O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), anunciou, nesta sexta-feira (20), o professor e economista Elias Jabbour como o novo presidente do Instituto Pereira Passos (IPP). Jabbour, que recentemente atuou no Banco de Desenvolvimento dos BRICS, em Xangai, na China, possui mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo (USP).
O anúncio foi feito nas redes sociais do prefeito, que destacou o currículo acadêmico de Jabbour.
“Apresento a vocês o novo presidente do Instituto Pereira Passos (IPP), que chega diretamente do Banco de Desenvolvimento dos BRICS, o NDB, em Xangai, na China. Geógrafo, economista, professor, autor de livros em economia política, mestre e doutor pela USP… Ufa! Mais uma grande mente que se junta ao nosso time”, escreveu Paes.
Além disso, Jabbour é também geógrafo e professor associado da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde leciona em programas de pós-graduação em Ciências Econômicas e Relações Internacionais.
Com vasta experiência nas áreas de Geografia e Economia, Jabbour tem ênfase em Economia Política, Planejamento Econômico e Economia Política Internacional, com foco especial na China, no desenvolvimento socialista e na economia global.
Entre suas principais contribuições teóricas, destaca-se a análise das estratégias de transição ao socialismo e a formação econômico-social sob uma perspectiva marxista. Em 2022, foi premiado com o Special Book Award of China pela National Press and Publications Administration da República Popular da China, em reconhecimento à sua obra China: O Socialismo do Século XXI.
Além de sua trajetória acadêmica, ele é uma figura ativa na política. Militante de longa data do PCdoB, tem se destacado por suas posições favoráveis ao socialismo, defendendo regimes como os de Cuba, China e até a Coreia do Norte, ao mesmo tempo em que se opõe veementemente ao capitalismo.
O que é o IPP
O Instituto Pereira Passos (IPP), vinculado à Prefeitura do Rio, tem como objetivo apoiar a gestão municipal por meio de suporte técnico e estratégico, além de desenvolver projetos de planejamento urbano e fomento ao desenvolvimento social e econômico.
Responsável pela produção e análise de dados, elaboração de estudos e formulação de políticas públicas, o IPP busca melhorar a qualidade de vida dos cariocas. Entre suas atribuições, realiza pesquisas sobre o crescimento da cidade e propõe soluções para desafios como mobilidade, sustentabilidade e inclusão social.
Tudo bem se tem que ser assim
não vou mais ficar tão down aqui
entro no meu carro pego a estrada pra seguir
fujo do trabalho só pra me distrair
Vou seguindo o Leblon a paisagem luz neon
corro pelo Aterro,Pedra da Gávea por aí
o Rio de Janeiro ninguém pode resistir
Quando o sol acende a luz e dá um sorriso
as pessoas enlouquecem no verão do Rio
quando a brisa despertar os sentimentos
felicidade a todos momento pra viver
Vou seguindo o Arpoador o Corcovado
o Cristo Redentor
corro pelo Aterro Pedra da Gávea por aí
o Rio de janeiro ninguém pode resistir
Seu coração cor do verão nas ondas
vou surfar no por do sol
E quando a noite chegar
a lua estrela brilhar
e sol abrindo caminho pra o dia raiar
L&M: Dica Guimarães Jr
Ps: Essa canção é um Tributo ao Rio de Janeiro
Pelo cenário Cinematográfico ,mindsef etc ,
O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública pedindo medidas de controle e segurança dos voos comerciais de helicópteros no Rio.
A ação, proposta contra a União, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e o município do Rio, foi movida após uma sequência de acidentes registrados neste ano – tendo como estopim a queda de uma aeronave de turismo na região da Vista Chinesa, que matou quatro pessoas no último sábado (8).
Além da ação, o MPF determinou a abertura de novo inquérito civil para apurar a responsabilidade da empresa Voos Rio Panorâmico Serviços Aeronáuticos Ltda., dona do helicóptero, pelos danos ambientais causados ao Parque Nacional da Tijuca em decorrência da queda e do incêndio da aeronave na floresta.
