O Ministério Público do Rio (MPRJ) e a Polícia Civil cumprem, nesta quinta-feira (1º), 19 mandados de busca e apreensão. Entre os principais alvos estão a ex-secretária estadual de Educação Roberta Barreto de Oliveira, que ocupou o cargo durante a gestão de Cláudio Castro (PL); Yurie Lopes Fonseca Ormonde André, genro da ex-secretária e chefe de gabiente da mesma; David de Andrade Marinho Filho, ex-subsecretário de Gestão Administrativa da pasta; e Fabio Martins Pereira, apontado como operador financeiro do esquema.
Intitulada ‘Escola de Papel’, a operação tem como objetivo investigar suspeitas de fraudes em contratos de obras e serviços da Secretaria Estadual de Educação do Rio sem licitação, com indícios de fraude e formação de cartel. Segundo os investigadores, o prejuízo apurado pode chegar a R$ 1,6 bilhão.
Os pedidos foram encaminhados pelo procurador-geral de Justiça do RJ, Antonio José Campos Moreira.
As diligências estão em andamento e fazem parte de uma investigação sobre possíveis irregularidades em contratos de obras e reformas de escolas públicas durante a gestão Castro.
Contratos sem licitação
De acordo com as investigações, as licitações teriam sido direcionadas pela secretaria para a empresa MCK Reformas e Construções Ltda, que recebeu cerca de R$ 6 milhões em contratos. Desse total, aproximadamente R$ 4 milhões teriam sido repassados a Fabio Martins Pereira, proprietário da Virtual Construtora Ltda.
A investigação também aponta que, em 16 de janeiro, Marcos José Mendes Ferreira, dono da MCK Reformas, foi flagrado sacando R$ 500 mil em espécie em uma agência bancária de Duque de Caxias.
O veículo usado para transportar o dinheiro estava registrado em nome de Yan Lopes Fonseca Ormonde André, irmão de Yurie — genro da ex-secretária. A apuração também indica que o policial militar que fazia a escolta dos valores mantinha sociedade empresarial com o pai deles.
Segundo o MPRJ e a Polícia Civil, a MCK Reformas recebeu mais de R$ 11 milhões em recursos públicos somente em 2025. Parte significativa desse valor teria sido retirada em espécie, de acordo com a investigação.
Os investigadores também apontam que a empresa mantinha endereço residencial, não tinha funcionários registrados e não apresentava estrutura ou histórico compatíveis com a realização de obras de grande porte. Ainda assim, foi contratada para executar reformas milionárias em escolas estaduais.
Os envolvidos são investigados por suspeitas de direcionamento de contratos públicos, desvio de recursos, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Auditorias do governo apontam indícios de fraude e formação de cartel
O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governador em exercício Ricardo Couto, que coordena as auditorias nos contratos da gestão de Cláudio Castro (PL), estima que até R$ 1,6 bilhão em contratos de obras e serviços da Secretaria de Educação tenham indícios de fraude e formação de cartel. Os contratos foram suspensos para reavaliação.
De acordo com levantamento do GSI, a suspeita é de que 95% das 1.241 escolas da rede tenham contratado obras de forma irregular.
Ex-secretária foi exonerada em fevereiro
Roberta Barreto foi exonerada em fevereiro deste ano. Ela havia sido indicada pelo ex-presidente da Assembleia Legislativa (Alerj) Rodrigo Bacellar e estava no comando da Educação no estado há três anos. Um movimento para substituí-la no cargo vinha crescendo nos bastidores da política e foi intensificado depois do afastamento de Bacellar — e posterior prisão, em março de 2026. Ela foi substituída pela ex-presidente da Fundação Leão XIII, a assistente social Luciana Calaça.
Após a saída de Roberta Barreto do comando da pasta, a pedido da então secretária, o governo do estado oficializou a exoneração de pelo menos oito servidores — três deles eram subsecretários da pasta de Educação.
Com informações do “Bom Dia Rio”.
Comentários 11
Parabéns meu deputado!
Esse será o caminho, e por sinal sendo correto!
A luta será grande diante dos adversários.
Mas cremos na vitória!
Orientação de Deus em primeiro lugar.
Partido novo vida nova e rumo às eleições em 2026.
Contamos com vc para o Senado!
Essa do Otoni… kkkkk.
Todo mundo sabe que ele está com medo de não se reeleger deputado federal. Agora vem com a velha tática de “morrer atirando”: se não leva como deputado, tenta como senador?
Nós, bolsonaristas de verdade, que fazemos oposição firme a esse governo que jogou o Brasil no buraco e entregou o país nas mãos de um “ditador da toga” — que atropela a Constituição, os poderes e se comporta como dono da nação — estamos nos preparando para ter, com Bolsonaro ou com quem ele apoiar, mais de 50% do Senado e da Câmara.
E isso é justamente para não dar espaço a traidores, enganadores, oportunistas e aproveitadores, especialmente aqueles com projetos pessoais de poder e não coletivos, voltados para a Nação Brasileira.
O Otoni traiu Bolsonaro, traiu a direita e traiu o povo ao se juntar a Eduardo Paes e a Lula. E o pior: notoriamente, como mostram os comentários em cada publicação nas redes sociais, ele traiu o principal — o povo evangélico que o elegeu desde vereador.
Em conversa de bastidores é unânime: NÃO TEM PALAVRA diferente do seu pai.
Está cego achando que ainda terá espaço. Só que tentar a sorte agora é só encurtar o caminho para o povo dar a resposta e tirar de vez da política quem já foi eliminado há muito tempo — e nem percebeu.
Como diz o ditado: “morreu e não sabe…”
O que ainda resta de esperança, pelo legado do seu saudoso e querido pai, é que seu filho e irmão tenham puxado o DNA do Otoni Pai, para que haja uma possível continuidade dessa história de forma digna e comprometida com o povo.
