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    Panfletos falsos em Nova Iguaçu: coligação de Eduardo Paes recorre à Justiça Eleitoral

    Foto de Paes, número do PL: panfletos falsos aparecem em torno de seções de Nova Iguaçu; PSD recorre à Justiça Eleitoral

    Anthony Garotinho votou neste domingo (4) no Catete, na Zona Sul do Rio, e afirmou que, a princípio, não pretende apoiar Eduardo Paes ou Douglas Ruas em um eventual segundo turno — Foto: Reprodução

    Garotinho vota no Catete e, a princípio, descarta apoio a Paes ou Ruas no segundo turno

    Douglas Ruas vota em São Gonçalo: 'expectativa boa'

    Tudo em casa: Douglas Ruas vota pela manhã em São Gonçalo e vai acompanhar a apuração na sede do PL no município

    Lula vota em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin, neste domingo (4).

    Lula vota em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e afirma estar confiante na reeleição

    Eduardo Paes votou na manhã deste domingo (4) no Gávea Golf Club, em São Conrado, na Zona Sul do Rio. O candidato chegou ao local por volta das 8h50. — Foto: Divulgação

    Paes vota na manhã deste domingo no Gávea Golf Club, na Zona Sul do Rio

    Flávio Bolsonaro, na cabine de votação, em Vila Isabel

    Flávio Bolsonaro vota em Vila Isabel, no Rio, e diz esperar que a eleição acabe no primeiro turno

    Não esqueça a colinha e o guarda-chuva. E bom voto!

    Documento, colinha e guarda-chuva: o que saber antes de votar neste domingo no Rio

    Datafolha para o Senado mostra Benedita da Silva à frente, seguida por Carlos Portinho e Carlos Jordy

    Datafolha para o Senado: considerando os votos válidos, Benedita tem 26%; Portinho, 19% e Jordy, 18%

    Datafolha: Eduardo Paes continua na frente, com Douglas Ruas em segundo

    Último Datafolha do primeiro turno: nos votos válidos, Eduardo Paes tem 46% e Douglas Ruas, 38%

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    Na eleição de 2022, o Largo de São Francisco da Prainha bombou durante a apuração dos votos; lei seca

    Lei Seca só pra quem dirige: com venda de bebida liberada, bares do Rio terão até samba para acompanhar a apuração dos votos

    Chuva forte provoca queda de árvores em diferentes pontos do estado e interdita a RJ-142, entre Casimiro de Abreu e Nova Friburgo

    Chuva forte provoca queda de árvores em diferentes pontos do estado e interdita a RJ-142, entre Casimiro de Abreu e Nova Friburgo

    Chuva encobre a paisagem do Rio neste sábado (3), primeiro dia do fim de semana. Previsão aponta tempo fechado ao longo do dia e mudança nas condições climáticas no domingo (4), dia da eleição.

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    Vans e ônibus de transporte escolar vão poder usar faixas do BRS no Rio entre 11h e 14h

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    Consulado dos Estados Unidos

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    Uruan, o ex-secretário que pode ter que restituir R$ 15,5 milhões

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    Hospital Geral da Japuíba, em Angra dos Reis: unidade está entre as estruturas de saúde afetadas pela situação financeira que levou à contratação emergencial de serviços pela prefeitura.

    Conta salgada de R$ 106 milhões faz atraso da Prefeitura de Angra levar a contrato emergencial para manter hospital funcionando

    Sede da Cedae, no Centro do Rio — companhia é alvo de questionamentos no TCE-RJ sobre a disputa pela licitação de R$ 89 milhões do Novo Guandu.

    Pule de dez? Disputa por licitação de R$ 89 milhões da Cedae para o Novo Guandu chega ao TCE

    O projeto da obra que vai ligara a Estrada da Posse à a Avenida Brasil, na Zona Oeste

    Luz no fim do túnel? Prefeitura do Rio autoriza cessão de contrato de R$ 212,9 milhões para obra de ligação viária na Zona Oeste, mas OECI permanece no negócio

    O deputado estadual Alan Lopes, autor da representação que levou o TCE-RJ a suspender a contratação do novo sistema estadual de bilhetagem sem licitação. Foto: Divulgação/Alerj.

