Médica cardiologista e hemodinamicista, Gabriela Azevedo — ou simplesmente, Dra. Gabriela — recebeu, na última quinta-feira (26), um convite da deputada federal Soraya Santos para se filiar ao Partido Liberal (PL) — e, quem sabe, entrar na disputa por uma vaga de deputada estadual.
Histórico familiar a moça tem. Irmã do prefeito de Cabo Frio, Dr. Serginho, ela construiu uma trajetória própria na medicina, com atuação baseada na prática clínica e na vivência direta da realidade do sistema de saúde, incluindo o atendimento no SUS.
Acostumada aos desafios de uma área de alta complexidade e ainda com baixa presença feminina, Gabriela aceitou a filiação ao partido. Mas disse que ainda avalia a possibilidade de candidatura, destacando o peso e a responsabilidade envolvidos na decisão.
“Recebo esse convite com muita honra e com um senso de responsabilidade muito grande. Acredito que a política precisa de compromisso real com as pessoas e com a transformação”, disse.
Sobre a possibilidade de disputar um cargo eletivo, reforçou que a decisão será tomada com cautela:
“É uma responsabilidade muito grande. Uma decisão como essa exige entrega, preparo e diálogo com a minha família. Vou avaliar com calma antes de tomar qualquer posição”.
Volto a dizer gente médicos também não devem ser eleitos não querem serem eleitos. Pra trabalhar pelo povo do pensamento no bem estar deles e da família são iguais aos artistas e jogadores de futebol e cantores não votem nesse povo
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) derrubou, nesta sexta-feira (14), a liminar que havia suspendido a lei municipal que criou o Rio Rotativo Digital, sistema de cobrança pelo uso das vagas de estacionamento nas ruas da cidade.
Com a decisão, a prefeitura poderá dar continuidade à implantação do novo modelo enquanto o mérito da ação continua sendo analisado pela Justiça.
Desembargadora julgou recurso de um pedido feito em ação civil
A decisão foi proferida pela desembargadora Cláudia Nascimento Vieira, da 10ª Câmara de Direito Público, ao julgar um recurso apresentado pela Procuradoria-Geral do Município (PGM).
A ação foi movida pela Associação dos Guardadores Autônomos de Veículos São Miguel, que questiona a constitucionalidade da norma municipal. A entidade argumentou que a prefeitura teria invadido uma competência exclusiva da União ao legislar sobre a atividade dos guardadores de veículos, regulamentada por lei federal.
Ao analisar o caso, a desembargadora concluiu que a lei do Rio Rotativo Digital não tem como objetivo regulamentar a profissão.
Segundo a magistrada, a medida não busca impedir o exercício da atividade dos guardadores, mas garantir o direito da população ao uso das vagas públicas.
Ela ressaltou ainda que a discussão sobre a regulamentação da profissão poderá ser analisada posteriormente, mas considerou que a interrupção da implantação do sistema poderia causar prejuízos aos cofres públicos.
Justiça cita possíveis danos ao município
Na decisão, Cláudia Nascimento Vieira afirmou que a suspensão das medidas adotadas pela prefeitura poderia gerar danos irreversíveis ao município, já que a implementação do serviço envolve ações coordenadas, investimentos e custos que não poderiam ser revertidos no futuro.
Anunciada ainda durante a gestão de Eduardo Paes (PSD), com o nome ‘Área Azul Digital’, a lei do novo sistema de estacionamento digital passou por uma reformulação e foi regulamentada por Cavaliere (PSD) através da publicação de um decreto no Diário Oficial no último mês, passando a ser conhecida como ‘Rio Rotativo Digital’.
A 35ª Vara Federal do Rio de Janeiro marcou para 24 de setembro a audiência de conciliação na ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) que pede restrições aos voos comerciais de helicópteros no Rio. Além disso, Justiça também adiou a análise do pedido de urgência apresentado pelo MPF, que terá a análise somente depois da tentativa de conciliação entre as partes.
A ação foi ajuizada após o acidente com um helicóptero que realizava voo turístico na região da Vista Chinesa deixar quatro pessoas mortas, o piloto e três turistas colombianas. O MPF pede que o trânsito ordinário de helicópteros destinados ao transporte remunerado de passageiros, inclusive os voos panorâmicos, seja direcionado para a Rota Especial de Helicópteros Praia (REH Praia), corredor aéreo já existente ao longo do litoral carioca.
