O desfile ainda nem começou, mas já tem ritmista da Grande Rio passando mal no setor 9.
O calor e o peso da fantasia são os vilões da história.


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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-RJ) anunciou que vai abrir um novo edital de concurso público ainda em agosto, com 60 vagas de nível superior: 30 para Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental e outras 30 para Analista de Planejamento e Orçamento. A publicação do edital acontece na próxima segunda-feira (31).
A responsável pela organização do concurso será a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A expectativa é que os novos profissionais reforcem áreas como planejamento, orçamento e formulação e acompanhamento de políticas públicas.
Os cargos integram as carreiras de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental e de Planejamento e Orçamento e desempenham funções estratégicas na elaboração, organização, execução e acompanhamento das ações do governo em diversas áreas.
Entre as principais atribuições estão a estruturação do planejamento estadual de curto, médio e longo prazo e a elaboração de instrumentos como o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).
Os profissionais também atuam na formulação, implementação e avaliação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento socioeconômico e ambiental. Com atuação transversal, exercem funções estratégicas na gestão de processos organizacionais e administrativos, além de articularem programas, projetos e parcerias interinstitucionais.
Também são responsáveis pela realização de estudos técnicos e pela interpretação da legislação orçamentária e econômica. Os servidores oferecem assistência especializada aos gestores públicos, subsidiando a tomada de decisões e contribuindo para o aprimoramento da gestão pública e da qualidade do gasto.
A expectativa é que esses profissionais possam atuar nas Assessorias de Planejamento e Orçamento (ASPLOs) dos órgãos estaduais, contribuindo para qualificar os processos de planejamento, orçamento e monitoramento das políticas públicas.

