O consórcio Nova Via (ViaMobilidade) foi o único a apresentar proposta no leilão que vai escolher o novo operador dos trens urbanos do Estado do Rio. A abertura dos envelopes ocorreu na tarde desta terça-feira (10), na 6ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça (TJRJ). A estimativa da contratação era de R$ 660 milhões. A empresa ofertou um desconto de 0,06%.
O edital foi elaborado pela Secretaria Estadual de Transporte e Mobilidade (Setram). A empresa vencedora terá permissão inicial de cinco anos para gerir o sistema ferroviário metropolitano. O resultado do leilão será encaminhado ao Juízo Recuperacional, responsável pela homologação do processo. Uma nova audiência foi marcada para o dia 25 de fevereiro, às 14h, para a conclusão da etapa licitatória.
Após a homologação, o vencedor será convocado para a assinatura do contrato e início da operação assistida junto à SuperVia, com duração prevista de 90 dias.
A pior empresa ferroviária de São Paulo vai operar a deteriorada malha ferroviária do Rio. Parece a combinação perfeita para um colapso.
Na viamobilidade existe altíssima rotatividade de funcionários, manutenção precária dos trens, e os trens novos já parecem velhos. A alguns dias o pantógrafo se desprendeu do teto do trem e caiu na plataforma na Linha 8. Que na época da CPTM era uma das melhores linhas.
Sentimos pena dos cariocas, e pela malha ferroviária do Rio.
Pra funcionar bem falta o estado cumprir sua parte, policiar as estações 100 mil pessoas não pagam passagem diariamente e o usuário ter um pouco mais de educacao
sou ex ferroviário na década de 80,precisamente em.1984 transportavamos 1.2 milhões de passageiros por dia no sistema arcaico da RffSA e trens das séries 300 ,400 e 500 o apelidado na época de japonês, hoje em dia em 2026 não se transporta 300 mil passageiros dia com a capacidade de tecnologia que o mundo nos disponibiliza, é um fato para se pensar e repensar, será que o problema está na população ou nos administradores????
Antes da pandemia 600 mil pagante, depois 300 mil e agora nem 100 mil paga porque quem compra a concessão não tem poder de polícia e o estado não cumpre esse papel, então tem alguém por trás dessa concessão,como você compra uma coisa por 5 anos e sabe que vai ter prejuízo com os ……………. e ainda assim quê .
sou ex ferroviário, na década de 80,precisamente em 1984 transportavamos 1.2 milhões de passageiros por dia no sistema arcaico da RffSA em trens das séries 300 ,400 e 500 o apelidado na época de japonês, hoje em dia ,pasmem não se transporta 300 mil passageiros dia com a capacidade de tecnologia que o mundo nos disponibiliza em 2026, é um fato para se pensar e repensar, será que o problema está na população ou nos administradores????
Como podem deixar uma empresa que não consegue gerenciar duas linhas de trens aqui de São Paulo com competência e qualidade concorrer às linhas do Rio de Janeiro ou de qualquer outro lugar. Se não dão conta de duas no mesmo estado imagina se juntar com outro estado;tenho dó dos cariocas
Para a Supervia fazer um bom trabalho, a nova empresa terá que mudar muita coisa, por exemplo evasão de renda(o popular calote) que é muito e praticamente em todas as estações, escadas rolantes e elevadores sempre parado e etc. Sendo usuário de trem espero que a nova empresa consiga superar esses obstáculos, mas que ela terá muito trabalho isso vai.
Eles entram, ganham a concorrência mesmo sabendo dos problemas de evasão de passagem, da insegurança nas vias e das construções irregulares dentro dos seus domínios, depois que já estão dentro começam a reclamar de tudo isso e exigem ressarcimento do governo do estado para equilibrar as contas. Aí eu pergunto, os trens são fornecidos pelo estado, a segurança também, então se o estado ainda tiver que pagar pra equilibrar o prejuízo da operadora dos trens, então pra que dar pra terceiros o controle de um serviço, se quem paga sou eu? Na hora que dá lucro, é da companhia, mas na hora que dá prejuízo, é do estado?
