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Rio

06/04/26 07:50
  • Redação Redação

Prefeitura do Rio regulamenta uso de bicicletas elétricas e patinetes; ciclomotores só podem circular nas ruas e com habilitação

Regras para a circulação de bicicletas elétricas, patinetes e ciclomotores são publicadas no Diário Oficial

Regras para a circulação de bicicletas elétricas, patinetes e ciclomotores são publicadas no Diário Oficial - Foto: Reprodução das redes sociais

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O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) publicou, no Diário Oficial desta segunda-feira (6), um decreto com novas e rigorosas regras para a circulação de bicicletas elétricas, patinetes e ciclomotores — os chamados veículos de micromobilidade. O decreto passa a valer uma semana depois das mortes de Emanoelle Martins Guedes de Farias, de 40 anos, e de seu filho, Francisco Farias Antunes, de 9,  atropelados quando estavam numa bicicleta elétrica na Tijuca.

A mudança mais drástica atinge os ciclomotores (veículos de 2 ou 3 rodas, com motor e sem pedais). Eles agora só poderão circular nas ruas, preferencialmente pela faixa da direita. Estão terminantemente proibidos de circular em ciclovias, ciclofaixas e calçadas. O condutor deve ter habilitação categoria A (CNH), e o veículo deve ser registrado e licenciado (emplacado) — e os proprietários têm até 31 de dezembro de 2026 para regularizar o licenciamento e o emplacamento.

Já as bicicletas elétricas e os patinetes passam a ter a velocidade máxima fixada em 25 km/h. A circulação em calçadas só será permitida se houver sinalização específica, com velocidade máxima de 6 km/h e prioridade absoluta ao pedestre. Só podem circular em ruas onde a velocidade máxima permitida para carros seja de até 40 km/h, e caso não exista ciclovia próxima.

O decreto reforça a obrigatoriedade do uso de itens de segurança. O capacete passa a ser obrigatório para todos (ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes). Para ciclomotores, o capacete deve ter, obrigatoriamente, viseira ou óculos de proteção. Também passa a ser proibido ter menores de 18 anos conduzindo ciclomotores. Fica proibido levar garupa em patinetes elétricos. Já nas bicicletas elétricas, o transporte só é permitido se houver assento adequado para a idade do passageiro.

Além das normas, campanhas educativas para ciclistas e motoristas

A ideia da regulamentação é organizar o convívio entre pedestres e modais elétricos, priorizando a segurança viária e a integridade física nas calçadas e ciclovias. As novas normas estabelecem onde cada veículo pode circular, os limites de velocidade e as exigências de segurança para condutores.

A implementação das regras será acompanhada por campanhas educativas e fiscalização integrada entre os órgãos de trânsito e ordem pública. De acordo com a prefeitura, o objetivo não é apenas punitivo, mas sim garantir que o pedestre — o elo mais frágil da corrente — possa caminhar pela cidade com segurança.



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Comentários 45

  1. Dom says:
    há 6 meses

    A ideia principal é arrecadar $$$$. Porque emplacar os veiculos ciclomotores não melhora em nada a segurança. Uma campanha educacional seria mais útil, calcadas com boa pavimentação e iluminação seria mais útil, faixa sinalizada e asfalto bem cuidados seriam mais úteis. A administração publica no Rio, em todas as esferas, é uma vergonha. A vontade é se sumir desse lugar.

    Responder
    • Silvam Sartorio says:
      há 6 meses

      Agora é que vai morrer gente, liberado para andar no meio do trânsito, prefeito fazendo politicagem para ajudar as funerárias.

      Responder
      • Osias says:
        há 6 meses

        Leia novamente quantas vezes for preciso , esta proibido andar entre os carros .

        Responder
        • Mario Soares says:
          há 6 meses

          Prezado; está escrito: “…preferencialmente pela faixa da direita…”

          Responder
        • dejair mello silva says:
          há 6 meses

          Se anda na rua, anda entre os carros. Mesmo sendo na faixa da direita. Ou será que os carros não terao permissao de andar nessa faixa? Kkkkkkkkkk

          Responder
        • Mauro Sergio de Almeida Soares Atrmauro says:
          há 6 meses

          Proiba de andar entre os carros pois estes veiculos não são motos e não tem arrancada para sair de situações de perigo alem das rodas serem pequenas diminuindo a estabilidade e agilidade so serve para andar em bairo com pouca velocidade e transito lento obs:onde tem muitos quebra molas para redução de velocidade de veiculos e motos isso e pra fazer valer a segurança e ter muita fiscalização seria pois a impunidade e real nesta cidade que esta sem governo a muito tempo pois nas areas que são subjulgadas a controles paramilitares e trafico estes orgãos da prefeitura nem passam perto para fiscalizar estacionamento irregular quanto mais ver estas motos,patinetes ou bicicletas eletricas isso so funciona em bairros nobres do rio de janeiro mas e o que temos pra hoje e mais um mandato de um prefeito que tem ambições politicas e meios de chegar la por conta de coisas que o povo gosta de ver e não quer saber de como funciona pois o povo tambem não fiscaliza estes politicos e continua votando por agrados que recebe pois não ve o bem comum de todos os cidadãos e não existe um debate sobre as ações do prefeito e sim uma eleição com os mesmos de sempre nada de novo realmente e mais do mesmo o povo tem que acordar e cobrar debates populares ou seja plebicitos a respeito de ações destes mesmos prefeitos e outros cargos eletivos que so custam e governam para certos grupos
          So o povo pode mudar isso

          Responder
      • Luiz Marcelo Santos De Souza says:
        há 6 meses

        Verdade se o acidente q ocorreu com a Mãe e o filho foi justamente por eles estarem em rodovia e não em ciclovia esse novo regulamento é suicida

        Responder
        • Selma says:
          há 6 meses

          Isso só vai contribuir para mais mortes, colocar para andar somente na rua e colocar a pessoa em situação de perigo,tem que ter condições de se andar em segurança e pra mim isso e só um meio de arrumar mais dinheiro.

