A taxa de desemprego no estado do Rio de Janeiro teve um leve recuo e se manteve estável no segundo trimestre de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Pnad Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O estado passou de 7,3% para 7,1% na taxa de desocupação, uma redução de 0,3 ponto percentual. Mesmo com a queda, continua registrando o maior índice de desemprego da Região Sudeste e o oitavo maior do país.
O número de pessoas com mais de 14 anos desocupadas no Rio de Janeiro segue acima da média nacional, que recuou de 6,1% para 5,4% entre os dois levantamentos.
De acordo com a metodologia da PNAD Contínua, são consideradas desocupadas as pessoas que estavam sem trabalho na semana de referência da pesquisa, procuraram emprego nos 30 dias anteriores à entrevista e tinham disponibilidade para começar a trabalhar no período analisado. Ou seja, não basta estar sem trabalhar para entrar na estatística do IBGE.
Maior taxa da região
Entre os estados do Sudeste, o Rio de Janeiro lidera a taxa de desocupação, com 7,1%. Na sequência, aparecem São Paulo, com 5,4%; Minas Gerais, com 3,8%; e o Espírito Santo, que registra 2,3%, um dos menores índices do país.
Além de continuar com o maior índice da região, o Rio também foi o estado do Sudeste que apresentou a menor melhora em relação ao trimestre anterior. A redução foi de apenas 0,3 ponto percentual (p.p.), enquanto São Paulo registrou queda de 0,6 p.p., o Espírito Santo, de 0,9 p.p., e Minas Gerais, de 1,2 p.p.
O estado ocupa a oitava posição no ranking nacional entre as maiores taxas de desocupação do país. O Amapá lidera a lista, com 9,8%, seguido por Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%).
De acordo com o IBGE, a taxa de desocupação caiu em 13 das 27 unidades da federação no segundo trimestre. No Rio de Janeiro, o indicador permaneceu acima da média brasileira, mesmo com a redução registrada nos últimos meses.
Rio de Janeiro no ranking nacional de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais de idade
























































