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Início Berenice Seara

Berenice Seara

18/03/25 13:12
  • Berenice Seara Berenice Seara

Casa cheia e mais treta na reunião da Câmara sobre novo projeto da Força Municipal de Segurança

Casa cheia: pelo menos 40 vereadores comparecem à reunião convocada pela Prefeitura do Rio para apresentação técnica do projeto de criação da Força Municipal de Segurança

Casa cheia: pelo menos 40 vereadores comparecem à reunião convocada pela Prefeitura do Rio para apresentação técnica do projeto de criação da Força Municipal de Segurança - Foto: Divulgação/CMRJ

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A reunião de esclarecimentos técnicos sobre o projeto da Força Municipal de Segurança, na manhã desta terça-feira (18), na Câmara do Rio, foi marcada pelas dúvidas — e por muita treta, claro. Pelo menos 41 dos 51 vereadores compareceram ao encontro convocado pela Prefeitura do Rio.

Amanhã será realizada a primeira audiência pública sobre o assunto.

O executivo foi representado por Leandro Matieli, secretário chefe da Casa Civil; Thiago Dias, do Gabinete do prefeito Eduardo Paes (PSD); e Carlos Raposo, subprocurador-Geral do município.

As ausências sentidas foram as do secretário municipal da Ordem Pública, Brenno Carnevale, e do vice-prefeito Eduardo Cavaliere, que já havia sido escalado por Paes para defender o projeto.

Novo projeto da Força Municipal de Segurança continua dividindo a casa

Tudo seguia entre dúvidas e contestações, com o presidente da Comissão de Segurança e líder do PL na casa, Rogério Amorim, fazendo várias intervenções bélicas direcionadas a Thiago Dias e Raposo, sem provocar muita repercussão.

Até que o novato Felipe Pires, do PT, pediu a palavra.

“Vivi para ver o PL ser contra o projeto de guarda armada”, disse o rapaz.

No que foi imediatamente respondido por Amorim.

“O senhor está me desrespeitando!”, bradou.

Foi o que bastou para começar o bate-boca.

Coube ao presidente da Câmara, Carlo Caiado (PSD), pôr ordem na casa.

“Isso não é um debate, estamos no momento de ver a parte técnica do projeto de criação da Força Municipal de Segurança”, encerrou a treta.

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Caiado põe ordem na reunião técnica realizada na Câmara – Foto: Divulgação/CMRJ

Escrito por:

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Naves do Conhecimento abrem sete mil vagas para cursos e oficinas em 12 unidades no Rio

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Comentários 24

  1. Anderson says:
    há 2 anos

    PROJETO TOTALMENTE INCONSTITUCIONAL NO QUE SE REFERE A CONTRATAR CPORS PARA A FUNÇÃO…..
    O QUE SE DEVE FAZER É TOTNAR A GUARDA MUNICIPAL DO RIO POLÍCIA MUNICIPAL COMO MSNDS A LEI.

    Responder
  2. Bruno de Souza says:
    há 2 anos

    Matiele precisa trabalhar é na instituição dele a polícia militar,não elaborar projeto para beneficiar cargos políticos com prefeito, se querem fazer façam cumprir a lei que único órgão de segurança pública municipal é a guarda municipal.

    Responder
  3. Marcello Mac Cormick says:
    há 2 anos

    Concordo plenamente!

    Responder
  4. Alexandre says:
    há 2 anos

    Se o prefeito quisesse fazer pela segurança ele começaria fazendo com segurança por aqueles que há 30 anos

    Responder
  5. Alexandre says:
    há 2 anos

    Plano totalmente inconsistente, fica mais fácil fazer o certo do que o errado. Polícia municipal já.

    Responder
  6. Braian says:
    há 2 anos

    Projeto inconstitucional , aberração jurídica debatida por pessoas que não entendem nada, discute o futuro da população com egos, a PMERJ está entranhada na prefeitura querendo o protagonismo a total ,
    Já roubou o fardamento azul marinho das polícias municipais
    Fazem mais extras nas prefeituras do que pondo seus efetivos na rua.
    O rio de janeiro não é para amadores , brigas por cargos isso que vejo.

    Responder
  7. PAULO SERGIO says:
    há 2 anos

    A guarda já exerce o papel de segurança pública no âmbito municipal em vários municípios do Brasil, só aqui na capital do RJ que tem esse problema de reconhecimento da sua guarda municipal.
    Só basta cumprir o estatuto das Guardas lei 13022/14 e colocar a guarda no seu devido papel na segurança pública municipal.
    GM e Polícia Municipal!!!

