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    O projeto da obra que vai ligara a Estrada da Posse à a Avenida Brasil, na Zona Oeste

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    O deputado estadual Alan Lopes, autor da representação que levou o TCE-RJ a suspender a contratação do novo sistema estadual de bilhetagem sem licitação. Foto: Divulgação/Alerj.

    Após denúncia de deputado, possibilidade de contratação do novo sistema de bilhetagem do estado sem licitação é suspensa pelo TCE-RJ

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    Há quem enxergue a crise recente no Supremo Tribunal Federal como um acidente. Um choque de egos. Uma divergência jurídica que saiu do controle. Talvez seja. Mas existe outra hipótese que merece atenção. E se nada disso tiver sido improvisado? André Mendonça não é um novato. Não chegou ontem ao Supremo. Conhece os ritos, conhece os colegas, conhece os limites e, principalmente, conhece as consequências de cada movimento dentro de uma Corte que vive sob tensão permanente. Por isso chama atenção o momento escolhido para determinados gestos e manifestações. Não apenas pelo conteúdo, mas pelo contexto. A data. O ambiente político. O início da gestão de Edson Fachin na presidência do tribunal. Tudo isso compõe um cenário que dificilmente pode ser tratado como coincidência. Fachin assume uma Corte fragmentada. Herdou um tribunal marcado por disputas internas, vazamentos, divergências públicas e uma exposição cada vez maior de suas próprias contradições. Não é segredo para ninguém que o Supremo atravessa uma crise de imagem.

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Início Berenice Seara

Berenice Seara

23/08/26 08:00
  • Berenice Seara Berenice Seara

Presídio na Ilha Grande, monotrilho, reestatização e tarifa zero: o cardápio de promessas dos candidatos a governador

Os planos de governo apresentados à Justiça Eleitoral pelos candidatos do Rio: salada de propostas e quase nada sobre as fontes de financiamento

Os planos de governo apresentados à Justiça Eleitoral pelos candidatos do Rio: salada de propostas e quase nada sobre as fontes de financiamento - Foto: Imagem gerada por IA

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Os planos de governo dos candidatos ao Palácio Guanabara desenham estados quase incompatíveis entre si. Há propostas para entregar ativos à iniciativa privada e outras para reestatizar serviços; projetos de expansão das escolas cívico-militares e promessas de acabar com elas; estratégias de ocupação territorial e programas que defendem a desmilitarização da polícia.

O ponto comum é o diagnóstico de que segurança, saúde, educação e transporte deixaram de funcionar como deveriam.

O que muda radicalmente é a receita.

Nove candidaturas, nove programas analisados

O DivulgaCand lista nove pedidos de registro para o governo do estado: André Marinho (Novo), Coronel Busnello (Missão), Cyro Garcia (PSTU), Douglas Ruas (PL), Eduardo Paes (PSD), Garotinho (Republicanos), Juliete (UP), Luan Monteiro (PCO) e William Siri (PSOL). 

A diferença de tamanho é expressiva. O programa de Garotinho tem 386 páginas, mais que o dobro dos documentos do PSOL, apresentado pela candidatura William Siri; e do Novo, com André Marinho, que têm 143.

No outro extremo, Cyro Garcia e Luan Monteiro entregaram sete páginas cada. Eduardo Paes apresenta uma versão preliminar de oito páginas. A extensão, porém, não mede sozinha o grau de compromisso: um documento pode ser longo e manter custos em aberto, enquanto outro pode ser curto e assumir prazos politicamente arriscados.

WhatsApp Image 2026 08 23 at 09.27.34André Marinho: monotrilho, desestatização e um presídio insular

O plano do candidato do partido Novo é o mais ambicioso em escala física. A espinha dorsal é o Arco do Mar à Montanha, com um monotrilho suspenso de 60 quilômetros, hubs de integração e novas centralidades econômicas.

O documento também propõe entregar a concessionárias cerca de 700 quilômetros de rodovias estaduais sem criar novos pedágios, apoiar a Linha 3 do metrô, ampliar escolas cívico-militares com formação técnica e organizar a desestatização de empresas deficitárias e ativos ociosos por meio do programa Liberta Rio.

A parte mais dura está na segurança.

O projeto prevê reconstruir em Ilha Grande uma unidade de segurança máxima para lideranças de facções, com isolamento individual, acesso marítimo e sem visita íntima. Outra frente, batizada de Operação Asfixia, estima investir de R$ 800 milhões a R$ 1,2 bilhão e recuperar entre R$ 15 bilhões e R$ 25 bilhões em patrimônio do crime.

