Os planos de governo dos candidatos ao Palácio Guanabara desenham estados quase incompatíveis entre si. Há propostas para entregar ativos à iniciativa privada e outras para reestatizar serviços; projetos de expansão das escolas cívico-militares e promessas de acabar com elas; estratégias de ocupação territorial e programas que defendem a desmilitarização da polícia.
O ponto comum é o diagnóstico de que segurança, saúde, educação e transporte deixaram de funcionar como deveriam.
O que muda radicalmente é a receita.
Nove candidaturas, nove programas analisados
O DivulgaCand lista nove pedidos de registro para o governo do estado: André Marinho (Novo), Coronel Busnello (Missão), Cyro Garcia (PSTU), Douglas Ruas (PL), Eduardo Paes (PSD), Garotinho (Republicanos), Juliete (UP), Luan Monteiro (PCO) e William Siri (PSOL).
A diferença de tamanho é expressiva. O programa de Garotinho tem 386 páginas, mais que o dobro dos documentos do PSOL, apresentado pela candidatura William Siri; e do Novo, com André Marinho, que têm 143.
No outro extremo, Cyro Garcia e Luan Monteiro entregaram sete páginas cada. Eduardo Paes apresenta uma versão preliminar de oito páginas. A extensão, porém, não mede sozinha o grau de compromisso: um documento pode ser longo e manter custos em aberto, enquanto outro pode ser curto e assumir prazos politicamente arriscados.
André Marinho: monotrilho, desestatização e um presídio insular
O plano do candidato do partido Novo é o mais ambicioso em escala física. A espinha dorsal é o Arco do Mar à Montanha, com um monotrilho suspenso de 60 quilômetros, hubs de integração e novas centralidades econômicas.
O documento também propõe entregar a concessionárias cerca de 700 quilômetros de rodovias estaduais sem criar novos pedágios, apoiar a Linha 3 do metrô, ampliar escolas cívico-militares com formação técnica e organizar a desestatização de empresas deficitárias e ativos ociosos por meio do programa Liberta Rio.
A parte mais dura está na segurança.
O projeto prevê reconstruir em Ilha Grande uma unidade de segurança máxima para lideranças de facções, com isolamento individual, acesso marítimo e sem visita íntima. Outra frente, batizada de Operação Asfixia, estima investir de R$ 800 milhões a R$ 1,2 bilhão e recuperar entre R$ 15 bilhões e R$ 25 bilhões em patrimônio do crime.
Coronel Busnello: 25 escolas cívico-militares e ‘desfavelização’ em dez anos
O plano do Coronel Busnello combina reforço policial, metas de infraestrutura e uso intenso de concessões e parcerias público-privadas. Na segurança, promete formar ao menos 3.500 novos profissionais por ano, retomar territórios em três fases e elevar para 25% a parcela da população carcerária em trabalho remunerado até 2030. Na educação, quer chegar a 25 escolas cívico-militares ao fim do mandato, com consulta pública vinculante e adesão voluntária das famílias.
Na mobilidade, o programa prevê 55 novos trens, recuperação das 104 estações, novas rotas de ferry-boat, VLT entre Pavuna e Nova Iguaçu, dois corredores de BRT e retomada da Linha 3. A proposta mais sensível é chamada de “desfavelização”: transformar, em dez anos, as 1.724 favelas e comunidades urbanas do estado em bairros formais, com titulação individual, reurbanização ou realocação apenas onde o plano considerar inviável a permanência. Parte das novas unidades seria vendida a preço de mercado para produzir “mistura social”.
Douglas Ruas: ‘linha dura’, presídios privados e benefício condicionado ao trabalho
Douglas Ruas coloca a segurança como eixo estruturante do governo. O plano prevê leitura de placas, reconhecimento facial, drones, bloqueio das fontes de renda das milícias e presença policial permanente em territórios retomados. No sistema penitenciário, propõe construir novos presídios em parceria com a iniciativa privada, inclusive uma unidade de regime disciplinar descrita como mais rigorosa do que qualquer referência existente. Benefícios seriam vinculados ao trabalho e ao rompimento com facções, com parte da remuneração destinada às vítimas e ao Estado.
Na saúde, promete hospitais de alta resolução, central digital única de regulação e contratação da rede privada para acelerar cirurgias. Na mobilidade, defende integração tarifária entre trem, metrô, barcas, BRT e ônibus, captação de recursos para a Linha 3 e fiscalização mais dura das concessões. Apesar de anunciar gestão com metas, prazos e custos transparentes, o PDF analisado não apresenta valores em reais nem um quadro consolidado de financiamento.