    Responder
  8. Cleber says:
    há 2 anos

    Será que o presidente da casa não tá vendo ou não tem um jurídico sério pra falar que e inconstitucional isso que o prefeito tem que usar a lei ou seja cumpri a lei como manda o STF

    Responder
  9. Miguel says:
    há 2 anos

    Estão forçando a barra para apadrinhar com secretarias e cargos soldados de campanha do prefeito, pricipalamente uma penca de PMs de alta patente que estão alocados pelos gabinetes na prefeitura.
    Essa (milícia municipal) do Prefeito Eduardo Paes veio bem a calhar, não se enganem, o povo esta em segundo plano.
    É assustador o Fato de vereadores eleitos pelo povo, que juraram na posses, defender a Constituição Federal do Brasil, fecharem os olhos alegando fidelidade partidária.
    Lamentável que em uma casa de Leis, tenhamos analfabetos com mandato e outros com interesses que não visa o bem da sociedade carioca.
    Já é sabido, que o custo do projeto é um assalto ao bolso da sociedade.
    Ao invés de modernizar e treinar que tem a real e legal responsabilidade” Guarda Municipal conforme CF/88″, o Rio de Janeiro capital prefere ir na contramão em relação às demais guardas do Brasil e ignorar as decisões da Suprema corte STF.
    Isso é um escárnio, um descalabro jurídico.

    Responder
  10. José Humberto says:
    há 2 anos

    O PL não é contra a guarda municipal armada, mas é contra esse projeto absurdo e inconstitucional do prefeito. Por que não faz o simples e barato: plano de carreira prometido pra GM RIO, estrutura e capacita os guardas e os arma conforme a PF deliberar. Essa força municipal de segurança não existe em lugar nenhum da CF e fere a lei 13022. Enquanto isso em Araruama a guarda municipal agora é polícia municipal armada e sem invenções.

    Responder
  11. Alexandre says:
    há 2 anos

    NÃO ESTÃO CRIANDO UMA GUARDA ARMADA E TODOS SABEM! ESTÃO CRIANDO UM MILÍCIA ARMADA DO PREFEITO SEM OS GUARDAS.SEM A VERDADEIRA GUARDA MUNICIPAL. COMPLETAMENTE INCONSTITUCIONAL.

    Responder
  12. Ronaldo Alves de Souza says:
    há 2 anos

    Um projeto de lei CRIMINOSO. Rasga a constituição federal, cospe na cara dos guardas municipais da cidade do rio de janeiro e zomba da inteligência do povo carioca. Incrível que é sabido ha anos ( está na constituição) que os municípios também são responsáveis pela segurança pública, mas aqui, ao contrário de várias cidades onde as Gcms atuam como polícia dando segurança ao munícipe, se preferiu subutilizarar a guarda municipal unicamente para trabalharem como JAGUNÇOS dos prefeitos para ficarem atrás dos trabalhadores informais ( camelô) . Agora ,de forma totalmente criminosa, se tenta utilizar do CNPJ da GCM carioca, contratando agentes temporários do CPOR ( pessoas totalmente desqualificadas e sem experiência em segurança pública nas cidades e sendo pagos a PESO DE OURO) com salários maiores que um PRF para atender anseios eleitorais do prefeito e agraciar os amigos dos amigos com esses cargos ( que constitucionalmente, só podem ser exercidos por funcionários de CARREIRA). Já existe parecer do supremo tribunal que dá o devido entendimento legal sobre o poder de polícia das guardas municipais. , mas aqui no RJ, se resolve criar uma milicia armada SEM VÍNCULO NENHUM COM A GUARDA MUNICIPAL, usando jogos de palavras para ludibriar a opinião pública e tentando a todo custo dar um ar de “legalidade”. O prefeito não tem que inventar nada. Basta seguir a carta magna , a lei 13.022 , entre vários e treinar os guardas municipais para trabalhar com armas, pois experiência eles tem de sobra

    Responder
    • Luiz Claudio says:
      há 2 anos

      Esse projetor já começou cheio de falhas….,só seguir o que as leis mandam e seguir e exemplos de outras guardas armadas que.ja vem dando certo alguns anos… .
      Não tem como mesclar uma instituição com jovens oriundos do quadro CPOR ,esses mesmos não têm experiência alguma com o serviço de patrulhamento de ruas.
      A opção melhor seria preparar todo o efetivo da GM como regra as leis e a mudança do art.144 da constituicao .

