A artista visual Ana Sabiá inaugura, nesta sexta-feira, a partir das 19h, na Casa Tao, na Lapa, a exposição Relógio de Sol, com a curadoria de Andrea Nestrea. A mostra vai até o dia 25 de agosto e a entrada é gratuita.

A artista visual Ana Sabiá inaugura, nesta sexta-feira, a partir das 19h, na Casa Tao, na Lapa, a exposição Relógio de Sol, com a curadoria de Andrea Nestrea. A mostra vai até o dia 25 de agosto e a entrada é gratuita.
Todas as atenções estavam voltadas para os dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de votos, e os eleitores já se dividiam antes mesmo de a mediadora dar a tradicional sorridente boas-vindas: quem sairá vencedor do debate, Eduardo Paes (PSD) ou Douglas Ruas (PL)?
Mas já passava da meia-noite quando as redes sociais deram a resposta. Entre o ex-prefeito e o presidente da Assembleia Legislativa, os insones que acompanharam o embate até o fim acharam mais divertido o desempenho de… Anthony Garotinho (REP).
Performance teatral à parte, o encontro teve a clássica formação todos contra um — mais especificamente, contra Douglas Ruas. Identificando o presidente da Assembleia Legislativa como o que está mais próximo do governo Cláudio Castro (PL), os adversários, do franco atirador Garotinho ao único representantes da esquerda, William Siri (PSOL), voltaram suas baterias para ele. Eduardo Paes, o adversário mais direto, e principal interessado na contenda, aproveitou até para passar parte da noite vendo a luta da arquibancada.
Desde o início, ficou clara a estratégia de cada um: Ruas reforçou que é o candidato de Flavio Bolsonaro e tentou colar Lula em Paes; o ex-prefeito relembrou a ligação de Ruas com Cláudio Castro, Rodrigo Bacellar e o esquema de corrupção da Alerj. E só falou de Lula quando não teve outro jeito.
E como ninguém ia dar espaço para Garotinho, ele tratou de cavar seu próprio — e hilário — caminho.
Na parte séria da contenda, o estreante bem treinado conseguiu levar o experiente Paes às cordas duas vezes. A pergunta sobre as acusações de violência doméstica contra Pedro Paulo (PSD), fiel escudeiro e candidato a senador, tirou o ex-prefeito do eixo. Ele devolveu com a informação de que um irmão do adversário passou por processo semelhante e, como Pedro Paulo, fora inocentado.
Mas titubeou e não foi enfático o suficiente para rebater o provocador. Ainda nervoso, tentou engatar, em seguida, numa dobradinha com William Siri — esquecendo-se que o candidato do PSOL já havia respondido antes e não poderia ser perguntado.
Paes também não deu explicações quando Douglas Ruas perguntou se havia encontrado Bacellar em algum momento, no período em que o ex-presidente da Assembleia deixou a prisão.
No fim do debate, parecendo estar sem energia, disse que “depois responderia” as acusações que ficaram no ar.
André Marinho (Novo) não foi convidado para a festa, mas deu “carteirada” ao conseguir uma decisão do presidente do TSE, o ministro Nunes Marques. Não fez diferença no espetáculo.
William Siri se saiu melhor ao defender as bandeiras do PSOL e conquistou alguns momentos nos refletores quando fez dobradinha com Paes. Ainda teve algumas tiradas irônicas, como quando perguntou a Douglas Ruas se o candidato do PL “veio de Marte”, e não sabia “nada do que está acontecendo” no Rio.
Mas foi Garotinho quem roubou a cena. Logo de saída, citou a existência de uma tal “lista do Bacellar”, que teria nomes de políticos envolvidos em corrupção da Assembleia Legislativa. “E tem gente de tudo quanto é partido, inclusive do meu”, disse.
Em outro momento, lembrou de um projeto que implantara chamado “Leitinho feliz” e arrancou risadas dos adversários.
O ex-governador está com o registro indeferido e tem pouquíssimas chances de ganhar a eleição, mas aproveitou cada minuto. Leu, numa tosca folha de papel cheia de anotações e rabiscos, uma interminável lista de acusações, deixou outras no ar. Desmoralizou o governo do estado (“que não sabe nem dividir o estado”), e flanou pelo palco.
“O Leo Dias da política fluminense”, disse André Marinho (Novo) em sua melhor tirada, referindo-se ao polêmico e performático colunista.
Se dá para dizer que o embate teve algum vencedor, pode-se concluir que Douglas Ruas saiu-se bem, apesar de apanhar muito.
Mas, no fim, pode ser Paes o maior beneficiado.
