A Prefeitura de Niterói autorizou, nesta terça-feira (03), o início das obras de revitalização da Alameda São Boaventura, via de quase 3 km que liga a Zona Norte do município ao Centro e à Ponte Rio-Niterói. As obras vão custar R$ 172,4 milhões e têm prazo de dois anos.
A reforma inclui a requalificação das calçadas e do corredor para ônibus que cruza a via, além da implantação de uma ciclovia ao longo da Alameda e obras de drenagem para combater alagamentos. Os cruzamentos da via também vão passar por uma remodelação e, por isso, toda a sinalização da via será trocada para atender às mudanças.
Uma das metas do projeto é aterrar a fiação de telefonia e internet da via, que fica no bairro Fonseca. Segundo o prefeito Rodrigo Neves (PDT), o objetivo é diminuir a poluição visual no bairro. Fios de alta tensão não serão aterrados.
Projeto prevê nova praça e corredor de árvores na Alameda
Outra mudança prevista pelo projeto assinado pela prefeitura inclui a implantação de um “corredor verde” ao longo da via. Nos arredores do corredor viário, a prefeitura pretende plantar dezenas de novas espécies de árvores.
Por fim, no final da Alameda, o projeto prevê a criação de uma nova praça, na altura do Ponto Cem Réis, embaixo do viaduto de acesso à Ponte Rio-Niterói. O espaço vai contar com quadra poliesportiva e equipamentos de recreação.
Reforma chegou a ser anunciada durante gestão anterior, mas precisou de novos estudos
A reforma da Alameda São Boaventura é estudada pela prefeitura há alguns anos e chegou a ser anunciada para ser feita até 2024, ano em que a cidade completou 450 anos. Na época, o projeto tinha orçamento previsto em R$ 136 milhões.
Segundo a gestão do então prefeito Axel Grael (PDT), o orçamento apresentado pela concessionária de energia Enel para fazer a recolocação de postes ultrapassou o previsto e novos estudos precisaram ser feitos para reforma.
Reforma prevê ciclovia, aterramento de fiação e ‘corredor verde’- Foto: Divulgação/Prefeitura de Niterói
Com a ciclovia vai estrangular mais o fluxo na Alameda, devido ao crescimento econômico de Maricá. O ideal é construir um elevado desde a ponte Rio Niterói até o Caramujo, criando condições de trânsito melhor para os ônibus, sob o viaduto, e áreas de estacionamento para dinamizar o comércio na via.
Ta maluco? Que mané elevado. É Necessário que o gov do estado faça a parte dele e crie um metrô/trem passando pelo coelho/jockey. Um Elevado vai matar o bairro e a cidade não precisa ser corredor pra outras cidades
Tem que ter um elevado mesmo, quem for tratar de algum assunto perto da alameda , que passe embaixo do elevado, o bairro já é feio mesmo , o trânsito ficaria melhor para tanto para quem mora ali na região da alameda quanto para quem está so de passagem, por que temos que passar pela alameda? se nao temos nada para fazer por ali
O viaduto só desvaloriza qualquer bairro, o exemplo é o viaduto Paulo de Frontin no Rio Comprido, acabou com o bairro….que se faça viaduto sobre a Avenida Contorno.
A construção do elevado resolveria muitos problemas. E é projeto do início dos anos 70, estava no pacote de melhorias do trânsito previsto após a inauguração da ponte Rio Niteroi. Não foi feito mas pelo menos, do conjunto, fizeram a Niterói Manilha e duplicaram a estrada do contorno e a Av. Jansen de Melo.
Olá boa tarde! Ano passado enviei um e-mail para a Prefeitura de Niterói questionando se com essas obras na Alameda São Boaventura no Fonseca, as antigas árvores seriam sacrificadas! Na época me responderam que não! Espero que a Prefeitura mantenha a sua palavra de não sacrificar essas lindas árvores! Muitas já foram mortas quando construíram as baías dos ônibus!
O trânsito em Niterói só tem uma solução, Alameda e Roberto Silveira precisam tirar os semáforos e botar passarelas. Aqui passam praticamente 3 cidades (Itaboraí, Maricá e são Gonçalo) e como tem muito semáforo sobrecarregam demais.
Vão gastar rios de dinheiro só para deixar mais bonita e não vai resolver o problema do trânsito caótico. A alameda é uma via que recebe uma rodovia estadual e desagua trânsito de Itaboraí, Maricá e são Gonçalo, tem que se ter mais vias inclusive uma exclusiva para acesso à ponte.
Quando fizeram a primeira obra de remodelação da alameda a prefeitura a época garantiu que os engarrafamentos acabariam e haveria fluxo constante com a tal da onda verde, semáforos inteligente que resolveriam o problema. O que aconteceu após o término dos trabalhos. Menos verdes, tiraram quase todas as árvores centenária, o rio alameda antigo conseguia desaguar bem as enchentes, havia poucos sinais. O viaduto saindo do ponto de cem Reis com mão dupla. Absorveria o trânsito da ponte e descendo dos vários municípios que passam pela alameda. Políticos adoram contar estórias. Moro 72 anos no fonseca. Adoram prometer. Eleições aproximando. Hoje é uma bagunça só. Qualquer batida na ponte ou na alameda param o trânsito em niterói. A solução é simples. Nunca ouviram os moradores. Fazem projetos mirabolantes que só funcionam no papel. Rodrigo é um excelente prefeito mas está mal, muito mal assessorado.