          Responder
    • Luiz Carlos says:
      há 6 meses

      A prefeitura como sempre prejudica quem está certo em nome da policagem para aparecer bem na foto.

      Responder
    • James says:
      há 6 meses

      6 km /h piada. Até tartaruga vai mais rápido

      Responder
    • Andre Costa says:
      há 6 meses

      Exatamente. Cobram uma serie de exigencias dos condutores e a contrapartida é praticamente zero. Falta investimento na construcao de ciclovias, sinalizaçao, etc. e olha que o discurso dessa turma de incentivar e investir na mobilidade urbana é um verdadeiro engodo.

      Responder
    • Way says:
      há 6 meses

      Regular emplacar impede que uma moto elétrica de 100 kg atropele uma criança um idoso e fuja sem identificação. Impede que algum ladrão que é o que mais tem no Rio de janeiro rouba um patinete ou uma moto e saia livremente fugindo por qualquer caminho sem identificação.

      Responder
  2. Sergio Monteiro says:
    há 6 meses

    E quanto as bicicletas com motor a combustão que andam a mais de 60 km/h, no meio do trânsito, nas calçadas e avançando sinais sem falar do barulho infernal que fazem????

    Responder
    • George Cardoso says:
      há 6 meses

      E essa brecha de andar nas calçadas é uma excrescência!

      Responder
      • Debora says:
        há 6 meses

        Prefeitura como sempre querendo arrecadar. Agora mesmo que haverá mais acidentes, até porque o ponto cego no lado direito de um ônibus é uma área crítica e extensa, estendendo-se do espelho retrovisor até a traseira, frequentemente ocultando pedestres, ciclistas e carros. Motoristas não enxergam quem está próximo à lataria, especialmente nas portas e na curva traseira, aumentando o risco de acidentes em conversões e paradas.

        Responder
  3. Claudia Miranda says:
    há 6 meses

    Os ciclomotores com pneus largos e entre eixo distante não tem a mesma mobilidade que uma motocicleta, para executar manobras rápidas. Portanto vamos assistir mais acidentes como o que aconteceu e com mais frequência, pois os carros e motos não respeitam este veículo. O correto seria trafegar na rua como um carro, sempre na faixa da direita, mas não somos respeitados nem pelos carros e muito menos pelos ônibus que trafegam pela direita para pararem nos pontos. O que falta é educação no trânsito, por parte de todos os condutores, seja qual for o veículo! Sou condutora de carro, moto, ciclomotor e bicicleta, portanto, falo com conhecimento prático.

    Responder
    • Ciro says:
      há 6 meses

      Acho que já tinha passado da hora de regular o uso dessas bicicletas elétricas. Lamentável que pessoas perdessem a vida para que algo fosse feito. A convivência entre bicicletas elétricas e de tração a pedal ficou perigosa. Se a turma do acelerador não tem bom senso é melhor que trafeguem na rua e não nas ciclofaixas e ciclovias.

      Responder
    • Ribamar says:
      há 6 meses

      Boa noite. Se está constatado a demanda, então o poder públicco deveria implementar as ciclovias, ciclorrotas é demais infraestruturas para assegurar o deslocamento de todos.

      Responder
  4. Wagner Pereira de Oliveira says:
    há 6 meses

    Show de bola.
    Agora todos podem ser atropelados e morrer
    Lei Cavalieri???

    Responder
  5. Antônio Farias says:
    há 6 meses

    Mas as motos continuam passando pela passarelas de pedestres isso pra voces podem

    Responder
    • VALMIR PEREIRA DE SOUZA says:
      há 6 meses

      A partir de o momento que !temos que pagar os impostos de circulação , sendo que são obrigatório devido os motores ser de responsabilidade de muita Atenção, todos ciclomotores , em função da legislação tem que ser regularizado para que não traga riscos, a vida humana, mesmo assim temos temos horríveis acidentes em razão das imprudências que são reais.

      Responder
    • Ailson says:
      há 6 meses

      Fora que irão cobrar ipva logo, logo rs

      Responder
    • Ailson says:
      há 6 meses

      Fora que irão cobrar ipva futuramente rs, se tem placa, paga rs

      Responder
  6. MONICA SEIXAS says:
    há 6 meses

    EM COPACABANA, AS BICICLETAS TRADICIONAIS DOS ENTREGADORES E BICICLETAS ELETRICAS AVANCAM OS SINAIS EM ALTA VELOCIDADE COM OS PEDESTRES ATRAVESSANDO NA FAIXA.
    A CADA DIA AUMENTA O RISCO DE ATROPELAMENTOS POR BICICLETAS .EM
    COPACABANA.

    MONICA SEIXAS
    RIO DE JANEIRO- RJ

    Responder
  7. Ricardo Donato says:
    há 6 meses

    Espero mesmo que essa lei seja cumprida. O que eu tenho presenciado atualmente nas ciclovias e ruas da zona sul do Rio de Janeiro é um desrespeito generalizado. Bicicletas eletricas de todos os tipos passando em alta velocidade pelas ciclovias e calçadas. Nao respeitam nada nem ninguem e colocam todos os pedestres e outros usuários em risco. O brasileiro parece não ter maturidade para utilização civilizada desse modal que pode, se fiscalizado, ser um otimo meio de deslocamento para todos. Precisamos apenas lembrar que o espaço publico é de todos e dessa forma precisa compatibilizar seu uso de forma segura. Mas para isso nao adianta só a decretação de leis mais rígidas. É preciso fiscalizar de verdade. O que vemos hoje é um descaso de todos, ou seja, das autoridades e usuários!

