A iniciativa foi anunciada após o deputado Filippe Poubel (PL) denunciar que uma operação do Detro, realizada no Aeroporto do Galeão na manhã desta terça, estaria retendo veículos de trabalhadores. Delaroli afirmou ainda que vai exigir informações sobre quantos policiais estão cedidos ao departamento e cobrar que esses agentes sejam reintegrados às forças de segurança.
“Por mim, o Detro poderia até acabar e todos os policiais cedidos voltarem para reforçar a tropa de segurança, algo que a gente precisa tanto no estado, e abrir uma CPI para investigar o Detro. Vou mandar um ofício para que eles nos informem quantos policiais militares, policiais civis e guardas municipais estão à disposição do órgão. Eles poderiam estar fazendo a segurança da população, mas estão correndo atrás do trabalhador”, afirmou Delaroli.
Indicação Legislativa pede o fim do Detro
Poubel, por sua vez, avaliou que o uso de agentes de segurança nessas operações pune o trabalhador, que além de multado tem o carro ou a moto apreendidos. Segundo o parlamentar, em muitos casos os veículos são instrumentos de trabalho. Ele lembrou ainda que já apresentou uma Indicação Legislativa, em tramitação na Alerj, que propõe a extinção do Detro.
“Tenho uma Indicação Legislativa para acabar com o Detro de vez. É um departamento que só existe no Rio. Eles perseguem motoristas do transporte alternativo, algo que não fazem com empresas de ônibus, por exemplo, que prestam um serviço precário”, disse Poubel.
‘Órgãos que mais atrapalham a vida das pessoas do que contribuem’
Presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj, o deputado Rodrigo Amorim (União) também defendeu o fim do Detro e lembrou que é signatário da indicação apresentada por Poubel. Segundo ele, as atribuições do órgão deveriam ser assumidas pela Secretaria Estadual de Transportes (Setram) e por agências reguladoras, como a Agetransp.
“Sou autor de emendas ao orçamento para fortalecer a atuação das agências. Precisamos de uma reforma administrativa para extinguir órgãos que mais atrapalham a vida das pessoas do que contribuem para o desenvolvimento do estado”, afirmou Amorim.
Sr. Presidente da ALERJ, ninguém é multado ou tem o seu veículo retido à toa, somos, todos nós, sabedores da máfia do transporte clandestino que age nos aeroportos e na rodoviária Novo Rio, e tenha a certeza que esses policiais cedidos ao DETRO,, estão prestando um grande serviço à população carioca e aos turistas que aqui chegam, esses as maiores vítimas dessa máfia. Sugiro ao Deputado que peça a instalação de uma CPI da máfia do transporte clandestino na cidade do Rio de Janeiro, essa sim seria uma seria uma CPI focada na melhoria e bem estar do povo carioca.
Provavelmente algum Policial ou Guarda a serviço dessa milícia!!!
Motoristas que moram em Niterói, Magé ou outros municípios, distantes do Rio de Janeiro, mais que aqui trabalham, usavam da ” carona ” pra aferir ao menos o dinheirinho do combustível de ida e volta e o que essa milícia faz ??? Para os carros, aprende os mesmos e ainda multam em valores que chegam aos $ 5.000…
FIM DO DETRO SIM !!!
Fico preocupado quando falam que vai acabar com o dentro fico pensando como alguns servidores vão terminar de pagar seu carros dê meio milhão que eu entendo que nem vereador consegue comprar
É muita gente se beneficiando desse desserviço que o Detro presta a população. Muitos oficiais da Polícia se beneficiaram, um deles é o atual CMT geral da PMERJ , entre outros . Uma vergonha. Eles não fiscalizam os ônibus, porque as empresas pagam a eles propina mensal ou semanal.
Rapaz não havia pensado nisso … com que propinas agora eles vão se virar ? Vão virar fiscais de Feira … rende pouco e aliais já existem outros ,” trabalhadores ” lá …
Novo presidente precisando aparecer; vamos fazer uma CPU, acabar com o órgão…mas sem investigar nada realmente! Tudo palhaçada, para dizer que está fqzendo alguma coisa e, de carona, desvia a atenção do “chefe” candidato ao senado…
Louvável a iniciativa do presidente em exercício da Alarrj, em extinguir o dentro que desempenha função concorrente com a Setran e ainda promove desvio de função das forças de segurança, tão carente de efetivo.
Parabéns pela excelente iniciativa.
JÁ ERA PRA SER EXTINTO HÁ MUITO TEMPO.
