Os planos de governo dos candidatos ao Palácio Guanabara desenham estados quase incompatíveis entre si. Há propostas para entregar ativos à iniciativa privada e outras para reestatizar serviços; projetos de expansão das escolas cívico-militares e promessas de acabar com elas; estratégias de ocupação territorial e programas que defendem a desmilitarização da polícia.
O ponto comum é o diagnóstico de que segurança, saúde, educação e transporte deixaram de funcionar como deveriam.
O que muda radicalmente é a receita.
Nove candidaturas, nove programas analisados
O DivulgaCand lista nove pedidos de registro para o governo do estado: André Marinho (Novo), Coronel Busnello (Missão), Cyro Garcia (PSTU), Douglas Ruas (PL), Eduardo Paes (PSD), Garotinho (Republicanos), Juliete (UP), Luan Monteiro (PCO) e William Siri (PSOL).
A diferença de tamanho é expressiva. O programa de Garotinho tem 386 páginas, mais que o dobro do documento do PSOL, apresentado pela candidatura William Siri, com 143; o de André Marinho tem 140.
No outro extremo, Cyro Garcia e Luan Monteiro entregaram sete páginas cada. Eduardo Paes apresenta uma versão preliminar de oito páginas. A extensão, porém, não mede sozinha o grau de compromisso: um documento pode ser longo e manter custos em aberto, enquanto outro pode ser curto e assumir prazos politicamente arriscados.
André Marinho: monotrilho, desestatização e um presídio insular
O plano do candidato do partido Novo é o mais ambicioso em escala física. A espinha dorsal é o Arco do Mar à Montanha, com um monotrilho suspenso de 60 quilômetros, hubs de integração e novas centralidades econômicas.
O documento também propõe entregar a concessionárias cerca de 700 quilômetros de rodovias estaduais sem criar novos pedágios, apoiar a Linha 3 do metrô, ampliar escolas cívico-militares com formação técnica e organizar a desestatização de empresas deficitárias e ativos ociosos por meio do programa Liberta Rio.
A parte mais dura está na segurança.
O projeto prevê reconstruir em Ilha Grande uma unidade de segurança máxima para lideranças de facções, com isolamento individual, acesso marítimo e sem visita íntima. Outra frente, batizada de Operação Asfixia, estima investir de R$ 800 milhões a R$ 1,2 bilhão e recuperar entre R$ 15 bilhões e R$ 25 bilhões em patrimônio do crime.
O próprio texto, no entanto, repete 170 vezes a expressão “a confirmar na estimação técnica”. É o paradoxo do programa: muitos números, mas uma parcela relevante deles ainda apresentada como hipótese.
Coronel Busnello: 25 escolas cívico-militares e ‘desfavelização’ em dez anos
O plano do Coronel Busnello combina reforço policial, metas de infraestrutura e uso intenso de concessões e parcerias público-privadas. Na segurança, promete formar ao menos 3.500 novos profissionais por ano, retomar territórios em três fases e elevar para 25% a parcela da população carcerária em trabalho remunerado até 2030. Na educação, quer chegar a 25 escolas cívico-militares ao fim do mandato, com consulta pública vinculante e adesão voluntária das famílias.
Na mobilidade, o programa prevê 55 novos trens, recuperação das 104 estações, novas rotas de ferry-boat, VLT entre Pavuna e Nova Iguaçu, dois corredores de BRT e retomada da Linha 3. A proposta mais sensível é chamada de “desfavelização”: transformar, em dez anos, as 1.724 favelas e comunidades urbanas do estado em bairros formais, com titulação individual, reurbanização ou realocação apenas onde o plano considerar inviável a permanência. Parte das novas unidades seria vendida a preço de mercado para produzir “mistura social”.