Palhaçada, em São Paulo, eles (via mobilidade)não estão dando conta, de colocar a ferrovia em plena ordem e funcionamento correto, o rio de Janeiro, continuará no caos o serviço de transporte de passageiros pela ferrovia
Apesar do nome, não se trata da empresa do grupo Motiva. A ViaMobilidade, responsável pelas Linhas 8 – Diamante e 9 – Esmeralda de trens metropolitanos de São Paulo, e pela Linha 5 – Lilás de metrô de São Paulo esclareceu em nota que não possui nenhuma relação societária ou operacional com o Consórcio Nova Via Mobilidade, vencedora do leilão para a operação da malha ferroviária da SuperVia (RJ)
Torço para que o próximo governador do estado do Rio de janeiro seja o atual prefeito do Rio de janeiro Eduardo Paes assim como ele está fazendo muitas melhorias no ônibus e brts eu tenho fé em Deus que ele possa melhorar em 1000% a qualidade da malha ferroviária do Rio de janeiro e padronizar todas as estações de trem . Pois ele é muito inteligente .
Infelizmente continuará do mesmo jeito ou pior do que está … Os trens do rio de janeiro vivem o ápice do caos ! Crakudos viajam livremente nos trens, em média 10 camelôs por 5 minutos em cada vagão, estações jogadas a moradores de rua e muitos calotes, estações de comunidade ninguém paga passagem. Assaltos dentro dos trens e atrasos nas linhas … É um verdadeiro inferno sob trilhos, ninguém quer essa carniça. Somente outra carniça como essa empresa de SP .
Pra funcionar bem falta o estado cumprir sua parte, policiar as estações 100 mil pessoas não pagam passagem diariamente e o usuário ter um pouco mais de educacao
A sustentabilidade deixou de ser um assunto complementar e passou a fazer parte das decisões estratégicas da construção civil. Esse foi um dos principais pontos do Café Empresarial, realizado nesta quarta-feira (12), na sede do Sinduscon-Rio. O encontro reuniu representantes do poder público, da Caixa e de empresas do setor para discutir como práticas sustentáveis podem contribuir para a eficiência, a competitividade e a geração de valor.
O evento foi conduzido pelo vice-presidente do Sinduscon-Rio, Vinicius Benevides, que, na abertura, destacou a mudança na forma como o setor enxerga a sustentabilidade. “Se antes o tema estava mais associado a uma visão de futuro, hoje já está presente nas decisões de negócio”, afirmou ele, que também apresentou a experiência da Dimensional Engenharia, onde atua como diretor, com projetos que adotam certificações ambientais como EDGE e Selo Casa Azul, da Caixa.
O Café Empresarial foi conduzido pelo vice-presidente do Sinduscon-Rio, Vinicius Benevides, que destacou a mudança na forma como o setor enxerga a sustentabilidade — Foto: Divulgação
Prefeitura aposta na revitalização da cidade existente
Na sequência, o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Gustavo Guerrante, apresentou as mudanças recentes na legislação urbanística do Rio e os programas voltados à requalificação de áreas que já contam com infraestrutura, transporte e serviços, como Porto Maravilha, Reviver Centro e Praça Onze Maravilha.
A proposta, segundo Guerrante, é aproveitar melhor a cidade que já existe, estimulando a ocupação e a recuperação de regiões estruturadas, em vez de ampliar desnecessariamente a área ocupada. É nesse contexto que o retrofit e a preservação do patrimônio ganham importância e passam a contar com incentivos específicos da Prefeitura.
“Com o Reviver Pro APAC, que, inclusive, foi lançado aqui, no Sinduscon-Rio, a Prefeitura criou um incentivo para tornar a recuperação desses imóveis mais viável. O programa prevê um subsídio por metro quadrado recuperado e, nos projetos de retrofit, um acréscimo de 50% no benefício. A ideia é preservar o patrimônio, recuperar imóveis degradados e trazer esses espaços de volta para a cidade”, explicou o secretário.
Durante a conversa, Vinicius ressaltou que o diálogo entre os setores público e privado é fundamental para que essas políticas sejam construídas de acordo com a realidade do setor e possam se transformar em projetos concretos.
Na prática, sustentabilidade também é eficiência
A programação também trouxe exemplos de empresas que já vêm incorporando esses conceitos à rotina dos negócios, com a participação de Diego Alves, da RJZ Cyrela, Adriana Santos, da Construtora Tenda, e José Marcos, do Sebrae/RJ, que apresentaram experiências e soluções.
