A Prefeitura do Rio realizou, nesta quarta-feira (09), uma operação para retirar pessoas em situação de rua que ocupavam o Palacete Imperial, prédio histórico da UFRJ localizado em frente ao Campo de Santana, no Centro do Rio.
O imóvel, que pertence à UFRJ mas estava sob responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), está interditado pela Defesa Civil desde 2008 por risco de desabamento.
A ação foi conduzida pelas secretarias municipais de Assistência Social e de Habitação. Até o momento, não foi informado oficialmente o número de pessoas encontradas no prédio nem o destino oferecido a elas.
Imóvel é de responsabilidade da UFRJ
Segundo informações veiculadas em julho deste ano pelo jornal O Globo, cerca de 40 pessoas estavam morando no imóvel. O Iphan acompanhou a operação e afirmou que foram adotadas medidas para garantir a segurança e os direitos das pessoas que estavam no local.
Segundo o Iphan, a UFRJ e o órgão concluíram o distrato do Termo de Cessão de Uso, e o prédio voltou a ficar sob gestão da universidade.
Em 2012, o instituto havia assumido a responsabilidade pelo imóvel para instalar no local uma unidade especial do Centro Nacional de Arqueologia (CNA). O projeto nunca saiu do papel; o centro funciona atualmente na sede do instituto, em Brasília.
A Defesa Civil informou que o prédio está interditado desde 2008 e já realizou pelo menos dez vistorias no local desde então.
Prédio histórico abandonado
Construído em 1862, na esquina da Praça da República com a Rua Visconde do Rio Branco, o Palacete Imperial é considerado patrimônio histórico do Rio. O imóvel testemunhou acontecimentos importantes da história do país e já abrigou a Escola de Comunicação da UFRJ e o Instituto de Eletrotécnica.
O casarão passou a integrar o patrimônio da UFRJ em 1978, após ter pertencido à União.
Novo projeto cultural
Após anos sem uma solução para o imóvel, a UFRJ tenta dar uma nova destinação ao Palacete. Em outubro do ano passado, foi aprovada uma proposta para restaurar e conservar o prédio e transformá-lo no Observatório de História, Memória e Arte do Rio de Janeiro, por meio da Lei Rouanet.
O projeto prevê um complexo cultural e acadêmico voltado à pesquisa, ao ensino e à extensão nas áreas de história, patrimônio, arte, cultura e inovação. A proposta também inclui laboratórios e núcleos multidisciplinares.
O orçamento estimado é de R$ 17 milhões, e o projeto ainda está na fase inicial de captação de recursos.
Com informações do jornal O Globo e da Veja.























































Comentários 1
Parabéns pra prefeitura do Rio de Janeiro gue melhorou muito o centro da cidade tinha muito ladrão na presidente varvarga na altura do Detran e o Campo de Santana e na candelaria melhorou e pode melhorar mais tem que tirar aguele pessoal gue dormi ali na calçada do Detran ai fica bem melhor parabéns pra guarda da força municipal