Douglas Ruas: ‘linha dura’, presídios privados e benefício condicionado ao trabalho
Douglas Ruas coloca a segurança como eixo estruturante do governo. O plano prevê leitura de placas, reconhecimento facial, drones, bloqueio das fontes de renda das milícias e presença policial permanente em territórios retomados. No sistema penitenciário, propõe construir novos presídios em parceria com a iniciativa privada, inclusive uma unidade de regime disciplinar descrita como mais rigorosa do que qualquer referência existente. Benefícios seriam vinculados ao trabalho e ao rompimento com facções, com parte da remuneração destinada às vítimas e ao Estado.
Na saúde, promete hospitais de alta resolução, central digital única de regulação e contratação da rede privada para acelerar cirurgias. Na mobilidade, defende integração tarifária entre trem, metrô, barcas, BRT e ônibus, captação de recursos para a Linha 3 e fiscalização mais dura das concessões. Apesar de anunciar gestão com metas, prazos e custos transparentes, o PDF analisado não apresenta valores em reais nem um quadro consolidado de financiamento.
Eduardo Paes: cinco compromissos em uma versão preliminar
O documento de Eduardo Paes é o mais sintético entre os candidatos competitivos e se assume preliminar. Promete reduzir de forma significativa assaltos, tiroteios e feminicídios já no primeiro ano, retomar territórios com apoio das Forças Armadas, retirar indicações políticas da escolha de comandantes de batalhão e delegados, recuperar hospitais e UPAs, contratar médicos e expandir o ensino técnico em tempo integral.
No transporte, Paes propõe colocar a SuperVia no “padrão do BRT”, levar o BRT à Baixada Fluminense e iniciar as obras da Linha 3 do metrô para Niterói, São Gonçalo e Itaboraí até o fim do mandato.
O texto não detalha custos, fontes de financiamento ou metas numéricas para a prometida queda da violência. É mais uma carta de compromissos do que um plano executivo.
William Siri: tarifa zero, reestatização e descriminalização das drogas
Com 143 páginas, o programa do PSOL apresentado por William Siri é o segundo mais extenso. Defende retomar o controle público da Cedae, reestatizar os trens, avançar na retomada das barcas e implantar tarifa zero imediatamente no sistema ferroviário reestatizado, com redução progressiva nos demais transportes estaduais. Também propõe as linhas 3 e 6 do metrô, integração Estácio-Carioca e 30 CIEPs em tempo integral no primeiro ano.
Na segurança, quer extinguir as secretarias autônomas das polícias, criar uma Polícia Técnico-Científica independente e trabalhar no Congresso pela desmilitarização, com carreira civil única e ciclo completo.
O programa também defende a descriminalização e regulamentação das drogas consideradas ilícitas. Uma curiosidade: a palavra “milícia” não aparece no PDF analisado, embora o texto proponha combater crime organizado e lavagem de dinheiro. Entre as minúcias, há até a mudança das cabines de rádio e televisão para o setor 6 do Sambódromo e o fim da exclusividade da transmissão da Sapucaí, em negociação com a prefeitura.
Juliete: 80 propostas, corte de 50% das tarifas e fim das escolas militarizadas
A Unidade Popular condensou 80 propostas em 13 páginas. Juliete promete anular a privatização da Cedae, reestatizar a energia elétrica, colocar trens e metrô sob administração estatal com controle popular e reduzir em 50% as passagens de todos os transportes já em janeiro de 2027. Também prevê metrô para a Baixada, Niterói e São Gonçalo, passe livre estudantil intermunicipal e ampliação ferroviária por frentes de trabalho.
Na segurança, propõe desmilitarizar as polícias e guardas municipais, acabar com operações violentas em comunidades, instalar câmeras nos uniformes e afastar imediatamente servidores sob suspeita de ligação com milícias. Na educação, quer extinguir escolas cívico-militares e retirar PMs das unidades.
Duas promessas exigem escrutínio especial: erradicar o analfabetismo completo e funcional em um ano e cumprir o corte tarifário sem apresentar cálculo de impacto fiscal. O programa ainda prevê retirar de ruas, escolas e praças homenagens a racistas, escravocratas, fascistas e integrantes da repressão da ditadura.