Outro pedido por parte do MPF é a intensificação da fiscalização da atividade, a reavaliação das condicionantes ambientais relacionadas à operação e a apresentação de um plano conjunto para reorganização das operações comerciais de helicópteros.
A audiência de 24 de setembro reunirá os envolvidos na ação para tentar construir uma solução consensual. A eventual mudança das rotas e as demais medidas de urgência pedidas pelo MPF serão analisadas posteriormente pela Justiça. Até lá, permanecem em vigor as regras atualmente aplicáveis à operação dos helicópteros.
A Corregedoria da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade do Rio de Janeiro (Seas) instaurou duas sindicâncias administrativas para apurar supostas irregularidades envolvendo servidores da pasta.
As investigações, publicadas no Diário Oficial, abrangem denúncias de uso indevido de veículo oficial, intimidação de uma cidadã, possível existência de “servidor fantasma“, fraude no controle de frequência e suspeita de prática de “rachadinha”.
Uma das apurações, aberta por meio da Portaria SEAS/CORREG nº 08, investiga a utilização irregular de uma caminhonete oficial do Instituto Estadual do Ambiente (Inea).
Carro de luxo teria sido utilizado em desvio de finalidade
De acordo com informações levantadas pelo Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ), o veículo, uma Toyota Hilux, foi fotografado estacionado em uma área comercial de Petrópolis, na Região Serrana.
A suspeita é de que o carro estivesse sendo utilizado para fins particulares por um oficial do Corpo de Bombeiros cedido à secretaria e conduzido por seu motorista.
Além do possível desvio de finalidade do bem público, a corregedoria também apura a denúncia de que o motorista ou o oficial teria intimidado uma cidadã ao utilizar a patente militar para ameaçá-la com a aplicação de uma multa de trânsito.
‘Funcionário fantasma’ com suposta atuação ao mesmo tempo em um jornal
A segunda sindicância, instaurada por meio da Portaria SEAS/CORREG nº 07, apura a conduta de um servidor comissionado da área de Educação Ambiental. A investigação foi aberta após uma auditoria da Controladoria-Geral do Estado (CGE), que classificou a lotação do funcionário como de “alto risco de ineficiência”.
A corregedoria busca esclarecer se o servidor recebia salário sem cumprir a jornada de trabalho e sem exercer as atividades previstas para o cargo.
Entre as suspeitas investigadas estão a atuação simultânea do servidor no jornal “O Fluminense”, em horário incompatível com o expediente na administração pública; possíveis fraudes no registro de frequência com a participação de chefias; a eventual exigência da devolução de parte do salário a terceiros, prática conhecida como “rachadinha”; e a análise do histórico de viagens nacionais e internacionais do investigado.
A responsável pela sindicância solicitou à Polícia Federal os registros de voos do servidor, com o objetivo de comparar as datas das viagens com os períodos em que ele deveria estar exercendo suas funções.
Os dois procedimentos são conduzidos pela servidora efetiva Juliana Bastos de Souza e têm prazo inicial de 30 dias para a conclusão.
Caso sejam identificados indícios de crime ou improbidade administrativa, as informações serão encaminhadas ao Ministério Público e à Corregedoria-Geral do Corpo de Bombeiros.
“É importante destacar que não há previsão de ciclone para Niterói. A Prefeitura e a Defesa Civil de Niterói emitiram um alerta de ressaca. Na verdade um alerta emitido pela Marinha do Brasil e a gente repassa esse alerta, com as informações de segurança”, afirmou o secretário de Defesa Civil de Niterói, tenente-coronel Walace Medeiros.
“A plataforma Google cometeu um grave erro de disparar um alerta de ciclone em Niterói para esse final de semana. Na verdade, a Marinha e a Defesa Civil de Niterói, emitiram um aviso de uma ressaca, a partir de sexta-feira a noite até domingo. Portanto, se você receber essa informação falsa nos ajude a divulgar e esclarecer”, afirmou o prefeito Rodrigo Neves na rede social.
Morador da Ponta da Areia, Alcimar Oliveira comentou que ele e a filha receberam o alerta, mas preferiu consultar as redes sociais da prefeitura.