      Responder
  13. Ronaldo Alves de Souza says:
    há 2 anos

    Publiquei esse texto é estou aguardando para ver se realmente passa pelos moderadores:
    *Tentativa de Alteração da Guarda Municipal para “Força Municipal de Segurança” e a Contratação de Ex-Integrantes do CPOR para Policiamento Armado: Análise Jurídica*

    O prefeito Eduardo Paes propôs a mudança do nome da Guarda Municipal para *”Força Municipal de Segurança”*, além de planejar a **contratação de ex-integrantes do CPOR para realizar policiamento armado nas ruas do município**. No entanto, essa iniciativa enfrenta *obstáculos legais e constitucionais* graves, pois contraria a *Lei Federal 13.022/2014 (Estatuto Geral das Guardas Municipais), o artigo 144 da Constituição Federal e o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003)*, além das recentes decisões do STF sobre a atuação da Guarda Municipal.

    *1. Mudança do Nome da Guarda Municipal: Violação à Lei Federal 13.022*

    A Guarda Municipal está *expressamente prevista na legislação federal* como uma instituição de segurança pública vinculada ao município. A *Lei Federal 13.022/2014* estabelece *normas nacionais* para a organização, estrutura e atuação das Guardas Municipais.

    Alterar o nome da instituição para *”Força Municipal de Segurança”* cria um problema legal, pois:

    – *O nome “Guarda Municipal” é o único previsto na Lei 13.022* para a força de segurança do município.
    – *O prefeito não pode criar uma nova estrutura de segurança pública municipal* com um nome diferente sem respaldo legal federal.
    – *Qualquer alteração estrutural da segurança pública exige mudança na Constituição Federal*, o que depende do Congresso Nacional e não da prefeitura.

    Portanto, essa mudança de nome pode ser considerada *ilegal e inconstitucional*, podendo ser questionada judicialmente por vereadores, Ministério Público ou diretamente *pelos guardas municipais*.

    *2. Contratação de Ex-CPOR para Policiamento Armado: Inconstitucionalidade e Ilegalidade*

    *a) Competência sobre Porte de Arma de Fogo: Somente a União Pode Legislar*

    O **Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003)** define **quais entidades públicas podem ter porte de arma de fogo** e quais servidores podem exercer atividades armadas. Essa legislação é de *competência exclusiva da União* e *não pode ser alterada por leis municipais*.

    Isso significa que:

    – O prefeito *não tem poder para autorizar porte de arma de fogo* para ex-integrantes do CPOR ou qualquer outro grupo.
    – A legislação federal **não prevê** que ex-militares temporários (como os formados pelo CPOR) tenham direito automático ao porte de arma para atuação municipal.
    – Somente instituições autorizadas pelo **Estatuto do Desarmamento e regulamentadas pela Polícia Federal ou Exército** podem armar seus agentes.

    Ou seja, mesmo que o município deseje armar um grupo de ex-militares, *isso não tem base legal e pode ser impugnado judicialmente*.

    *b) Violação das Decisões do STF e da Constituição Federal*l*

    O *Supremo Tribunal Federal (STF)* já decidiu que *o policiamento de proximidade e ostensivo é competência exclusiva da Guarda Municipal*, conforme o *artigo 144 da Constituição Federal*. Isso significa que:

    – Criar uma “força municipal paralela” para atuar como polícia *afronta diretamente a Constituição*.
    – Ex-integrantes do CPOR não são *servidores públicos municipais concursados*, logo
    *não podem exercer funções de policiamento*.
    – Qualquer tentativa de atribuir a ex-militares o policiamento ostensivo no município *pode ser considerada usurpação de função pública* e passível de questionamento na Justiça.

    Se a prefeitura insistir nessa medida, o Ministério Público ou mesmo os tribunais podem *barrar a iniciativa e invalidar os atos administrativos relacionados*.

    *3. O Papel da Guarda Municipal na Segurança Pública e a Tentativa de Usurpação de Função*

    A *Guarda Municipal é a única força de segurança pública municipal reconhecida pela Constituição e pela Lei 13.022*. Suas atribuições incluem:

    – *Policiamento de proximidade e ostensivo* dentro do município.

    – *Proteção da população e do patrimônio público municipal*.

