Neste domingo (16), será dada a largada na campanha eleitoral de 2026. — ou seja, está aberta a temporada de caça ao voto. Nessa hora, a matemática da urna eletrônica faz toda a diferença. Com centenas de nomes disputando a preferência do eleitorado fluminense para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), escolher um número fácil de memorizar é uma estratégia de campanha valiosa.
Entre combinações com dígitos repetidos, sequências diretas e sacadas da cultura pop, estão as combinações numéricas mais chamativas entre os candidatos que concorrem a deputado estadual estado do Rio de Janeiro.
Toda a relação aqui apresentada é baseada no que foi que estava registrado no DivulgaCand, o sistema de informações sobre as candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até as 16h30 deste sábado (15)
Repetiu, votou: o império do ‘dígito único’
A maior relíquia do teclado da urna é o número com dígitos idênticos. O eleitor de deputado estadual precisa apenas pressionar a mesma tecla cinco vezes seguidas e confirmar:
11111 – Dionisio Lins (União/PP)
22222 – Guilherme Delaroli (PL)
44444 – Márcio Canella (União/PP)
55555 – Guilherme Schleder (PSD)
77777 – Munir Neto (Solidariedade)
Fim de linha ‘redondo’: facilidade sonora
Para o jingle de rádio e TV dos candidatos a deputado estadual no RJ, os números terminados em “mil” ou sequências de zeros são os que mais fixam na memória auditiva:
10000 – Librelon (Republicanos)
20000 – Professor Paulo Pereira (Podemos)
30000 – Yara Haquim (Novo)
40000 – Carlos Minc (PSB)
44000 – Rafael Nobre (União/PP)
70000 – Iranildo Campos (Avante)
Sequência direta e troca de códigos
Para a disputa proporcional de deputado estadual no Rio de Janeiro, a intuição do eleitor no painel da urna conta muito. Algumas combinações destacam-se pela praticidade visual ou trocadilhos:
12345 – Leo Lupi (PDT): a clássica sequência numérica em ordem no teclado.
36007 – Rogério 007 (Agir): combinação que associa o apelido do candidato ao famoso código de agente secreto.
Efeito ‘metralhadora’: triplas de respeito
As trincas seguidas do mesmo número criam um forte apelo visual no teclado da urna. Quando o candidato consegue encaixar três dígitos idênticos logo na reta final, a marcação do voto ganha um ritmo quase mecânico:
27777 – Carlos Russo (DC)
77888 – Alexandre Batista (Solidariedade)
33666 – Felipe Sommer (Mobiliza)
Efeito espelho: simetria perfeita no painel
Os chamados números palíndromos — aqueles que mantêm exatamente a mesma leitura da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda — funcionam como um “ímã” para a memória do eleitorado fluminense:
10001 – Sargento Britto (Republicanos)
10101 – Dra Alexandra Gomes (Republicanos)
13131 – Katia Macillo (PT/PCdoB/PV)
20202 – Vanessa Afonso (Podemos)
30303 – Fernando Braz (Novo)
40040 – Dr Sérgio (PSB)
50050 – Dani Monteiro (PSOL/Rede)
80080 – Ruan Vidal (UP)
Duplas dobradas e pares alternados
A repetição de blocos de dois dígitos forma um padrão harmônico e fácil de ditar ao eleitor. O ritmo ritmado ao falar o número ajuda a fixar o código na campanha de rua:
22002 – Daniel Marques (PL)
22200 – Felipe Tropa (PL)
36363 – Francisco Nacelio (Agir)
80800 – Bianca Rubim (UP)
Consulta aos canais oficiais
Para conferir informações sobre candidaturas, regras de votação ou dados do pleito no Rio de Janeiro, consulte o portal do Tribunal Superior Eleitoral ou acesse o sistema DivulgaCand do TSE. Além disso, dados estatísticos e consultas detalhadas sobre as eleições estão disponíveis na página de Informações sobre os candidatos do TRE-RJ.
COM FÁBIO MARTINS
































































