Se dentro de campo o Vasco da Gama altera bons momentos na Copa do Brasil com a briga contra o rebaixamento, fora dele o clube da cruz de malta tem um novo coordenador do processo de recuperação judicial do clube. Trata-se do advogado Alan Belaciano, amigo de décadas do candidato à presidente Flávio Bolsonaro (PL).
A decisão foi comunicada pelo presidente vascaíno, Pedrinho, aos escritórios que tratam do processo, com o pedido de que mantenham interlocução com o advogado.
Enquanto senador, o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro chegou a destinar R$ 4 milhões ao time de São Januário por meio de emendas parlamentares. A informação é do jornalista Juca Kfouri. A doação é investigada pela Polícia Federal por suspeita de risco de fraude e falta de controle sobre o repasse.
Quem precisa usar o serviço do trem enfrenta dificuldades na volta pra casa nesta quinta (13) por causa de uma queda de energia na estação Central do Brasil. Uma queda de energia afetou todos os ramais. Segundo a concessionária TrensRJ, o problema começou por volta das 18h15 e comprometeu a circulação das composições. Três ramais chegaram a ter a circulação comprometida, os de Deodoro, Saracuruna e Belford Roxo. Mas, de acordo com a empresa, os Ramais em processo de normalização às 18h56.
O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), se reúne na próxima segunda-feira (17) com a presidente da Petrobras, Magda Chambriard e sua diretoria, para buscar trazer para a cidade uma fatia do novo ciclo de investimentos da estatal.
A prioridade é apresentar o planejamento estratégico do município e o agrupado de empesas navais e offshore da antiga capital fluminense, que tem bases logísticas e portuárias para apoio a exploração das bacias de Campos e Santos, fábricas de dutos flexíveis indispensáveis para produção em águas profundas, amarras, estaleiros capazes de produzir navios de apoio, petroleiros e plataformas.
No último ano, a Prefeitura de Niterói criou um programa de refinanciamento de dívidas do setor – que atravessou uma crise na última década – e várias empresas retomaram suas atividades e também estão recebendo investimentos internacionais.
Na reunião, Rodrigo Neves vai falar também sobre o Canal de São Lourenço que, depois das obras de dragagem, passa a ter melhores condições para receber grandes embarcações. A ideia é usar a nova estrutura para atrair projetos de construção, reparo naval e serviços offshore.
A ideia é fazer com que recursos da Petrobras circulem mais em Niterói, fortalecendo e economia da região, atraindo contratos, empresas, empregos e renda, além de reforçar a posição da cidade no setor naval, logístico e de óleo e gás no país.
Plataforma voltada para queixas de consumidores, o Reclame Aqui está com registros de usuários afirmando que não conseguem realizar saques. A constatação aconteceu depois que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) investigou plataformas ilegais de apostas esportivas no site voltado para reclamações virtuais.
De acordo com documento apresentado à Justiça por promotores do Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (CyberGaeco), usuários relataram que, após fazer depósitos e acumular saldo nas plataformas, tiveram pedidos de saque cancelados ou bloqueados de forma sistemática.
O MPRJ afirma que as reclamações estão ligadas à atuação da empresa FP Sistemas Ltda., investigada por supostamente intermediar pagamentos para operadores ilegais de apostas.
Apostadores se queixam do bloqueio no resgate da quantia no sistema da FP Sistemas — Foto: Reprodução/Reclame Aqui.
De acordo com o documento, uma consulta feita ao Reclame Aqui em julho de 2026 identificou 1.533 reclamações contra a empresa, a maioria relacionada a operações envolvendo apostas on-line sem autorização federal.
Um dos apostadores afirmou no site do Reclame Aqui que depositou R$ 10 mil na plataforma Pixbr.io e conseguiu um saldo de R$ 32.270,92 após apostas bem-sucedidas, mas não conseguiu retirar esta quantia.
Segundo informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), operações consideradas suspeitas entre 2022 e 2026 movimentaram ao menos R$ 1,4 bilhão.
Promotores saíram para cumprir 7 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, expedidos pela 3ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa.