Diego Alves, da Cyrela, Adriana Santos, da Tenda, e José Marcos, do Sebrae/RJ, participaram do painel técnico do evento — Foto: Divulgação
Diego mostrou como algumas dessas decisões podem começar ainda na concepção dos empreendimentos, com medidas voltadas à racionalização dos projetos, redução de resíduos e retrabalho, ganho de produtividade e escolha de fornecedores considerando também critérios ambientais.
Já Adriana falou sobre os desafios da habitação popular e mostrou como a sustentabilidade, quando incorporada à estratégia do negócio, pode contribuir para melhorar resultados, eficiência e competitividade. Nesse contexto, apontou também a importância da governança e da previsibilidade para reduzir incertezas no processo construtivo. “A melhor estratégia ambiental é aquela que torna o processo construtivo mais eficiente e responsável. Boa governança reduz incertezas e, na construção, previsibilidade é valor”, afirmou ela.
Na apresentação do Sebrae/RJ, José Marcos trouxe a sustentabilidade para o dia a dia das empresas, mostrando que, para gerar impacto de verdade, é preciso também cuidar da rentabilidade. O consultor chamou atenção para perdas que pesam no resultado, como retrabalho, desperdício de materiais e erros de orçamento, e falou sobre a importância de uma gestão mais estratégica. A ideia é deixar de lado o perfil do “dono executor” e buscar mais eficiência, organização e preparo para as novas demandas do mercado.
Sustentabilidade também chega ao financiamento
Fechando a programação, a Caixa trouxe duas perspectivas complementares sobre a relação entre sustentabilidade, mercado imobiliário e financiamento.
Cláudio Martins e Morenno de Macedo, da Caixa, falaram sobre financiamento verde — Foto: Divulgação
Cláudio Martins, superintendente de Habitação da Caixa no Rio de Janeiro, destacou como a sustentabilidade deixou de ser apenas uma pauta ambiental para ganhar espaço na agenda financeira e estratégica da construção civil e do mercado imobiliário. A partir do papel da Caixa na indução do mercado, mostrou como o crédito imobiliário e a adoção de critérios ESG podem estimular empreendimentos mais resilientes, eficientes e com menor custo operacional. Também chamou atenção para um novo perfil de consumidor, mais atento a aspectos como conforto, economia de recursos e saúde. Nesse cenário, a sustentabilidade passa a ser vista também como um fator de atração de capital, redução de riscos climáticos e valorização dos empreendimentos.
Na sequência, Morenno de Macedo, da área de Finanças Sustentáveis da Caixa, aprofundou a discussão pelo olhar do financiamento e mostrou como a instituição pode atuar na conexão entre capital, políticas públicas e demanda do setor produtivo para ampliar a habitação verde. Nesse processo, a Caixa atua como estruturadora, aproximando recursos nacionais e internacionais, como indutora de mercado, incorporando critérios de sustentabilidade ao financiamento, e como plataforma de escala, transformando projetos sustentáveis em carteiras financiáveis. A proposta é ampliar o acesso ao capital e apoiar projetos capazes de comprovar seu desempenho ambiental, social e econômico.
A mensagem foi de que o financiamento verde precisa avançar de iniciativas pontuais para uma estratégia capaz de ganhar escala e acompanhar os ciclos do mercado imobiliário.
O Café Empresarial foi uma realização do Sinduscon-Rio, com apoio do Sebrae-RJ, Ademi-RJ e Paggo, e reuniu gestores de empresas de diferentes portes e profissionais de diversos segmentos da construção. Acompanhe nossa agenda de eventos e participe dos debates.
O ex-deputado federal Miro Teixeira (PDT), primeiro suplente de Pedro Paulo (PSD) na disputa ao Senado pelo Rio de Janeiro, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 8,69 milhões em 2026. O valor é mais de três vezes superior aos R$ 2,88 milhões informados na eleição de 2022.
A diferença chega a R$ 5,81 milhões. Em quatro anos, o patrimônio declarado por Miro Teixeira cresceu 201,8%.
A maior parte dos bens declarados em 2026 está concentrada em aplicações financeiras. São R$ 5,008 milhões em CDB, R$ 2,54 milhões em renda fixa e outros R$ 372,8 mil em uma aplicação também classificada como renda fixa. Há ainda R$ 300 mil em VGBL.