O MPF pede que a União adote providências para que o trânsito ordinário dos helicópteros destinados ao transporte remunerado de passageiros, incluindo os voos panorâmicos, seja direcionado à Rota Especial de Helicópteros Praia (REH Praia), independentemente da modalidade de contratação do serviço. A rota é um corredor aéreo que já existe ao longo do litoral carioca, a 600 metros da faixa de praia.
A proposta prevê exceções para operações de segurança pública; defesa civil; salvamento; transporte aeromédico; serviços públicos e cobertura jornalística. Também não se aplica aos trechos necessários para pousos e decolagens em heliportos localizados na cidade.
Fiscalização em caráter de urgência
O Ministério Público Federal também pede, em caráter de urgência, que o Departamento de Controle do Espaço Aéreo intensifique a fiscalização das altitudes mínimas e demais regras das rotas de helicópteros, e que a Anac reforce a fiscalização dos operadores, impedindo a exploração comercial por empresas, aeronaves ou operadores que não atendam às exigências regulamentares.
Com relação ao Inea, a ação pede a reavaliação das condicionantes ambientais do Aeroporto de Jacarepaguá relacionadas ao ruído e à intensidade das operações de helicópteros.
Já para o município do Rio, a ação pede que a Justiça determine o exercício das atribuições de controle e fiscalização ambiental da atividade econômica, inclusive por meio de medições de poluição sonora em bairros e áreas ambientalmente sensíveis.
As causas da queda da aeronave de turismo no último sábado (08) continuam sob investigação da Polícia Civil e do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Presidente do União Brasil, Antônio Rueda disse aos filiados que o partido vai seguir neutro nas eleições para governador do estado do Rio e para presidente da República.
E que, individualmente, cada um vai poder escolher seus próprios candidatos.
Nem é preciso GPS para saber o caminho da turma. Basta olhar as redes sociais.
A principal mudança é a proibição do transporte de equipamentos elétricos autopropelidos, como scooters e ciclomotores. Segundo a Setram, a medida tem como objetivo aumentar a segurança dos passageiros, ciclistas e tripulantes.
O regulamento divide os equipamentos em quatro categorias — três estão permitidas. São elas:
Categoria 1: bicicletas convencionais, movidas exclusivamente pela força dos pedais;
Categoria 2: bicicletas elétricas que também podem ser utilizadas manualmente e que não tenham estruturas que prejudiquem a circulação;
Categoria 3: bicicletas e patinetes dobráveis.
A categoria 4, porém, passa a ser proibida a partir desata quinta.
Categoria 4: equipamentos elétricos autopropelidos, como scooters, e ciclomotores.
Na linha Charitas, somente bicicletas dobráveis continuam permitidas. Se não houver espaço disponível na embarcação, o usuário deverá aguardar a próxima viagem.
As equipes que atuam nas estações poderão avaliar se o equipamento está de acordo com as regras antes do embarque. Em caso de irregularidade, o passageiro poderá receber orientação, ter o embarque impedido ou ser retirado da estação.
Dois registros em seis meses
Nos últimos seis meses, foram registradas duas ocorrências relacionadas ao uso inadequado de bicicletas elétricas no sistema.
Também houve um caso de passageiro que colocou uma bicicleta elétrica para carregar em uma tomada da estação, o que é proibido.
O regulamento não altera o direito de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida ao uso de cadeiras de rodas motorizadas e outras tecnologias assistivas, que continuam permitidas em todas as estações.
Embarque por ordem de chegada
O transporte de bicicletas está condicionado à disponibilidade de espaço na embarcação. O embarque de passageiros sem bicicletas ocorre antes dos ciclistas.
Entre os passageiros que estiverem com bicicletas ou patinetes, o embarque será feito por ordem de chegada. Pessoas com atendimento preferencial que estejam acompanhadas desses equipamentos terão prioridade dentro desse grupo.
Segundo a Setram, a restrição considera também situações de emergência. Equipamentos maiores podem dificultar a circulação e a evacuação das embarcações.
