09/08/2026 16:19

Ex-presidente da Embratur e candidato a deputado federal, Marcelo Freixo declara à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 719,8 mil

Recém-saído da Embratur para ser candidato a deputado federal pelo PT nas eleições de outubro, Marcelo Freixo (PT) declarou à Justiça Eleitoral ter um patrimônio de R$ 719,8 mil. O que chama a atenção é que todos os bens estão registrados em aplicações financeiras, conforme declarado à Justiça Eleitoral, que reúne os dados dos candidatos no portal DivulgaCand.

O valor total é maior do que o declarado por Freixo em 2022, quando concorreu ao governo do estado do Rio pelo PSB. Em quatro anos, o patrimônio do agora petista teve um aumento de R$ 640.941,67 — alta de 812,02%.

Naquele ano, ele declarou R$ 78.916,00, somando aplicação financeira e saldo em conta corrente.

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Fundo Ambiental aprova R$ 592 milhões para projetos, mas corta R$ 103 milhões da balneabilidade de Botafogo e Flamengo

09/08/2026 17:00

O Conselho Superior do Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam), vinculado à Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas), aprovou a destinação de R$ 592.361.544,97 para novos projetos e suplementação de iniciativas ambientais em andamento no estado do Rio. A decisão foi publicada no Diário Oficial do dia 4 de agosto.

Ao mesmo tempo em que autorizou novos investimentos, o conselho revogou recursos anteriormente aprovados para quatro projetos, totalizando R$ 141.282.253,17.

O principal deles é o cancelamento do projeto de balneabilidade das praias de Botafogo e Flamengo, que previa investimentos de R$ 103.108.899,35.

Também tiveram os recursos anulados os projetos Conexão Ambiental (R$ 23,18 milhões), Centro Cultural Casa das Águas (R$ 9,99 milhões) e o fortalecimento e atualização da cartografia de risco do Serviço Geológico do Estado (DRM-RJ), orçado em R$ 5 milhões.

Em contrapartida, o Fecam aprovou R$ 93.833.982,97 para dois novos projetos executados pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). O maior deles prevê R$ 79.718.951,68 para a modernização e sustentação do Complexo Laboratorial Ambiental (CLA-RJ). Outros R$ 14.115.031,29 serão destinados ao serviço de monitoramento e operação da Barragem de Gericinó.

A maior parcela dos recursos aprovados, porém, será destinada ao reforço financeiro de programas já em execução. As suplementações somam R$ 498.527.562,00 e priorizam ações de drenagem, desassoreamento e recuperação ambiental de rios e canais.

O principal investimento será destinado ao serviço de desassoreamento e limpeza de corpos hídricos no estado do Rio de Janeiro, que receberá R$ 286.060.140,96. Também foram autorizados R$ 106.408.763,25 para recuperação ambiental das margens dos corpos hídricos e R$ 86.972.389,20 para limpeza, manutenção e desassoreamento de diversos cursos d’água.

Reforço para drenagem e recuperação ambiental

Outros reforços incluem R$ 12.798.999 para projetos de saneamento ambiental, R$ 4 milhões para monitoramento da qualidade da água, de efluentes e do ar, além de R$ 2.287.269,59 para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), em Seropédica.

A deliberação também altera a gestão das obras do CETAS. O empreendimento deixa de ser conduzido pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Obras Públicas (SEIOP) e passa a ficar sob responsabilidade do INEA, por meio da Diretoria de Recuperação Ambiental.

COM FÁBIO MARTINS

FECAM

MP entra com ação de impugnação da candidatura de João Drumond, neto do bicheiro Luizinho Drumond

09/08/2026 15:06

ATUALIZAÇÃO: matéria atualizada às 16h25 do dia 9 de agosto, com o posicionamento do candidato.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) entrou com uma ação de impugnação da candidatura de João Drumond (PRD) ao cargo de deputado estadual. Em ação enviada à Justiça Eleitoral, o órgão cita investigações contra o candidato, acusado de envolvimento com o jogo do bicho e o crime organizado.

O candidato nega as acusações

Neto do contraventor Luizinho Drumond, o candidato é acusado de usar, de acordo com o MPE, estruturas da escola de samba Imperatriz Leopoldinense e de projetos sociais para consolidar projeção na Zona Norte. O documento aponta ainda aproximações entre João Drumond e lideranças comunitárias em áreas sob domínio da facção Comando Vermelho.

Entre as interações citadas pelo MPE, estão o alinhamento político com a pré-candidata a deputada federal Mariana de Souza, fundadora de uma ONG no Complexo da Penha e companheira de Wilson Marques de Albuquerque, apontado como integrante do grupo criminoso e foragido da Justiça.