Rodrigo é um péssimo prefeito e odeia o Niteroienses, não é a toa que distribui cargos comissionados pra um número suficiente de pessoas pra sempre ser eleito
Já foi comprovado que colocar os ônibus para circular no centro da via nao resolveu nada, pelo contrário, só piorou tudo, pq os ônibus saem do meio e ocupam uma faixa da via. Além dos pedestres precisar atravessar a via, isso é muito ruim
Tem que voltar com as vias do canto, próximos das calçadas para os ônibus, assim como é na rua da Conceição.
Só quero ver como eles vão escoar este trânsito quando estiver em obras . Devem jogar em Tenente Jardim mais antes eles teriam que preparar o bairro para receber este trânsito .
Viaduto. Loucura.Vejam o que aconteceu no Rio Comprido. Com o viaduto da Paulo de Frontin,total desvalorização do bairro,barulho infernal no moradores dos prédios próximos. Poluição causando doenças nos moradores caos total. Creio que com o terminal do Caramujo o fluxo de ônibus reduza consideravelmente. Tem um morro que ladeira Alameda,será que não seria viável um estudo para construção se uma via.
Deveria ter uma parceria entre os municípios que são atendidos pela alameda e a sim, realizar um projeto de grande vulto com a construção de um elevado saindo do caramujo e indo até a ponte rio Niterói, desafogando as vias de acesso e transversais que cortam a alameda.
Solução tem, basta vontade política pra resolver de vez e não obra de maquiagem.
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O ideal para alameda é passar as Baias dos ônibus para a direita, concretar todo o valão como fizeram, retirar todas as árvores e com isso fazer mais uma pista de rolamento de ida e outra de volta, com isso seriam 4 pistas para cada sentido. Duplicar a subida e a descida da ponte. Duplicar a subida e a descida da Caixa d’água. Mudar o trânsito que atravessa a alameda, fazer algumas passarelas para pedestre e com isso diminuir o número de semáforos.
Obs: A cada árvore retirada, plantar 3, poderia ser no Horto.
Alameda precisa voltar com as faixas de ônibus para a direita (reduz drasticamente a quantidade de sinais e desenvolve o comércio). Precisa de faixas reversíveis de acordo com o fluxo, mais faixas de manhã sentido rio, e sentido são Gonçalo à tarde (separadas por cones). E sobre as árvores q precisarão ser cortadas, que haja uma grande contrapartida na forma de novos plantios, porém em outro local, pois estão pensando no meio ambiente, mas não pensam em quanta poluição os engarrafamentos provocam. Árvore dá p plantar em outro lugar.
Mais uma obra que não vai adiantar muita coisa. Há décadas toda população do bairro espera o viaduto, pois ele sim seria a obra que requalificaria o trânsito do bairro. O que a prefeitura vai fazer é a famosa “obra de fachada”, vai tentar deixar algumas coisas bonitas, mas sem nenhum impacto prático pros moradores. Até mesmo o aterramento da fiação foi flexibilizado. Quando o projeto foi divulgado, toda a fiação seria aterrada. Agora apenas telefonia e internet. Considerando que 70% da distribuição de energia em Niterói é oriunda de furto de energia, Rodrigo Neves não quer pagar o preço político de deixar uma boa parcela de seus eleitores sem energia.
Rio de Janeiro derrubando todos os elevados, acertadamente, e transformando em túneis e o pessoal pedindo um elevado como solução para a alameda. Projeto dos anos 70 podem ser revisados sem problema nenhum.
Um elevado do fim da Alameda ligando a ponte resolveria o problema, não é preciso se inteligência pra fazer a obra, acordem políticos, o projeto atual da prefeitura é mt bonito, mais não resolveria em nada. Ouçam o povo que são moradores e usuários da Alameda , vcs políticos estáo mt preocupados com o bolso de vcs.
Se for fazer elevado em Niterói, não pode ser só na alameda, tem que fazer da Jansen de Melo até a Roberto Silveira e no contorno também, mas tudo isso é em vão, de nada vai adiantar pra o “trânsito. Somente uma 2° ponte Rio Niterói vai dar certo, além do mais a nossa ponte já tem 50 anos e é muito usada, mais pelos vizinhos do que por nós mesmos, a melhor solução seria uma ponte Rio-São Gonçalo forçando quem é de São Gonçalo, Maricá, Itaboraí, manilha entre outros a ir por lá, a região oceânica de Niterói cresceu muito e vai continuar a crescer, fora novos apartamentos e prédios no centro, e vão levantar muito mais prédios, São Gonçalo está crescendo muito também, Itaboraí nem se fala, e esses veículos vão pra onde, até muitos moradores do RJ estão vindo morar aqui, podem se preocupar que esse dinheiro e 2 anos de mais engarrafamento diário não vai solucionar nada, lembrando que engarrafamento só é bom pra taxista, fora isso é perda de tempo e de vida !!!!