SÓ QUEM TRABALHA NO TRANSPORTE ALTERNATIVO SABE DAS PERSEGUIÇÕES QUE SOFREM, MESMO ESTANDO TOTALMENTE REGULAMENTADO.
É MUITA HUMILHAÇÃO.
Querem acabar com o Detro,porque atrapalha o negócio irregular deles, esses deputados já passaram da hora de ir embora não fazem nada pra ajudar a própria classe e querem se meter nas dos outros esse
Vc é taxista só pode como diz que um órgão que foi criado por um bandido em parceria com o Jacob barata para reprimir o transporte alternativo que era o grande concorrente dos ônibus super lotado,que se desviou das suas funções apreendendo carro e motos de quem nem estava fazendo transporte de passageiros por estar com documento atrasado
E outra esse Detro na passa de uma máquina de dinheiro para corruptos
Parabéns para os deputados envolvidos no projeto
O detro não fiscaliza empresa de ônibus a transporte Blanco os ônibus são verdadeiros lixos quebram todos os dias vc sai para trabalhar não sabe se chega no trabalho no horário
Está empresa e ema vergonha está funcionando ainda isso e falta de fiscalização
Deveria solicitar a devolução dos policiais que fazem segurança dos deputados e devolver os carros oficiais e cortar as mordomias de vcs andam de ônibus pra ver o que é ser povão kkkkkk
E quem vai fiscalizar as vans que querem andar como se fossem ônibus.
Mas so querem o bonus ônus não.
Tenta entrar um idoso gratuito.
Vans é transporte alternativo e não principal!
Se a vans andar dz maneira certa,vai ter passageiro pros ônibus, que tambem precisa ser fiscalizado,e todos ganham.
O Detro e um órgão que sempre foi usado pelos empresários de ônibus em benefício próprio. E a grande parte dos policiais que está no DETRO e corrupto vao tranferir para cadeia.
Agora acabar com órgão não fai resolve a corrupção.
Praticamente todos órgão público no Brasil ??.está com corrupção. Basta ver câmara estadual, 42 políticos votaram na soltura do Barcerllar. E PASME e ainda deram de graça com está atitude , as eleições de 2026 a maldita esquerda Eduardo Paes.
Brasil em processo civilizatório.
Isto que aconteceu em que o Detro fiscalizando carro de trabalhador se chama desvio de função então é melhor acabar com esse órgão e remanejar incorporando eles a polícia civil ou militar para subir morro e entrar em comunidades !
Este papel de verificar carro particular é competência de polícia civil/militar e DETRAN!
Ficam então fazendo vista grossa para as empresas de ônibus intermunicipal caindo aos pedaços para corre atrás de carro de trabalhador!!!
Esses deputados que querem a extinção do órgão, certamente não fazem parte da panela existente por lá, aí acontece isso. Os órgãos públicos deveriam ser todos com o propósito de ajudar a população e não causar prejuízo. Mas ainda estamos no Brasil, no Rio de Janeiro, então…
A sustentabilidade deixou de ser um assunto complementar e passou a fazer parte das decisões estratégicas da construção civil. Esse foi um dos principais pontos do Café Empresarial, realizado nesta quarta-feira (12), na sede do Sinduscon-Rio. O encontro reuniu representantes do poder público, da Caixa e de empresas do setor para discutir como práticas sustentáveis podem contribuir para a eficiência, a competitividade e a geração de valor.
O evento foi conduzido pelo vice-presidente do Sinduscon-Rio, Vinicius Benevides, que, na abertura, destacou a mudança na forma como o setor enxerga a sustentabilidade. “Se antes o tema estava mais associado a uma visão de futuro, hoje já está presente nas decisões de negócio”, afirmou ele, que também apresentou a experiência da Dimensional Engenharia, onde atua como diretor, com projetos que adotam certificações ambientais como EDGE e Selo Casa Azul, da Caixa.
O Café Empresarial foi conduzido pelo vice-presidente do Sinduscon-Rio, Vinicius Benevides, que destacou a mudança na forma como o setor enxerga a sustentabilidade — Foto: Divulgação
Prefeitura aposta na revitalização da cidade existente
Na sequência, o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Gustavo Guerrante, apresentou as mudanças recentes na legislação urbanística do Rio e os programas voltados à requalificação de áreas que já contam com infraestrutura, transporte e serviços, como Porto Maravilha, Reviver Centro e Praça Onze Maravilha.