Atualmente sem partido após anunciar a saída do PL, o senador Romário devolveu cerca de R$ 29 mil aos cofres públicos, valor equivalente a um mês de salário no Senado, pelo período em que esteve como comentarista da Copa do Mundo pela CazéTV.
O senador restituiu o valor por meio de uma guia de recolhimento da União (GRU).
Segundo a assessoria do parlamentar, a quantia equivale ao subsídio mensal líquido, já com os descontos do plano previdenciário dos congressistas e do Imposto de Renda. O valor foi calculado pelo próprio Senado.
Após receber uma série de críticas por viajar para acompanhar a Copa do Mundo sem se licenciar do cargo, o senador anunciou que abriria mão do salário durante o período em que estivesse no país para cobrir a competição.
O político chegou a participar de sessões a distância e, em uma delas, disse que tomou a decisão para poder votar em matérias com as quais havia se comprometido.
Ele chegou a enviar um ofício à presidência do Senado pedindo a suspensão dos pagamentos. Mas a Advocacia da Casa concluiu que não havia possibilidade jurídica de renúncia ao subsídio.
Com informações do colunista Lauro Jardim, do jornal “O Globo”.
Mais prédios no Centro do Rio devem passar por “retrofit” para dar lugar a residenciais na região. A incorporadora Fator Realty anunciou que vai investir R$ 200 milhões na compra de empreendimentos no bairro.
A empresa tem um empreendimento residencial em lançamento de frente para a Igreja da Candelária, o Brise Studios Design. A estratégia de novos projetos no centro da cidade prevê, inclusive, outros projetos na região da Candelária.
O Valor Geral de Venda (VGV) do Brise Studios Design é de cerca de R$ 60 milhões, e 90% das unidades foram vendidas em duas horas. O residencial é a nova face do edifício João Ursulo Ribeiro Coutinho, erguido em 1969.
Os novos investimentos acontecem diante da valorização do metro quadrado no Centro. Segundo o Sindicato da Habitação (Secovi Rio), o valor médio do metro quadrado na região aumentou 9,5% entre janeiro e julho em comparação com o mesmo período de 2025.
Com informações da coluna Capital, do jornal “O Globo”.
Oito ônibus foram sequestrados e usados por criminosos como barricada nas ruas Clarimundo de Melo e Ernani Cardoso, em Cascadura, na Zona Norte do Rio, na manhã desta quarta (26). O bloqueio na via aconteceu após uma operação policial na comunidade.
A interdição das vias provocou alterações no trajeto de pelo menos 24 linhas de ônibus municipais. Conforme o sindicato Rio Ônibus, os itinerários sofreram desvios para evitar a área afetada. As linhas afetadas foram:
353 Gardenia Azul x Term. Gentileza
363 Valqueire x Candelária
371 Praça Seca x Praça da República
383 Realengo x Praça da República
391 Padre Miguel x Praça da República
624 Mariópolis x Praça da Bandeira
636 Merck x Saens Pena
653 Deodoro x Meier
678 Valqueire x Meier
745 Bangu x Cascadura
746 Jabour x Cascadura
766 Freguesia x Madureira
775 Madureira x Jd. América
779 Pavuna x Madureira
780 Pavuna x Madureira
794 Bangu x Cascadura
917 Padre Miguel x Bonsucesso
SV917 Padre Miguel x Bonsucesso
979 Madureira x Fundão
685 Margaridas x Meier
SVA685 Margaridas x Meier
SVB685 Margaridas x Meier
607 Cascadura x Rio Comprido
652 Cascadura x Meier
Segundo a Polícia Militar, equipes do 9º BPM (Rocha Miranda) e do 18º BPM (Jacarepaguá) realizam ações nas comunidades do Campinho e Fubá. Houve confronto armado com criminosos. Após a troca de tiros, os criminosos fugiram em direção a uma área de mata e agentes montaram um cerco tático. Uma pistola foi apreendida na investida.
O policiamento foi intensificado em Cascadura. Apesar da troca de tiros, não há informações sobre feridos.
26/08/2026 10:00
Há uns dois anos escrevi, aqui no TEMPO REAL, artigos apontando o mau atendimento sofrido pelos clientes dos planos de saúde no Brasil. Eu tinha plena consciência de que a influência daqueles meus textos seria nula, mas não me sentiria bem me acomodando e nada fazendo.
Eu sabia que os problemas que relatei naquelas publicações não eram novidades e nem tinham base político-ideológica. Afinal, as deficiências e abusos no atendimento aos que aderiram àqueles planos já vinham de longo tempo e já tinham atravessado governos de direita, de esquerda e de centro. E continuam até hoje, apesar da existência de uma agência criada para garantir um atendimento decente aos usuários, dentro de parâmetros econômicos razoáveis e equilibrados também para os planos de saúde. Esse equilíbrio, todavia, nunca foi atingido e, quer-me parecer, atualmente está muito mais vantajoso — e cada vez mais — para as operadoras dos planos.
As queixas mais usuais são:
— aumentos abusivos das mensalidades, sempre em percentuais muito maiores do que os índices da inflação brasileira e dos reajustes salariais;
— descredenciamento de médicos e hospitais, muitos dos quais motivaram a escolha do plano;
— medidas administrativas que forçam a migração dos planos individuais (com preços controlados pela ANS) para os planos coletivos (com reajustes sem participação da ANS!);
— apesar dos dois aumentos anuais (data do plano e aniversário do cliente), há muitos anos não é feito nenhum aumento nos reembolsos previstos nos contratos, que deveriam ser reajustados no mesmo percentual daqueles aumentos.
— credenciamentos em novos hospitais e clínicas apenas para os planos coletivos, em evidente prejuízo aos planos individuais mais antigos.
Já os defensores dos planos alegam que eles sofrem prejuízos pelo acréscimo dos custos dos exames, cada dia mais sofisticados, e por desonestidades na apresentação de recibos falsos. Ora, tudo isso faz parte do risco do negócio e é perfeitamente previsível quando do cálculo do valor da mensalidade no início de cada contrato. Por outro lado, é difícil acreditar que, anualmente, a tecnologia incorporada aos exames cresça duas ou três vezes acima da inflação. E, mesmo isso ocorrendo, os reajustes são realizados para atender a essa demanda, ou não?
Então, se não creio que minhas reclamações tenham qualquer efeito prático na mudança desse relacionamento comercial abusivo, por que estou voltando ao assunto? Porque não dá para ficar omisso quando se lê no O Globo a notícia de que o plano Hapvida planeja reajustar as mensalidades em percentuais de dois dígitos ou até mesmo cancelar contratos de quase um milhão de consumidores nos próximos meses. E qual a repercussão dessa notícia? Nenhuma! Após mais de uma semana da divulgação, é como se a notícia nunca tivesse sido publicada. Nenhuma autoridade, nenhum político, nenhum editorial, nada. Ninguém se expôs. Por quê? Confesso que até tenho receio da resposta a esta pergunta.
Em ano eleitoral, não seria hora de “arrancar” dos candidatos aos diversos cargos públicos um posicionamento sobre esse assunto tão importante para o povo brasileiro? Com a palavra, os formuladores de perguntas aos candidatos, seja em entrevistas, seja em debates.
Estava concluindo este texto quando li, no blog de Miriam Leitão, que a ANS acabara de barrar o plano da Hapvida de reajustar ou cancelar 947 mil contratos e convocou a empresa para esclarecimentos. Seria o início de uma atuação mais severa, ou um mero voo de galinha?
Posteriormente o noticiário deu conta de que a Hapvida esclareceu e convenceu a ANS da justeza da sua posição. A galinha voou.
Um poste na Avenida Nossa Senhora de Copacabana caiu sobre uma mulher e uma criança nesta terça-feira (25), na altura da esquina com a Rua Dias da Rocha, em Copacabana. As duas caminhavam de mãos dadas quando o incidente aconteceu.
As vítimas foram levadas ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a mulher sofreu ferimentos moderados e permanece internada em estado estável, enquanto a criança teve ferimentos leves. As duas estão fora de perigo.
Fontes do TEMPO REAL informaram que a criança fraturou a perna e que o poste teria atingido a cabeça da mulher. O local fica próximo a um ponto de ônibus de grande movimento.
A RioLuz, companhia de iluminação pública, informou que o equipamento pertencia a uma empresa de comunicações. Uma equipe foi acionada e retirou a estrutura do local.