Por que as autoridades só pensam em rodovias? As cidades precisam de metrô, não de ciclovias somente! Aliás Niteroi precisa de ORDEM! Chega de bikes e MOTOS em CALÇADAS!! Mais FISCALIZAÇÃO sr. Prefeito!!!
É hora de pensar no futuro. A alameda já não suporta mais o número de veículos que nela trafega. Realmente fazer viaduto em toda a extensão não é uma boa ideia, pois vai ofuscar a estética do bairro. Assim, não vejo outra solução, além do projeto de redução de linhas de ônibus e implantação dos modelos com maior capacidade, de se ganhar mais espaço com a desapropriação de imóveis ao longo da via e construção de passarelas para melhorar o fluxo dos veículos e facilitar as mobilidades dos pedestres.
Um viaduto seria o último prego no caixão do Fonseca. A solução está no subsolo, seja com um túnel ou uma linha de metrô ligando o getulinho com as barcas e eventualmente o centro do Rio.
Moradores e turistas que fazem caminhadas e corridas na Praia das Conchas, em Cabo Frio, têm relatado um desafio particular na hora de praticar atividade física na orla: a presença de cães soltos na areia, que, segundo os frequentadores, já atacaram e morderam várias pessoas no local.
Os episódios se tornaram tão frequentes que banhistas e corredores já acionaram a Prefeitura de Cabo Frio e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), responsável pelo Parque Estadual da Costa do Sol, para alertar sobre o assunto.
Os cães circulam principalmente no trecho entre a Cabana do Pescador e o costão da Praia das Conchas. Eles se alimentam nos quiosques e também nas tendas instaladas na região, que substituíram as barracas derrubadas por determinação da Justiça Federal.
O medo dos ataques já estaria mudando a rotina de frequentadores e, segundo os relatos, alguns corredores deixaram de praticar a atividade na Praia das Conchas por causa da presença dos animais. Além disso, os cães também também perseguem o quadriciclo do Projeto Albatroz, que, com patrocínio da Petrobras, realiza o monitoramento de animais marinhos que chegam, vivos ou mortos, à praia.
Embora a Lei Estadual nº 4.808, de 2006, proíba a circulação e a permanência de animais nas areias das praias de todo o estado do Rio, moradores afirmam que os órgãos locais não têm realizado ações efetivas para o recolhimento dos animais que vivem soltos na Praia das Conchas.
Presença dos cães na Praia das Conchas também pode facilitar proliferação de doenças
Além do perigo de mordidas e ataques, a presença de cães soltos na areia também acende um alerta de saúde. Veterinários alertam que as fezes dos animais podem contaminar a areia e transmitir doenças, já que a areia da praia pode oferecer condições favoráveis à sobrevivência de determinados parasitas.
“Há um cenário sanitário que já apresenta riscos, como a presença de parasitas zoonóticos em fezes de cães em praias, evidenciada em estudos”, afirma a médica-veterinária Carla Roberta Willemann, que orientou estudo da Universidade Federal de Santa Catarina sobre o tema.
Para moradores e frequentadores, a situação exige uma ação urgente e coordenada das autoridades.
“Os cachorros estão expulsando as pessoas das caminhadas. É um absurdo tudo isso. Isso já ocorre há bastante tempo e, como ninguém faz nada, o problema só vem crescendo. Não dá para caminhar tranquilamente porque os cães avançam para morder”, lamenta Maria de Lourdes Henriques, moradora do Peró.
A fuga e a posterior carta golpista divulgada pelo candidato derrotado na eleição presidencial Flávio Bolsonaro (PL) não param de virar motivo de esculacho. A mais recente aconteceu na “Dança dos famosos”. O ator Junno Andrade, namorado da apresentadora Xuxa, se autoproclamou “campeão”, numa clara alusão ao fato de Flávio ter se declarado presidente eleito, ao ser eliminado da atração.
“Agora, eu não concordo com uma coisa. Eu vou me autoproclamar campeão da ‘Dança dos Famosos’”, discursou Junno, enquanto agradecia por sua participação no quadro do “Domingão com Huck” e arrancava gargalhadas da plateia. Até o apresentador Luciano Huck riu um pouquinho.
Junno disputou a repescagem na competição com mais cinco participantes. O ator, a apresentadora Ticiane Pinheiro, a atriz Rita Guedes e a dançarina Gracyanne Barbosa deixaram a atração.
“Não aceito resultado”, brincou Junno.
Flávio Bolsonaro fugiu para os Estados Unidos depois de o Supremo Tribunal Federal determinar que ele entregasse seus passaportes à Polícia Federal. O candidato derrotado é investigado em dois inquéritos. Um deles por lavagem de dinheiro usando plataformas de apostas. Outro pelo financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso, com dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro, outro que está na cadeia, mas por causa do escândalo do Banco Master.