Coronel Busnello: 25 escolas cívico-militares e ‘desfavelização’ em dez anos

O plano do Coronel Busnello combina reforço policial, metas de infraestrutura e uso intenso de concessões e parcerias público-privadas. Na segurança, promete formar ao menos 3.500 novos profissionais por ano, retomar territórios em três fases e elevar para 25% a parcela da população carcerária em trabalho remunerado até 2030. Na educação, quer chegar a 25 escolas cívico-militares ao fim do mandato, com consulta pública vinculante e adesão voluntária das famílias.

Na mobilidade, o programa prevê 55 novos trens, recuperação das 104 estações, novas rotas de ferry-boat, VLT entre Pavuna e Nova Iguaçu, dois corredores de BRT e retomada da Linha 3. A proposta mais sensível é chamada de “desfavelização”: transformar, em dez anos, as 1.724 favelas e comunidades urbanas do estado em bairros formais, com titulação individual, reurbanização ou realocação apenas onde o plano considerar inviável a permanência. Parte das novas unidades seria vendida a preço de mercado para produzir “mistura social”.

Douglas Ruas: ‘linha dura’, presídios privados e benefício condicionado ao trabalho

Douglas Ruas coloca a segurança como eixo estruturante do governo. O plano prevê leitura de placas, reconhecimento facial, drones, bloqueio das fontes de renda das milícias e presença policial permanente em territórios retomados. No sistema penitenciário, propõe construir novos presídios em parceria com a iniciativa privada, inclusive uma unidade de regime disciplinar descrita como mais rigorosa do que qualquer referência existente. Benefícios seriam vinculados ao trabalho e ao rompimento com facções, com parte da remuneração destinada às vítimas e ao Estado.

Na saúde, promete hospitais de alta resolução, central digital única de regulação e contratação da rede privada para acelerar cirurgias. Na mobilidade, defende integração tarifária entre trem, metrô, barcas, BRT e ônibus, captação de recursos para a Linha 3 e fiscalização mais dura das concessões. Apesar de anunciar gestão com metas, prazos e custos transparentes, o PDF analisado não apresenta valores em reais nem um quadro consolidado de financiamento.

Eduardo Paes: cinco compromissos em uma versão preliminar

O documento de Eduardo Paes é o mais sintético entre os candidatos competitivos e se assume preliminar. Promete reduzir de forma significativa assaltos, tiroteios e feminicídios já no primeiro ano, retomar territórios com apoio das Forças Armadas, retirar indicações políticas da escolha de comandantes de batalhão e delegados, recuperar hospitais e UPAs, contratar médicos e expandir o ensino técnico em tempo integral.

No transporte, Paes propõe colocar a SuperVia no “padrão do BRT”, levar o BRT à Baixada Fluminense e iniciar as obras da Linha 3 do metrô para Niterói, São Gonçalo e Itaboraí até o fim do mandato.

O texto não detalha custos, fontes de financiamento ou metas numéricas para a prometida queda da violência. É mais uma carta de compromissos do que um plano executivo.

William Siri: tarifa zero, reestatização e descriminalização das drogas

Com 143 páginas, o programa do PSOL apresentado por William Siri é o segundo mais extenso. Defende retomar o controle público da Cedae, reestatizar os trens, avançar na retomada das barcas e implantar tarifa zero imediatamente no sistema ferroviário reestatizado, com redução progressiva nos demais transportes estaduais. Também propõe as linhas 3 e 6 do metrô, integração Estácio-Carioca e 30 CIEPs em tempo integral no primeiro ano.

Na segurança, quer extinguir as secretarias autônomas das polícias, criar uma Polícia Técnico-Científica independente e trabalhar no Congresso pela desmilitarização, com carreira civil única e ciclo completo.

O programa também defende a descriminalização e regulamentação das drogas consideradas ilícitas. Uma curiosidade: a palavra “milícia” não aparece no PDF analisado, embora o texto proponha combater crime organizado e lavagem de dinheiro. Entre as minúcias, há até a mudança das cabines de rádio e televisão para o setor 6 do Sambódromo e o fim da exclusividade da transmissão da Sapucaí, em negociação com a prefeitura.

Juliete: 80 propostas, corte de 50% das tarifas e fim das escolas militarizadas

A Unidade Popular condensou 80 propostas em 13 páginas. Juliete promete anular a privatização da Cedae, reestatizar a energia elétrica, colocar trens e metrô sob administração estatal com controle popular e reduzir em 50% as passagens de todos os transportes já em janeiro de 2027. Também prevê metrô para a Baixada, Niterói e São Gonçalo, passe livre estudantil intermunicipal e ampliação ferroviária por frentes de trabalho.

Na segurança, propõe desmilitarizar as polícias e guardas municipais, acabar com operações violentas em comunidades, instalar câmeras nos uniformes e afastar imediatamente servidores sob suspeita de ligação com milícias. Na educação, quer extinguir escolas cívico-militares e retirar PMs das unidades.