Com informações de G1.
A motosserra da Casa Civil trabalhou pesado na edição desta quarta-feira (26) do Diário Oficial. Apesar do empate de 28 a 28 entre exonerações e nomeações, o corte não foi distribuído de forma uniforme: a Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio, Serviços, Ciência, Tecnologia e Inovação concentrou, sozinha, 21 demissões, e acabou sendo o foco da rodada.
A Chefia de Gabinete da pasta exonerou 13 ocupantes de uma só vez — incluindo a assessora-chefe de Gabinete, Cristiane da Costa Caiban Bruno, além de assessores técnicos.
As mudanças também alcançaram áreas de TI, Projetos Estratégicos, Emendas Parlamentares, Captação de Recursos e Ensino Técnico. Entre as saídas, chamou atenção a exoneração conjunta de Maria Fernanda Brandão dos Santos Vazquez e André Ricardo Brandão dos Santos Vazquez, que atuavam no mesmo gabinete.



Entre os reforços, o Inea saiu na frente com cinco novos nomes: Natielle Valença, Larissa Goulart, Nicolas Caracas Bastos, Ericka Gois e Yury Louback.
Enquanto isso, o Detran-RJ teve quatro nomeações: Robson Ramos, Deborah Lourenço, Marcelo Queiroz e Raquel Bezerra — e uma exoneração. A Secretaria de Agricultura também recebeu quatro novos integrantes: Jessica Lima, Luan Castro, Janaina Albernaz e Pedro Paulo Moreira.
As demais nomeações ficaram distribuídas entre diferentes órgãos. Degase, Jucerja e Instituto Rio Metrópole tiveram duas entradas cada, enquanto a Ssecretaria de Planejamento ganhou um novo superintendente: Marcos Thimoteo Dominguez.
Na Secretaria de governo, Thiago Figueiredo Rodrigues também foi nomeado para uma função.
Fechando a lista de desvinculações, constam as exonerações a pedido de João Pedro de Almeida Sabadini, da Funarj; e Vinicius da Silva Fonseca, da Secretaria estadul de Educação, além do desligamento de Iran Marques Correa no GSI.
COM FÁBIO MARTINS.


Os ventos de mudança sopraram no Palácio Guanabara nesta quarta-feira (26), com o governador em exercício Ricardo Couto assinando quatro exonerações e duas nomeações. A rajada, porém, foi mais forte na Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio, Serviços, Ciência, Tecnologia e Inovação, que concentrou as principais baixas da rodada.
Na Chefia de Gabinete da pasta foram exonerados simultaneamente dois ocupantes de cargos de Direção Geral: Malk Mohamed Sleman Filho (superintendente) e Luiz Carlos Ramiro Junior (assessor especial) — figura pública conhecida no cenário acadêmico por ter presidido a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) entre 2021 e 2023.
O governo não indicou substitutos para os dois postos.

As outras duas exonerações da rodada ocorreram na Faetec, com o desligamento de Cynthia Viega Mendes, gerente de Área em Búzios; e Patricia Regina de Santana Monteiro, coordenadora de Vice-Presidência.
Do outro lado do placar, Couto ainda assinou duas nomeações nesta edição do Diário Oficial. Ana Claudia Brandao foi escolhida para a Chefia de Área da Junta Comercial do Estado do Rio (Jucerja), enquanto Robson Jose Storani assume a Diretoria Geral de Administração da Secretaria de Agricultura.
COM FÁBIO MARTINS.