Desde a publicação da carta, já em solo americano, Flávio, que até apagou e reescreveu depois (mas o print é eterno!), virou chacota nas redes sociais. O humorista Marcelo Adnet já se declarou prefeito de Nova Friburgo. A popstar Anitta se autodeclarou “sem celulite”. A empresária Paula Lavigne se autodeclarou ministra da Defesa (e do Ataque). A lista é imensa.
Inaugurado no início do século XX, o Cine Íris, na Rua da Carioca, Centro do Rio, atravessou mais de um século de transformações urbanas, mudanças de público e diferentes fases da indústria cinematográfica. Agora, o cinema mais antigo ainda em funcionamento no Rio se prepara para uma nova fase; conhecido pela programação com filmes pornô, o Íris também vai receber visitas guiadas para quem quiser conhecer o prédio.
Na esteira dessa mudança, que promete levar mais movimento para a Rua da Carioca, o Cine Íris vai passar a oferecer as visitas com valor colaborativo, iniciativa que permite ao público conhecer a história e os detalhes arquitetônicos de um dos cinemas de rua mais antigos do país.
Para Mica Siqueira, graduando em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e integrante do IMAGHU, Laboratório de Imagem e História Urbana vinculado à universidade, a abertura do espaço ao público é uma oportunidade de aproximar os visitantes de um patrimônio que corre o risco de ter sua história esquecida.
“Seria ótimo passar por uma revitalização de alguma forma, porque ainda tem muito potencial lá dentro, ainda tem muita coisa histórica”, afirma.
Cinema funciona desde 1909
O Cine Íris foi fundado em 30 de outubro de 1909 por João Cruz Júnior e segue em funcionamento no mesmo espaço até hoje — Foto: Reprodução/Rio Memórias
A história do Cine Íris começa em 1909, durante a chamada “belle époque” carioca. O período foi marcado por reformas urbanas e pelo esforço de aproximar a então capital federal dos padrões de modernidade europeus. O espaço foi inaugurado em outubro daquele ano com o nome de “Cinematographo Soberano”, uma homenagem a um cavalo de corrida do fundador, e capacidade inicial para 200 espectadores.
O surgimento da sala ocorreu em meio à expansão das exibições cinematográficas no Rio — entre 1907 e 1911, mais de cem salas foram abertas na cidade. Na época, os cinemas eram vistos não apenas como espaços de entretenimento, mas também como ambientes capazes de contribuir para a educação da população e difundir referências de refinamento e cultura.
Localizado entre o Largo da Carioca e a Praça Tiradentes, o Íris nasceu em uma região que concentrava atividades comerciais e culturais, com cafés, livrarias, teatros e outros pontos de encontro. A arquitetura ornamentada do prédio acompanhava esse contexto, em que os cinemas começavam a ocupar lugar de destaque na vida urbana.
O edifício preserva elementos característicos do estilo art nouveau, como detalhes ornamentais e vitrais. No interior, os espelhos belgas e as pinturas decorativas remetem à proposta original de oferecer uma experiência luxuosa aos espectadores.
Do cinema ao teatro e de volta para o cinema — para adultos
O Cine Íris sobreviveu com transformações ao longo dos anos — Foto: Reprodução/Rio Memórias
Durante a Primeira Guerra Mundial, a interrupção ou redução da produção de filmes prejudicou a programação das salas do cinema. Para continuar funcionando, o estabelecimento passou a receber espetáculos teatrais e adotou o nome Theatro Vitória, com apresentações de companhias nacionais e internacionais.
Entre 1919 e 1921, uma reforma marcou a reinauguração do espaço como Cine-Theatro Íris, marcando um novo período de grande popularidade, com filas na entrada e procura intensa por sessões. A fase de ouro, segundo Siqueira, se estendeu até a década de 1930.
Passado o novo período de alta, o Cine Íris voltou a decair a partir da consolidação da Cinelândia como principal polo cinematográfico do Rio. Mais distante desse circuito, o casarão histórico perdeu espaço entre os frequentadores que buscavam as salas concentradas na região.
Na década de 1960, a programação passou a incluir filmes pornográficos, além de produções de kung fu e faroestes, que estavam em alta. A mudança ajudou a manter o estabelecimento em funcionamento enquanto outras salas tradicionais da cidade fechavam as portas ou tinham seus imóveis destinados a novas atividades.
Ao longo das décadas seguintes, o cinema consolidou sua atuação no segmento adulto, perfil que mantém até hoje. A programação mudou, mas o prédio continuou aberto, preservando uma atividade que desapareceu de muitos dos antigos cinemas de rua do Centro.
Rua da Cerveja pode trazer novo movimento ao Cine Íris
A abertura das visitas ao Íris surgiu em um momento de mudanças na Rua da Carioca, com iniciativas voltadas à retomada do movimento comercial e à criação da chamada Rua da Cerveja.
De olho nesse novo potencial, o espaço passou a ampliar seus serviços para além das sessões de filmes adultos, criando a possibilidade de visitas guiadas, exibição de filmes de época e até a própria venda de cerveja.
Tombado como patrimônio histórico pelo Iphan em 1982, o Cine Íris não pode sofrer alterações estruturais que descaracterizem sua arquitetura original. Por isso, a ideia da família que administra o espaço é focar em sua importância histórica para atrair o público.