O órgão fundamenta o pedido em um artigo da Constituição que veda a interferência direta ou indireta de organizações criminosas no processo eleitoral. A manifestação toma como base relatórios da Coordenadoria de Inteligência do TRE-RJ e investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPF).

Caso a Justiça Eleitoral atenda ao pedido, João Drumond fica impedido de concorrer ao pleito de 2026. Estreante na disputa eleitoral, João Drumond é empresário, vice-presidente da Imperatriz Leopoldinense, diretor financeiro da Liesa e declarou patrimônio de R$ 875 mil ao Tribunal Superior Eleitoral.

O que diz o candidato

Em nota, o candidato negou as acusações e se disse perplexo com a ação do MPE. Confira o posicionamento na íntegra:

“João Drumond recebeu com perplexidade e revolta a manifestação caluniosa do MP Eleitoral, salientando que, como bacharel de direito pela PUC-RJ, tem certeza que as ilações colocadas na peça serão rechaçadas pela Justiça.

João apoia toda iniciativa para afastar o crime organizado da política do país e salienta que jamais teve participação no jogo do bicho ou envolvimento com quaisquer facções ou organizações criminosas.

Infelizmente as mentiras e falsas denúncias nascem de narrativas desprovidas de qualquer prova idônea e tornaram-se instrumento dos verdadeiros representantes do comando vermelho e do crime organizado.”

Itaperuna foi o município que mais cresceu em letalidade violenta no estado do Rio, aponta pesquisa

09/08/2026 15:00

O município de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, apresentou um crescimento de 750% no registro de casos de letalidade violenta entre 2015 e 2025. O aumento percentual é o maior do estado no período. A informação consta na pesquisa “Panorama de Segurança Pública no Estado do RJ | 2015-2025”, elaborada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan).

O levantamento classifica como letalidade violenta quatro tipos de ocorrência: homicídio doloso, morte por intervenção de agente do Estado, latrocínio e lesão corporal seguida de morte.

Os dados do IBGE calculam uma população estimada de 107.297 habitantes na cidade fluminense de porte médio em 2025, número pouco maior que o registrado no último censo, de 2022.

De acordo com a pesquisa, foram seis casos de letalidade violenta registrados em 2015, número que cresceu 750% em 10 anos, saltando para 51 mortes em 2025. A cidade passou a aparecer em rankings nacionais, entre os municípios mais violentos do país. Ao longo da série de análise, Itaperuna aumentou mais do que sete vezes sua taxa, um aumento de 684%.

A variação que mais chama atenção foi entre 2019 e 2020, quando o município saltou de 15 para 43 mortes. Desde 2020, Itaperuna não registra menos de 30 casos de letalidade violenta.

Polícia Militar se posiciona sobre o aumento de casos de violência

O 29º Batalhão de Polícia Militar de Itaperuna divulgou uma nota técnica a respeito do aumento nas mortes violentas do município, assim como o recorde registrado em 2025.

A corporação alegou que, em cidades de porte médio como Itaperuna, mesmo pequenas variações no número absoluto de casos já podem provocar oscilações significativas nos dados. Além disso, disse que a maioria dos homicídios registrados na cidade em 2025 teve relação com conflitos entre integrantes de organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas.

Para o Batalhão, os dados do último ano não representam, necessariamente, a realidade do município. De acordo com a corporação, o município registrou uma redução de 43% nos homicídios no segundo trimestre em relação ao primeiro.

Estagiária sob a supervisão de Felipe Galeno e Berenice Seara.

Em um mandato na Alerj, deputado Carlinhos BNH viu patrimônio crescer de R$ 300 mil para R$ 2,6 milhões

09/08/2026 14:38

Figura política conhecida em Nova Iguaçu, o deputado Carlinhos BNH (PP) viu seu patrimônio ficar quase nove vezes maior após trocar a Câmara de seu município pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Segundo dados da Justiça Eleitoral, o parlamentar tinha um patrimônio de R$ 300 mil quando disputou as eleições de 2022. Agora, ele chega ao fim de seu primeiro mandato como deputado estadual com mais de R$ 2,6 milhões em bens.

Deputado declarou R$ 250 mil em espécie

Na sua última eleição, Carlinhos BNH tinha todo o valor de seu patrimônio concentrado em um bem: um imóvel. Agora, o candidato à reeleição declarou pelo menos quatro terrenos, diferentes casas, um imóvel em construção e um galpão, além de R$ 250 mil em espécie.