    Responder
  8. Bruno says:
    há 6 meses

    Se fizessem como deve ser feito, respeitando os outros, nada disso seria preciso. Grande maioria tá errada e agora fica chorando mimimi pq estão sendo regulamentados. Se há algum culpado é quem anda e não respeita nada. Parabéns prefeito, alguém tem que fazer alguma coisa. Não gostou vende a Harley elétrica ou muda de cidade

    Responder
    • Sergio Ferrão says:
      há 6 meses

      Resposta eleirtoreira feita sem levar em conta as competências d escada órgão.

      Responder
    • MARIA CRISTINA DE AQUINO says:
      há 6 meses

      Concordo com vc Ricardo Donato!

      Responder
  9. Fabio says:
    há 6 meses

    Esse decreto extrapola o que a prefeitura pode ou não exigir, exemplo equiparar autopropelido a ciclomotor e exigir habilitação e registro não cabe a prefeitura, ou seja, em breve essa parte do decreto terá que ser mudado, a prefeitura pode e deve regular aonde pode circular ,mas apenas isso.

    Responder
  10. Wallace Silva says:
    há 6 meses

    A carta ACC simplesmente não existo

    Responder
  11. Alexandre Silva says:
    há 6 meses

    FOCARAM NA ARRECADAÇÃO EM ENCHER OS COFRES PÚBLICOS PARA ROUBAR MAIS. ISSO NAO IRÁ SOLUCIONAR O CAOS DO TRÂNSITO COM FALTA DE SINALIZAÇÃO, SEMÁFORO SEM FUNCIONAR, GUARDAS MUNICIPAIS QUE FORAM PARA ORIENTAR H9JE SÃO MAQUINAS DE APLICAR MULTAS ENTRE OUTROS. ENFIM A POLÍTICA É UM NOJENTA E SO SE CRIAM LEIS PARA FAVOR DELES E NAO DO POVO.

    Responder
  12. Carlos says:
    há 6 meses

    Sobre isso, vale separar algumas coisas importantes:

    As regras de trânsito no Brasil (como exigência de CNH, emplacamento e classificação de veículos) são definidas principalmente pelo Conselho Nacional de Trânsito e pelo Departamento Nacional de Trânsito (hoje SENATRAN), não por prefeitos isoladamente.

    Prefeituras — como a do Rio de Janeiro — podem regulamentar a circulação local, fiscalizar e implementar políticas urbanas, mas não podem mudar a base legal da CNH sozinhas.

    Sobre os ciclomotores/elétricos (até ~32 km/h), o cenário recente tem sido meio confuso mesmo:

    Alguns veículos leves (como bikes elétricas e certos ciclomotores) ficaram fora da exigência de CNH por um período, dependendo da potência e velocidade.

    Com o aumento de acidentes e uso desregulado, surgiram pressões para:

    exigir registro/emplacamento

    definir melhor quando precisa de CNH categoria A

    Isso não é exclusivo do Rio — está acontecendo em várias cidades do Brasil.

    Agora, sobre sua crítica (arrecadação vs. educação):

    Você levanta um ponto válido. Só exigir documento e placa:

    não resolve sozinho o problema de imprudência

    pode virar, sim, mais fiscalização e multa sem mudança de comportamento

    Por outro lado, quem defende a medida argumenta que:

    facilita identificar infratores

    cria responsabilidade legal (seguro, multas, pontos)

    reduz sensação de “terra sem lei” nesses veículos

    ? O problema é que, sem:

    campanhas educativas

    infraestrutura (ciclovias, sinalização)

    fiscalização inteligente (não só punitiva)

    a política fica incompleta mesmo.

    Responder
    • Leidervan says:
      há 6 meses

      Boa Noite, deu para entender que se pagamos demos o direito de andar na rua entre os carros. Jogar a população que pilota essas bicicletas ou autopolelito juntos com os carros, óbvio que tirar mas atropelamentos( acidentes) , não é a questão de ter ou não habilitação e sim a consciência e a educação no trânsito cada um respeitando o seu espaço. Eu dirijo mais de 30 anos e nunca sofrei um acidente e nunca fui multado. Eu como especialista em direção defensiva eu estou vendo que o prefeito do município do Rio de Janeiro está colocando a vida dos consumidores desses veículos em riscos. Ele não está vendo que vai gerar mas acidentes com esse decreto. Eu concordo que as calçadas é só para pedestre. Mas vejo muitos pedestres correndo na ciclovias tbm. A concentração para um trânsito melhor é de todos condutores e pedetres. Quero ver a fiscalização tbm . Quero ver uma cidade melhor para todos

      Responder
  13. Valmir ramos says:
    há 6 meses

    Palhaçada o contram não tem palavra ,não manda em nada pois o autopropelido não precisa de abilitacao e muito mesmo carreira ,só pra enxugar dinheiro para os cofres da prefeitura e órgãos regulamentadoras.,tem que exigir e punir quem usa estes auto propelido de forma errada e sem capacete como aquela mulher e seu filho acidentado e morto pela irresponsabilidade dela com a segurança andando na rua com os carros e ônibus e sem capacete.muito entranho essa resolução do governo carioca e outros que estão mudando a lei do contram.osxarris e motos e também ônibus não respeitam um aos outros também.

