O Ministério Público Eleitoral do Rio (MPE) pediu à Justiça a impugnação da candidatura de Mariana de Souza (PP), que concorre a uma vaga à Câmara dos Deputados pelo estado fluminense.
O órgão aponta que a candidata tem “vínculos profundos com o alto escalão do Comando Vermelho (CV)” e “representa um grave risco de infiltração do crime organizado na política”.
Casada com chefe do CV
Segundo o MPE, Mariana é casada com Wilson Marques de Albuquerque, o “Zé Dirceu”, apontado pela inteligência da polícia como o segundo homem na hierarquia do CV em Alagoas.
Condenado a mais de 31 anos de prisão por tráfico de drogas, ele está foragido do sistema prisional. O MPE afirma que a candidata atua ativamente para blindá-lo, ocultando seu rosto em publicações nas redes sociais para dificultar a captura pelas autoridades.
A ação do MPE também lista suspeitas de lavagem de dinheiro do narcotráfico. A investigação aponta o uso de empresas de fachada pela candidata e a movimentação fracionada de valores em seis contas bancárias diferentes para dissimular a origem do dinheiro.
Influência do crime organizado na política
Além da questão financeira, o documento destaca que a influência política de Mariana está baseada no controle territorial. Ela preside uma ONG localizada no Complexo da Penha, região dominada pelo Comando Vermelho.
De acordo com o MPE, na última eleição municipal, mais de 80% dos votos obtidos por ela vieram de bairros vizinhos controlados pela facção, o que indicaria a formação de um “curral eleitoral” garantido por coerção armada.
O órgão também identificou que a campanha recebeu doações financeiras de pessoas com antecedentes criminais e ligadas a essas mesmas áreas de influência do tráfico.
Um avião de pequeno porte saiu da pista do Aeroporto Santos Dumont nesta quinta (27) e causou a suspensão das operações no local. De acordo com a Infraero, a nave de prefixo PSVEE – E50P saiu da pista durante o procedimento de pouso, às 16h10 e parou na grama. Apesar do ocorrido, não houve registro de feridos. Na aeronave avião estavam o piloto e um tripulante.
A Infraero informou que 13 voos foram direcionados para o Aeroporto do Galeão, na Ilha do Governador, na Zona Norte e outros 18 foram cancelados.
A Infraero confirma que uma aeronave de pequeno porte, prefixo PSVEE – E50P saiu da pista durante o procedimento de pouso, às 16h10, dessa quinta-feira, 27/08 e parou na área gramada. Não há feridos.
Na aeronave estavam o piloto e um tripulante.
Equipes do Corpo de Bombeiros e técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) atuam no local.
A corrida eleitoral no Rio de Janeiro começou com uma forte concentração de recursos nas candidaturas a deputado federal. Dos R$ 101,05 milhões já declarados nas quatro principais disputas do estado, R$ 67,13 milhões estão nas campanhas para a Câmara dos Deputados, o equivalente a 66,4% de toda a arrecadação registrada até agora.
A diferença é expressiva. Somadas, as campanhas para deputado estadual, senador e governador acumulam R$ 33,92 milhões — praticamente a metade do montante destinado aos federais.
Os candidatos à Alerj aparecem em segundo lugar, com 24,4% do total. A disputa pelo Senado reúne 8%, enquanto os candidatos ao governo do estado somam apenas 1,1% neste início de campanha.
– Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Há 210 candidatos a deputado federal com algum recurso declarado, contra 251 candidatos a deputado estadual. Ou seja: embora mais candidatos à Alerj já tenham dinheiro registrado, o volume destinado às campanhas para a Câmara é quase três vezes maior.
Os números mostram que, neste primeiro momento da eleição, a corrida pelas 43 cadeiras do Rio na Câmara dos Deputados virou o principal destino dos recursos eleitorais. O retrato ainda pode mudar ao longo da campanha, à medida que partidos façam novos repasses e mais candidatos apresentem suas receitas.
Por enquanto, porém, a diferença é clara: de cada R$ 3 já declarados nas quatro disputas, praticamente R$ 2 estão na eleição para deputado federal.