Uma auditoria da Secretaria de Estado da Casa Civil identificou irregularidades na execução do Programa Empoderadas, política pública de enfrentamento à violência contra a mulher. O relatório aponta cerca de R$ 4,45 milhões em pagamentos questionados e uso de recursos em despesas sem relação com o objeto do programa, além de falhas de controle interno e problemas na gestão dos resultados.
Os achados foram identificados na análise da execução do programa em 2025, realizada a partir da descentralização orçamentária entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSODH) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Entre os principais pontos encontrados estão o pagamento de remuneração adicional a servidores sem respaldo legal, o uso de recursos do programa para custear estruturas administrativas da UERJ e a falta de controles sobre pessoal, polos de atendimento e indicadores de desempenho.
R$ 2,9 milhões em pagamentos adicionais
Segundo a auditoria, 49 servidores da UERJ e da SEDSODH receberam remuneração adicional ao longo de 2025, mesmo já sendo remunerados pela estrutura estadual para exercer suas funções.
Os pagamentos somaram R$ 2.920.264,16 em valores brutos. Para a equipe de auditoria, os repasses representaram uma ampliação, por meio de ato administrativo interno, das hipóteses de pagamento de vantagens a servidores previstas na Lei Estadual nº 5.361/2008.
O relatório também aponta que o cruzamento dos nomes dos 113 beneficiários com as folhas de pagamento oficiais encontrou 59 pessoas, ou 52,2% do total, que já eram servidores ativos e regularmente remunerados pela UERJ nos mesmos meses em que receberam os pagamentos questionados.
Nesse cruzamento, os pagamentos feitos a esses 59 servidores totalizaram R$ 911.445,44.
Recursos do Empoderadas bancaram outras estruturas da UERJ
Outro achado da auditoria envolve R$ 1.533.088,60 utilizados para custear despesas de seis estruturas administrativas e projetos da UERJ que, segundo o relatório, não tinham relação com o objeto do Programa Empoderadas.
Os pagamentos foram distribuídos da seguinte forma:
GT-eSocial: R$ 607.900,00;
Apoio de Administração de Projetos: R$ 461.900,00;
Projeto Residência Médica de Família: R$ 223.388,60;
Comissão de Sistemas Acadêmicos: R$ 74.500,00;
Seminário de Saúde Mental do IMS/UERJ: R$ 137.400,00.
O relatório classifica a utilização dos recursos como desvio de finalidade, já que as despesas não estariam vinculadas às atividades previstas para o programa.
Falhas no controle dos polos
A auditoria também encontrou problemas na fiscalização da execução do Empoderadas.
Segundo o relatório, não existe vinculação nominal entre os colaboradores e os polos ou atividades desenvolvidas. O quantitativo de pessoal ativo também não é divulgado, enquanto os relatórios trimestrais não acompanham de forma adequada as metas estabelecidas no Plano de Trabalho de 2025.
Há ainda uma divergência no número de polos. O relatório referente ao terceiro trimestre registra 63 unidades, enquanto o site oficial do programa informa 58 polos ativos.
Para a equipe de auditoria, as inconsistências dificultam a verificação da execução física e dos resultados alcançados pelo programa.
Instagram de superintendente é questionado em auditoria
Um dos achados mais incomuns está relacionado à estratégia de comunicação digital do Empoderadas.
Segundo o relatório, o indicador utilizado para medir o desempenho da comunicação do programa misturou o alcance do perfil institucional do Empoderadas com o alcance do perfil pessoal da superintendente Érica Paes no Instagram.
A auditoria aponta dois problemas. O primeiro seria a apropriação de resultados de uma política pública financiada com recursos públicos em benefício de um ativo digital privado, já que o perfil pessoal não constitui um bem público e não poderia ser transferido ou sucedido automaticamente por outro ocupante do cargo.
A superintendente Érica Paes teve o perfil pessoal no Instagram utilizado como parte de um indicador de desempenho da comunicação do programa — Foto: Divulgação
O segundo seria uma possível quebra da segregação de funções. Isso porque a mesma servidora aparece, segundo o relatório, como titular do perfil utilizado no indicador, fonte do dado e responsável pela assinatura do relatório que certificou o resultado.
