Como a boa arquitetura pode ir além da construção de moradias e se tornar motor de transformação urbana e social foi tema de um dos painéis do Rio Construção Summit, na tarde desta quarta (24). Mediado por Fernando José da Costa Júnior, sócio-fundador da Cité Arquitetura, o debate teve a participação de Vinicius Benevides, vice-presidente do Sinduscon-Rio e diretor da Dimensional Engenharia, e de Felipe Lima de Souza, coordenador de projetos na Casa Cidade Arquitetura e Urbanismo.
Os palestrantes destacaram a importância da escuta ativa das comunidades. Benevides reforçou que esse processo é fundamental desde a fase de diagnóstico do empreendimento.
“Ninguém conhece melhor as próprias necessidades do que os moradores. Quando juntamos a expertise técnica com o desejo da comunidade, criamos pertencimento e fortalecemos o vínculo com o projeto”, afirmou.
Felipe apresentou a experiência da Casa Cidade, que desenvolve projetos de mananciais, em parceria com a prefeitura e secretarias de habitação e transporte de São Paulo. Entre as iniciativas estão o alargamento de vias, novas conexões de mobilidade, requalificação de córregos, além da previsão de espaços comerciais no térreo dos edifícios para dar dinamismo à vida condominial.
“Sempre procuramos manter o contato das edificações com a rua, articulando tipologias e garantindo acessibilidade”, explicou.
Soluções simples e eficientes de arquitetura; quatro certificações ambientais conquistadas
Benevides trouxe ainda a experiência da Comunidade do Aço, um projeto de regeneração urbana em uma área marcada pela ocupação irregular. O empreendimento já entregou 400 unidades habitacionais e tem outras 300 em andamento. O destaque vai para as quatro certificações ambientais conquistadas, um marco por se tratar da primeira comunidade de baixa renda com esse reconhecimento. O projeto também aposta em soluções simples e eficientes, como janelas de três folhas para garantir ventilação natural.
“É como se fosse um Minha Casa Minha Vida, faixa 1, anabolizado”, comparou Benevides.
Ao longo do painel, ficou claro que a integração dos projetos com o entorno é essencial para gerar transformação.
“Quando requalificamos a região, mudamos não só a vida dos moradores, mas também a dinâmica de todo o bairro”, ressaltou Fernando.
As experiências apresentadas demonstram que, quando arquitetura e urbanismo são tratados com qualidade, os resultados ultrapassam a entrega de unidades habitacionais, oferecendo dignidade, sustentabilidade e novas oportunidades de vida para milhares de famílias.
Idéias totalmente autoritárias de mudar as pessoas de local… Era para construir a casa ou edificação bo próprio local aonde a pessoa mora.. ninguém gosta de morar nestas caixas de pombo que fazem … Resultado todos vendem os apartamentos e vão embora sempre … Fato verídico
O presidente Lula (PT) dará o pontapé inicial de sua campanha à reeleição, no Rio, no próximo dia 22. Simbolicamente, o local escolhido para receber o petista foi o Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho — popularmente rebatizado como Estádio Moça Bonita, em Bangu.
São esperadas as presenças do candidato de Lula ao governo do estado, Eduardo Paes (PSD), do prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) — que convocou o evento — do banguense mais famoso do PT, Adílson Pires, e de outros petistas de quatro costados.
Estádio tem história ligada ao movimento operário e à esquerda
Inaugurado em 1947, o equipamento foi construído com patrocínio da Companhia Progresso Industrial do Brasil (mais conhecida como Fábrica Bangu). O próprio nome oficial (“Estádio Proletário”) reflete a forte ligação com o movimento operário e industrial da Zona Oeste carioca.
O clube e seu estádio representam ainda um dos primeiros espaços de integração racial e de classe no futebol brasileiro, unindo operários brasileiros e dirigentes em um esporte até então elitizado. E ainda viveu um episódio caro à esquerda brasileira: em 14 de março de 1970, foi o palco do último jogo de João Saldanha à frente da Seleção Brasileira (empate em 1 a 1 contra o Bangu).
Saldanha, que era militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), foi demitido do comando da Seleção poucos dias após a partida, em meio a fortes pressões e interferências do regime militar de Emílio Garrastazu Médici.
Morar no Rio ficou mais caro, e o aumento do valor do condomínio ajuda a explicar a conta. A taxa subiu acima da inflação em quase todos os bairros pesquisados pelo Secovi-Rio entre julho de 2025 e junho de 2026. No Centro, a alta chegou a 11,8%, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado no período foi de 4,64%.
Na Zona Norte, a despesa pode representar até 40,7% do valor do aluguel residencial. Segundo o Secovi-Rio, sindicato que representa o setor de habitação, nos imóveis comerciais, a proporção chega a 85,6%.
