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Rio de Janeiro

29/03/2025 17:00
  • Redação Redação

TCE investiga pagamento indevido de gratificação a pensionistas de militares

Alerj aprova regulamentação de benefícios para servidores do TCE

A forma de concessão desses benefícios será definida por ato normativo do presidente do TCE-RJ - Foto: Divulgação

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE) investiga um possível pagamento indevido da Gratificação de Risco de Atividade Militar (Gram) a um grupo pensionistas. A conselheira-relatora, Marianna Montebello Willeman, deu 15 dias para que os secretários estaduais da Casa Civil, Polícia Militar e Polícia Civil apresentem esclarecimentos

A denúncia foi apresentada ao TCE em 2024. Afirma que a gratificação não poderia ser paga indistintamente aos militares da ativa, tampouco a pensionistas cujo titular falecido tenha sofrido a fatalidade em época anterior à criação do benefício, ou seja, antes de 1º de janeiro de 2022, quando foi sancionada a lei que criou a Gram.

O major Luigi Alberto explicou que a denúncia trata sobre o pagamento da Gram um grupo de cerca de 5 mil pensionistas das 23 mil totais que o estado possui. Par o militar, a gratificação foi usada como “barganha política” ao ser concedida a um grupo que, em sua análise, não tem o direito.

“Um grupo de cinco mil pensionistas está recebendo essa Gram, que foi feita de barganha política, preterido os veteranos e pensionistas previdenciários. Como quebrou a paridade, fizemos há um ano a denúncia no TCE”, afirmou.

Também segundo a denúncia, a Gram, aplicada no percentual de 62,5% sobre o somatório do soldo militar, da Gratificação de Regime Especial de Trabalho (GRET) e da Gratificação de Habilitação Profissional (GHP), tem sido paga de forma indiscriminada, contrariando a legislação que não permite o acúmulo de gratificações pro labore faciendo a servidores militares do Estado (Polícia Militar e Corpo de Bombeiros), que já recebem uma Gratificação de Encargos Especiais (GEE).

Em novembro do ano passado, o relator anterior do caso e atual presidente do TCE, Márcio Pacheco, havia decidido que o tribunal não trataria sobre a questão das pensionistas. No entanto, foi apresentado recurso e Montebello, atual conselheira, aceitou votou para que os secretários deem as explicações sobre a alegação do suposto pagamento indevido da gratificação.

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Trecho do voto da conselheira – Foto: Reprodução

Escrito por:

Redação Redação Ver publicações

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Comments 173

  1. Rodrigues says:
    1 ano ago

    GRAM para todos sem distinção.

    Responder
    • Uirapuan says:
      1 ano ago

      Esse é o pior governador que o estado já teve, sem nenhum escrúpulo.

      Responder
      • Taisa Ferreira Buás says:
        1 ano ago

        Ele pode se redimir, as oportunidades estão aí, para o nosso caso, o TAG resolve, mas o que fazer para se ter credibilidade?
        Fez e faz festas, são gastos milionários, há aplicações do Tesouro em aquisições sem licitações, isto é, segundo reportagens…Bom, esta matéria nos ajuda, parabéns ao responsável por ela.

        Responder
  2. Cesar Arnt says:
    1 ano ago

    Cmte Geral da PM e cmte geral dos bombeiros vão ser contra a tropa, pois eles tem cargos de confiança do governador se forem contra o governador, perdem o cargo, isto também ocorre, com deputados estaduais, que pediram secretarias ao governador, wuem ficar contra o governador perdem suas secretarias e voltam para a alerj, tudo é política, estamos sem reposição salarial a muito tempo, enquanto o judiciário e alerj, receberam suas recomposicoes salariais.

    Responder
    • José Roberto says:
      1 ano ago

      Vergonhosa Sr Governador essa Gestão

      Responder
      • Taisa Ferreira Buás says:
        1 ano ago

        Ele pode se redimir, as oportunidades estão aí, para o nosso caso, o TAG resolve, mas o que fazer para se ter credibilidade?
        Fez e faz festas, são gastos milionários, há aplicações do Tesouro em aquisições sem licitações, isto é, segundo reportagens…Bom, esta matéria nos ajuda, parabéns ao responsável por ela.

        Responder
    • Barcelos says:
      1 ano ago

      E tempo de legalidade

      Responder
    • EDSON HELITON BELARMINO says:
      1 ano ago

      Boa noite, estamos a quase três anos nessa agonia, se não fosse a resiliência do veterano Major Luigi não teríamos mas esperança.

      Responder
      • Milton Neves says:
        1 ano ago

        Acho isso uma injustiça com o policial e o bombeiros que dedicou a sua vida.
        Em prol da sua corporação

        Responder
    • Buaz says:
      1 ano ago

      Com certeza dará certo, unidos venceremos.

      Responder
      • Taisa Ferreira Buás says:
        1 ano ago

        O grupo Visão da Tropa alcançou algo maravilhoso, seu crescimento tem em um Guerreiro, Major Luigi, tem a persistência e a certeza de que daria certo a arma primordial… com a sua fala não vão tratorar, 7,62 de ponta…tem como resposta, A MIDIA EM APOIO.
        PARABÉNS E GRATIDÃO

        Responder
    • Robson luiz says:
      1 ano ago

      Essa matéria da gram é muito boa e muito esclarecedora ,gostaria de mais comentários dela .

      Responder
      • Buaz says:
        1 ano ago

        E fácil se integrar, basta se inscrever no canal Visão da Tropa, lá tem vários vídeos e orientações

        Responder
    • DURVAL DA SILVA LEITE says:
      1 ano ago

      Obrigado pela sua bela reportagem, apurando os fatos e dando visibilidade, você e a Berenice fazem jornalismo isento e imparcial, temos q mostrar essa covardia q esse governador está fazendo com os inativos e veteranos da PMERJ e CBMERJ rasgando a constituição e desobedecendo as leis constituídas !! Parabéns ao Major Luigi e seu grupo de estudos q incansável não deixou se entregar!!!

      Responder
    • José Carlos Silva says:
      1 ano ago

      A justiça vai ser feita

      Responder
    • Buaz says:
      1 ano ago

      Se eles forem contra nós, serão responsabilizados pelo Tribunal, é melhor perderem os cargos, pois assumiram os meus, com os problemas e não alertaram o governador, ou de repente o substituído saiu por ter alertado sobre o erro.

      Responder
      • Luzemar Rodrigues says:
        1 ano ago

        Bom dia a todos, enquanto policial da ativa, dei o meu sangue para cumprir o voto que fiz no CFAP “Cumprir a Lei, servir e proteger”, é deprimente ver nos dias de hoje, como somos maltratados por pessoas que fizeram o mesmo voto, mas que não fazem o mínimo esforço para cumprir, tenho orado a Deus, sei que essa GRAM virá, pois Deus é justo.

        Responder
    • Valdelei Duarte. says:
      1 ano ago

      Uma covardia que eles fizeram com todos nós os VETERANOS E PENSIONISTAS CONVENCIONAIS da PMERJ E DO CBMERJ.

      E o que também é mais um erro, as ditas PENSIONISTAS ESPECIAIS deixarem de contribuírem para previdência, que por Lei todos devem contribuir (Ativos, Veteranos, e Pensionistas).

      O mesmo erro acontece com a nossa recomposição salarial, que foi paga somente a primeira parcela em 2022, e as demais correções do IPCA como foi previsto na Lei, até o presente momento, nada de correção, 2023, 2024, e provavelmente não será corrigida a de 2025.

      Responder
      • Taisa Ferreira Buás says:
        1 ano ago

        Deus está no controle, cai dar tudo certo

        Responder
    • Jair Francisco says:
      1 ano ago

      A conselheira está de parabéns ainda mais ela é concursada e não indicada por padrinhos políticos e com certeza ele vai concertar essa bagunça que o governador fez pra ganhar votos

      Responder
  3. Samuel Dutra Franca says:
    1 ano ago

    Obrigado por está acompanhando de perto a nossa luta, de veteranos e pensionistas, para receber a GRAM

    Responder
  4. Robson says:
    1 ano ago

    Gostei da matéria sobre a gram ,fiquei muito interessado.

    Responder
  5. Marrom Estevam says:
    1 ano ago

    Obrigado ao Major Luigi,que com muita garra vem fazendo valer os nossos direitos!!!!

    Responder
  6. Alexandre says:
    1 ano ago

    Excelente matéria, não se pode compactuar com erros grotescos assim…

    Responder
    • Flavio pereira de sousa says:
      1 ano ago

      Tá na mão do governador só ele pode corrigir o erro da quebra de paridade

      Responder
      • Ivan says:
        1 ano ago

        Pior governador, vai ficar marcado como o governador que n
        MASSACROU os heróis VETERANOS e PENSIONISTAS, sem contar com a covardia que fez ao pagar a segunda e terceira parcela da reposição da inflação de 2017 a 2021 já paga aos outros órgãos do estado mas que o executivo ficou de fora, são eles que carregam o piano do estado, médico, professores, enfermeiros e policiais entre outros. COVARDIA

        Responder
    • João Batista says:
      1 ano ago

      Muito boa essa matéria, a verdade tem de prevalecer sempre, MAJ LUIGI é um guerreiro que não se vende ao sistema é honra a farda que vestiu.

      Responder
    • José Luis de Souza Guerreiro says:
      1 ano ago

      Não há nenhuma possibilidade de se atenuar o equívoco, sem que o chefe do executivo, reconheça a sua responsabilidade nessa questão, está evidenciada a sua responsabilidade, dentro do processo dos embargos de declaração, pois o dano vai ficar caracterizado como crime de lesa cofre, a Lei não faz distinção absurda e com a gravidade de um irremediável viés político, configurando o famigerado curral eleitoral em que foram mergulhado Servidores, que são cúmplices da sujeira que ora nos move no sentido de recorrer e apelar junto ao TCE pela Fiscalização.
      Agora se apresenta para o governador a oportunidade de movimentar e aplicar o TAG.
      Boa noite.

      Responder
    • Adauri furtado says:
      1 ano ago

      A gram é genérica incedi sobre triênios,desconto militar é paga sobre diferença de soldo, o estado diz ser pró-labore

      Responder
    • Valter Aquino says:
      1 ano ago

      Boa noite amigo, não é questão de querer ou não querer, a questão é que eles tem que se explicar para o TCE, obrigatoriamente. E o próprio governador, na representação da casa civil, também, tem que se explicar. A casa caiu pra eles, ou se explicam, ou serão julgados a revelia. GRAM PARA TODOS !!!!!

      Responder
    • Buaz says:
      1 ano ago

      Já tentei fazer comentários, estamos lutando para recebermos o que é por direi

      Responder
    • Jarbas C.Costa says:
      1 ano ago

      Fatos e verdades que precisavam serem divulgados, pois muita injustiça para uma maioria que doaram suas vidas e saúde pelo povo do Rio de Janeiro. As viúvas e órfãos precisam também serem honrados com seus direitos.: esposas e filhos são a retaguarda dos heróis e sobreviventes e Sequelados dessas guerras… um bombeiro militar enfrentaram insalubridade, calor intenso no final restam as sequelas. Obrigado pelo espaço de noticiar essas injustiças.

      Responder
      • Luzemar Rodrigues says:
        1 ano ago

        Bom dia a todos, enquanto policial da ativa, dei o meu sangue para cumprir o voto que fiz no CFAP “Cumprir a Lei, servir e proteger”, é deprimente ver nos dias de hoje, como somos maltratados por pessoas que fizeram o mesmo voto, mas que não fazem o mínimo esforço para cumprir, tenho orado a Deus, sei que essa GRAM virá, pois Deus é justo.

        Responder
    • FRANCISCO DE ASSIS DA SILVA FARIAS says:
      1 ano ago

      A covardia com os veteranos acamados, sequelados, amputados, cadeirantes e pensionistas convencionais não pode continuar, por isso a fiscalização!
      Parabéns TCE e a conselheira Mariana Monte Belo e ao nosso veterano MAJ Luidi!
      A Gram é genérica e tem que ser para todos!