Para 20% dos entrevistados, o primeiro item da pesquisa, o mais importante é a retomada de territórios dominados pelo crime. Na sequência, 19%, é o combate aos roubos de rua. Depois, com 13%, vem o combate à corrupção policial. Veja a lista completa abaixo.
Retomada de territórios dominados pelo crime: 20%
Combate aos roubos de rua: 19%
Combate à corrupção policial: 13%
Programas sociais para jovens: 12%
Investimentos em tecnologia e inteligência: 9%
Melhorar o treinamento dos policiais: 7%
Melhorar os salários dos policiais: 6%
Combate à violência policial: 5%
Integração das polícias: 2%
Outra: 1%
Não sabe/não respondeu: 6%
A Quaest ouviu 1.104 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os números de registro no TSE são RJ-08748/2026 e BR-09895/2026.
O deputado federal e candidato ao Senado Marcelo Crivella (Republicanos) não virou réu no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) pelo caso conhecido como “QG da Propina”. O presidente da Corte, desembargador Cláudio de Mello Tavares, votou nesta quinta-feira (27) pela rejeição da denúncia contra o ex-prefeito do Rio e desempatou o julgamento, que terminou em 4 a 3.
Para o magistrado, embora haja elementos que apontem a existência de um esquema de propina na gestão municipal, não há provas externas suficientes para vincular Crivella à solicitação, ao recebimento ou ao benefício dos valores.
“Que houve propina no município é coisa que os autos dão farta notícia. Que o prefeito a solicitou, recebeu ou dela se beneficiou, é o que se precisa corroborar”, afirmou.
O desembargador também rejeitou o argumento de que a proximidade entre Crivella e Rafael Alves, apontado como personagem central do esquema, seria suficiente para estabelecer a responsabilidade criminal do então prefeito. Segundo ele, a relação de amizade e as demandas atendidas por Crivella podem levantar suspeitas e justificar uma investigação, mas não constituem, por si só, indícios de crime.
“A pergunta é legítima como hipótese investigativa, não é, contudo, indício de crime”, afirmou Tavares. Em seguida, resumiu sua crítica aos votos que defenderam o prosseguimento da ação: “ela converte a proximidade em prova de adesão e a adesão em prova de comando”.
Delações não seriam suficientes para receber denúncia
O presidente do TRE-RJ destacou que, por se tratar de uma denúncia baseada em delações premiadas, a lei exige a existência de outros elementos que confirmem as acusações. Na avaliação do desembargador, não basta a palavra dos colaboradores: é preciso haver provas independentes que relacionem Crivella aos fatos atribuídos a ele.
O magistrado afirmou ainda que uma delação não pode servir para corroborar outra e que documentos produzidos pelos próprios colaboradores, como planilhas e prints, não são suficientes, por si só, para confirmar as acusações.
Julgamento de Crivella estava empatado em 3 a 3
Antes do voto do desembargador Cláudio de Mello Tavares, o julgamento estava empatado. A relatora, Manoela Dourado, votou pela rejeição da denúncia contra Crivella e foi acompanhada por Fernando Cerqueira e Bruno Bodart.
Na outra corrente, Guilherme Calmon votou pela continuidade da ação penal e foi acompanhado por Sylvia Hausen e Paulo Cesar Salomão Filho.
O julgamento analisou especificamente a existência de motivo para o recebimento da denúncia na Justiça Eleitoral. Por maioria, a Corte entendeu que não havia elementos suficientes para demonstrar a participação do ex-prefeito do Rio nos crimes atribuídos a ele.
Definitivamente, esta não é uma boa fase para Vaguinho Neguinho (PRD). Depois de ser alvo de mandados de busca e apreensão na Operação Fora de Ordem, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público do Rio (MPRJ), o vereador de Nova Iguaçu e candidato a deputado estadual agora enfrenta um pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) para ter o seu registro de candidatura indeferido na Justiça Eleitoral.
A operação da PF e o salto patrimonial
A operação Fora de Ordem investiga um grupo criminoso liderado pelo miliciano Juninho Varão, acusado de extorsão, lavagem de dinheiro e exploração do monopólio do fornecimento de gás e internet na Baixada Fluminense — esquema que movimentou mais de R$ 350 milhões. A PF cumpriu 23 mandados de busca, incluindo endereços ligados a Vaguinho em Nova Iguaçu.