Eduardo Paes: cinco compromissos em uma versão preliminar
O documento de Eduardo Paes é o mais sintético entre os candidatos competitivos e se assume preliminar. Promete reduzir de forma significativa assaltos, tiroteios e feminicídios já no primeiro ano, retomar territórios com apoio das Forças Armadas, retirar indicações políticas da escolha de comandantes de batalhão e delegados, recuperar hospitais e UPAs, contratar médicos e expandir o ensino técnico em tempo integral.
No transporte, Paes propõe colocar a SuperVia no “padrão do BRT”, levar o BRT à Baixada Fluminense e iniciar as obras da Linha 3 do metrô para Niterói, São Gonçalo e Itaboraí até o fim do mandato.
O texto não detalha custos, fontes de financiamento ou metas numéricas para a prometida queda da violência. É mais uma carta de compromissos do que um plano executivo.
William Siri: tarifa zero, reestatização e descriminalização das drogas
Com 143 páginas, o programa do PSOL apresentado por William Siri é o segundo mais extenso. Defende retomar o controle público da Cedae, reestatizar os trens, avançar na retomada das barcas e implantar tarifa zero imediatamente no sistema ferroviário reestatizado, com redução progressiva nos demais transportes estaduais. Também propõe as linhas 3 e 6 do metrô, integração Estácio-Carioca e 30 CIEPs em tempo integral no primeiro ano.
Na segurança, quer extinguir as secretarias autônomas das polícias, criar uma Polícia Técnico-Científica independente e trabalhar no Congresso pela desmilitarização, com carreira civil única e ciclo completo.
O programa também defende a descriminalização e regulamentação das drogas consideradas ilícitas. Uma curiosidade: a palavra “milícia” não aparece no PDF analisado, embora o texto proponha combater crime organizado e lavagem de dinheiro. Entre as minúcias, há até a mudança das cabines de rádio e televisão para o setor 6 do Sambódromo e o fim da exclusividade da transmissão da Sapucaí, em negociação com a prefeitura.
Juliete: 80 propostas, corte de 50% das tarifas e fim das escolas militarizadas
A Unidade Popular condensou 80 propostas em 13 páginas. Juliete promete anular a privatização da Cedae, reestatizar a energia elétrica, colocar trens e metrô sob administração estatal com controle popular e reduzir em 50% as passagens de todos os transportes já em janeiro de 2027. Também prevê metrô para a Baixada, Niterói e São Gonçalo, passe livre estudantil intermunicipal e ampliação ferroviária por frentes de trabalho.
Na segurança, propõe desmilitarizar as polícias e guardas municipais, acabar com operações violentas em comunidades, instalar câmeras nos uniformes e afastar imediatamente servidores sob suspeita de ligação com milícias. Na educação, quer extinguir escolas cívico-militares e retirar PMs das unidades.
Duas promessas exigem escrutínio especial: erradicar o analfabetismo completo e funcional em um ano e cumprir o corte tarifário sem apresentar cálculo de impacto fiscal. O programa ainda prevê retirar de ruas, escolas e praças homenagens a racistas, escravocratas, fascistas e integrantes da repressão da ditadura.
Cyro Garcia: reestatização sem indenização, jornada de 30 horas e drogas sob controle estatal
O programa de Cyro Garcia é curto, mas ideologicamente definido. Defende jornada semanal de 30 horas sem redução salarial, suspensão de aluguéis de desempregados que sejam inquilinos de grandes proprietários e um plano de obras públicas capaz de zerar o déficit habitacional. No transporte, propõe revogar as privatizações da SuperVia e do MetrôRio sem indenização, estatizar barcas e ônibus e caminhar para a tarifa zero.
Na segurança, o PSTU defende polícia civil única, punição de agentes envolvidos em chacinas, descriminalização das drogas e controle estatal da produção e comercialização. O texto também propõe aborto legal, seguro e gratuito pelo SUS, estatização de instituições privadas de ensino superior e de grandes empresas que descumpram normas ambientais.
Parte relevante da agenda depende de mudanças federais, decisões municipais ou alterações constitucionais que não estão ao alcance isolado de um governador.