    Após denúncia de deputado, possibilidade de contratação do novo sistema de bilhetagem do estado sem licitação é suspensa pelo TCE-RJ

    Campanhas eleitorais injetaram quase meio bilhão de reais na economia do estado em 2026

    Quem paga a conta? Campanhas no Rio já movimentam R$ 484,5 milhões, e 90% são recursos públicos

    Os salários dos administradores e conselheiros da Cedae deverão ser publicados no site da companhia

    Ops, falha nossa: Cedae só manteve regras sobre salários e gratificações (não criou); e reorganizou a estrutura da companhia

    Por determinação judicial, a Cedae suspendeu a eleição para a escolha do representante dos funcionários no Conselho de Administração da companhia

    Em família: eleição para representante do Conselho de Administração da Cedae vai parar na Justiça

    Os trens urbanos do Rio estão sendo observados com lupa pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ)

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    Bora lá: antes de ir às urnas, carioca pode aproveitar Festival do Rio, Rio Gastronomia e exposição inédita; confira dicas para fim de semana

    Marvvila, Ananda e Yan são as atrações principais da edição especial do Casarão do Firmino, que acontece nesta sexta-feira (2), na quadra do Acadêmicos do Salgueiro, no Andaraí. A programação começa às 18h, com abertura do Grupo BatuQG e DJ Nicolle Neumann nos intervalos.

    Casarão do Firmino faz edição especial na quadra do Salgueiro com shows de Marvvila, Yan e Ananda

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    Flávio Bolsonaro participa de ato de campanha na reta final da eleição; religião ganhou espaço na disputa nos últimos dias

    A fé de Flávio

    Lula durante ato de campanha. A uma semana da eleição, o presidente colocou no centro do debate um tema que mistura futebol, economia e política: a proibição das bets.

    A aposta de Lula

    Há quem enxergue a crise recente no Supremo Tribunal Federal como um acidente. Um choque de egos. Uma divergência jurídica que saiu do controle. Talvez seja. Mas existe outra hipótese que merece atenção. E se nada disso tiver sido improvisado? André Mendonça não é um novato. Não chegou ontem ao Supremo. Conhece os ritos, conhece os colegas, conhece os limites e, principalmente, conhece as consequências de cada movimento dentro de uma Corte que vive sob tensão permanente. Por isso chama atenção o momento escolhido para determinados gestos e manifestações. Não apenas pelo conteúdo, mas pelo contexto. A data. O ambiente político. O início da gestão de Edson Fachin na presidência do tribunal. Tudo isso compõe um cenário que dificilmente pode ser tratado como coincidência. Fachin assume uma Corte fragmentada. Herdou um tribunal marcado por disputas internas, vazamentos, divergências públicas e uma exposição cada vez maior de suas próprias contradições. Não é segredo para ninguém que o Supremo atravessa uma crise de imagem.

    Quem ganha quando o STF perde?

    sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

    Robôs no palanque: as novas regras do TSE para a IA nas eleições

    Entre flores e velas: enquanto homenagens se multiplicam no 8 de março, a violência contra a mulher continua sendo uma realidade no Brasil.

    Entre flores e velas: o Brasil das mulheres  

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Cultura

30/10/24 14:52
  • Reportagem Reportagem

Após adiamentos, festival Raízes Negras da Fé Cristã será nesta sexta na Tijuca

Após adiamentos, festival Raízes Negras da Fé Cristã será nesta sexta na Tijuca

O rapper e poeta urbano WJ é uma das atrações do festival - Foto: Divulgação

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O festival Raízes Negras da Fé Cristã, acontecerá nesta sexta-feira (1º), às 19h, no Centro Cultural da Cultura Carioca Artur da Távola, na Tijuca, na Zona Norte do Rio. O festival seria em 10 de agosto e, posteriormente, foi adiado para 19 de outubro, mas por causa de fortes chuvas que aconteceram em ambas as datas a organização remarcou a nova data.

Além disso, acontecerá também em em 9 de novembro, um sábado, no Imperator, no Méier, na Zona Norte do Rio. A entrada é gratuita. O projeto é contemplado pelo edital Pró-Carioca, programa de fomento à cultura carioca, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.

O show desta sexta-feira, marca o início das atividades, em pleno mês da Consciência Negra. O público poderá conferir shows do rapper e poeta urbano WJ; do músico Daniel Eduardo, o Lusitano, e do Grupo Vocalis.

Weslley Jesus, o WJ, é conhecido por suas rimas que exaltam a santidade de Cristo e o impacto de sua vida até os dias atuais. “Raízes Negras da Fé Cristã é um nome que fala por si só e levanta pautas que na maioria das vezes são negligenciadas no meio cristão”, disse.