Em 2022, o patrimônio de R$ 2,88 milhões era formado principalmente por investimentos. Naquele ano, Miro declarou R$ 1,01 milhão no Tesouro Direto e outros R$ 1,01 milhão em aplicação de renda fixa, além de R$ 597,5 mil em CDB. Também constavam um Hyundai Creta avaliado em R$ 105.690 e R$ 77,5 mil em quotas de capital.
A evolução não foi linear. Em 2018, Miro havia declarado apenas R$ 441,8 mil em bens. Já em 2014, o patrimônio informado à Justiça Eleitoral chegava a R$ 4,7 milhões.
Miro Teixeira é suplente de Pedro Paulo, do PSD
Miro Teixeira foi escolhido pelo PDT para ser o primeiro suplente de Pedro Paulo na disputa por uma das duas vagas ao Senado pelo Rio em 2026. A participação do ex-deputado foi oficializada pelo partido no início de agosto, consolidando a presença do PDT na chapa majoritária ligada ao candidato a governador Eduardo Paes (PSD).
Aos 81 anos, Miro acumula 11 mandatos como deputado federal e foi ministro das Comunicações no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2004.
Mais de mil crianças e adolescentes de projetos sociais do Rio de Janeiro terão a oportunidade de assistir a uma sessão exclusiva do musical Wicked nesta quinta-feira (13), na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca. Para muitos dos jovens, será a primeira vez que entrarão em um teatro para acompanhar uma superprodução da Broadway.
A iniciativa reúne participantes de 13 organizações apoiadas pela I LOVE PRIO, plataforma de investimentos sociais, culturais e esportivos da PRIO. Entre as instituições estão o Instituto Reação, Instituto Vini Jr., Favela Brass, CDD Arte e Spetaculu.
Também participarão jovens de projetos que atuam em comunidades como Rocinha, Vidigal, Cidade de Deus e São Carlos.
Além de garantir o acesso à apresentação, a PRIO ficará responsável pelo transporte dos participantes, alimentação e distribuição de camisetas. A ação integra a estratégia de atuação social da companhia, que busca aproximar os jovens atendidos pelos projetos de experiências culturais e ampliar o acesso a novas possibilidades de desenvolvimento.
O musical Wicked é uma adaptação da produção da Broadway que conta a história das bruxas Elphaba e Glinda antes dos acontecimentos de O Mágico de Oz.
O advogado Francisco Eugenio Miranda Morais, segundo suplente do ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos), é o candidato mais rico do Rio de Janeiro nas eleições de 2026 até o momento, segundo os dados de patrimônio declarados à Justiça Eleitoral. Ele informou possuir R$ 91.160.770,15 em bens.
A maior parte do patrimônio declarado pelo candidato está concentrada em cotas ou quinhões de capital, que somam R$ 42.673.188,31. Ele também informou R$ 27.026.667,54 em dinheiro, aplicações e fundos e outros R$ 20.802.590,30 em direitos creditórios.
A declaração inclui ainda R$ 655.324 em ações e R$ 3 mil em joias.
Os dados são atualizados diretamente no sistema e podem sofrer alterações ao longo do período eleitoral, de modo que os valores apresentados refletem a situação registrada até a consulta.
Ligado ao Republicanos, Francisco Eugenio já ocupou cargo na Prefeitura do Rio. Em junho de 2024, foi nomeado chefe de Gabinete, símbolo DAS-10.B, da Secretaria Especial de Inclusão. O Diário Oficial do Município também registrou, no mês seguinte, sua designação para substituir o secretário especial em afastamentos e impedimentos.
Patrimônio do candidato cresceu quase 8.800% desde 2010
Francisco Eugenio já havia disputado uma eleição em 2010, quando concorreu a uma vaga de deputado estadual e terminou como suplente. Naquele ano, declarou à Justiça Eleitoral R$ 1.024.076,12 em bens.
De lá para cá, o patrimônio declarado passou a ser quase 89 vezes maior. A diferença entre as duas declarações é de R$ 90,14 milhões, o equivalente a um crescimento nominal de aproximadamente 8.802%.
Na eleição de 2010, a maior parte dos bens declarados estava relacionada a recursos financeiros. Francisco Eugenio informou R$ 249.800 em dinheiro, R$ 131.600 em crédito mediante título de crédito e R$ 642.676,12 referentes a valor a ser creditado por cessão de direitos da dívida pública da União.
O deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos), ex-prefeito do Rio e candidato ao Senado Federal nas eleições deste ano, declarou possuir um patrimônio de R$ 5 mil.
Na comparação, o patrimônio do parlamentar ficou 124,8 vezes menor em quatro anos.
Apartamento não consta mais em bens declarados
Em 2026, o parlamentar informou possuir apenas um bem: uma aplicação de renda fixa, no valor de R$ 5.084,74.
Já em 2022, Marcelo Crivella declarou um apartamento de quatro quartos e três vagas de garagem, com 233 metros quadrados, localizado na Península, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio.
O imóvel foi declarado pelo valor de R$ 634.795, já quitado, incluindo R$ 602.145 referentes ao apartamento e R$ 32.650 em ITBI e laudêmio.
Crivella foi prefeito do Rio de Janeiro entre 2017 e 2020 e, desde 2023, ocupa uma cadeira na Câmara dos Deputados. Antes disso, foi senador pelo estado entre 2003 e 2016.
Bens declarados por Marcelo Crivella (Republicanos) em 2026 — Foto: Reprodução/Divulgacand
Bens declarados por Marcelo Crivella (Republicanos) em 2022 — Foto: Reprodução/Divulgacand
Passageiros que se deslocam em direção a Deodoro, na Zona Oeste, pelo corredor Transolímpica do BRT enfrentam retenção na altura da estação Ventura, em Jacarepaguá, próximo a Curicica, por causa de um capotamento de um carro no local. Um usuário do X publicou uma imagem onde é possível ver que o veículo é da Polícia Civil. De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, a calha do BRT está interditada naquele trecho devido ao acidente. Por isso, o trânsito é desviado para a pista de rolamento. As retenções vão desde a altura da estação Minha Praia. O sentido Recreio da via segue com o fluxo normal.
A MOBI-Rio informa que os intervalos das linhas 51 (Recreio x Deodoro), 52 (Alvorada x Deodoro) e 53 (Alvorada x Sulacap) estão irregulares. Os embarques e desembarques na estação Ventura, sentido Deodoro, estão temporariamente interrompidos.
O corpo de bombeiros informou que uma mulher encontra-se ferida e recebe atendimento. Não há informações sobre a identidade da vítima e os detalhes do veículo. Além disso, equipes da concessionária do BRT e agentes da Polícia Civil estão no local.
Por volta das 19 horas, a MOBI-Rio informou que o veículo foi retirado e a pista liberada para passagem dos ônibus.
Depois de questionar o patrimônio de Eduardo Paes durante o debate da Band, o candidato do Republicanos ao governo do Rio, Anthony Garotinho, declarou à Justiça Eleitoral R$ 167.585,05 em bens na eleição de 2026. O valor é ainda menor que os R$ 189 mil informados pelo ex-prefeito e candidato do PSD.
Em 2024, quando disputou a eleição municipal, ele havia informado R$ 196.174,20. Em dois anos, portanto, o valor caiu R$ 28.589,15, uma redução de 14,6%.
Garotinho tem explicações para o seu patrimônio ser pequeno.
“Moro na mesma casa em que nasci e herdei de meu pai. Não tenho dois filhos estudando em Nova York, como Paes. Os meus filhos, todos, trabalham e não me dão despesas. Gastei em minha vida inteira, o dinheiro que ganhei educando meus dez filhos. E não recebo, nem a minha esposa, a aposentadoria de governador porque fui o autor da primeira lei no Brasil que acabou com a aposentadoria vitalícia para governadores. O que ganho atualmente é fruto de meu trabalho como publicitário e o aluguel do meu estúdio de podcast, que mal dá para cobrir as despesas. Peço ajuda, inclusive, na vaquinha da minha campanha”, disse Garotinho.
O patrimônio declarado pelo candidato do Republicanos vem diminuindo ao longo das últimas eleições. Em 2014, o ex-governador informou R$ 303.538,65 em bens. Em 2018, o valor caiu para R$ 205.174,20. Em 2022, ele não declarou bens. Já em 2024, voltou a declarar patrimônio, de R$ 196.174,20, valor que caiu novamente em 2026, para R$ 167.585,05.
Em 2026, o patrimônio declarado é 44,8% menor que o registrado em 2014, quando atingiu o maior valor da série apresentada.