Duas promessas exigem escrutínio especial: erradicar o analfabetismo completo e funcional em um ano e cumprir o corte tarifário sem apresentar cálculo de impacto fiscal. O programa ainda prevê retirar de ruas, escolas e praças homenagens a racistas, escravocratas, fascistas e integrantes da repressão da ditadura.

Cyro Garcia: reestatização sem indenização, jornada de 30 horas e drogas sob controle estatal

O programa de Cyro Garcia é curto, mas ideologicamente definido. Defende jornada semanal de 30 horas sem redução salarial, suspensão de aluguéis de desempregados que sejam inquilinos de grandes proprietários e um plano de obras públicas capaz de zerar o déficit habitacional. No transporte, propõe revogar as privatizações da SuperVia e do MetrôRio sem indenização, estatizar barcas e ônibus e caminhar para a tarifa zero.

Na segurança, o PSTU defende polícia civil única, punição de agentes envolvidos em chacinas, descriminalização das drogas e controle estatal da produção e comercialização. O texto também propõe aborto legal, seguro e gratuito pelo SUS, estatização de instituições privadas de ensino superior e de grandes empresas que descumpram normas ambientais.

Parte relevante da agenda depende de mudanças federais, decisões municipais ou alterações constitucionais que não estão ao alcance isolado de um governador.

Luan Monteiro: o PCO diz que não faz promessas — e entrega um manifesto nacional

O próprio programa de Luan Monteiro afirma que o PCO não participa das eleições para fazer promessas. O documento é nacional, termina assinado em São Paulo e quase não trata de problemas específicos do Rio. Propõe salário mínimo de R$ 7.500, aumento emergencial de 50% dos salários, cancelamento das dívidas dos trabalhadores, proibição de demissões, fim de todas as privatizações, estatização do sistema financeiro e livre ingresso nas universidades.

Na área institucional, defende dissolver a Polícia Militar, cancelar a concessão da Rede Globo, estatizar grandes empresas de comunicação, extinguir o Supremo Tribunal Federal e eleger juízes e procuradores por voto popular.

Também prevê direito ao armamento para trabalhadores do campo e indígenas e apoio a povos que se levantem “de armas nas mãos”. É um manifesto revolucionário de alcance nacional, não um roteiro de administração estadual.

Garotinho: programas antigos de volta, cashback e obras além do mandato

O plano de Garotinho é o maior da disputa e o mais ligado à memória administrativa do próprio candidato. Garotinho promete retomar, com controles digitais, o Cheque Cidadão, os restaurantes populares, o Café do Trabalhador, a Sopa da Cidadania, o Jovens pela Paz e o Reservistas da Paz.

Na educação, o Geração Fluminense acompanharia alunos da primeira infância ao primeiro emprego, com ensino integral, formação em inteligência artificial, Bolsa-Tech e a meta de elevar o índice educacional do ensino médio para 5,2 até o quarto ano.

Para servidores, o Rio Cashback devolveria em folha até 70% do imposto incidente sobre itens essenciais comprados em estabelecimentos credenciados.

Na segurança, propõe uma Corregedoria-Geral Unificada, uma Cidade da Polícia Militar no atual centro de formação de Sulacap, retomada de territórios, unidades estaduais de segurança máxima e o Presídio Produtivo RJ, com trabalho e qualificação. Na mobilidade, o Aqua Mobile prevê novas ligações por barcas para São Gonçalo, Magé e Ilha do Governador e uma rede lagunar na Barra e em Jacarepaguá, financiada por PPP e receitas comerciais dos chamados “acqua centros”. Para a Linha 3, o texto é mais cauteloso: promete atualizar estudos e modelos, evitando anúncio sem projeto ou recurso.

A proposta mais vistosa é construir 11 “viadutos inteligentes” na Avenida Brasil, com pistas segregadas, ciclovia de quatro metros e o chamado “asfalto de Singapura”. O plano promete reduzir em até 40% o tempo de viagem e em 60% os acidentes, mas não informa a fonte desses percentuais. O cronograma vai a sete anos, três além do mandato em disputa. Outro contraste: em 386 páginas e cerca de 63,6 mil palavras, há apenas uma ocorrência de “R$”, relativa a R$ 53 milhões em investimentos socioeducativos já previstos ou em andamento.

O PDF também tem dez páginas sem texto e uma galeria de referências de sistemas aquaviários de oito cidades.

As perguntas que os candidatos ainda precisam responder

Quem paga a conta?

Nenhum dos nove documentos apresenta orçamento consolidado para o mandato. André Marinho inclui uma tabela de custos da segurança e várias estimativas de projetos; Busnello informa valores em algumas obras.