Todas as atividades abrangem apresentações musicais, dança, pintura ao vivo e outras expressões artísticas que retratam a cultura negra cristã. Cada evento será uma celebração da identidade cultural, destacando a conexão entre a fé e a arte. O público-alvo abrange moradores locais das comunidades, bem como entusiastas da cultura e turistas interessados em experiências autênticas.

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Foto de Paes, número do PL: panfletos falsos aparecem em torno de seções de Nova Iguaçu; PSD recorre à Justiça Eleitoral

Foto de Redação
Redação

04/10/2026 12:06

As imediações de seções eleitorais de Nova Iguaçu amanheceram cobertas por panfletos falsos, com a foto do candidato do PSD ao governo do estado, Eduardo Paes, e o número do PL — induzindo o eleitor ao erro. Segundo moradores da cidade, o derrame de santinhos criminosos foi feito na madrugada deste domingo (04). O número correto de Paes é o 55.

A coligação de Paes entrou com uma denúncia formal na Justiça Eleitoral.

Aos advogados do candidato, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) informou que está enviando ao local uma equipe de fiscais.

Município símbolo da disputa na Baixada Fluminense

Nova Iguaçu é uma cidade emblemática na briga por votos para governador na segunda região mais populosa do estado do Rio. O principal líder político da cidade, o ex-prefeito Rogério Lisboa (PP), chegou a ser anunciado vice de Douglas Ruas (PL). Mas, desistiu e passou a apoiar Paes.

WhatsApp Image 2026 10 04 at 10.17.56
Reação de eleitora na rede social

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Política

Garotinho vota no Catete e, a princípio, descarta apoio a Paes ou Ruas no segundo turno

Foto de Redação
Redação

04/10/2026 12:05

Anthony Garotinho (Republicanos) votou na manhã deste domingo (4), no Colégio Santo Antônio Maria Zaccaria, no Catete, na Zona Sul do Rio, durante o primeiro turno das Eleições 2026.

Após votar, o candidato ao governo do estado afirmou que, a princípio, não pretende apoiar Eduardo Paes (PSD) ou Douglas Ruas (PL) em um eventual segundo turno.

Garotinho também voltou a defender a realização de uma nova eleição caso seja o candidato mais votado neste domingo e, posteriormente, seus votos sejam considerados nulos pela Justiça Eleitoral.

A candidatura do ex-governador está sob questionamento judicial. Na sexta-feira (2), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que os votos destinados a Garotinho sejam registrados como “anulados sub judice”. O julgamento definitivo do registro ainda será analisado pelo plenário da Corte.

Na véspera da eleição, Garotinho havia admitido a possibilidade de apoiar Ruas em um eventual segundo turno, mas condicionado a decisão da Justiça pela validação de seus votos. Neste manhã deste domingo, porém, descartou, por enquanto, o apoio aos dois candidatos.

A votação ocorre das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Após o encerramento, começa a apuração dos votos.

Com informações do g1

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Política

Tudo em casa: Douglas Ruas vota pela manhã em São Gonçalo e vai acompanhar a apuração na sede do PL no município

Foto de Redação
Redação

04/10/2026 11:18

O candidato do PL ao governo do estado do Rio, Douglas Ruas, votou na manhã deste domingo (4), em São Gonçalo, sua terra natal e principal reduto eleitoral. Ele chegou por volta das 10h40 ao Instituto Cultural Amendoeira, onde funciona a 133ª Zona Eleitoral. Ruas estava acompanhado da mulher, Mariana Ruas, e do filho.

Mais cedo, quando acompanhou o voto do senador Flávio Bolsonaro, candidato a presidente pelo PL, Douglas disse acreditar em vitória no primeiro turno. Ele está em segundo lugar nas pesquisas Quaest e DataFolha divulgadas neste sábado (03).

“Expectativa muito boa, vitória no primeiro turno! Vamos eleger os dois senadores, Portinho e Jordy. Vamos vencer, em janeiro estarei ao lado do próximo presidente, Flavio Bolsonaro”, disse Douglas Ruas.

Depois de votar, o candidato volta para casa, na mesma cidade. A partir das 16h30, a previsão é que acompanhe a votação na sede do PL, no Centro de São Gonçalo.

