A Prefeitura do Rio liberou mais R$ 112,1 milhões em cinco termos aditivos a contratos da Secretaria de Ação Comunitária que visam a manutenção e reparo em residências em favelas da cidade.
A pasta, que era comandada por Chiquinho Brazão — preso por suspeita de ser uma dos mandantes da morte da vereadora Marielle Franco — tem sido turbinada neste ano eleitoral, principalmente com projetos de melhorias em comunidades.
O Rio de Janeiro terá uma quarta-feira (09) de tempo instável, com predomínio de muitas nuvens e previsão de chuva ao longo do dia. As temperaturas entram em elevação após o frio registrado nos últimos dias, variando entre 16°C e 27°C.
Pela manhã, a previsão indica céu encoberto e pancadas de chuva em pontos da cidade. À tarde, a instabilidade ganha força, com possibilidade de trovoadas acompanhando as pancadas. O cenário deve se repetir durante a noite, quando a combinação de muitas nuvens, chuva e descargas elétricas continua presente.
A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 95%. Os ventos sopram fracos durante a maior parte do dia, com intensidade entre fraca e moderada à noite.
A previsão ocorre após uma sequência de dias mais frios na capital fluminense. Nesta semana, os termômetros voltam a subir gradualmente, embora o tempo permaneça instável em razão da circulação de umidade e da atuação de sistemas meteorológicos sobre o Sudeste.
A empreitada de Adele marca a estreia da eterna musa de Osvaldo Sargentelli na área política. O número que a artista escolheu, o 1588, faz alusão a uma propaganda pela qual ela se tornou nacionalmente conhecida, a das Sardinhas 88.
Embora seja uma personalidade da mídia, a atriz informou não ter bens a declarar, de acordo com o DivulgaCand. Além disso, ainda segundo a plataforma, até o momento ela recebeu R$ 120 mil reais do partido para uso na campanha.
Foto: Reprodução/DivulgaCand
“Chamado divino” e lembrança como “bond girl brasileira”
Na publicação onde se apresentou como candidata a uma vaga na Câmara dos Deputados, Adele Fátima afimra que “não pensava” em disputar a eleição. Por isso, explicou que a decisão atende a um “chamado divino”.
“Acredito em Deus e em vocês que vão me dar o poder e a força para exercer essa missão durante essa nova etapa da minha vida, respeitando direitos e deveres. Trazendo dias melhores, fazendo que o nosso dia seja mais leve, em todos os sentidos, à essa gente tão querida do Rio de Janeiro, que me elevou e levou o nosso carnaval a ser reconhecido como o Maior Show da Terra, festa popular essa, que tenho a honra de ter escrito capítulos especiais da nossa história e ter sido eternizada no coração da Marquês de Sapucaí”, afirmou em um trecho no texto onde apresentou a candidatura.
Na mesma publicação, a atriz lista 14 itens pelos quais se tornou conhecida do público. Um deles foi ter sido a única atriz brasileira a ser uma Bond girl, como são chamadas as atrizes que, de alguma forma, formam par romântico do agente James Bond, o 007.
Ela, de fato, chegou a gravar com o ator Roger Moore uma participação como Manuela para o Filme “007 contra o foguete da morte”. As gravações ocorreram durante o carnaval de 1978 e a estreia nos cinemas foi no ano seguinte. Entretanto, embora tenha posado com o intérprete do agente secreto inglês para uma capa de revista, ela descobriu ao assistir o filme que foi substituída pela atriz Emily Bolton.
Quase 40 anos depois de ter feito a gravação para o filme, Adele revelou que descobriu o motivo da substituição. Ciúmes que a esposa de Moore sentia enquanto os dois atores contracenavam.
ATUALIZAÇÃO às 20h35, com nota da assessoria do parlamentar. A íntegra está publicada no fim da matéria.
O deputado estadual Jorge Felippe Neto (PL), candidato à reeleição para a Assembleia Legislativa (Alerj), foi citado no registro de uma ocorrência policial envolvendo a apreensão de R$ 80 mil em espécie na Avenida Brasil, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio.