Nos planos de Douglas e Paes, não aparece valor em reais. O programa de Garotinho diz que custos e cronogramas serão formalizados no PPA, na LDO e na LOA; sua única ocorrência de “R$” se refere a investimento socioeducativo já previsto ou em andamento, não ao preço das novas vitrines do plano.

Nas candidaturas à esquerda, a fonte costuma ser descrita como taxação de grandes fortunas, revisão de isenções, suspensão da dívida ou reestatização, sem simulação de arrecadação e despesa para cada entrega.

O que depende de Brasília — ou das prefeituras?

Descriminalizar drogas, mudar legislação trabalhista, fixar salário mínimo nacional, extinguir o STF, cancelar concessões federais, alterar o regime constitucional das polícias ou mexer em ônibus municipais não são decisões que um governador tome sozinho.

Os planos variam muito na honestidade com que reconhecem essa limitação: alguns escrevem que irão atuar no Congresso ou celebrar convênios; outros apresentam a mudança como promessa direta.

Qual é a linha de base da promessa?

Paes promete reduzir significativamente a violência no primeiro ano, mas não fixa percentual. Juliete promete erradicar o analfabetismo em um ano e cortar tarifas pela metade em janeiro de 2027. William prevê 30 CIEPs integrais no primeiro ano. Garotinho apresenta metas educacionais e de mobilidade, mas não referencia a origem de percentuais como a redução de 60% nos acidentes da Avenida Brasil.

Sem linha de base, custo e órgão responsável, prazo pode virar apenas recurso de campanha.

O que cabe em quatro anos?

Algumas promessas atravessam o calendário eleitoral. Busnello projeta a transformação das comunidades em bairros formais ao longo de dez anos. Garotinho divide os 11 viadutos da Avenida Brasil em etapas que chegam ao sétimo ano.

Planos plurianuais podem ultrapassar um mandato, mas precisam indicar o que será contratado, financiado e entregue até dezembro de 2030 — e o que dependerá do sucessor.

Como tirar a Linha 3 do papel?

A ligação metroviária para Niterói e São Gonçalo é uma das raras convergências.

André Marinho apoia a expansão; Busnello descreve implantação em duas fases; Douglas promete captar recursos; Paes fala em iniciar obras até o fim do mandato; William inclui Itaboraí na rede de longo prazo; Juliete promete chegada a Niterói e São Gonçalo; Garotinho promete atualizar estudos e modelos, evitando anúncio sem projeto ou recurso.

A repetição da obra em sete programas expõe tanto sua popularidade quanto o risco de reciclagem de uma promessa histórica sem engenharia financeira fechada.

O que os nove planos têm em comum

Apesar das diferenças ideológicas, quase todos prometem integrar bases de dados, interiorizar saúde e educação, ampliar o ensino técnico, recuperar trens e rodovias e enfrentar o poder econômico do crime. Há também consenso sobre a necessidade de reduzir indicações políticas na segurança e fortalecer algum tipo de gestão por metas.

A divergência aparece quando se pergunta quem executa, quem financia e quanto controle o Estado deve exercer.

A campanha de 2026 oferece ao eleitor fluminense uma escolha de modelo, não apenas de gerente.

Entre monotrilhos, tarifa zero, desestatizações, reestatizações, ocupações territoriais e desmilitarização, o próximo passo da apuração é cobrar planilhas, marcos legais e cronogramas. Sem isso, até o programa mais comprido pode caber na categoria das promessas que o próprio texto ainda precisa confirmar.

Metodologia e fontes

A análise compara nove PDFs fornecidos à apuração e a lista oficial de nove candidaturas do Rio de Janeiro. Todas as propostas e cifras de campanha são atribuídas aos respectivos programas; não foram tratadas como fatos consumados. A consulta ao DivulgaCand e ao Portal de Dados Abertos do TSE ocorreu em 20 de agosto de 2026. Como registros e anexos podem ser atualizados, a situação documental deve ser revista imediatamente antes da publicação.

DivulgaCandContas/TSE: consulta de candidaturas e arquivos

Portal de Dados Abertos do TSE: propostas de governo – RJ – 2026

Documentos analisados: programas de André Marinho, Coronel Busnello, Cyro Garcia, Douglas Ruas, Eduardo Paes, Garotinho, Juliete, Luan Monteiro e William Siri.

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Couto reduz o ritmo no Guanabara, mas Casa Civil sustenta onda de nomeações no governo do estado

08/10/2026 08:48

PF faz operação contra corrupção e lavagem de dinheiro no ramo imobiliário e na construção civil; magistrado é um dos alvos

08/10/2026 08:03

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Política

Couto reduz o ritmo no Guanabara, mas Casa Civil sustenta onda de nomeações no governo do estado

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Redação

08/10/2026 08:48

O governador em exercício Ricardo Couto teve uma participação discreta nas movimentações de pessoal publicadas no Diário Oficial desta quinta-feira (08). A maior parte das mudanças ficou a cargo da Casa Civil, que manteve a sequência de semanas em que as nomeações superam as exonerações no governo do estado.