Entre os bens informados neste ano estão um imóvel de R$ 45 mil, um terreno de R$ 2 mil, um empréstimo concedido de R$ 33.174,20 e cinco registros na categoria “outros bens e direitos”, que somam cerca de R$ 87,4 mil.
O governo do estado do Rio de Janeiro lançará, entre os dias 25 e 26 de agosto, no auditório do Instituto de Segurança Pública (ISP), o Laboratório de Inovação em Inteligência Pública Estratégica (LIIPE-RJ). A iniciativa permanente é vinculada ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI-RJ) e tem o propósito de reunir especialistas de diferentes áreas na formulação de políticas públicas baseadas em dados e análises qualificadas.
Inspirado em modelos internacionais de inovação governamental, como o MIT Gov/Lab, dos Estados Unidos, o laboratório adotará a metodologia da Hélice Quádrupla, reunindo representantes do poder público, universidades, iniciativa privada e sociedade civil em um processo estruturado de escuta e construção de propostas.
O primeiro ciclo do LIIPE-RJ prevê dez oficinas temáticas para mapear desafios e oportunidades em áreas estratégicas do Estado. A oficina inaugural será dedicada à segurança pública e discutirá temas como combate ao crime organizado, ADPF das Favelas, retomada territorial e enfrentamento ao financiamento de facções e milícias.
Ao final do ciclo, será elaborado um macrodiagnóstico com a identificação do que funciona, do que precisa ser aperfeiçoado e das prioridades para subsidiar políticas públicas de longo prazo, com foco na continuidade das ações de Estado.
A mansão fica na Rua Emile Zola, na Gávea, Zona Sul do Rio, em um condomínio fechado aos pés do Maciço da Tijuca, e está anunciada por R$ 3,5 milhões.
Pitanguy também formou gerações de cirurgiões em sua clínica, fundada em 1963, na Rua Dona Mariana, em Botafogo, onde trabalhou até 2014. O casarão que abrigou a clínica foi posteriormente vendido à antiga incorporadora Bait, atual Gafisa, e incorporado a um empreendimento residencial.
Considerado um dos principais nomes da cirurgia plástica no mundo, Ivo Pitanguy ajudou a consolidar o Brasil como referência internacional na especialidade.
Médico, professor e escritor, Pitanguy foi membro da Academia Nacional de Medicina e da Academia Brasileira de Letras. Ele morreu em 2016, aos 93 anos.
Mansão projetada
Projetada pelo arquiteto Sérgio Bernardes, a residência ocupa um terreno de 6.400 m² cercado pela Mata Atlântica e tem 1.503 m² de área construída.
O projeto foi pensado para integrar os ambientes à natureza, aproveitando a localização da propriedade entre a mata e as áreas externas.
A casa tem seis quartos, sendo três suítes. A principal conta com walk-in closet e mezanino. O imóvel também reúne um salão dividido em quatro ambientes, lareira, varanda, escritório, sala de TV e adega.
Na área externa, a propriedade tem piscina aquecida com cascata, sauna e uma quadra de tênis de aproximadamente 500 m². A garagem coberta tem capacidade para até oito carros.
A residência é uma das obras de Sérgio Bernardes, um dos nomes de destaque da segunda geração do modernismo brasileiro. Conhecido pela experimentação com estruturas metálicas e por projetos que valorizavam a relação com o ambiente, o arquiteto foi responsável por obras como o Pavilhão de São Cristóvão e os antigos postos de salvamento das praias do Rio.
Segundo maior colégio eleitoral do estado, São Gonçalo virou palco de tensões envolvendo a disputa nas urnas em outubro. A mais recente delas colocou, em lados opostos, duas figuras políticas conhecidas da cidade que costumavam estar sempre aliadas: o prefeito do município, Capitão Nelson (PL), e o ex-vereador Maciel.
A treta ficou acalorada nesta semana, após o prefeito exonerar uma série de servidores de diferentes cargos, indicados pelo grupo político do ex-vereador. Maciel alega que a medida foi uma retaliação de Capitão Nelson, por causa de divergências entre os dois na disputa eleitoral para a Assembleia Legislativa (Alerj).
Maciel escolheu apoiar irmão em vez de Nelsinho Ruas
A “treta” teria começado quando o irmão de Maciel, o vereador Alcemir Maciel (Avante), lançou candidatura própria a deputado estadual. Alcemir sempre esteve ligado ao grupo político do Capitão, mas sua candidatura contrariou interesses da ala governista em São Gonçalo, que priorizou outros nomes na disputa para a Alerj.