Luan Monteiro: o PCO diz que não faz promessas — e entrega um manifesto nacional
O próprio programa de Luan Monteiro afirma que o PCO não participa das eleições para fazer promessas. O documento é nacional, termina assinado em São Paulo e quase não trata de problemas específicos do Rio. Propõe salário mínimo de R$ 7.500, aumento emergencial de 50% dos salários, cancelamento das dívidas dos trabalhadores, proibição de demissões, fim de todas as privatizações, estatização do sistema financeiro e livre ingresso nas universidades.
Na área institucional, defende dissolver a Polícia Militar, cancelar a concessão da Rede Globo, estatizar grandes empresas de comunicação, extinguir o Supremo Tribunal Federal e eleger juízes e procuradores por voto popular.
Também prevê direito ao armamento para trabalhadores do campo e indígenas e apoio a povos que se levantem “de armas nas mãos”. É um manifesto revolucionário de alcance nacional, não um roteiro de administração estadual.
Garotinho: programas antigos de volta, cashback e obras além do mandato
O plano de Garotinho é o maior da disputa e o mais ligado à memória administrativa do próprio candidato. Garotinho promete retomar, com controles digitais, o Cheque Cidadão, os restaurantes populares, o Café do Trabalhador, a Sopa da Cidadania, o Jovens pela Paz e o Reservistas da Paz.
Na educação, o Geração Fluminense acompanharia alunos da primeira infância ao primeiro emprego, com ensino integral, formação em inteligência artificial, Bolsa-Tech e a meta de elevar o índice educacional do ensino médio para 5,2 até o quarto ano.
Para servidores, o Rio Cashback devolveria em folha até 70% do imposto incidente sobre itens essenciais comprados em estabelecimentos credenciados.
Na segurança, propõe uma Corregedoria-Geral Unificada, uma Cidade da Polícia Militar no atual centro de formação de Sulacap, retomada de territórios, unidades estaduais de segurança máxima e o Presídio Produtivo RJ, com trabalho e qualificação. Na mobilidade, o Aqua Mobile prevê novas ligações por barcas para São Gonçalo, Magé e Ilha do Governador e uma rede lagunar na Barra e em Jacarepaguá, financiada por PPP e receitas comerciais dos chamados “acqua centros”. Para a Linha 3, o texto é mais cauteloso: promete atualizar estudos e modelos, evitando anúncio sem projeto ou recurso.
A proposta mais vistosa é construir 11 “viadutos inteligentes” na Avenida Brasil, com pistas segregadas, ciclovia de quatro metros e o chamado “asfalto de Singapura”. O plano promete reduzir em até 40% o tempo de viagem e em 60% os acidentes, mas não informa a fonte desses percentuais. O cronograma vai a sete anos, três além do mandato em disputa. Outro contraste: em 386 páginas e cerca de 63,6 mil palavras, há apenas uma ocorrência de “R$”, relativa a R$ 53 milhões em investimentos socioeducativos já previstos ou em andamento.
O PDF também tem dez páginas sem texto e uma galeria de referências de sistemas aquaviários de oito cidades.
As perguntas que os candidatos ainda precisam responder
Quem paga a conta?
Nenhum dos nove documentos apresenta orçamento consolidado para o mandato. André Marinho inclui uma tabela de custos da segurança e várias estimativas de projetos; Busnello informa valores em algumas obras.
Nos planos de Douglas e Paes, não aparece valor em reais. O programa de Garotinho diz que custos e cronogramas serão formalizados no PPA, na LDO e na LOA; sua única ocorrência de “R$” se refere a investimento socioeducativo já previsto ou em andamento, não ao preço das novas vitrines do plano.
Nas candidaturas à esquerda, a fonte costuma ser descrita como taxação de grandes fortunas, revisão de isenções, suspensão da dívida ou reestatização, sem simulação de arrecadação e despesa para cada entrega.
O que depende de Brasília — ou das prefeituras?
Descriminalizar drogas, mudar legislação trabalhista, fixar salário mínimo nacional, extinguir o STF, cancelar concessões federais, alterar o regime constitucional das polícias ou mexer em ônibus municipais não são decisões que um governador tome sozinho.
Os planos variam muito na honestidade com que reconhecem essa limitação: alguns escrevem que irão atuar no Congresso ou celebrar convênios; outros apresentam a mudança como promessa direta.
Qual é a linha de base da promessa?