      Responder
    • Buaz says:
      1 ano ago

      Concordo irmão, ela nos ajudará e ajudará
      ao governo …tomara que tome a decisão certa, já errou demais.

      Responder
    • Luiz Antônio says:
      1 ano ago

      CMTs de batalhão e CMT geral, nunca valorizaram a tropa, com raras excessões, eles só pensam neles e em suas benécias, não querem perder a mamata e mesmo sabendo que o governo está errado, apoiam a sacanagem do governo contra os veteranos e as pensionistas.

      Responder
  7. Jose Correa says:
    1 ano ago

    Além do mais nos foi imposto que deveríamos contribuir sobre o total dos vencimentos para a proteção militar porque a conta não estava fechando e assim foi feito porém o governador Cláudio Castro mesmo depois de elevar a contribuição não deu a gratificacão quebrando nossa paridade que é constitucional, não entendo como um chefe de estado não cumpre a lei e fica impune.

    Responder
  8. Hanny Frisch says:
    1 ano ago

    Boa tarde, muito obrigado a aos repórteres Berenice seara e Vitor Dávila por receber nosso Major Luigi que vem buscando por todos nós . Que Deus interceda por todos nós .

    Responder
  9. Aldenir Rodrigues da Silva says:
    1 ano ago

    Boa noite gostaria de agradecer berenice seara e Victor davila e pedir a vcs que nos ajude nessa luta por nossos direitos,obrigado.

    Responder
    • José Elías de Oliveira Pereira says:
      1 ano ago

      Boa tarde essa denuncia tem que ser fiscalizada a fundo
      A GRAM É GENÉRICA E NÃO PRÓ-LABORE FACIENDO

      Responder
  10. JORGE LUIZ DE CARVALHO MONCAO says:
    1 ano ago

    Excelente matéria muito bem explicado e parabéns ao canal pela matéria e em especial ao nosso líder ten.cel. LUIGUI com sua sabedoria e pertinência em nossa defesa.

    Responder
  11. José Elías de Oliveira Pereira says:
    1 ano ago

    É preciso que se tenha legalidade …
    Ótima matéria…

    Responder
  12. Paulo says:
    1 ano ago

    PARIDADE JÁ!!!…

    Veteranos e Pensionistas, estão se sentindo (abandonados); como se tivessem sido feridos em combate. Pois o Poder Executivo, com a omissão dos Dirigentes das Instituições (PMERJ E CBMERJ), insistem em nos deixar para trás….

    Gram para todos….

    Graças a Deus, estamos (Entricheirados), porém gritando por Justiça….

    Agradecemos a Divulgação do nosso “DILEMA”…

    Paridade sempre….

    Responder
    • José Elías de Oliveira Pereira says:
      1 ano ago

      Essa gratificação nunca foi pró-labore faciendo
      Que seja estendida a todos na legalidade

      Responder
    • Carlos Alberto da Cunha Souza says:
      1 ano ago

      Tem que ser feito justiça, a lei tem que ser cumprida, chega de bar ganha política,chega de curral eleitoral .

      Responder
    • Ricardo says:
      1 ano ago

      É pouca vergonha: não respeitam às leis do nosso país ….Precisam ser responsabilizados Admistrativamente, Civile Criminalmente. As provas estão aí.. Independente, de imediato, essa situação esdrúxula, uma aberração..! Parabéns pela decisão do TCE …Atenção MP do Rio e Polícia Federal !!!

      Responder
    • Osvaldo Buaz says:
      1 ano ago

      Parabéns pela matéria, muitos são sabedores das injustiças sofridas pelos veteranos e pensionistas da PMERJ e CBMERJ

      Responder
    • frederico says:
      1 ano ago

      Gram para todos.
      Pois está ocorrendo uma injustiça com os veteranos.

      Responder
    • Everton Alexandre da Silva Avelar says:
      1 ano ago

      Isso pode gerar uma grande devassa nas Corporações, contudo, para solução desse lapso temporal, o melhor seria a reposição salarial para todas as categorias

      Responder
    • Buaz says:
      1 ano ago

      A mídia já está nos ouvindo, estamos tendo credibilidade

      Responder
  13. JORGE LUIZ DE CARVALHO MONCAO says:
    1 ano ago

    Parabéns a este canal pela excelente matéria

    Responder
  14. José Elías de Oliveira Pereira says:
    1 ano ago

    Que seja estendida para todos , pois já foi privado que essa gratificação não é pró-labore faciendo

    Responder
  15. Aldenir Rodrigues da Silva says:
    1 ano ago

    Boa noite gostaria de agradecer berenice seara e Victor davila e pedir a vcs que nos ajude nessa luta por nossos direitos,obrigado. Estamos passando dificuldades e precisamos de ajuda.

    Responder
  16. Lodi de Sá oliveira says:
    1 ano ago

    Paridade já.

    Responder
    • Luzemar Rodrigues says:
      1 ano ago

      Bom dia a todos, enquanto policial da ativa, dei o meu sangue para cumprir o voto que fiz no CFAP “Cumprir a Lei, servir e proteger”, é deprimente ver nos dias de hoje, como somos maltratados por pessoas que fizeram o mesmo voto, mas que não fazem o mínimo esforço para cumprir, tenho orado a Deus, sei que essa GRAM virá, pois Deus é justo.

      Responder
  17. Washington says:
    1 ano ago

    A gram é genérica tem que ser paga para todos

    Responder
  18. José Lourenço dos Santos says:
    1 ano ago

    GRAM para todos

    Os Veteranos, sequelados e Pensionistas convencionais do CBMERJ /PMERJ tem direito também. Obrigado a todos que estão nos apoiando.

    Responder
  19. Jorge says:
    1 ano ago

    Parabéns ao major Luigi e toda sua equipe pela determinação e empenho e sucesso junto ao TCE

    Responder
  20. José Lourenço dos Santos says:
    1 ano ago

    Paridade

    Os Veteranos, sequelados e Pensionistas convencionais do CBMERJ /PMERJ tem direito também. Obrigado a todos que estão nos apoiando.

    Responder
  21. Ramalho says:
    1 ano ago

    Tampouco os alunos dos cursos de formação de soldados e de oficiais poderiam receber Gratificação da Risco de Atividade Militar. Ainda não assumiram legalmente tal risco, ainda que tal juramento seja um ato solene e formal. Tal ato somente possui validade jurídica após efetuado e isso se dá somente ao final dos respectivos cursos e se aprovados. É assim com médicos; advogados, entre outros que se vinculam aos termos de taos juramentos.

    Responder
  22. José Lourenço dos Santos says:
    1 ano ago

    Nossos direitos (GRAM)

    Os Veteranos, sequelados e Pensionistas convencionais do CBMERJ /PMERJ tem direito também. Obrigado a todos que estão nos apoiando.

    Responder
  23. Jerônimo Tavares dos Santos says:
    1 ano ago

    Boa tarde senhores!
    Ante a essa irregularidade visível, mesmo que as autoridades da PMERJ e CBMERJ, assim como alguns Deputados Estaduais queiram compactuar por estarem ocupando cargos importantes, a obrigação é serem escravos da lei. Ninguém pode fazer vistas grossa aquilo que está extremamente visível. A vitória está próxima e a Justiça será feita!

    Responder
  24. Ancileia de Azevedo Sá Martins says:
    1 ano ago

    Obrigada aos repórteres pela atenção ao caso da GRAM e ao Major Luigi

    Responder
  25. Carlos Alberto da Cunha Souza says:
    1 ano ago

    Já passou da hora de reparar essa injustiça que fizeram contra os veteranos e pensionistas previdenciária.Gram para todos.

    Responder
    • Buaz says:
      1 ano ago

      Vai acontecer com certeza, já sofremos um bocado

      Responder
  26. Marquinho says:
    1 ano ago

    5.000 pensionistas X2 igual a 10.000 votos, e o cadeirante, sequelado da guerra , esses são apenas 500 e a maioria não vota, para esses não deram um jeitinho pq esses são só 500.

    Responder
  27. CASSIANO FERREIRA DA SILVA NETO says:
    1 ano ago

    Vergonhoso um estado fazer isso na cara de pau com os que deram seu sangue!

    Responder
    • Roberto says:
      1 ano ago

      O que assusta é que a denúncia foi feita em 8 de março de 2024, ou seja, há mais de um ano atrás.
      Na ocasião o crime contra o erário público era em torno de 3 bilhões de reais.
      Com a morosidade do tce junto com a conivência da imprensa (que se recusavam a divulgar o crime) o montante do desvio de dinheiro foi acrescentado o valor de um bilhão de reais.
      É uma vergonha que mês a mês não se parou a sangria do crime.
      A imprensa, por se recusar a divulgar o crime nos últimos 12 meses, se tornou parte ativa da concretização do ilícito.

      Responder
    • Francisco Gonçalves says:
      1 ano ago

      Os Cmts da PMERJ e CBMERJ OMBREARAM com o Governador na contramão da lei contra os veteranos ,que muito fizeram pelas instituições. Quebrando à paridade em conluio com com seus ativos (impossível) que não tiveram conhecimento pelas seus Cmts na OPM. Todos calados pois não falam nem na recomposição salarial,se acovardando por interesse próprio e negando o direito dos que fizeram POLÍCIA.
      parabéns pra esse guerreiro Maj Luigi e sua equipe que quebrou o muro(políticos e politiqueiros) junto essa casa TCE que tem como obrigação fiscalizar e graças à conselheira Marianna Montebello , vamos desmascarar os que (roeram) a corda.

      Responder
    • EDSON PINHEIRO SILVA says:
      1 ano ago

      O jogo mudou agora ele não quer mais a GRAM,quer tirar das pensionistas e dos ativos que trabalha em batalhões especializados,enfim se tirar deles ,o veterano continuará sem,o passo seguinte será tirar de todos….afinal se eu não recebo , ninguém recebe

      Responder
    • PEDRO RAFAEL DO NASCIMENTO says:
      1 ano ago

      Paridade com aqueles que dedicaram os melhores anos de suas vidas, no combate de uma guerrilha social urbana, em prol da sociedade fluminense, hoje os que restam são vítimas de sequelas físicas, mentais etc…, largados na vala comum pelo estado, queremos dignidade.

      Responder
  28. Alexandre says:
    1 ano ago

    Que o TCE seja um instrumento de Legalidade, justiça e cumprimento rigoroso das leis, garantindo a Paridade, Integralidade, isonomia e Simetria dos Servidores Militares e suas Pensionistas, só por as Leis em prática…

    Responder
    • Samuel says:
      1 ano ago

      Parabéns pela matéria! O Maj Luigi está lutando por justiça no Gram para todos! Todos sabem que não de acumula pró-labore, que pensionista não pode receber pró-labore, que preso também não, que pró-labore não pode incidir sobre ATS ( triênios ou quinquênios), enfim, se conclui que a Gram é GENÉRICA!
      GRAM para todos!

      Responder
  29. José Armando says:
    1 ano ago

    Infelizmente, o Major Luigi já vem brigando sozinho contra o sistema. Uma decisão errônea do Governo, que o Major Luigi apontou e o Governo não quer ceder e consertar. Lastimável o Governo querer continuar no erro !!

    Responder
  30. José says:
    1 ano ago

    Que o TCE seja um instrumento de Legalidade, justiça e cumprimento rigoroso das leis, garantindo a Paridade, Integralidade, isonomia e Simetria dos Servidores Militares e suas Pensionistas, só por as Leis em prática…

    Responder
  31. Marcos Fiuza says:
    1 ano ago

    O Rio de Janeiro produz injustiças e desrespeito ao servidor sem nenhuma fiscalização.