Os valores estavam com Fábio Frederico da Silva Nascimento, abordado por policiais enquanto dirigia um veículo. Segundo o registro da 33ª DP, ele se apresentou como assessor de Jorge Felippe Neto e afirmou que todo o dinheiro pertencia ao parlamentar. O deputado confirmou a propriedade dos recursos.
De acordo com o relato, o homem havia buscado um dos carros utilizados em um serviço de palanque político em Bangu. Depois, seguiria para Magalhães Bastos para entregar mais material de campanha.
O dinheiro estava separado em oito bolos de R$ 10 mil cada. Aos policiais, Fábio não informou a origem do montante e também não apresentou documentos comprobatórios.
O registro policial não comprova, por si só, que o dinheiro pertencia ao deputado.
O que diz Jorge Felippe Neto
O parlamentar enviou uma nota sobre o assunto. Segue a íntegra:
“Em relação à matéria publicada sobre a ocorrência registrada envolvendo a apreensão de R$ 80 mil em espécie, esclareço que a origem lícita dos recursos foi imediatamente comprovada junto ao registro policial, com a apresentação da documentação pertinente.
Os valores integram meu patrimônio e estão regularmente declarados em meu Imposto de Renda, não havendo qualquer ocultação quanto à existência dos recursos. Jorge Felippe Neto, deputado estadual.”
Com informações da coluna do Lauro Jardim, no jornal “O Globo”.
A pesquisa Quaest divulgada nesta terça (08) analisou, além da disputa pelo governo do estado do Rio, como está o cenário presidencial entre os eleitores fluminenses. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro segue na liderança (PL), com 34%. Em segundo lugar está Lula (PT), com 32%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, ambos estão tecnicamente empatados.
Veja abaixo como se encontra a corrida rumo ao Palácio da Alvorada entre os eleitores do estado do Rio de Janeiro.
Flávio Bolsonaro (PL): 34 %
Lula (PT): 32%
Augusto Cury (Avante): 5%
Ronaldo Caiado (PSD): 3%
Renan Santos (Missão): 2%
Romeu Zema (Novo): 2%
Samara Martins (UP): 1%
Edmilson Costa (PCB): 0%
Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0%
Clariana Barão (DC): 0%
Hertz Dias (PSTU): 0%
Indecisos: 9%
Branco/nulo/não vai votar: 12%
A distância entre Lula e Flávio no primeiro turno segue a mesma se comparado com o levantamento feito em 25 de agosto. Cada candidato subiu 3%. Flávio Bolsonaro passou de 31% para 34%, enquanto Lula saltou de 29% para 31%.
A Quaest ouviu 1.302 pessoas de 16 anos ou mais entre sexta-feira (4) e segunda-feira (7). A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é RJ-04768/2026 e BR–09705/2026. A pesquisa foi contratada pela TV Globo.
O cenário de segundo turno na disputa pelo governo do estado do Rio mostra o ex-prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), como favorito diante dos dois principais nomes da disputa.
Na pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8), Paes aparece com 52% das intenções de voto no cenário de segundo turno contra Douglas Ruas (PL), que registra 26%.
Já no cenário em que a disputa é entre Paes e Anthony Garotinho (Republicanos), o ex-prefeito aparece com 53% das intenções de voto, contra 17% do ex-governador.
Outros possíveis cenários de confrontos no 2º turno não foram divulgados pela pesquisa.
Cenários de 2º turno, segundo a Quaest
Paes X Ruas
Eduardo Paes (PSD): 52%
Douglas Ruas (PL): 26%
Em branco/nulo/nenhum: 14%
Indecisos: 8%
Paes X Garotinho
Eduardo Paes (PSD): 53%
Anthony Garotinho (Republicanos): 17%
Em branco/nulo/nenhum: 22%
Indecisos: 8%
A pesquisa foi contratada pela TV Globo. A Quaest ouviu 1.302 pessoas de 16 anos ou mais entre sexta-feira (04) e segunda-feira (07). A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TRE é RJ-04768/2026.