    Responder
    • Alex Paiva says:
      há 6 meses

      A lei municipal não tem validade alguma com respeito a lei Federal do CONTRAN, lei 996. Só está tentando queimar o Eduardo Paes, pra eleger outro bolsonarista pro governo estadual.

      Responder
  14. Rimla says:
    há 6 meses

    Cara quando eu via a Rede Globo passando a matéria
    Ais de 3 vesses, eu já imaginava isso aí no final todos eles ganham a globo o governo eo Detran, porque eles não colocam a matéria da faltas de ciclovias
    E de cansar a beleza.

    Responder
  15. Carlos Jose Dos Santos Menezes says:
    há 6 meses

    pelo que eu sei se lei passou vigorar em 01/01/2026 em todo Brasil.

    Responder
  16. Fátima Leal says:
    há 6 meses

    Andar na direita das vias, com ônibus, vans, táxis e veículos de aplicativos, vai ser um horror!!!

    Responder
  17. Mônica Gonçalves says:
    há 6 meses

    Emplacamento, CNH, nada vai mudar a imprudência no trânsito. A questão é a educação e o respeito. Tem lugar para todos. Se emplacamento e CNH resolvessem alguma coisa, não teríamos tantos acidentes de moto no país…. Da maneira como está sendo tratado o assunto, parece até que as vítimas foram as únicas culpadas pelo ocorrido. Até onde eu saiba, é o maior cuidando do menor …

    Responder
  18. Josue says:
    há 6 meses

    Veículos scooter elétricos, não precisam usar placa e quem pilotar não precisa de CNH desde que tenha velocidade máxima de 32 kmhs. Dar pra entender notoriamente que o prefeito está correndo atrás de dinheiro ?

    Responder
  19. Bruno says:
    há 6 meses

    Na prática, o que acontece é que a prefeitura quer arrecadar com emplacamento e licenciamento. Essa acabou sendo a brecha que o sistema encontrou.
    Esses meios de mobilidade surgiram justamente para resolver problemas reais: trânsito caótico, transporte público insuficiente e o alto custo de manter um carro ou moto. São soluções práticas para o dia a dia. Mas, em vez de apoiar ou estruturar melhor, aproveitaram a situação para criar cobranças e “regularizações” que, na prática, parecem mais voltadas à arrecadação do que à segurança.
    Fica a sensação de que se finge preocupação com organização e proteção, quando o objetivo principal é lucrar. E isso é difícil não perceber.
    Ao mesmo tempo, vemos motos avançando sinal vermelho com frequência, sem serem multadas ou apreendidas. A fiscalização é falha e seletiva, o que aumenta ainda mais a sensação de injustiça.
    O problema não é existir regra — é a incoerência. Cobra-se de um lado, mas falta rigor do outro.
    Assim, o cidadão paga, mas não vê retorno proporcional, nem justiça na aplicação das leis.
    Isso, sim, é o que revolta.

    Responder
  20. Thiago says:
    há 6 meses

    O pior que a mulher que faleceu estava errada e os outros pagam CNH nem falam da acc só que tem que ter a CNH a pra pilotar bicicleta elétrica kkkkk

    Responder
  21. Amauri says:
    há 6 meses

    O que me estranha e não muito é que um motorista de onubus atropelou uma bicicleta elétrica e matou duas pessoas. Logo vamos punir quem tem bicicleta. Mas fiscalizar, treinar, punir empresas de ônjbus, nem pensar. E, quanta gente as bicicletas eletricas tiraram do ônibus? Do ubber do táxi? A intenção não é proteger é cumprir acordos com grupos e que se dane o ciclista. O paes e esenpodem dar as mãos em oba-oba. Espero bom-senso de vereadores ou da justica para suspender essa aberração.

    Responder
  22. ANDERSON DEICID FREITAS FERREIRA says:
    há 6 meses

    Engraçado aqui em São Paulo morre todo dia motoboy atropelado por carro e todo dia carro atropela pessoas e esses políticos não ligam pra vida das pessoas eles querem é se aparecer.

    Responder
  23. Flávia says:
    há 6 meses

    Um absurdo, ciclomotores no meio da rua??? Com certeza terão muito mais acidentes. A prefeitura já pensando na arrecadação $$$$…. Melhorar a pavimentação, ciclovias, iluminação ,… isso não falam e não fazem…. . A mãe e o filho que infelizmente morreram na Tijuca, justamente pq estavam na rua e não havia ciclovia.

    Responder

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Mais notícias

Política

Placar apertado no Diário Oficial tem nova vitória das nomeações com reforços na Ciência e Tecnologia; cortes pesam mais na Fundação Cecierj

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Redação

07/10/2026 09:16

Mesmo em ritmo de ajustes no administrativo, as novas contratações seguem superando os cortes. No Diário Oficial desta quarta-feira (07), o governador em exercício Ricardo Couto e a Casa Civil publicaram 22 nomeações contra 21 exonerações, além de 1 designação.

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação registrou a chegada de duas novas subsecretárias adjuntas: Georgiana Feitosa da Cruz (Subsistem) e Monica da Costa Pereira Lavalle Heilbron (Subcon). A pasta ainda recebeu reforços na Assessoria de Comunicação Institucional via Casa Civil, totalizando quatro nomeações.

Já na Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Rio (Cecierj) o cenário foi outro. Sem nenhuma nomeação registrada na mesma edição, a fundação contabilizou seis exonerações de peso.

Entre as baixas está a exoneração de Leandro Khalil de Oliveira da vice-presidência administrativa.

