsistência. E outros problemas relacionados à PMERJ que nem prefiro comentar. Por fim que todos paguem pelas várias corrupções em toda esfera política desde Brasília-DF até ao Estado do Rio de Janeiro. E que Deus nos proteja.
Definitivamente, o Estado do Rio de Janeiro não é para amadores. Fico sempre com a sensação de que o Sr Sérgio Cabral deixou raízes na administração pública…
Até quando o RJ será exemplo negativo?
Sou pensionista da rio previdência , lutando desde então para receber valores de pagamentos atrasados retroativos . Processo parado, até quando terei que ficar apelando , para receber aquilo que é meu de direito .
O PT acendeu o alerta para as “traições” do grupo de Eduardo Paes (PSD) à campanha de Benedita da Silva, candidata ao Senado pelo partido. A turma anda bem satisfeita com as pesquisas e a expectativa de vitória está alta. Mas já identificou que tanto os vereadores ligados ao ex-prefeito do Rio e candidato a governador quanto a rede que Paes criou no interior não estão pedindo votos para ela.
Enquanto Benedita, por sua vez, tem sido “ponta firme” com Paes.
Avaliando pesquisas do fim de agosto e as mais recentes, os petistas fizeram as contas e viram que Benedita aparecia com quase nove pontos de frente há cerca de 15 dias — e, embora siga na liderança, tem agora dois adversários a um ponto e quatro dentro da margem de erro.
Benedita estaria sólida, porém parada — enquanto todo mundo anda.
“E quem não cresce numa eleição de dois votos espera ser alcançado”, disse o ex-vereador de São Gonçalo Romário Régis, recentemente, em postagem nas redes sociais.
A avaliação do desalentado é que o eleitor de Benedita é fiel:
“O que não está vindo é o segundo voto de quem divide palanque com ela”.
Não se empenhar na eleição de Benedita é trair a aliada mais leal, dizem petistas
Dia sim, outro também, a candidata petista ao Senado está em campanha — por Paes. Deputados federais do PT admiram a capacidade de Bené de estar sempre ao lado do ex-prefeito. O desabafo de Régis é considerado voz corrente no partido — embora, como ele mesmo diga, os comentários sejam “em voz baixa, sem citar nomes”.
“É aliada mais leal do palanque: sobe em todo ato, pede voto para a chapa inteira, não cria caso”, afirma.
Mas avaliam que, do outro lado, parte dos prefeitos e deputados dos demais partidos da aliança sequer declara voto para o Senado. Nem nela e, em muitos casos, nem em Pedro Paulo (PSD).
“Cada um cuida do seu acordo local”.
Parceria com o PSOL tem sido mais consistente
Já a atitude do PSOL tem sido muito elogiada.
O partido tem a vereadora Mônica Benício como candidata própria ao Senado — e tem feito uma constante campanha em prol do segundo voto para Benedita.
“Quem não tinha obrigação formal já se moveu; quem tinha, ainda não”, diz Régis.
Não só Benedita tem a perder
A memória, na política, é curta. Em 2010, o então presidente do MDB e candidato ao Senado Jorge Picciani não só não pedia o segundo voto ao companheiro de chapa Lindbergh Farias, do PT, como ainda o atacava por baixo dos panos. Mesmo assim, Lindbergh subiu durante a campanha. Quando percebeu o erro estratégico, Picciani tentou colar sua imagem ao petista na reta final. Era tarde.
Com 4.213.748 votos (28,65% do total), Lindbergh ficou em primeiro lugar e se elegeu com folga. Com 1.165.714 votos a menos, Picciani chegou em terceiro e perdeu a vaga para Marcelo Crivella (Republicanos).
“Benedita é evangélica, da Assembleia de Deus, há décadas, num estado com um dos maiores eleitorados evangélicos do país, hoje disputado quase só pela direita. É um espaço natural de crescimento que nenhuma outra candidatura do campo progressista pode ativar como a dela”, lembra Régis.
O ex-vereador foi o que melhor expressou as preocupações dos petistas nas redes sociais nos últimos dias — mas ele ecoa as vozes de outros filiados ao partido.
“A conta dessa displicência está caindo na candidatura dela: fidelidade sem reciprocidade tem custado caro nas pesquisas”, resumiu.
Depois de uma sexta-feira (04) de calor e céu aberto na Região Metropolitana do Rio, o tempo muda neste sábado (05), com aumento da nebulosidade e possibilidade de chuva irregular.
A instabilidade pode ganhar força em alguns momentos, principalmente no fim da tarde. A previsão é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas, com volumes que podem chegar a 15 milímetros de forma localizada. O cenário deve marcar o primeiro fim de semana do Rock in Rio.
