O pedido de intevenção federal na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) ganhou numeração na Procuradoria-Geral da República (PGR). Isso significa que o procurador-geral, Paulo Gonet — que poderia ter rejeitado a representação assinada pelo advogado Leandro Mello Frota — abriu investigação para verificar se é efetivamente o caso de pedir providências ao Supremo Tribunal Federal.
A representação, protocolada na semana passada, afirma que o estado do Rio não tem condições de enfrentar a infiltração do crime na Alerj — e que a situação representa uma ameaça ao governador em exercício Ricardo Couto.
No texto, o advogado afirma que a “captura” já denunciada por Couto teria comprometido o funcionamento das instituições estaduais e impediria que os mecanismos de controle fossem capazes de solucionar a crise. Para confirmar a tese, Frota vai da renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL) à busca e apreensão em endereços de Val Ceasa (PRD), passando pela prisão do ex-presidente Rodrigo Bacellar (União) e dos deputados TH Joias e Thiago Rangel, todos acusados de crimes que vão de lavagem de dinheiro a ligação com facções criminosas como o Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro.
Ministros do STF citaram a influência do crime organizado na Alerj
A representação cita ainda os votos de de ministros do Supremo Tribunal Federal no julgamento que vai decidir como será a sucessão de Castro no Palácio Guanabara.
Vários deles mencionaram a forte influência do crime organizado na política fluminense — em especial, na Alerj — o risco que isso representa às instituições democráticas e a excepcionalidade da situação do Rio.



Isso está parecendo a Era Vargas quando ele fechou o Congresso e nomeou o genro para ser o interventor do Rio de Janeiro. Na Camara Municipal, tivemos como aliados do Eduardo Paes o Chiquinho Brazao, Jairinho e Val Ceasa, então deveria se falar em intervenção também.
Bom dia a todos isso já era para ter acontecido a muito tempo isso que está acontecendo no rio de janeiro e uma vergonha Mundial
A intervenção federal, neste momento, é imprescindível. Mas, o interventor tem que ser o desembargador.
Vamos para a verdade , o Estado do RJ tem que ter uma intervenção federal e não ter eleição para governador pelo período de 04 anos direto. O Desembargador Ricardo couto ser o INTERVENTOR PARA RESGATAR AS INSTITUIÇÕES.
Falam muito de facções e de corruptos da Alerj. Mas as lideranças do crime no Rio de janeiro começaram a atuar partir de 1994 liderado pelo capo Cesar Maia que é que sigilosamente da as cartas até hoje. E a facção que ele comanda tem a omissão conivente do MPERJ, TJERJ, SEFAZRJ, TCM-RJ, esses rastaquera que estão recebendo a carapuça não são inocentes mas também não são aqueles que se presos vai inibir crimes permanentes e continuados no estado.
💯correto e sem sombra da dúvida, pois o estado está em calamidade pública sendo dos piores nos último 30 anos, os governadores e deputados todos praticamente envolvidos em corrupção ativa e passiva organizações criminosas e loteamento dos cargos.
Intervenção já
O gado patriotario sempre querendo justificar os desmandos dos milicianos de estimação!
Intervenção já! Cadeia também.
A ALERJ, se tornou uma instituição não a serviço da população que deveria representar, mas de grupos que fazem negócios escusos e de facções criminosas, precisamos moralizar essa instituição que faz às leis que nos regem, seja agora com intervenção e em outubro pelo voto, e que a população fluminense acorde para os fatos.
Mesmo diante de tudo isso, ainda vemos os mesmos afastados sendo candidatos e com votação expressiva.
Enquanto o povo não aprender a votar, nada dará jeito.
Sempre esse discurso, se deu certo foi Eu, deu errado, a culpa é do outro.
Muito triste vê a nossa cidade, considerada maravilhosa, sendo comandada por bandidos engravatados. Estamos muito mal representados, numa instituição que deveria ser a a “casa do povo”, seja na esfera municipal, estadual ou federal. Os interesses pessoais dessa gente estão sobrepondo os interesse coletivo.