A ação trouxe à tona o crescimento expressivo do patrimônio do vereador agora candidato a deputado. À Justiça Eleitoral, ele declarou ter R$ 3,1 milhões em bens em 2026 (incluindo uma promessa de compra de casa financiada de R$ 1,77 milhão e uma BMW X6 de R$ 544,7 mil).
O montante representa um salto de mais de 7.000% em relação a 2014, quando declarou ter apenas R$ 40 mil ao disputar vaga de deputado federal.
A reviravolta no MPE
A partir das provas e dados compartilhados pela Operação da PF (como quebras de sigilo do celular do vereador e relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf), a Procuradoria Regional Eleitoral recuou do parecer favorável anterior e pediu a rejeição definitiva do pedido de candidatura de Vaguinho:
Ligação com múltiplas facções
Segundo o MPE, foram identificadas conversas do candidato com lideranças do Comando Vermelho (CV), do Terceiro Comando Puro (TCP) e de milícias, envolvendo desde autorizações para a entrada de políticos em favelas até empréstimos a chefes do tráfico.
Monopólio de internet
Empresas de telecomunicações vinculadas ao candidato eram usadas para a prestação clandestina de serviços de internet em áreas dominadas pelo crime e em “bocas de fumo”.
Movimentação financeira suspeita
MPE apontou movimentações pessoais atípicas que somam R$ 14,2 milhões entre 2020 e 2024, valor incompatível com sua renda e patrimônio formalmente declarados.
O enquadramento legal do caso Vaguinho Neguinho
O procurador regional eleitoral Flávio Paixão de Moura Júnior reforçou que o art. 17, § 4º, da Constituição Federal proíbe expressamente a utilização ou interferência de grupos criminosos no processo democrático.
Com base em entendimento recente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não é necessária uma condenação criminal prévia para barrar o candidato: a existência de provas consistentes que apontem envolvimento com o crime organizado é suficiente para fundamentar o indeferimento da candidatura.
O pedido de indeferimento está sob julgamento da relatora no TRE-RJ, Tathiana de Carvalho Costa.
O colegiado acompanhou a decisão do relator, que já havia rejeitado o pedido do ex-governador.
Garotinho havia ingressado com uma ação rescisória, que tramita em segredo de Justiça, para tentar reverter a condenação e afastar os efeitos da decisão que pode impedir sua candidatura ao governo do estado nas eleições de outubro deste ano.
Relator havia rejeitado o pedido
O pedido de liminar para suspender imediatamente a condenação já havia sido indeferido pelo relator, desembargador Guilherme Braga Peña de Moraes, e o entendimento foi mantido pelo colegiado.
A condenação está relacionada ao caso do projeto “Saúde em Movimento” da Secretaria Estadual de Saúde do governo de Rosinha Garotinho. A decisão determinou, além da suspensão dos direitos políticos, o ressarcimento de R$ 234,4 milhões aos cofres públicos e o pagamento de multa civil de R$ 500 mil.
Segundo a Justiça, Garotinho atuou para viabilizar o rompimento do contrato que a pasta mantinha com a Fundação Escola de Serviço Público (Fesp), abrindo caminho para a contratação da Fundação Pró-Cefet.
Decisão no TJ ocorre antes de análise no TRE-RJ
O resultado no TJRJ ocorre no mesmo dia em que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) analisa um pedido apresentado pela coligação do candidato Eduardo Paes (PSD) para impedir que Garotinho tenha acesso aos recursos do fundo eleitoral e ao tempo de propaganda eleitoral enquanto seu registro de candidatura não for definitivamente analisado.
O Ministério Público Eleitoral também se manifestou pelo indeferimento do registro de Garotinho. Para a Procuradoria Regional Eleitoral, a condenação por improbidade continua produzindo efeitos e mantém suspensos os direitos políticos do ex-governador.
Uma árvore caiu nesta quinta (27) na Estrada Velha da Tijuca, na altura da Chácara Alto da Boa Vista. A queda foi em cima de uma fiação e causou a interdição ao tráfego pela via. O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informa que os motoristas que passam pela região devem fazer o desvio pela Avenida Edson Passos.