As temperaturas também caem em relação aos dias anteriores. A mínima prevista é de 16°C, enquanto a máxima chega a 28°C.
Domingo terá chuva mais volumosa
No domingo (06), a instabilidade permanece na capital, na Região Serrana e no Sul Fluminense. A previsão indica chuva a qualquer hora do dia, com volume maior, podendo chegar a 30 milímetros.
A temperatura máxima deve ficar em 24°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Feriado segue com tempo instável
Na segunda-feira (07), feriado da Independência do Brasil, o tempo continua instável, mas a previsão é de redução no volume de chuva.
Os ventos devem variar de fracos a moderados durante todo o feriado prolongado.
O Ministério Público Eleitoral se manifestou contra a candidatura de Waguinho (Republicanos) ao Senado pelo Rio de Janeiro. Em parecer apresentado nesta sexta-feira (04), a Procuradoria pediu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) o indeferimento do registro do ex-prefeito de Belford Roxo.
O principal argumento do MPE é a rejeição das contas da gestão de Waguinho em 2021 e 2022 pela Câmara de Vereadores da cidade.
A acusação entende que os problemas encontrados são graves e não podem ser considerados como falhas formais, indicando uma ação intencional de improbidade administrativa. Por isso, a Procuradoria considera que Waguinho se enquadra em uma das situações de inelegibilidade previstas na Lei da Ficha Limpa.
MPE aponta irregularidades na gestão de Waguinho em Belford Rodo
O parecer destaca que, em 2021, o problema encontrado nas contas não foi o pagamento das contribuições previdenciárias daquele ano. Segundo o MPE, essas transferências foram feitas em valor superior ao devido.
A irregularidade apontada foi outra: o município deixou de pagar integralmente parcelas de acordos de parcelamento de dívidas previdenciárias de anos anteriores. A diferença apontada naquele ano foi de R$ 3,7 milhões.
Em 2022, as contribuições previdenciárias do próprio ano também foram pagas integralmente. Segundo a Procuradoria, porém, continuou o não pagamento de dívidas anteriores.
Além das contas, o Ministério Público aponta um problema na documentação apresentada por Waguinho para o registro da candidatura.
O candidato apresentou cópias de processos e documentos sobre a tramitação de ações que aparecem em suas certidões criminais. Para a Procuradoria, porém, isso não substitui as certidões de objeto e pé — documentos que mostram oficialmente a situação de cada processo.
Investigações não são, sozinhas, motivo para barrar candidatura
O parecer também analisa outras acusações apresentadas contra Waguinho, incluindo ações de improbidade, investigações e alegações sobre sua vida pregressa.
Nesse ponto, a Procuradoria não considera que esses fatos, por si só, sejam suficientes para gerar uma causa de inelegibilidade, e afirma que medidas como bloqueio de bens, por exemplo, não equivalem automaticamente a uma das hipóteses previstas na legislação eleitoral.
O parecer do Ministério Público Eleitoral não é a decisão final sobre a candidatura. O pedido de registro de Waguinho nas urnas ainda será analisado pelo TRE-RJ.
A Justiça Eleitoral determinou que o candidato ao governo do estado Eduardo Paes (PSD) e sua coligação retirem do ar, em até 24 horas, cinco peças de propaganda eleitoral na televisão que faziam acusações contra o rival Douglas Ruas (PL) e “extrapolavam os limites do debate político”.
A decisão liminar foi proferida pela relatora Ane Cristine Scheele Santos, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), atendendo a um pedido da defesa de Ruas.
Ruas acusa Paes de tentar associá-lo ao Comando Vermelho em propaganda eleitoral
A coligação Rio Real, que apoia Douglas Ruas, entrou com a representação contra inserções e programas exibidos no horário eleitoral obrigatório em 2 de setembro, incluindo veiculações na TV Globo e na RedeTV. O candidato foi defendido pelo advogado eleitoral Tiago Santos.
Na ação, a coligação afirmou que as peças não se limitavam à crítica política e tentavam vincular o candidato do PL ao Comando Vermelho, além de atribuir ao candidato supostos esquemas de corrupção, nepotismo e outras irregularidades administrativas.
Segundo a representação, as acusações não teriam respaldo em inquéritos, processos ou outros elementos que sustentassem as afirmações.
Relatora vê ofensa à honra de Douglas Ruas e manda retirar cinco peças do ar
Ao analisar os sete vídeos apresentados no processo, a relatora fez uma distinção entre crítica política e imputação de crimes. Em dois deles, não identificou irregularidade: um apenas associava a candidatura de Ruas a determinado grupo político, enquanto o outro fazia críticas ao ex-governador Cláudio Castro (PL) e seu grupo político, sem se referir ao candidato.