Diante dos achados, o governo do estado informou que o resultado da auditoria será encaminhado ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). Os órgãos poderão aprofundar as apurações dentro de suas respectivas competências.
O relatório da Casa Civil aponta irregularidades e pagamentos questionados, mas a identificação de eventual dano ao erário e a responsabilização dos envolvidos dependem do prosseguimento das apurações pelos órgãos competentes.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou, nesta quinta-feira (13), o vereador José Sebastião Rabello, conhecido como Zezinho do Caminhão (Solidariedade), de Nova Friburgo, por violência política de gênero contra a também vereadora Priscila Teixeira Pitta Muniz (PT). A decisão foi por unanimidade.
Rabello foi condenado a um ano de reclusão, pena substituída pela prestação de serviços à comunidade. O TSE também determinou a suspensão de seus direitos políticos e declarou o parlamentar inelegível.
Segundo o relator, ministro Dias Toffoli, o vereador submeteu Priscila a constrangimentos, humilhações e ameaças dentro da Câmara de Nova Friburgo. Para o ministro, as agressões foram marcadas por discriminação e menosprezo em razão do gênero, com o objetivo de impedir ou dificultar o exercício do mandato da parlamentar.
A decisão reverteu o entendimento anterior do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que absolveu Rabello sob o argumento de que as declarações estavam protegidas pela imunidade parlamentar e de que não havia provas suficientes da intenção de prejudicar o mandato da vereadora por ela ser mulher.
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, classificou o julgamento como um “marco histórico” no combate à violência política de gênero. O caso foi analisado no processo nº 0600015-33.2022.6.19.0026.
Discussão aconteceu em 2022
A discussão entre ambos os vereadores foi em 2022. Á época, durante uma discussão de um projeto de lei para a a área de saúde, Zezinho chamou a colega de “mentirosa”.
“Você deveria sair da Câmara e ficar em casa. Aqui ninguém te suporta. Você é uma mentirosa. Você não deveria estar vereadora. Você só quer aparecer. Depois você vai para a tribuna ficar chorando e fazendo drama para a população. Vou te isolar na Câmara, porque você tem é que ficar sozinha”, afirmou à época durante sessão na Câmara de Friburgo.
Durante a fala, ele também usou as expressões “vagabunda” e “escrota”.
A Arena Cultural Dicró, na Penha, está com inscrições abertas para a ocupação da Galeria L, área de exposições que se encontra no espaço. A seleção integra o Programa de Residências Artísticas da Arena Cultural Dicró e irá escolher três projetos de artistas, profissionais e coletivos de artes visuais para compor a programação entre setembro de 2026 e maio de 2027. As inscrições são gratuitas e vão até este domingo, de acordo com o edital, e são feitar por meio de formulário online.
As propostas selecionadas receberão um apoio financeiro de R$ 1 mil para viabilizar a realização das exposições, incluindo custos de produção, montagem, desmontagem e o desenvolvimento de uma ação educativa, como oficina, roda de conversa, visita mediada ou outra atividade construída em parceria com a Arena Cultural Dicró.
As inscrições podem ser realizadas de até o dia 16 de agosto, por meio de formulário online. O resultado será divulgado em 21 de agosto, nas redes sociais da Arena Cultural Dicró. As exposições acontecerão entre setembro de 2026 e maio de 2027, com inaugurações previstas para setembro e novembro de 2026 e março de 2027.
O edital completo reúne informações sobre participação, documentação necessária, critérios de seleção e especificações técnicas da Galeria L.