    Responder
  32. Ricardo says:
    1 ano ago

    Boa noite,
    O que fizeram com os VETERANOS e PENSIONISTAS convencionais da PMERJ e CBMERJ é uma vergonha,
    Deram um aumento disfarçado para os ativos e para uma outra parte de pensionistas,
    Com isso quebrou-se a paridade que já existia nas corporações a séculos,
    Mais graças ao incansável Sr. MAJOR LUIGI, essa denúncia chegou ao TCE e contra quase todos ,mais ainda existem pessoas do bem ,
    A conselheira Mariana, aceitou os argumentos da denuncia e está pedindo as explicações a quem de direito…

    Responder
    • José Roberto says:
      1 ano ago

      Vergonha Sr Governador essa Gestão

      Responder
    • Gonçalo Miranda says:
      1 ano ago

      Pau que dá em Chico, tem que dar em francisco. Os veteranos e as pensionistas foram preteridos em seus direitos. Isso pode ser provado juridicamente através das leis pertinentes ao caso. Houve quebra da paridade sob alegação de mudança de regime . Porém a lei federal que deu origem ao sistema de proteção social da pmerj ,cbmerj. Estabelece a paridade entre a reserva remunerada e os da ativa. Prerrogativas basilares e característica da atividade do serviço militar de dedicação exclusiva e com risco de vida real. “Não brincamos de guerra” VIVEMOS DIA A DIA UMA GUERRA REAL.

      Responder
  33. Mary says:
    1 ano ago

    Não é justo
    Uns recebendo e eu ,em receber a gram
    Ainda por cima tenho paridade.
    Graças a Deus temos um grande chance de recebermos tbm
    Que muito justo pra mim é os veteranos
    OBRIGADA A TODOS Q SE DEDICARAM A ESSA
    CONQUISTA QUE AINDA NAO ESTA NA S MAOS .
    MAIS EU CREIO Q TBM RECEBEREMOS O QUE É JUSTO .

    Responder
  34. Osvaldo Buaz says:
    1 ano ago

    Infelizmente os nossos representantes e gestores, não apresentam qualquer razão para ter credibilidade das instituições PMERJ e CBMERJ, como também pensionistas..o que o Governador fala, escreve ou assina, são apenas falas..há rumores de desvios do horário público e os deputados que deveriam fiscalizar seus atos, os encobrem…há muitos erros e atos duvidosos entre o governador e seus deputados apoiadores

    Responder
  35. Roberto Fernandes says:
    1 ano ago

    Terão que explicar o inexplicável, xeque mate.

    Responder
  36. Ricardo says:
    1 ano ago

    É pouca vergonha: não respeitam às leis do nosso país ….Precisam ser responsabilizados Admistrativamente, Civile Criminalmente. As provas estão aí.. Independente, de imediato, essa situação esdrúxula, uma aberração..! Parabéns pela decisão do TCE …Atenção MP do Rio e Polícia Federal !!!

    Responder
  37. Dario Nobre Ferreira says:
    1 ano ago

    Políticos tem o possicionamento de descumprimento das leis e estatutos , fazem o que lhes convém descumprindo promessas, porque pagaram a recomposiçoes a um grupo de instituições e não a outros (Judiciário , Alerj e TCE) em detrimento a outros PMERJ, CBMERJ,… seria isso prevaricação, seria isso JUSTO, assinam decretos e não os cumpre desrespeitando suas próprias assinatura. Só queremos que nós façam JUSTIÇA! RECOMPOSIÇÃO E GRAM PARA TODOS!!!!

    Responder
  38. Taisa Ferreira Buás says:
    1 ano ago

    Infelizmente não podemos acreditar no gestor e nos deputados aliados, pois os mesmos deveriam fiscalizar o executivo, porém em concluiu conseguem o que querem, deixando uma grande maioria de servidores à míngua.
    Nós avisamos, pedimos aos comandantes secretários, mas ficam com medo de perder a mamata.

    Responder
  39. Denisson M Oliveira says:
    1 ano ago

    O estado do RJ passa + essa vergonha,todos q sentam na cadeira d governador só mira seus interesses e dos q compactuam com tudo d errado q acontece. Só observar q está situação q a conselheira mandou fiscalizar está a + d ano presa no TCE pelo aliado do governador q foi posto lá por ser seu ex líder d governo. A famosa raposa tomando conta do galinheiro.

    Responder
    • HUATILLA JORGE GODINHO says:
      1 ano ago

      Que se faça Justiça GRAM, para todos .

      Responder
    • Eduardo Gomes says:
      1 ano ago

      Isso é jornalismo verdade, não esse jornalismo que deixa transparecer ser comprado.Sra B.S continue passando credibilidade e irá de fortalecer deixando gravado nos anais da imprensa a seriedade do fundamento da imprensa, informar VERDADES.

      Responder
  40. Henrique souza says:
    1 ano ago

    Se a GRAM tem caráter pró-labore faciendo os policiais que trabalham em unidades especiais estão recebendo indevidamente a 03 anos pois não podem receber 02 gratificações pró-labore faciendo, e se a GRAM tem caráter genérico os veteranos estão sem receber a 03 anos.
    Tudo errado.

    Responder
  41. Osvaldo Buaz says:
    1 ano ago

    Não é de hoje que cobramos por justiça, fizemos manifestações, procuramos o Governador, os deputados, fomos a Brasília e nada, o governador prometeu várias vezes acertar, nos fomos enrolados…então só teve este jeito, pois até na justiça, o juiz que entendia, ser genérica, mudou de opinião, foi ser desembargador, ficamos na mão.So que temos trunfos na manga, pegamos ele como Alcapone foi pego…Fiscalização

    Responder
  42. Aguinaldo Tonassi Falcão says:
    1 ano ago

    Uma vergonha para o governador do Rio de Janeiro, como pode mentir dizendo que é pró labore, governo fraco e mal acessorado.

    Responder
  43. JORGE says:
    1 ano ago

    Ainda bem que este processo que está no TCE a mais de 01 ano foi parar nas mãos de uma conselheira responsável e que quer a investigação dentro da legalidade. Nós VETERANOS, PENSIONISTAS E SEQUELADOS da PMERJ e do CBMERJ querermos que seja feita a investigação no LIMPE onde vai mostrar toda as irregularidades praticadas pelo GOVERNO e seus secretários!!!!

    Responder
    • Barcelos says:
      1 ano ago

      Queremos somente a fiscalização do TCE, queremos legalidade , keremos nosso direito, é so o governador assinar o TAG

      Responder
    • PRAIA says:
      1 ano ago

      Gram para TODOS,e recomposição salarial já, obrigado ao espaço nessa mídia e ao Maj luigi

      Responder
  44. Henrique Fernando says:
    1 ano ago

    Gram para todos , pois tem caráter genético.
    Se fosse pró-labore faciendo os policiais que trabalhava nas unidades especiais não poderiam está recebendo, pois não podem receber 02 gratificações pró-labore faciendo.

    Responder
  45. Marcos says:
    1 ano ago

    Estão pagando de forma genérica para quem eles querem , e dizem ser pro labore faciendo para os veteranos e pensionistas que não recebem .
    A polícia federal vai ser com a caçapa cheia .

    Responder
  46. Julio cesar says:
    1 ano ago

    Duvido que os secretários irão bancar essa. Não tem como eles esconderem que algumas recebem e outras não. Até porque tem o documento da DVP indagando o governo sobre o assunto. Já que não pagava se para os veteranos.

    Responder
  47. André luiz says:
    1 ano ago

    Espero que o estado reconheça o erro e admita ser uma gratificai genérica e extensiva aos veteranos e pensionistas convencionais .

    Responder
  48. Max says:
    1 ano ago

    Ridículos, matéria tendenciosa, as pensionistas não recebem indevidamente, os veteranos vivos, legítimos titulares do direito é que não estão recebendo devidamente, ratos imundos, não são de confiança, devem ter recebido indevidamente, isso sim.

    Responder
  49. Denilson Coelho says:
    1 ano ago

    Parabéns a relatora, fazendo de fato o real papel do órgão regulador, essa manobra política no pagamento da GRAM foi realmente uma covardia com os veteranos.

    Responder
  50. Carlos says:
    1 ano ago

    Para que haja clareza em uma denuncia, temos q pontuar os fatos da denuncia e quando se quer legalidade tem que ser dessa forma; em momento algum o grupo de major não está tentando tirar direito de quem quer que seja; ativo ou pensionistas com publica de especial, o q se quer Aki e GRAM para todos na legalidade.

    Responder
  51. Edson Monteiro de Oliveira says:
    1 ano ago

    A INVESTIGAÇÃO só está começando, fiscalização já, vamos apurar as inconsistências.

    Responder
  52. S. Sergio VilarLacerda says:
    1 ano ago

    Agora que a “cobra vai fumar” quero ver qual argumento para justificar esses pagamentos e negando aos veteranos e pensionistas convencionais.

    Responder
  53. Edson Monteiro de Oliveira says:
    1 ano ago

    A INVESTIGAÇÃO só está começando, fiscalização já, vamos apurar as inconsistências.

    Responder
  54. Alexandre says:
    1 ano ago

    Boa noite, que a justiça impere, cessando a extrema covardia com Veteranos e pensionistas, entendendo a GRAM PARA TODOS, devolvendo a Paridade restabelecendo a LEI.

    Responder
    • Buaz says:
      1 ano ago

      Com certeza dará certo, unidos venceremos.

      Responder
    • Aelço Louback says:
      1 ano ago

      É vergonhoso para o nosso Estado, quando comparamos com outros Estados da federação que cumprem a lei federal que regulamenta a paridade, pois só o Estado do Rio de Janeiro não cumpre a Lei federal, assim nós os veteranos, a maioria da pensionista e os sequelados da PMERJ e do CBMERJ estamos sofrendo com esta postura errada do governo carioca. GRAN para todos já. PARIDADE JÁ!

      Responder
    • Alberto da Cunha says:
      1 ano ago

      Covardia que fizeram com os veteranos e pensionistas previdenciária,chega de impunidade, chega de jeitinho para beneficiar seu curral eleitoral. GRAM PARA TODOS GRAM PARA TODOS.

      Responder
    • Solinaldo Santana Almeida says:
      1 ano ago

      Quero agradecer a vc Berenice pelo apoio que está nos dando,para falar-mos sobre o absurdo que o governador está fazendo contra nós veteranos pensionistas e sequelados, obrigado de coração!

      Responder
    • Israel says:
      1 ano ago

      Gram para todos ,e direito ,o pessoal que hoje está na ativa se Deus quiser será um veterano .

      Responder
  55. Luiz Henrique Pereira says:
    1 ano ago

    Obrigado a Berenice Seara e Vitor Davila por dar voz a nossa luta pela paridade de Veteranos e Veteranas e Pensionistas Previdenciárias da PMERJ e CBMERJ

    Responder
    • JORGE says:
      1 ano ago

      Não só as pensionistas ditas “especiais” mas também o ATS majorado, militares que estão a disposição de outros órgãos, militares que já recebem outra GEE, enfim são muitas irregularidades nesta gratificação e deixando de fora os VETERANOS, PENSIONISTAS e SEQUELADOS da PMERJ e do CBMERJ de fora!!!! Tem que ir a fundo nesta investigação e responsabilizar os culpados e acertar as inconsistências de pagamento celebrando o TAG!!!!

      Responder
    • Flavio Fernandes says:
      1 ano ago

      Boa noite!
      Primeiramente agradecer a esse canal de notícias e principalmente a Berenice Seara e ao Victor Davila de ter dado espaço e voz ao Maj Luigi para poder demostrar o absurdo que o governo está fazendo com todos nós Veteranos e Pensionistas e sequelados do CBMERJ e PMERJ .
      Ele mostrou e provou os erros do não pagamento da GRAM a todos nós.
      Maj Luigi, estamos juntos e forte.

      Responder
    • Eliana says:
      1 ano ago

      Boa noite, gostaria de agradecer a Berenice Seara e Vitor Davila por dar voz a nossa luta pela paridade de Veteranos e Veteranas e Pensionistas Previdenciárias da PMERJ e CBMERJ. Que Deus continue abençoando sua vida ?? Muito obrigada.

      Responder
    • Elaine says:
      1 ano ago

      Boa noite, não podemos deixar de agradecer a Berenice Seara e Vitor D”avila por ter dado voz a nossa luta pela paridade.

