Menos de um mês após inaugurar o primeiro Museu de Arqueologia e Etnologia do estado do Rio de Janeiro, a Prefeitura de Nova Iguaçu deu mais um passo para fortalecer a preservação da memória, da ciência e da identidade cultural da cidade. O município criou, nesta sexta-feira (15), a Superintendência de Museus, vinculada à Secretaria Municipal de Cultura, para viabilizar a implantação de novos equipamentos culturais.
A nova estrutura terá como principal objetivo desenvolver políticas públicas para o setor, estruturar projetos técnicos e captar recursos junto aos governos estadual e federal, além de instituições culturais e de fomento.
Com a medida, Nova Iguaçu passa a integrar um grupo restrito de cidades fluminenses que possuem uma estrutura específica voltada à política pública de museus. Atualmente, esse modelo existe apenas na cidade do Rio, em Petrópolis e no governo do estado do Rio.
Novos museus
Entre os projetos estudados pela prefeitura estão o Museu da Cidade de Nova Iguaçu, no Centro; Museu de História Natural e Museu Vila de Iguassú, previstos para o Parque Histórico e Arqueológico de Iguassú Velha, em Tinguá, onde também funciona o recém-inaugurado MAE-NI.

Outro projeto estratégico é a reconstrução da histórica Fazenda São Bernardino, cujo projeto executivo está em vias de ser licitado com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A proposta é transformar o espaço em uma casa-museu, preservando um dos patrimônios históricos mais emblemáticos da cidade.
O anúncio acontece às vésperas do Dia Internacional dos Museus, celebrado na próxima segunda (18), e reforça a estratégia da cidade de transformar a cultura em instrumento permanente de educação, preservação histórica, turismo e desenvolvimento social.
“Nova Iguaçu tem uma história muito rica, mas durante muito tempo nossos jovens cresceram sem conhecer a dimensão da importância cultural e histórica da própria cidade e da Baixada Fluminense. Investir em cultura é também despertar esse interesse, criar pertencimento e abrir novos horizontes. A cultura transforma, educa e também gera oportunidade. Queremos que nossos jovens tenham acesso à arte, à pesquisa, à memória e possam enxergar, dentro da própria cidade, caminhos profissionais ligados ao turismo, à cultura, à educação e à preservação do patrimônio. Quando fortalecemos a cultura, fortalecemos também o futuro de Nova Iguaçu”, disse o prefeito Dudu Reina (PP).



Museu sem graça…sem peças de valor…sem nada da fazenda sai Bernardino…sem nada do Porto Iguaçu…
Não vale pena ir tão longe e não ver nada.
Toda pesquisa sobre a história de Nova Iguaçu deveria partir do levantamento dos arquivos de historiadores que conheciam a história da baixada fluminense como o professor Ruy Afranio Peixoto.
Um dos trabalhos do professor Afranio Peixoto é uma publicação chamada ” Imagens Iguacuanas ” está publicação traz muita história de Nova Iguaçu.