“Eu recebi esse alerta e minha filha também. Mas antes de passar adiante, fui conferir o perfil no Instagram da Prefeitura de Niterói e vi que era falso. A gente tem que ter cuidado, pois hoje tem muita informação falsa que circula livremente por aí”, comentou.
Para enfatizar a informação, a Prefeitura de Niterói publicou no Instagram uma foto informando sobre a divulgação falsa.
Em resposta, a equipe do projeto afirma que o Plano de Trabalho de 2025 passou por diferentes setores técnicos, administrativos, financeiros e jurídicos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e do próprio governo antes da execução dos recursos.
Nesta sexta-feira (14), 14 servidores ligados à estrutura do programa foram exonerados pelo governo. Entre os exonerados está Érica Paes, responsável pelo Empoderadas.
O programa também informou que vai acionar o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) para pedir o acompanhamento da suspensão das atividades e dos impactos da interrupção dos serviços de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher.
“Os valores hoje questionados não estavam escondidos. A taxa administrativa da UERJ, a participação remunerada de servidores e os respectivos valores estavam previstos nos instrumentos administrativos e submetidos aos fluxos de análise da Universidade e do Estado”, argumentou no texto
Segundo a Uerj, a suspensão das atividades permanecerá até a assinatura da Resolução Conjunta e da descentralização dos recursos que já estavam definidos para o programa. Na decisão da reitora, a manifestação da Superintendência-Geral de Projetos Especiais da universidade foi acolhida ao apontar riscos jurídicos e financeiros para a continuidade da execução do programa.
O Programa Empoderadas foi criado em 2022 e integra a política estadual de enfrentamento ao feminicídio. A iniciativa oferece aulas de defesa pessoal, atendimento jurídico e psicossocial, além de cursos de qualificação profissional para mulheres em situação de violência.
O fim do lançamento de 9,36 milhões de litros de esgoto sem tratamento por dia no Rio Maracanã é o resultado de uma força-tarefa realizada pela Águas do Rio na Grande Tijuca desde 2024. As intervenções impedem que esse volume, equivalente a mais de três piscinas olímpicas, siga para a Baía de Guanabara. O trabalho de fiscalização e obras abrange todo o entorno do Canal do Mangue, em bairros como Tijuca, Vila Isabel, Andaraí, Grajaú, Maracanã, Praça da Bandeira, Alto da Boa Vista, Usina, Rio Comprido, Lapa, Centro e Cidade Nova.
A concessionária usa duas tecnologias de inspeção visual para investigar o que acontece debaixo da terra. Uma delas é a Câmera Super Zoom, operada por tablet, como em um videogame, que permite enxergar até 80 metros dentro de galerias retas sem necessidade de escavação. A outra é a VCam, guiada por cabo, que funciona como uma endoscopia e percorre tubulações curvas e profundas de forma rápida e segura. Aliadas a denúncias e vistorias, as ferramentas ajudaram a eliminar 82 ligações clandestinas e recuperar 152 trechos de redes antigas.
Nas calçadas de vias como a Rua Uruguai, na Tijuca, o monitor de inspeção exibe imagens das galerias em tempo real para orientar as ações de fiscalização contra o descarte irregular de esgoto — Foto: Divulgação/Águas do Rio
Um dos problemas identificados nessas redes antigas ocorreu na Rua Afonso Pena, onde um edifício e duas casas jogavam esgoto na rede de captação de água da chuva por engano. Após orientação das equipes, os proprietários adequaram o encanamento, interrompendo o despejo diário de quase 13 mil litros de efluentes no Rio Maracanã. Além de reduzir riscos à saúde pública, as ações de fiscalização diminuem o mau cheiro, a presença de insetos na região e contribuem para melhorar a qualidade da água que chega ao Canal do Mangue e, depois, à Baía de Guanabara.
Guiada por cabo e equipada com iluminação própria, a câmera de inspeção visual percorre as tubulações subterrâneas para identificar falhas na rede e eliminar descartes irregulares de esgoto — Foto: Divulgação/Águas do Rio
Fiscalização e conscientização de moradores
Quando uma ligação irregular é identificada, a empresa notifica o responsável e dá 30 dias para que o imóvel seja regularizado antes da aplicação de qualquer penalidade. Segundo o diretor-executivo da Águas do Rio, Renan Mendonça, aliado à colaboração dos moradores, o rigor das operações em toda a bacia do Rio Maracanã é fundamental para melhorar a qualidade de vida na Tijuca.