      Responder
  56. RICARDO JOSE DIAS MENDES says:
    1 ano ago

    Parabéns ótima matéria o rio de Janeiro pre4cisa ser mais fiscalizado.

    Responder
  57. Solinaldo Santana Almeida says:
    1 ano ago

    Boa noite Berenice, obrigado por expor este absurdo que o governador está fazendo para com todos nós veteranos pensionistas e sequelados,contamos sempre com sua ajuda obrigado!

    Responder
  58. Washington Luiz says:
    1 ano ago

    Obrigado Berenice Seara por nos ajudar na luta pela paridade e integralidade gram para todos

    Responder
  59. Alexandre says:
    1 ano ago

    Boa noite,
    Como pode?
    Veteranos com GRAM e Veteranos sem GRAM…
    Pensionistas com GRAM e Pensionistas sem GRAM…
    GRAM é GENÉRICA e é para todos, é aumento disfarçado e DEVE ser estendida aos Inativos e Pensionistas…
    Sem jeitinho e sem exclusão…
    GRAM PARA TODOS…
    FISCALIZAÇÃO JÁ…

    Responder
  60. Solinaldo Santana Almeida says:
    1 ano ago

    Temos que confiar no TCE é o único órgão que devemos confiar e ter a certeza que tudo vai transcorrer a nosso favor,GRAM para todos.

    Responder
  61. LUCIO M DOS SANTOS says:
    1 ano ago

    Obrigado,por dar visibilidade aos VETERANOS e PENSIONISTAS!
    Queremos, GRAM PARA TODOS!

    Responder
  62. RICARDO JOSE DIAS MENDES says:
    1 ano ago

    Gram para todos….

    Responder
  63. RICARDO JOSE DIAS MENDES says:
    1 ano ago

    Berenice Seara e Vitor Davila obrigado pela voz ativa.

    Responder
  64. Henrique Fernando says:
    1 ano ago

    A GRAM TEM CARÁTER GENÉRICO, POIS SE TIVESSE CARÁTER PRÓ-LABORE Faciendo não poderia ser pago as pensionista especial. E a PGE INSISTE EM DIZER QUE É PRÓ-LABORE FACIENDO.
    GRAM PARA TODOS

    Responder
  65. Osvaldo Buaz says:
    1 ano ago

    O governador e sua base de apoio na Alerj, cometeram um grande erro, a fiscalização provará isto.

    Responder
  66. Mauro Jacob says:
    1 ano ago

    Obrigado a Berenice Seara e Vitor Davila por dar voz a nossa luta pela paridade de Veteranos e Veteranas e Pensionistas Previdenciárias da PMERJ e CBMERJ

    Ótima noite

    Responder
  67. Mauro Jacob says:
    1 ano ago

    Venho agradecer a Sra Berenice Seara e o Sr Vitor Davila por dar voz a nossa luta pela paridade de Veteranos e Veteranas e Pensionistas Previdenciárias da PMERJ e CBMERJ

    Ótima noite

    Responder
  68. Taisa Ferreira Buás says:
    1 ano ago

    É uma vergonha a atitude do governo e os deputados de sua bancada, juntamente com os secretários da PMERJ e CBMERJ, a Casa Civil, os assessores….vergonha

    Responder
  69. Lair Castilho says:
    1 ano ago

    Agora sim vai se consertar essa injustiça de apenas as pensionistas especiais estarem recebendo a GRAM e sem descontar a contribuição militar, enquanto os veteranos e pensionistas convencionais da PMERJ e CBMERJ contribuem com a contribuição militar e não recebem a GRAM, isso é uma grande injustiça

    Responder
  70. João Batista de Sousa Barbosa says:
    1 ano ago

    O estado está mergulhado em um mar de corrupção, o sistema está desesperado com a presença do Sr MAJ LUIGI, homem sério, honesto e guerreiro que não se vende ao sistema, milhões de reais estão sendo desviados do erário público e só com essa investigação poderá ter o acerto ou apontar quem está se beneficiando, parabéns a matéria publicada, ela agora está dando visibilidade a denúncia da farra da GRAM.

    Responder
    • Chaves says:
      1 ano ago

      Bom dia. Excelente reportagem dando voz à muitos que estão sofrendo pela injustiça do governo do Estado. Todos só querem o que é justo . Transparência legalidade e justiça.
      Parabéns pela matéria.

      Responder
    • Buaz says:
      1 ano ago

      Com certeza tu tens razão, e nós não acreditamos nas falas do governador e nem nos seus deputados aliados.. estamos vivos, na luta e se precisar vamos mostrar que ainda temos munição…ou se rendem a legalidade, ou continuaremos…hurraaaaa!!!

      Responder
  71. Lair Castilho says:
    1 ano ago

    Com essa denúncia vai se consertar essa injustiça de apenas as pensionistas especiais estarem recebendo a GRAM e sem descontar a contribuição militar, enquanto os veteranos e pensionistas convencionais da PMERJ e CBMERJ contribuem com a contribuição militar e não recebem a GRAM, isso é uma grande injustiça

    Responder
  72. LUCIO M DOS SANTOS says:
    1 ano ago

    Obrigado,por dar visibilidade aos VETERANOS e PENSIONISTAS!
    Queremos,GRAM PARA TODOS!

    Responder
  73. Chico says:
    1 ano ago

    É tempo de legalidade. Todos sabem que a Gram né uma gratificação pro labore faciendo como a PGE vem argumentando e que incrivelmente a justiça vem acatando esse parecer sem ao menos verificar e estudar a fundo a causa. Todos sabiam que mais cedo ou mais tarde a verdade viria a tona e aconteceria o que ocorreu. Bastaria cair nas mãos de um conselheiro imparcial e foi o que aconteceu. Então é hora de corrigir o erro governador. Existe um remédio para essa lambança e se chama TAG
    Basta fazer o certo e assinar, e os atrasados 51 folhas de pagamento o Sr. Vê como pagar. GRAM PARA TODOS.

    Responder
  74. Washington Luiz says:
    1 ano ago

    Obrigado Berenice Seara por dar voz a nossa luta de gram para todos…

    Responder
  75. Peterson says:
    1 ano ago

    Parabéns pela reportagem..

    Responder
  76. Ancileia de Azevedo Sá Martins says:
    1 ano ago

    Obrigada aos repórteres pelo apoio aos veteranos e pensionistas da PMERJ e CBMERJ

    Responder
  77. Cláudio da S. Farcha says:
    1 ano ago

    Obrigado a Berenice Seara e Vitor Davila por nós da a oportunidade de divulgar nosso luta, está injustiça que estão fazendo com os veteranos da PMERJ e CBMERJ.

    Responder
  78. Edmilson Busson says:
    1 ano ago

    O Rio de janeiro é o único estado a quebrar a Paridade dos militares estaduais, onde um Sargento da reserva remunerada ganha menos do que o cabo da Ativa e que um grupo de pensionistas (especias) ganha a Gram num jeitinho e as outras pensionistas convencionais não ganham.

    Responder
  79. LENILMA FRANCISCO DOS SANTOS says:
    1 ano ago

    Finalmente terá fiscalização, espero que o Governador corrija todo erro. GRAM para Veteranos e Pensionistas da PMERJ E CBMERJ.

    Responder
  80. FELICIANO PEREIRA DUARTE says:
    1 ano ago

    Boa Noite.
    Excelente Matéria, referente a Fiscalização no TCERJ, com relação aos Pagamentos Inconcistentes do Governo do RJ.
    Meus Parabéns.

    Responder
  81. Francisco says:
    1 ano ago

    Gram para todos já! Os veteranos e pensionistas do Cbmerj e PMERJ pedem socorro! Recuperem a nossa paridade e integralidade já!

    Responder
  82. Francisco Gonçalves says:
    1 ano ago

    Obrigado a Berenice Seara e Vitor Davila por dar voz a nossa luta da paridade de veteranos e veteranas e pensionistas previdenciárias da PMERJ e CBMERJ

    Responder
  83. José Carlos Silva says:
    1 ano ago

    A justiça vai ser feita, a GRAM e genérica e tem que ser paga a todos sem distinção

    Responder
  84. antvitory@hotmail.com.br says:
    1 ano ago

    Parabéns Pelo Excelente Trabalho Sr Major Luigi , Deus Abençoe Grandemente Sua Vida Família e Todos os Que Estão Nesta Empreitada Com o Senhor. Deus é Verdadeiramente o Nosso Justo Juiz e Jamais Deixaria o Seu Povo Perecer Nesse Deserto (…) , ” Ele Mais Uma Vez ” Abriu o Mar Para Que Possamos Atravessar Em Terra Firme Com Seu Servo Maj. Luigi ( O LIBERTADOR ) e Mais Uma Vêz Faraó e Seu Exército Serão Engolidos Por Esse Mar…, Mas , Agora é Mar De Lama , Sujeira e Podridão e , etc… Deus Não Dorme…é Justo Juiz Bem Presente Em Nossas Angústia ???

    Responder
  85. Sergio Alves says:
    1 ano ago

    Covardia do governo com os veteranos da polícia militar que durante a ativa deram o sangue e agora são abandonados.

    Responder
  86. José Armando de Azevedo says:
    1 ano ago

    Lastimável o que estão fazendo com os Veteranos e as Pensionistas do Estado. Que se corrija esse absurdo o mais breve possível !!

    Responder
  87. Buaz says:
    1 ano ago

    Lutamos contra o governador, a Alerj, os secretários da PMERJ e CBMERJ, Casa Civil e outros, pois eles se uniram para não nos dar os nossos direitos, após buscarmos auxílio na Alerj, no Paláciovda da Guanabara, em Brasília , em manifestações ordeira, clamamos aos homens e só fomos enrolados, então acreditamos que Deus orientou o Maj Luigi e outros, e pedimos Fiscalização, no órgão competente, que relutou em Fiscalizar, no entanto temos sempre uma carta escondida…obrigado pela matéria

    Responder
  88. RONALDO CASTRO says:
    1 ano ago

    Obrigado Sr. VITOR D’AVILA por ter dado voz aos veteranos e pensionistas da PMERJ e CBMERJ , nós queremos a fiscalização do TCE – RJ , e quero agradecer a conselheira Mariana Montebelo por ter levado ao plenário essa denúncia ????

    Responder
  89. ROBERTO DE FARIA says:
    1 ano ago

    Bom dia!!!
    Que a justiça seja feita,paridade já!!!

    Responder
  90. Ely says:
    1 ano ago

    Aguardamos ansiosamente que o Estado venha reconhecer seu erro , e venha corrigir esse grave erro reconhecendo que a nossa GRAM é genérica, onde todos nós temos direitos e não quebre mais a nossa paridade.

    Responder
  91. HELIO RODRIGUES DE OLIVEIRA FILHO says:
    1 ano ago

    A GRAM INCORPOROU O AUXILIO MORADIA. PORTANTO, OS ATIVOS QUE MORAM E RESIDEM EM PRÓPRIO ESTADUAL ESTÃO RECEBENDO O AUXÍLIO MORADIA EMBUTIDO NA GRAM. OS INATIVOS REFORMADOS OU RR QUE SE INATIVARAM ANTES DA E.C. 41/2003, TEM DIREITO ADQUIRIDO A RECEBER QUALQUER GRATIFICAÇÃO DADA AOS INATIVOS, PELA E.C. 18/98 E 20/98. ENTRETANTO O JUDICIÁRIO NÃO PODE IGNORAR A NORMA CONSTITUCIONAL, MAS IGNORA E DÁ RAZÃO AO GOVERNADOR. LAMENTÁVEL.

    Responder
  92. HELIO RODRIGUES DE OLIVEIRA FILHO says:
    1 ano ago

    *CORRIGENDA: ” DADA AOS ATIVOS, INCLUSIVE COM MUDANÇA DE NOMENCLATURA. OS INATIVOS APÓS 2019, RECEBEM A GRAM. PORTANTO, NÃO SE PODE ATRIBUIR A GRAM A NATUREZA DE PRO LABORE FACIENDO.