Equipes do Corpo de Bombeiros estão no local e contam com o apoio de profissionais da Light, a concessionária de energia elétrica. De acordo com os bombeiros, hão houve feridos. Já a Light informou que a região está sem energia e que as equipes trabalham no local para o reestabelecimento da energia.
Apenas 48 horas depois de ser alvo de um pichação, os Arcos da Lapa voltaram a registrar problemas de conservação do monumento e ocupação indevida. Equipes da Secretaria Municipal de Conservação derrubaram, nesta quinta-feira (27), a construção de um puxadinho de alvenaria no local. Agentes da Secretaria de Ordem Pública também participaram da ação.
A construção irregular estava sendo unificada à base de um dos arcos. Depois de demolição, uma inspeção será feita pela Conservação para verificar se houve algum dano maior ao tradicional monumento construído no século XVIII.
“Não vamos tolerar que os Arcos da Lapa ou qualquer outro patrimônio histórico da cidade sejam alvos de ações criminosas ou irregulares. A Prefeitura atua rotineiramente na manutenção desses espaços, mas é preciso ressaltarmos a importância do apoio da população na preservação da nossa cidade”, ressaltou o Secretário de Conservação, Diego Vaz.
O principal motivo, apontado pelo MPE no parecer, para que ele fique fora das urnas é a suspensão dos direitos políticos de Garotinho por oito anos. O órgão entende que a condenação do político por improbidade ainda está em vigor.
A decisão final sobre o deferimento ou veto do registro cabe ao plenário do Tribunal Regional Eleitoral do Rio.
Documento do MP alega falhas no pedido de registro de candidatura
A condenação citada pelo parecer do MP envolve o caso do projeto “Saúde em Movimento”. A decisão sobre o caso determinou a suspensão dos direitos políticos do ex-governador por oito anos, além do ressarcimento solidário de R$ 234,4 milhões aos cofres públicos. A defesa de Garotinho argumenta que a suspensão já prescreveu; adversários políticos e o MP defendem que, como caso só transitou em julgado em 2025, ele ainda está inelegível.
Além da restrição aos direitos políticos, o documento assinado pelo MP Eleitoral nesta quinta indica falhas na instrução do pedido de registro de candidatura. Segundo o parecer, a campanha do candidato deixou de apresentar certidões judiciais obrigatórias relativas ao andamento de processos criminais, exigidas pela legislação eleitoral.
O parecer aponta que a perda dos direitos políticos invalida a filiação partidária exigida para a disputa do cargo público. Com isso, o ex-governador ficaria impedido de obter a quitação eleitoral necessária para oficializar a candidatura, caso a Justiça Eleitoral siga o mesmo entendimento.
TJRJ e TRE analisam casos envolvendo Garotinho
A suspensão dos direitos políticos de Garotinho é um dos temas analisados pelo Tribunal de Justiça (TJRJ) na sessão desta quinta. O tribunal analisa uma ação rescisória que tramita em sigilo e foi movida pelo próprio Garotinho para tentar suspender os efeitos da condenação por improbidade administrativa.
Na mesma tarde, às 15h, o TRE-RJ analisa um pedido de liminar apresentado pela coligação de Eduardo Paes (PSD) contra a candidatura de Garotinho. A medida busca impedir que o ex-governador tenha acesso aos recursos do fundo eleitoral e ao tempo de propaganda na TV enquanto seu registro não for definitivamente analisado.
A cidade do Rock, no Parque Olímpico da Barra, na Zona Sudoeste do Rio, se prepara para o início do Rock in Rio no dia 4 de setembro, na sexta-feira que vem. E a Prefeitura do Rio divulgou, nesta quinta (27), o plano de operação especial que inclui bloqueios de trânsito no entorno do Parque Olímpico a partir das 14h em todos os dias do festival.
As vias do entorno do Parque Olímpico permanecerão abertas entre 5h e 14h. A partir desse horário, quando as roletas são liberadas para a entrada do público, os acessos serão bloqueados até as 5h, horário previsto para o encerramento das atividades.