A onda de cortes atingiu também a chefia da Assessoria de Projetos Estratégicos, com a saída de Bruna Werneck Canabrava e a Diretoria de Extensão, com a exoneração de Daniel Fabio Salvador e chefias de departamentos essenciais.

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Educação e Ambiente também têm trocas

Outras áreas que registraram trocas relevantes foram a Secretaria de Educação/Degase e a Secretaria do Ambiente/Inea, ambas com duas nomeações e duas exonerações, além do IEEA, que teve a nomeação de um novo diretor e a designação de interina para a chefia do órgão.

COM FÁBIO MARTINS. 

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Política

Parecer favorável à desistência de Garotinho traz advogado do ex-governador como autor; procurador alega um possível erro no sistema

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Redação

07/10/2026 08:18

O parecer do vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, favorável ao pedido de Anthony Garotinho (Republicanos) para desistir do recurso no processo sobre sua candidatura ao governo do estado do Rio, traz uma informação incomum: o advogado Marcello Dias de Paula, que defende o ex-governador, aparece como “autor” do arquivo.

O parecer foi anexado por Espinosa ao sistema da Justiça Eleitoral às 14h06 de terça-feira (6). Nos dados de origem do documento, porém, consta que ele teria sido elaborado às 12h33 por Marcello Dias de Paula, sócio do escritório do ex-ministro do TSE Admar Gonzaga, que também atua na defesa de Garotinho.

Espinosa afirmou ao jornal “Estado de São Paulo” que não conhece o advogado e atribuiu a informação, provavelmente, a um erro técnico no sistema da Justiça Eleitoral. Segundo o procurador, o parecer vinha sendo preparado desde a semana passada e foi elaborado em seu próprio computador.

Marcello Dias de Paula também negou categoricamente ter produzido o documento. O advogado ressaltou, inclusive, que o parecer contraria a posição defendida por ele no processo: enquanto a Procuradoria-Geral Eleitoral quer Garotinho inelegível, a defesa sustenta que o ex-governador deve permanecer elegível.

Dias disse ainda já ter ouvido que situações desse tipo podem ocorrer quando um arquivo anterior é usado como base para a produção de outro documento e afirmou que a explicação deveria ser dada pela PGE.

Espinosa, no entanto, negou ter usado uma petição da defesa de Garotinho como base para preparar o parecer.  Questionado pelo jornal, o Tribunal Superior Eleitoral informou que “eventuais desvios ou fraudes, se questionados, serão analisados no julgamento”.

Marcello Dias atua na defesa de Garotinho na campanha e foi o responsável pela sustentação oral no julgamento de 11 de setembro em que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) barrou a candidatura do ex-governador.

Mesmo com a decisão, Garotinho apareceu nas urnas como candidato sub judice, ou seja, com a validade de sua candidatura ainda dependente da decisão definitiva da Justiça Eleitoral. Na segunda-feira (5), depois de receber 3,17% dos votos no primeiro turno, Garotinho desistiu de recorrer no processo.

A desistência beneficia Douglas Ruas (PL). Sem os votos dados ao ex-governador no cálculo, Ruas passa a ter aproximadamente 50,9% dos votos válidos, percentual suficiente para vencer a eleição para o Governo do Rio no primeiro turno.

Parecer do MPE é favorável à desistência

No parecer, Alexandre Espinosa afirmou que, normalmente, a desistência de recurso por um candidato não poderia ser aceita. Segundo ele, porém, as “peculiaridades excepcionais do caso concreto recomendam conclusão em sentido contrário”.

“O desprovimento do recurso ordinário — com o indeferimento definitivo do registro de candidatura e a anulação dos votos obtidos pelo impugnado — trará resultado prático equivalente ao acolhimento do pedido de desistência, de modo que não há faticamente óbice ao acolhimento da pretensão”, afirmou.

Com informações do jornal “O Estado de S.Paulo”

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Rio

Operação da PF e MPRJ prende PMs suspeitos de vender fuzis e pistolas para Peixão, líder do TCP; dois presos eram lotados no Detran

Foto de Redação
Redação

07/10/2026 07:38

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (07), a Operação Magen, em ação conjunta com o Ministério Público do Rio (MPRJ), para desarticular um grupo criminoso no qual faziam parte PMs e ex-PMs investigados por negociar fuzis e pistolas com o traficante e líder do Terceiro Comando Puro (TCP), Peixão.

Segundo as investigações, o grupo, que atua desde 2022, vazava dados sigilosos e movimentou R$ 100 milhões em quatro anos em empresas de fachada para a facção.

Na ação de hoje, policiais federais cumprem sete mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão domiciliar em diversos bairros da cidade do Rio (Barra da Tijuca, Copacabana, Parada de Lucas e Vila da Penha), além dos municípios de Nova Iguaçu, Angra dos Reis, Mesquita, Nilópolis e Seropédica.

Entre os procurados está o traficante Peixão e um policial civil. Até o momento, cinco mandados de prisão já foram cumpridos.

Dois presos eram lotados no Detran

Uma das prisões foi em um hotel de luxo na Barra da Tijuca, onde um dos alvos estava hospedado. Suspeito de ser chefe da quadrilha, Vitor Hugo Garcia era lotado na presidência do Detran-RJ, mas foi exonerado em 15 de maio pela atual gestão do órgão.

No quarto dele, policiais apreenderam um fuzil.

Outro preso pela operação na manhã desta quarta é Marcel Rodrigues Fernandes, que também era lotado no Detran-RJ. Com ele, foram apreendidos um fuzil, carregadores e acessórios dentro de um imóvel em Nova Iguaçu.