    Responder
  93. Nei Souza says:
    1 ano ago

    Coube a um governador de direita, que teve votos em sua maioria das forças de segurança do estado a quebrar a paridade, traiu seu eleitores. Nenhum governador anterior fez isso.

    Responder
  94. Major Luigi says:
    1 ano ago

    Parabéns pela matéria e que sirva de exemplo para outros canais também divulgarem. É importantíssimo levar o que está acontecendo para toda a população. E não tem só essa Denúncia de Pagamentos indevidos e inconsistentes da GRAM no TCE-RJ. Tem outra sobre uma Isenção de Contribuição Militar (Previdência) também para as pensionistas de forma política em curso. Tudo muito grave e necessitando de correção urgentes.

    Responder
    • Ivan says:
      1 ano ago

      Pior governador vai ficar lembrado como o governador que MASSACROU os heróis veteranos e pensionistas, além de quebrar a paridade entre ativos e inativos quebrando a paridade com ativos. Rasgando assim as leis que estabelecem tal direito, também não pagou a segunda e terceira parcela da reposição da inflação de 2017 a 2021 aos servidores do executivo, os que carregam o piano do estado(médicos, enfermeiros, professores, policiais,…) pagando somente os verdeiros marajás do estado Tribunal de justiça, ALERJ, defensoria pública , ministério público

      Responder
  95. PEDRO RAFAEL DO NASCIMENTO says:
    1 ano ago

    Paridade com aqueles que dedicaram os melhores anos de suas vidas, no combate de uma guerrilha social urbana, em prol da sociedade fluminense, hoje os que restam são vítimas de sequelas físicas, mentais etc…, largados na vala comum pelo estado, queremos dignidade.
    Não queremos tirar nada de ninguém, só queremos o que é nosso de fé e direito.
    Paridade já.

    Responder
    • Buaz says:
      1 ano ago

      Parabéns irmão, por vosso comentário e a matéria é muito boa

      Responder
  96. Alexandre Alves Carneiro says:
    1 ano ago

    Obrigado pela reportagem, mostrando o desrespeito do Governo do Estado com os veteranos e pensionistas quando quebra a integralidade e a paridade que são os direitos dos servidores públicos. Que o Sr. Governador do Estado do Rio de Janeiro respeite e valorize os veteranos da PMERJ e CBMERJ que dedicaram anos de serviço ã segurança e bem estar da população do Rio de Janeiro.

    Responder
  97. Buaz says:
    1 ano ago

    Estamos lutando a mais de três anos contra esta injustiça, graças a Deus estão nos dando crédito.

    Responder
  98. Aldenir Rodrigues da Silva says:
    1 ano ago

    Bom dia senhora berenice e senhor Vitor venho aqui agradecer a vcs e pedir socorro para que essa fiscalização no tce seja feita com mais agilidade pois estamos passando por dificuldades desde já agradeço.

    Responder
  99. Buaz says:
    1 ano ago

    Parabéns ao nobre, a matéria é excelente, pois estamos hoje, tendo voz através dos noticiários, hoje temos credibilidade, fruto de uma incansável luta do Guerreiro Maj Luigi, hoje até os inimigos estão reconhecendo o seu valor, pois estão incomodados, Seria mais fácil dobrarem-se e unimos forças para ajudar ao Estado, no entanto vossas arrogância, prepotência, o nariz em pé os ensoberbessem… estamos aqui, prontos para acolhe-lhos, como pais que acolhem pródigos da vida…somos Veteranos e Corporativistas… se arrependam e venham, somos a FEV…Forca Expedicionaria Veterana da PMERJ e CBMERJ.

    Responder
  100. Buaz says:
    1 ano ago

    Já fiz vários comentários e não vejo nenhum publicado, em todo caso parabéns a matéria é estou feliz por ouvir nossa voz nessa escrita…Veterano da PMERJ

    Responder
  101. José Fernando says:
    1 ano ago

    O Sr. Governador do Estado só faz questão aplicar a paridade em relação ao desconto de 10,5% . Nos veteranos pagamos o mesmo valor do sistema de proteção social igual aos militares da ativa, só neste quesito que o Sr Governador faz questão de cumprir a lei. A gram é um direito de todos. Sobre o aspecto de pro labore falindo. Uma uma dúvida? Os militares que está passando par reserva teriam direito a receber a gram?

    Responder
  102. Sodre says:
    1 ano ago

    Politicagem pura.
    O Riobde Janeiro não é amadores.
    O pior é que envolvidos nesta maracutáia fazem de tudo pra impedir a fiscalização do TCE.

    Responder
  103. J.carlos says:
    1 ano ago

    Major Luigi o único a enfrentar o sistema e não se ajoelhar estendendo a mão.

    Responder
    • Taisa Ferreira Buás says:
      1 ano ago

      Deus está no controle, cai dar tudo certo

      Responder
  104. ivan alves de paula junior says:
    1 ano ago

    Vai ficar lembrado como governador que MASSACROU BETERANOS E PENSIONISTAS, GOVERNADOR QUE QUEBROU A PARIDADE RASGANDO AS LEIS

    Responder
  105. Marcelo Da silvia says:
    1 ano ago

    O governador do estado do Rio de Janeiro, está quebrando a para idade dos policiais militares é bombeiro com os inativos

    Responder
    • Daniel Pinheiro Viana says:
      1 ano ago

      Boa noite a todos!
      Venho por meio deste instrumento, parabenizar o jornalista Vitor D’Avila por mostrar que ainda existem jornalistas isentos como você, última temos visto um sistema aparelhado para proteger o governo, e ver a coragem de um jornalista que não se submeteu ao sistema é muito bom, quero parabenizar também o Maj Luigi pela perseverança e conhecimento da matéria e coragem de expor as chagas do governo, que no intuito de prejudicar uma certa fatia dos operadores de segurança pública militares do RJ, onde ferindo o princípio da paridade, os excluiu do recebimento da GRAM contrariando a lei e intuito de burlar a Fazenda Federal tipificando essa gratificação como pro labore faciendo prá ludibriar o RRF, a denúncia não tem objetivo de tirar a GRAM de ninguém, seu objeto é mostrar que o sistema está aparelhado pra suprimir direitos fundamentais

      Responder
  106. Luzemar Rodrigues says:
    1 ano ago

    Bom dia a todos, enquanto policial da ativa, dei o meu sangue para cumprir o voto que fiz no CFAP “Cumprir a Lei, servir e proteger”, é deprimente ver nos dias de hoje, como somos maltratados por pessoas que fizeram o mesmo voto, mas que não fazem o mínimo esforço para cumprir, tenho orado a Deus, sei que essa GRAM virá, pois Deus é justo.

    Responder
  107. Rodrigo says:
    1 ano ago

    Outros Estado como Goias, pagam a paridade quando o militar é reformado. Não entendo como no Rio de Janeiro é permitido essa diferença entre ativo e inativo.

    Responder

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Berenice Seara

Presídio na Ilha Grande, monotrilho, reestatização e tarifa zero: o cardápio de promessas dos candidatos a governador

Foto de Berenice Seara
Berenice Seara

23/08/2026 08:00

Os planos de governo dos candidatos ao Palácio Guanabara desenham estados quase incompatíveis entre si. Há propostas para entregar ativos à iniciativa privada e outras para reestatizar serviços; projetos de expansão das escolas cívico-militares e promessas de acabar com elas; estratégias de ocupação territorial e programas que defendem a desmilitarização da polícia.

O ponto comum é o diagnóstico de que segurança, saúde, educação e transporte deixaram de funcionar como deveriam.

O que muda radicalmente é a receita.

Nove candidaturas, nove programas analisados

O DivulgaCand lista nove pedidos de registro para o governo do estado: André Marinho (Novo), Coronel Busnello (Missão), Cyro Garcia (PSTU), Douglas Ruas (PL), Eduardo Paes (PSD), Garotinho (Republicanos), Juliete (UP), Luan Monteiro (PCO) e William Siri (PSOL). 

A diferença de tamanho é expressiva. O programa de Garotinho tem 386 páginas, mais que o dobro do documento do PSOL, apresentado pela candidatura William Siri, com 143; o de André Marinho tem 140.

No outro extremo, Cyro Garcia e Luan Monteiro entregaram sete páginas cada. Eduardo Paes apresenta uma versão preliminar de oito páginas. A extensão, porém, não mede sozinha o grau de compromisso: um documento pode ser longo e manter custos em aberto, enquanto outro pode ser curto e assumir prazos politicamente arriscados.

WhatsApp Image 2026 08 21 at 18.26.55André Marinho: monotrilho, desestatização e um presídio insular

O plano do candidato do partido Novo é o mais ambicioso em escala física. A espinha dorsal é o Arco do Mar à Montanha, com um monotrilho suspenso de 60 quilômetros, hubs de integração e novas centralidades econômicas.

O documento também propõe entregar a concessionárias cerca de 700 quilômetros de rodovias estaduais sem criar novos pedágios, apoiar a Linha 3 do metrô, ampliar escolas cívico-militares com formação técnica e organizar a desestatização de empresas deficitárias e ativos ociosos por meio do programa Liberta Rio.

A parte mais dura está na segurança.

O projeto prevê reconstruir em Ilha Grande uma unidade de segurança máxima para lideranças de facções, com isolamento individual, acesso marítimo e sem visita íntima. Outra frente, batizada de Operação Asfixia, estima investir de R$ 800 milhões a R$ 1,2 bilhão e recuperar entre R$ 15 bilhões e R$ 25 bilhões em patrimônio do crime.

O próprio texto, no entanto, repete 170 vezes a expressão “a confirmar na estimação técnica”. É o paradoxo do programa: muitos números, mas uma parcela relevante deles ainda apresentada como hipótese.

Coronel Busnello: 25 escolas cívico-militares e ‘desfavelização’ em dez anos

O plano do Coronel Busnello combina reforço policial, metas de infraestrutura e uso intenso de concessões e parcerias público-privadas. Na segurança, promete formar ao menos 3.500 novos profissionais por ano, retomar territórios em três fases e elevar para 25% a parcela da população carcerária em trabalho remunerado até 2030. Na educação, quer chegar a 25 escolas cívico-militares ao fim do mandato, com consulta pública vinculante e adesão voluntária das famílias.

Na mobilidade, o programa prevê 55 novos trens, recuperação das 104 estações, novas rotas de ferry-boat, VLT entre Pavuna e Nova Iguaçu, dois corredores de BRT e retomada da Linha 3. A proposta mais sensível é chamada de “desfavelização”: transformar, em dez anos, as 1.724 favelas e comunidades urbanas do estado em bairros formais, com titulação individual, reurbanização ou realocação apenas onde o plano considerar inviável a permanência. Parte das novas unidades seria vendida a preço de mercado para produzir “mistura social”.

Douglas Ruas: ‘linha dura’, presídios privados e benefício condicionado ao trabalho

Douglas Ruas coloca a segurança como eixo estruturante do governo. O plano prevê leitura de placas, reconhecimento facial, drones, bloqueio das fontes de renda das milícias e presença policial permanente em territórios retomados. No sistema penitenciário, propõe construir novos presídios em parceria com a iniciativa privada, inclusive uma unidade de regime disciplinar descrita como mais rigorosa do que qualquer referência existente. Benefícios seriam vinculados ao trabalho e ao rompimento com facções, com parte da remuneração destinada às vítimas e ao Estado.

Na saúde, promete hospitais de alta resolução, central digital única de regulação e contratação da rede privada para acelerar cirurgias. Na mobilidade, defende integração tarifária entre trem, metrô, barcas, BRT e ônibus, captação de recursos para a Linha 3 e fiscalização mais dura das concessões. Apesar de anunciar gestão com metas, prazos e custos transparentes, o PDF analisado não apresenta valores em reais nem um quadro consolidado de financiamento.

Eduardo Paes: cinco compromissos em uma versão preliminar

O documento de Eduardo Paes é o mais sintético entre os candidatos competitivos e se assume preliminar. Promete reduzir de forma significativa assaltos, tiroteios e feminicídios já no primeiro ano, retomar territórios com apoio das Forças Armadas, retirar indicações políticas da escolha de comandantes de batalhão e delegados, recuperar hospitais e UPAs, contratar médicos e expandir o ensino técnico em tempo integral.