Logo nos dois primeiros dias, os 115 novos ônibus do Sistema Rio transportaram até 71,1% passageiros a mais que os velhos consórcios da Zona Oeste. A nova rede de transportes da Prefeitura do Rio conta com veículos de piso baixo, ar-condicionado; GPS, e voz informando as paradas. Por enquanto, estão em Santa Cruz. No dia 30, a frota começa a rodar em Campo Grande, com outros 54 veículos.
A ideia é chegar à cidade toda. O cronograma prevê que, até dezembro, outros 147 veículos sejam incorporados à frota atual.
Na segunda-feira, dia 17, quando só os velhos ônibus estavam disponíveis, foram registrados 25,7 passageiros. No dia 24, uma semana depois, o número pulou para 39 mil, um aumento de 51,8%. Na terça-feira (17), foram 25,6 mil. Ontem, o Sistema Rio transportou 43,8 mil passageiros — 71,1% a mais.
Com a nova tecnologia, uma espécie de rampa de pouca inclinação reduz a altura entre o veículo e a calçada, o que facilita o embarque, sobretudo, para idosos, pessoas com deficiência e passageiros com mobilidade reduzida. Os novos ônibus têm ainda tecnologia para o controle da temperatura interna, tomadas USB para carregamento de celulares, sistema de som com alto-falantes e microfone para comunicação com os passageiros, painéis eletrônicos com informações da viagem, e botão de emergência para situações de pânico ou assédio.
Segundo a prefeitura, a frota também contará com monitoramento em tempo real, câmeras de monitoramento, painel interno para visualização das imagens, bloqueio automático de aceleração com as portas abertas, velocímetro interno e sistemas inteligentes de assistência à condução.
804 Terminal Curral Falso – Campo Grande
809 Sagrado Coração – Conjunto Liberdade
825 Jesuítas – Campo Grande
840 São Fernando – Campo Grande
842 Santa Cruz – Campo Grande
849 Base Aérea de Santa Cruz – Campo Grande
868 Trevo de Santa Cruz – Campo Grande
870 Sepetiba – Santa Cruz
892 Santa Cruz – Vitor Dumas
898 Sepetiba – Campo Grande
808 Sagrado Coração – Campo Grande
821 Campo Grande – Corcundinha
822 Campo Grande – Corcundinha
833 Conjunto Manguariba – Campo Grande
841 Campo Grande – Inhoaíba
869 Santa Margarida – Campo Grande
893 Jardim Palmares – Campo Grande
A Prefeitura do Rio publicou, nesta quarta-feira (26), o decreto que estabelece novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e equipamentos autopropelidos (como patinetes, monociclos e hoverboards) nas vias da cidade. A medida altera o regulamento anterior e institui o Cadastro de Microequipamentos Eletrificados (CADMICRO) — sistema oficial para registrar e fiscalizar essa frota.
A norma define os tipos de veículos e estabelece regras mais rígidas de circulação de acordo com o tipo e velocidade da via.


A partir da determinação do decreto, patinetes e bicicletas elétricas ficam proibidos de circular em vias com velocidade máxima acima de 40 km/h, devendo utilizar ciclovias, ciclofaixas ou o bordo direito da pista nas vias mais lentas. A circulação desses modais na malha cicloviária fica limitada à velocidade máxima de 25 km/h.
Já nas calçadas e passeios de pedestres, a proibição é geral para todos os veículos motorizados — salvo exceções pontuais sinalizadas pela prefeitura, onde a velocidade será limitada a 6 km/h.
Ciclomotores (com motor de até 4 kW ou 50 cm³) só poderão rodar nas pistas de rolamento em vias de até 60 km/h, exigindo do condutor habilitação (categoria A ou ACC), emplacamento e licenciamento prévio.
Além disso, o decreto também torna obrigatório o uso de capacete para todos os condutores e passageiros autorizados, além de exigir dispositivos como campainha, sinalização noturna e indicador de velocidade nos equipamentos. Para dar tempo de adaptação à população, a Prefeitura do Rio informou que a fiscalização nas ruas terá caráter exclusivamente educativo e preventivo até o dia 31 de outubro de 2026.
COM FÁBIO MARTINS.