Somado ao Íris, o pesquisador Mica Siqueira lembra que a rua reúne edifícios antigos e estabelecimentos tradicionais, que ajudam a contar a história cultural do Centro. Entre eles estava o Zicartola, bar ligado ao sambista Cartola, que funcionou nas proximidades do cinema e teve importância para a música popular brasileira. As lojas de instrumentos musicais também fazem parte dessa identidade.
A possibilidade de entrar no cinema, conhecer sua arquitetura e ouvir as histórias de quem trabalha ali também pode ajudar a preservar uma memória que, segundo o pesquisador, corre o risco de desaparecer se o espaço continuar sendo tratado apenas como um prédio antigo e pouco conhecido.
Mais de cem anos depois de sua inauguração, o Cine Íris segue em funcionamento.
Um gigante do mar deu trabalho nesta segunda-feira (2) em sua última viagem. Para deslocar o navio-plataforma P-35, da Petrobras, até o estaleiro onde será desmontado, foi mobilizada uma operação envolvendo Marinha do Brasil, Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Petrobras e Corpo de bombeiros, envolvendo cerca de cem profissionais.
A P-35 tem 330 metros de comprimento, 56 de altura e pesa 27 mil toneladas. O navio-plataforma estava na Zona Portuária do Rio e passou a mais ou menos seis metros da Ponte Rio-Niterói, sob o vão central. Antes da operação, ela passou por um desmonte parcial, por causa da altura. Será rebocada por sete navios. Seu destino é o Estaleiro Clip.
Antes desta última viagem, o navio-plataforma passou pela Base Naval da Marinha. O equipamento operou por 27 anos no Campo de Marlim, na Bacia de Campos.
No Dia de Finados, celebrado neste domingo (02), o Cemitério dos Ingleses, na Gamboa, é um dos lugares do Rio que ajudam a contar como a cidade lidava com a morte há mais de dois séculos. Fundado no início do século XIX, o espaço é a necrópole a céu aberto mais antiga ainda em atividade no país e preserva túmulos históricos, árvores antigas e uma capela mortuária.
O cemitério particular, tombado pelo Iphan como patrimônio cultural, está aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, e faz parte de um movimento crescente no Rio: o “necroturismo”.
Cemitério dos Ingleses foi criado durante o Brasil império
Localizado na Rua da Gamboa, na Zona Portuária do Rio, o cemitério foi criado para atender à comunidade protestante vinda do Reino Unido que vivia na cidade.
A chegada da Corte portuguesa, em 1808, e a abertura dos portos ao comércio com outras nações ampliaram a presença de estrangeiros no Rio, que ainda tinha o costume de realizar sepultamentos dentro das igrejas.
Sua criação está ligada às relações entre Portugal e Inglaterra. Em 1810, o Tratado de Amizade e Comércio entre os dois países estabeleceu condições para o sepultamento de súditos britânicos em território português. O local foi instalado em terras associadas à concessão do príncipe regente Dom João ao representante britânico Lord Strangford.
Embora documentos históricos apontem a implantação do espaço por volta de 1809, registros patrimoniais e históricos indicam 1811 como o ano de sua inauguração. O cemitério passou a receber também estrangeiros de outras nacionalidades e religiões, diante da escassez de locais destinados a pessoas que não seguiam o catolicismo.
Na época, a área ficava em uma encosta voltada para o mar. O terreno elevado, que hoje integra a paisagem urbana da Gamboa, tinha uma relação direta com a região portuária.
Segundo o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), da Prefeitura do Rio, a beleza do lugar e seu caráter bucólico foram registrados por viajantes europeus que passaram pela cidade.
Patrimônio histórico
O Cemitério dos Ingleses foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), com proteção provisória em 1985 e definitiva em 1988. O reconhecimento levou em conta sua importância histórica, arquitetônica e cultural.
O conjunto mantém características de um cemitério-jardim, com caminhos que acompanham o declive do terreno, vegetação frondosa e lápides de diferentes épocas. A capela mortuária é a única edificação identificada no terreno pelo guia de bens tombados do IRPH.
De acordo com a Rio Film Commission, órgão ligado à Prefeitura do Rio, o espaço tem cerca de 11 mil metros quadrados e continua em funcionamento, com quadras de jazigos ativas. A estrutura e a vegetação centenária fazem do local também um cenário utilizado em produções audiovisuais.
‘Necroturismo’ transforma cemitérios em roteiros de história
As visitas ao Cemitério dos Ingleses podem ser incluídas em um novo movimento cultural que tem crescido no Rio de Janeiro, o chamado “necroturismo”, ou “necrotours”, em que os visitantes aprendem mais sobre a história da cidade por meio dos túmulos e das personalidades sepultadas.
Os necrotours são visitas guiadas que percorrem túmulos e construções funerárias para apresentar episódios históricos e aspectos culturais que nem sempre são conhecidos pelo público.