A disputa pela vaga aberta recentemente no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) começa a incendiar os bastidores da Assembleia Legislativa. Na terça-feira (11), o presidente da Casa, Douglas Ruas (PL), confirmou já ter recebido a comunicação oficial sobre a cadeira que era ocupada por Domingos Brazão.
Embora Douglas tenha desconversado sobre os trâmites da escolha, os acordos e as negociações já começaram.
E estão à toda.
Uma das articulações mais curiosas envolve os planos para a indicação do prefeito de Itaboraí, Marcelo Delaroli (PL), irmão do deputado estadual Guilherme Delaroli (PL). A família conta com um aliado de peso e, à primeira vista, improvável: o prefeito de Maricá, Washington Quaquá (PT).
Um acordo político em discussão prevê o apoio de Quaquá aos Delaroli para o TCE-RJ. Marcelo seria um representante dos prefeitos — que conhecem as dificuldades do dia a dia dos alcaides no relacionamento com o tribunal. Mas claro que o futuro também está em jogo. Depois de ajudar os Delaroli a chegarem lá, quem sabe eles não devolveriam o favor, apoiando o candidato do petista à presidência da Alerj?
Mais precisamente, Adilson Pires (PT), o preferido do homem de Maricá.
Os Delaroli e o PT, um caso de amor antigo
A aproximação entre os irmãos filiados ao PL e o PT não é exatamente uma novidade.
Quaquá e os Delaroli mantêm há tempos uma espécie de acordo de boa vizinhança. Embora Marcelo tenha origem política em Maricá, não interfere no município comandado por Quaquá. O petista, por sua vez, mantém distância das disputas de Itaboraí, cidade vizinha e reduto eleitoral dos Delaroli.
Na primeira eleição de Marcelo como prefeito de Itaboraí, em 2020, o vice foi… Lourival Casula, do PT.
Os Delaroli, aliás, são conhecidos na política justamente por não terem grandes arestas: o famoso “estão bem com todo mundo”. Até com o ex-prefeito Eduardo Paes, aliás.
Quaquá também não tem problema com bandeiras ideológicas. Um de seus parceiros na política é justamente o bolsonarista General Pazuello.
De Brasília para a Praça da República
Um outro nome que circula com desenvoltura nas bolsas de apostas é o do deputado federal Hugo Leal, do PSD do candidato a governador Eduardo Paes.
A candidatura de Hugo Leal teria padrinhos poderosos em Brasília, até mesmo de fora da política tradicional, como integrantes de tribunais superiores.
Um embate intrapartidário
Mas, tanto a conexão Maricá, quanto a influência de Brasília encontram resistências na Alerj.
No Largo da Carioca, Rodrigo Amorim (PL) continua no páreo — e na mobilização. Embora não possa concorrer às reeleição, por causa de uma condenação por violência política de gênero contra a vereadora de Niterói Benny Briolly (PSOL), Amorim mantém as esperanças em conquistar a vaga no tribunal.
Além disso, é deputado e, portanto, colega daqueles que terão nas mãos os votos para escolher o novo conselheiro.
Se as duas candidaturas forem levadas adiante, a de Delaroli e a de Amorim, a sucessão no TCE-RJ promete uma disputa que mistura fogo amigo no PL, espírito de corpo na Alerj e acordos suprapartidários — com reflexos, inclusive, na futura eleição para o comando da Assembleia.
A primazia da Alerj
A vaga de Domingos Brazão “pertence” mesmo à Assembleia Legislativa.
As sete vagas de conselheiro do TCE-RJ são divididas constitucionalmente em proporção fixa: quatro são da Alerj, e seus ocupantes são indicados diretamente pelo legislativo; e três vagas são do governo do estado. Mas, neste caso, seguem uma regra: uma é de livre escolha do executivo; uma deve ser obrigatoriamene ocupada por um auditor de carreira do próprio TCE-RJ e a última, por um membro do Ministério Público de Contas.