Nos outros cinco vídeos, porém, Ane Cristine Scheele Santos entendeu que o conteúdo ultrapassava o limite da crítica política ao atribuir a Douglas Ruas fatos criminosos sem lastro probatório. A magistrada destacou, entre os trechos considerados excessivos, as afirmações de que o candidato iria “manter os esquemas”, seria “escolhido para continuar esquemas de corrupção” e manteria “os mesmos esquemas e a sociedade com o Comando Vermelho”.
Para a relatora, a continuidade da veiculação poderia causar dano porque a propaganda eleitoral na televisão tem grande alcance e pode afetar o equilíbrio da disputa. Por isso, concedeu parcialmente a liminar.
A decisão ainda prevê multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.
*Atualização com a nota da defesa do ex-governador Sérgio Cabral*
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou o ex-governador do Rio Sérgio Cabral por causa de um esquema ilegal de privilégios no período em que ele esteve preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Além dele, outros seis réus também foram condenados por improbidade administrativa.
Um dos privilégios que o ex-governador tinha era a “videoteca do Cabral”. À época da descoberta, a cela dele estava equipada com uma TV de 65 polegadas e aparelho de home theater. De acordo com as investigações, a cúpula da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), incluindo o ex-secretário Erir Ribeiro, simulou uma doação religiosa falsa para colocar os aparelhos na cela. Outras irregularidades do esquema eram colchões especiais, eletrodomésticos, banquetes com quitutes de bacalhau e queijos, além de visitas sem registro e escolta noturna informa
Para ocultar os privilégios, os réus apagaram registros oficiais. Houve extravio proposital de páginas do livro oficial de visitas e falta deliberada de monitoramento das câmeras de segurança.
Cabral foi condenado ao pagamento de multa civil de 12 vezes o seu último salário e R$ 1 milhão em danos morais coletivos. Os outros seis réus, incluindo o ex-secretário Erir Ribeiro e ex-diretores de presídios, deverão pagar multa de 5 vezes seus salários e R$ 100 mil cada um em danos morais coletivos. Os valores dos danos morais serão revertidos ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.
Defesa do ex-governador Sérgio Cabral se manifesta
Leia a íntegra da nota:
“O ex governador Sergio Cabral foi absolvido das infundadas acusações na esfera criminal, na qual ficou compravada a ausência de ilegalidades. A condenação na esfera cível se demonstra desarrazoada, sendo objeto de recurso já interposto pela defesa.”
A edição de 2026 tinha a previsão de contar com nomes como Menos é Mais, Nattan, Pedro Sampaio, Léo Foguete e MC Cabelinho em três palcos. Entretanto, a organização informou que a “decisão foi tomada para preservar o padrão de qualidade já consolidado pelo festival, conhecido pelo público por entregar uma experiência de alto nível”.
Foto: Reprodução/Instagram
Quem comprou ingresso poderá pedir o reembolso pelo e-mail contato@ingresse.com ou entrar em contato diretamente com o serviço de atendimento ao cliente da Ingresse, empresa responsável pela comercialização dos bilhetes. Ainda segundo a publicação, o reembolso deve acontecer em até 30 dias.
O vice-prefeito de Itaboraí, Elber Corrêa, pediu exoneração do cargo de chefe de gabinete da presidência da Assembleia Legislativa (Alerj) — do candidato ao governo Douglas Ruas (PL) — nesta sexta-feira (04).
O motivo? Com o prefeito Marcelo Delaroli (PL) hospitalizado, Elber precisou assumir interinamente o comando da cidade.
Delaroli apresentou um mal-estar na noite de quinta-feira (03) e foi levado ao Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, onde passou por avaliação médica e realizou exames. Ele informou ao TEMPO REAL que sofre de uma inflamação do músculo do coração, mas afirmou que está bem e que seu quadro é considerado estável.
A exoneração foi publicada na edição extraordinária do Diário Oficial do Legislativo.
Uma manifestação inusitada chamou a atenção de quem passava pela região da Central do Brasil. Movimentos sociais e coletivos de luta pela educação realizaram na noite desta quinta (03) uma projeção em um prédio da região exibindo mensagens em defesa da tarifa zero nos transportes públicos em dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em 2026, as provas serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro.
O objetivo da mobilização é pedir ao prefeito Eduardo Cavaliere que ele permita o acesso de estudantes de baixa renda, e não possuem o dinheiro da passagem, consigam a liberação ao acesso gratuito ao transporte público nos dias das provas.