Douglas Ruas começou a acompanhar a atividade política do pai, Capitão Nelson, aos 15 anos. Formado na área de segurança pública, tornou-se policial civil concursado antes de ocupar cargos nas administrações municipal e estadual.

Na Prefeitura de São Gonçalo, foi subsecretário de Trabalho e Renda e secretário de Gestão Integrada e Projetos Especiais. No estado, Ruas foi superintendente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) no governo de Wilson Witzel e secretário de Estado das Cidades de Cláudio Castro (PL).

Em 2022, foi eleito deputado estadual com 175.977 votos. Este ano, com a prisão de Rodrigo Bacellar (União Brasil), foi eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Com informações do g1
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Política

Lula vota em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e afirma estar confiante na reeleição

Foto de Redação
Redação

04/10/2026 10:57

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, votou na manhã deste domingo (4) em São Bernardo do Campo, na região do ABC Paulista, onde construiu sua trajetória política. A votação ocorreu por volta das 9h, na Escola Estadual Dr. João Firmino Correia de Araújo.

Lula chegou ao local acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), além de Marina Silva, Simone Tebet, Fernando Haddad e Márcio França.

Após votar, o candidato afirmou estar confiante no resultado do governo nos últimos quatro anos e destacou ações nas áreas de salário mínimo e educação.

“Conseguimos elevar o salário mínimo e fazer uma revolução na educação. E precisamos fazer mais para garantir o futuro do Brasil”, afirmou.

O presidente também fez um apelo para que eleitores com mais de 70 anos compareçam às urnas. Para essa faixa etária, o voto é facultativo.

“Eu tenho feito um apelo para pessoas com mais de 70 anos votarem, porque as pessoas precisam votar no Brasil, nos seus filhos e netos”, disse.

As urnas deste domingo ficam abertas das 8h às 17h, no horário de Brasília. No primeiro turno, os eleitores escolhem deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República.

Com informações da GloboNews

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Berenice Seara

Três pesos-pesados, 70 cadeiras e uma presidência: o jogo na Alerj também começa neste domingo

Foto de Berenice Seara
Berenice Seara

04/10/2026 10:00

A eleição deste domingo (04) vai dar a largada em outra disputa, esta restrita aos corredores do velho ex-Banerjão. A sucessão de Douglas Ruas (PL) na presidência da Assembleia Legislativa já tem três nomes na mesa — e tudo vai depender de quantos votos cada um, e cada um de seus padrinhos, vão ter nas urnas eletrônicas: André Ceciliano (PT), Guilherme Delaroli (PL) e Márcio Canella (União Brasil).

Todos, claro, precisam primeiro garantir uma cadeirinha para chamar de sua em plenário. Mas já na segunda-feira começa outro campeonato.

Um petista numa casa com os dois pés na direita

Ceciliano é o nome do grupo de Eduardo Paes (PSD). Já presidiu a Alerj, quer voltar ao posto e tem uma vantagem nada desprezível numa eleição em que cada voto conta: é muito considerado pelos colegas e conhecido pelo temperamento conciliador.

Os números de suas duas eleições para o comando da casa ajudam a explicar sua força interna. Em 2019, petista numa Assembleia nada petista, foi eleito presidente com 49 votos. Dois anos depois, conseguiu 64 dos 69 votos registrados.

O vice que já tomou o gostinho

Do lado de Douglas Ruas, o nome é Guilherme Delaroli.

Atual primeiro vice-presidente da Alerj, Delaroli já teve a oportunidade de experimentar a cadeira mais alta da mesa diretora. Assumiu interinamente o comando da casa depois da prisão e do afastamento de Rodrigo Bacellar e ficou no posto até a eleição de Ruas.

Irmão do prefeito de Itaboraí, Marcelo Delaroli (PL), Guilherme tem ainda uma vantagem importante: o tamanho do PL dentro da Assembleia.

O partido já elegeu a maior bancada da Alerj em 2022, com 17 deputados, contra seis do PSD. E chega ao fim desta legislatura ainda maior: depois da janela partidária, passou a ter 23 das 70 cadeiras.

O PSD, partido de Paes, tem nove.

A perspectiva é de que a diferença continue grande na próxima legislatura. Os líderes de todos os partidos concordam que o PL deve eleger a maior bancada. É apenas uma projeção — a conta de verdade será feita nas urnas, neste domingo. Mas ajuda a entender por que Delaroli estará no jogo mesmo que o resultado para o governo do estado não seja o mais favorável ao PL.

