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    Não esqueça a colinha e o guarda-chuva. E bom voto!

    Documento, colinha e guarda-chuva: o que saber antes de votar neste domingo no Rio

    Datafolha para o Senado mostra Benedita da Silva à frente, seguida por Carlos Portinho e Carlos Jordy

    Datafolha para o Senado: considerando os votos válidos, Benedita tem 26%; Portinho, 19% e Jordy, 18%

    Datafolha: Eduardo Paes continua na frente, com Douglas Ruas em segundo

    Último Datafolha do primeiro turno: nos votos válidos, Eduardo Paes tem 46% e Douglas Ruas, 38%

    Jordy, Benedita e Portinho lideram a corrida pelo Senado, segundo a Quest da véspera da eleição

    Quaest: na disputa pelo Senado, Jordy assume a dianteira com 17%; Portinho e Benedita têm 16% cada

    Giselle Monteiro e Roberto Monteiro Pai

    De pai para filha e de filha para pai: Roberto Monteiro-Pai e Giselle Monteiro repassam R$ 348 mil de fundo eleitoral para funcionários de seus próprios gabinetes

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    TEMPO REAL estreia ferramenta para acompanhamento da apuração das Eleições 2026 no Rio de Janeiro

    TEMPO REAL estreia ferramenta para acompanhar a apuração dos votos das Eleições 2026 neste domingo (04)

    TRE-RJ muda 72 locais de votação por causa da violência e afeta mais de 200 mil eleitores em 20 cidades do estado

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    Justiça Eleitoral concede três liminares a favor de Douglas Ruas por propagandas irregulares veiculadas pela campanha de Eduardo Paes na TV e internet

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    Na eleição de 2022, o Largo de São Francisco da Prainha bombou durante a apuração dos votos; lei seca

    Lei Seca só pra quem dirige: com venda de bebida liberada, bares do Rio terão até samba para acompanhar a apuração dos votos

    Chuva forte provoca queda de árvores em diferentes pontos do estado e interdita a RJ-142, entre Casimiro de Abreu e Nova Friburgo

    Chuva forte provoca queda de árvores em diferentes pontos do estado e interdita a RJ-142, entre Casimiro de Abreu e Nova Friburgo

    Chuva encobre a paisagem do Rio neste sábado (3), primeiro dia do fim de semana. Previsão aponta tempo fechado ao longo do dia e mudança nas condições climáticas no domingo (4), dia da eleição.

    Previsão do tempo: Rio terá chuva no sábado e 30°C no domingo de eleição

    van de transporte escolar

    Vans e ônibus de transporte escolar vão poder usar faixas do BRS no Rio entre 11h e 14h

    Angélica e Eliana gravaram programa do SBT no apartamento que a loura paulista comprou na Lagoa

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    Consulado dos Estados Unidos

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    Elymar Santos

    Cantor Elymar Santos vende, por R$ 30 milhões, cobertura duplex no metro quadrado mais caro do Leblon — e do Brasil

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    Corpo de Bombeiros abre processo seletivo para 192 vagas temporárias; salário pode chegar a R$ 12 mil

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    Prédio que abriga sede da Caixa, na Rua do Passeio, recebe oferta de R$ 760 milhões; último relatório o avaliou em R$ 1,18 bilhão

  • Transparência
    Uruan, o ex-secretário que pode ter que restituir R$ 15,5 milhões

    Sob rolo compressor: TCE-RJ pauta julgamento que cobra R$ 15,5 milhões de ex-secretário por supostas irregularidades em obras de asfalto fino

    Hospital Geral da Japuíba, em Angra dos Reis: unidade está entre as estruturas de saúde afetadas pela situação financeira que levou à contratação emergencial de serviços pela prefeitura.

    Conta salgada de R$ 106 milhões faz atraso da Prefeitura de Angra levar a contrato emergencial para manter hospital funcionando

    Sede da Cedae, no Centro do Rio — companhia é alvo de questionamentos no TCE-RJ sobre a disputa pela licitação de R$ 89 milhões do Novo Guandu.