Cyro Garcia: reestatização sem indenização, jornada de 30 horas e drogas sob controle estatal
O programa de Cyro Garcia é curto, mas ideologicamente definido. Defende jornada semanal de 30 horas sem redução salarial, suspensão de aluguéis de desempregados que sejam inquilinos de grandes proprietários e um plano de obras públicas capaz de zerar o déficit habitacional. No transporte, propõe revogar as privatizações da SuperVia e do MetrôRio sem indenização, estatizar barcas e ônibus e caminhar para a tarifa zero.
Na segurança, o PSTU defende polícia civil única, punição de agentes envolvidos em chacinas, descriminalização das drogas e controle estatal da produção e comercialização. O texto também propõe aborto legal, seguro e gratuito pelo SUS, estatização de instituições privadas de ensino superior e de grandes empresas que descumpram normas ambientais.
Parte relevante da agenda depende de mudanças federais, decisões municipais ou alterações constitucionais que não estão ao alcance isolado de um governador.
Luan Monteiro: o PCO diz que não faz promessas — e entrega um manifesto nacional
O próprio programa de Luan Monteiro afirma que o PCO não participa das eleições para fazer promessas. O documento é nacional, termina assinado em São Paulo e quase não trata de problemas específicos do Rio. Propõe salário mínimo de R$ 7.500, aumento emergencial de 50% dos salários, cancelamento das dívidas dos trabalhadores, proibição de demissões, fim de todas as privatizações, estatização do sistema financeiro e livre ingresso nas universidades.
Na área institucional, defende dissolver a Polícia Militar, cancelar a concessão da Rede Globo, estatizar grandes empresas de comunicação, extinguir o Supremo Tribunal Federal e eleger juízes e procuradores por voto popular.
Também prevê direito ao armamento para trabalhadores do campo e indígenas e apoio a povos que se levantem “de armas nas mãos”. É um manifesto revolucionário de alcance nacional, não um roteiro de administração estadual.
Garotinho: programas antigos de volta, cashback e obras além do mandato
O plano de Garotinho é o maior da disputa e o mais ligado à memória administrativa do próprio candidato. Garotinho promete retomar, com controles digitais, o Cheque Cidadão, os restaurantes populares, o Café do Trabalhador, a Sopa da Cidadania, o Jovens pela Paz e o Reservistas da Paz.
Na educação, o Geração Fluminense acompanharia alunos da primeira infância ao primeiro emprego, com ensino integral, formação em inteligência artificial, Bolsa-Tech e a meta de elevar o índice educacional do ensino médio para 5,2 até o quarto ano.
Para servidores, o Rio Cashback devolveria em folha até 70% do imposto incidente sobre itens essenciais comprados em estabelecimentos credenciados.
Na segurança, propõe uma Corregedoria-Geral Unificada, uma Cidade da Polícia Militar no atual centro de formação de Sulacap, retomada de territórios, unidades estaduais de segurança máxima e o Presídio Produtivo RJ, com trabalho e qualificação. Na mobilidade, o Aqua Mobile prevê novas ligações por barcas para São Gonçalo, Magé e Ilha do Governador e uma rede lagunar na Barra e em Jacarepaguá, financiada por PPP e receitas comerciais dos chamados “acqua centros”. Para a Linha 3, o texto é mais cauteloso: promete atualizar estudos e modelos, evitando anúncio sem projeto ou recurso.
A proposta mais vistosa é construir 11 “viadutos inteligentes” na Avenida Brasil, com pistas segregadas, ciclovia de quatro metros e o chamado “asfalto de Singapura”. O plano promete reduzir em até 40% o tempo de viagem e em 60% os acidentes, mas não informa a fonte desses percentuais. O cronograma vai a sete anos, três além do mandato em disputa. Outro contraste: em 386 páginas e cerca de 63,6 mil palavras, há apenas uma ocorrência de “R$”, relativa a R$ 53 milhões em investimentos socioeducativos já previstos ou em andamento.
