O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) julgou improcedente, nesta segunda-feira (14), a ação apresentada pelo deputado federal Carlos Jordy (PL), candidato ao Senado, contra o registro da candidatura de Eduardo Paes (PSD) ao governo do estado. Com a decisão, Paes está autorizado a concorrer no pleito de outubro.
A ação de Jordy buscava impedir a candidatura de Paes sob a alegação de que o ex-prefeito teria mantido relações políticas e administrativas com pessoas investigadas por supostos vínculos com facções criminosas, milícias e contraventores.
Jordy acusou Paes de manter relações com milícia, Comando Vermelho, TCP e cúpula do Bicho
A impugnação apresentada pelo candidato ao Senado foi dividida em três frentes. A primeira envolvia o deputado estadual Val Ceasa (PRD) e pessoas investigadas por possíveis relações com o Terceiro Comando Puro (TCP).
Jordy citou nomeações de pessoas investigadas para cargos na Prefeitura do Rio durante a gestão de Paes e afirmou que os vínculos deveriam ser aprofundados pela Justiça Eleitoral.
O segundo núcleo envolvia a deputada estadual Lucinha (PSD), seu filho, Júnior da Lucinha (PSD), e investigações relacionadas à milícia de Zinho. A ação citava reuniões entre Paes e representantes do transporte alternativo da Zona Oeste e buscava documentos sobre a relação política entre os envolvidos.
O terceiro eixo tratava de João Drumond, neto do contraventor Luizinho Drumond, e de relações envolvendo o envolvendo ao Jogo do Bicho e ao Comando Vermelho.
O candidato havia solicitado a realização de 20 diligências para levantar documentos de investigações, contratos da Prefeitura do Rio, informações da Alerj, registros relacionados à Riotur e documentos da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), entre outros materiais.
Os pedidos foram considerados pelo Tribunal como genéricos e sem foco suficiente para justificar todo o trabalho envolvido.
MPE já havia recomendado rejeição da ação
Antes do julgamento, o Ministério Público Eleitoral também havia se manifestado contra a impugnação. Em parecer apresentado ao TRE-RJ, a Procuradoria concluiu que as alegações de Jordy não estavam acompanhadas de provas concretas capazes de justificar o indeferimento da candidatura de Paes.
O MPE apontou ainda que parte da argumentação estava baseada em matérias jornalísticas e suposições políticas. No caso envolvendo Lucinha, a acusação ainda destacou que o candidato aparece como testemunha no procedimento citado, e não como investigado.
O parecer também registrou que Paes apresentou certidões criminais regulares e cumpriu as exigências para o registro da candidatura.
Defesa de Paes pediu aplicação de multa contra Jordy, mas Tribunal rejeitou
A defesa de Eduardo Paes havia pedido que Jordy fosse condenado por “litigância de má-fé”. Os advogados argumentaram que a ação teria sido apresentada de maneira temerária e sem provas suficientes.
Apesar de considerar improcedente a tentativa de impugnar a candidatura, o TRE-RJ não aplicou a multa solicitada pela defesa.
Com o julgamento, Paes segue com o registro mantido pela Justiça Eleitoral e permanece na disputa pelo governo do estado.
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Não é coisa simples …e ainda existe a injustiça que fizeram com os agentes que aposentaram e correram riscos durante sua permanência na GMRio…em função da incompetência e da falta de vontade de políticos, nunca reconheceram nada! Os agentes atuavam, apreediam, conduziam , iam a audiências, ficavam frente a frente com crimonosos e ninguém reconheceu nada ! Hoje por necessidade querem fazer aquilo que nunca fizeram e negar a quem aposentou sem qualquer reconhecimento, aquilo que é claro pars todos nós…Vamos ver se vão errar mais uma vez .
A autoridade , não pode ter Medo de ser Autoridade, se não melhor ir se atendede de padaria. Vamos arma sim a nossa polícia metropolitana do RJ, vamos está na constituição Federal, como polícias e Aí vamos , se mais uma vez tudo será,usado para melhor , o crime está a solta no nosso RJ. Acorda autoridades.
A autoridade , não pode ter Medo de ser Autoridade, se não melhor ir se atendede de padaria. Vamos arma sim a nossa polícia metropolitana do RJ, vamos está na constituição Federal, como polícias e Aí vamos , se mais uma vez tudo será,usado para melhor , o crime está a solta no nosso RJ. Acorda autoridades.
Já passou da hora de armarem a guarda municipal do rio de janeiro, várias capitais do Brasil já possuem suas guardas civis armadas e treinadas…os políticos do Rio de Janeiro são os piores do país…não fazem nada que favoreçam seu cidadão…tem que entender que uma guarda municipal armada e treinada é bom para todos nós cidadãos de bem…é mais gente para prender bandidos e conter pequenos atos infracionais.
Hoje só se fala em Armamento. Mas a mais de 20 anos não se cumpre um PCSS na Empresa. E olha que temos 1 Lei Municipais que versa sobre o assunto. Lei 100 é mais uma emenda a mesma Lei 135. Nenhuma das duas até hoje foram cumprida. Entre outras demandas. Tickt Alimentação 12,00/dia a 12 anos sem reajuste, efetivo sem uniforme para o trabalho, Inspetorias e postos de trabalhos caindo aos pedaços escacez de combustível para patrulhar a cidade. Entre outras mazelas. Precisa de uma revolução urgente de melhorias antes de se falar em Armamento que vai trazer mas responsabilidades, trabalho e risco de vida para os agentes.
enquanto essa polêmica seguir bandidagem um passo a frente, fazendo coligações facções se unindo, em prol, sufocando o cidadao, RJ de janeiro inabitável… precisamos de uma medida provisório do governo federal obrigando o inerte do prefeito( pães) no prazo de 3 meses treinar e armar guardar, acabando com o monopólio da PM.. GM nas ruas sem estardalhaço, bairro, centros, motos circulando, e PM nas favelas, fazendo policiamento ostensivos sufocando, o crime e por favor sem cafezinho,
Realmente a ideia de contratar agentes temporários é no mínimo imoral ,uma vez que existe um certame ainda aberto com pessoas que esperam ser chamadas pelo último concurso da Guarda,que o prefeito tem cagado e andado pra isso ,uma vez que já havia má intenção dele desde o princípio.
Como fazer segurança pública sem arma! Se não querem armar, pelo menos paguem mais por periculosidade! Rio de Janeiro a maior Guarda desarmada do Brasil! Isso é inveja da população que têm preguiça de estudar pra concurso público!
Essa novela já se perpétua a anos, espero que dessa vez os políticos tirem isso do papel e coloquem em prática pra essa força de segurança seja mais uma a combater a criminalidade no rio de janeiro.
Bom dia.sou o guarda romano .apesar de eu ser favorável ao armamento da GM RIO,penso que antes de armar,tem que estruturar,principalmente dando uma valorização salarial em forma de uma equiparação salarial, pois aqueles que mais usarão as armas em serviço, ainda não tem um plano de carreira digno….
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