Apesar de hoje estar legalmente fora da disputa, Garotinho aproveitou o momento e fez um recall de seu nome em grande estilo. Ele está recorrendo ao TSE para conseguir voltar ao jogo, de preferência, antes de domingo. Mesmo que não tenha sucesso, seu nome estará na urna, e ele poderá receber os votos que sua performance no debate ajudou a conquistar.
E votos para candidato indeferido são anulados. Votos anulados ajudam quem estiver na frente na disputa — que hoje é… Eduardo Paes.
Os ataques ao ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD) e ao presidente da Assembleia Legislativa Douglas Ruas (PL) — e claro, aos embates entre eles — deram o tom do último debate “frente a frente” com os principais candidatos ao governo do estado nas eleições de 2026, promovido pela TV Globo nesta terça-feira (29). Enquanto era constantemente citado como a continuidade do ex-governador Cláudio Castro (PL) e chamado de “reserva de Rodrigo Bacellar”, o atual presidente da Alerj tentava se esquivar dos ex-aliados ao colar sua imagem no senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL).
O debate contou ainda com a presença do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), do vereador pelo Rio William Siri (PSOL) e do candidato do Novo, André Marinho, incluído de última hora após conseguir o direito de participar por meio de decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques.
Escolhido por sorteio para abrir o primeiro bloco com o tema transporte público, Ruas escolheu o ex-prefeito para iniciar o confronto questionando sobre a Linha 3 do Metrô de São Gonçalo, município governado pelo seu pai, Capitão Nelson (PL). Lembrando da aliança de Paes com o ex-governador Sérgio Cabral e Lula, apontou que o candidato do PSD faz parte da “velha política de promessas”, e que sequer sabia quanto a obra custaria.
Paes retrucou lembrando que Ruas foi secretário de Cidades de Castro e também pouco fez: “Quem acabou de falar foi o secretário do Cláudio Castro e quem substituiu o Rodrigo Bacellar na Alerj e na candidatura do governo, e isso porque ele está preso. Como secretário do Castro, não fez uma obra de mobilidade, não priorizou a Baixada e nem o corredor de ônibus de São Gonçalo”, disparou Paes, aproveitando para lembrar que entregou o Terminal Gentileza.
Quando o tema foi saneamento, William Siri (PSOL) dirigiu a pergunta a Anthony Garotinho (Republicanos), não sem antes alfinetar Ruas como aliado do grupo que privatizou a Cedae. Na breve dobradinha, ambos defenderam a reestatização da companhia e prometeram a redução da conta de água. “Vou anular o contrato juridicamente. Tenho provas que edital foi montado com favorecimento”, disparou Garotinho.
Sorteado para falar sobre dívida estadual com Marinho, o ex-governador aproveitou para comentar uma possível lista de políticos que teriam recebido dinheiro do bicheiro Adilsinho. O candidato do Novo, por sua vez, afirmou que todos são “farinha do mesmo saco”.
“O problema do Rio de Janeiro não é falta de dinheiro, é excesso de ladrão. Mas você também não tem moral com esse seu longo rabo preso do tamanho da Ponte Rio-Niterói”, disparou Marinho, usando sua veia de comediante.
Já em um bate-bola com Siri, Garotinho aproveitou para sacar outra lista, a qual chamou de “lista de Bacellar” – quando arrancou risadas ao citar que tinha até gente do próprio partido. O franco atirador do Republicanos, que acabou sendo deixado por último no debate em alguns momentos, ainda fez questão de reivindicar autoria de frase citada pelo psolista: “É minha a frase de que o gabinete do crime organizado é o gabinete do Palácio Guanabara, e a subsecretaria é a Alerj”
Só neste momento, quando já tinha passado da meia-noite, Siri fez a primeira menção a Daniel Vorcaro, associando-o a Flávio Bolsonaro. O governo de Castro destinou bilhões do Rioprevidência para o Banco Master. “Quem queria o Bacellar no governo do Rio era o Flávio, que estava junto com o Vorcaro”, disse Siri.
Ao abrir o segundo bloco, Siri escolheu Ruas para questioná-lo sobre a sua posição sobre o fim da escala 6×1 e associou o tema ao embate entre Lula e Bolsonaro. Durante a pergunta, o psolista dedicou um tempo para chamar Flávio de “miliciano” e de “bandido”. Ruas, por sua vez, defendeu o aliado quanto disse que o custo da folga ao trabalhador não deve cair sobre os empresários.
“Não entra nessa, não (fazer ofensas a Flávio). As pessoas aqui querem saber de propostas”, cutucou Ruas.