SERVIÇO Ocupação da Galeria L – Arena Cultural Dicró
Inscrições: de 3 a 16 de agosto de 2026
Quem pode participar: artistas, profissionais e coletivos de artes visuais
Período das exposições: setembro de 2026 a maio de 2027
Formulário de inscrição: https://forms.gle/NDUZGbJBWjQgmRFo8
Edital completo:
https://docs.google.com/document/d/1MzCuPzFjTCYLfXysTGCP3714hquF_ZReNOKECzrJtnc/edit?tab=t.0
O julgamento que pode definir o futuro da ação penal contra o candidato ao Senado Marcelo Crivella (Republicanos), no caso conhecido como “QG da Propina”, terminou empatado em 3 a 3 no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) nesta quinta-feira (13). O presidente da Corte, desembargador Cláudio de Mello Tavares, pediu vista dos autos antes de apresentar o voto de desempate.
O empate foi formado após o desembargador Paulo Cesar Salomão Filho acompanhar a divergência aberta por Guilherme Calmon e seguida por Sylvia Hausen, pela ratificação do recebimento da denúncia contra Crivella. Com isso, ficaram três votos pelo prosseguimento da ação penal e três pela rejeição da denúncia.
Votaram pela rejeição do recebimento da denúncia a relatora, desembargadora Manoela Dourado, além dos desembargadores Fernando Cerqueira e Bruno Bodart.
Último desembargador a votar defendeu prosseguimento da ação contra Crivella
O voto de Paulo Salomão era aguardado desde a sessão de 23 de julho, quando ele havia pedido vista do processo. Nesta quinta, o desembargador afirmou que acompanhava integralmente o voto da relatora nas questões preliminares, mas divergia dela quanto à existência de justa causa para o prosseguimento da ação penal contra Marcelo Crivella.
Para Salomão, a análise nesta fase é apenas de admissibilidade da acusação e não representa um julgamento definitivo sobre culpa ou inocência. Segundo ele, não é necessário, neste momento, comprovar de forma cabal os crimes atribuídos a Crivella, mas verificar se existem elementos indiciários suficientes para justificar o aprofundamento da apuração durante a instrução processual.
“A etapa processual em que ora nos encontramos é a de ratificação do recebimento da denúncia e não da prolação de decisão de mérito de sentença”, afirmou.
E segundo ele, “a denúncia não se escora de forma isolada na palavra dos colaboradores”, mas é acompanhada por outros elementos de corroboração.
Entre as provas citadas pelo desembargador estão mensagens extraídas de aparelhos celulares apreendidos durante a investigação, relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), registros de pagamentos no sistema Fincon, depoimentos de servidores e ex-servidores municipais, cheques emitidos por empresas prestadoras de serviços ao município e documentos relacionados aos atos administrativos investigados.
Para Salomão, esse conjunto de elementos forma uma base indiciária que, nesta fase do processo, é suficiente para justificar o prosseguimento da ação penal e permitir que as acusações sejam examinadas com maior profundidade durante a instrução.
Defesa tentou suspender julgamento até depois da eleição e pediu para o processo tramitar em segredo de Justiça
Antes da retomada do julgamento, a defesa de Marcelo Crivella apresentou uma petição pedindo a suspensão da análise até 4 de outubro, data do primeiro turno das eleições de 2026. O argumento apresentado foi o de evitar que o resultado do julgamento pudesse influenciar positiva ou negativamente os eleitores durante a disputa eleitoral.
A defesa também pediu que o processo passasse a tramitar em segredo de Justiça para evitar exposição midiática do resultado e solicitou que as publicações fossem feitas em nome de todos os advogados constituídos.
O plenário rejeitou ambos os primeiros pedidos. Segundo a decisão lida durante a sessão, o processo já estava em fase de exame da denúncia e do foro por prerrogativa de função e, além disso, a publicidade dos julgamentos é a regra prevista na Constituição.
O colegiado acolheu apenas um pedido relacionado à publicação dos atos em nome de todos os advogados regularmente constituídos.
Julgamento esbarra no período eleitoral
O novo pedido de vista ocorre às vésperas do início do período eleitoral, marcado para este domingo (16), e enquanto Crivella já é candidato ao Senado pelo Republicanos.
O julgamento do “QG da Propina” pode definir o futuro do ex-prefeito do Rio, já que o processo foi considerado pelo ministro André Mendonça, do TSE, ao suspender os efeitos de uma condenação que havia tornado Crivella inelegível. Na ocasião, Mendonça destacou que havia dois votos no TRE-RJ pela rejeição da denúncia.