Um dos locais que recebem esse tipo de atividade é o Cemitério de São Francisco de Paula, no Catumbi. A programação do projeto Necrotour RJ, divulgada na plataforma oficial Visite Museus, vinculada ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), inclui visitas guiadas à necrópole.
No caso do Cemitério dos Ingleses, a própria origem do espaço ajuda a compreender a presença estrangeira na cidade e as mudanças nas práticas de sepultamento desde o período colonial.
Atenção para o consumo de água! A Cedae vai realizar, nesta terça-feira (3), a partir das 4h, manutenção do Sistema Guandu. A distribuição ficará suspensa. Serão afetados os municípios do Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Mesquita, Nilópolis, Queimados e São de Meriti.
A conclusão do trabalho, que tem como objetivo preparar a estação de tratamento de água para a alta demanda do verão, tem previsão de término às 4h desta quarta-feira (4).
A Cedae prevê uma grande operação, mobilizando 500 funcionários em mais de cem frentes de trabalho. Eles vão realizar serviços de vistoria, limpeza e manutenção preventiva. O Sistema Guandu produz, em média, 43 mil litros de água por segundo e abastece cerca de nove milhões de pessoas na capital e na Baixada Fluminense.
A Cedae recomenda que os consumidores façam reserva de água para o período e adiem tarefas que exijam grande consumo.
O CEO da AtlasIntel, Andrei Roman, fez duras críticas aos principais institutos de pesquisa do país após a vitória de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL), neste domingo (25). Em publicações no X, Roman afirmou que o receio de sofrer represálias judiciais e de enfrentar uma CPI das pesquisas levou os institutos a superestimarem o desempenho do candidato bolsonarista.
Segundo Roman, Quaest e Datafolha utilizaram modelos equivocados de eleitor provável, ignorando o crescimento da mobilização lulista na reta final da campanha. O executivo também reconheceu um erro da própria AtlasIntel: a coleta de dados durante cinco dias teria diluído a tendência de aproximação entre os candidatos. Segundo ele, o monitoramento mais recente da empresa apontava uma diferença de apenas 0,6 ponto percentual, contra os 1,6 ponto divulgados anteriormente.
O pesquisador ainda elogiou a concorrente Futura, afirmando que ela teve mais coragem que AtlasIntel, Quaest e Datafolha juntas. Para Roman, a pressão política e judicial comprometeu a independência dos levantamentos. Ele defendeu uma profunda reforma e despolitização da Justiça brasileira, além do impeachment de ministros, mas não apresentou, nas publicações, provas de que as pressões mencionadas tenham efetivamente alterado os resultados das pesquisas.
A manifestação ocorre após uma eleição em que Lula contrariou as projeções de vitória de Flávio Bolsonaro e conquistou a reeleição com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do adversário. As declarações de Roman, à frente de um dos principais institutos de pesquisa do país, reacendem a discussão sobre a precisão dos levantamentos e os efeitos da judicialização sobre a atividade dos pesquisadores.
Pelo menos 12 imóveis na comunidade Rio do Ouro, em Irajá, na Zona Norte do Rio, foram interditados pela Defesa Civil após serem atingidos por um alagamento nesta segunda-feira (02). Uma tubulação da rede que atende à região se rompeu durante a madrugada e invadiu os imóveis da comunidade.
A tubulação de grande porte da concessionária Águas do Rio se rompeu por volta de 1h30, segundo relatos dos moradores. Ainda não se sabe o que provocou o rompimento. Nesta manhã, equipes da Prefeitura do Rio e da Águas do Rio atuam no local. A concessionária disse que enviou uma equipe a Irajá ainda durante a madrugada e que está fazendo o reparo da tubulação.
A deputada federal Benedita da Silva (PT), derrotada na disputa por uma vaga no Senado, é pule de dez. Além de companheira de longa data no patido, Bené foi fiel e atuante durante toda a campanha — inclusive no segundo turno, quando já estava fora dos palanques.
Benedita é uma unanimidade, defendida por integrantes todas as correntes petistas.
E quem conhece o partido, sabe que isso não é pouca coisa.
O desembargador Antônio Carlos Amorim, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), morreu neste domingo (01), aos 96 anos, em decorrência de falência múltipla dos órgãos. Estava internado no Samaritano. O velório será nesta segunda, das 9h às 12h, na capela 2 do Cemitério São João Batista, em Botafogo.
Amorim foi presidente do TJRJ no biênio 1993-1994, e também presidiu o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) entre 1995 e 1997. Ele graduou-se em Ciência Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC), em 1954. Dedicou-se ao exercício da advocacia e também atuou como jornalista no Tribuna da Imprensa.
Foi nomeado desembargador do TJ-RJ pelo quinto constitucional, tomando posse em 10 de agosto de 1984. Integrou a 4ª Câmara Cível e a 3ª Câmara Cível, além de presidir a 4ª Câmara Criminal. Foi eleito ainda para o Conselho da Magistratura, cumprindo o mandato de 1987 a 1988. Aposentou-se em 1997.
Natural de São Jerônimo (RS), recebeu o título de cidadão do Estado do Rio de Janeiro e dos municípios de Miguel Pereira e Cabo Frio. Dá nome ao Auditório Desembargador Antônio Carlos Amorim, localizado no 4º andar do Fórum Central.