    Pule de dez? Disputa por licitação de R$ 89 milhões da Cedae para o Novo Guandu chega ao TCE

    O projeto da obra que vai ligara a Estrada da Posse à a Avenida Brasil, na Zona Oeste

    Luz no fim do túnel? Prefeitura do Rio autoriza cessão de contrato de R$ 212,9 milhões para obra de ligação viária na Zona Oeste, mas OECI permanece no negócio

    O deputado estadual Alan Lopes, autor da representação que levou o TCE-RJ a suspender a contratação do novo sistema estadual de bilhetagem sem licitação. Foto: Divulgação/Alerj.

    Após denúncia de deputado, possibilidade de contratação do novo sistema de bilhetagem do estado sem licitação é suspensa pelo TCE-RJ

    Campanhas eleitorais injetaram quase meio bilhão de reais na economia do estado em 2026

    Quem paga a conta? Campanhas no Rio já movimentam R$ 484,5 milhões, e 90% são recursos públicos

    Os salários dos administradores e conselheiros da Cedae deverão ser publicados no site da companhia

    Ops, falha nossa: Cedae só manteve regras sobre salários e gratificações (não criou); e reorganizou a estrutura da companhia

    Por determinação judicial, a Cedae suspendeu a eleição para a escolha do representante dos funcionários no Conselho de Administração da companhia

    Em família: eleição para representante do Conselho de Administração da Cedae vai parar na Justiça

    Os trens urbanos do Rio estão sendo observados com lupa pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ)

    Apagão de informações: TCE-RJ exige, em 30 dias, dados reais sobre custos e lucros da nova concessão dos trens

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    Transportes serão gratuitos nas eleições; barcas e metrô

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    Famílias atípicas poderão contar com documento emitido pelo Detran-RJ para facilitar a comprovação da condição de cuidador e o acesso a atendimento prioritário.

    Detran-RJ regulamenta emissão do Documento de Identificação da Mãe Atípica

    Transporte será gratuito nas eleições

    Eleições 2026: estado e cidade do Rio terão transporte gratuito nos dias de votação

    Vans municipais vão integrar o Sistema de Transporte Unificado Complementar

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    Corpo de Bombeiros, taxa de incêndio

    Corpo de Bombeiros divulga valores da taxa de incêndio e datas para 2027

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    Linha Amarela

    Linha Amarela terá série de interdições para manutenção até domingo (20)

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    Festival do Rio

    Bora lá: antes de ir às urnas, carioca pode aproveitar Festival do Rio, Rio Gastronomia e exposição inédita; confira dicas para fim de semana

    Marvvila, Ananda e Yan são as atrações principais da edição especial do Casarão do Firmino, que acontece nesta sexta-feira (2), na quadra do Acadêmicos do Salgueiro, no Andaraí. A programação começa às 18h, com abertura do Grupo BatuQG e DJ Nicolle Neumann nos intervalos.

    Casarão do Firmino faz edição especial na quadra do Salgueiro com shows de Marvvila, Yan e Ananda

    Jorge Aragão em show no Rio de Janeiro

    Bora lá: Jorge Aragão, Major RD, Hamilton de Holanda, Linn da Quebrada e muito mais agitam fim de semana no Rio

    Hacktudo comemora 10 anos neste fim de semana no MAM Rio, com entrada gratuita e atrações de inteligência artificial, robótica e drones

    Hacktudo comemora 10 anos com festival gratuito de tecnologia no MAM Rio

    Paolla Oliveira

    Carnaval 2027: Paolla Oliveira é a nova rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense

    Luiz Antônio Simas e o produtor Haroldo Carneiro discutem a história e a presença da cachaça na cultura do Rio em encontro gratuito na Lapa

    Cachaça, samba e história: evento na Lapa terá debate sobre a relação da bebida com a cultura carioca

    Emicida, Fernanda Abreu e Leci Brandão

    Bora lá: semana no Rio termina com circo, samba e shows de Emicida, Fernanda Abreu e Leci Brandão 

    O Theatro Municipal do Rio recebe a quarta edição do Festival Oficina de Ópera, que aposta na formação de novos talentos da música lírica

    Festival Oficina de Ópera leva nova geração da música lírica ao Salão Assyrio do Theatro Municipal

    Tony Tornado

    Alerj aprova Medalha Tiradentes para Tony Tornado

  • Opinião
    Flávio Bolsonaro participa de ato de campanha na reta final da eleição; religião ganhou espaço na disputa nos últimos dias

    A fé de Flávio

    Lula durante ato de campanha. A uma semana da eleição, o presidente colocou no centro do debate um tema que mistura futebol, economia e política: a proibição das bets.