Daí que, como a ordem de preenchimento é fixada pela Constituição, o entendimento é simples: abriu uma vaga da Alerj, ela vai ser preenchida por escolha dos deputados.
Domingos Brazão, um ex-parlamentar, foi eleito (teve 61 votos de um total de 66) pela Assembleia em 2015.
Seu substituto não precisa ser um deputado, mas, obrigatóriamente, deverá ser indicado por eles.
Sem correria
Quando os deputados perguntaram sobre os trâmites para a escolha, Douglas desconversou. O presidente saiu pela tangente, e disse que levará a questão primeiro ao colégio de líderes.
Ele já havia informado, há algumas semanas, que não vai acelerar o processo. Há quem aposte que a escolha do novo conselheiro só aconteça depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre quem deve comandar o estado. Ou, até, ser adiada para depois das eleições.
“O trâmite seguirá sem qualquer açodamento”, explicou Douglas.
A sustentabilidade deixou de ser um assunto complementar e passou a fazer parte das decisões estratégicas da construção civil. Esse foi um dos principais pontos do Café Empresarial, realizado nesta quarta-feira (12), na sede do Sinduscon-Rio. O encontro reuniu representantes do poder público, da Caixa e de empresas do setor para discutir como práticas sustentáveis podem contribuir para a eficiência, a competitividade e a geração de valor.
O evento foi conduzido pelo vice-presidente do Sinduscon-Rio, Vinicius Benevides, que, na abertura, destacou a mudança na forma como o setor enxerga a sustentabilidade. “Se antes o tema estava mais associado a uma visão de futuro, hoje já está presente nas decisões de negócio”, afirmou ele, que também apresentou a experiência da Dimensional Engenharia, onde atua como diretor, com projetos que adotam certificações ambientais como EDGE e Selo Casa Azul, da Caixa.
O Café Empresarial foi conduzido pelo vice-presidente do Sinduscon-Rio, Vinicius Benevides, que destacou a mudança na forma como o setor enxerga a sustentabilidade — Foto: Divulgação
Prefeitura aposta na revitalização da cidade existente
Na sequência, o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Gustavo Guerrante, apresentou as mudanças recentes na legislação urbanística do Rio e os programas voltados à requalificação de áreas que já contam com infraestrutura, transporte e serviços, como Porto Maravilha, Reviver Centro e Praça Onze Maravilha.
A proposta, segundo Guerrante, é aproveitar melhor a cidade que já existe, estimulando a ocupação e a recuperação de regiões estruturadas, em vez de ampliar desnecessariamente a área ocupada. É nesse contexto que o retrofit e a preservação do patrimônio ganham importância e passam a contar com incentivos específicos da Prefeitura.
“Com o Reviver Pro APAC, que, inclusive, foi lançado aqui, no Sinduscon-Rio, a Prefeitura criou um incentivo para tornar a recuperação desses imóveis mais viável. O programa prevê um subsídio por metro quadrado recuperado e, nos projetos de retrofit, um acréscimo de 50% no benefício. A ideia é preservar o patrimônio, recuperar imóveis degradados e trazer esses espaços de volta para a cidade”, explicou o secretário.
Durante a conversa, Vinicius ressaltou que o diálogo entre os setores público e privado é fundamental para que essas políticas sejam construídas de acordo com a realidade do setor e possam se transformar em projetos concretos.
Na prática, sustentabilidade também é eficiência
A programação também trouxe exemplos de empresas que já vêm incorporando esses conceitos à rotina dos negócios, com a participação de Diego Alves, da RJZ Cyrela, Adriana Santos, da Construtora Tenda, e José Marcos, do Sebrae/RJ, que apresentaram experiências e soluções.
Diego Alves, da Cyrela, Adriana Santos, da Tenda, e José Marcos, do Sebrae/RJ, participaram do painel técnico do evento — Foto: Divulgação
Diego mostrou como algumas dessas decisões podem começar ainda na concepção dos empreendimentos, com medidas voltadas à racionalização dos projetos, redução de resíduos e retrabalho, ganho de produtividade e escolha de fornecedores considerando também critérios ambientais.