    – *Apoio a outros órgãos de segurança*, sem substituir as forças estaduais e federais.

    Ao tentar criar uma “Força Municipal de Segurança” paralela, armada e composta por ex-militares, o prefeito Eduardo Paes pode estar:

    1. *Usurpando as funções da Guarda Municipal*, que já tem previsão legal para atuar na segurança pública do município.

    2. *Criando um grupo paramilitar sem amparo constitucional*, o que pode ser considerado ilegal.

    3. *Viabilizando um policiamento armado municipal sem base na lei federal*, podendo ser alvo de ações judiciais.

    *Conclusão*

    A proposta do prefeito Eduardo Paes *enfrenta diversos entraves legais* e pode ser considerada inconstitucional por:

    – *Alterar o nome da Guarda Municipal sem respaldo na Lei Federal 13.022*.
    – **Criar um policiamento armado paralelo sem previsão constitucional**.
    – *Autorizar porte de arma para um grupo que não tem amparo na legislação federal*.
    – *Contrariar as decisões do STF sobre o papel da Guarda Municipal na segurança pública*.

    Caso essa iniciativa avance *vai ter judicialização da questão* e *vamos pedir intervenção do Ministério Público, questionaremos na Justiça e será solicitada a anulação de atos administrativos ilegais*.

    Responder
    • Luiz Claudio says:
      há 2 anos

      Não tem como dar certo essa mistura de GM com CPOR.
      Gm já tem experiência nas ruas e os.oficiais cpor não.
      GM está na constituicao e no art.144 e tem lei que regulamenta a lei 13022 federal.

      Responder
  14. Alves says:
    há 2 anos

    Projeto que invalida as leis que a própria Suprema Corte validou e que hoje trará grande contribuição para a nossa SOCIEDADE carioca. Pois no âmbito da nossa Segurança pública ,as GUARDAS municipais de todo o Brasil estão incluídas no art 144 da CF 88. Merecendo o destaque com as leis 13022/14 ADPF 995 consolidadas no SUSP (Sistema único de Segurança Pública) . E que ao criar uma outra força que não seja Guarda Municipal, torna se Crime por violação da nossa Constituição.

    Responder
  15. Paulo Daniel says:
    há 2 anos

    Estou com nojo dessa política nojenta… vendem a alma pro diabo em troca de poder

    Responder
  16. CLAUDIO PINTO PEREIRA says:
    há 2 anos

    Aberração jurídica, STF nele.

    Responder
  17. Raphael says:
    há 2 anos

    Projeto eleitoreiro , A pergunta é simples: Porque não faz a contratação pela Autarquia GMRIO? As normas gerais respaldam juridicamente Instituição Guarda municipal, a lei Federal 13022/14 é uma lei específica da Guarda municipal, que foi criada com previsão legal no parágrafo 8 do artigo 144, como disse o excelentíssimo Ministro Dino , não pode criar outra força de segurança, para cumprir desejos pessoais, conforme a velha política rsrsrs . Se essa casa aprovar um projeto inconstitucional, realmente o último apaga a Luz , uma casa que deveria legislar tecnicamente e fiscalizar o prefeito vai ficar desacreditada pela população… E supremo vai derrubar essa inconstitucionalidade.

    Responder
  18. Rafael says:
    há 2 anos

    É um absurdo ter que discutir isso na Câmara de Vereadores, sem nenhum questionamento quanto a legalidade e inconstitucionalidade, justamente na casa das leis. Este projeto está indo contra a Constituição Federal, contra o Estatuto Geral das Guardas Municipais lei federal 13022, contra a Lei do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), Contra a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 995). E contra a decisão mais recente do STF sobre as Guardas realizarem Policiamento Ostensivo no âmbito das cidades. Os vereadores que votarem a favor desta aberração deveriam responder por improbidade administrativa e serem presos.

    Responder
  19. lázaro N Silva says:
    há 2 anos

    Prefeito deveria responder por essa aberração assim como os vereadores que votarem a favor desse projeto ilegal e inconstitucional…..as Guardas Municipais são descritas no ART 144 da Constituição como Únicos órgãos de segurança do Município….isso é uma aberração Jurídica…e também Prova o quanto os políticos são inescrupulosos…fingem não conhecer as leis e a constituição por troca de benefícios e secretárias

    Responder
  20. lázaro N Silva says:
    há 2 anos

    O Vereador que vota a favor de um Projeto desse mostra o quanto é incompetente para o exercio da função..porque desconhece as leis ..