Valem seu peso em votos

Cada voto digitado na urna vai decidir não só a escolha de presidente, governador, senador e deputados — mas também uma eleição que só acontecerá no ano que vem.

Se Paes vencer no Rio e Lula for reeleito presidente, Ceciliano sai na frente. Terá um aliado no Palácio Guanabara, um companheiro de partido no Planalto e o próprio trânsito na Alerj. E, diante de uma bancada do PL possivelmente muito maior do que a do PSD-PT, sua capacidade de conversar com diferentes grupos deixa de ser apenas uma qualidade: vira necessidade.

Se Douglas e Flávio Bolsonaro vencerem, o cenário favorece Delaroli. O PL terá conquistado os dois principais governos em disputa e poderá chegar à nova Alerj também com a maior bancada.

As combinações cruzadas deixam a brincadeira mais interessante

Paes governador e Flávio presidente? O PL perde o Guanabara, mas ganha o Planalto e pode chegar à Assembleia com a bancada maiori do que o partido do governador.

É cenário para tentar atropelar a articulação de Ceciliano.

Douglas governador e Lula presidente? Nesse caso, o PL terá o Guanabara, provavelmente uma bancada  maior do que a do PSD e ainda mais motivos para não abrir mão do comando da Alerj.

E ainda há Márcio Canella

Mandachuva do União Brasil no Rio e ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella já ensaiava uma candidatura à presidência da Assembleia na atual legislatura. Agora, volta à disputa por uma cadeira com uma credencial que os adversários conhecem bem: voto.

Em 2022, foi o deputado estadual mais votado do Rio, com 181.274 votos — à frente, inclusive, de Douglas Ruas, que teve 175.977.

Até os poderosos de outros partidos apostam que Canella estará novamente entre os mais votados no domingo — se não repetir o título de campeão.

Se isso acontecer, estará no páreo.

A numerologia na eleição da Alerj

Curiosamente, a conta que Ceciliano, Delaroli e Canella precisarão fazer na noite deste domingo não será apenas de quantos votos cada um recebeu.

Será de quantos amigos cada um elegeu.

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Política

Paes vota na manhã deste domingo no Gávea Golf Club, na Zona Sul do Rio

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Redação

04/10/2026 09:24

O candidato ao governo do estado Eduardo Paes (PSD) votou na manhã deste domingo (4) no Gávea Golf Club, em São Conrado, na Zona Sul do Rio. Paes chegou ao local por volta das 8h50 e foi acompanhado por familiares e aliados.

O candidato votou logo cedo no primeiro turno das eleições para o governo do estado. A votação começou às 8h e segue até as 17h em todo o país, pelo horário de Brasília.

 

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Política

Flávio Bolsonaro vota em Vila Isabel, no Rio, e diz esperar que a eleição acabe no primeiro turno

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Redação

04/10/2026 09:22

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) chegou pontualmente às 8h para votar, neste domingo (4), na Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na Zona Norte. Ele estava acompanhado do candidato a governador Douglas Ruas (PL).

Ele disse esperar que a eleição termine neste primeiro turno.

“É um dia muito importante, onde eu espero que o brasileiro ponha fim a essa era do atraso que apostou tudo, que vale tudo. Que perdeu a linha de usar dinheiro público, a máquina pública, para tentar interferir nas eleições. Os amigos do Lula interferiram nas eleições e isso tem que mudar. O Brasil não aguenta mais quatro anos disso e a única alternativa é Flávio Bolsonaro. Eu estou mais que preparado para presidir esse país e devolver o direito das famílias brasileiras de voltarem a sonhar”, disse o candidato ao deixar a zona eleitoral.

Flávio Bolsonaro está em segundo nas pesquisas

Segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto (ontem foram divulgados os novos números da Quaest e da DataFolha, Flávio Bolsonaro é o o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e representa o bolsonarismo na disputa presidencial de 2026.

Formado em Direito, Flávio iniciou a carreira política aos 21 anos e exerceu quatro mandatos como deputado estadual do Rio de Janeiro. Em 2016, concorreu à Prefeitura do Rio, mas não foi eleito. Em 2018, foi eleito senador pelo Rio.