Agora, o cenário mudou. O placar passou de 2 a 0 para 3 a 3, com o voto de Paulo Salomão pelo recebimento da denúncia. A definição sobre o prosseguimento da ação contra Marcelo Crivella depende, portanto, do voto do presidente Cláudio de Mello Tavares, que pediu vista dos autos.
A Justiça Eleitoral de Angra dos Reis, na Costa Verde, negou os recursos das defesas e manteve integralmente a sentença que determinou a cassação dos diplomas do prefeito Cláudio de Lima Sírio, o Ferreti (MDB), e do vice-prefeito Rubens Rocha de Andrade, o Rubinho Metalúrgico (MDB).
A decisão, proferida pelo juiz Carlos Manuel Barros do Souto, da 147ª Zona Eleitoral nesta quarta-feira (12), também confirma a inelegibilidade do ex-prefeito Fernando Antônio Ceciliano Jordão (MDB) e da jornalista Gabriela Athias por um período de oito anos.
O magistrado negou provimento aos embargos de declaração apresentados pelas defesas de Ferreti, Rubinho e Fernando Jordão sob o argumento de que haveria omissões, contradições e obscuridades na decisão inicial.
Ao analisar os recursos, o juiz considerou que a sentença original já estava clara, coerente e com todas as justificativas jurídicas bem explicadas. Para ele, não havia nenhuma dúvida ou contradição que precisasse de correção.
Para Carlos Manuel Barros do Souto, a verdadeira intenção dos recursos era focar na rediscussão de uma matéria que já havia sido decidida. A atitude foi classificada como um demonstrativo de “inconformismo” com o resultado do julgamento, finalidade que não se sustenta por meio de embargos de declaração.
Sentença mantida
Com a decisão, fica mantida a inelegibilidade de Gabriela Athias e de Fernando Jordão por oito anos. Jordão, inclusive, consta no TSE atualmente como candidato a deputado federal pelo MDB. A sentença também reafirma a cassação dos diplomas de Cláudio Ferreti e Rubinho.
Além das condenações eleitorais, o juiz acionou o Ministério Público Federal (MPF) para investigar um possível crime da testemunha Paolla Santos Diniz Ramos. O magistrado determinou o envio de documentos ao órgão por apontar “fortíssimos indícios” de que ela cometeu falso testemunho durante seus depoimentos no processo.
O juiz destacou que as punições só passam a valer quando esgotarem os recursos ou se a sentença for confirmada por instâncias superiores. Segundo ele, a medida serve para garantir segurança jurídica e evitar a circulação de desinformação política na cidade.
Vida de bolsonarista de quatro costados não é fácil. Além de cuidar da busca pela própria reeleição, o deputado estadual Anderson Moraes (PL) recebeu a tarefa de coordenar a campanha da ex-vereadora Rogéria Bolsonaro a deputada federal.
E a incumbência foi repassada pelo próprio filho de Rogéria, o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro.
Daí que Anderson já saiu em campo: está ligado para prefeitos de vários partidos, não para pedir votos para si, mas para a matriarca. E vai ganhar reforço. Na próxima semana, quem desembarca no Rio para ajudar na campanha é Carlos, o vereador mais votado na última eleição e atual candidato ao Senado por Santa Catarina.
O prefeito de Maricá, Washingon Quaquá e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, ambos do PT, articulam um voo direto entre os aeroportos de Maricá e Parnaíba, que fica no estado piauiense.
O projeto, conhecido como “Ponte Aérea Sudeste-Nordeste”, tem o objetivo de aproximar ambos os locais por meio de um intercâmbio turístico. Além disso, O Porto do Piauí iniciou, no mês passado, as operações de exportação de minério de ferro,. Paralelamente, o Porto de Maricá trabalha no licenciamento de um projeto voltado à indústria de óleo e gás. Os dois gestores planejam criar condições para atrair investimentos públicos e privados em logística de cargas.