Paes promete reduzir significativamente a violência no primeiro ano, mas não fixa percentual. Juliete promete erradicar o analfabetismo em um ano e cortar tarifas pela metade em janeiro de 2027. William prevê 30 CIEPs integrais no primeiro ano. Garotinho apresenta metas educacionais e de mobilidade, mas não referencia a origem de percentuais como a redução de 60% nos acidentes da Avenida Brasil.
Sem linha de base, custo e órgão responsável, prazo pode virar apenas recurso de campanha.
O que cabe em quatro anos?
Algumas promessas atravessam o calendário eleitoral. Busnello projeta a transformação das comunidades em bairros formais ao longo de dez anos. Garotinho divide os 11 viadutos da Avenida Brasil em etapas que chegam ao sétimo ano.
Planos plurianuais podem ultrapassar um mandato, mas precisam indicar o que será contratado, financiado e entregue até dezembro de 2030 — e o que dependerá do sucessor.
Como tirar a Linha 3 do papel?
A ligação metroviária para Niterói e São Gonçalo é uma das raras convergências.
André Marinho apoia a expansão; Busnello descreve implantação em duas fases; Douglas promete captar recursos; Paes fala em iniciar obras até o fim do mandato; William inclui Itaboraí na rede de longo prazo; Juliete promete chegada a Niterói e São Gonçalo; Garotinho promete atualizar estudos e modelos, evitando anúncio sem projeto ou recurso.
A repetição da obra em sete programas expõe tanto sua popularidade quanto o risco de reciclagem de uma promessa histórica sem engenharia financeira fechada.
O que os nove planos têm em comum
Apesar das diferenças ideológicas, quase todos prometem integrar bases de dados, interiorizar saúde e educação, ampliar o ensino técnico, recuperar trens e rodovias e enfrentar o poder econômico do crime. Há também consenso sobre a necessidade de reduzir indicações políticas na segurança e fortalecer algum tipo de gestão por metas.
A divergência aparece quando se pergunta quem executa, quem financia e quanto controle o Estado deve exercer.
A campanha de 2026 oferece ao eleitor fluminense uma escolha de modelo, não apenas de gerente.
Entre monotrilhos, tarifa zero, desestatizações, reestatizações, ocupações territoriais e desmilitarização, o próximo passo da apuração é cobrar planilhas, marcos legais e cronogramas. Sem isso, até o programa mais comprido pode caber na categoria das promessas que o próprio texto ainda precisa confirmar.
Metodologia e fontes
A análise compara nove PDFs fornecidos à apuração e a lista oficial de nove candidaturas do Rio de Janeiro. Todas as propostas e cifras de campanha são atribuídas aos respectivos programas; não foram tratadas como fatos consumados. A consulta ao DivulgaCand e ao Portal de Dados Abertos do TSE ocorreu em 20 de agosto de 2026. Como registros e anexos podem ser atualizados, a situação documental deve ser revista imediatamente antes da publicação.
DivulgaCandContas/TSE: consulta de candidaturas e arquivos
Portal de Dados Abertos do TSE: propostas de governo – RJ – 2026
Documentos analisados: programas de André Marinho, Coronel Busnello, Cyro Garcia, Douglas Ruas, Eduardo Paes, Garotinho, Juliete, Luan Monteiro e William Siri.
Comments 28
Se o prefeito é os vereadores não fizeram nada e retirarem todo esse projeto absurdo da Câmara, já estaram fazem um bem maior a população e a GM-RIO.
Deixem para que em tempo oportuno um outro prefeito que respeite a Constituição Federal resolva esse assunto.
A Câmara tá preocupada com secretarias verbas e indicações e o prefeito atual quer ser governador.
Tá na cara que isso ia ser uma farofada só!
Políticos amadores.
O que se precisa pedir a esses vereadores é transparência desse projeto,pois estão dizendo nos bastidores,que esse projeto segue a mesma linha do prefeito Eduardo paes,onde gastaram quase 800 milhões para colocar juntamente com os guardas municipais,oficiais da reserva temporários,eles não querem ultilizar somente os 7500 homens da guarda municipal,vão abrir os cofres para gastar uma fortuna com oficiais da reserva,muito cuidado que pode ter pegadinha nesse projeto,muito gabite de emprego e dinheiro gasto de maneira desnecessária quando se já tem a sua guarda municipal que pode ajudar ao combate do crime de pequeno porte e deixar para os fiscais da prefeitura a organização e o combate a ambulantes.
