Uma operação da Polícia Militar realizada nesta sexta-feira (28) em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, afetou o funcionamento de quatro linhas de ônibus, quatro unidades de Atenção Primária, um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e de 42 escolas da região. De acordo com a polícia, a ação tem como objetivo combater a atuação de criminosos e cumprir mandados de prisão.
Tiros e barricadas incendiadas foram identificados por moradores ainda pela manhã. Criminosos chegaram a atravessar caminhões na Estrada do Taquaral.
Confira linhas de ônibus afetadas
De acordo com o Rio Ônibus, essas são as linhas que tiveram o itinerário temporariamente afetado por conta da operação:
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) criou uma equipe especializada de fiscalização voltada exclusivamente para o monitoramento de pontes, passarelas, viadutos e túneis — as chamadas Obras de Arte. O anúncio foi feito pelo presidente do Conselho, o engenheiro Miguel Fernández, durante entrevista ao vivo ao telejornal Bom Dia Alerj, da TV Alerj, na manhã desta sexta-feira, dia 28, na qual destacou que a medida visa garantir a segurança da sociedade, prevenir acidentes e assegurar que as estruturas recebam serviços adequados de engenharia e manutenção preventiva.
A iniciativa ganhou força após vistorias motivadas por denúncias sobre o estado crítico de estruturas viárias, com destaque recente para uma ponte na região portuária de Niterói que exigiu intervenção técnica imediata. Segundo Miguel Fernández, a degradação natural e a precariedade na manutenção preventiva tornaram-se problemas recorrentes em diversas infraestruturas fluminenses que atingiram o final do seu ciclo de vida útil, exigindo uma pronta resposta técnica e fiscalizatória da autarquia.
Além de intensificar as vistorias de campo, o novo grupo do CREA-RJ está elaborando uma minuta de projeto de lei a ser encaminhada à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A proposta busca instituir a obrigatoriedade legal de laudos técnicos periódicos para essas infraestruturas públicas e concedidas, seguindo uma lógica preventiva semelhante à que já vigora com a autovistoria predial em edificações urbanas.
O grupo de fiscalização de obras de arte soma-se a outras forças-tarefas temáticas implementadas pelo Conselho, a exemplo da comissão para megaeventos, criada após episódios com vítimas em 2024. A iniciativa integra um ciclo de intensificação fiscalizatória que já ultrapassa 94 mil ações no estado nos últimos dois anos, impulsionado pela modernização de ferramentas como a nova Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) digital, que agrega georreferenciamento, parametrização de custos e assinatura eletrônica.
À frente de uma entidade que reúne 120 mil profissionais e cerca de 20 mil empresas registradas, Miguel Fernández – reeleito para novo mandato a partir de 2027 – ressaltou que a meta do CREA-RJ é ir além dos trâmites cartoriais, atuando como indutor do desenvolvimento técnico e econômico do estado. Os próximos passos incluem a modernização e o fortalecimento das mais de 30 inspetorias regionais no interior e na capital, além da incorporação de inteligência artificial aos sistemas do conselho, fruto de parceria firmada com a multinacional Nvidia.
A nova ART vai permitir a parametrização do que acontece, junto com o georreferenciamento. Esse banco de dados de inteligência vai servir para uma fiscalização do exercício profissional muito mais efetiva, uma correção também sobre processos licitatórios, se existir alguma tentativa de fraude.
“E quando a gente cruzar os dados dessa base com outras bases existentes, nós poderemos obter ainda mais benefícios para a sociedade, como por exemplo fazer um cruzamento de dados sobre manutenção de serviço de ar-condicionado em hospitais. A gente consegue descobrir se existem hospitais e clínicas que não possuem a manutenção periódica e adequada de equipamentos como o ar-condicionado, que podem impactar, por exemplo, em contaminação e prejuízo ao paciente que está ali internado. Portanto, ações como essas vão salvar vidas, gerar mais empregos, melhorar os serviços e aumentar a segurança de todos”, pontua Fernández.