Com informações do g1

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Berenice Seara

O Guanabara é só o ponto de partida: para Paes, o caminho de uma carreira nacional; para Douglas Ruas, a consolidação do poder do PL no estado

Foto de Berenice Seara
Berenice Seara

04/10/2026 08:00

Neste domingo, o eleitor do Rio de Janeiro não escolherá apenas quem vai ocupar o Palácio Guanabara pelos próximos quatro anos. O resultado das urnas também poderá determinar o tamanho — e o destino — de dois grupos políticos estabelecidos há anos no estado.

De um lado, Eduardo Paes (PSD), quatro vezes eleito prefeito do Rio, tenta finalmente atravessar a Baía de Guanabara e transformar uma carreira até hoje fortemente identificada com a capital em uma estratégia de alcance estadual — e, potencialmente, nacional.

Do outro, Douglas Ruas (PL) representa a possibilidade de o grupo político liderado pelo presidente estadual do partido, Altineu Côrtes, acrescentar o Palácio Guanabara a uma estrutura de poder que vem sendo ampliada eleição após eleição, com deputados, prefeitos e bases políticas espalhadas pelo estado.

O Planalto é o limite

Se Paes fechar a disputa hoje, o PSD fica bem na fita, o seleto grupo de mais próximos do ex-prefeito conquista o troféu do ano — mas a maior vitória será creditada a um projeto político do próprio ex-prefeito. Dele, e de mais ninguém.

Paes já tentou chegar ao governo do estado duas vezes. Em 2006, não passou do primeiro turno. Em 2018, chegou ao segundo, mas perdeu para a novidade de ocasião, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC). Depois de uma temporada fora de cena, recuperou a prefeitura em 2020 e, quatro anos depois, conquistou seu quarto mandato no Palácio da Cidade com 60,47% dos votos válidos.

Uma vitória agora mudaria não apenas o endereço de Paes, mas sua dimensão política. Se fizer um bom governo no estado considerado “terra arrasada” da federação, estaria se credenciando até a disputar, em oito anos, a Presidência da República.

Afinal, governar o segundo maior colégio eleitoral do país daria ao ex-prefeito uma plataforma de lançamento que nunca teve. Depois de décadas construindo sua imagem política a partir da cidade do Rio, Paes passaria a comandar uma estrutura estadual e a estabelecer relações diretas com os outros 91 municípios fluminenses.

Deixaria o patamar de um prefeito popular da segunda maior cidade do país — para assumir o de líder político que fala de igual para igual com os outros 26 governadores, com ministros e, a depender do resultado da eleição nacional, com o presidente da República.

Os planos do PL a partir do Guanabara

Já uma vitória de Douglas Ruas produziria um movimento diferente. Em vez da expansão de uma trajetória essencialmente pessoal, significaria um novo avanço de uma estrutura partidária que vem sendo montada no Rio há pelo menos oito anos sob o comando de Altineu Côrtes e seu braço-direito Bruno Bonetti.

Presidente estadual do PL e primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, Altineu e seus fiéis escudeiros trabalham com obstinação, desde a filiação de Jair Bolsonaro, na ampliação da presença do partido no estado. A estratégia passa pela formação de bancadas fortes na Assembleia Legislativa e na Câmara, pela conquista de prefeituras e cadeiras de vereadores e pela construção de relações políticas no interior.

Douglas é, ele próprio, produto dessa engrenagem.

Antes de se tornar candidato ao governo, construiu sua carreira a partir de São Gonçalo, onde seu pai, Capitão Nelson, é prefeito, e da proximidade política com Altineu. Depois, como secretário estadual das Cidades, ampliou as relações com prefeitos e lideranças municipais de diferentes regiões.

A chegada de Douglas ao Palácio Guanabara daria a esse grupo aquilo que ainda lhe falta: o comando direto do governo estadual.

E há uma diferença histórica importante.

O PL já governou o Rio com Cláudio Castro, mas não foi o partido que conquistou o Palácio Guanabara nas urnas em 2018. Wilson Witzel e Castro foram eleitos pelo PSC. Castro assumiu definitivamente o governo depois do impeachment de Witzel e só posteriormente se filiou ao PL, legenda pela qual conquistou a reeleição em 2022.

O ex-governador nunca creditou sua vitória ao PL — mas ao reconhecimento de seu trabalho como substituto de Witzel e, sendo mais realista, ao somatório de forças da Alerj.

Uma vitória de Douglas nesta eleição teria outra natureza: seria a chegada ao governo de um candidato formado dentro da atual estrutura política do PL fluminense e escolhido pelo próprio partido para representar seu projeto de poder.