Levantamento mostra onde a taxa de condomínio mais subiu
O aumento foi superior à inflação na maior parte dos 20 bairros analisados. De acordo com o levantamento do Secovi-Rio, o Centro teve a maior alta, de 11,8%, seguido por Jardim Botânico, com 9,3%, e Botafogo, com 8,9%.
Entre os bairros analisados, apenas Campo Grande (taxa subiu 4,2%) e Lagoa (alta de 3,3%) tiveram reajustes abaixo da inflação acumulada no período, de 4,64%.
Evolução das taxas de condomínio entre julho de 2025 e junho de 2026
Centro: +11,8%
Jardim Botânico: +9,3%
Botafogo: +8,9%
Campo Grande: +4,2%
Lagoa: +3,3%
Inadimplência, valor da água e investimentos em segurança aumentam despesas do condomínio
Segundo especialistas do setor, um dos fatores que pressionam os custos dos condomínios é a inadimplência.
Além disso, de acordo com o presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi), Marcelo Borges, os gastos com água como outro fator importante para o aumento das despesas dos condomínios no Rio.
Os investimentos em segurança, como aumento do efetivo nas portarias e instalação de novas tecnologias também são citados entre os fatores que encarecem as despesas.
Um caminhão tombou na manhã desta sexta-feira (14) na Rua Martim Afonso, na altura da Avenida Atlântica, no Leme, Zona Sul do Rio. O acidente ocupa uma faixa da via e afeta o trânsito na região.
Equipes da CET-Rio, Comlurb, Corpo de Bombeiros e Guarda Municipal foram acionadas para atender à ocorrência.
Às 07h14, o caminhão já havia sido destombado, mas uma faixa da rua permanece ocupada para a realização dos trabalhos das equipes da Prefeitura do Rio.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) divulgou nota, nesta quarta-feira (12), para afirmar que observa as determinações do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre a remuneração da magistratura. A manifestação ocorre em meio aos questionamentos sobre os valores registrados nas folhas de pagamento de abril e maio de 2026.
Segundo o tribunal, a folha de abril repetiu a base utilizada em março. Já o aumento observado em maio teria sido provocado pela antecipação de 50% do 13º salário, paga aos servidores estaduais.
A explicação, no entanto, é genérica.
O TJRJ não apresentou os valores totais envolvidos, não discriminou as rubricas indenizatórias e remuneratórias nem demonstrou, caso a caso, como os pagamentos se enquadram nas decisões do STF e nas regras do teto constitucional.
O próprio TJRJ diz que vai esclarecer as dúvidas
Ao dizer que está adotando providências para “dirimir todas as dúvidas” e comprovar a adequação dos pagamentos, o próprio tribunal reconhece que os questionamentos ainda não foram inteiramente esclarecidos.
A nota institucional é uma resposta, mas não substitui a divulgação completa e atualizada das folhas, com identificação das verbas e aplicação transparente do teto.
Quem precisa usar o serviço do trem enfrenta dificuldades na volta pra casa nesta quinta (13) por causa de um apagão na estação Central do Brasil. Uma queda de energia afetou todos os ramais. Segundo a concessionária TrensRJ, o problema começou por volta das 18h15 e comprometeu a circulação das composições.
Três ramais chegaram a ter a circulação comprometida, os de Deodoro, Saracuruna e Belford Roxo. Mas, de acordo com a empresa, os Ramais em processo de normalização às 18h56.
Passageiros relataram que trens ficaram parados e com vagões no escuro. Sem ar-condicionado, usuários também enfrentaram calor dentro das composições, e houve relatos de pessoas passando mal.
Em um dos vídeos que circulam nas redes, passageiros abrem as portas dos vagões e deixam os veículos pelos caminhando pelos trilhos na escuridão. O cenário se repetiu em outras composições. A situação ocorreu enquanto os ramais aguardavam autorização para voltar a circular.
Nas redes sociais, passageiros reclamam da falta de informações sobre o transtorno. No X, o usuário Vítor Sampaio reclamou desta situação na estação Méier.
Usuário no X reclama da falta de informações — Foto: Reprodução/X.
Se dentro de campo o Vasco da Gama altera bons momentos na Copa do Brasil com a briga contra o rebaixamento, fora dele o clube da cruz de malta tem um novo coordenador do processo de recuperação judicial do clube. Trata-se do advogado Alan Belaciano, amigo de décadas do candidato à presidente Flávio Bolsonaro (PL).
A decisão foi comunicada pelo presidente vascaíno, Pedrinho, aos escritórios que tratam do processo, com o pedido de que mantenham interlocução com o advogado.
Enquanto senador, o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro chegou a destinar R$ 4 milhões ao time de São Januário por meio de emendas parlamentares. A informação é do jornalista Juca Kfouri. A doação é investigada pela Polícia Federal por suspeita de risco de fraude e falta de controle sobre o repasse.