Para Fernández, a nova ART deixará de ser apenas um instrumento burocrático arrecadatório para se transformar na base de inteligência de toda a ação do Conselho, desde a fiscalização até a informação para gestores públicos que possam querer atuar de forma mais eficaz na área de infraestrutura, agronomia e “nas áreas que o nosso conselho dá suporte”.
O presidente do CREA-RJ lembrou também que durante a Rio Innovation Week o Conselho fechou importante acordo de capacitação técnica entre o CREA e a NVIDIA, que é hoje a empresa de maior valor do mundo e referência no desenvolvimento de tecnologia de Inteligência Artificial.
“Este processo vai fortalecer o desenvolvimento tecnológico do nosso conselho, oferecendo cada vez mais serviços e maior qualidade aos profissionais, tornando o CREA cada vez mais inteligente”, afirmou Fernández.
Presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e candidato do PL ao governo do estado, Douglas Ruas recebeu um aporte de R$ 17 milhões da Direção Nacional do Partido Liberal. Com o repasse, ele passou a liderar de forma isolada o ranking de candidatos a governador do Rio que mais receberam arrecadações.
Seu principal adversário nas urnas, o candidato Eduardo Paes (PSD) segue com as contas “zeradas”. O ex-prefeito do Rio não havia declarado à Justiça Eleitoral nenhum valor recebido até o fim da manhã desta sexta-feira (28).
No caso de Douglas Ruas, além da doação do PL, o caixa da campanha também conta com R$ 50 mil tirados do bolso do próprio candidato. Com isso, ele soma um total de R$ 17.838.000 em receitas destinadas à campanha pela corrida ao Palácio Guanabara.
Soma das receitas declaradas pelos demais candidatos chega a R$ 1,1 milhão
Bem longe do Pix generoso liberado pelo PL para Douglas Ruas, os demais candidatos ao governo do estado receberam valores menores para gastar com a campanha. A soma dos valores recebidos por todos os demais é de R$ 1.184.220.
Em segundo lugar no “ranking” de arrecadação aparece William Siri (PSOL), que recebeu R$ 1.046.420 em doações. Em seguida, em terceiro, está André Marinho (Novo), que declarou R$ 135 mil.
E, por fim, aparece o nome de Cyro Garcia (PSTU), com uma modesta doação de R$ 300. Os demais candidatos — Coronel Busnello (Missão), Juliette (UP) e Luan Monteiro (PCO) — não declararam arrecadação.
Um dos ícones da paisagem arquitetônica da região central do Rio, o antigo Hotel Glória vai se tornar residencial e os novos moradores devem começar a receber as chaves a partir de setembro. O empreendimento se prepara para abrir os apartamentos, após passar por um processo de retrofit, estimado em R$ 400 milhões.
O Hotel Glória, em estilo neoclássico, tem fortes influências da arquitetura francesa do início do século XX. Sua fachada foi tombada e é a cara do novo residencial, chamado de Glória Residencial. Agora, no lugar dos clássicos quartos de hotel, são 266 apartamentos de até quatro suítes, com áreas entre 77 e 311 metros quadrados.
Além das unidades, o projeto do residencial inclui reformas e revitalizações nos arredores.
Fundado em 1922, o Hotel Glória foi arrematado pelo empresário Eike Batista por R$ 80 milhões em 2008. Poucos anos depois, o grupo empresarial de Eike entrou numa grave crise financeira que impediu a continuidade de obras no antigo prédio. A situação começou a ser revertida em 2022, com a transformação do empreendimento em um residencial.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade, nesta quinta-feira (27), o envio de tropas federais para atuar no estado do Rio durante o primeiro turno das eleições, em outubro. A medida atende a um requerimento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), que já tinha aprovado o uso das forças federais.
Antes, o governador em exercício, Ricardo Couto, já tinha se manifestado favorável à medida em um ofício encaminhado ao TRE.
O efetivo mobilizado integra o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. A atuação das tropas federais abrange a capital e diversos municípios fluminenses. O planejamento e a execução das operações ficam sob a responsabilidade do Ministério da Defesa, após a chancela do plenário do TSE.
