A Prefeitura do Rio publicou, no Diário Oficial da última quinta-feira (25), os extratos dos contratos que oficializam o financiamento de investimentos expressivos para obras de urbanização nas favelas da Rocinha e do Complexo do Alemão.
Os acordos dão sequência à agenda realizada no início da semana com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e comitiva de ministros, que anunciou um pacote total de R$ 702,9 milhões voltados para a infraestrutura urbana e melhoria da qualidade de vida nas periferias da capital fluminense.
Os dois contratos publicados foram assinados no dia 22 de junho de 2026 e trazem como partes a Caixa Econômica Federal, na qualidade de agente financeiro, e o Município do Rio de Janeiro. Ambos integram o escopo do Programa Novo PAC — Periferia Viva e do Programa Pró-Moradia, contando com carência de 12 meses, prazo de desembolso de 36 meses e amortização estipulada em 240 meses a partir do término do período de carência.
Detalhes dos investimentos na Rocinha e no Alemão
Na Rocinha, as obras de urbanização vão abranger cerca de 280 mil metros quadrados, com foco em infraestrutura, mobilidade e meio ambiente. O investimento total é de R$ 350.387.500,00, composto por um financiamento de R$ 332.868.125,00 e contrapartida municipal de R$ 17.519.375,00. A expectativa é beneficiar diretamente cerca de 10 mil famílias.
Já no Complexo do Alemão, as intervenções na infraestrutura incluem redes de esgoto sanitário, abastecimento de água, rede elétrica, iluminação pública, pavimentação, drenagem, construção de praças e regularização fundiária. O valor total do investimento é de R$ 210.526.315,79, sendo R$ 200.000.000,00 de repasse/financiamento federal via FGTS e R$ 10.526.315,79 aportados como contrapartida pela prefeitura.
Outras obras de urbanização do PAC no Rio
As publicações formalizam no âmbito municipal as garantias de execução financeira detalhadas pelo Ministério das Cidades. O pacote federal completo anunciado na segunda-feira soma R$ 702,9 milhões e também inclui frentes de atuação para a Favela da Maré — com a previsão de construção do Parque Linear da Maré na Vila dos Pinheiros e a entrega do CEP por logradouro em todo o complexo.
O presidente participou do lançamento das obras de macrodrenagem e controle de enchentes do PAC Jardim Maravilha, em Guaratiba, projeto desenhado para proteger a região da Zona Oeste e beneficiar cerca de 30 mil moradores.
COM FÁBIO MARTINS




Claro que isso não vai dar certo !!!
Tem que ser feito o projeto antigo ruas cortando a favela lixeiras subterrâneas para ter lei na favela ambulância podendo socorrer em qualquer ponto o morador tirar todas as pessoas que moram encima dos esgotos,tirar todos que invadiram o portão vermelho quebraram os muros do parque ecológico fazendo casas maioria todos especuladores financeiros ,aondeestava feito teatro recreação para as crianças foram tudo destruídos por invasão laboriox estam invadindo acabando com a mata atlântica qualquer dia a favela estará do lado da casa do prefeito junto a vista chinesa a parte vila verde estam invadindo não vai de morar os moradores da famosa capuri vai ter barraco do lado das suas casas retiro dos padres já está ameaçado na vila verde, tem que ter guarda florestal PM e municipal estado que tem que botar lei .
Kkkkkkkkkkkkkk.
O valor nem chega perto do rombo do INSS e Banco Master. Pra ver como o pessoal prefere investir o orçamento que o imposto do brasileiro gera.
Coooom certeza obras têm que ser feitas, assim como o título de propriedade tem que ser dado. E a favela tem que melhorar sim, ser integrada a cidade. Mas não adianta só fazer obra, virar as costas e ir embora , deixando o resto como está.
você acredita? vai ser mais um rombo nos cofres públicos.