O PDF também tem dez páginas sem texto e uma galeria de referências de sistemas aquaviários de oito cidades.
As perguntas que os candidatos ainda precisam responder
Quem paga a conta?
Nenhum dos nove documentos apresenta orçamento consolidado para o mandato. André Marinho inclui uma tabela de custos da segurança e várias estimativas de projetos; Busnello informa valores em algumas obras.
Nos planos de Douglas e Paes, não aparece valor em reais. O programa de Garotinho diz que custos e cronogramas serão formalizados no PPA, na LDO e na LOA; sua única ocorrência de “R$” se refere a investimento socioeducativo já previsto ou em andamento, não ao preço das novas vitrines do plano.
Nas candidaturas à esquerda, a fonte costuma ser descrita como taxação de grandes fortunas, revisão de isenções, suspensão da dívida ou reestatização, sem simulação de arrecadação e despesa para cada entrega.
O que depende de Brasília — ou das prefeituras?
Descriminalizar drogas, mudar legislação trabalhista, fixar salário mínimo nacional, extinguir o STF, cancelar concessões federais, alterar o regime constitucional das polícias ou mexer em ônibus municipais não são decisões que um governador tome sozinho.
Os planos variam muito na honestidade com que reconhecem essa limitação: alguns escrevem que irão atuar no Congresso ou celebrar convênios; outros apresentam a mudança como promessa direta.
Qual é a linha de base da promessa?
Paes promete reduzir significativamente a violência no primeiro ano, mas não fixa percentual. Juliete promete erradicar o analfabetismo em um ano e cortar tarifas pela metade em janeiro de 2027. William prevê 30 CIEPs integrais no primeiro ano. Garotinho apresenta metas educacionais e de mobilidade, mas não referencia a origem de percentuais como a redução de 60% nos acidentes da Avenida Brasil.
André Marinho traz dezenas de metas numéricas, porém marca muitas como pendentes de estimação técnica.
Sem linha de base, custo e órgão responsável, prazo pode virar apenas recurso de campanha.
O que cabe em quatro anos?
Algumas promessas atravessam o calendário eleitoral. Busnello projeta a transformação das comunidades em bairros formais ao longo de dez anos. Garotinho divide os 11 viadutos da Avenida Brasil em etapas que chegam ao sétimo ano.
Planos plurianuais podem ultrapassar um mandato, mas precisam indicar o que será contratado, financiado e entregue até dezembro de 2030 — e o que dependerá do sucessor.
Como tirar a Linha 3 do papel?
A ligação metroviária para Niterói e São Gonçalo é uma das raras convergências.
André Marinho apoia a expansão; Busnello descreve implantação em duas fases; Douglas promete captar recursos; Paes fala em iniciar obras até o fim do mandato; William inclui Itaboraí na rede de longo prazo; Juliete promete chegada a Niterói e São Gonçalo; Garotinho promete atualizar estudos e modelos, evitando anúncio sem projeto ou recurso.
A repetição da obra em sete programas expõe tanto sua popularidade quanto o risco de reciclagem de uma promessa histórica sem engenharia financeira fechada.
O que os nove planos têm em comum
Apesar das diferenças ideológicas, quase todos prometem integrar bases de dados, interiorizar saúde e educação, ampliar o ensino técnico, recuperar trens e rodovias e enfrentar o poder econômico do crime. Há também consenso sobre a necessidade de reduzir indicações políticas na segurança e fortalecer algum tipo de gestão por metas.
A divergência aparece quando se pergunta quem executa, quem financia e quanto controle o Estado deve exercer.
A campanha de 2026 oferece ao eleitor fluminense uma escolha de modelo, não apenas de gerente.
Entre monotrilhos, tarifa zero, desestatizações, reestatizações, ocupações territoriais e desmilitarização, o próximo passo da apuração é cobrar planilhas, marcos legais e cronogramas. Sem isso, até o programa mais comprido pode caber na categoria das promessas que o próprio texto ainda precisa confirmar.