Já Adriana falou sobre os desafios da habitação popular e mostrou como a sustentabilidade, quando incorporada à estratégia do negócio, pode contribuir para melhorar resultados, eficiência e competitividade. Nesse contexto, apontou também a importância da governança e da previsibilidade para reduzir incertezas no processo construtivo. “A melhor estratégia ambiental é aquela que torna o processo construtivo mais eficiente e responsável. Boa governança reduz incertezas e, na construção, previsibilidade é valor”, afirmou ela.
Na apresentação do Sebrae/RJ, José Marcos trouxe a sustentabilidade para o dia a dia das empresas, mostrando que, para gerar impacto de verdade, é preciso também cuidar da rentabilidade. O consultor chamou atenção para perdas que pesam no resultado, como retrabalho, desperdício de materiais e erros de orçamento, e falou sobre a importância de uma gestão mais estratégica. A ideia é deixar de lado o perfil do “dono executor” e buscar mais eficiência, organização e preparo para as novas demandas do mercado.
Sustentabilidade também chega ao financiamento
Fechando a programação, a Caixa trouxe duas perspectivas complementares sobre a relação entre sustentabilidade, mercado imobiliário e financiamento.
Cláudio Martins e Morenno de Macedo, da Caixa, falaram sobre financiamento verde — Foto: Divulgação
Cláudio Martins, superintendente de Habitação da Caixa no Rio de Janeiro, destacou como a sustentabilidade deixou de ser apenas uma pauta ambiental para ganhar espaço na agenda financeira e estratégica da construção civil e do mercado imobiliário. A partir do papel da Caixa na indução do mercado, mostrou como o crédito imobiliário e a adoção de critérios ESG podem estimular empreendimentos mais resilientes, eficientes e com menor custo operacional. Também chamou atenção para um novo perfil de consumidor, mais atento a aspectos como conforto, economia de recursos e saúde. Nesse cenário, a sustentabilidade passa a ser vista também como um fator de atração de capital, redução de riscos climáticos e valorização dos empreendimentos.
Na sequência, Morenno de Macedo, da área de Finanças Sustentáveis da Caixa, aprofundou a discussão pelo olhar do financiamento e mostrou como a instituição pode atuar na conexão entre capital, políticas públicas e demanda do setor produtivo para ampliar a habitação verde. Nesse processo, a Caixa atua como estruturadora, aproximando recursos nacionais e internacionais, como indutora de mercado, incorporando critérios de sustentabilidade ao financiamento, e como plataforma de escala, transformando projetos sustentáveis em carteiras financiáveis. A proposta é ampliar o acesso ao capital e apoiar projetos capazes de comprovar seu desempenho ambiental, social e econômico.
A mensagem foi de que o financiamento verde precisa avançar de iniciativas pontuais para uma estratégia capaz de ganhar escala e acompanhar os ciclos do mercado imobiliário.
O Café Empresarial foi uma realização do Sinduscon-Rio, com apoio do Sebrae-RJ, Ademi-RJ e Paggo, e reuniu gestores de empresas de diferentes portes e profissionais de diversos segmentos da construção. Acompanhe nossa agenda de eventos e participe dos debates.
O ex-deputado federal Miro Teixeira (PDT), primeiro suplente de Pedro Paulo (PSD) na disputa ao Senado pelo Rio de Janeiro, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 8,69 milhões em 2026. O valor é mais de três vezes superior aos R$ 2,88 milhões informados na eleição de 2022.
A diferença chega a R$ 5,81 milhões. Em quatro anos, o patrimônio declarado por Miro Teixeira cresceu 201,8%.
A maior parte dos bens declarados em 2026 está concentrada em aplicações financeiras. São R$ 5,008 milhões em CDB, R$ 2,54 milhões em renda fixa e outros R$ 372,8 mil em uma aplicação também classificada como renda fixa. Há ainda R$ 300 mil em VGBL.