E vc Jucá, que foi candidato a vereador em Niterói pelo PT. Agora vem falando de traição?
Kkkk… De fato, em 2012, na primeira eleição do Rodrigo Neves, o PT me deu legenda por meio do meu amigo e irmão Alberes Lima, depois de convencer o Joãozinho e passar por uma sabatina intensa com meu amigo Brás Colombo. Isso porque minha vida política sempre foi no Rio de Janeiro e, na verdade, eu era um candidato da igreja.
As igrejas evangélicas, como muitos sabem, escolhem a legenda que melhor acomoda seus candidatos. Por isso, acabei saindo pelo PT. Não ganhei a eleição justamente por essa escolha, mas causei um grande susto a todos, pois tive o apoio direto do Missionário R. R. Soares e seus filhos, além do Pastor Silas Malafaia — que na época até me perguntou: “Não tinha outro partido, não?” (rs).
Sem falar no Zenóbio, que apoiava Felipe Peixoto, e no Alexandre Raposo, que não pouparam artilharia, mesmo sendo irmãos em Cristo, por não aceitarem o apoio dos líderes que citei. Até porque o candidato da Igreja da Graça era o Sveiter, com Fabiano de vice.
Portanto, não houve “traição”. Mas, se quiser considerar traição, eu “trai” foi o PT — que me aturou numa campanha e temeu perder uma cadeira para alguém sem intimidade com a turma. No fim, não ganhei, não fui aproveitado como quadro e retornei às minhas bases conservadoras, tanto partidárias quanto institucionais, até sair candidato a vereador da capital pelo PL. Dessa vez, sem apoio direto dos líderes (coitado), apenas dos deputados Marcos e Filipe Soares, já que assessorei a família por mais de 23 anos.
Isso é só um breve resumo. E vale lembrar: estou na vida pública há mais de 40 anos, sou ficha limpa e tenho moral para saber separar o joio do trigo. Recentemente, acompanhei a 1ª Marcha para Jesus de Niterói e reencontrei o prefeito Rodrigo Neves, que hoje está em uma gestão mais madura. Nossas diferenças políticas não impedem que saibamos separar o que é Reino do que é profano, e o que é santo do que não é santo.
Portanto, antes de “se engraçar”, saiba da história.
E sobre o Otoni: ele sabe muito bem o motivo do meu comentário, pois acompanhei e acompanho a trajetória dele e de sua família. Posso falar o que penso, porque 40 anos de vida pública não são 4 anos…
Excelente reflexão. 2012 Lula foi candidato da maioria das Igrejas hoje isso é impossível de acontecer. O povo de Deus abriu os olhos e não será enganado pela segunda vez.
Parabéns pelo posicionamento!
Verdade amigo,ele não só traiu Bolsonaro,traiu todos que o elegeu,mas estamos de olho,na eleição futura terá a resposta da traição.
Kkkk… De fato, em 2012, na primeira eleição do Rodrigo Neves, o PT me deu legenda por meio do meu amigo e irmão Alberes Lima, depois de convencer o Joãozinho e passar por uma sabatina intensa com meu amigo Brás Colombo. Isso porque minha vida política sempre foi no Rio de Janeiro e, na verdade, eu era um candidato da igreja.
As igrejas evangélicas, como muitos sabem, escolhem a legenda que melhor acomoda seus candidatos. Por isso, acabei saindo pelo PT. Não ganhei a eleição justamente por essa escolha, mas causei um grande susto a todos, pois tive o apoio direto do Missionário R. R. Soares e seus filhos, além do Pastor Silas Malafaia — que na época até me perguntou: “Não tinha outro partido, não?” (rs).
Sem falar no Zenóbio, que apoiava Felipe Peixoto, e no Alexandre Raposo, que não pouparam artilharia, mesmo sendo irmãos em Cristo, por não aceitarem o apoio dos líderes que citei. Até porque o candidato da Igreja da Graça era o Sveiter, com Fabiano de vice.
Portanto, não houve “traição”. Mas, se quiser considerar traição, eu “trai” foi o PT — que me aturou numa campanha e temeu perder uma cadeira para alguém sem intimidade com a turma. No fim, não ganhei, não fui aproveitado como quadro e retornei às minhas bases conservadoras, tanto partidárias quanto institucionais, até sair candidato a vereador da capital pelo PL. Dessa vez, sem apoio direto dos líderes (coitado), apenas dos deputados Marcos e Filipe Soares, já que assessorei a família por mais de 23 anos.
Isso é só um breve resumo. E vale lembrar: estou na vida pública há mais de 40 anos, sou ficha limpa e tenho moral para saber separar o joio do trigo. Recentemente, acompanhei a 1ª Marcha para Jesus de Niterói e reencontrei o prefeito Rodrigo Neves, que hoje está em uma gestão mais madura. Nossas diferenças políticas não impedem que saibamos separar o que é Reino do que é profano, e o que é santo do que não é santo.
Portanto, antes de “se engraçar”, saiba da história.
E sobre o Otoni: ele sabe muito bem o motivo do meu comentário, pois acompanhei e acompanho a trajetória dele e de sua família. Posso falar o que penso, porque 40 anos de vida pública não são 4 anos…
Bati muito mesmo Jucá,não há aliança com o PT,é incompatível com o que defendo e acredito.De fato você foi inocente em aceitar uma candidatura por esse partido.
Foi uma inocência Calculada né rsrsrs na época eu acreditei que o ex prefeito Godofreedo. Pinto era o grande puxador de votos
Doce ilusão kkkkk
Parabéns Deputado eu e minha família estamos com você.
Não se reprima, solta franga