O principal candidato a deputado entre os políticos do grupo do prefeito é Nelsinho Ruas (PL), vereador do município, filho de Capitão Nelson e irmão do candidato a governador Douglas Ruas (PL).
Mesmo ligado ao grupo de Nelson, Maciel não quis apoiar Nelsinho e preferiu lançar a candidatura do irmão, Alcemir. Agora, o ex-vereador alega estar sofrendo relações pela escolha.
Ex-vereador alega ter recebido propostas de Douglas Ruas para apoiar Nelsinho
Em vídeo publicado nas redes sociais, Maciel afirmou que sofreu pressões e recebeu propostas de integrantes do governo — incluindo do próprio Douglas Ruas — para retirar o apoio ao irmão em favor de Nelsinho Ruas.
“O [candidato a] governador Douglas Ruas me fez várias propostas para não ajudar o meu irmão e apoiar o irmão dele. Ele fez algumas propostas para alguns vereadores”, alega Maciel.
Segundo o ex-vereador, foi só após negar o apoio a Nelsinho que as demissões em massa aconteceram. Ele alega que boa parte de seus indicados foi afetada — incluindo a maioria dos servidores em um posto de saúde no Jardim Catarina, maior bairro, em extensão territorial, de São Gonçalo.
Em postagem, político de São Gonçalo promete expor ‘acordos’
Na postagem, Maciel subiu o tom e prometeu uma série de vídeos expondo as investidas de Douglas Ruas e outros “segredos” que supostamente sabe envolvendo a gestão de Capitão Nelson.
“Se você se sentir ofendido, vá ao Ministério Público, porque eu tenho todos os prints, todas as conversas, todos os acordos que você fez comigo, me oferecendo mundos e fundos para ajudar o seu irmão, como você fez com outros vereadores também”, ameaçou Maciel.
Além da questão eleitoral, o ex-vereador afirmou que detém informações sobre contratos da administração municipal e ameaçou expor detalhes de acordos firmados no passado. Maciel e Capitão Nelson foram vereadores no mesmo período em São Gonçalo e, antes da carreira política, atuaram como policiais militares no município.
Até esta quarta (12), Capitão Nelson e Douglas Ruas ainda não haviam comentado as postagens do ex-vereador.
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A pior empresa ferroviária de São Paulo vai operar a deteriorada malha ferroviária do Rio. Parece a combinação perfeita para um colapso.
Na viamobilidade existe altíssima rotatividade de funcionários, manutenção precária dos trens, e os trens novos já parecem velhos. A alguns dias o pantógrafo se desprendeu do teto do trem e caiu na plataforma na Linha 8. Que na época da CPTM era uma das melhores linhas.
Sentimos pena dos cariocas, e pela malha ferroviária do Rio.
Pra funcionar bem falta o estado cumprir sua parte, policiar as estações 100 mil pessoas não pagam passagem diariamente e o usuário ter um pouco mais de educacao
Aqui o Rio tá caindo os pedaços. Tá feio a situação!!
A nova via mobilidade nao tem relação com a viamobilidade, apesar do nome estupidamente parecido
sou ex ferroviário na década de 80,precisamente em.1984 transportavamos 1.2 milhões de passageiros por dia no sistema arcaico da RffSA e trens das séries 300 ,400 e 500 o apelidado na época de japonês, hoje em dia em 2026 não se transporta 300 mil passageiros dia com a capacidade de tecnologia que o mundo nos disponibiliza, é um fato para se pensar e repensar, será que o problema está na população ou nos administradores????
Nós engolimos o desgovernador carioca. Eles que aguentem a via Imobilidade
Antes da pandemia 600 mil pagante, depois 300 mil e agora nem 100 mil paga porque quem compra a concessão não tem poder de polícia e o estado não cumpre esse papel, então tem alguém por trás dessa concessão,como você compra uma coisa por 5 anos e sabe que vai ter prejuízo com os ……………. e ainda assim quê .