Metodologia e fontes
A análise compara nove PDFs fornecidos à apuração e a lista oficial de nove candidaturas do Rio de Janeiro. Todas as propostas e cifras de campanha são atribuídas aos respectivos programas; não foram tratadas como fatos consumados. A consulta ao DivulgaCand e ao Portal de Dados Abertos do TSE ocorreu em 20 de agosto de 2026. Como registros e anexos podem ser atualizados, a situação documental deve ser revista imediatamente antes da publicação.
DivulgaCandContas/TSE: consulta de candidaturas e arquivos
Portal de Dados Abertos do TSE: propostas de governo – RJ – 2026
Documentos analisados: programas de André Marinho, Coronel Busnello, Cyro Garcia, Douglas Ruas, Eduardo Paes, Garotinho, Juliete, Luan Monteiro e William Siri.
Comments 37
Parabéns ao Procurador Renato Machado. Sou do Rio dr Janeiro e resido em Recife a dezenove anos. A pouco tempo atrás quis entrar num desses bares nax,areias da praia,da Varra da Tijuca e fui barrado por um segurança truculento porque eu não era sócio do evento e não tinha convite. Minha,adolescência foi na praia da Barra em frente ao Postinho da Olegario Maciel. Hoje aquela área toda é loteada para uso privado. Cerceando o cidadão de frequentar as areias. Tendo acesso a praia por um estreito caminho tipo servidão.
Isto e um absurdo. O MP precisa apurar em que condições o Prefeito EP que,se notários por derrubar construções ilegais no Recreio e Barra, agora permite este absurdo. Será que o esquema e o mesmo adotado para tirar as vigas do viaduto da Perimetral?
Mais um feriado no Estado do Rio está sendo aprovado. Péssimo para um Estado que está quebrado. O orçamento do próximo ano prevê um déficit de mais de 9 bilhões de reais e o parkzmento do Estado se preocupa e. Criar mais um feriado. Como se só fechar comercio e indústria não fizesse diferença para um governo que não consegue administrar os gastos com dinheiro público, criando cargos para funcionários fantasmas e tropeçando em escândalos por mal uso do dinheiro público
Muito bem…. essa ação demorou pois isso vem desde muito. Prefeitura omissa e conivente.
Absurdo. Como assim privatizar a área da praia? É o.momento de prender esses irresponsáveis e transferir ao judiciário a obrigação de punir ou passar a mão por cima. Tudo sem sigilo com nome e sobrenome com ampla publicidade. Cabeças coroadas teem de vir a tona
Isso serve de aviso pra quem tentar burlar a Lei!
Eu quero ver é parar o plano expansionista do crime organizado que já tem mais território sobre seu dominio do que s policia
Utilizar o espaço público para atividade privada na pode.
Parabéns ao MPF e ao Procurdor Renato Machado.
Aliás está acontecendo coisas pior no Estado de São Paulo e o governo do estado se omite .
Gostaria de que o MPF verificasse se é legal a cobrança de taxas para veículos, desde motos até carros ,onibus e caminhões para entrar nas cidades de : Campos de Jordão e São Sebastião!!
Só não pagam se ficar até 2- duas – horas.
E o direito de ir e vir ???
Parabéns ao MPF e que sigam trabalhando para regularização de toda a orla da Barra Da Tijuca.Chega de apropriação das areias, da área de restinga e do calçadão por quiosques e barraqueiros.
A diferença entre a orla do Rio de Janeiro e de Niterói é gritante. No RJ temos a balbúrdia generalizada, os empresários tomam as áreas públicas como se deles fossem, sem regras, sem respeito, enfeiando a cidade de forma absurda. Niterói que é tão pertinho da gostonde ver, de passear e de curtir sua orla. Tem organização, regras, respeito ao cidadão, aos ciclistas, não há estacionamento irregular, os flanelinhas nao tem vez. Será que o Prefeito Eduardo Paes nao poderia fazer um estágio em Niterói?