    Responder
  21. Marcelo Maia Alecrim says:
    há 2 anos

    projeto INCONSTITUCIONAL !

    Responder
  22. Alvanito Dos Santos Neto says:
    há 2 anos

    Seria bom dar mídia e muita clareza pra sociedade saber que os parlamentares parecem desconhecer a cartilha que eles mesmos trabalham, a lei. E querem empurrar goela abaixo ato totalmente inconstitucional.

    Responder

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Mais notícias

Rio de Janeiro

Naves do Conhecimento abrem sete mil vagas para cursos e oficinas em 12 unidades no Rio

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Redação

25/09/2026 09:47

A Prefeitura do Rio anunciou a abertura de sete mil vagas para cursos das Naves do Conhecimento, iniciativas da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (SMCTI) voltadas para diferentes faixas etárias que ampliam as oportunidades de capacitação e inclusão digital. As 12 Naves do Conhecimento da cidade estão com inscrições abertas para cursos, oficinas e eventos a serem realizados em outubro.

A programação conta com áreas como tecnologia, inovação, empreendedorismo, programação, robótica, inteligência artificial e cultura digital. A variedade de conteúdos chama atenção, com oficinas que vão desde Anime os seus desenhos com o Animated Drawings a cursos de Excel, IT Essentials e fundamentos de IA.

As inscrições devem ser realizadas por meio da plataforma Oportunidades Cariocas.

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Transparência

Couto está sem tinta na caneta, mas Casa Civil aplica goleada de nomeações, com 31 x 19; no Desenvolvimento Social, porém, é dia de exonerações em massa

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Redação

25/09/2026 08:50

A semana chega ao fim exatamente do mesmo jeito que começou: com a caneta do governador em exercício Ricardo Couto completamente sem tinta. Enquanto o chefe do Executivo assiste a tudo do banco de reservas sem assinar um único ato de pessoal, a Secretaria de Estado da Casa Civil jogou sozinha no Diário Oficial e aplicou uma goleada administrativa de 31 a 19 a favor das nomeações.

Aos poucos, o placar diário do governo mostra que a conta não fecha para quem busca enxugar a máquina: entra dia, sai dia, o volume de novos contratados engole o de dispensados.

Nas exonerações, o destaque é da Secretaria de Desenvolvimento Social

Enquanto no geral mais entra do que sai, na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos o movimento foi inverso. A pasta viveu uma onda de exonerações em massa, com a saída de 12 servidores — a maioria ocupante de cargos de apoio e chefia de gabinete — contra apenas três nomeações.

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COM FÁBIO MARTINS

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Rio de Janeiro

‘Não sou bandida’: Verônica Costa diz que é ‘vítima de um erro’ da Justiça ao ser presa por tortura do ex-marido; ex-vereadora trocou de carros para despistar policiais

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25/09/2026 08:46

Presa na noite desta quinta (24), a ex-vereador Verônica Costa disse que foi “vítima de um erro do Judiciário” e que não é criminosa. Condenada por torturar o ex-marido, ela comentou a prisão enquanto era levada por Policiais Civis à sede da Polinter.

“Não sou nenhuma bandida, nenhuma marginal ou homicida. Aqui tem uma mulher que teve uma arma apontada para a cabeça e que foi vítima de um erro do Judiciário. Eu sempre admirei o Judiciário. Estou triste, sem acreditar no que está acontecendo. Mas aqui não há nenhuma bandida, nenhuma corrupta. Há uma mulher que trabalhou muito pelo povo e que não merece passar por isso. Isso é maldade”, disse a “Mãe Loira do Funk”.

Além dela, os agentes também prenderam o seu irmão, Bruno Chaves Ribeiro, também condenado de prisão. A irmã dela, Tatiane Chaves Ribeiro, e o marido Bruno Marcelo Bahia Marques também foram presos.

Quatro carros foram usados para despistar agentes, segundo Polícia

Verônica era alvo de ordem de prisão desde a manhã e passou o dia foragida. Agentes estiveram no apartamento dela, no recreio, durante a manhã, mas encontraram oimóvel vazio e com os cachorros de estimação da ex-vereadora abandonados no local.

À noite, ela foi encontrada em Araras, distrito de Petrópolis. Segundo a Polícia Civil, ela trocou de carro pelo imenso quatro vezes no caminho até o município da Região Serrana para tentar despistar os agentes.