“Nosso trabalho é contínuo e acontece em conjunto com os moradores. Nessa parceria conseguimos melhorar a qualidade de vida de quem mora no entorno do Rio Maracanã e devolver águas muito mais limpas à Baía de Guanabara.”, afirma Mendonça.
Recuperação ambiental até o litoral
A atuação conduzida pelas equipes da Águas do Rio reflete diretamente na balneabilidade do litoral carioca, beneficiando praias como Flamengo e Glória. O Rio Maracanã, que nasce com águas limpas no Alto da Boa Vista e cruza a área urbana até o Canal do Mangue, passa a transportar menos poluição para a Baía de Guanabara à medida que o esgoto é retido na rede de coleta. Ao todo, com melhorias de saneamento em diversos pontos da região metropolitana do Rio de Janeiro, já são 134 milhões de litros de esgoto diários, que antes desaguavam na baía todos os dias e hoje são tratados.
A contenção do esgoto nos rios urbanos e os novos investimentos em saneamento impulsionam a recuperação ambiental da Baía de Guanabara — Foto: Divulgação/Águas do Rio
A ampliação dessa rede de coleta integra o plano macro de esgotamento sanitário da concessionária do grupo Aegea, que investiu R$ 6,3 bilhões nos 26 municípios atendidos desde novembro de 2021. Até 2033, mais R$ 2,7 bilhões serão destinados para a construção de coletores no entorno da Baía de Guanabara. Os investimentos da Águas do Rio sustentam as metas de universalização do saneamento no estado do Rio de Janeiro, fixadas em 99% de cobertura de água tratada e 90% de coleta e tratamento de esgoto para a população.
A Secretaria de Estado de Fazenda do Rio (Sefaz-RJ) enviou, nesta semana, o segundo e último alerta aos postos de combustíveis sobre o preenchimento correto da Escrituração Fiscal Digital (EFD ICMS/IPI).
A notificação, encaminhada pelo Domicílio Eletrônico do Contribuinte (DeC), alcançou cerca de mil estabelecimentos que permanecem pendentes. Os proprietários têm agora 15 dias úteis para fornecer as informações exigidas.
A partir de 03 de setembro, com o encerramento do prazo, os postos que continuarem irregulares entrarão na mira da fiscalização da Sefaz-RJ, ficando sujeitos a multas.
O primeiro aviso havia sido emitido no início de junho para cerca de 1,7 mil estabelecimentos que apresentaram falhas no preenchimento da EFD entre janeiro de 2024 e abril deste ano.
Cerca de 95% dos postos do Rio apresentavam irregularidades
Uma fiscalização realizada pela Sefaz-RJ em julho acendeu o sinal de alerta no setor de combustíveis do estado: cerca de 95% dos postos deixaram de enviar ou transmitiram de forma incompleta os dados fiscais de entrada e saída de combustíveis.
O levantamento da pasta apontou que, dos 2.205 postos cadastrados no Estado do Rio, 2,1 mil foram notificados em junho por descumprirem a obrigação. Segundo o governo, a omissão dessas informações compromete o controle fiscal e dificulta o combate a fraudes e à atuação do crime organizado.
Entre as exigências pendentes está o preenchimento do Registro 1300, referente à movimentação de combustíveis e ao volume de vendas por bico de bomba. Esses dados visam facilitar a identificação de inconsistências nos equipamentos, coibir a circulação de cargas sem nota fiscal e combater a sonegação e a concorrência desleal, buscando expandir a arrecadação tributária no setor.
A Assembleia Legislativa (Alerj) deve votar nas próximas semanas o projeto de lei que suspende os descontos em folha de empréstimos, cartões e outras operações consignadas contratadas por servidores estaduais com o Credcesta. A previsão foi anunciada nesta sexta-feira (14) pelo deputado Luiz Paulo (PSD), autor da proposta, durante audiência pública da Comissão de Servidores Públicos.