A proposta, segundo Guerrante, é aproveitar melhor a cidade que já existe, estimulando a ocupação e a recuperação de regiões estruturadas, em vez de ampliar desnecessariamente a área ocupada. É nesse contexto que o retrofit e a preservação do patrimônio ganham importância e passam a contar com incentivos específicos da Prefeitura.
“Com o Reviver Pro APAC, que, inclusive, foi lançado aqui, no Sinduscon-Rio, a Prefeitura criou um incentivo para tornar a recuperação desses imóveis mais viável. O programa prevê um subsídio por metro quadrado recuperado e, nos projetos de retrofit, um acréscimo de 50% no benefício. A ideia é preservar o patrimônio, recuperar imóveis degradados e trazer esses espaços de volta para a cidade”, explicou o secretário.
Durante a conversa, Vinicius ressaltou que o diálogo entre os setores público e privado é fundamental para que essas políticas sejam construídas de acordo com a realidade do setor e possam se transformar em projetos concretos.
Na prática, sustentabilidade também é eficiência
A programação também trouxe exemplos de empresas que já vêm incorporando esses conceitos à rotina dos negócios, com a participação de Diego Alves, da RJZ Cyrela, Adriana Santos, da Construtora Tenda, e José Marcos, do Sebrae/RJ, que apresentaram experiências e soluções.
Diego Alves, da Cyrela, Adriana Santos, da Tenda, e José Marcos, do Sebrae/RJ, participaram do painel técnico do evento — Foto: Divulgação
Diego mostrou como algumas dessas decisões podem começar ainda na concepção dos empreendimentos, com medidas voltadas à racionalização dos projetos, redução de resíduos e retrabalho, ganho de produtividade e escolha de fornecedores considerando também critérios ambientais.
Já Adriana falou sobre os desafios da habitação popular e mostrou como a sustentabilidade, quando incorporada à estratégia do negócio, pode contribuir para melhorar resultados, eficiência e competitividade. Nesse contexto, apontou também a importância da governança e da previsibilidade para reduzir incertezas no processo construtivo. “A melhor estratégia ambiental é aquela que torna o processo construtivo mais eficiente e responsável. Boa governança reduz incertezas e, na construção, previsibilidade é valor”, afirmou ela.
Na apresentação do Sebrae/RJ, José Marcos trouxe a sustentabilidade para o dia a dia das empresas, mostrando que, para gerar impacto de verdade, é preciso também cuidar da rentabilidade. O consultor chamou atenção para perdas que pesam no resultado, como retrabalho, desperdício de materiais e erros de orçamento, e falou sobre a importância de uma gestão mais estratégica. A ideia é deixar de lado o perfil do “dono executor” e buscar mais eficiência, organização e preparo para as novas demandas do mercado.
Sustentabilidade também chega ao financiamento
Fechando a programação, a Caixa trouxe duas perspectivas complementares sobre a relação entre sustentabilidade, mercado imobiliário e financiamento.
Cláudio Martins e Morenno de Macedo, da Caixa, falaram sobre financiamento verde — Foto: Divulgação
Cláudio Martins, superintendente de Habitação da Caixa no Rio de Janeiro, destacou como a sustentabilidade deixou de ser apenas uma pauta ambiental para ganhar espaço na agenda financeira e estratégica da construção civil e do mercado imobiliário. A partir do papel da Caixa na indução do mercado, mostrou como o crédito imobiliário e a adoção de critérios ESG podem estimular empreendimentos mais resilientes, eficientes e com menor custo operacional. Também chamou atenção para um novo perfil de consumidor, mais atento a aspectos como conforto, economia de recursos e saúde. Nesse cenário, a sustentabilidade passa a ser vista também como um fator de atração de capital, redução de riscos climáticos e valorização dos empreendimentos.
Na sequência, Morenno de Macedo, da área de Finanças Sustentáveis da Caixa, aprofundou a discussão pelo olhar do financiamento e mostrou como a instituição pode atuar na conexão entre capital, políticas públicas e demanda do setor produtivo para ampliar a habitação verde. Nesse processo, a Caixa atua como estruturadora, aproximando recursos nacionais e internacionais, como indutora de mercado, incorporando critérios de sustentabilidade ao financiamento, e como plataforma de escala, transformando projetos sustentáveis em carteiras financiáveis. A proposta é ampliar o acesso ao capital e apoiar projetos capazes de comprovar seu desempenho ambiental, social e econômico.