Episódio de tortura aconteceu em 2011

Verônica Costa responde por um episódio de tortura denunciado pelo empresário Márcio Costa, seu ex-marido, em 2011. Segundo a investigação e o relato apresentado à época, ele teria sido amarrado e agredido, além de sofrer ameaças. Em entrevista ao jornal O Globo, em 2019, Márcio afirmou que teve os pés e os pulsos presos e que uma substância inflamável teria sido jogada sobre seu corpo.

A ex-vereadora sempre negou ter torturado o ex-marido. Na época, Verônica Costa apresentou outra versão para o episódio e acusou Márcio de uso de drogas, além de afirmar que ele teria entrado em sua residência sem autorização e levado objetos.

Ela foi condenada a 10 anos e 8 meses de prisão. A ordem de prisão foi expedida após o trânsito em julgado do processo.

Com informações da TV Globo.

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Rio de Janeiro

Rioprevidência: TCE-RJ arquiva processo de 2016 sobre irregularidades na autarquia; prescrição livra Sérgio Cabral de multa

Foto de Redação
Redação

25/09/2026 08:08

O Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) arquivou um processo que investigava irregularidades na gestão do Rioprevidência entre 2005 e 2015. Apesar de confirmar falhas que contribuíram para o colapso financeiro do estado, o tribunal não vai aplicar a multa de R$ 150 mil ao ex-governador Sérgio Cabral; a punição prescreveu porque se passaram sete anos desde a conclusão da análise, em 2016.

A investigação do TCE-RJ concluiu que a administração de Cabral não realizou o ajuste fiscal necessário para evitar um rombo no fundo previdenciário. Entre as principais irregularidades identificadas estavam a descapitalização do Rioprevidência e uma dívida de R$ 3,7 bilhões do Tesouro estadual com o órgão.

O processo também apontou a ausência de recomposição de R$ 5 bilhões em certificados financeiros antecipados e a transferência de R$ 450 milhões do fundo para o Tesouro em troca de um terreno no Leblon.

Pezão e ex-presidente do Rioprevidência foram absolvidos

Desde a conclusão da análise do caso, a multa não foi cobrada a Sérgio Cabral. Corrigido, o valor da punição chegaria a R$ 218 mil.

Outros dois nomes citados na apuração do tribunal acabaram livres de sanções. O ex-governador Luiz Fernando Pezão e o ex-presidente do Rioprevidência, Gustavo Barbosa, já haviam recebido a absolvição do plenário do TCE-RJ ao longo das etapas anteriores do julgamento.

TCE-RJ calculou débito de R$ 10,6 bilhões

Em 2019, o TCE-RJ já havia determinado que o Tesouro acumulava um débito total de R$ 10,6 bilhões com o Rioprevidência. Para tentar cobrir o rombo nas contas públicas, o órgão passou a realizar operações de antecipação de receitas dos royalties do petróleo.

No entanto, a operação envolvia o pagamento de juros altos e comprometeu ainda mais o orçamento das gestões futuras. O ápice do colapso financeiro ocorreu em 2016, quando o governo do estado atrasou o pagamento dos salários, aposentadorias e pensões de mais de 205 mil servidores públicos.

Com informações da “TV Globo”.

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Rio de Janeiro

Rua das Laranjeiras fica parcialmente fechada para manutenção após asfalto afundar

Foto de Redação
Redação

25/09/2026 08:04

Duas faixas da Rua das Laranjeiras, uma em cada sentido, seguem interditadas nesta sexta-feira (25) para manutenção da via. O reparo acontece após parte do asfalto ceder, na última quinta-feira (24), na altura do Hospital de Cardiologia.

Ainda na quinta-feira, o Centro de Operações e Resiliência (COR) disse que a CET-Rio atuava no local e que a Secretaria de Conservação (Seconserva) e a Águas do Rio foram acionadas.

Equipes da concessionária Águas do Rio realizam a vistoria das redes de água e esgoto no local e agentes de trânsito atuam na região para organizar o fluxo de veículos. Ainda não foi informada a previsão de normalização do trânsito na Rua das Laranjeiras.

Captura de Tela 97
Asfalto afundou na quinta (24) — Foto: Reprodução

O que disse a Prefeitura do Rio

A prefeitura enviou uma nota sobr eo caso:

“A Prefeitura do Rio informa, por meio da Secretaria de Conservação, que acionou a Concessionária Águas do Rio – responsável pela situação – para realização dos reparos necessários no endereço da ocorrência”

Com informações de G1.