A candidata ao Senado Benedita da Silva (PT) lidera a disputa no Rio de Janeiro, com 15% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (08). Marcelo Crivella (Republicanos) aparece em segundo, com 8%.
Na sequência, há um empate entre Carlos Jordy (PL), Pedro Paulo (PSD) e Carlos Portinho (PL), com 6% cada.
A pesquisa foi contratada pela TV Globo. A Quaest ouviu 1.302 pessoas de 16 anos ou mais entre sexta-feira (4) e segunda-feira (7). A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TRE é RJ-04768/2026.
Benedita, Crivella e Pedro Paulo ampliaram vantagem desde a pesquisa anterior
Na pesquisa anterior da Quaest, divulgada em 25 de agosto, Benedita tinha 10% das intenções de voto. Agora, chegou a 15%, uma alta de cinco pontos percentuais.
Crivella também avançou, de 6% para 8%. Pedro Paulo foi quem teve uma das maiores altas entre os principais candidatos: passou de 3% para 6%.
Veja os resultados da pesquisa estimulada, considerando a combinação dos dois votos:
Benedita da Silva (PT): 15% — era 10%
Marcelo Crivella (Republicanos): 8% — era 6%
Carlos Jordy (PL): 6% — era 7%
Pedro Paulo (PSD): 6% — era 3%
Carlos Portinho (PL): 6% — era 5%
Monica Benicio (PSOL): 4% — era 5%
Waguinho (Republicanos): 2% — era 2%
Comandante Ribeiro Afonso (Democrata): 1% — não aparecia na pesquisa anterior
Paula Falcão (PSTU): 1% — era 1%
Michelly Xavier (UP): 1% — era 1%
Helio Secco (Missão): 1% — era 1%
Marcos Dias (Podemos): 0% — era 1%
Vinicius Benevides (UP): 0% — era 0%
Luciano Mattos (PRTB): 0% — era 0%
Luiz Eugenio (PCO): 0% — era 0%
Ó Clemente (Democrata): 0% — era 0%
Indecisos: 24% — eram 29%
Branco/nulo/não vai votar: 25% — eram 28%
A pesquisa atual mostra ainda uma redução no percentual de eleitores indecisos. Na rodada de 25 de agosto, eles eram 29%. Agora, são 24%. O percentual de entrevistados que declarou voto branco, nulo ou que não pretende votar também caiu, de 28% para 25%.
A medida atende a um pedido apresentado por familiares de Marielle, de Anderson e pela assessora Fernanda Chaves, sobrevivente do atentado ocorrido em 2018 no bairro do Estádio, na Região Central do Rio. Na decisão, o ministro afirma que cabe ao Supremo conduzir a execução da sentença, pois foi a própria Corte quem proferiu a sentença durante julgamento que ocorreu em 25 de fevereiro deste ano.
A indenização, segundo o acórdão, será distribuído da seguinte maneira: os familiares de Marielle Franco e de Anderson Gomes, receberão R$ 3 milhões cada. Já Fernanda Chaves terá direito a R$ 1 milhão.
Ainda de acordo com a decisão, terão que pagar a indenização os seguintes nomes: o ex-deputado federal Chiquinho Brazão; o ex-conselheiro do TCE-RJ Domingos Brazão; o policial militar reformado Robson Calixto Fonseca, que também atuava como assessor de Domingos Brazão; o delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio de JaneiroRivaldo Barbosa de Araújo Júnio;; e Ronald Paulo Alves Pereira, major da Polícia Militar.
O deputado estadual Anderson Moraes (PL) é o novo presidente da Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
A eleição aconteceu nesta terça-feira (08), na sede do Parlamento fluminense, durante uma reunião extraordinária da comissão convocada para escolher o novo presidente.
Antes, a comissão era presidida pelo ex-deputado Thiago Rangel (Avante), preso desde maio e investigado pela Polícia Federal por suspeitas de desvios na Secretaria de Estado de Educação.
Rangel, que estava afastado do mandato desde a prisão, renunciou oficialmente ao cargo de deputado em 12 de agosto.