No transporte, Paes propõe colocar a SuperVia no “padrão do BRT”, levar o BRT à Baixada Fluminense e iniciar as obras da Linha 3 do metrô para Niterói, São Gonçalo e Itaboraí até o fim do mandato.

O texto não detalha custos, fontes de financiamento ou metas numéricas para a prometida queda da violência. É mais uma carta de compromissos do que um plano executivo.

William Siri: tarifa zero, reestatização e descriminalização das drogas

Com 143 páginas, o programa do PSOL apresentado por William Siri é o segundo mais extenso. Defende retomar o controle público da Cedae, reestatizar os trens, avançar na retomada das barcas e implantar tarifa zero imediatamente no sistema ferroviário reestatizado, com redução progressiva nos demais transportes estaduais. Também propõe as linhas 3 e 6 do metrô, integração Estácio-Carioca e 30 CIEPs em tempo integral no primeiro ano.

Na segurança, quer extinguir as secretarias autônomas das polícias, criar uma Polícia Técnico-Científica independente e trabalhar no Congresso pela desmilitarização, com carreira civil única e ciclo completo.

O programa também defende a descriminalização e regulamentação das drogas consideradas ilícitas. Uma curiosidade: a palavra “milícia” não aparece no PDF analisado, embora o texto proponha combater crime organizado e lavagem de dinheiro. Entre as minúcias, há até a mudança das cabines de rádio e televisão para o setor 6 do Sambódromo e o fim da exclusividade da transmissão da Sapucaí, em negociação com a prefeitura.

Juliete: 80 propostas, corte de 50% das tarifas e fim das escolas militarizadas

A Unidade Popular condensou 80 propostas em 13 páginas. Juliete promete anular a privatização da Cedae, reestatizar a energia elétrica, colocar trens e metrô sob administração estatal com controle popular e reduzir em 50% as passagens de todos os transportes já em janeiro de 2027. Também prevê metrô para a Baixada, Niterói e São Gonçalo, passe livre estudantil intermunicipal e ampliação ferroviária por frentes de trabalho.

Na segurança, propõe desmilitarizar as polícias e guardas municipais, acabar com operações violentas em comunidades, instalar câmeras nos uniformes e afastar imediatamente servidores sob suspeita de ligação com milícias. Na educação, quer extinguir escolas cívico-militares e retirar PMs das unidades.

Duas promessas exigem escrutínio especial: erradicar o analfabetismo completo e funcional em um ano e cumprir o corte tarifário sem apresentar cálculo de impacto fiscal. O programa ainda prevê retirar de ruas, escolas e praças homenagens a racistas, escravocratas, fascistas e integrantes da repressão da ditadura.

Cyro Garcia: reestatização sem indenização, jornada de 30 horas e drogas sob controle estatal

O programa de Cyro Garcia é curto, mas ideologicamente definido. Defende jornada semanal de 30 horas sem redução salarial, suspensão de aluguéis de desempregados que sejam inquilinos de grandes proprietários e um plano de obras públicas capaz de zerar o déficit habitacional. No transporte, propõe revogar as privatizações da SuperVia e do MetrôRio sem indenização, estatizar barcas e ônibus e caminhar para a tarifa zero.

Na segurança, o PSTU defende polícia civil única, punição de agentes envolvidos em chacinas, descriminalização das drogas e controle estatal da produção e comercialização. O texto também propõe aborto legal, seguro e gratuito pelo SUS, estatização de instituições privadas de ensino superior e de grandes empresas que descumpram normas ambientais.

Parte relevante da agenda depende de mudanças federais, decisões municipais ou alterações constitucionais que não estão ao alcance isolado de um governador.

Luan Monteiro: o PCO diz que não faz promessas — e entrega um manifesto nacional

O próprio programa de Luan Monteiro afirma que o PCO não participa das eleições para fazer promessas. O documento é nacional, termina assinado em São Paulo e quase não trata de problemas específicos do Rio. Propõe salário mínimo de R$ 7.500, aumento emergencial de 50% dos salários, cancelamento das dívidas dos trabalhadores, proibição de demissões, fim de todas as privatizações, estatização do sistema financeiro e livre ingresso nas universidades.

Na área institucional, defende dissolver a Polícia Militar, cancelar a concessão da Rede Globo, estatizar grandes empresas de comunicação, extinguir o Supremo Tribunal Federal e eleger juízes e procuradores por voto popular.

Também prevê direito ao armamento para trabalhadores do campo e indígenas e apoio a povos que se levantem “de armas nas mãos”. É um manifesto revolucionário de alcance nacional, não um roteiro de administração estadual.

Garotinho: programas antigos de volta, cashback e obras além do mandato

O plano de Garotinho é o maior da disputa e o mais ligado à memória administrativa do próprio candidato. Garotinho promete retomar, com controles digitais, o Cheque Cidadão, os restaurantes populares, o Café do Trabalhador, a Sopa da Cidadania, o Jovens pela Paz e o Reservistas da Paz.

Na educação, o Geração Fluminense acompanharia alunos da primeira infância ao primeiro emprego, com ensino integral, formação em inteligência artificial, Bolsa-Tech e a meta de elevar o índice educacional do ensino médio para 5,2 até o quarto ano.

Para servidores, o Rio Cashback devolveria em folha até 70% do imposto incidente sobre itens essenciais comprados em estabelecimentos credenciados.

Na segurança, propõe uma Corregedoria-Geral Unificada, uma Cidade da Polícia Militar no atual centro de formação de Sulacap, retomada de territórios, unidades estaduais de segurança máxima e o Presídio Produtivo RJ, com trabalho e qualificação. Na mobilidade, o Aqua Mobile prevê novas ligações por barcas para São Gonçalo, Magé e Ilha do Governador e uma rede lagunar na Barra e em Jacarepaguá, financiada por PPP e receitas comerciais dos chamados “acqua centros”. Para a Linha 3, o texto é mais cauteloso: promete atualizar estudos e modelos, evitando anúncio sem projeto ou recurso.

A proposta mais vistosa é construir 11 “viadutos inteligentes” na Avenida Brasil, com pistas segregadas, ciclovia de quatro metros e o chamado “asfalto de Singapura”. O plano promete reduzir em até 40% o tempo de viagem e em 60% os acidentes, mas não informa a fonte desses percentuais. O cronograma vai a sete anos, três além do mandato em disputa. Outro contraste: em 386 páginas e cerca de 63,6 mil palavras, há apenas uma ocorrência de “R$”, relativa a R$ 53 milhões em investimentos socioeducativos já previstos ou em andamento.

O PDF também tem dez páginas sem texto e uma galeria de referências de sistemas aquaviários de oito cidades.

As perguntas que os candidatos ainda precisam responder

Quem paga a conta?

Nenhum dos nove documentos apresenta orçamento consolidado para o mandato. André Marinho inclui uma tabela de custos da segurança e várias estimativas de projetos; Busnello informa valores em algumas obras.

Nos planos de Douglas e Paes, não aparece valor em reais. O programa de Garotinho diz que custos e cronogramas serão formalizados no PPA, na LDO e na LOA; sua única ocorrência de “R$” se refere a investimento socioeducativo já previsto ou em andamento, não ao preço das novas vitrines do plano.

Nas candidaturas à esquerda, a fonte costuma ser descrita como taxação de grandes fortunas, revisão de isenções, suspensão da dívida ou reestatização, sem simulação de arrecadação e despesa para cada entrega.

O que depende de Brasília — ou das prefeituras?

Descriminalizar drogas, mudar legislação trabalhista, fixar salário mínimo nacional, extinguir o STF, cancelar concessões federais, alterar o regime constitucional das polícias ou mexer em ônibus municipais não são decisões que um governador tome sozinho.

Os planos variam muito na honestidade com que reconhecem essa limitação: alguns escrevem que irão atuar no Congresso ou celebrar convênios; outros apresentam a mudança como promessa direta.

Qual é a linha de base da promessa?

Paes promete reduzir significativamente a violência no primeiro ano, mas não fixa percentual. Juliete promete erradicar o analfabetismo em um ano e cortar tarifas pela metade em janeiro de 2027. William prevê 30 CIEPs integrais no primeiro ano. Garotinho apresenta metas educacionais e de mobilidade, mas não referencia a origem de percentuais como a redução de 60% nos acidentes da Avenida Brasil.

André Marinho traz dezenas de metas numéricas, porém marca muitas como pendentes de estimação técnica.

Sem linha de base, custo e órgão responsável, prazo pode virar apenas recurso de campanha.

O que cabe em quatro anos?

Algumas promessas atravessam o calendário eleitoral. Busnello projeta a transformação das comunidades em bairros formais ao longo de dez anos. Garotinho divide os 11 viadutos da Avenida Brasil em etapas que chegam ao sétimo ano.

Planos plurianuais podem ultrapassar um mandato, mas precisam indicar o que será contratado, financiado e entregue até dezembro de 2030 — e o que dependerá do sucessor.

Como tirar a Linha 3 do papel?

A ligação metroviária para Niterói e São Gonçalo é uma das raras convergências.

André Marinho apoia a expansão; Busnello descreve implantação em duas fases; Douglas promete captar recursos; Paes fala em iniciar obras até o fim do mandato; William inclui Itaboraí na rede de longo prazo; Juliete promete chegada a Niterói e São Gonçalo; Garotinho promete atualizar estudos e modelos, evitando anúncio sem projeto ou recurso.

A repetição da obra em sete programas expõe tanto sua popularidade quanto o risco de reciclagem de uma promessa histórica sem engenharia financeira fechada.

O que os nove planos têm em comum

Apesar das diferenças ideológicas, quase todos prometem integrar bases de dados, interiorizar saúde e educação, ampliar o ensino técnico, recuperar trens e rodovias e enfrentar o poder econômico do crime. Há também consenso sobre a necessidade de reduzir indicações políticas na segurança e fortalecer algum tipo de gestão por metas.

A divergência aparece quando se pergunta quem executa, quem financia e quanto controle o Estado deve exercer.

A campanha de 2026 oferece ao eleitor fluminense uma escolha de modelo, não apenas de gerente.

Entre monotrilhos, tarifa zero, desestatizações, reestatizações, ocupações territoriais e desmilitarização, o próximo passo da apuração é cobrar planilhas, marcos legais e cronogramas. Sem isso, até o programa mais comprido pode caber na categoria das promessas que o próprio texto ainda precisa confirmar.

Metodologia e fontes

A análise compara nove PDFs fornecidos à apuração e a lista oficial de nove candidaturas do Rio de Janeiro. Todas as propostas e cifras de campanha são atribuídas aos respectivos programas; não foram tratadas como fatos consumados. A consulta ao DivulgaCand e ao Portal de Dados Abertos do TSE ocorreu em 20 de agosto de 2026. Como registros e anexos podem ser atualizados, a situação documental deve ser revista imediatamente antes da publicação.

DivulgaCandContas/TSE: consulta de candidaturas e arquivos

Portal de Dados Abertos do TSE: propostas de governo – RJ – 2026

Documentos analisados: programas de André Marinho, Coronel Busnello, Cyro Garcia, Douglas Ruas, Eduardo Paes, Garotinho, Juliete, Luan Monteiro e William Siri.

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Rio de Janeiro

Ladrões de bicicleta: quando a morte imita a arte

Foto de Bruno Quintella
Bruno Quintella

23/08/2026 07:00

“Existe uma cura para tudo, exceto a morte.”

A frase lapidar do clássico filme italiano de Vittorio De Sica, reproduzida pelo personagem Antonio Ricci, interpretado por Lamberto Maggiorani, atravessa gerações e ganha mais uma esquina no Rio de Janeiro.

No filme, a bicicleta é o objeto que desaparece. No Rio de Janeiro de 2026, a vida é que vira objeto.

Sim, porque há uma espécie de violência que começa antes do primeiro golpe, no momento em que alguém olha para outra pessoa e decide, sem conhecê-la, quem ela é. Ou quem poderia ser.