Segundo o deputado, o presidente da Alerj informou que o texto deve entrar na pauta nos próximos dias. A proposta alcança servidores civis e militares, ativos, inativos e pensionistas do estado.
“É muito preocupante os impactos sobre aposentados e pensionistas do estado, especialmente em razão de operações de crédito consignado que comprometem significativamente a renda dos servidores”, disse Luiz Paulo.
O deputado também afirmou que levou o tema ao governador em exercício Ricardo Couto na quarta-feira (12).
Projeto prevê bloqueio de cobranças de cartão e empréstimos do Credcesta
O texto do projeto estabelece que a suspensão dos descontos alcance o cartão e os empréstimos consignados, além de outras modalidades similares contratadas junto às instituições abrangidas pela proposta. A medida valeria independentemente da forma de contratação — por telefone, meio eletrônico, presencialmente ou por averbação automática em folha.
O texto também proíbe a celebração de novos convênios de consignação, credenciamentos ou operações semelhantes entre o estado do Rio e o Credcesta, além das modalidades similares contratadas junto ao grupo Master.
Pela proposta, as empresas responsáveis pela gestão da folha de pagamento deverão interromper imediatamente os repasses e comunicar as instituições financeiras atingidas. Registros de descontos que já tenham sido realizados deverão ser cancelados em até cinco dias úteis pelas instituições responsáveis.
Enquanto os contratos estiverem abrangidos pela suspensão, o projeto impede qualquer forma de cobrança administrativa, judicial ou extrajudicial relacionada às operações.
A proposta também proíbe a inscrição dos servidores em cadastros de inadimplentes ou sistemas de restrição ao crédito por causa desses contratos e veda medidas de constrangimento financeiro contra os beneficiários.
A suspensão prevista no projeto dependerá da aprovação da em plenário na Alerj e da sanção do governador para entrar em vigor.
A ministra Isabel Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), oficiou o Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) para cumprir a decisão de perda do cargo público do conselheiro José Gomes Graciosa.
O magistrado havia conseguido retornar à cadeira em setembro de 2025 por meio de um habeas corpus, que foi derrubado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no último dia 06.
STF derrubou decisão que permitiu retorno de Graciosa
Com isso, foram restabelecidos os efeitos da decisão do STJ, que determinava a perda do cargo público.
Condenação do conselheiro
Graciosa foi condenado a 13 anos de prisão em fevereiro deste ano pelo crime de lavagem de dinheiro nos desdobramentos da Operação Quinto do Ouro.
O caso teve início em 2017, quando a operação prendeu Graciosa e outros quatro conselheiros. Eles foram afastados sob a acusação de receber propina e lavar dinheiro em um esquema de corrupção envolvendo contratos públicos do estado.
Ainda assim, com o habeas corpus, Graciosa conseguiu voltar ao tribunal em setembro de 2025. Mesmo com a condenação de fevereiro, não foi preso, porque ainda cabe recurso.
Com informações da coluna de Lauro Jardim, do jornal “O Globo”.
O patrimônio declarado pelo candidato a deputado estadual João Pires (PSD) saltou de R$ 0 para R$ 600 mil em dois anos. No documento apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as eleições de 2026, é informado que o ex-secretário de Proteção e Defesa do Consumidor da Prefeitura do Rio possui apenas um imóvel avaliado nesse valor.
Porém, embora o dado não conste no portal DivulgaCand do TSE, Pires afirmou que o imóvel foi financiado com a renda dele e da noiva, em um contrato com prazo de 35 anos para quitação.
João Pires deixou, neste ano, o cargo que ocupava desde janeiro de 2025 na gestão do ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) para cumprir o prazo de desincompatibilização e concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Quando disputou uma vaga de vereador de São Gonçalo em 2024, o jovem informou não possuir nenhum bem. Em 2022 e 2020, Pires também afirmou não ter patrimônio.
Vale lembrar que a evolução patrimonial, por si só, não configura irregularidade e pode ser analisada pela Justiça Eleitoral a partir do cruzamento das informações declaradas com dados da Receita Federal, cartórios e outros registros.
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Volto a dizer gente médicos também não devem ser eleitos não querem serem eleitos. Pra trabalhar pelo povo do pensamento no bem estar deles e da família são iguais aos artistas e jogadores de futebol e cantores não votem nesse povo