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O fuzil foi encontrado na residência de um dos alvos da operação — Foto: Divulgação/PF

Com informações do “Bom Dia Rio”. 

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Berenice Seara

Declaração de apoio de Dr. Luizinho irrita equipe de Douglas Ruas; candidato do PL planeja tirar do PP o comando da Secretaria de Saúde e nomear um técnico

Foto de Berenice Seara
Berenice Seara

07/10/2026 07:00

A turma que trabalha pela eleição de Douglas Ruas (PL) ao governo do estado não recebeu com flores as declarações do presidente estadual do PP e deputado federal mais votado do Rio, Dr. Luizinho, reconhecendo a vitória do candidato do PL no primeiro turno. E, principalmente, já colocando o seu partido à disposição do “futuro governador” na Assembleia e na bancada fluminense em Brasília.

“Ele não é um amorzinho?”, ironizou, nas redes sociais, o ex-prefeito de Mesquita Jorge Miranda, agora deputado federal eleito pelo PL e um dos principais articuladores políticos da campanha de Douglas.

A trajetória errante do PP foi muito criticada — e não só por Miranda.

Primeiro, o partido estava na aliança de Douglas e até indicou para vice o ex-prefeito de Nova Iguaçu Rogério Lisboa. Mas, deixou a coligação e optou pela “neutralidade” antes mesmo de a campanha começar oficialmente, sob o argumento de que seguiria a orientação nacional.

Douglas, um desconhecido, ainda patinava nas pesquisas.

Rogério, então, anunciou apoio ao principal adversário do PL, Eduardo Paes (PSD) — e tratou de organizar a campanha do ex-prefeito do Rio na mais tradicional cidade da Baixada Fluminense.

E, agora, com Douglas à frente (não nas pesquisas, mas no voto dado pelo eleitor no último domingo) e com a possibilidade de já ter encerrado a disputa ainda no primeiro turno, o PP está de volta ao barco do candidato do PL. Em entrevista à rádio “CBN”, na manhã da última segunda (05), Luizinho colocou a bancada do partido na Assembleia e na Câmara à disposição. “Apoio de ocasião”, disparou um dos assessores de campanha.

“[Douglas Ruas] vai contar certamente com a bancada do União Progressista na Assembleia Legislativa, e no que a gente puder, em Brasília, vai ajudar o estado do Rio de Janeiro”, disse Dr. Luizinho na entrevista.

Jorge Miranda foi um que não engoliu a conversa. O ex-prefeito disse que os indicadores da saúde do estado estão entre os piores do país, e que o Rio está em 24º no ranking nacional de políticas públicas de saúde básica.

“A saúde não pode ser entregue de novo a quem trabalha a pasta de olho nas urnas”, disse.

Dr. Luizinho nega que tenha declarado apoio

O deputado, no entanto, nega que tenha feito uma declaração de apoio, e afirma que só respondeu a uma pergunta sobre com quem caminharia no segundo turno:

“Apenas afirmei acreditar que a eleição está decidida no aspecto jurídico. Eu não irei fazer qualquer indicação, seja num futuro governo Douglas Ruas ou Eduardo Paes. Para qualquer área, em qualquer secretaria, muito menos na Saúde”, garantiu Dr. Luizinho.

Douglas, se eleito, planeja nomear um secretário técnico

A equipe que elabora e discute o plano de governo de Douglas Ruas trabalha com a decisão de ter à frente da secretaria um técnico da área. Claro que tudo pode mudar — o candidato do PL, inclusive, pode nem ser eleito — mas, se o cargo não for preenchido por indicação do presidente do PP estará quebrada uma tradição que vem desde 2016, ainda no governo de Luiz Fernando Pezão.

Há dez anos, o ortopedista Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior ocupa ou indica os ocupantes dos cargos-chave da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro.

E isso passou por Pezão, Francisco Dornelles, Wilson Witzel, Cláudio Castro e Ricardo Couto. Não é pouca coisa não.

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Berenice Seara

TSE inclui o julgamento do recurso de Anthony Garotinho na pauta; e Rio poderá saber se tem um novo governador na sessão de quinta-feira, dia 8

Foto de Berenice Seara
Berenice Seara

06/10/2026 21:23

A mais importante decisão sobre as eleições para governador do estado do Rio em 2026 já tem dia e hora marcados: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) incluiu na pauta da sessão plenária da próxima quinta-feira (8), às 10h, o recurso de Anthony Garotinho (Republicanos) contra o indeferimento do registro de sua candidatura ao governo do estado.

A movimentação foi registrada às 20h48 desta terça-feira (6) no processo relatado pelo ministro Floriano de Azevedo Marques.  Com a votação, os ministros podem pôr fim à controvérsia em torno do registro de Garotinho e do tratamento jurídico que deve ser dado aos votos recebidos por ele na eleição de domingo (04).

A inclusão, porém, não significa necessariamente que o julgamento será concluído na própria quinta-feira.

O processo ainda pode ser retirado de pauta, ter o julgamento interrompido por pedido de vista ou sofrer outros adiamentos regimentais.

As idas e vindas de um processo que demorou demais a ser decidido

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) negou o registro da candidatura de Garotinho por ele ter uma condenção transitada em julgado em 2025 no Supremo Tribunal Federal, com pena de inelegibilidade por oito anos. Garotinho recorreu da decisão, perdeu e foi ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como a decisão final não saiu antes do primeiro turno, o candidato do Republicanos constou da urna eletrônica.

A coligação de Eduardo Paes (PSD), que estava à frente nas pesquisas de intenção de votos, entrou com uma representação no TSE, pedindo que os votos dados a Garotinho fossem anulados.