“Ei, prefeito Cavaliere! Libera tarifa zero para o Enem! O sonho de entrar na universidade não pode parar na catraca.”, diz o texto projetado no paredão lateral da sede da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz), na Avenida Presidente Vargas, n⁰ 670. O edifício, de 25 andares e cerca de 90 metros de altura, é um dos mais altos da Central do Brasil.
Maria Clara Delmont, coordenadora da ONG Meu Rio, disse que a reivindicação visa combater a desigualdade educacional. Para a ativista, a falta de condições financeiras não pode significar mais uma barreira no acesso ao ensino superior.
“Em uma cidade marcada pela desigualdade, o custo do transporte ainda representa um obstáculo para milhares de pessoas que sonham em ingressar na universidade. Isso também passa pela questão da mobilidade urbana e do direito à cidade. O passe livre é uma política pública de inclusão e o Rio precisa avançar nesse direito”, defendeu.
A ação faz parte da campanha “Brota no Vestibular, Tarifa Zero para Estudar”, que já conta com 5 mil assinaturas em apoio à causa. A expectativa é que o passe livre beneficie cerca de 48 mil jovens cariocas que compõem o público-alvo direto da campanha, idealizada pela vereadora Maíra do MST.
A projeção foi organizada de forma conjunta por oito entidades: União Nacional dos Estudantes (UNE), União Estadual dos Estudantes (UEE), Levante Popular da Juventude, O Rio Vale a Luta, Fórum de Pré-Vestibulares Populares do Rio de Janeiro, ONG Meu Rio, Revide e Kizomba. Toda a parte técnica da exibição foi operada pelo coletivo Projetemos.
A Multiplan, empresa responsável por administrar o VillageMall, vai construir um complexo de condomínios de uso residencial e corporativo na área ao lado do shopping, na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste. O projeto tem valor de R$ 231 milhões vai contar com nove torres residenciais de 11 pavimentos e outra de dez andares para utilização corporativo. O local também terá áreas de serviços e conveniência, e estará integrado ao shopping. O lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2027.
O projeto também inclui uma área atualmente utilizada como estacionamento descoberto e deverá acrescentar mais de três mil metros quadrados de área bruta locável ao centro comercial de luxo. A nova área terá lojas, restaurantes e espaços de convivência.
Anteriormente, o local tinha uma loja da rede Wallmart e, no momento, conta com um centro de convenções. A parte residencial, chamada de Village Residences, terá cerca de 62 mil metros quadrados de área privativa distribuídos entre os nove edifícios. Já a torre corporativa terá aproximadamente 10 mil metros quadrados de área privativa.
Tradicional bairro da Zona Oeste do Rio, Bangu terá um projeto de revitalização de sua área central. O prefeito Eduardo Cavaliese apresentou nesta sexta (04) que a região terá uma série de intervenções de cultura, lazer e mobilidade. Com o nome de Avança Bangu, o programa inclui a criação do Parque Linear Bangu, que terá um centro cultural, a recuperação do antigo Cine Matilde e a implantação de um terminal de ônibus municipais.
“A gente tá celebrando hoje um dia que a população de Bangu esperava e sonhava. Da mesma forma que fizemos em Campo Grande e Santa Cruz, hoje lançamos o Avança Bangu e anunciamos o novo terminal intermodal no centro do bairro. Também assinamos dois atos históricos: a compra do Cine Matilde, fechado há 60 anos, e da Casa do Silveirinha, que era um compromisso nosso. Nós queremos garantir um lazer de alta qualidade para as famílias de Bangu”, afirmou Cavaliere.
Os projetos serão desenvolvidos pela Empresa Municipal de Urbanização (Rio-Urbe), vinculada à Secretaria Municipal de Infraestrutura, com apoio das secretarias de Cultura e Transportes. O objetivo é integrar os espaços de cultura, lazer e mobilidade em uma mesma área, no coração de Bangu. Além disso, o projeto prevê a construção de um Parque Linear que vai conectar o comércio da região, a Paróquia São Sebastião e Santa Cecília e o futuro Centro Cultural Casa do Silveirinha, integrando diferentes espaços do projeto.
Centro cultural com parque e áreas de lazer
O Parque Linear contará com o novo espaço de cultura de Bangu: o Centro Cultural Casa do Silveirinha, entre a Rua Santa Cecília e a Rua Silva Cardoso, que vai ampliar as opções de convivência na região. O Centro Cultural vai reunir museu, área de exposições e café, além de oferecer novas opções de atividades para moradores e visitantes.