O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), se reúne na próxima segunda-feira (17) com a presidente da Petrobras, Magda Chambriard e sua diretoria, para buscar trazer para a cidade uma fatia do novo ciclo de investimentos da estatal.
A prioridade é apresentar o planejamento estratégico do município e o agrupado de empesas navais e offshore da antiga capital fluminense, que tem bases logísticas e portuárias para apoio a exploração das bacias de Campos e Santos, fábricas de dutos flexíveis indispensáveis para produção em águas profundas, amarras, estaleiros capazes de produzir navios de apoio, petroleiros e plataformas.
No último ano, a Prefeitura de Niterói criou um programa de refinanciamento de dívidas do setor – que atravessou uma crise na última década – e várias empresas retomaram suas atividades e também estão recebendo investimentos internacionais.
Na reunião, Rodrigo Neves vai falar também sobre o Canal de São Lourenço que, depois das obras de dragagem, passa a ter melhores condições para receber grandes embarcações. A ideia é usar a nova estrutura para atrair projetos de construção, reparo naval e serviços offshore.
A ideia é fazer com que recursos da Petrobras circulem mais em Niterói, fortalecendo e economia da região, atraindo contratos, empresas, empregos e renda, além de reforçar a posição da cidade no setor naval, logístico e de óleo e gás no país.
Plataforma voltada para queixas de consumidores, o Reclame Aqui está com registros de usuários afirmando que não conseguem realizar saques. A constatação aconteceu depois que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) investigou plataformas ilegais de apostas esportivas no site voltado para reclamações virtuais.
De acordo com documento apresentado à Justiça por promotores do Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (CyberGaeco), usuários relataram que, após fazer depósitos e acumular saldo nas plataformas, tiveram pedidos de saque cancelados ou bloqueados de forma sistemática.
O MPRJ afirma que as reclamações estão ligadas à atuação da empresa FP Sistemas Ltda., investigada por supostamente intermediar pagamentos para operadores ilegais de apostas.
Apostadores se queixam do bloqueio no resgate da quantia no sistema da FP Sistemas — Foto: Reprodução/Reclame Aqui.
De acordo com o documento, uma consulta feita ao Reclame Aqui em julho de 2026 identificou 1.533 reclamações contra a empresa, a maioria relacionada a operações envolvendo apostas on-line sem autorização federal.
Um dos apostadores afirmou no site do Reclame Aqui que depositou R$ 10 mil na plataforma Pixbr.io e conseguiu um saldo de R$ 32.270,92 após apostas bem-sucedidas, mas não conseguiu retirar esta quantia.
Segundo informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), operações consideradas suspeitas entre 2022 e 2026 movimentaram ao menos R$ 1,4 bilhão.
Promotores saíram para cumprir 7 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, expedidos pela 3ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa.
Uma auditoria da Secretaria de Estado da Casa Civil identificou irregularidades na execução do Programa Empoderadas, política pública de enfrentamento à violência contra a mulher. O relatório aponta cerca de R$ 4,45 milhões em pagamentos questionados e uso de recursos em despesas sem relação com o objeto do programa, além de falhas de controle interno e problemas na gestão dos resultados.
Os achados foram identificados na análise da execução do programa em 2025, realizada a partir da descentralização orçamentária entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSODH) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Entre os principais pontos encontrados estão o pagamento de remuneração adicional a servidores sem respaldo legal, o uso de recursos do programa para custear estruturas administrativas da UERJ e a falta de controles sobre pessoal, polos de atendimento e indicadores de desempenho.
R$ 2,9 milhões em pagamentos adicionais
Segundo a auditoria, 49 servidores da UERJ e da SEDSODH receberam remuneração adicional ao longo de 2025, mesmo já sendo remunerados pela estrutura estadual para exercer suas funções.
Os pagamentos somaram R$ 2.920.264,16 em valores brutos. Para a equipe de auditoria, os repasses representaram uma ampliação, por meio de ato administrativo interno, das hipóteses de pagamento de vantagens a servidores previstas na Lei Estadual nº 5.361/2008.
O relatório também aponta que o cruzamento dos nomes dos 113 beneficiários com as folhas de pagamento oficiais encontrou 59 pessoas, ou 52,2% do total, que já eram servidores ativos e regularmente remunerados pela UERJ nos mesmos meses em que receberam os pagamentos questionados.
Nesse cruzamento, os pagamentos feitos a esses 59 servidores totalizaram R$ 911.445,44.
Recursos do Empoderadas bancaram outras estruturas da UERJ
Outro achado da auditoria envolve R$ 1.533.088,60 utilizados para custear despesas de seis estruturas administrativas e projetos da UERJ que, segundo o relatório, não tinham relação com o objeto do Programa Empoderadas.