Mesmo com o registro indeferido, Garotinho recebeu 274.411 votos, equivalentes a 3,17% dos votos válidos para governador. Mas houve uma reviravolta e Douglas Ruas (PL) foi quem terminou o primeiro turno em primeiro lugar, com 49,27%, enquanto Paes teve 42,76%.

Agora, caso os votos de Garotinho sejam definitivamente retirados da base de votos válidos e ocorra uma nova totalização, Ruas ultrapassa os 50% necessários para a eleição em primeiro turno. E, por isso, o recurso de Garotinho passou a ser fundamental para a definição da eleição.

Os movimentos no xadrez político

Sem chance alguma na disputa, o candidato do Republicanos anunciou, nesta segunda-feira pós-primeiro turno, que desistiria do recurso. E comunicou sua decisão ao TSE.

Mais cedo, nesta terça-feira, o Ministério Público Eleitoral (MPE) deu parecer favorável ao pedido de renúncia apresentado pelos advogados de Garotinho.

Já a coligação de Paes pediu ao TSE que não homologue a desistência.

A turma de Douglas, por sua vez, correu a Brasília para tentar convencer o TSE a anular os votos de Garotinho.

E é diante deste imbróglio jurídico que o tribunal se reúne, nesta quinta, para decidir quem tem razão — e qual será o futuro da eleição para o governo do estado do Rio.

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Política

Defesa de Paes pede que TSE não aceite desistência de Garotinho e que seus votos sejam validados, confirmando o 2º turno

Foto de João Pedro Lima
João Pedro Lima

06/10/2026 19:35

A coligação do candidato ao governo do estado Eduardo Paes (PSD) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não homologue a desistência apresentada por Anthony Garotinho (Republicanos) no processo que discute o registro de sua candidatura ao governo do estado.

O ex-governador protocolou a desistência dos recursos depois do resultado do primeiro turno. Caso seus votos recebidos sejam anulados, o candidato Douglas Ruas (PL) pode ser eleito ao atingir 50,88% dos votos válidos na recontagem.

Na manifestação, protocolada nesta terça-feira (06), a defesa de Paes também pediu que os 274.411 votos recebidos por Garotinho no primeiro turno, equivalentes a 3,17% da votação, sejam considerados no cálculo da maioria absoluta para definir se haveria ou não segundo turno — mesmo em caso de indeferimento de candidatura.

Para os advogados, Garotinho não poderia decidir por conta própria se seus votos são válidos ou não

A coligação argumenta que Garotinho manteve sua candidatura até a eleição e, após conhecer o resultado das urnas, desistiu do recurso contra o indeferimento do registro.

Segundo os advogados, a medida poderia retirar os votos do candidato da base de cálculo e alterar o resultado da eleição, já que Douglas Ruas, candidato mais votado, terminou o primeiro turno com 49,27%.

Na petição, a defesa de Paes afirma que a desistência apresentada após a eleição não poderia produzir efeitos sobre a definição do resultado das urnas, sustentando que o ato representaria abuso do direito de ação, violação à boa-fé e tentativa de alterar artificialmente a necessidade de realização de um segundo turno.

“A pretensão de desistir do recurso ordinário no dia imediatamente posterior à eleição, visando à anulação de seus próprios votos para alterar a base de cálculo da eleição e forçar a definição da disputa em primeiro turno, repercute de forma direta e lesiva sobre o direito da coletividade fluminense e sobre os demais participantes do processo eleitoral”, destacou a defesa.

Pedido para manter os votos que definem o segundo turno

A coligação pede que o TSE mantenha os votos de Garotinho no cálculo exclusivamente para verificar a maioria absoluta, sem que isso signifique validar a candidatura ou permitir que os votos sejam aproveitados em favor do candidato.

Também solicita que a Corte confirme a realização do segundo turno entre os dois candidatos mais votados.

Para a defesa, o TSE deve prosseguir com o julgamento do recurso de Garotinho, apesar da desistência, e, ao final, mantenha o indeferimento de sua candidatura.

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Política

Freixo reúne mais de 2 mil pessoas em ato de mobilização para o segundo turno no Centro do Rio

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Redação

06/10/2026 18:55

O clima de mobilização tomou conta do Centro do Rio nesta terça-feira (6), durante uma reunião convocada pelo deputado federal eleito Marcelo Freixo, na sede do Sindicato dos Bancários. Mais de 2 mil pessoas participaram do encontro, que marcou o início da reta final da disputa e reuniu militantes, lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e apoiadores do presidente Lula.

Diante de um auditório lotado e de uma multidão que avançou pela Avenida Presidente Vargas, Freixo destacou a mobilização da militância e afirmou que a eleição ainda está em aberto.
Para o deputado, um dos líderes do Partido dos Trabalhadores, o segundo turno representa uma oportunidade de ampliar a mobilização e conversar diretamente com eleitores em diferentes regiões do estado.

“É muito bonito olhar para esse auditório e ver mais de 2 mil pessoas reunidas, com disposição para lutar e para virar essa eleição. A gente chegou até aqui porque não desistiu e não vai desistir agora. O segundo turno é uma nova eleição, e cada conversa, cada caminhada e cada voto podem fazer a diferença”, ressaltou Freixo.

O parlamentar também reforçou que a campanha entra em sua etapa decisiva com o objetivo de ampliar o diálogo com a população e apresentar uma alternativa política, segundo ele, comprometida com a democracia, os direitos e a melhoria da vida cotidiana dos trabalhadores.