Enquanto Siri citou lula inúmeras vezes, Paes apenas falou do aliado em um momento do programa ao lembrar de parcerias com o presidente: “Essa é a nossa relação. Eu não preciso ficar aqui repetindo Lula, Lula. A gente estabelece parceria, ele não é meu patrão. A gente trabalha em conjunto”.
Com a nova chance de escolher um oponente, o presidente da Alerj mirou em Paes para tratar do combate à violência contra a mulher, o que deu margem à troca de farpas mais intensa. Ruas citou as acusações contra Pedro Paulo. Ao tentar citar propostas de fato, como criação de delegacias da mulher e aumento da ronda Maria da Penha, Paes defendeu Pedro Paulo e apontou para a família de Ruas.
“Ele fala como se tivesse vindo do além, mas era secretário do Castro. E não fala do irmão dele, que agrediu a mulher. Então pare de falar de quem já provou inocência”, disparou Paes, em referência ao vereador de São Gonçalo Nelsinho Ruas, alvo de processo de denúncia de agressão envolvendo a ex-companheira. O caso foi arquivado.
Destinado a perguntas sobre as regiões do estado, o terceiro bloco trouxe um pouco mais de propostas. Ruas defendeu a criação de escritórios; Paes prometeu baixar o pedágio da Via-Lagos; Siri disse que, se eleito, construirá hospital em Itaguaí. Garotinho a construir Hospital do Câncer em Campos e Marinho fazer plano de contingência para chuvas na Região Serrana.
No enquanto, o quarto bloco voltou a esquentar com Siri questionando Ruas sobre as possíveis ligações de políticos do seu partido com o rombo no Rioprevidência. O presidente da Alerj disse que agentes públicos envolvidos devem pagar e receber duras penas.
Já na sua vez de perguntar, Ruas se voltou para Paes para falar sobre propostas para pessoas com espectro de autismo, lembrando que o adversário já usou termos preconceituosos. Paes não retrucou, reconheceu e pediu desculpas. Aproveitou para falar da proposta de atendimento multidisciplinar e criação de centros estaduais.
Já em debate com Garotinho, Eduardo Paes questionou o que chamou de “enriquecimento rápido” de Douglas Ruas, mas foi surpreendido pelo fantasma das vigas da Perimetral.
“Tudo que você falou é verdade, mas todo mundo quer saber onde está a viga da Perimetral. Você era prefeito e a viga sumiu. É um perigo esse rapaz ser governador, se sumiram as vigas, qual o risco de a gente amanhecer sem a Ponte Rio-Niterói”.
Bom de briga que é, o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou que os diferentes levantamentos sobre a disputa pelo Senado no Rio mostram um cenário mais amplo do que o retratado pela pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29), que apontou Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL) e Carlos Portinho (PL) com 15%.
“É importante olhar o conjunto das pesquisas e, principalmente, a evolução dentro de cada instituto. Só a Quaest mostra a Benedita estacionada nas últimas rodadas”, diz Lindbergh. “No Datafolha, ela foi de 15% para 18% e chegou a 19%. No Paraná, passou de 29,6% para 30,7% e agora está em 32%. E na Prefab, depois de marcar 15,2% em agosto, chegou a 22,8% e agora aparece com 27,2%. Pesquisa boa mesmo é a que a gente vê na urna”, ironizou Lindbergh.
O candidato do Novo ao governo do estado do Rio de Janeiro, André Marinho, tem direito de participar do debate da TV Globo nesta terça-feira (29), segundo decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques.
A decisão foi tomada a partir de um pedido do Diretório Nacional do Novo. O magistrado determinou a inclusão do partido entre os que atendem ao requisito de representação parlamentar previsto na legislação eleitoral e ordenou que as emissoras responsáveis pelos debates sejam comunicadas.
O encontro está previsto para começar às 22h15 e, até então, reuniria apenas Eduardo Paes (PSD), Douglas Ruas (PL), Anthony Garotinho (Republicanos) e William Siri (PSOL). Marinho já havia participado do primeiro debate entre os candidatos ao governo do estado, realizado pela Band em agosto.
O Novo entrou na Justiça após os candidatos da legenda serem deixados de fora de debates eleitorais. No pedido, o partido citou a ausência de Romeu Zema, candidato à Presidência; Kiko Caputo, candidato ao governo do Distrito Federal; e André Marinho.
O ministro considerou que o partido cumpria o requisito de representação parlamentar previsto na legislação eleitoral. Em 20 de julho, cinco deputados federais estavam filiados à legenda, número usado como referência para a análise.