Manaus toda a Guarda Municipal é ARMADA, fizeram cursos treinamentos, tem até 9 pistolas 9mm, submetralhadora e fuzil, ….até Helicóptero….lancha….
Guarda Municipal Armada.
O prefeito Eduardo Pães tem que tomar coragem e resolver logo este impasse.
Se ele pretende se candidatar para governo do estado, está aí chance de deixar um legado.
Ele não pode deixar aproveitar está grande chance de ganhar a eleição com o pé nas costas.
Ad estatísticas mostram que municípios que tem sua GCM armada reduzem em 63% os índices de violência, são Paulo é exemplo de segurança pública smart Sampa é modelos de segurança pública, foram mais de 3 mil bandidos tirados de circulação, smart Sampa e GCMs guarda cívil municipal, desenvolve um ótimo trabalho.
Se o prefeito é os vereadores não fizeram nada e retirarem todo esse projeto absurdo da Câmara, já estarão fazem um bem maior a população e a GM-RIO.
Deixem que em tempo oportuno outro prefeito que respeite a Constituição Federal resolva esse assunto.
A Câmara tá preocupada com secretarias verbas e indicações e o prefeito atual quer ser governador.
Tá na cara que isso ia ser uma farofada só!
Políticos amadores.
Se a justiça não em São Paulo não está deixando a GCM mudar o nome para polícia municipal, imagino eu que aqui no Rio de janeiro não vai autorizar a mudança de guarda municipal para força municipal. Porque é inconstitucional o que está na constituição federal é GUARDA MUNICIPAL o que esse prefeito não entendeu anda. Prefeito busca as últimas contratações de agente penitenciário,polícia civil, polícia Militar e bombeiros o senhor verá que um monte de GUARDAS MUNICIPAL QUE O SENHOR FALA QUE NÃO ESTÃO PREPARADOS PARA USAR ARMAS LETAIS ENTRADO NESTAS INSTITUIÇÕES E SÓ FAZER UM LEVANTAMENTO .
E TEM NÓS SÓ QUEREMOS TRABALHAR E O SENHOR QUERENDO NOS ATRAPALHAR.. TUDO PELA SEGURANÇA DA POPULAÇÃO E VISITANTES.
A população da cidade do Rio de janeiro deveria ser estudada pela nasa, eles querem uma guarda preparada sem treinamento e ficam com esse mi-mi-mi de ” despreparados” eles só acham tráfego e milicianos preparados e a câmara espelha essa população são medíocres em análise, as cidades mais seguras do Brasil têm guarda municipal armada ,nos Estados Unidos tem 16 policias atuando .Bom essa é a visão medíocre de Países de terceiro mundo de uma civilização miscigenada não para melhorar culturalmente e nem em sentido de cidadania e organização.
Importante que a Guarda Municipal deixe, de uma vez por todas, atividades voltadas contra camelôs! Que realmente se empenhem na atribuição de segurança pública de fato!
Infelizmente o Direitos Humanos atuam para defender pessoas as margens da lei. As pessoas honestas, trabalhadoras não dão nem a mínima que estão sendo tirando sua liberdade, direito de ir vir e expulsando pessoas da suas casas impondo as suas leis. Criando território as custas de uma ADPF que para passar em locais dominados tem que avisar. para que não tenha ostensividade de um policiamento para proteger a população. Em outros Países a Guarda Metropolitana ou Municipal são armadas e respeitada, aqui somente querem falar mau. E não fazer nada.
Basta uma canetada do prefeito clamamos por segurança municipal através da guarda municipal do rio de janeiro estive em São Paulo a guarda de lá faz um excelente trabalho na segurança pública, tenho certeza que a guarda do rio poderá ajudar sim nos pequenos delitos e prevenção de pequenos assaltos e dando mas segunca a nos cidadão para ir e vir .
Prefeito e esses vereadores estão loucos , a GM não tem a mínima condição de ser armada. São abusado despreparados e isso já está na cultura desde sua formação.
Guarda tem que ser armada . Combater bandido com cassetete ou spray só maluco .
O problema e que o prefeito não se importa com a segurança, a guarda municipal do Rio já era para está armada a muito tempo, ele está no quarto mandato dele, o que ele fez pela segurança, NADA, ainda quer ser governador
E só cumprir a Lei 13.022 e a CF é melhor aceitar que dói menos. GCM Rio. Juntos somos mais fortes ?
Você está certíssimo, só quem está preparado são os bandidos. A Guarda ainda vai ser preparada!