Os bloqueios serão nos seguintes pontos:
Em toda a Avenida Embaixador Abelardo Bueno, desde o cruzamento da Avenida Imperatriz Leopoldina com a Avenida Engenheiro Carlos Carvalho (na altura da Estpação BRT Rio 2) até a Avenida Salvador Allende, próximo ao Riocentro, em Jacarepaguá.
Na Estrada Pedro Correia, das estações do BRT Rio 2 até a Espação Pedro Correia, próximo ao restaurante Nomangue.
Da Rua Franz Weissman, desde a esquina com a Avenida Imperatriz Leopoldina, passando por toda a Avenida Jaime Poggi, até ao final da Rua Francisco de Paula, na altura do Terminal BRT Centro Olímpico.
A prefeitura divulgou um mapa com os trechos de interdição e as vias liberadas ao tráfego. Veja abaixo:
Foto: Reprodução/Prefeitura
A operação contará com 210 operadores de trânsito e dez pontos de bloqueio equipados com tecnologia OCR, que permite a identificação automática de moradores da região e veículos credenciados. Os veículos autorizados terão acesso liberado, enquanto os demais serão direcionados para rotas alternativas.
Entre as operações de rotina, as faixas reversíveis e as áreas de lazer funcionarão normalmente. Os fechamentos para manutenção de túneis e elevados na região do Parque Olímpico serão suspensos durante o evento.
A Área de Proteção ao Ciclista de Competição do Porto (APCC Porto) também ficará suspensa nos dias do festival.
Recomendação ao uso do BRT
A recomendação da Prefeitura é que o público utilize transporte público para chegar ao evento. A principal opção é o BRT Expresso Rock in Rio, que funcionará nos sete dias do festival com tarifa de R$ 29 para ida e volta. A venda será feita exclusivamente pelo aplicativo Jaé.
Os bilhetes poderão ser pagos com saldo da Conta Transporte, Pix ou cartão de crédito. Cada conta poderá comprar passagens para até dez pessoas por dia de evento.
Visitantes estrangeiros também poderão se cadastrar no aplicativo utilizando e-mail ou número de telefone e efetuar o pagamento por Pix ou cartão de crédito.
As gratuidades do sistema Jaé não serão válidas para o serviço especial do festival. Também não será permitido utilizar saldo de vale-transporte na compra dos bilhetes.
Três linhas especiais farão a ligação entre terminais do BRT e a Cidade do Rock. Os serviços funcionarão das 11h às 4h do dia seguinte:
SE08 – Terminal Jardim Oceânico x Terminal Centro Olímpico (direto)
Tempo de viagem: 30 minutos.
SE09 – Terminal Alvorada x Morro do Outeiro (direto)
Tempo de viagem: 18 minutos.
SE10 – Terminal Paulo da Portela x Morro do Outeiro (semidireto)
Paradas nas estações Praça Seca, Tanque e Taquara.
Tempo de viagem: 40 minutos.
Para embarcar, o passageiro deverá apresentar no aplicativo Jaé o QR Code correspondente ao serviço contratado.
Após o desembarque, será necessário validar o código para retirar a pulseira de retorno em tendas próximas à entrada da Cidade do Rock.
O QR Code ficará disponível a partir do dia 28 para quem adquirir o serviço e será válido apenas para a data selecionada. Quem utilizar apenas a viagem de volta também precisará comprar o bilhete do BRT Expresso Rock in Rio, no valor de R$ 29.
Metrô
A estação Jardim Oceânico do metrô, na Barra, funcionará com embarque 24 horas durante o festival. Na madrugada, as demais estações permanecerão abertas apenas para desembarque.
A operação especial ocorrerá das 5h de sexta-feira (4) até 23h59 de terça-feira (8), e das 5h de sexta-feira (11) até 23h59 de segunda-feira (14).
A tarifa seguirá em R$ 7,90 por viagem. O valor do metrô não está incluído no bilhete do BRT Expresso Rock in Rio e deverá ser pago separadamente.
A recomendação é que os passageiros recarreguem o Jaé com antecedência ou utilizem pagamento por aproximação para evitar filas.
De acordo com a Prefeitura do Rio e com a Rio Tur, a expectativa é que cada dia do festival tenha a presença de 100 mil pessoas.