A deputada federal Benedita da Silva (PT) lidera a corrida pelas duas vagas ao Senado no Rio, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11). Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Benedita aparece com 18% das intenções de voto.
Na sequência, empatados em segundo lugar, estão os deputados federais Carlos Jordy (PL) e o senador Carlos Portinho (PL), ambos com 10%. Também aparecem no pelotão principal Pedro Paulo (PSD) e Marcelo Crivella (Republicanos), com 7% cada, e Monica Benicio (PSOL), com 6%.
O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo. Foram ouvidas 1.204 pessoas entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Pelos critérios da pesquisa, que considera conjuntamente as intenções de voto para as duas vagas em disputa, os números são os seguintes:
- Benedita da Silva (PT): 18% (era 15%)
- Carlos Jordy (PL): 10% (era 8%)
- Carlos Portinho (PL): 10% (era 8%)
- Pedro Paulo (PSD): 7% (era 6%)
- Marcelo Crivella (Republicanos): 7% (era 6%)
- Monica Benicio (PSOL): 6% (estável)
- Waguinho (Republicanos): 3% (estável)
- Marcos Dias (Pode): 2%
- Comandante Ribeiro Afonso (Democrata): 2%
- Luciano Mattos (PRTB): 1%
- Vinicius Benevides (UP): 1%
- Helio Secco (Missão): 1%
- Paula Falcão (PSTU): 1%
- Michelly Xavier (UP): 1%
- Luiz Eugenio (PCO): 1%
Brancos, nulos e nenhum somam 18%, enquanto 13% dos entrevistados disseram estar indecisos.
Benedita abre vantagem no primeiro voto
Quando analisado apenas o primeiro voto para o Senado, Benedita amplia a liderança e chega a 30%, seis pontos a mais do que no levantamento anterior.
Carlos Jordy aparece em segundo, com 12%, seguido por Carlos Portinho, com 9%, e Marcelo Crivella, com 8%. Pedro Paulo registra 6%.
Nesse cenário, os votos brancos, nulos ou em nenhum candidato somam 15%, enquanto os indecisos representam 9%.
Disputa pela segunda vaga segue embolada
Na simulação do segundo voto para o Senado, o cenário é mais apertado. Carlos Portinho lidera com 11%, seguido por Pedro Paulo e Carlos Jordy, ambos com 9%.
Monica Benicio também aparece com 9%, empatada tecnicamente com os adversários. Benedita registra 8%, enquanto Marcelo Crivella tem 5%.
Os indecisos somam 16%, e os votos brancos, nulos ou em nenhum candidato chegam a 21%.
Espontânea mostra queda dos indecisos
Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados respondem sem acesso à lista de candidatos, Benedita também lidera, com 9%.
Pedro Paulo, Carlos Jordy e Carlos Portinho aparecem empatados com 3% cada. Marcelo Crivella registra 2% e Monica Benicio, 1%.
O destaque do levantamento é a redução do número de indecisos, que caiu de 77% para 62% desde a pesquisa anterior, indicando que o eleitorado começa a definir suas escolhas para a disputa de outubro.
Metodologia
A pesquisa Datafolha ouviu 1.204 eleitores em municípios fluminenses entre os dias 8 e 10 de setembro.
A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RJ-09217/2026.
Com informações do g1
Comments 3
E onde ele viu isso, quais princípios teológicos, científicos ou divinos atestam essa fala imbecil e discriminatória?
EU SOU CRISTÃ E REPUDIO ESSA FALA DOS POLITICOS. ELES QUERWM GANHAR VOTOS E NAO DAZEM NADA POR NINGUÉM. NAO VOTO EM NENHUM DESSES CARAS. TODOS QUERWM SE DAR BEM NO PÚLPITO, MAS NA REALIDADE SÃO PODRES. DETESTO ESSE PERIODO ELEITORAL. ALGUNS IRMÃOS EXAGERAM. NAO PODEMOS CONFUNDIR POLITICA COM RELIGIÃO. ATÉ QUEM NUNCA FOI A IGREJA QUER SE DAR BEM. FORA MALANDROS!!!OS VERDINHOS MASCARADOS NEM SÃO CRISTÃO S. PL DA MALDADE CAIAM FORA!!!!
O verdadeiro cristão não está relacionado a nenhum partido,seja de esquerda ou direita. Não se deve misturar religião com política, eleitor tem que ter liberdade de votar em quem quiser, independente de ser de direita ou esquerda o que vale é a sua convicção.
Esse vereador estimula essa guerra ridículo entre as religiões querendo direcionar o voto de seus fiéis em benefício de seu partido.
O partido dele é citado diariamente na imprensa falada e escrita envolvido em vários casos de corrupção e a maioria dos corruptos são da religião dele.