Em 2022, o patrimônio de R$ 2,88 milhões era formado principalmente por investimentos. Naquele ano, Miro declarou R$ 1,01 milhão no Tesouro Direto e outros R$ 1,01 milhão em aplicação de renda fixa, além de R$ 597,5 mil em CDB. Também constavam um Hyundai Creta avaliado em R$ 105.690 e R$ 77,5 mil em quotas de capital.
A evolução não foi linear. Em 2018, Miro havia declarado apenas R$ 441,8 mil em bens. Já em 2014, o patrimônio informado à Justiça Eleitoral chegava a R$ 4,7 milhões.
Miro Teixeira é suplente de Pedro Paulo, do PSD
Miro Teixeira foi escolhido pelo PDT para ser o primeiro suplente de Pedro Paulo na disputa por uma das duas vagas ao Senado pelo Rio em 2026. A participação do ex-deputado foi oficializada pelo partido no início de agosto, consolidando a presença do PDT na chapa majoritária ligada ao candidato a governador Eduardo Paes (PSD).
Aos 81 anos, Miro acumula 11 mandatos como deputado federal e foi ministro das Comunicações no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2004.
Mais de mil crianças e adolescentes de projetos sociais do Rio de Janeiro terão a oportunidade de assistir a uma sessão exclusiva do musical Wicked nesta quinta-feira (13), na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca. Para muitos dos jovens, será a primeira vez que entrarão em um teatro para acompanhar uma superprodução da Broadway.
A iniciativa reúne participantes de 13 organizações apoiadas pela I LOVE PRIO, plataforma de investimentos sociais, culturais e esportivos da PRIO. Entre as instituições estão o Instituto Reação, Instituto Vini Jr., Favela Brass, CDD Arte e Spetaculu.
Também participarão jovens de projetos que atuam em comunidades como Rocinha, Vidigal, Cidade de Deus e São Carlos.
Além de garantir o acesso à apresentação, a PRIO ficará responsável pelo transporte dos participantes, alimentação e distribuição de camisetas. A ação integra a estratégia de atuação social da companhia, que busca aproximar os jovens atendidos pelos projetos de experiências culturais e ampliar o acesso a novas possibilidades de desenvolvimento.
O musical Wicked é uma adaptação da produção da Broadway que conta a história das bruxas Elphaba e Glinda antes dos acontecimentos de O Mágico de Oz.
O advogado Francisco Eugenio Miranda Morais, segundo suplente do ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos), é o candidato mais rico do Rio de Janeiro nas eleições de 2026 até o momento, segundo os dados de patrimônio declarados à Justiça Eleitoral. Ele informou possuir R$ 91.160.770,15 em bens.
A maior parte do patrimônio declarado pelo candidato está concentrada em cotas ou quinhões de capital, que somam R$ 42.673.188,31. Ele também informou R$ 27.026.667,54 em dinheiro, aplicações e fundos e outros R$ 20.802.590,30 em direitos creditórios.
A declaração inclui ainda R$ 655.324 em ações e R$ 3 mil em joias.
Os dados são atualizados diretamente no sistema e podem sofrer alterações ao longo do período eleitoral, de modo que os valores apresentados refletem a situação registrada até a consulta.
Ligado ao Republicanos, Francisco Eugenio já ocupou cargo na Prefeitura do Rio. Em junho de 2024, foi nomeado chefe de Gabinete, símbolo DAS-10.B, da Secretaria Especial de Inclusão. O Diário Oficial do Município também registrou, no mês seguinte, sua designação para substituir o secretário especial em afastamentos e impedimentos.
Patrimônio do candidato cresceu quase 8.800% desde 2010
Francisco Eugenio já havia disputado uma eleição em 2010, quando concorreu a uma vaga de deputado estadual e terminou como suplente. Naquele ano, declarou à Justiça Eleitoral R$ 1.024.076,12 em bens.