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Com a ciclovia vai estrangular mais o fluxo na Alameda, devido ao crescimento econômico de Maricá. O ideal é construir um elevado desde a ponte Rio Niterói até o Caramujo, criando condições de trânsito melhor para os ônibus, sob o viaduto, e áreas de estacionamento para dinamizar o comércio na via.
Ta maluco? Que mané elevado. É Necessário que o gov do estado faça a parte dele e crie um metrô/trem passando pelo coelho/jockey. Um Elevado vai matar o bairro e a cidade não precisa ser corredor pra outras cidades
Porque não se fas uma via de duas mãos, direto do getulinho até aponte, entre as duas alamedas. Essa via seria só direto p. Ponte.
Da pra fazer
Tem que ter um elevado mesmo, quem for tratar de algum assunto perto da alameda , que passe embaixo do elevado, o bairro já é feio mesmo , o trânsito ficaria melhor para tanto para quem mora ali na região da alameda quanto para quem está so de passagem, por que temos que passar pela alameda? se nao temos nada para fazer por ali
O viaduto só desvaloriza qualquer bairro, o exemplo é o viaduto Paulo de Frontin no Rio Comprido, acabou com o bairro….que se faça viaduto sobre a Avenida Contorno.
A construção do elevado resolveria muitos problemas. E é projeto do início dos anos 70, estava no pacote de melhorias do trânsito previsto após a inauguração da ponte Rio Niteroi. Não foi feito mas pelo menos, do conjunto, fizeram a Niterói Manilha e duplicaram a estrada do contorno e a Av. Jansen de Melo.
Mais uma obra de péssima qualidade que será entregue pela prefeitura que odeia o Niteroienses
Olá boa tarde! Ano passado enviei um e-mail para a Prefeitura de Niterói questionando se com essas obras na Alameda São Boaventura no Fonseca, as antigas árvores seriam sacrificadas! Na época me responderam que não! Espero que a Prefeitura mantenha a sua palavra de não sacrificar essas lindas árvores! Muitas já foram mortas quando construíram as baías dos ônibus!
O trânsito em Niterói só tem uma solução, Alameda e Roberto Silveira precisam tirar os semáforos e botar passarelas. Aqui passam praticamente 3 cidades (Itaboraí, Maricá e são Gonçalo) e como tem muito semáforo sobrecarregam demais.
Tirar os sinais e como faz com os carros nas ruas transversais a essas?
Um elevado desvalorizaram mais ainda os imóveis.Q por sinal n temos mais o marajoara,e neste pedaço já existem imóveis vazios.Imaginem com elevado
Vão gastar rios de dinheiro só para deixar mais bonita e não vai resolver o problema do trânsito caótico. A alameda é uma via que recebe uma rodovia estadual e desagua trânsito de Itaboraí, Maricá e são Gonçalo, tem que se ter mais vias inclusive uma exclusiva para acesso à ponte.
Quando fizeram a primeira obra de remodelação da alameda a prefeitura a época garantiu que os engarrafamentos acabariam e haveria fluxo constante com a tal da onda verde, semáforos inteligente que resolveriam o problema. O que aconteceu após o término dos trabalhos. Menos verdes, tiraram quase todas as árvores centenária, o rio alameda antigo conseguia desaguar bem as enchentes, havia poucos sinais. O viaduto saindo do ponto de cem Reis com mão dupla. Absorveria o trânsito da ponte e descendo dos vários municípios que passam pela alameda. Políticos adoram contar estórias. Moro 72 anos no fonseca. Adoram prometer. Eleições aproximando. Hoje é uma bagunça só. Qualquer batida na ponte ou na alameda param o trânsito em niterói. A solução é simples. Nunca ouviram os moradores. Fazem projetos mirabolantes que só funcionam no papel. Rodrigo é um excelente prefeito mas está mal, muito mal assessorado.
Rodrigo é um péssimo prefeito e odeia o Niteroienses, não é a toa que distribui cargos comissionados pra um número suficiente de pessoas pra sempre ser eleito
Já foi comprovado que colocar os ônibus para circular no centro da via nao resolveu nada, pelo contrário, só piorou tudo, pq os ônibus saem do meio e ocupam uma faixa da via. Além dos pedestres precisar atravessar a via, isso é muito ruim
Tem que voltar com as vias do canto, próximos das calçadas para os ônibus, assim como é na rua da Conceição.
Mobilidade não se resolve com tinta no asfalto.
Se resolve com engenharia.
Porque não se fas uma via de duas mãos, direto do getulinho até aponte, entre as duas alamedas. Essa via seria só direto p. Ponte.
Da pra fazer
Só quero ver como eles vão escoar este trânsito quando estiver em obras . Devem jogar em Tenente Jardim mais antes eles teriam que preparar o bairro para receber este trânsito .