A mensagem foi de que o financiamento verde precisa avançar de iniciativas pontuais para uma estratégia capaz de ganhar escala e acompanhar os ciclos do mercado imobiliário.
O Café Empresarial foi uma realização do Sinduscon-Rio, com apoio do Sebrae-RJ, Ademi-RJ e Paggo, e reuniu gestores de empresas de diferentes portes e profissionais de diversos segmentos da construção. Acompanhe nossa agenda de eventos e participe dos debates.
O ex-deputado federal Miro Teixeira (PDT), primeiro suplente de Pedro Paulo (PSD) na disputa ao Senado pelo Rio de Janeiro, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 8,69 milhões em 2026. O valor é mais de três vezes superior aos R$ 2,88 milhões informados na eleição de 2022.
A diferença chega a R$ 5,81 milhões. Em quatro anos, o patrimônio declarado por Miro Teixeira cresceu 201,8%.
A maior parte dos bens declarados em 2026 está concentrada em aplicações financeiras. São R$ 5,008 milhões em CDB, R$ 2,54 milhões em renda fixa e outros R$ 372,8 mil em uma aplicação também classificada como renda fixa. Há ainda R$ 300 mil em VGBL.
Em 2022, o patrimônio de R$ 2,88 milhões era formado principalmente por investimentos. Naquele ano, Miro declarou R$ 1,01 milhão no Tesouro Direto e outros R$ 1,01 milhão em aplicação de renda fixa, além de R$ 597,5 mil em CDB. Também constavam um Hyundai Creta avaliado em R$ 105.690 e R$ 77,5 mil em quotas de capital.
A evolução não foi linear. Em 2018, Miro havia declarado apenas R$ 441,8 mil em bens. Já em 2014, o patrimônio informado à Justiça Eleitoral chegava a R$ 4,7 milhões.
Miro Teixeira é suplente de Pedro Paulo, do PSD
Miro Teixeira foi escolhido pelo PDT para ser o primeiro suplente de Pedro Paulo na disputa por uma das duas vagas ao Senado pelo Rio em 2026. A participação do ex-deputado foi oficializada pelo partido no início de agosto, consolidando a presença do PDT na chapa majoritária ligada ao candidato a governador Eduardo Paes (PSD).
Aos 81 anos, Miro acumula 11 mandatos como deputado federal e foi ministro das Comunicações no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2004.
Mais de mil crianças e adolescentes de projetos sociais do Rio de Janeiro terão a oportunidade de assistir a uma sessão exclusiva do musical Wicked nesta quinta-feira (13), na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca. Para muitos dos jovens, será a primeira vez que entrarão em um teatro para acompanhar uma superprodução da Broadway.
A iniciativa reúne participantes de 13 organizações apoiadas pela I LOVE PRIO, plataforma de investimentos sociais, culturais e esportivos da PRIO. Entre as instituições estão o Instituto Reação, Instituto Vini Jr., Favela Brass, CDD Arte e Spetaculu.
Também participarão jovens de projetos que atuam em comunidades como Rocinha, Vidigal, Cidade de Deus e São Carlos.
Além de garantir o acesso à apresentação, a PRIO ficará responsável pelo transporte dos participantes, alimentação e distribuição de camisetas. A ação integra a estratégia de atuação social da companhia, que busca aproximar os jovens atendidos pelos projetos de experiências culturais e ampliar o acesso a novas possibilidades de desenvolvimento.
O musical Wicked é uma adaptação da produção da Broadway que conta a história das bruxas Elphaba e Glinda antes dos acontecimentos de O Mágico de Oz.
O advogado Francisco Eugenio Miranda Morais, segundo suplente do ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos), é o candidato mais rico do Rio de Janeiro nas eleições de 2026 até o momento, segundo os dados de patrimônio declarados à Justiça Eleitoral. Ele informou possuir R$ 91.160.770,15 em bens.
A maior parte do patrimônio declarado pelo candidato está concentrada em cotas ou quinhões de capital, que somam R$ 42.673.188,31. Ele também informou R$ 27.026.667,54 em dinheiro, aplicações e fundos e outros R$ 20.802.590,30 em direitos creditórios.
A declaração inclui ainda R$ 655.324 em ações e R$ 3 mil em joias.
Os dados são atualizados diretamente no sistema e podem sofrer alterações ao longo do período eleitoral, de modo que os valores apresentados refletem a situação registrada até a consulta.