Um plano de futuro

Na hora de digitar, o eleitor encontrará as opções para governador. Mas ao teclar o número preferido, poderá escolher também quem larga na frente na disputa pelo futuro político do Rio.

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Política

Documento, colinha e guarda-chuva: o que saber antes de votar neste domingo no Rio

Foto de Redação
Redação

04/10/2026 07:00

Vamos votar! Documento com foto, colinha eleitoral e, pelo menos para quem mora na cidade do Rio, talvez seja prudente acrescentar um guarda-chuva à lista. Neste domingo (4), 12.857.000 eleitores fluminenses estão aptos a ir às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual.

E, depois de votar, já sabe: pela primeira vez, o leitor poderá acompanhar a apuração das eleições diretamente pelo TEMPO REAL. O portal terá uma ferramenta atualizada online com os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), permitindo acompanhar a contagem dos votos e os resultados à medida que forem divulgados pela Justiça Eleitoral.

Ou seja: voto dado, missão cumprida e TEMPO REAL aberto para acompanhar o resto.

As seções eleitorais funcionam das 8h às 17h. Quem estiver na fila até as 17h poderá votar. No estado do Rio, o eleitorado cresceu ligeiramente desde a última eleição geral: são 12.857.000 pessoas aptas, 29.704 a mais que em 2022. E 10,4 milhões — 81,06% do total — já têm biometria cadastrada.

Prepare a colinha: são seis votos

É melhor não confiar na memória.

A eleição deste ano exige atenção especial porque há duas vagas para o Senado. O eleitor fará, portanto, seis escolhas para cinco cargos.

A ordem na urna será esta:

  1. Deputado federal — quatro dígitos;
  2. Deputado estadual — cinco dígitos;
  3. Senador, primeira vaga — três dígitos;
  4. Senador, segunda vaga — três dígitos;
  5. Governador — dois dígitos;
  6. Presidente da República — dois dígitos.

Para o Senado, é preciso escolher dois candidatos diferentes. Se o eleitor repetir o mesmo número na segunda escolha, esse segundo voto será anulado.

Por isso, a velha e boa colinha continua sendo uma excelente tecnologia eleitoral.

O TSE recomenda anotar os números dos candidatos em um pedaço de papel, de preferência já na ordem em que aparecerão na urna. E é papel mesmo: celular, tablet, câmera e outros equipamentos eletrônicos não podem entrar na cabine de votação.

E não esqueça o documento

Não é necessário levar o título de eleitor.

É obrigatório, porém, apresentar um documento oficial com foto. Valem, entre outros, carteira de identidade, Carteira de Identidade Nacional, passaporte, CNH e carteira profissional emitida por conselho de classe. O documento pode até estar vencido, desde que permita identificar o eleitor.

O e-Título também pode ser usado para identificação, desde que apareça a fotografia do eleitor no aplicativo.

Antes de sair de casa, vale ainda conferir o local de votação. A consulta pode ser feita pelo e-Título ou no site do TRE-RJ — especialmente porque algumas seções podem ter mudado de endereço.

Vai chover voto. E talvez água também

Quem pretende deixar a votação para o fim do dia deve prestar atenção ao céu.

Segundo a previsão do Sistema Alerta Rio, o domingo na capital terá temperaturas entre 19°C e 29°C, com céu parcialmente nublado a nublado. A aproximação e a passagem de uma frente fria pelo oceano devem trazer chuva fraca a moderada isolada a partir do fim da tarde.

Os ventos também podem ficar fortes em pontos do litoral.

Em outras palavras: quem votar cedo talvez consiga escapar da chuva. Quem deixar para as últimas horas pode acrescentar o guarda-chuva à colinha e ao documento.

Transporte gratuito

Há outra facilidade para chegar às urnas: o transporte coletivo municipal e intermunicipal será gratuito no estado do Rio no domingo.

Na capital, ônibus municipais, BRT, VLT, vans e “cabritinhos” terão gratuidade das 6h às 20h e funcionarão com programação de dia útil. A prefeitura também preparou um esquema especial de trânsito, com interdições em diferentes pontos da cidade.

Votou? Aí é com o TEMPO REAL

Às 17h, encerrada a votação, começa outro programa obrigatório para quem passou os últimos meses acompanhando a campanha: a apuração.