Viaduto. Loucura.Vejam o que aconteceu no Rio Comprido. Com o viaduto da Paulo de Frontin,total desvalorização do bairro,barulho infernal no moradores dos prédios próximos. Poluição causando doenças nos moradores caos total. Creio que com o terminal do Caramujo o fluxo de ônibus reduza consideravelmente. Tem um morro que ladeira Alameda,será que não seria viável um estudo para construção se uma via.
Deveria ter uma parceria entre os municípios que são atendidos pela alameda e a sim, realizar um projeto de grande vulto com a construção de um elevado saindo do caramujo e indo até a ponte rio Niterói, desafogando as vias de acesso e transversais que cortam a alameda.
Solução tem, basta vontade política pra resolver de vez e não obra de maquiagem.
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O ideal para alameda é passar as Baias dos ônibus para a direita, concretar todo o valão como fizeram, retirar todas as árvores e com isso fazer mais uma pista de rolamento de ida e outra de volta, com isso seriam 4 pistas para cada sentido. Duplicar a subida e a descida da ponte. Duplicar a subida e a descida da Caixa d’água. Mudar o trânsito que atravessa a alameda, fazer algumas passarelas para pedestre e com isso diminuir o número de semáforos.
Obs: A cada árvore retirada, plantar 3, poderia ser no Horto.
Alameda precisa voltar com as faixas de ônibus para a direita (reduz drasticamente a quantidade de sinais e desenvolve o comércio). Precisa de faixas reversíveis de acordo com o fluxo, mais faixas de manhã sentido rio, e sentido são Gonçalo à tarde (separadas por cones). E sobre as árvores q precisarão ser cortadas, que haja uma grande contrapartida na forma de novos plantios, porém em outro local, pois estão pensando no meio ambiente, mas não pensam em quanta poluição os engarrafamentos provocam. Árvore dá p plantar em outro lugar.
Mais uma obra que não vai adiantar muita coisa. Há décadas toda população do bairro espera o viaduto, pois ele sim seria a obra que requalificaria o trânsito do bairro. O que a prefeitura vai fazer é a famosa “obra de fachada”, vai tentar deixar algumas coisas bonitas, mas sem nenhum impacto prático pros moradores. Até mesmo o aterramento da fiação foi flexibilizado. Quando o projeto foi divulgado, toda a fiação seria aterrada. Agora apenas telefonia e internet. Considerando que 70% da distribuição de energia em Niterói é oriunda de furto de energia, Rodrigo Neves não quer pagar o preço político de deixar uma boa parcela de seus eleitores sem energia.
Rio de Janeiro derrubando todos os elevados, acertadamente, e transformando em túneis e o pessoal pedindo um elevado como solução para a alameda. Projeto dos anos 70 podem ser revisados sem problema nenhum.
Um elevado do fim da Alameda ligando a ponte resolveria o problema, não é preciso se inteligência pra fazer a obra, acordem políticos, o projeto atual da prefeitura é mt bonito, mais não resolveria em nada. Ouçam o povo que são moradores e usuários da Alameda , vcs políticos estáo mt preocupados com o bolso de vcs.
Se for fazer elevado em Niterói, não pode ser só na alameda, tem que fazer da Jansen de Melo até a Roberto Silveira e no contorno também, mas tudo isso é em vão, de nada vai adiantar pra o “trânsito. Somente uma 2° ponte Rio Niterói vai dar certo, além do mais a nossa ponte já tem 50 anos e é muito usada, mais pelos vizinhos do que por nós mesmos, a melhor solução seria uma ponte Rio-São Gonçalo forçando quem é de São Gonçalo, Maricá, Itaboraí, manilha entre outros a ir por lá, a região oceânica de Niterói cresceu muito e vai continuar a crescer, fora novos apartamentos e prédios no centro, e vão levantar muito mais prédios, São Gonçalo está crescendo muito também, Itaboraí nem se fala, e esses veículos vão pra onde, até muitos moradores do RJ estão vindo morar aqui, podem se preocupar que esse dinheiro e 2 anos de mais engarrafamento diário não vai solucionar nada, lembrando que engarrafamento só é bom pra taxista, fora isso é perda de tempo e de vida !!!!
O povo está ainda na era de elevado. Elevado destrói o bairro e não melhora nada, mas um túnel seria uma boa, como está acontecendo no Rio.
Por que as autoridades só pensam em rodovias? As cidades precisam de metrô, não de ciclovias somente! Aliás Niteroi precisa de ORDEM! Chega de bikes e MOTOS em CALÇADAS!! Mais FISCALIZAÇÃO sr. Prefeito!!!
É hora de pensar no futuro. A alameda já não suporta mais o número de veículos que nela trafega. Realmente fazer viaduto em toda a extensão não é uma boa ideia, pois vai ofuscar a estética do bairro. Assim, não vejo outra solução, além do projeto de redução de linhas de ônibus e implantação dos modelos com maior capacidade, de se ganhar mais espaço com a desapropriação de imóveis ao longo da via e construção de passarelas para melhorar o fluxo dos veículos e facilitar as mobilidades dos pedestres.
Um viaduto seria o último prego no caixão do Fonseca. A solução está no subsolo, seja com um túnel ou uma linha de metrô ligando o getulinho com as barcas e eventualmente o centro do Rio.