Para Nunes Marques, considerar apenas o partido pelo qual esses parlamentares foram eleitos criaria uma restrição que não está prevista na regra. O ministro também afirmou que a inclusão dos candidatos do Novo não impede a participação dos demais concorrentes já incluídos nos debates.
Com informações do portal “Metrópoles”.
O número de indecisos diminuiu oito pontos percentuais nas intenções de voto para governador do estado do Rio da pesquisa espontânea do Instituto Quaest. Eram 60% e caíram para 52%. O ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD) passou de 20% para 23%, enquanto o atual presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Douglas Ruas (PL), foi de 13% para 17%. Os dois estão tecnicamente empatados nesse cenário, considerando a margem de erro.
A pesquisa foi contratada pela Globo. O Quaest ouviu 1.302 eleitores de 16 anos ou mais entre 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-04419/2026.
Com informações do g1
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) rejeitou por unanimidade, nesta terça-feira (29), o recurso apresentado por Cristiane do Roberto Jefferson (DC) — conhecida como Cristiane Brasil — contra o indeferimento de seu registro de candidatura a deputada federal.
A defesa havia recorrido da decisão tomada pelo tribunal em 14 de setembro, quando, por maioria, os desembargadores barraram sua candidatura à Câmara. Na ocasião, o colegiado considerou elementos relacionados a uma acusação de envolvimento com organização criminosa e ao uso da estrutura pública para a prática de crimes.
O relator do caso, desembargador Paulo Salomão, baseou sua decisão contra a candidatura no fato de Cristiane responder a uma ação penal por organização criminosa, com emprego de arma de fogo e oferecimento de vantagem indevida a funcionário público.
Segundo ele, a denúncia foi recebida duas vezes pela Justiça e a candidata chegou a ser presa preventivamente em setembro de 2020. Cristiane Brasil ainda teve que cumprir medidas cautelares, como entrega do passaporte e o afastamento do exercício de função pública.
A defesa sustentava que a ação penal mencionada no processo não poderia servir de fundamento para impedir a candidatura, uma vez que a denúncia havia sido rejeitada “por incompetência do juízo” e as provas produzidas no processo tinham sido consideradas nulas.
O argumento, porém, não prevaleceu. No julgamento anterior, o relator, desembargador Paulo Salomão, havia destacado que a rejeição da denúncia ainda era alvo de recurso e que o mérito das acusações não havia sido analisado pela Justiça.
O caso envolve uma investigação na qual Cristiane é acusada de organização criminosa, com emprego de arma de fogo e oferecimento de vantagem indevida a funcionário público. Ela chegou a ser presa preventivamente em setembro de 2020 e, posteriormente, ficou submetida a medidas cautelares, entre elas a entrega do passaporte e o afastamento de função pública.
Com a rejeição do recurso nesta terça-feira, a candidata permanece sem o registro deferido pelo TRE-RJ para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Cristiane Brasil ainda pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 38% das intenções de voto para a Presidência da República entre os eleitores do Rio de Janeiro, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 31%.
Na sequência aparecem o escritor Augusto Cury (Avante), com 4%; o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 2%; e Renan Santos (Missão), também com 2%. Samara Martins (UP) registra 1%.
Romeu Zema (Novo), Rui Costa Pimenta (PCO), Hertz Dias (PSTU), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB) e Leonardo Avalanche (PRTB) aparecem com 0%.
Na pesquisa anterior da Quaest, divulgada em 23 de setembro, Flávio Bolsonaro tinha 37% e Lula, 30% no Rio.
Na comparação com a pesquisa anterior, Flávio passou de 37% para 38%, enquanto Lula subiu de 30% para 31%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, as variações estão dentro do intervalo considerado pela pesquisa.
Caiado oscilou de 3% para 2%. Cury permaneceu com 4%, e Renan Santos manteve os 2%. Samara passou de 0% para 1%.
O percentual de eleitores indecisos caiu de 12% para 11%. Já os que afirmam que votarão em branco, nulo ou que não vão votar passaram de 10% para 11%.
A pesquisa também perguntou aos eleitores sobre a possibilidade de mudança de voto até a eleição. Para 84% dos entrevistados, a escolha do candidato é definitiva.
Outros 15% afirmaram que ainda podem mudar de opção até o primeiro turno, marcado para 4 de outubro.
A Quaest ouviu 1.302 eleitores de 16 anos ou mais no estado do Rio de Janeiro, entre os dias 25 e 28 de setembro. A pesquisa foi encomendada pela Globo.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-04419/
Com informações do g1
A pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra, pela primeira vez, três candidatos empatados em primeiro lugar nas intenções de voto para o Senado no Rio.