Talvez seja a parte mais incômoda da história de Cláudio Rafael Landeiro Moreira, assassinado depois de ser brutalmente espancado em Copacabana. Segundo as investigações da polícia, ele foi abordado depois que um segurança suspeitou que a bicicleta que conduzia fosse roubada. Depois da abordagem, Cláudio foi levado para outra rua e agredido por um grupo de homens, entre eles entregadores. Não resistiu.

Agora, os quatro homens identificados nas imagens da agressão — do abate — estão presos. Dois entregadores e dois seguranças foram localizados pela polícia e se entregaram. A investigação, no entanto, continua, e a polícia ainda apura a participação de outras pessoas.

Mas isso é porque foi em Copacabana, onde no fuso-horário social carioca, miliciano vira justiceiro.

A família de Cláudio conta que ele tinha transtornos psicológicos. Mas essa informação não deveria ser necessária para que a tragédia nos causasse indignação. Uma pessoa não precisa apresentar diagnóstico, profissão ou qualquer documento de pertencimento para ter direito à própria vida.

É justamente aí que o caso de Cláudio faz lembrar de outras histórias que o Rio de Janeiro parece insistir em não esquecer e, ao mesmo tempo, parece insistir em repetir.

Em 2007, a empregada doméstica Sirlei Dias de Carvalho Pinto esperava um ônibus na Barra da Tijuca quando foi atacada por cinco jovens. Foi espancada e roubada. A justificativa foi a de que os agressores haviam pensado (ou confundido, nas palavras de quem decide sobre o futuro da vida alheia) que Sirlei fosse uma prostituta.

Em 2022, foi a vez de Moïse Mugenyi Kabagambe. Congolês, refugiado, 24 anos. Estrangeiro, mas não “gringo”. Foi ao quiosque onde trabalhava, na Barra, para cobrar duas diárias atrasadas. Acabou espancado até a morte. Não era um europeu que caiu no golpe da caipirinha.

Agora, em Copacabana, a história volta a nos colocar diante da mesma pergunta: o que acontece quando uma pessoa deixa de ser vista como pessoa e passa a ser classificada apenas pela categoria que alguém decidiu atribuir a ela?

O ladrão. A prostituta. O estrangeiro. O sujeito “estranho”. Sem contrato social assinado pelo destino. Ou pelo acaso.

O que existe entre esses casos é a ideia, assustadora, de que uma classificação, um rótulo, pode diminuir o valor de uma vida. Ou ceifá-la.

Se é ladrão, então pode apanhar. Se é prostituta, então pode ser agredida. Se é estrangeiro, mas não gringo, não pega nada. Mas nenhuma dessas temeridades autoriza a violência.

Porque há algo ainda mais perigoso e vil do que a violência em si: a justificativa que vem depois.

“Eu achei que fosse.” Em seguida, um “E daí?”.

O problema começa quando o “achei” passa a valer mais do que o “achado”: a vida de quem está diante de nós. Quase vinte anos separam a agressão de Sirlei do espancamento de Cláudio.

Talvez por isso o linchamento comece antes da agressão física: quando a sociedade aceita que algumas pessoas valem menos do que outras. Ninguém pode ser condenado à morte aleatoriamente, com verniz de justiçamento.

Em que momento passamos a achar que saber ou pressupor quem alguém é nos dá o direito de decidir o que podemos fazer com essa pessoa? E com as próprias mãos?

Pois é.

 

 

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Transparência

Não passou: ex-gestores do Detran e empresa são condenados pelo TCE a devolverem R$ 57 milhões por fraude em sistema de vistoria

Foto de Redação
Redação

22/08/2026 19:00

O plenário do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) deu prazo improrrogável de 15 dias para que ex-gestores do Detran-RJ — entre eles o ex-presidente Vinícius Farah — e a empresa líder do Consórcio PCME, a M.I. Montreal Informática S.A., recolham aos cofres públicos estaduais valores relacionados a irregularidades na execução do contrato nº 161/2014. O acordo previa a implementação do Sistema Integrado de Identificação e Monitoramento de Veículos (Simove).

Somadas, as parcelas de débito determinadas pelo tribunal ultrapassam R$ 57 milhões em valores atuais. O montante foi distribuído entre diferentes grupos de responsáveis, de acordo com a participação atribuída a cada um na execução do contrato.

Vinícius Farah e a responsabilidade solidária

Entre os implicados no processo e notificados para ressarcimento está Vinícius Farah. O ex-presidente do Detran-RJ responde solidariamente junto com a servidora Fernanda Pereira Curdi e o Consórcio PCME em uma das parcelas do débito determinado pelo tribunal, no valor equivalente a 1.569.574,52 UFIR-RJ (o que corresponde a mais de R$ 7 milhões em valores atualizados).

Sistema não entregou o prometido

A cobrança teve origem em uma auditoria externa realizada pelo TCE-RJ entre maio e julho de 2019 para verificar o fornecimento e a instalação do sistema previsto no contrato. A fiscalização identificou a inexecução do objeto contratado e falhas estruturais e operacionais graves.

Entre os problemas apontados estão a ausência de condições mínimas em diversos postos do Detran, o descumprimento de especificações técnicas e a não entrega de componentes considerados essenciais para o funcionamento do sistema.

O TCE-RJ classificou o resultado como uma “frustração total dos objetivos contratuais”. Para o Tribunal, a conclusão foi baseada nos elementos técnicos e documentais produzidos pela própria auditoria.

Pagamentos sem comprovação

Além das falhas na execução, a auditoria apontou pagamentos de valores elevados sem comprovação da correspondente prestação dos serviços. Segundo o acórdão, houve pagamentos sem homologação das etapas contratadas e sem documentação capaz de comprovar a efetiva execução das atividades previstas. O tribunal considerou que os achados demonstraram dano material concreto ao erário.

Quem aparece entre os responsáveis

O processo envolve diferentes grupos de ex-gestores, fiscais de contrato e servidores que participaram da execução do acordo, além do Consórcio PCME.

Além de Vinícius Farah, figuram entre os citados no processo Ricardo Tristão Borges, José Carlos dos Santos Araújo, Mateus Dias Marçal, Alexandre Gonçalves Antunes, Carla Adriana Pereira, Fabiana Espindola Ivo, Fábio Luiz Pinto da Silva, Leonardo Silva Jacob e Fernanda Pereira Curdi. O Consórcio PCME, liderado pela M.I. Montreal Informática S.A., também aparece como responsável solidário em diferentes parcelas.

O maior débito individualizado no julgamento é de 6.141.992,43 UFIR-RJ e envolve Mateus Dias Marçal, Ricardo Tristão Borges, José Carlos dos Santos Araújo, Alexandre Gonçalves Antunes e o Consórcio PCME.

Os responsáveis e a empresa líder do Consórcio PCME apresentaram Embargos de Declaração contra a decisão anterior. Entre os argumentos estavam alegações de prescrição, nulidades processuais e questionamentos sobre a formação e a quantificação dos débitos.

As alegações não foram acolhidas pelo relator, conselheiro Rodrigo Melo do Nascimento, por demonstrarem apenas inconformismo com a decisão, sem apontar omissões ou obscuridades capazes de alterar o mérito do julgamento.

TCE corrigiu erro sobre destino do dinheiro

O relator deu provimento parcial aos embargos apresentados por Ricardo Tristão Borges e José Carlos dos Santos Araújo apenas para corrigir um erro material na decisão anterior.

O texto determinava que os valores fossem recolhidos aos “cofres municipais”. Como o Detran-RJ é uma autarquia estadual, o tribunal corrigiu a determinação para que o ressarcimento seja feito aos cofres estaduais. Os responsáveis têm prazo improrrogável de 15 dias para comprovar o recolhimento dos débitos, com recursos próprios. Caso o pagamento não seja realizado integralmente dentro do prazo, as contas serão julgadas irregulares.

O relator classificou o recolhimento como a última oportunidade para sanar as contas. O acórdão afirma ainda que, nesta fase, a decisão não é passível de nova apresentação de defesa ou interposição de recurso, por se tratar de decisão definitiva de mérito.

COM FÁBIO MARTINS

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Política

Pix eleitoral: Luiz Lima nada em dinheiro, enquanto Garotinho espera o troco do pão

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Redação

22/08/2026 18:30

O deputado federal Luiz Lima (Novo) mantém a primeira colocação no quesito pix eleitoral: o volume total de arrecadação financeira para a sua campanha à reeleição já soma R$ 600 mil declarados. Já o vereador carioca Pedro Duarte (PSD), pré-candidato à Assembleia Legislativa (Alerj), comunicou à Justiça Eleitoral o recebimento de mais R$ 62,7 mil. Com o aporte, ele passou de R$ 346,1 mil para R$ 408.883 em arrecadação total.

O acréscimo consolida a segunda posição geral de Pedro Duarte e amplia a margem em relação ao também pré-candidato do PSD à Alerj Flávio Valle, que contabiliza R$ 302.884. No mesmo partido, o ex-secretário municipal de Saúde do Rio Daniel Soranz, pré-candidato à Câmara dos Deputados, registrou um novo repasse de R$ 20,9 mil, subindo de R$ 70,1 mil para R$ 91.113 acumulados.

A lista do topo das arrecadações conta ainda com a pré-candidata a deputada federal Tatiana Roque (PSB), com R$ 168 mil, o deputado estadual Jair Bittencourt (PL), com R$ 120 mil provenientes de recursos próprios, e a pré-candidata à Alerj Marina do MST (PT), que ingressou no grupo com R$ 67.560 informados.

Na corrida ao governo do estado do Rio de Janeiro, novas doações foram inseridas no sistema. O ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) registrou R$ 2.500, montante vindo de uma única doação. Já Cyro Garcia (PSTU) aparece com R$ 300 declarados. Eles se somam a William Siri (PSOL), que contabiliza R$ 46 mil oriundos de transferências efetuadas por quatro pessoas físicas.

O pix eleitoral é coisa séria e declarada ao TSE

Os valores apresentados são parciais e refletem as comunicações feitas pelas campanhas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até o momento. A legislação eleitoral determina que os partidos e candidatos informem o recebimento de recursos em até 72 horas após a entrada dos valores, o que pode alterar os totais acumulados a cada nova atualização do sistema.

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Transparência

No ritmo da Cultura: 24 projetos de Música e Dança podem captar R$ 24,8 milhões em incentivos no estado do Rio

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Redação

22/08/2026 18:00

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro publicou a relação oficial de projetos contemplados com a Certificação de Mérito Cultural, autorizando a captação de recursos por meio de incentivos fiscais. Na área de Música e Dança, foram 24 projetos aprovados, somando R$ 24.855.638,08 autorizados para busca de apoio financeiro junto à iniciativa privada.

A nova relação se soma a outras autorizações de captação feitas pela pasta. Em junho, 13 projetos de diferentes áreas culturais também receberam autorização para buscar recursos por meio de incentivos fiscais, em uma rodada que permitiu a captação de mais de R$ 21 milhões. ⁠

A lista atual abrange desde grandes festivais do calendário cultural fluminense até projetos sociais de formação musical e celebrações comunitárias.

Entre as maiores captações autorizadas estão o Rio Bossa Nossa 2027 e o Orquestra Light da Rocinha – Ano III, autorizados a captar R$ 3 milhões cada. O Arraiá ICAIS aparece na sequência, com R$ 2,2 milhões aprovados para captação.

A autorização não significa que os recursos já tenham sido arrecadados. A partir da Certificação de Mérito Cultural, os responsáveis pelos projetos ficam habilitados a buscar empresas interessadas em apoiar as iniciativas por meio dos mecanismos de incentivo fiscal.

COM FÁBIO MARTINS

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Transparência

Trevo das Missões terá terminal de BRT de R$ 56,6 milhões; licitação é marcada para setembro

Foto de Redação
Redação

22/08/2026 17:00

O Trevo das Missões, em Parada de Lucas, na Zona Norte do Rio, terá um novo terminal de transporte integrado ao BRT. A Secretaria municipal de Infraestrutura publicou o edital para a construção do Terminal Missões, com valor estimado de R$ 56,6 milhões. A licitação está marcada para 24 de setembro, às 10h30.