Os pagamentos foram distribuídos da seguinte forma:
GT-eSocial: R$ 607.900,00;
Apoio de Administração de Projetos: R$ 461.900,00;
Projeto Residência Médica de Família: R$ 223.388,60;
Comissão de Sistemas Acadêmicos: R$ 74.500,00;
Seminário de Saúde Mental do IMS/UERJ: R$ 137.400,00.
O relatório classifica a utilização dos recursos como desvio de finalidade, já que as despesas não estariam vinculadas às atividades previstas para o programa.
Falhas no controle dos polos
A auditoria também encontrou problemas na fiscalização da execução do Empoderadas.
Segundo o relatório, não existe vinculação nominal entre os colaboradores e os polos ou atividades desenvolvidas. O quantitativo de pessoal ativo também não é divulgado, enquanto os relatórios trimestrais não acompanham de forma adequada as metas estabelecidas no Plano de Trabalho de 2025.
Há ainda uma divergência no número de polos. O relatório referente ao terceiro trimestre registra 63 unidades, enquanto o site oficial do programa informa 58 polos ativos.
Para a equipe de auditoria, as inconsistências dificultam a verificação da execução física e dos resultados alcançados pelo programa.
Instagram de superintendente é questionado em auditoria
Um dos achados mais incomuns está relacionado à estratégia de comunicação digital do Empoderadas.
Segundo o relatório, o indicador utilizado para medir o desempenho da comunicação do programa misturou o alcance do perfil institucional do Empoderadas com o alcance do perfil pessoal da superintendente Érica Paes no Instagram.
A auditoria aponta dois problemas. O primeiro seria a apropriação de resultados de uma política pública financiada com recursos públicos em benefício de um ativo digital privado, já que o perfil pessoal não constitui um bem público e não poderia ser transferido ou sucedido automaticamente por outro ocupante do cargo.
A superintendente Érica Paes teve o perfil pessoal no Instagram utilizado como parte de um indicador de desempenho da comunicação do programa — Foto: Divulgação
O segundo seria uma possível quebra da segregação de funções. Isso porque a mesma servidora aparece, segundo o relatório, como titular do perfil utilizado no indicador, fonte do dado e responsável pela assinatura do relatório que certificou o resultado.
Diante dos achados, o governo do estado informou que o resultado da auditoria será encaminhado ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). Os órgãos poderão aprofundar as apurações dentro de suas respectivas competências.
O relatório da Casa Civil aponta irregularidades e pagamentos questionados, mas a identificação de eventual dano ao erário e a responsabilização dos envolvidos dependem do prosseguimento das apurações pelos órgãos competentes.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou, nesta quinta-feira (13), o vereador José Sebastião Rabello, conhecido como Zezinho do Caminhão (Solidariedade), de Nova Friburgo, por violência política de gênero contra a também vereadora Priscila Teixeira Pitta Muniz (PT). A decisão foi por unanimidade.
Rabello foi condenado a um ano de reclusão, pena substituída pela prestação de serviços à comunidade. O TSE também determinou a suspensão de seus direitos políticos e declarou o parlamentar inelegível.
Segundo o relator, ministro Dias Toffoli, o vereador submeteu Priscila a constrangimentos, humilhações e ameaças dentro da Câmara de Nova Friburgo. Para o ministro, as agressões foram marcadas por discriminação e menosprezo em razão do gênero, com o objetivo de impedir ou dificultar o exercício do mandato da parlamentar.
A decisão reverteu o entendimento anterior do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que absolveu Rabello sob o argumento de que as declarações estavam protegidas pela imunidade parlamentar e de que não havia provas suficientes da intenção de prejudicar o mandato da vereadora por ela ser mulher.
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, classificou o julgamento como um “marco histórico” no combate à violência política de gênero. O caso foi analisado no processo nº 0600015-33.2022.6.19.0026.
Discussão aconteceu em 2022
A discussão entre ambos os vereadores foi em 2022. Á época, durante uma discussão de um projeto de lei para a a área de saúde, Zezinho chamou a colega de “mentirosa”.
“Você deveria sair da Câmara e ficar em casa. Aqui ninguém te suporta. Você é uma mentirosa. Você não deveria estar vereadora. Você só quer aparecer. Depois você vai para a tribuna ficar chorando e fazendo drama para a população. Vou te isolar na Câmara, porque você tem é que ficar sozinha”, afirmou à época durante sessão na Câmara de Friburgo.
Durante a fala, ele também usou as expressões “vagabunda” e “escrota”.
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Idéias totalmente autoritárias de mudar as pessoas de local… Era para construir a casa ou edificação bo próprio local aonde a pessoa mora.. ninguém gosta de morar nestas caixas de pombo que fazem … Resultado todos vendem os apartamentos e vão embora sempre … Fato verídico