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Rio de Janeiro

Linha 3 do metrô: BNDES, governo do estado e UFRJ assinam acordo para atualizar projeto de ligar São Gonçalo, Niterói e Rio, além de expansão das linhas 2 e 4

Foto de Redação
Redação

25/09/2026 07:31

O antigo projeto de uma Linha 3 para o sistema de metrô, ligando os municípios de São Gonçalo e Niterói ao Rio, vai voltar a ser discutido pelo governo do estado. Nesta sexta (25), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assina um acordo com o estado e com o instituto de pesquisa Coppe, da UFRJ, para atualizar os estudos para o projeto.

Representantes dos três órgãos se reúnem por volta das 16h, no Palácio Guanabara, para fechar a parceria, que prevê, ainda, renovar os estudos para expansão da Linha 2 (Estácio-Praça XV) e da Linha 4 (Barra-Recreio).

A parceria já conta com R$ 20 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e R$ 26 milhões oriundos de emendas parlamentares destinados à universidade.

Linha 3 do metrô e expansões vão depender de atualizações no Plano Diretor

Apesar da assinatura do termo de cooperação, o BNDES ainda não informou se fará o investimento de recursos próprios nas futuras obras. O avanço prático do planejamento vai depender da próxima gestão do governo do estado, que precisará atualizar o Plano Diretor de Transportes Urbanos (PDTU) para recalcular a demanda de passageiros.

A prioridade do pacote de estudos deve ser a ampliação da Linha 2; o projeto prevê expandi-la para trecho de quatro quilômetros entre Estácio e Praça XV. Segundo a concessionária MetrôRio, a obra pode aumentar a capacidade de oferta do sistema em mais de 35% e preparar a malha rodoviária para a futura conexão com a Linha 3 do metrô.

A integração da Linha 3 com a Praça XV, por sua vez, traz alto potencial de atração de passageiros da região Metropolitana e deve aliviar o tráfego da Ponte Rio-Niterói, segundo os estudos preliminares.

Com informações do jornal “O Globo”.

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Berenice Seara

A joia da coroa: Flávio Bolsonaro vem ao Rio e a disputa pela pulseirinha que dá acesso a palanque e carro de som já é de vida ou morte

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Berenice Seara

25/09/2026 07:00

O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, desembarca hoje no Rio e vai direto à formatura de soldados no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar (CFAP), em Sulacap, na Zona Oeste da capital. Com o candidato ao governo, Douglas Ruas (PL), claro.
Mas é a agenda deste sábado (26) que está dando muita dor de cabeça para os dirigentes do PL. Flávio Bolsonaro vai a São João de Meriti, na Baixada Fluminense; e a Jacarepaguá, na Zona Sudoeste. Candidato em ascensão, bem posicionado nas pesquisas de intenção de votos — prato cheio para os aspirantes conservadores a cargos de deputado estadual e federal.
E são centenas deles, não só do PL como dos partidos aliados

A batalha sangrenta por estar ao lado de Flávio Bolsonaro

O resultado é que a pulseirinha que dá acesso às áreas consideradas VIPs — aos palanques, carros de som e trechos restritos — neste momento valem mais que votos.
A guerra é sangrenta.
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Polícia

Ex-vereadora Verônica Costa, a ‘Mãe Loira’ do funk, condenada por torturar o ex-marido, é presa em Petrópolis

Foto de Redação
Redação

24/09/2026 20:43

A ex-vereadora e empresária Verônica Costa, conhecida como “Mãe Loira do Funk”, foi presa na noite desta quinta-feira (24), em Araras, distrito de Petrópolis, na Região Serrana do Rio. Ela era procurada pela Polícia Civil desde quarta-feira (23), quando agentes foram a um endereço ligado à ex-parlamentar, na Barra da Tijuca, mas não a encontraram.

Verônica foi localizada no Vale das Videiras, em Petrópolis, durante buscas realizadas pela Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter). Ela foi presa para começar a cumprir a pena de 10 anos e 8 meses de prisão, em regime inicialmente fechado, pela condenação por tortura do ex-marido, Márcio Costa.

A ordem de prisão foi expedida pela 16ª Vara Criminal do Rio, depois que o processo chegou ao fim e a condenação se tornou definitiva. A decisão foi assinada pela juíza Daniele Lima Pires Barbosa.