Enquanto Couto se limitou a duas designações pontuais e ao encerramento de uma substituição na área de desenvolvimento e engenharia, a Secretaria da Casa Civil concentrou as principais movimentações do dia, com novas nomeações e exonerações em diferentes setores da administração.

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Ao todo, foram publicadas nove nomeações e seis exonerações, além de designações para comissões e cessações de substituição. As mudanças alcançaram áreas como Educação, Cidades, Habitação, Fazenda, Detran e Fundação Santa Cabrini.

Embora o volume de atos não represente uma reformulação expressiva na estrutura do governo, o resultado mantém uma tendência observada nas últimas semanas: o número de novos ocupantes de cargos comissionados segue acima do total de desligamentos.

COM FÁBIO MARTINS. 

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Rio

PF faz operação contra corrupção e lavagem de dinheiro no ramo imobiliário e na construção civil; magistrado é um dos alvos

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Redação

08/10/2026 08:03

A Polícia Federal (PF) está nas ruas com a operação “Em nome do pai”, na manhã desta quinta-feira (8),  em busca de informações e provas sobre  possível favorecimento a empresas do ramo imobiliário e de construção civil por meio de decisões judiciais. Os policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão em endereços no bairro de Icaraí, em Niterói. A ordem foi expedida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Um dos alvos é o desembargador Alexandre Eduardo Scisinio, e a investigação remonta à época em que ele era juiz titular de uma vara de 1ª instância em Niterói. Scisinio foi promovido a desembargador em 2021.

A investigação começou a partir de dados enviados pela corregedoria do próprio Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJRJ), após conclusão de procedimento administrativo instaurado para apurar a conduta do desembargador. A processo interno concluiu que houve vantagens indevidas repassadas à família do magistrado, por intermédio de imóveis, descontos comerciais excepcionais e pagamentos indiretos.

Em um dos endereços, atribuído a um filho de Scisinio, a PF apreendeu R$ 27 mil em espécie.

Os atos de corrupção investigados ocorreram quando o magistrado ainda exercia suas funções na 1ª instância, mas os atos de lavagem se prolongaram no tempo, permitindo a realização de buscas.

Os fatos, em apuração, podem caracterizar os crimes de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro.

Com informações do g1

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Política

Prefeito de Niterói, Rodrigo Neves reúne lideranças de diferentes partidos para mobilização em prol de Lula e Paes no segundo turno das eleições

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08/10/2026 07:47

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, reuniu, na noite desta quarta-feira (07), lideranças políticas, parlamentares, vereadores, representantes da sociedade civil e militantes de diferentes partidos na sede do PDT, no Centro da cidade, para organizar a mobilização do segundo turno das eleições.

A plenária foi realizada em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à eleição de Eduardo Paes (PSD) para o governo do estado do Rio. 

Ao lado da primeira-dama e deputada estadual eleita Fernanda Neves (PDT), Rodrigo destacou o resultado expressivo alcançado por Lula e Paes em Niterói no primeiro turno, com maioria dos votos em praticamente todos os bairros da cidade.

“Niterói deu uma demonstração muito importante nas urnas, com vitórias de Lula e Eduardo Paes. Agora, vamos trabalhar de maneira estratégica para ampliar essa votação, avançar também para virar a eleição em São Gonçalo e fortalecer essa mobilização em toda a região”, afirmou o prefeito.

A plenária marcou a união de uma frente ampla de partidos em torno das duas candidaturas, reunindo representantes do PDT, PT, PV, PSD, PSB, PCdoB, PSOL, MDB e Solidariedade.

Entre as lideranças presentes estavam a deputada estadual Verônica Lima, o deputado estadual Flávio Serafini, o ex-deputado e presidente do PSD em Niterói, Felipe Peixoto, a vice-prefeita Isabel Swan, o deputado estadual Vitor Júnior, o ex-presidente da Câmara de Niterói Paulo Bagueira, o presidente estadual do PSB, Comte Bittencourt, e o atual presidente da Câmara, Milton Cal.

O objetivo da plenária é consolidar e ampliar o desempenho de Lula e Paes em Niterói e fortalecer a campanha em São Gonçalo e nos demais municípios da região.

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Política

Prefeitura do Rio sanciona lei que garante meia-entrada cultural e esportiva para servidores do Degase

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Redação

08/10/2026 07:24

Agora é oficial. Agentes do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) foram incluídos na lista de profissionais com direito à meia-entrada em eventos culturais, artísticos, de lazer e esportivos no Rio.  A lei foi sancionada pelo prefeito Eduardo Cavaliere (PSD), publicada no Diário Oficial.