“Tem muita gente que ainda não decidiu, muita gente que está esperando para ouvir, conversar e comparar propostas. É nessas pessoas que nós vamos chegar. Vamos para a rua, para os bairros, para os locais de trabalho, para onde o povo está. A nossa resposta é organização, esperança e disposição para vencer”, frisou o deputado.

O encontro terminou com os participantes sendo convocados a intensificar as atividades de campanha nos próximos dias. A orientação é ampliar as ações nas ruas e o contato com eleitores durante a reta final do segundo turno.

Para Freixo, a mobilização no Centro do Rio demonstra que existe disposição para uma campanha de crescimento nesta etapa da disputa. “Essa energia não cabe nesta sala. Ela vai para as ruas do Rio de Janeiro. A gente vai disputar cada voto e cada coração. A eleição só termina quando termina. E nós vamos lutar até o último minuto”, afirmou.

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Política

Presidente da OAB-RJ cobra decisão rápida do TSE sobre eleição para governador do Rio para garantir segurança jurídica

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Redação

06/10/2026 18:49

A presidente da OAB-RJ, Ana Tereza Basílio, defendeu nesta terça-feira (06) que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decida o quanto antes sobre a situação da eleição para o governo do estado do Rio de Janeiro.

A manifestação ocorre após o Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentar, também nesta terça, seu parecer sobre o caso.

Segurança jurídica ao processo

A depender da decisão do colegiado do TSE, o estado poderá ter segundo turno para governador ou já ter um vencedor definido no primeiro turno. Para Ana Tereza, a definição precisa ocorrer antes da realização do segundo turno para garantir segurança jurídica ao processo eleitoral.

“Essa decisão precisa ocorrer antes do prazo do segundo turno para dar segurança jurídica ao nosso combalido estado do Rio de Janeiro, que está sempre sofrendo pela insegurança jurídica. O que a sociedade espera é que ocorra logo, visto que houve hoje a manifestação do Ministério Público Eleitoral”, afirmou.

A presidente da OAB-RJ também defendeu que o caso seja analisado pelo colegiado da Corte com celeridade.

“A expectativa da OAB-RJ é que os princípios da eficiência e de respeito à segurança jurídica sejam respeitados com a apreciação da matéria de forma colegiada o quanto antes”, disse Ana Tereza.

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Rio

Reconhecimento de turismo sustentável: Rio ganha três novas praias com Bandeira Azul em Búzios, Arraial do Cabo e Saquarema

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Redação

06/10/2026 18:25

Três novas praias do estado do Rio de Janeiro vão integrar a rede Bandeira Azul a partir da temporada 2026/2027. Foram aprovadas a Praia das Caravelas, em Armação dos Búzios; a Praia do Pontal, no trecho Vila Industrial, em Arraial do Cabo; e a Praia do Gravatá, em Saquarema.

Com as novas certificações, o Rio passa a ter 20 destinos reconhecidos pelo programa, sendo 19 praias e uma marina. Entre elas está a Praia do Peró, que foi a primeira do interior do estado a conquistar o certificado internacional.

Certificação de Bandeira Azul

O Programa Bandeira Azul é um prêmio concedido a praias que atendem a padrões de qualidade e gestão sustentável, como qualidade da água e turismo sustentável. Esse é o nono ano consecutivo que a Praia do Peró recebe a recomendação.

Ao todo, o Júri Internacional do Programa Bandeira Azul aprovou 75 candidaturas brasileiras para a próxima temporada. São 63 praias e 12 marinas distribuídas por sete estados.

A decisão foi tomada em setembro, durante reunião realizada em Copenhague, na Dinamarca, sede da Foundation for Environmental Education (FEE), organização responsável pela coordenação internacional do programa. O resultado foi divulgado nesta terça-feira.

O número de destinos aprovados representa um crescimento de 25% em relação à temporada anterior, quando 60 locais brasileiros integraram a rede, ampliando a presença do programa em diferentes regiões do país.

Santa Catarina continua na liderança nacional, com 38 destinos reconhecidos, sendo 33 praias e cinco marinas. O Rio aparece em segundo lugar, com 20 destinos.

Na sequência estão Bahia, com sete praias; São Paulo, com cinco destinos; Alagoas, com três; e Ceará e Paraná, com um destino cada.

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Política

Poubel Filho, deputado mais jovem, e Índia Armelau, a mais votada, ganham os holofotes na Alerj na primeira sessão pós-eleição

Foto de Redação
Redação

06/10/2026 18:15

A primeira sessão plenária da Alerj após as eleições teve clima de comemoração para a bancada do PL. Poubel Filho, eleito o deputado mais jovem da próxima legislatura, com 23 anos, e Índia Armelau, reeleita com 248.504 votos e dona da maior votação para deputado estadual em todo o Rio de Janeiro, foram o centro das atenções.

Os dois receberam cumprimentos nesta terça-feira (6). Índia, em especial, foi bastante elogiada pela votação expressiva. O deputado Jorge Felippe Neto (PL) chegou a brincar que “faltaram urnas” para tantos votos recebidos pela colega.

Poubel Filho, que obteve 42.871 votos, também foi saudado pelos parlamentares enquanto circulava pela Casa onde assumirá o mandato em fevereiro. O deputado Guilherme Delaroli (PL), que presidia os trabalhos, afirmou: “É uma honra e um prazer compartilhar com você esta legislatura”.

Filho de Filippe Poubel, eleito deputado federal, o parlamentar mais jovem eleito no Rio chega à Assembleia prometendo manter entre as marcas de sua atuação a fiscalização dos serviços públicos e da aplicação do dinheiro público.

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