Pior que não é a mesma viamobilidade
sou ex ferroviário, na década de 80,precisamente em 1984 transportavamos 1.2 milhões de passageiros por dia no sistema arcaico da RffSA em trens das séries 300 ,400 e 500 o apelidado na época de japonês, hoje em dia ,pasmem não se transporta 300 mil passageiros dia com a capacidade de tecnologia que o mundo nos disponibiliza em 2026, é um fato para se pensar e repensar, será que o problema está na população ou nos administradores????
Como podem deixar uma empresa que não consegue gerenciar duas linhas de trens aqui de São Paulo com competência e qualidade concorrer às linhas do Rio de Janeiro ou de qualquer outro lugar. Se não dão conta de duas no mesmo estado imagina se juntar com outro estado;tenho dó dos cariocas
Alguém pode me explicar qual o perfil para ser conselheiro do tribunal de contas do estado do Rio de janeiro?
O pessoal de são Paulo já deu o papo, pelo jeito nós cariocas estamos entrando em mais uma furada!!
Ter padrinho governador ladrão.
Por sorte, a nova via mobilidade nao tem relacao com a viamobilidade (tambem levei um susto quando vi)
Para a Supervia fazer um bom trabalho, a nova empresa terá que mudar muita coisa, por exemplo evasão de renda(o popular calote) que é muito e praticamente em todas as estações, escadas rolantes e elevadores sempre parado e etc. Sendo usuário de trem espero que a nova empresa consiga superar esses obstáculos, mas que ela terá muito trabalho isso vai.
O perfil é ser corrupto e safado(sou do RJ sei o que digokkkk)
Alguém já viu leilão de uma pessoa só?
Vamos ver como ficará esta nova empresa no sistema de transporte ferroviario no RIO de Janeiro.
Eles entram, ganham a concorrência mesmo sabendo dos problemas de evasão de passagem, da insegurança nas vias e das construções irregulares dentro dos seus domínios, depois que já estão dentro começam a reclamar de tudo isso e exigem ressarcimento do governo do estado para equilibrar as contas. Aí eu pergunto, os trens são fornecidos pelo estado, a segurança também, então se o estado ainda tiver que pagar pra equilibrar o prejuízo da operadora dos trens, então pra que dar pra terceiros o controle de um serviço, se quem paga sou eu? Na hora que dá lucro, é da companhia, mas na hora que dá prejuízo, é do estado?
Palhaçada, em São Paulo, eles (via mobilidade)não estão dando conta, de colocar a ferrovia em plena ordem e funcionamento correto, o rio de Janeiro, continuará no caos o serviço de transporte de passageiros pela ferrovia
Apesar do nome, não se trata da empresa do grupo Motiva. A ViaMobilidade, responsável pelas Linhas 8 – Diamante e 9 – Esmeralda de trens metropolitanos de São Paulo, e pela Linha 5 – Lilás de metrô de São Paulo esclareceu em nota que não possui nenhuma relação societária ou operacional com o Consórcio Nova Via Mobilidade, vencedora do leilão para a operação da malha ferroviária da SuperVia (RJ)
Fazemos concessão para os amigos do rei poderem lucrar, é óbvio!
Torço para que o próximo governador do estado do Rio de janeiro seja o atual prefeito do Rio de janeiro Eduardo Paes assim como ele está fazendo muitas melhorias no ônibus e brts eu tenho fé em Deus que ele possa melhorar em 1000% a qualidade da malha ferroviária do Rio de janeiro e padronizar todas as estações de trem . Pois ele é muito inteligente .
Infelizmente continuará do mesmo jeito ou pior do que está … Os trens do rio de janeiro vivem o ápice do caos ! Crakudos viajam livremente nos trens, em média 10 camelôs por 5 minutos em cada vagão, estações jogadas a moradores de rua e muitos calotes, estações de comunidade ninguém paga passagem. Assaltos dentro dos trens e atrasos nas linhas … É um verdadeiro inferno sob trilhos, ninguém quer essa carniça. Somente outra carniça como essa empresa de SP .
Pra funcionar bem falta o estado cumprir sua parte, policiar as estações 100 mil pessoas não pagam passagem diariamente e o usuário ter um pouco mais de educacao
É verdade mesmo!!
Pessoal esse consórcio não tem nada ver com Via Mobilidade de SP (Motiva, antiga CCR). Esse consórcio é formado pelos fundo Magna e Nova Via.
Para melhorar essa ferrovia teria que mudar o comportamento dos usuários, que sempre quer levar vantagem em nao pagar a tarifa dos trens ..