O projeto, de autoria do vereador Fernando Armelau (PL), altera a legislação municipal para incluir os servidores do órgão na mesma regra que já atende os profissionais da rede pública municipal de ensino.

Com a mudança, os agentes do Degase agora pagam metade do valor cobrado no ingresso inteiro para shows, peças de teatro, sessões de cinema, eventos esportivos e demais opções de entretenimento no Rio. Para garantir o desconto, basta apresentar um documento oficial que comprove o vínculo funcional com a instituição no momento da compra ou acesso ao evento.

COM FÁBIO MARTINS. 

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Berenice Seara

O paradoxo de Niterói: cidade consolida voto na esquerda, põe freio na família Jordy e vê nascer uma nova direita

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Berenice Seara

08/10/2026 07:00

As urnas têm dessas coisas. Em Niterói, a eleição de 2026 deixou um desenho especialmente interessante para a direita fluminense. Um político tipicamente cria da terra, Douglas Gomes (PL), e um quase desconhecido para além da Baía de Guanabara, Daniel Marques (PL), saíram gigantes da disputa.

Douglas Gomes foi eleito deputado federal com 80.310 votos e transformou Niterói no grande motor de sua eleição. Só na cidade, foram 46.710 — quase sete vezes a votação de Laís Jordy, a mulher do deputado federal que se elegeu senador Carlos Jordy.

O moço foi o candidato à Câmara dos Deputados mais votado em Niterói. Para se ter uma ideia do tamanho do resultado, Talíria Petrone (PSOL), segunda colocada no município, recebeu 19.813 votos.

Na corrida pela Assembleia Legislativa, outro nome do PL também ganhou tamanho

Daniel Marques foi eleito deputado estadual com 42.768 votos, sendo 25.288 deles em Niterói. Na cidade, ficou atrás apenas de Fernanda Neves (PDT), mulher do prefeito Rodrigo Neves.

Advogado e ex-vereador de Niterói, Daniel Marques também foi secretário municipal de Meio Ambiente. Mas, na direita, o moço é conhecido mesmo é como primo de Daniella Marques, a ex-presidente da Caixa Econômica Federal que coordena a equipe econômica de Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República.

Todos os caminhos levam a 2028

No PL, as urnas eletrõnicas ainda nem foram religadas para o segundo turno, mas já se fala nas eleições de 2028. E, claro, a dupla Douglas Gomes-Daniel Marques já surge no horizonte, singrando as águas da Baía.

Família Jordy leva o Senado

Com o apoio direto de Flávio Bolsonaro — que alçou o homem a todos os seus palanques — Carlos Jordy foi eleito com 3.912.405 votos, 24,56% dos votos válidos, garantindo o segundo lugar na disputa pelo Senado e oito anos de mandato em Brasília. Conquista de gigante.

Mas os problemas dos Jordy começam quando se olha para o restante da família.

Renan Jordy, irmão de Carlos, tentou renovar o mandato de deputado estadual, mas terminou a disputa com 23.033 votos e ficou na suplência do PL.

Laís Jordy, mulher do senador eleito e candidata a deputada federal, recebeu 35.234 votos no estado e amargou a oitava suplência — atrás até de Rebeca Ramagem (a mulher do ex-deputado Alexandre Ramagem que mora nos Estados Unidos, fez campanha à distância e foi representada por uma boneca de papelão).

Em Niterói, berço político da família, Laís Jordy teve modestíssimos 6.555 votos.

Mais que um lugar no plenário

E, por falar em Jordy, o moço ainda está longe da posse como senador. Mas, nos bastidores do PL, já coleciona antipatias. O primeiro colocado na briga, Carlos Portinho, é considerado um gentleman, educadíssimo, humilde e despretensioso. Já o segundo…

Há quem reclame até dos palpites para a formação do (possível, mas ainda não confirmado) governo Douglas Ruas (PL). E olha que muita água ainda há de rolar ao lado dessa barca Rio-Niterói.

Novidade também do outro lado do front

Nem só de direita vive Niterói. Estreante nas urnas, Fernanda Neves, a mulher do prefeito pedetista Rodrigo Neves, recebeu 83.326 votos no estado. Na cidade comandada pelo marido, foram 39.715, a maior votação entre os candidatos a deputado estadual ligados ao município.

Para deputado federal, Talíria Petrone (PSOL) foi a principal referência da esquerda: com 19.813 votos em Niterói e 122.500 no estado, conquistou o terceiro mandato. Logo depois, aparece Vitor Junior (PDT), com 14.784 votos no município, embora tenha ficado na suplência. Nascido em São Gonçalo, mas criado no Fonseca, Marcelo Freixo (PT) recebeu 9.377 votos na cidade e foi eleito; Axel Grael (PDT) teve 7.318 e ficou na suplência. Há ainda o Pastor Henrique Vieira (PSOL), reeleito com 6.185 votos nas terras de Araribóia.