Ligado ao Republicanos, Francisco Eugenio já ocupou cargo na Prefeitura do Rio. Em junho de 2024, foi nomeado chefe de Gabinete, símbolo DAS-10.B, da Secretaria Especial de Inclusão. O Diário Oficial do Município também registrou, no mês seguinte, sua designação para substituir o secretário especial em afastamentos e impedimentos.
Patrimônio do candidato cresceu quase 8.800% desde 2010
Francisco Eugenio já havia disputado uma eleição em 2010, quando concorreu a uma vaga de deputado estadual e terminou como suplente. Naquele ano, declarou à Justiça Eleitoral R$ 1.024.076,12 em bens.
De lá para cá, o patrimônio declarado passou a ser quase 89 vezes maior. A diferença entre as duas declarações é de R$ 90,14 milhões, o equivalente a um crescimento nominal de aproximadamente 8.802%.
Na eleição de 2010, a maior parte dos bens declarados estava relacionada a recursos financeiros. Francisco Eugenio informou R$ 249.800 em dinheiro, R$ 131.600 em crédito mediante título de crédito e R$ 642.676,12 referentes a valor a ser creditado por cessão de direitos da dívida pública da União.
O deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos), ex-prefeito do Rio e candidato ao Senado Federal nas eleições deste ano, declarou possuir um patrimônio de R$ 5 mil.
Na comparação, o patrimônio do parlamentar ficou 124,8 vezes menor em quatro anos.
Apartamento não consta mais em bens declarados
Em 2026, o parlamentar informou possuir apenas um bem: uma aplicação de renda fixa, no valor de R$ 5.084,74.
Já em 2022, Marcelo Crivella declarou um apartamento de quatro quartos e três vagas de garagem, com 233 metros quadrados, localizado na Península, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio.
O imóvel foi declarado pelo valor de R$ 634.795, já quitado, incluindo R$ 602.145 referentes ao apartamento e R$ 32.650 em ITBI e laudêmio.
Crivella foi prefeito do Rio de Janeiro entre 2017 e 2020 e, desde 2023, ocupa uma cadeira na Câmara dos Deputados. Antes disso, foi senador pelo estado entre 2003 e 2016.
Bens declarados por Marcelo Crivella (Republicanos) em 2026 — Foto: Reprodução/Divulgacand
Bens declarados por Marcelo Crivella (Republicanos) em 2022 — Foto: Reprodução/Divulgacand
Passageiros que se deslocam em direção a Deodoro, na Zona Oeste, pelo corredor Transolímpica do BRT enfrentam retenção na altura da estação Ventura, em Jacarepaguá, próximo a Curicica, por causa de um capotamento de um carro no local. Um usuário do X publicou uma imagem onde é possível ver que o veículo é da Polícia Civil. De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, a calha do BRT está interditada naquele trecho devido ao acidente. Por isso, o trânsito é desviado para a pista de rolamento. As retenções vão desde a altura da estação Minha Praia. O sentido Recreio da via segue com o fluxo normal.
A MOBI-Rio informa que os intervalos das linhas 51 (Recreio x Deodoro), 52 (Alvorada x Deodoro) e 53 (Alvorada x Sulacap) estão irregulares. Os embarques e desembarques na estação Ventura, sentido Deodoro, estão temporariamente interrompidos.
O corpo de bombeiros informou que uma mulher encontra-se ferida e recebe atendimento. Não há informações sobre a identidade da vítima e os detalhes do veículo. Além disso, equipes da concessionária do BRT e agentes da Polícia Civil estão no local.
Por volta das 19 horas, a MOBI-Rio informou que o veículo foi retirado e a pista liberada para passagem dos ônibus.
Depois de questionar o patrimônio de Eduardo Paes durante o debate da Band, o candidato do Republicanos ao governo do Rio, Anthony Garotinho, declarou à Justiça Eleitoral R$ 167.585,05 em bens na eleição de 2026. O valor é ainda menor que os R$ 189 mil informados pelo ex-prefeito e candidato do PSD.
Em 2024, quando disputou a eleição municipal, ele havia informado R$ 196.174,20. Em dois anos, portanto, o valor caiu R$ 28.589,15, uma redução de 14,6%.
Garotinho tem explicações para o seu patrimônio ser pequeno.
“Moro na mesma casa em que nasci e herdei de meu pai. Não tenho dois filhos estudando em Nova York, como Paes. Os meus filhos, todos, trabalham e não me dão despesas. Gastei em minha vida inteira, o dinheiro que ganhei educando meus dez filhos. E não recebo, nem a minha esposa, a aposentadoria de governador porque fui o autor da primeira lei no Brasil que acabou com a aposentadoria vitalícia para governadores. O que ganho atualmente é fruto de meu trabalho como publicitário e o aluguel do meu estúdio de podcast, que mal dá para cobrir as despesas. Peço ajuda, inclusive, na vaquinha da minha campanha”, disse Garotinho.