A candidata Benedita da Silva (PT), que liderou as pesquisas anteriores, manteve os 15% do último levantamento. Os dois candidatos do PL, Carlos Jordy e Carlos Portinho, cresceram nas pesquisas e também aparecem com 15%.
Na pesquisa da semana anterior, os dois estavam empatados em segundo lugar, com 10%.
Na sequência aparecem Marcelo Crivella (Republicanos) e Pedro Paulo (PSD), com 7% cada, seguidos por Monica Benício, 6%. Os indecisos somam 9%, enquanto brancos e nulos chegam a 22% na pesquisa estimulada, quando os candidatos são apresentados.
No cenário de pesquisa espontânea, quando nomes não são apresentados aos eleitores, Benedita lidera com 7%, seguida por Jordy (4%) e Portinho (3%). Nesta pesquisa, os indecisos chegam a 79%.
Confira o percentual de todos os candidatos, segundo a pesquisa estimulada divulgada nesta terça (29):
A pesquisa foi contratada pela Globo. A Quaest ouviu 1.302 pessoas de 16 anos ou mais entre 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-04419/2026.
Com informações do portal “g1”.
A diferença entre Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL) caiu ainda no cenário de intenções de voto da pesquisa Quaest para o segundo turno da eleição para governador do Rio de Janeiro. Os votos branco/nulo/não subiram para 15% (na anterior eram 14%). Os indecisos agora são 9% (antes eram 11%).
O ex-prefeito do Rio tem 43% (antes eram 44%). O segundo colocado aparece com 33% (antes eram 31%). A última pesquisa do instituto havia sido divulgada no dia 23 deste mês.
Na comparação com a pesquisa anterior, a diferença entre Paes e Ruas passou de 13 para 10 pontos percentuais. Em 8 de setembro, essa distância era de 26 pontos.
A pesquisa foi contratada pela Globo. A Quaest ouviu 1.302 eleitores de 16 anos ou mais entre 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-04419/2026.
Com informações do g1
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) rejeitou nesta terça-feira (29), por unanimidade, o recurso apresentado pela defesa de Anthony Garotinho (Republicanos) contra o indeferimento de sua candidatura ao governo do estado. A Corte acolheu parcialmente os embargos de declaração, mas sem alterar a decisão que barrou o registro.
O relator do processo reconheceu o saneamento de uma pendência documental apresentada pela defesa, mas afirmou que a correção não altera a decisão anterior. Os embargos foram acolhidos “sem efeitos infringentes”, expressão usada quando o julgamento do recurso não modifica o resultado da decisão questionada.
Com isso, Garotinho segue com a candidatura indeferida, mas ainda poderá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Anthony Garotinho teve o registro indeferido por unanimidade pelo TRE-RJ em 11 de setembro. Na ocasião, o relator desembargador Bruno Bodart considerou que o candidato está com os direitos políticos suspensos em razão de uma condenação por improbidade administrativa.
Segundo o voto, o trânsito em julgado da condenação ocorreu em 11 de julho de 2025, o que faria a suspensão dos direitos políticos durar até 11 de julho de 2033.
Com esse entendimento, o ex-governador não estaria apto a disputar a eleição de 2026. A defesa sustentava que o trânsito em julgado deveria ser considerado em 2018, tese que faria os oito anos de suspensão terminarem antes da eleição.
A defesa apresentou embargos de declaração contra a decisão, que foram incluídos na pauta desta terça, cinco dias antes do primeiro turno das eleições de 2026. Com a rejeição, o próximo passo é levar o caso ao TSE. Enquanto houver recurso, a candidatura de Garotinho continua sub judice.
Em nota, a defesa do candidato afirmou que recorrerá ao TSE. Confira na íntegra:
“A defesa de Anthony Garotinho informa que irá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral da decisão proferida nesta terça-feira (29) pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro.
A decisão do TRE-RJ não encerra a discussão judicial sobre o registro da candidatura. Enquanto houver recurso pendente de julgamento, a candidatura permanece sub judice, conforme prevê a legislação eleitoral.
Anthony Garotinho, portanto, permanece candidato ao Governo do Estado do Rio de Janeiro e seguirá cumprindo sua agenda e participando do processo eleitoral enquanto a questão é analisada pelas instâncias competentes da Justiça Eleitoral.
A defesa apresentará ao Tribunal Superior Eleitoral os fundamentos jurídicos pelos quais entende que o registro deve ser deferido.
A campanha seguirá respeitando as decisões da Justiça Eleitoral e informará oficialmente qualquer nova decisão relacionada ao processo”.