Para a Alerj, foram reeleitos Verônica Lima (PT), com 21.724 votos; Flávio Serafini (PSOL), com 19.672; Renata Souza (PSOL), com 6.600 votos; e Elika Takimoto (PT), com 5.555.

As exceções que começam a minar a regra

Não é à toa que Niterói é considerada um enclave de esquerda e centro-esquerda. Mas a cidade que há anos elege prefeitos do PT ou do PDT, que é considerada um berço do PSOL, e que tem uma política jovem e universitária de vanguarda, vem aos poucos consolidando nomes da direita — e com grande expressão.

Ainda não dá para chamar de guinada. Mas vale a pena acompanhar com atenção.

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Rio

Aena assume gestão do Galeão até 2039 após operação de R$ 2,9 bilhões

Foto de Redação
Redação

07/10/2026 19:45

A Aena assumiu nesta quarta-feira (7) a gestão do Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, o Galeão, na Zona Norte do Rio. A empresa espanhola venceu o leilão de venda assistida do terminal, realizado em março, com uma proposta de R$ 2,9 bilhões, e ficará responsável pela administração do aeroporto até 2039.

A mudança foi oficializada com a assinatura do contrato de compra e venda das ações do Galeão. Com a operação, a Aena passa a administrar 18 aeroportos no Brasil, com um fluxo superior a 63 milhões de passageiros por ano. No mundo, o grupo opera 81 aeroportos em cinco países.

Novo momento para o Galeão

Segundo a empresa, a entrada no Galeão amplia as possibilidades de crescimento do aeroporto e permite uma maior integração com outros terminais administrados pela Aena, especialmente o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

A companhia também afirma que pretende trabalhar para ampliar as conexões nacionais e internacionais do Galeão e consolidar o terminal como um hub internacional.

“O Galeão é um aeroporto fundamental para a conectividade do país e, portanto, crítico para o Rio de Janeiro e para o Brasil, com potencial para ampliar suas conexões nacionais e internacionais”, afirmou o presidente e CEO da Aena, Maurici Lucena.

Prioridades da nova gestão

A Aena informou que a administração do aeroporto terá como prioridades a melhoria da eficiência operacional, a experiência dos passageiros, o fortalecimento do transporte de cargas e a geração de valor para o Rio de Janeiro.

A empresa informou ainda que fará uma coletiva de imprensa na próxima semana para apresentar os planos para o Galeão e detalhar as próximas ações no terminal.

Com a mudança, a Infraero deixa de integrar o quadro acionário do Galeão. A operação encerra o processo de venda assistida iniciado após a reestruturação da concessão do aeroporto.

A concessão do Galeão está prevista para seguir até maio de 2039.

Com informações da CBN

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Jogo Rápido

OAB comemora sanção de lei para coibir golpes do falso advogado no Rio

Foto de João Arruda
João Arruda

07/10/2026 18:38

A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ), Ana Tereza Basilio, comemorou a sanção da lei que cria uma política estadual específica contra o golpe do falso advogado e fraudes eletrônicas em processos judiciais.

“Essa lei, que foi por iniciativa da OAB-RJ, foi a conquista mais importante para o combate ao falso advogado no estado do Rio de Janeiro, porque o estado precisava mesmo entrar para informar e enfrentar esse golpe que já causou danos a milhares de vítimas”, disse a presidente.

Ana Tereza informou que, desde 2025, a OAB-RJ já recebeu mais de três mil denúncias relacionadas ao golpe do falso advogado.

A lei 11.334/26, aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), foi sancionada pelo Governo do Estado e publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (7). Ela cria a Política Estadual de Prevenção e Combate a Fraudes Processuais Eletrônicas e ao Golpe do Falso Advogado e prevê campanhas educativas para orientar a população sobre como identificar contatos falsos, reconhecer comunicações oficiais e verificar a autenticidade de advogados.

O Poder Executivo também poderá firmar convênios com o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), a OAB-RJ, a Defensoria Pública e instituições financeiras pra fazer verificação de identidade em comunicações eletrônicas relacionadas a processos, adotar mecanismos de alerta e denúncia rápida e possibilitar o bloqueio preventivo de valores, mediante ordem judicial, em casos comprovados de fraude digital.

A OAB-RJ também intensificou as campanhas de conscientização dirigidas diretamente à população. Uma das ações mais recentes ocorreu na estação Carioca do MetrôRio, onde está sendo exibido um outdoor de 15 metros de altura por 7,6 metros de largura, com uma mensagem de alerta: “Número diferente? Pediu dinheiro? Desconfie! Ligue para o seu advogado”.