Na área externa, o projeto prevê restaurante, food trucks, parque infantil, espaço para piquenique, quadras de areia, academia e anfiteatro, além de sanitários e vestiários. A estrutura também terá áreas de apoio para a administração, Guarda Municipal e Comlurb.
O terreno onde será construído o novo Centro Cultural Casa do Silveirinha pertenceu a Guilherme da Silveira Filho, o Dr. Silveirinha, uma das personalidades ligadas à história de Bangu. Proprietário da Fábrica de Tecidos Bangu e presidente do Bangu Atlético Clube, ele teve papel importante no desenvolvimento do bairro. A proposta preserva essa memória e dá novos usos ao espaço.
Cine Matilde voltará a receber cultura
Desativado desde os anos 90, o histórico Cine Matilde será revitalizado e transformado em um novo equipamento cultural. Durante seu período de funcionamento, o cinema foi um importante ponto de encontro de famílias, jovens e trabalhadores de Bangu e chegou a ser considerado, na década de 1960, um dos cinemas mais modernos da cidade.
Também desenvolvido pela Cultura e Rio-Urbe, o projeto prevê um espaço multiuso, com uma sala de teatro com capacidade para 250 pessoas e duas salas de cinema, para 100 e 130 espectadores. A estrutura terá ainda bomboniere, sala de exposições e um rooftop com bar, restaurante e área de convivência. Também haverá estacionamento de serviço.
Novo terminal para o bairro
Na área de mobilidade, o Avança Bangu prevê a criação do Terminal Bangu Shopping, que será construído na área de estacionamento do shopping, na interseção da Avenida Santa Cruz com a Rua Fonseca. Hoje utilizada para eventos e shows, a área vai ganhar uma nova função. O projeto é da Secretaria de Transportes, em conjunto com a Rio-Urbe.
O terminal terá plataformas centrais, vagas para os ônibus aguardarem entre uma viagem e outra, área comercial, sanitários para passageiros e estrutura de apoio para funcionários, além de arborização. Os ônibus entrarão pela Rua Fonseca e sairão pela Avenida Santa Cruz, enquanto os passageiros poderão acessar o espaço pela avenida, por meio de rampas e escadas. Também serão implantadas novas travessias de pedestres e gradeamento para reforçar a segurança.
Projeto preve que Bangu Shopping tenha terminal rodoviário — Foto: Divulgação
Próximo à estação ferroviária e ao Bangu Shopping, o terminal facilitará a integração entre ônibus, trens e os equipamentos do entorno. Atualmente, os pontos finais dos ônibus estão espalhados por ruas como Silva Cardoso, Rua do Açude e Rua da Feira. Com a transferência das operações para o terminal, a proposta é organizar o embarque e desembarque, liberar espaço nas vias e melhorar a circulação na região.
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Me lembro da época em que a funcef, o petros e o postalis tiveram que investir no sete sondas, até hoje o pessoal recebe menos, para cobrir o prejuízo.
Não foi só isso, faço parte da funcef hj isso está sendo revertido mas ainda pagamos cerca de 10%de equacionamento.
A justiça tem que responsabilizar o desgovernador Cláudio Castro por autorizar que os recursos destinados aos pensionistas e aposentados do estado sejam usados em suas falcatruas.
Cadê o governador do lema “Ou soma ou suma”?
Por quê ele sumiu?
Boa noite sou pensionista Rio previdência quero saber até quando vamos sofrer por tantas coisas irregular desse governo deixa as contas nas costas de pobres coitados como nós ganhando miséria
Verdadeira vergonha o que estão fazendo com o Estado do Rio de Janeiro. Sou VETERANO SEQUELA DO DA PMERJ fazendo tratamento psiquiátrico e psicológico, falido e superendividado e a própria Corporação nao esta nem aí. Descontos indevidos no meu contracheque e mais um cartão que nuca vi na minha vida, sem correspondência para meu endereço. Estou ficando cafa vez mais doente em vez de melhorar. Esclareço ainda que fui REFORMADO por cotas 15 anos e podendo prover os meios de subsistência. E outros problemas relacionados à PMERJ que nem prefiro comentar. Por fim que todos paguem pelas várias corrupções em toda esfera política desde Brasília-DF até ao Estado do Rio de Janeiro. E que Deus nos proteja.
Definitivamente, o Estado do Rio de Janeiro não é para amadores. Fico sempre com a sensação de que o Sr Sérgio Cabral deixou raízes na administração pública…
Até quando o RJ será exemplo negativo?
Sou pensionista da rio previdência , lutando desde então para receber valores de pagamentos atrasados retroativos . Processo parado, até quando terei que ficar apelando , para receber aquilo que é meu de direito .