O patrimônio declarado pelo candidato do Republicanos vem diminuindo ao longo das últimas eleições. Em 2014, o ex-governador informou R$ 303.538,65 em bens. Em 2018, o valor caiu para R$ 205.174,20. Em 2022, ele não declarou bens. Já em 2024, voltou a declarar patrimônio, de R$ 196.174,20, valor que caiu novamente em 2026, para R$ 167.585,05.
Em 2026, o patrimônio declarado é 44,8% menor que o registrado em 2014, quando atingiu o maior valor da série apresentada.
Entre os bens informados neste ano estão um imóvel de R$ 45 mil, um terreno de R$ 2 mil, um empréstimo concedido de R$ 33.174,20 e cinco registros na categoria “outros bens e direitos”, que somam cerca de R$ 87,4 mil.
O governo do estado do Rio de Janeiro lançará, entre os dias 25 e 26 de agosto, no auditório do Instituto de Segurança Pública (ISP), o Laboratório de Inovação em Inteligência Pública Estratégica (LIIPE-RJ). A iniciativa permanente é vinculada ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI-RJ) e tem o propósito de reunir especialistas de diferentes áreas na formulação de políticas públicas baseadas em dados e análises qualificadas.
Inspirado em modelos internacionais de inovação governamental, como o MIT Gov/Lab, dos Estados Unidos, o laboratório adotará a metodologia da Hélice Quádrupla, reunindo representantes do poder público, universidades, iniciativa privada e sociedade civil em um processo estruturado de escuta e construção de propostas.
O primeiro ciclo do LIIPE-RJ prevê dez oficinas temáticas para mapear desafios e oportunidades em áreas estratégicas do Estado. A oficina inaugural será dedicada à segurança pública e discutirá temas como combate ao crime organizado, ADPF das Favelas, retomada territorial e enfrentamento ao financiamento de facções e milícias.
Ao final do ciclo, será elaborado um macrodiagnóstico com a identificação do que funciona, do que precisa ser aperfeiçoado e das prioridades para subsidiar políticas públicas de longo prazo, com foco na continuidade das ações de Estado.
A mansão fica na Rua Emile Zola, na Gávea, Zona Sul do Rio, em um condomínio fechado aos pés do Maciço da Tijuca, e está anunciada por R$ 3,5 milhões.
Pitanguy também formou gerações de cirurgiões em sua clínica, fundada em 1963, na Rua Dona Mariana, em Botafogo, onde trabalhou até 2014. O casarão que abrigou a clínica foi posteriormente vendido à antiga incorporadora Bait, atual Gafisa, e incorporado a um empreendimento residencial.
Considerado um dos principais nomes da cirurgia plástica no mundo, Ivo Pitanguy ajudou a consolidar o Brasil como referência internacional na especialidade.
Médico, professor e escritor, Pitanguy foi membro da Academia Nacional de Medicina e da Academia Brasileira de Letras. Ele morreu em 2016, aos 93 anos.
Mansão projetada
Projetada pelo arquiteto Sérgio Bernardes, a residência ocupa um terreno de 6.400 m² cercado pela Mata Atlântica e tem 1.503 m² de área construída.
O projeto foi pensado para integrar os ambientes à natureza, aproveitando a localização da propriedade entre a mata e as áreas externas.
A casa tem seis quartos, sendo três suítes. A principal conta com walk-in closet e mezanino. O imóvel também reúne um salão dividido em quatro ambientes, lareira, varanda, escritório, sala de TV e adega.
Na área externa, a propriedade tem piscina aquecida com cascata, sauna e uma quadra de tênis de aproximadamente 500 m². A garagem coberta tem capacidade para até oito carros.
A residência é uma das obras de Sérgio Bernardes, um dos nomes de destaque da segunda geração do modernismo brasileiro. Conhecido pela experimentação com estruturas metálicas e por projetos que valorizavam a relação com o ambiente, o arquiteto foi responsável por obras como o Pavilhão de São Cristóvão e os antigos postos de salvamento das praias do Rio.