De lá para cá, o patrimônio declarado passou a ser quase 89 vezes maior. A diferença entre as duas declarações é de R$ 90,14 milhões, o equivalente a um crescimento nominal de aproximadamente 8.802%.
Na eleição de 2010, a maior parte dos bens declarados estava relacionada a recursos financeiros. Francisco Eugenio informou R$ 249.800 em dinheiro, R$ 131.600 em crédito mediante título de crédito e R$ 642.676,12 referentes a valor a ser creditado por cessão de direitos da dívida pública da União.
O deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos), ex-prefeito do Rio e candidato ao Senado Federal nas eleições deste ano, declarou possuir um patrimônio de R$ 5 mil.
Na comparação, o patrimônio do parlamentar ficou 124,8 vezes menor em quatro anos.
Apartamento não consta mais em bens declarados
Em 2026, o parlamentar informou possuir apenas um bem: uma aplicação de renda fixa, no valor de R$ 5.084,74.
Já em 2022, Marcelo Crivella declarou um apartamento de quatro quartos e três vagas de garagem, com 233 metros quadrados, localizado na Península, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio.
O imóvel foi declarado pelo valor de R$ 634.795, já quitado, incluindo R$ 602.145 referentes ao apartamento e R$ 32.650 em ITBI e laudêmio.
Crivella foi prefeito do Rio de Janeiro entre 2017 e 2020 e, desde 2023, ocupa uma cadeira na Câmara dos Deputados. Antes disso, foi senador pelo estado entre 2003 e 2016.
Bens declarados por Marcelo Crivella (Republicanos) em 2026 — Foto: Reprodução/Divulgacand
Bens declarados por Marcelo Crivella (Republicanos) em 2022 — Foto: Reprodução/Divulgacand
Passageiros que se deslocam em direção a Deodoro, na Zona Oeste, pelo corredor Transolímpica do BRT enfrentam retenção na altura da estação Ventura, em Jacarepaguá, próximo a Curicica, por causa de um capotamento de um carro no local. Um usuário do X publicou uma imagem onde é possível ver que o veículo é da Polícia Civil. De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, a calha do BRT está interditada naquele trecho devido ao acidente. Por isso, o trânsito é desviado para a pista de rolamento. As retenções vão desde a altura da estação Minha Praia. O sentido Recreio da via segue com o fluxo normal.
A MOBI-Rio informa que os intervalos das linhas 51 (Recreio x Deodoro), 52 (Alvorada x Deodoro) e 53 (Alvorada x Sulacap) estão irregulares. Os embarques e desembarques na estação Ventura, sentido Deodoro, estão temporariamente interrompidos.
O corpo de bombeiros informou que uma mulher encontra-se ferida e recebe atendimento. Não há informações sobre a identidade da vítima e os detalhes do veículo. Além disso, equipes da concessionária do BRT e agentes da Polícia Civil estão no local.
Por volta das 19 horas, a MOBI-Rio informou que o veículo foi retirado e a pista liberada para passagem dos ônibus.
Comments 3
O carioca está lascado.
Até que enfim uma pessoa que pode contribuir muito para o meu esculachado RJ, isso se deixarem, né!?
https://youtu.be/utrJxZG4vmM?si=hxL3EcCVk20166h3
Riolight
Tudo bem se tem que ser assim
não vou mais ficar tão down aqui
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fujo do trabalho só pra me distrair
Vou seguindo o Leblon a paisagem luz neon
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Quando o sol acende a luz e dá um sorriso
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Vou seguindo o Arpoador o Corcovado
o Cristo Redentor
corro pelo Aterro Pedra da Gávea por aí
o Rio de janeiro ninguém pode resistir
Seu coração cor do verão nas ondas
vou surfar no por do sol
E quando a noite chegar
a lua estrela brilhar
e sol abrindo caminho pra o dia raiar
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Ps: Essa canção é um Tributo ao Rio de Janeiro
Pelo cenário Cinematográfico ,mindsef etc ,
https://youtu.be/qczkvS65HwY?si=sdSk7oo21koh44l- Instrumental demo