Segundo a Justiça Eleitoral, a presença das tropas federais busca assegurar a normalidade da votação, a proteção de urnas e a integridade física de eleitores fluminenses, levando em conta o domínio territorial exercido por facções criminosas e milícias no estado. O apoio federal atua de forma complementar à segurança pública estadual.
A prefeita de Miracema, Maria Alessandra Leite Freire (Republicanos), e o secretário municipal de Governo, Sérgio Terra de Souza Rocha, são alvos de uma ação de responsabilização por improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ).
A Promotoria aponta irregularidades na contratação de uma empresa para instalação e manutenção de câmeras de segurança no município.
A ação foi apresentada pela 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Santo Antônio de Pádua e também tem como réus outras duas pessoas e duas empresas.
O processo ocorre meses após o TRE-RJ reverter a cassação de Alessandra Freire por suposta compra de votos nas eleições de 2024. Por unanimidade, o tribunal considerou ilícita uma gravação usada no processo e apontou fragilidade nas demais provas.
Indícios de fraude
Segundo o MPRJ, a investigação começou após uma representação encaminhada à Ouvidoria do órgão. A denúncia apontava que a empresa vencedora havia sido criada pouco antes da contratação e teria funcionado como uma espécie de empresa de fachada.
Na prática, os serviços seriam executados pela H-FORT TEC, empresa pertencente a Hevariston da Rocha Cordeiro, marido da proprietária da contratada, Thais Oliveira Benedito Cordeiro.
Ainda de acordo com a promotoria, a H-FORT TEC tinha débitos com a Prefeitura de Miracema e, por isso, não poderia ser habilitada para contratar diretamente com o município.
Empresa tinha pouco mais de um mês de funcionamento
O processo administrativo previa um contrato de R$ 60 mil, dividido em 12 parcelas de R$ 5 mil. A Prefeitura fez a contratação por dispensa de licitação, com apenas duas empresas apresentando propostas.
A vencedora, de propriedade de Thais, tinha somente 34 dias de funcionamento quando foi contratada, segundo o MPRJ. A ação aponta também que a prefeitura não exigiu documentos que comprovassem a qualificação mínima ou a capacidade técnica da empresa para executar os serviços.
O Grupo de Apoio aos Promotores de Justiça (GAP/MPRJ) constatou ainda que a empresa contratada não funcionava no endereço informado à Receita Federal. No local, havia identificação da H-FORT TEC, pertencente ao marido de Thais.
Na ação, o MPRJ atribui aos réus atos de improbidade administrativa por suposta violação aos princípios da impessoalidade e da moralidade, além de frustração do caráter competitivo do procedimento de contratação com o objetivo de beneficiar terceiros.
O processo foi recebido pela 2ª Vara da Comarca de Miracema.
Sabe o ditado “nunca coloque todos os ovos na mesma cesta”? Pois então, isso pode valer para as situações prosaicas da vida, mas também para a política. Que o digam Pedro Duarte (PSD) e todos os vereadores que encaram a batalha de uma eleição estadual.
O jeito, para estender os horizontes, é colocar o pé na estrada.
Parlamentar na cidade do Rio, Pedro foi visto, no fim de semana da Expo Agro de Campos dos Goytacazes — aonde já foi três vezes, desde o começo de 2025 — conversar com líderes locais.
Fissurado por doces à base de ovos, Duarte aproveitou a oportunidade para experimentar, pela primeira vez, o famoso chuvisco da região na barraca “Doces do Chico”.
Gostou tanto que dividiu os domínios da geladeira entre o doce campista e o até então soberano Travesseiro de Sintra, de que é reconhecidamente fã.
Porque não dá para esperar os votos só da mesma cidade.
O prefeito de Nova Iguaçu, Dudu Reina (PP), recebeu do presidente da Light, Alexandre Nogueira Ferreira, na última quarta-feira (16), o sinal verde para a cessão das áreas necessárias ao projeto que prevê a construção de quatro novos piscinões na cidade. Somados à revitalização de um já existente, Nova Iguaçu passará a contar com a capacidade de armazenamento de 346 milhões de litros de água da chuva — o maior de todo o estado.