Segundo maior colégio eleitoral do estado, São Gonçalo virou palco de tensões envolvendo a disputa nas urnas em outubro. A mais recente delas colocou, em lados opostos, duas figuras políticas conhecidas da cidade que costumavam estar sempre aliadas: o prefeito do município, Capitão Nelson (PL), e o ex-vereador Maciel.
A treta ficou acalorada nesta semana, após o prefeito exonerar uma série de servidores de diferentes cargos, indicados pelo grupo político do ex-vereador. Maciel alega que a medida foi uma retaliação de Capitão Nelson, por causa de divergências entre os dois na disputa eleitoral para a Assembleia Legislativa (Alerj).
Maciel escolheu apoiar irmão em vez de Nelsinho Ruas
A “treta” teria começado quando o irmão de Maciel, o vereador Alcemir Maciel (Avante), lançou candidatura própria a deputado estadual. Alcemir sempre esteve ligado ao grupo político do Capitão, mas sua candidatura contrariou interesses da ala governista em São Gonçalo, que priorizou outros nomes na disputa para a Alerj.
O principal candidato a deputado entre os políticos do grupo do prefeito é Nelsinho Ruas (PL), vereador do município, filho de Capitão Nelson e irmão do candidato a governador Douglas Ruas (PL).
Mesmo ligado ao grupo de Nelson, Maciel não quis apoiar Nelsinho e preferiu lançar a candidatura do irmão, Alcemir. Agora, o ex-vereador alega estar sofrendo relações pela escolha.
Ex-vereador alega ter recebido propostas de Douglas Ruas para apoiar Nelsinho
Em vídeo publicado nas redes sociais, Maciel afirmou que sofreu pressões e recebeu propostas de integrantes do governo — incluindo do próprio Douglas Ruas — para retirar o apoio ao irmão em favor de Nelsinho Ruas.
“O [candidato a] governador Douglas Ruas me fez várias propostas para não ajudar o meu irmão e apoiar o irmão dele. Ele fez algumas propostas para alguns vereadores”, alega Maciel.
Segundo o ex-vereador, foi só após negar o apoio a Nelsinho que as demissões em massa aconteceram. Ele alega que boa parte de seus indicados foi afetada — incluindo a maioria dos servidores em um posto de saúde no Jardim Catarina, maior bairro, em extensão territorial, de São Gonçalo.
Em postagem, político de São Gonçalo promete expor ‘acordos’
Na postagem, Maciel subiu o tom e prometeu uma série de vídeos expondo as investidas de Douglas Ruas e outros “segredos” que supostamente sabe envolvendo a gestão de Capitão Nelson.
“Se você se sentir ofendido, vá ao Ministério Público, porque eu tenho todos os prints, todas as conversas, todos os acordos que você fez comigo, me oferecendo mundos e fundos para ajudar o seu irmão, como você fez com outros vereadores também”, ameaçou Maciel.
Além da questão eleitoral, o ex-vereador afirmou que detém informações sobre contratos da administração municipal e ameaçou expor detalhes de acordos firmados no passado. Maciel e Capitão Nelson foram vereadores no mesmo período em São Gonçalo e, antes da carreira política, atuaram como policiais militares no município.
Até esta quarta (12), Capitão Nelson e Douglas Ruas ainda não haviam comentado as postagens do ex-vereador.
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Sr. Presidente da ALERJ, ninguém é multado ou tem o seu veículo retido à toa, somos, todos nós, sabedores da máfia do transporte clandestino que age nos aeroportos e na rodoviária Novo Rio, e tenha a certeza que esses policiais cedidos ao DETRO,, estão prestando um grande serviço à população carioca e aos turistas que aqui chegam, esses as maiores vítimas dessa máfia. Sugiro ao Deputado que peça a instalação de uma CPI da máfia do transporte clandestino na cidade do Rio de Janeiro, essa sim seria uma seria uma CPI focada na melhoria e bem estar do povo carioca.
Servidor do detro detectado, tem que acabar sim, um órgão de só serve dar mais gastos ao estado e atrasar a vida do trabalhador.
Não vão abrir CPI pra investigar máfia pq vão atingir os protegidos deles que tem conchavo com milicianos e traficantes.
Provavelmente algum Policial ou Guarda a serviço dessa milícia!!!
Motoristas que moram em Niterói, Magé ou outros municípios, distantes do Rio de Janeiro, mais que aqui trabalham, usavam da ” carona ” pra aferir ao menos o dinheirinho do combustível de ida e volta e o que essa milícia faz ??? Para os carros, aprende os mesmos e ainda multam em valores que chegam aos $ 5.000…
FIM DO DETRO SIM !!!