Caso começou em 2011

O caso veio à tona em fevereiro de 2011, quando Márcio Costa procurou a polícia e denunciou ter sido agredido e submetido a tortura dentro de casa.

Segundo a investigação e o relato apresentado à época, ele teria sido amarrado e agredido, além de sofrer ameaças. Em entrevista ao jornal O Globo, em 2019, Márcio afirmou que teve os pés e os pulsos presos e que uma substância inflamável teria sido jogada sobre seu corpo.

Verônica sempre negou ter torturado o ex-marido. Na época, ela apresentou outra versão para o episódio e acusou Márcio de uso de drogas, além de afirmar que ele teria entrado em sua residência sem autorização e levado objetos.

Pena foi aumentada

A primeira condenação ocorreu em 2019, quando Verônica recebeu pena de 5 anos e 10 meses de prisão.

Em 2023, após recurso apresentado pelo Ministério Público do Rio, a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio aumentou a pena para 10 anos e 8 meses e determinou o cumprimento inicial em regime fechado. O colegiado também manteve a perda do mandato de vereadora.

Os recursos apresentados posteriormente pela defesa não alteraram a condenação. Segundo informações divulgadas sobre o caso, o Superior Tribunal de Justiça rejeitou, em 2024, um recurso da defesa de Verônica.

Outros condenados

Outras quatro pessoas foram condenadas no mesmo processo. Bruno Chaves Ribeiro, irmão de Verônica, recebeu pena de 10 anos e 8 meses. Tatiane Chaves Ribeiro, Bruno Marcelo Bahia Marques e Sebastião de Oliveira Evangelista foram condenados a 10 anos de prisão cada um, todos com regime inicial fechado.

Segundo as informações divulgadas nesta quinta-feira, Bruno, Tatiane e Bruno Marcelo também foram presos durante a ação. Sebastião permanece foragido.

Verônica Costa ficou conhecida nacionalmente como “Mãe Loira do Funk” antes de entrar para a política. Ela exerceu mandatos como vereadora do Rio e ganhou projeção no funk carioca.

Com informações do g1

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Política

Datafolha: 46% aprovam Ricardo Couto como governador do Rio; 32% desaprovam

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Redação

24/09/2026 19:07

O governo de Ricardo Couto é aprovado por 46% dos fluminenses, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24). Outros 32% desaprovam a atuação do governador em exercício, enquanto 22% não souberam ou não quiseram responder.

O levantamento foi realizado após cinco meses de Couto à frente do governo do estado do Rio de Janeiro e mostra uma pequena oscilação em relação à pesquisa anterior. Em 11 de setembro, 45% aprovavam a gestão do governador, enquanto 34% a desaprovavam.

Já na avaliação geral da administração estadual, 27% dos entrevistados consideram o governo ótimo ou bom. O percentual é o mesmo registrado no levantamento anterior.

Outros 38% classificam a gestão como regular, ante 39% na pesquisa anterior. Já 18% avaliam o governo como ruim ou péssimo, contra 17% anteriormente.

A parcela que não soube ou não quis responder ficou em 16%.

O Datafolha ouviu 1.204 pessoas entre os dias 22 e 24 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RJ-02205/2026.

Com informações do portal “g1”.

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Política

Datafolha: Benedita tem 19% na disputa pelo Senado no RJ; cinco estão empatados em segundo

Foto de Redação
Redação

24/09/2026 18:39

A deputada federal e ex-senadora Benedita da Silva (PT) aparece com 19% das intenções de voto na disputa por uma das duas vagas do Rio de Janeiro no Senado, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (24). Carlos Jordy (PL) e Carlos Portinho (PL) têm 12% cada.

Na sequência, aparecem Pedro Paulo (PSD), com 9%, Marcelo Crivella (Republicanos), com 7%, e Mônica Benício (PSOL), com 6%.

Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, Jordy, Portinho, Pedro Paulo, Crivella e Mônica Benício estão tecnicamente empatados na disputa pela segunda vaga ao Senado.

Waguinho (Republicanos) registra 3%. Marcos Dias (Podemos) e Comandante Ribeiro Afonso (Democrata) aparecem com 2% cada. Outros seis candidatos têm 1% das citações: Luciano Mattos (PRTB), Vinicius Benevides (UP), Helio Secco (Missão), Paula Falcão (PSTU), Michelly Xavier (UP) e Luiz Eugênio (PCO). Ó Clemente (Democrata) foi citado, mas não atingiu 1%.

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