Carlinhos BNH é militar e foi vereador em Nova Iguaçu de 2017 a 2022. Ele concorreu ao cargo de deputado estadual pela primeira vez em 2018, pelo PTC, mas teve a candidatura indeferida por falta de uma certidão de filiação partidária. Em 2022, ele foi eleito deputado e tenta, em outubro deste ano, seguir para um segundo mandato na Alerj.

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Agora milionário e em busca da reeleição, deputado Renato Machado declara patrimônio de R$ 1,3 milhão à Justiça Eleitoral

09/08/2026 13:48

O deputado estadual Renato Machado (PT), candidato à reeleição para a Alerj, declarou à Justiça Eleitoral ter um patrimônio de R$ 1,3 milhão, uma alta de 54,03% em relação aos bens declarados há quatro anos, que somavam R$ 875 mil.

Entre os bens informados pelo mais novo milionário, chamam a atenção 14 terrenos, duas casas e dois apartamentos em Maricá, que, somados, dão R$ 1,18 milhão — quase a totalidade dos bens declarados pelo parlamentar neste ano.

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Declaração de bens de Renato Machado em 2020 — Foto: Reprodução/Divulgacand
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Declaração de bens de Renato Machado em 2026 — Foto: Reprodução/Divulgacand

Deu a louca no TSE: erro na Justiça Eleitoral faz André Ceciliano aparecer com R$ 100 milhões a mais do que, de fato, tem

09/08/2026 13:35

Um erro no sistema da Justiça Eleitoral quase transformou o candidato André Ceciliano (PT) no candidato mais rico das eleições para deputado estadual. Um empréstimo de R$ 100 mil declarado pelo político ao TSE foi creditado, no sistema do Tribunal, como R$ 100 milhões, fazendo seu patrimônio parecer mais de 3.000% maior do que, de fato, é.

O ex-presidente da Assembleia Legislativa (Alerj) apareceu no sistema da Justiça para divulgação de dados dos candidatos neste domingo (09). Até às 13h, ele aparecia no sistema com R$ 103 milhões de patrimônio.

A maior parte do valor, no entanto, correspondia ao empréstimo de R$ 100 milhões. Ao TEMPO REAL, o candidato disse que o empréstimo declarado foi de apenas R$ 100 mil.

Além do empréstimo, André Ceciliano declarou quatro carros, duas casas, um prédio comercial em Paracambi e R$ 380 mil em espécie, segundo os outros dados da Justiça Eleitoral. Os valores no portal do TSE são atualizados em tempo real até o fim das eleições.

Erro no sistema do TSE aumenta patrimônio de André Ceciliano - Foto: Reprodução
Erro no sistema do TSE aumenta patrimônio de André Ceciliano – Foto: Reprodução

 

Conselheiro do TCE-RJ nega novo prazo à Controladoria do Estado e cobra conclusão de apuração sobre rombo bilionário no Rioprevidência

09/08/2026 13:00

O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) negou um novo pedido de extensão de prazo feito pela Controladoria-Geral do Estado (CGE-RJ) para concluir a investigação sobre perdas milionárias e possíveis irregularidades no Rioprevidência. Entre os principais pontos sob apuração está a aplicação de quase R$ 1 bilhão em papéis do Banco Master.

Em decisão monocrática, o conselheiro José Gomes Graciosa indeferiu a solicitação de mais 60 dias para a conclusão da Tomada de Contas Especial aberta no processo TCE-RJ nº 100.659-6/25, em dezembro do ano passado.

Graciosa considerou que o estado já havia recebido uma prorrogação de 120 dias em maio deste ano e, segundo o TCE-RJ, o prazo adicional já havia atingido o limite previsto no regimento da Corte. Com o novo pedido negado, a CGE terá de apresentar o relatório final, incluindo a mensuração do prejuízo aos cofres públicos e a indicação dos possíveis responsáveis, até o dia 02 de setembro.

Do alerta do TCE à prisão de ex-dirigentes

O rombo bilionário no Rioprevidência ganhou novos desdobramentos no final de 2025, quando o TCE-RJ recomendou o afastamento imediato de toda a diretoria executiva, do comitê de investimentos e do controle interno da autarquia. Desde então, as apurações administrativas avançaram paralelamente às investigações conduzidas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.

Em janeiro de 2026, o então diretor-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, foi alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal e pediu exoneração do cargo.

No mês seguinte, Antunes foi preso preventivamente pela PF durante a Operação Barco de Papel, sob suspeita de gestão temerária, tentativa de obstrução da Justiça e destruição de provas. A prisão foi mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Com o avanço das investigações, toda a cúpula que comandava o Rioprevidência no período em que ocorreram os fatos investigados acabou substituída ou desarticulada.