Só que se for a exemplo de Icaraí.. feito quintal de.morador e praia pra urubus passear.. sem uma infraestrutura como banheiros para de fora usar.. como em charitas.. dando ao visitante como única forma de se aliviar.. fazer cocô na água.. plano feriadão a Praia de Icaraí vazia.. estranho não.. ao contrário das outras..
Ďeixamos de ser Cidade sorriso e temos uma praia como essa como referência, o visitante vem e não volta.
Com certeza,a prefeitura também tem descer responsabilizada,os fiscais fazem vistas grossas,e diz que são ameaçados,nas, é tudo balelas,eles ficam omissos,pois têm livre acesso as praias,!!!
O Recreio também precisa desse ordenamento. Usam e abusam do espaço público.
EXATAMENTE ! VIROU UMA BAGUNÇA GERAL, E A PREFEITURA SÓ PODE SER. ” INCAPAZ OU OMISSA ” , NESSA IMORALIDADE !!!!!
O Recreio dos Bandeirantes tbm está tomado de construções na areia da praia, tem quiosques que parecem casas. Vamos intensificar e acabar com essa bagunça, antes que eles acabem com td vegetação.. URGENTE PRAIA DO RECREIO COM MESMO PROBLEMA.
Era só o que faltava, você não ter o direito de ir a praia, daqui para frente vão privatizar o oxigénio, parabéns para ao procurador.
Frequento trabalho na praia da Barra des de 2007, as coisas só pioraram, K7,K8, Classico e outros, colocando barreiras ou melhor dizendo barricadas mesmo, impedindo a população ficar naquele espaço, alegando que é reservado para praticar Esportiva, e ser vc chega e colocar seu guarda sol e cadeira, vem alguém dizendo que você não pode ficar ali por lei municipal, assim fica fácil nue prefeito Eduardo paes, isso pra mim é compra de votos indiretamente mas é, liberando licença pra eles fazerem isso com as pessoas num espaço 100% público que pertencer a união, apoio o ministério público 100%, todos pagam impostos.
Falta multar quem rouba água sem licença. Vários barraqueiros têm até bombas para extrair água do sistema e ficar jorrando de chuveiros o dia inteiro.
A orla de todos Rio de Janeiro , estão sendo tomadas por “arenas esportivas”, comércio, ambulantes, barraqueiros, etc, e a fiscalização nada.
Tente pisar no espaço onde possui uma rede de futevôlei, será imediatamente ameaçado ou expulso por posseiros da praia pública.
A praia é pública e a Prefeitura tem que fiscalizar com isenção, sem proteção para alguns.
Acho um absurdo isso denominaram a praia onde frequento tem uma escola de vôlei irregular toma faixa de areia toda quase não tem espaço pro banhista fica posto 4 e um absurdo quando eles fazem evento toma o espaço todo público não dar nem pra fazer seu lazer e um absurdo a prefeitura junto com a orla rio tem que ficar em cima disso pra ajudar ter o espaço pro os banhistas tem que fiscalizar mas mas acredito na lei tão tomando tudo tem que ficar em cima disso
Sou do tempo que ir a Barra tinha que atravessar de canoa hoje vejo a orla cheia de quiosque
Parabéns pela atutude.
Não podemos permitir que pessoas gananciosas apoderem de praias ou de qualquer bens publico, achando que estamos em um um país sem leis.
Ja não basta o desmatamento das florestas e as queimadas ou as mineradoras ilegais acabando com as matas e com o meio ambiente.
Quando há omissão de alguém paga para gerir, só a justiça mesmo ou..vira terra de milicianos!
Lamentável para nós, cariocas, Eduardo Paes!
Me perdoem o termo, mas este Prefeito(Eduardo Paz) tem permitido a Cidade virar uma zona. Bagunça total. Ruas tranquilas e residenciais estão sendo tomadas por barracas, trailer, etc. Sujam tudo, ocupam calçadas, tudo contra lei. Ainda quer ser governador. Vai bagunça o estado inteiro.