Fico preocupado quando falam que vai acabar com o dentro fico pensando como alguns servidores vão terminar de pagar seu carros dê meio milhão que eu entendo que nem vereador consegue comprar
É muita gente se beneficiando desse desserviço que o Detro presta a população. Muitos oficiais da Polícia se beneficiaram, um deles é o atual CMT geral da PMERJ , entre outros . Uma vergonha. Eles não fiscalizam os ônibus, porque as empresas pagam a eles propina mensal ou semanal.
Rapaz não havia pensado nisso … com que propinas agora eles vão se virar ? Vão virar fiscais de Feira … rende pouco e aliais já existem outros ,” trabalhadores ” lá …
Armar A guarda municipal seria mais tragédia.
A Milícia legislativa não quer fiscalização da bandalha. Só tem picareta,…
Novo presidente precisando aparecer; vamos fazer uma CPU, acabar com o órgão…mas sem investigar nada realmente! Tudo palhaçada, para dizer que está fqzendo alguma coisa e, de carona, desvia a atenção do “chefe” candidato ao senado…
Louvável a iniciativa do presidente em exercício da Alarrj, em extinguir o dentro que desempenha função concorrente com a Setran e ainda promove desvio de função das forças de segurança, tão carente de efetivo.
Parabéns pela excelente iniciativa.
JÁ ERA PRA SER EXTINTO HÁ MUITO TEMPO.
SÓ QUEM TRABALHA NO TRANSPORTE ALTERNATIVO SABE DAS PERSEGUIÇÕES QUE SOFREM, MESMO ESTANDO TOTALMENTE REGULAMENTADO.
É MUITA HUMILHAÇÃO.
Querem acabar com o Detro,porque atrapalha o negócio irregular deles, esses deputados já passaram da hora de ir embora não fazem nada pra ajudar a própria classe e querem se meter nas dos outros esse
Vc é taxista só pode como diz que um órgão que foi criado por um bandido em parceria com o Jacob barata para reprimir o transporte alternativo que era o grande concorrente dos ônibus super lotado,que se desviou das suas funções apreendendo carro e motos de quem nem estava fazendo transporte de passageiros por estar com documento atrasado
E outra esse Detro na passa de uma máquina de dinheiro para corruptos
Parabéns para os deputados envolvidos no projeto
O detro não fiscaliza empresa de ônibus a transporte Blanco os ônibus são verdadeiros lixos quebram todos os dias vc sai para trabalhar não sabe se chega no trabalho no horário
Está empresa e ema vergonha está funcionando ainda isso e falta de fiscalização
Deveria solicitar a devolução dos policiais que fazem segurança dos deputados e devolver os carros oficiais e cortar as mordomias de vcs andam de ônibus pra ver o que é ser povão kkkkkk
Apoiado
Show de bola deputado essa Detro só veio para prejudica o trabalhador
E quem vai fiscalizar as vans que querem andar como se fossem ônibus.
Mas so querem o bonus ônus não.
Tenta entrar um idoso gratuito.
Vans é transporte alternativo e não principal!
Se a vans andar dz maneira certa,vai ter passageiro pros ônibus, que tambem precisa ser fiscalizado,e todos ganham.
O Detro e um órgão que sempre foi usado pelos empresários de ônibus em benefício próprio. E a grande parte dos policiais que está no DETRO e corrupto vao tranferir para cadeia.
Agora acabar com órgão não fai resolve a corrupção.
Praticamente todos órgão público no Brasil ??.está com corrupção. Basta ver câmara estadual, 42 políticos votaram na soltura do Barcerllar. E PASME e ainda deram de graça com está atitude , as eleições de 2026 a maldita esquerda Eduardo Paes.
Brasil em processo civilizatório.
Isto que aconteceu em que o Detro fiscalizando carro de trabalhador se chama desvio de função então é melhor acabar com esse órgão e remanejar incorporando eles a polícia civil ou militar para subir morro e entrar em comunidades !
Este papel de verificar carro particular é competência de polícia civil/militar e DETRAN!
Ficam então fazendo vista grossa para as empresas de ônibus intermunicipal caindo aos pedaços para corre atrás de carro de trabalhador!!!
Esses deputados que querem a extinção do órgão, certamente não fazem parte da panela existente por lá, aí acontece isso. Os órgãos públicos deveriam ser todos com o propósito de ajudar a população e não causar prejuízo. Mas ainda estamos no Brasil, no Rio de Janeiro, então…