Quem comprar uma unidade do Symphony, novo residencial que será erguido no terreno do antigo Colégio Bennett, no Flamengo, pode ganhar um benefício incomum no mercado imobiliário carioca: desconto de 30% nas mensalidades do Colégio Pensi+ durante toda a vida escolar dos filhos.
A parceria vale para os 50 primeiros compradores do empreendimento da Newview Incorporadora e começará a ser aplicada já no ano letivo de 2027 — antes mesmo da entrega do condomínio.
Em uma região onde mensalidades escolares podem ultrapassar alguns milhares de reais por mês, o benefício virou uma das principais apostas comerciais do lançamento.
O Symphony será construído no terreno de mais de 15 mil metros quadrados que abrigou por décadas o tradicional Colégio Bennett, no Flamengo. A área pertencia à Igreja Metodista e foi adquirida pela incorporadora após um leilão.
Quando o negócio foi fechado, o espaço já tinha dois ocupantes consolidados: o Pensi+, instalado em um prédio voltado para a Rua Senador Vergueiro, e a UNINASSAU, que também funciona dentro do antigo complexo educacional.
Incorporadora decidiu manter instituições de ensino funcionando dentro do complexo
A área adquirida pelo leilão não será totalmente convertida em um condomínio residencial. A Newview Incorporadora decidiu renegociar os contratos de locação e manter as duas instituições no local, sob o argumento de que elas já fazem parte da rotina e da oferta de serviços do Flamengo.
O antigo terreno do Bennett será dividido entre os atuais ocupantes e o novo empreendimento. Cerca de 5 mil metros quadrados permanecerão com o Pensi, outros 5 mil com a universidade e aproximadamente 5,8 mil metros quadrados serão destinados ao Symphony.
O projeto prevê a construção de torres residenciais e áreas de convivência integradas ao espaço histórico da antiga escola.
Casarão histórico do Bennett será restaurado para abrigar áreas comuns do condomínio
Outro ponto central do empreendimento é o restauro do casarão histórico do antigo Barão de São Clemente, imóvel tombado que faz parte do terreno. A construção deverá ser incorporada às áreas comuns do condomínio, abrigando estruturas como academia, salão de festas e espaço wellness.
O projeto de restauração é assinado pelo arquiteto Jorge Astorga.



A incorporadora não resolveu deixar a escola e a universidade. Foi exigência do instituto rio patrimônio. O empreendimento cortou 71 árvores. Não restou nenhuma. O bairro perdeu em beleza, em respiro, passarinhos foram embora e sobrou calor e mosquitos. Lamentável.
Exatamente, wrou um calor absurdo ao redor do local pela falta da natureza, onde abrigada uma variedade de animais. É o contrato do local onde está a escola é só até 2032. Somente mais 8 anos e a escola sairá de lá.
Isso é venda casada. E vender aquilo que não se sabe se vai conseguir entregar tb é crime contra o consumidor. Queremos o Parque Bennett
Que absurdo o corte de 70 árvores sem a menor preocupação com meio ambiente! Isso tem que acabar!
Vc é a filha da profa Jessica de história?
Árvores serão replantadas, o empreendimento será todo arborizado, deixando o bairro muito mais bonito e valorizado, sem falar que a segurança vai melhorar muito na Marques de Abrantes.
Pedro Paulo, as 70 árvores cortadas eram centenárias. O empreendimento não deixará espaço para mesma arborização de antes, e os prédios com mais de 45 metros de altura criação paredões prejudicarão a circulação de ar, sem contar o impacto no trânsito que ja pode ser percebido hoje, no horario de entrada e saida do colegio, na Senador Vergueiro.
Quanto a melhoria da segurança no entorno, temos o exemplo do Condomínio Icono, onde não vimos isso se refletir no Largo do Machado.
Mentira! As plantas do empreendimento são paisagismo pequeno. no máximo coqueiros. Perdemos árvores centenárias, frondosas e imensas. Segurança de que? O empreendimento impacta no trânsito, na sobrecarga da rede de água e esgoto, os prédios altos atrapalham a circulação de ar. Por isso que ninguém no bairro apoia essa aberração. Poderiam ter feito um projeto bonito e harmônico com o bairro, com as árvores existentes. Mas não. Só a ganância. Só querem empilhar gente. Lamentável.
Os gatos que ficavam ali e era alimentados por voluntários? Alguém sabe? Gente uma tristeza passar ali e não ver mais aquelas árvores.
Reemplantar árvores não faz sentindo, eram árvores centenárias que dava beleza ao local
Jamais veremos árvores centenárias no local
Um condomínio desse tipo com mais de 150 apt não valoriza o local e sim encarece para quem já é morador. Segurança é bonito no início depois volta a ser um dos maiores problemas
Entende-se que a simples proposta de replantio não se mostra suficiente para compensar a supressão de árvores centenárias anteriormente existentes no local, considerando o relevante valor paisagístico, ambiental e histórico que tais espécimes possuíam. Trata-se de patrimônio natural cuja recomposição, em termos equivalentes, revela-se inviável a curto e médio prazo.
Ademais, a implantação de empreendimento residencial de grande porte, com mais de 150 unidades habitacionais, não implica, necessariamente, valorização efetiva da região, podendo, ao contrário, ocasionar impactos urbanísticos e socioeconômicos aos moradores já estabelecidos, inclusive com aumento do custo de vida local e sobrecarga da infraestrutura urbana.
No que se refere à segurança pública, embora haja expectativa inicial de melhoria em razão da implementação do empreendimento, a experiência demonstra que tais efeitos tendem a ser temporários, persistindo, posteriormente, problemas que voltam a afetar diretamente a coletividade local.