Bom dia , o efetivo da guarda municipal é pequeno, não temos fiscalização em nenhum lugar , motos elétricas passando em ciclovias e nas calçadas em toda a zona sul , com esse projeto vai acabar com a fiscalização que já é precária
É lamentável a falta de compromisso do prefeito Eduardo Paes com a segurança pública doutor Gilberto parabéns pelo seu compromisso com o servidor da guarda municipal e os municípes que clamam por uma segurança pública eficaz no município do Rio de Janeiro.
Sou da GCM SP e lhes digo que a GM Rio desarmada não consegue contribuir a contento com a segurança da cidade, esse papo de despreparado é um narrativa vazia… Pq todos os Agentes da GM Rio tem que passar por um curso e testes prático de manuseio e tiro real, pois é uma exigência da Polícia federal para liberar o porte de armas, também tem que passar em testes psicológicos exigidos para liberação do porte só então poderão estar portando arma de fogo e contribuindo sim de fato com a segurança da cidade do Rio de janeiro, aqueles agentes que não forem aprovados não portarão armas de fogo. E ficar usando a GM Rio para correr atrás de camelô é um retrocesso.
Sei não vai ter que ter muito treinamento porque 60 por cento dos guardas se acham os deuses já pensou com uma arma na mao misericórdia.OBS: se me lembro bem a guarda foi criada para ficar na escolas e repartições públicas para liberar os polícias militares e nunca vi isso acontecesse a não ser correndo atrás de camelo ou em reboque multando e rebocando carros.
Se for criar ou transformar a GM Rio em Guarda Armada , deve respeitar inclusive quem aposentou sem ter seus direitos respeitados , fazer com exigência de prova de títulos, inclusive aos Aposentados. A gestão pública sempre covarde! Joga sujo e escalava guardas para situação de risco de morte sem qualquer tipo de respeito ! Depois os guardas identificados por vagabundo nas ruas , eram mortos e suas famílias expostas . Como o crime tomou conta da Cidade e policiais estão envolvidos , a saída é ter uma guarda armada para diminuir a bandalheira …Para armar , tem que exigir muito ! Conceder porte a sequelado , não resolve e o mais grave é depois de expor servidores por mais de 20 anos numa função de risco, aposenta sem.paridade e sem isonomia…Que coisa suja esta sendo tramada pela classe politica !
Se não bastasse PM e uma porrada de Bombeiros folgados e sem preparo prá portar arma de fogo e agora estão querendo armar a guarda municipal,mais gente prá fazer merda e andar metidos em milícia esses políticos realmente não tem o quê fazer e quando procuram só fazem merda,tanta coisa prá fazer e eles preocupados com arma na mão de uma guarda municipal totalmente despreparada.
O Senhor ao nascer, já devia ser capacitado, preparado, letrado, poliglota. Um verdadeiro alienígena, o policial militar foi capacitado e preparado, assim, como outras forças que estão na Constituição Federal de segurança pública, precisamos sim, da Guarda Municipal, com preparo e capacitado para ser mais, uma força para o combate à criminalidade. Ou o Senhor está feliz com a atual conjuntura?
Arma, a guarda municipal do Rio não é a boa opção Eles não estão preparados desde sua fundação em 1993 que aguarda está despreparada Eles são muito problemáticos sou totalmente contra
Quero saber como fica o plano de carreira dos Guardas Municipais depois de aprovar o armamento, já que a intenção é mudar o nome da instituição para colocar os chegados do prefeito.
O prefeito Eduardo Paes quer sucatear a GM-RIO colocando um cavalo se tróia neste projeto, o que o prefeito quer é alterar o nome de Guarda Municipal para Força Municipal de Segurança e além disso contratar comissionados para trabalharem armados sem o devido preparo
O rio de janeiro clama por um prefeito que lute pela segurança e Esse prefeito pode acabar criando uma nova milicia pois vão ser contratado por 8 anos ou seja vão ter todo o treinamento e depois vão ser dispensados vcs viram a reportagem que tem policial e ex policial que dão treinamento para traficante pois é é isso que tá arriscado a acontecer ou seja o que tá ruim pode piorar onde já se viu investir em segurança temporária se já tem uma corporação esperando está oportunidade, muita ganância muita poeira embaixo dessa história.
O problema maior é que os guardas não querem armas aí fica difícil caso aconteça será mais uma instituição omissa