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Política

De olho na saída: um dia após as eleições, Couto se coloca à disposição de Ruas e Paes para passar informações sobre o cargo

Foto de João Pedro Lima
João Pedro Lima

07/10/2026 18:26

No dia seguinte ao primeiro turno das eleições, o governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, se colocou à disposição dos candidatos Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) todas as informações sobre a atual gestão.

A iniciativa foi divulgada pelo próprio governo do estado, em nota fixada no site oficial. Segundo o texto, desde a última segunda-feira (05) Couto disponibilizou aos dois candidatos informações referentes à administração estadual, incluindo dados, relatórios e outros documentos.

Segundo o governador em exercício, o material foi organizado de forma a permitir que o futuro gestor tenha conhecimento da situação do Estado.

Eleições ainda não foram definidas

A definição da eleição para o governo do estado ainda depende da Justiça Eleitoral, que analisa a situação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos).

No comunicado, o governo afirma que Couto colocou informações da atual gestão à disposição de Ruas e Paes, mas não cita uma transição formal.

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A nota do governo do estado está fixada no site oficial — Foto: Reprodução
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Política

Waguinho, ex-prefeito de Belford Roxo, ganha ‘cargo de consolação’ com salário de R$ 28 mil

Foto de João Arruda
João Arruda

07/10/2026 17:27

O ex-prefeito de Belford Roxo, Waguinho (Republicanos), não vai ficar na chuva. Ele ganhou um cargo na PortosRio. Terá salário de R$ 28 mil mensais na estatal federal que cuida de portos no estado do Rio. O político da Baixada vai assumir o cargo de assessor de Relações Institucionais. O curioso é que ele vai ocupar o lugar de Fabiane dos Santos Carneiro, sua irmã. Tanto a nomeação quanto a exoneração foram assinadas ontem pelo presidente da companhia, Flávio Vieira da Silva.

Waguinho, que disputou vaga no Senado e ficou em nono lugar, foi um aliado importante da campanha do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) em 2022. Nestas eleições seu desempenho não foi bom. Sua mulher, a deputada federal Daniela do Waguinho (Republicanos), teve 8.809 votos em sua campanha de releição para a Câmara dos Deputados e não conseguiu se reeleger.

As eleições deste ano mostraram uma derrota de Waguinho para seu ex-aliado e vice-prefeito de Belford Roxo, Marcio Canella (União). O agora desafeto concorreu a uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e foi eleito deputado estadual com 197.178 votos. O prêmio de consolação para o ex-prefeito foi eleger também seu candidato à Alerj, Leandro do Waguinho, teve 49.013 votos. Mas, sinal dos tempos, apenas 6.131 dos eleitores que escolheram Leandro votaram em Belford Roxo.

Com informações de Gustavo Silva, do portal Amado Mundo

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Política

Conselho Fiscal rejeita contas do Rioprevidência e aponta problemas em investimentos no Banco Master

Foto de Redação
Redação

07/10/2026 17:18

O Conselho Fiscal do Rioprevidência (Confis) rejeitou as contas da autarquia referentes ao exercício de 2025 depois de identificar problemas na contabilização de investimentos relacionados ao Banco Master.

Segundo o parecer do colegiado, a situação dos ativos após a liquidação do banco não teria sido refletida de forma adequada no balanço do fundo.

Rejeição inédita das contas

Entre os principais motivos para a primeira rejeição feita pelo Confis está a exposição do Rioprevidência ao conglomerado Master, que chegou a cerca de R$ 2,6 bilhões, considerando diferentes investimentos vinculados ao grupo.

O parecer aponta que as perdas esperadas com os ativos não foram reconhecidas de forma suficiente nas demonstrações contábeis de 2025. Na avaliação dos conselheiros, o problema poderia fazer com que o patrimônio da autarquia aparecesse maior do que o valor efetivamente recuperável dos investimentos.

Receitas financeiras

Outro ponto citado é o resultado financeiro registrado pelo Rioprevidência ao longo de 2025. No Plano Previdenciário, foram contabilizados R$ 826,17 milhões em receitas financeiras, incluindo valores relacionados a investimentos em letras financeiras emitidas pelo Banco Master.

O Conselho Fiscal questionou a manutenção desses registros diante da deterioração da situação financeira do banco e da posterior liquidação extrajudicial determinada pelo Banco Central.

O Banco Master foi liquidado extrajudicialmente em novembro de 2025. Antes disso, o Rioprevidência já havia realizado investimentos em letras financeiras da instituição. Em documento oficial de 2023, a autarquia havia credenciado o banco para operações de investimento.

Com informações do “G1”.

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Militares inativos da PM e dos bombeiros buscam acordo com governo do estado por paridade no pagamento da Gram

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