O RJ, é uma cidade de praia, e toda iniciativa de se ter um lazer náutico esportivo é barrado com esse argumento pra lá de ultrapassado…. O poder público, seja qual for nao incentiva em nada essas atividades!! Poderiam ter vários bech clubes, gerando empregos e renda. Jogar esgoto na praia pode, fazer cracolandia pode …Pais de merda… Assim afasta turistas e acaba tudo deteriorado.
A mesma atenção e rigor precisa tb ser aplicada na area da Reserva onde o desmatamento tem sido acelerado nos dois últimos anos e alguém se beneficia usando o espaço como estacionamento. O fato é visível e ninguém toma as providências necessárias.
Alô alô autoridades de plantão.
Muito bem…. essa ação demorou pois isso vem desde muito. Prefeitura omissa e conivente.
Outro problema na orla da Barra da Tijuca é a ocupação irregular do calçadão por quiosques que estão ocupando com mesas e até delimitando os espaços com vasos de concreto impedindo o livre trânsito de pedestres que são obrigados a saírem da calçada para a ciclovia… é uma vergonha tem quiosques ocupando mais de 100 a 150 metros quadrados de ocupação ilegal sem serem incomodados pela Seop que nada faz, nós moradores assistimos essa situação indignados enquanto os concessionários de quiosques se acham donos do espaço Público
Também acho que a prefeitura e conivente com essa bagunça em nossas praias,vivem fazendo choque de ordem,mais fecham os olhos pra coisas mais graves,com certeza tá rolando uma grana forte desses infratores.
Parabéns ao MPF e ao Procurdor Renato Machado.
Aliás está acontecendo coisas pior no Estado de São Paulo e o governo do estado se omite .
Gostaria de que o MPF verificasse se é legal a cobrança de taxas para veículos, desde motos até carros ,onibus e caminhões para entrar nas cidades de : Campos de Jordão e São Sebastião!!
Só não pagam se ficar até 2- duas – horas.!!!!
E o direito de ir e vir ???
Vergonhoso essa bagunça, Terra sem lei, fazem o que querem, omissão total do Estado….prefeitura e comandada por um garoto que só pensa em carnaval e arrecadar
O Recreio dos Bandeirantes tbm está tomado de construções na areia da praia, tem quiosques que parecem casas. Vamos intensificar e acabar com essa bagunça, antes que eles acabem com td vegetação.. URGENTE PRAIA DO RECREIO COM MESMO PROBLEMA.
Absurdo privatizar areia de praias! Já não basta os alugadores de cadeiras e mesas de praia .. e os quiosques q já enchem as areias com suas sombrinhas e cadeiras e não podemos sentar!
Isso Renato pra cima deles cuidado que esse prefeito é jcovarde
Com certeza,a prefeitura também tem descer responsabilizada,os fiscais fazem vistas grossas,e diz que são ameaçados,nas, é tudo balelas,eles ficam omissos,pois têm livre acesso as praias,!!!
Eu sou a favor que todas as praias do Brasil sejam privatizadas e pagas… Assim afasta os bandidos vagabundos e povinho favelado e ralé que não respeita o próximo, sujam a praia com lixo na areia, levam som pra colocar funk no último volume, como se todos fossem obrigados a ouvir a poluição sonora deles… fumam maconha na frente das pessoas e das crianças, assaltam cidadãos de bem, levam o cachorro pulguento e sem vacinas pra cagar e mijar na areia, enfim, esse povo porco e folgado infestou todas praias do Brasil. Se todas praias fossem privatizadas ou pagas, iriam ter mais conservação e tranquilidade do que nas mãos desse governo de bandidos, ditadores e comunistas!
Ler “Zona Sudoeste” parece piada.
Rsrs
Nossa Barra é Zona Oeste, dane-se o que pensam burocratas estúpidos!