Juntas, as cinco estruturas terão capacidade para armazenar um volume equivalente a aproximadamente 92 piscinas olímpicas de três metros de profundidade. Para se ter uma dimensão, a capacidade é 19 vezes a do reservatório da Praça da Bandeira, no Rio de Janeiro.. O sistema de Nova Iguaçu terá influência sobre uma área estimada em 4,7 milhões de metros quadrados e vai beneficiar mais de 100 mil pessoas.
A Light deverá encaminhar à Prefeitura, na próxima semana, a minuta do termo de cessão das áreas. O documento será analisado pela Procuradoria-Geral do Município e, após aprovação e assinatura, será incorporado à documentação do projeto.
A reunião na Light que selou o acordo para a construção de quatro piscinões em Nova Iguaçu – Foto: Divulgação
Negociações pelos piscinões começaram há três anos
Depois de assinado o acordo com a Light, a prefeitura enviará a documentação ao Ministério das Cidades e à Caixa Econômica Federal para análise e liberação dos recursos. Cumprida essa etapa, o município poderá abrir o processo licitatório para contratação da empresa responsável pela execução das obras.
“Estamos dando um passo decisivo para enfrentar um problema histórico de Nova Iguaçu. Estamos trabalhando desde 2023 para viabilizar essas áreas, antes mesmo de termos os recursos assegurados. E não estamos falando apenas de construir piscinões. A proposta é ampliar a captação da água que desce da Serra de Madureira e criar caminhos para conduzir esse volume de forma controlada até os reservatórios, evitando que chegue com tanta força às áreas mais baixas da cidade. É uma obra pensada como um sistema, para atacar o problema na origem e dar mais segurança à população quando vierem as chuvas fortes”, afirmou o prefeito Dudu Reina.
Da Serra de Madureira aos reservatórios
A intervenção vai além da construção dos piscinões. O projeto prevê obras complementares de microdrenagem para melhorar a captação e, principalmente, a condução das águas das chuvas até os reservatórios.
Parte do grande volume de água que chega às áreas mais baixas de Nova Iguaçu durante os temporais vem das encostas da Serra de Madureira. Atualmente, essa água desce rapidamente em direção à região urbana sem uma rede de captação suficiente para conduzi-la de maneira adequada aos pontos de armazenamento, aumentando a pressão sobre ruas, canais e sobre o sistema de drenagem existente.
Nesta primeira etapa, o Novo PAC contempla a implantação da microdrenagem no Bairro da Luz, na região próxima ao Fórum. A intervenção permitirá captar e conduzir as águas até o reservatório do Canal do Moquetá, também no Bairro da Luz.
O sistema funcionará de maneira integrada: as novas redes farão a captação e a condução das águas pluviais, enquanto os reservatórios receberão e armazenarão temporariamente esse volume nos momentos de maior intensidade das chuvas.
A combinação das duas estruturas permitirá reduzir a sobrecarga da drenagem e os impactos dos alagamentos.
Onde ficarão os cinco piscinões
O projeto contempla os reservatórios Firjan 1 – Dom Rodrigo, Firjan 2 – Dom Rodrigo, Jardim Pernambuco, Bairro da Luz e Jardim Alvorada. As estruturas terão capacidades diferentes, chegando a 106,5 milhões de litros na maior delas.
Os 11 bairros beneficiados, ao menos parcialmente, são Bairro da Luz, Chacrinha, Santa Eugênia, Ouro Verde, Jardim Alvorada, Jardim Canaã, Jardim Pernambuco, Nova Era, Centro, Vila Bandeirantes e Moquetá.
Somados, os cinco reservatórios poderão receber 346,09 milhões de litros de água.