A Justiça Eleitoral começa a divulgar os resultados a partir do fechamento das urnas, e os dados são atualizados durante a totalização dos votos.

E, neste ano, o TEMPO REAL entra nessa história de um jeito novo.

Pela primeira vez, nossos leitores poderão acompanhar diretamente pelo site a evolução da apuração, com uma ferramenta alimentada pelos dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Será possível acompanhar voto a voto o desfecho das disputas que o TEMPO REAL vem seguindo durante toda a campanha.

Então a receita para domingo é simples: documento, colinha, uma espiada na previsão do tempo e voto na urna.

Depois, pode deixar a janela do TEMPO REAL aberta.

A gente se encontra na apuração.

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Berenice Seara

De olho no retrovisor: Pedro Paulo deixa Crivella para trás e usa Paes como combustível para buscar o primeiro pelotão

Foto de Berenice Seara
Berenice Seara

03/10/2026 21:10

Na corrida pelas duas vagas do Rio no Senado, todas as atenções estão voltadas para o primeiro pelotão. Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL) e Carlos Portinho (PL) passaram as últimas semanas trocando posições no alto das pesquisas e chegam à véspera da eleição embolados na disputa.

Mas, como em toda corrida, é bom olhar pelo retrovisor.

No segundo pelotão, Pedro Paulo (PSD) e Marcelo Crivella (Republicanos) eram os dois com mais chance de conquistar um lugar entre os líderes. Pedro Paulo, que começou a campanha bem distante dos primeiros colocados, termina o sábado (3) em quarto lugar nas duas pesquisas divulgadas na véspera da eleição — Quaest e Datafolha.

Na Quaest, o braço direito do ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) largou com apenas 3% das intenções de voto, em agosto. Neste sábado, apareceu com 10%.

O Datafolha também coloca o deputado do PSD na quarta posição. Na pesquisa deste sábado, considerando só os votos válidos, Benedita aparece com 26%; Portinho, com 19%; Jordy, com 18%; e Pedro Paulo, com 13%.

No segundo pelotão teve ultrapassagem

Crivella até começou a campanha animado. Na primeira Quaest, tinha 6%. O candidato do PSD contava com apenas 3%.

Era só o dobro.

Durante algumas semanas, os dois correram relativamente próximos — até que Pedro Paulo começou a subir e Crivella perdeu fôlego. Os dois chegaram a empatar em 7% na Quaest do fim de setembro. Neste sábado, Pedro Paulo apareceu com 10%, contra 9% de Crivella.

No Datafolha, a troca de posições ficou mais evidente. Os dois começaram empatados, mas Pedro Paulo abriu distância nas últimas pesquisas. Neste sábado, nos votos válidos, aparece com 13%, enquanto Crivella tem 6%.

A tração do candidato ao governo

No caso de Pedro Paulo, o candidato enfrenta um sério problema, que é a rejeição de boa parte do eleitorado de esquerda (e a dobradinha dele é justamente com Benedita da Silva, do PT). Mas há um combustível poderoso que a campanha tentou usar nas últimas semanas: Eduardo Paes.

A história recente das eleições no Rio tem bons exemplos de candidatos ao Senado que pegaram carona nos candidatos ao governo. E sempre na reta final. Foi assim com Francisco Dornelles, que virou o jogo em 2006, na eleição de Sérgio Cabral para o Palácio Guanabara. E com Arolde de Oliveira, que arrancou às vésperas da eleição de 2018, junto com a ascensão de Wilson Witzel e do bolsonarismo.

Crivella, por exemplo, não teve a mesma sorte. O candidato ao governo de seu partido, o ex-governador Anthony Garotinho, passou todo o primeiro turno às voltas com a Justiça Eleitoral — e, como Crivella, só desidratou ao longo do período.

Pedro Paulo passou boa parte da campanha tentando fazer o eleitor que já havia escolhido Paes para o governo lembrar que tinha dois votos para senador — e que um deles poderia ser usado no candidato do mesmo partido.

Os levantamentos do Datafolha mostraram essa associação crescendo ao longo de setembro.

Jordy e Portinho, por exemplo, conseguiram transformar com mais intensidade o eleitorado de Douglas Ruas (PL) em votos para o Senado. Pedro Paulo demorou mais para pegar carona na força de Paes.

Mas pegou.

Resta saber se pegou o suficiente para dar a aceleração necessária e mudar as posições no pódio.

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