Anderson Moraes se elegeu com a promessa de transformar a comissão numa frente de batalha contra as concessionárias de energia Light e Enel, que, nas palavras do parlamentar, têm causado todo tipo de prejuízo e prestado um péssimo serviço para boa parte dos consumidores.
Uma nova edição da pesquisa Quaest, divulgada nesta terça-feira (08), aponta que o ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) continua na liderança nas intenções de voto para o governo do estado do Rio. Ele, que tinha 37% na pesquisa do dia 25 de agosto, registrou 39% das intenções no cenário de primeiro turno, seguido por Douglas Ruas (PL), que passou de 14% na edição passada para 18% nesta pesquisa.
Garotinho (Republicanos) vem na terceira posição nas intenções de voto, com 8%. A parcela de eleitores indecisos recuou de 20% para 16%, e o grupo de votos brancos, nulos ou abstenções caiu de 16% para 14%. Confira os percentuais:
– Eduardo Paes (PSD): 39%
– Douglas Ruas (PL): 18%
– Garotinho (Republicanos): 8%
– Cyro Garcia (PSTU): 2%
– William Siri (PSOL): 1%
– Coronel Busnello (MIssão): 1%
– André Marinho (Novo): 1%
– Juliete (UP): 0%
– Luan Monteiro (PCO): 0%
– Indecisos: 16%
– Branco/nulo/não vai votar: 14%
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi contratada pela Rede Globo e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número RJ-04768/2026. A Quaest ouviu 1.302 pessoas de 16 anos ou mais entre sexta-feira (04) e segunda-feira (07).
O vereador de Nova Friburgo José Sebastião Rabello, conhecido como Zezinho do Caminhão (Solidariedade), teve o registro de candidatura a deputado estadual negado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ). A Corte considerou que ele está inelegível em razão da condenação recebida em agosto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por violência política de gênero.
O caso teve origem em uma discussão na Câmara de Nova Friburgo, em 2022. Na ocasião, Zezinho teria chamado a também vereadora Priscilla Pitta (PT) de “vagabunda” e “escrota”. O parlamentar, segundo testemunhas, também teria “partido para cima” da colega e repetido os insultos.
No julgamento de agosto, o TSE tomou uma decisão inédita ao declarar pela primeira vez de forma explícita a inelegibilidade de um político condenado por violência política de gênero. A Corte fixou o período em oito anos.
Zezinho também teria ameaçado vereadora de ‘isolamento político’
A denúncia também apontou que Zezinho mandou Priscilla “ficar em casa” e afirmou que iria isolá-la politicamente. Para o Ministério Público Eleitoral, as atitudes tinham o objetivo de dificultar o exercício do mandato da vereadora e desestabilizá-la por sua condição como mulher.
O TRE-RJ havia absolvido o vereador ao considerar que as manifestações estavam inseridas em um embate político. O MPE, porém, recorreu à instância superior, que reformou a decisão por unanimidade.
O relator do caso no TSE, ministro Dias Toffoli, afirmou que a ameaça de isolamento político ultrapassou o campo da retórica. Segundo ele, a utilização da posição de liderança para excluir uma parlamentar do processo decisório restringia sua participação e reduzia sua capacidade de atuação.
Condenação à prisão por violência política de gênero já impediria candidatura
O TRE-RJ entendeu que a condenação do TSE já impede Zezinho de disputar as eleições deste ano. Isso porque a lei prevê a inelegibilidade para quem é condenado por um colegiado da Justiça por crime eleitoral com pena de prisão — não é preciso esperar o fim de todos os recursos.
A defesa argumentou que a decisão do TSE ainda não havia sido publicada e que havia apenas a certidão do julgamento no processo. O relator, porém, considerou que isso não muda a situação: a inelegibilidade começa a valer a partir da condenação, e não da publicação do acórdão.
Foi com base nessa restrição que o TRE-RJ negou o registro da candidatura de Zezinho do Caminhão a deputado estadual.
Comments 2
Bom dia.Essa é uma boa iniciativa da Prefeitura do Rio .Em fazer obras de reforma na comunidades.Melhorando assim as Benfeitorias.
Ressalvando as comunidades.