Outras ações da Prefeitura de Nova Iguaçu contra as cheias
A iniciativa se soma às ações já realizadas pela Prefeitura de Nova Iguaçu na prevenção de enchentes. Desde 2021, o Rio Botas passou por obras de canalização, que ampliaram a calha de sete para 14,5 metros em um trecho de 1,4 km entre a Rua dos Quartéis e a Avenida Bernardino de Melo, além de aumentar a profundidade de 1,5 para 4 metros. Para viabilizar o serviço, a Secretaria municipal de Infraestrutura removeu quase 400 construções irregulares às margens do rio, reassentou 335 famílias em novas moradias e indenizou outras 61. Paralelamente, a prefeitura realizou a limpeza de rios, canais e bueiros.
A eficiência plena da canalização do Botas, no entanto, depende da execução do Projeto Iguaçu, orçado hoje em quase R$ 1 bilhão, que necessita da participação do Estado e da União. O plano prevê a construção de barragens e reservatórios, entre outras intervenções estruturais, com o objetivo de conter o transbordamento do rio. A obra deverá contemplar a região desde a foz na Baía de Guanabara, em Duque de Caxias, passando por Belford Roxo até Nova Iguaçu, beneficiando cerca de três milhões de pessoas em seis municípios da Baixada Fluminense.
Para quem esperava um “sextou” daqueles na política fluminense, a Casa Civil entregou apenas uma rodada bem mais morna. Sem sobressaltos ou grandes movimentos nos bastidores, o Diário Oficial veio no compasso da rotina administrativa — mas com uma vantagem confortável para as nomeações: 13 a 6 sobre as exonerações.
A maior movimentação da rodada ficou por conta das secretarias de Educação e do Ambiente, que aproveitaram o dia para reorganizar quadros regionais e cargos intermediários.
Já no Rioprevidência e na Casa Civil, o foco foi recompor setores técnicos de Tecnologia da Informação e Relações Internacionais.
A monotonia burocrática só foi quebrada na Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, onde quatro assessores deixaram os cargos a pedido — e ao mesmo tempo — concentrando todas as exonerações desse tipo na rodada.
A Prefeitura do Rio oficializou a criação de uma estrutura unificada para o serviço de inteligência municipal voltado à segurança pública. O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) decretou, no Diário Oficial desta sexta-feira (28), a integração de cinco órgãos municipais para criar o Sistema Municipal de Segurança e Inteligência (Simsi-Rio).
O sistema terá como sua agência central a Civitas Rio (Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública). Também integram o sistema, como agências de inteligência efetivas, as secretarias de Ordem Pública, de Integridade e Transparência, a Guarda Municipal do Rio e a Secretaria Especial de Segurança Urbana.
O decreto prevê que representantes de cada um dos cinco órgãos formem um comitê gestor, para propor normas de inteligência, estimular a integração e acompanhar os resultados do Simsi-Rio.
A criação do Simsi-Rio acontece junto à adesão do município ao Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), que, coordenado pelo órgão central de inteligência do Governo Federal, reúne estruturas de diferentes órgãos e esferas de governo para a produção e troca de inteligência. Essa adesão é uma validação institucional da capacidade de inteligência desenvolvida pela prefeitura.
Depois de um início de gestão interina marcado por uma sequência intensa de mudanças, Ricardo Couto chega à reta final de agosto em ritmo bem mais contido. Nesta sexta-feira (28), o governador em exercício dividiu igualmente as movimentações com duas exonerações e duas nomeações. Entre os atos publicados no Diário Oficial, o que mais chamou atenção foi a troca no comando da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio (Fiperj).
Na Fiperj, Jose Carlos Gevarzoni Gomes deixou o cargo de presidente a pedido. Para o seu lugar, foi nomeado o gestor e engenheiro agrônomo Sílvio José Elia Galvão, que tem histórico de atuação técnica no setor e passagem pela diretoria da Pesagro-Rio.
As outras duas movimentações promovidas por Couto nesta rodada foram:
Exoneração de Nathally Isabelle do Nascimento Melo Cavalcante da Superintendência de Comunicação da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos;
Nomeação do coronel da PMERJ Jomar Fernando da Silva para o cargo de assessor técnico especial de Planejamento e Orçamento do DER-RJ.