A concorrência pública eletrônica prevê a execução da primeira fase das obras, com prazo de 360 dias. O critério de julgamento será o menor preço global. A disputa será realizada por meio do sistema Comprasnet.

O terminal será construído em uma área estratégica, no entroncamento da Avenida Brasil com a Rodovia Washington Luiz (BR-040), e integra o projeto de expansão do BRT Metropolitano em direção à Baixada Fluminense.

A estrutura deverá ampliar a conexão do transporte público entre a capital e moradores de Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Magé e São João de Meriti. A proposta é permitir a integração entre ônibus intermunicipais e o sistema BRT, facilitando o deslocamento dos passageiros que chegam ao Rio pela Washington Luiz.

Valor da obra aumenta em relação à estimativa inicial

O valor previsto no edital, de R$ 56.612.320,75, é superior aos R$ 46 milhões estimados pela prefeitura quando o projeto foi apresentado, em junho. Na ocasião, foi lançada a pedra fundamental do Terminal Missões, em cerimônia que marcou o avanço do projeto.

A nova estrutura foi planejada para receber plataformas para o BRT e para ônibus alimentadores, além de áreas destinadas aos passageiros e à operação do terminal. O equipamento faz parte da estratégia de ampliar o alcance do BRT Metropolitano para além dos limites da capital.

O Terminal Missões também está associado ao corredor Transbrasil, que conta com outros terminais de integração e permite a conexão dos passageiros com diferentes regiões do Rio. Documentos da Secretaria Municipal de Transportes já previam o equipamento como ponto de integração para ônibus intermunicipais provenientes da Rodovia Washington Luiz.

O projeto e a conexão com a Baixada já haviam sido detalhados anteriormente, quando foi anunciada a implantação do terminal no Trevo das Missões.

Agora, com a publicação do edital, a obra entra na etapa de disputa pela contratação da empresa que será responsável pela execução.

COM FÁBIO MARTINS

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Garrafas ao Mar

O Poder Superior

Foto de João Arruda
João Arruda

22/08/2026 16:30

Era uma noite de terça-feira quando o companheiro relatou sua história ao grupo. Aconteceu quando estava há mais de um ano recaído, depois de um longo período sem usar drogas e frequentando a irmandade. E a recaída foi feia. Como diz a literatura do Programa dos Doze Passos, foi pior do que o uso de drogas anterior. O cara estava completamente derrotado. Numa noite, com o bolso cheio de drogas, estava descendo o morro, quando sua moto deu pane total. Do nada. O cara praguejou, se enfureceu. E foi quando se deu conta de onde estava.

A moto parou justamente em frente a um grupo da irmandade. Próximo ao horário em que iria acontecer uma reunião. O camarada parou, pensou. Entro ou não entro? Quando se está sob efeito de drogas e prestes a usar ainda mais, a sanidade não é exatamente uma coisa que aflora no momento. Por isso, tomou uma decisão meio canhestra, que no fim se mostrou certa. Mesmo que por linhas tortas.

O camarada fazia parte da irmandade, mesmo estando afastado. Sabia que o sugerido era nunca entrar num local de reunião portando drogas ou qualquer objeto costumeiramente utilizado no uso. Sendo assim, arrumou um lugar, cheirou toda a cocaína que tinha no bolso, tentou se recompor, como se isso fosse possível, e entrou na reunião.

Lá dentro, escutou as partilhas. Ao fim da reunião, pediu ajuda a um companheiro. Desde aquele dia, frequenta assiduamente as reuniões e não está usando drogas. Inclusive atua como servidor em um grupo. Não sabe explicar o que aconteceu naquela noite. A pane na moto, o despertar espiritual. Só tem uma resposta, que parece simples, mas não é: O Poder Superior.

As irmandades destacam que existe um Poder Superior, que é maior do que a doença do vício. Pode ser uma divindade, uma pessoa, um animal. Não importa. Existe e está lá para ser acessado pelo dependente químico. Muitos nas irmandades acreditam ainda que o tal Poder Superior resolve interferir às vezes. Destino? Vá saber. O fato é que existem milhares de relatos. Aqui só faço dois que conheço de perto.

O segundo se deu quando o Poder Superior pode ter se manifestado, de certa forma, por um terceiro. Aconteceu que o viciado chegou à boca de fumo para comprar cocaína. Na hora de puxar o dinheiro, deixou a chave cair. Nela estava um chaveiro de Narcóticos Anônimos. O traficante viu. O bandido tinha um pai que estava tentando se livrar da dependência química havia anos e frequentava a irmandade. Ao ver o chaveiro, o traficante se recusou a vender para o rapaz. O que aconteceu depois não sabemos. Mas o fato é que, naquela noite, naquela boca de fumo, o cara não comprou nada.

Eu sou ateu convicto, a despeito de me pegar dando atenção a certos misticismos. “Quem é ateu e viu milagres como eu”, como canta o Caetano Veloso. O fato é que considero meio inexplicável ainda a circunstância de estar sem beber há um ano. A coisa tinha se tornado muito feia pra mim. Não via luz no fim do túnel, tampouco acreditava no poder do Programa dos Doze Passos. Não para mim, pelo menos. Mas vem acontecendo.  E isso eu atribuo muito à frequência diária das reuniões das irmandades (sou membro de duas). De fato, tem algo inexplicável dentro daquelas salas quando começa uma reunião. Meu lado racional grita que é apenas apoio terapêutico de um viciado para o outro, como prevê o programa. Mas o mesmo programa diz que existe algo a mais lá dentro. E de certa forma eu posso sentir.

Por isso escolhi esse tema para esse primeiro texto sobre o assunto. Para quem não me conhece, sou escritor, jornalista há 32 anos e alcoólatra. Publiquei um livro chamado “Garrafas ao mar”, escrito à mão durante minha internação de 110 dias numa clínica. Desde então, venho me dedicando a entender o programa e compartilhar um pouco dele com os outros através do meus textos.

Convido vocês a participar dessa viagem interior comigo. E finalizo a de hoje com uma curiosidade. Horas atrás, eu estava com o cachorro Lunga na rua. Parei para acender um cigarro. Estava justamente pensando neste texto, no tal Poder Superior, seus sinais, quando um motoqueiro numa Harley Davidson encostou, esperando o sinal abrir. Estava tocando uma música bem alto. Era Bob Dylan cantando “It’s all over now, baby blue”. Aquela música que tem os versos “As pedras do caminho / deixe para trás / Esqueça os mortos / eles não levantam mais”. Essas coincidências…

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Política

PL leva ‘Ramagens de papelão’ a ato de Flávio Bolsonaro e Douglas Ruas no Maracanãzinho

Foto de Redação
Redação

22/08/2026 16:19

Mesmo nos Estados Unidos, onde vive desde o fim do ano passado, Rebeca Ramagem (PL) marcou presença à distância no ato do PL realizado neste sábado (22), no Maracanãzinho, no Rio.

A candidata a deputada federal não participou presencialmente do evento, mas ganhou uma “representante”: um boneco de papelão com sua imagem, levado ao local ao lado de uma versão de seu marido, Alexandre Ramagem (PL).

O evento marcou o lançamento oficial da candidatura de Douglas Ruas ao governo do estado Rio, com a presença do candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro. As imagens dos bonecos foram divulgadas pela própria Rebeca nas redes sociais.

‘Presentes’ diretamente dos EUA

Em uma delas, os “Ramagens” aparecem ao lado de Fernanda Bolsonaro, esposa de Flávio, e de outros integrantes do partido, como o candidato a deputado estadual Rogério Amorim.

Os bonecos também foram levados ao palco do Maracanãzinho e posicionados ao lado dos candidatos.

Em uma publicação, Rebeca agradeceu a Fernanda Bolsonaro e afirmou: “Seguimos juntas, com coragem, fé e muito trabalho. O Rio de Janeiro e o Brasil podem contar conosco!”.

Campanha de Rebeca tem sido feita à distância

Rebeca Ramagem, candidata a deputada federal pelo Rio de Janeiro, ainda não veio ao território fluminense desde o início da campanha e tem concentrado as ações em publicações nas redes sociais.

Ela chegou a afirmar que disputa a vaga no lugar do marido: “Meu marido não pode estar nessa disputa. Mas eu posso”.

Rebeca deixou o Brasil no fim de 2025 e se mudou para os Estados Unidos após a condenação de Alexandre Ramagem por envolvimento na trama golpista. Procuradora do estado de Roraima, ela acumula férias, prorrogações e licenças, somando mais de sete meses sem trabalhar. Em julho, pediu uma nova licença para disputar a eleição.

Nas redes sociais, a candidata republica vídeos do marido e publica gravações em que fala sobre sua experiência como delegada de polícia, o conflito diplomático entre Brasil e Estados Unidos e segurança pública.

Com informações do jornal “O Globo”.

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Política

Fantasia de cachorro vira atração em ato de Lula em Bangu

Foto de Redação
Redação

22/08/2026 15:34

Um “cachorrão” muito simpático virou uma das atrações do comício de Lula em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

No meio do ato político lotado, a figura chamou a atenção de quem estava por perto: dançava, pulava, dava a “pata”, levantava bandeira e ainda posava para fotos com uma interminável fila de admiradores.

A curiosidade era geral: afinal, quem estava por trás da fantasia de cachorro laranja? Em plena forma física, o “bichano” chegou a andar de quatro pelas ruas de Bangu, enquanto apoiadores tentavam descobrir a identidade do personagem.

Dirigente do PSD sob a fantasia

O mistério, porém, tinha um nome conhecido da política fluminense. Quem vestia a fantasia era Luiz Carlos Ramos, o “Homem do Chapéu”, um dos dirigentes do PSD no Rio e responsável pelas nominatas do partido.

Segundo Luiz Carlos, a performance foi uma forma de chamar a atenção do presidente Lula e do público para a causa animal.

“Essa é uma forma de chamar a atenção do presidente Lula e de todo o país para a causa animal. O Brasil deve priorizar o bem-estar dos animais, esses seres indefesos que não podem falar”, afirmou Luiz Carlos, que encerrou a declaração em tom bem-humorado: “Au au do Chapéu”.

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Rio de Janeiro

80% dos consumidores da Região Metropolitana afirmam que consideram meio ambiente em seus hábitos, aponta pesquisa

Foto de Redação
Redação

22/08/2026 15:30

Consumidores da Região Metropolitana do Rio acumulam hábitos sustentáveis, é o que revela uma pesquisa do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ). 80% dos entrevistados pela pesquisa afirmam que seus
hábitos consideram a preservação do meio ambiente, mas apenas 63% afirmam que suas a maior parte de suas ações rotineiras estão associadas às mudanças climáticas.

Alguns hábitos populares no país se concretizam nos resultados do levantamento no Rio. Por exemplo, fechar a torneira ao escovar os dentes ou lavar a louça foi a atitude mais citada, por 94,2% dos participantes. Já quando o assunto é economia e consumo responsável, apagar as luzes ao sair de um recinto aparece em destaque, com 94,1% das menções.

Preço continua sendo relevante que mudanças climáticas

A disposição para pagar mais por produtos e serviços de empresas que adotam práticas socioambientais comprovadas diminuiu, quando comparada a 2025. 41,4% dos consumidores afirmaram dar preferência a essas empresas mesmo diante de um preço maior, percentual que no ano passado chegou a 48,9%.

A pesquisa aponta que apenas 22,9% dos entrevistados não associam suas escolhas cotidianas às mudanças climáticas.

Coleta de lixo ainda é preocupação

Mesmo com as campanhas de coleta seletiva e lixo e incentivo ao hábito da reciclagem, 71,4% relata que o lixo coletado nas ruas é misturado, sem separação entre recicláveis e orgânicos. Somente 18,3% afirmaram que os resíduos são separados adequadamente.

Como foi feita a pesquisa

A pesquisa é do tipo quantitativa com questionário aplicado de forma presencial a 946 moradores da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

 

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