Aplicações e irregularidades sob investigação

As apurações apontaram uma série de condutas que teriam exposto o fundo de previdência dos servidores estaduais a riscos incompatíveis com sua finalidade.

Entre eles, o investimento de quase R$ 1 bilhão em papéis do Banco Master S.A., instituição que posteriormente sofreu liquidação extrajudicial determinada pelo Banco Central.

Também estão sob análise compras de Notas do Tesouro Nacional (NTN-B) por meio da corretora Planner. Segundo as apurações, os títulos teriam sido adquiridos por valores superiores aos praticados no mercado secundário, sem justificativas técnicas ou econômicas para a contratação da intermediária.

Outro foco é a governança dos investimentos. Foram identificadas aplicações feitas sem a aprovação tempestiva do Plano Anual de Investimentos, além de possíveis descumprimentos dos limites estabelecidos pela Resolução CMN nº 4.963/2021 e falta de transparência em relatórios e atas de conselhos.

CGE terá de concluir tomada de contas

Com o pedido de prorrogação negado e os autos anexados ao processo principal, a CGE terá de concluir a Tomada de Contas Especial. O relatório deverá apontar o valor do prejuízo e os responsáveis pelos eventuais danos até a data limite definida pela prorrogação de 120 dias, aceita em maio deste ano.

A quantificação das perdas será usada como base para eventual cobrança de ressarcimento aos cofres públicos e poderá reforçar os processos judiciais e criminais já em andamento contra ex-gestores do Rioprevidência.

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COM FÁBIO MARTINS.

Vice de Paes na disputa pelo governo do estado do Rio, Jane Reis declara à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 577 mil

09/08/2026 12:43

Escolhida vice na chapa de Eduardo Paes (PSD) ao governo do estado do Rio, a advogada Jane Reis (MDB) declarou à Justiça Eleitoral ter um patrimônio de R$ 577.396,84.

Entre os bens informados estão um automóvel avaliado em R$ 220 mil; um imóvel no valor de R$ 30 mil; e um título de previdência privada de R$ 44 mil.

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Declaração de bens de Jane Reis em 2026 — Foto: Reprodução/Divulgacand

O valor total é maior do que o declarado por Jane em 2020, quando concorreu à Prefeitura de Magé. Na declaração daquele ano, a irmã do presidente estadual do MDB, Washington Reis, ex-prefeito de Duque de Caxias, declarou um total de R$ 268.608,29, somando automóvel, título de previdência privada e participações em empresas.

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Declaração de bens de Jane Reis em 2020 — Foto: Reprodução/Divulgacand

Candidato do PL ao governo do estado, Douglas Ruas declara patrimônio de R$ 1,4 milhão à Justiça Eleitoral

09/08/2026 11:57

Presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e candidato do PL para o governo do estado, Douglas Ruas (PL) tem um patrimônio estimado em R$ 1,4 milhão. O valor foi declarado por ele à Justiça Eleitoral, que reúne os dados dos candidatos no portal DivulgaCand.

O patrimônio total é de R$ 1.467.687,88, dividido em quatro imóveis, quotas de imóveis e aplicações em fundos de investimentos, além de valores depositados em poupanças e conta corrente.

O valor é cerca de 15% maior do que o declarado por Douglas Ruas em 2022, quando foi eleito deputado estadual. Na época, ele disse ter R$ 1,2 milhão em bens. Ele participa, em 2026, de sua primeira disputa ao cargo de governador.

Pobre de marré, deci: Paes declara à Justiça Eleitoral um patrimônio de apenas R$ 189 mil

09/08/2026 11:36

Candidato ao governo do estado do Rio pelo PSD, Eduardo Paes declarou à Justiça Eleitoral ter um patrimônio de R$ 189 mil. O valor é um pouco maior do que o declarado em 2024 — R$ 185 mil — quando concorreu à Prefeitura do Rio.

Entre os bens informados, chama atenção um Volkswagen Tiguan 2020, avaliado em R$ 150 mil, além de um título de previdência privada de R$ 32 mil.

Juntos, os dois itens somam quase todo o patrimônio declarado pelo candidato do PSD, que reúne ainda um saldo de R$ 50 em renda fixa e R$ 6,3 mil espalhados em quatro contas correntes no país.

Na declaração de 2022, Paes declarou duas contas bancárias no exterior, que, juntas, somavam R$ 2,3 mil. Esses registros não constam mais na declaração atual. Em contrapartida, houve aumento no número de contas mantidas no Brasil: naquele ano, ele havia declarado apenas uma conta corrente, com saldo de R$ 182.

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Declaração de bens de Eduardo Paes em 2026 — Foto: Reprodução/Divulgacand

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