    A aposta de Lula

    Há quem enxergue a crise recente no Supremo Tribunal Federal como um acidente. Um choque de egos. Uma divergência jurídica que saiu do controle. Talvez seja. Mas existe outra hipótese que merece atenção. E se nada disso tiver sido improvisado? André Mendonça não é um novato. Não chegou ontem ao Supremo. Conhece os ritos, conhece os colegas, conhece os limites e, principalmente, conhece as consequências de cada movimento dentro de uma Corte que vive sob tensão permanente. Por isso chama atenção o momento escolhido para determinados gestos e manifestações. Não apenas pelo conteúdo, mas pelo contexto. A data. O ambiente político. O início da gestão de Edson Fachin na presidência do tribunal. Tudo isso compõe um cenário que dificilmente pode ser tratado como coincidência. Fachin assume uma Corte fragmentada. Herdou um tribunal marcado por disputas internas, vazamentos, divergências públicas e uma exposição cada vez maior de suas próprias contradições. Não é segredo para ninguém que o Supremo atravessa uma crise de imagem.

    Quem ganha quando o STF perde?

    sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

    Robôs no palanque: as novas regras do TSE para a IA nas eleições

    Entre flores e velas: enquanto homenagens se multiplicam no 8 de março, a violência contra a mulher continua sendo uma realidade no Brasil.

    Entre flores e velas: o Brasil das mulheres  

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Transparência

04/08/24 15:03
  • Redação Redação

Detro alega erro e cancela licitação para adquirir ônibus elétricos

Detro alega erro e cancela licitação para adquirir ônibus elétricos

Um dos modelos de ônibus elétricos apresentados no 1º Fórum RJ Eletromobilidade - Nova Matriz Energética e o Futuro do Transporte Rodoviário por Ônibus no Estado, em março, realizado pelo Detro e pela Setram - Divulgação

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A expectativa de ter ônibus elétricos no estado do Rio foi por água abaixo, pelo menos por enquanto.

O Departamento de Transportes Rodoviários (Detro-RJ) fez uma publicação para desconsiderar o aviso de licitação que tratava da aquisição de 10 ônibus urbanos de propulsão elétrica e sete carregadores para os modelos, que seriam usados no Sistema de Transporte Rodoviário Intermunicipal de Passageiros.

Segundo a publicação, o edital saiu no Diário Oficial de 24 de julho por uma “falta administrativa”. O tal “erro” foi ocultado e não há mais informações, já que todo processo com colocado sob sigilo.

Em março deste ano, a Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana (Setram) e o Detro realizaram o 1º Fórum RJ Eletromobilidade – Nova Matriz Energética e o Futuro do Transporte Rodoviário por Ônibus no Estado do Rio, que terminou apresentando caminhos para a implantação de veículos elétricos para o transporte rodoviário fluminense. 

Na ocasião, o secretário Washington Reis (MDB) afirmou que “a eletromobilidade veio para tomar conta”.

Mas, no momento, a chegada dos primeiros coletivos elétricos segue sem licitação.

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Detro cancela licitação
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Processo que originou licitação está trancado

POR FABIANA PAIVA E FÁBIO SOARES

Escrito por:

Redação Redação Ver publicações

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O Guanabara é só o ponto de partida: para Paes, o caminho de uma carreira nacional; para Douglas Ruas, a consolidação do poder do PL no estado

04/10/2026 08:00

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04/10/2026 07:00

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Berenice Seara

O Guanabara é só o ponto de partida: para Paes, o caminho de uma carreira nacional; para Douglas Ruas, a consolidação do poder do PL no estado

Foto de Berenice Seara
Berenice Seara

04/10/2026 08:00

Neste domingo, o eleitor do Rio de Janeiro não escolherá apenas quem vai ocupar o Palácio Guanabara pelos próximos quatro anos. O resultado das urnas também poderá determinar o tamanho — e o destino — de dois grupos políticos estabelecidos há anos no estado.

De um lado, Eduardo Paes (PSD), quatro vezes eleito prefeito do Rio, tenta finalmente atravessar a Baía de Guanabara e transformar uma carreira até hoje fortemente identificada com a capital em uma estratégia de alcance estadual — e, potencialmente, nacional.

Do outro, Douglas Ruas (PL) representa a possibilidade de o grupo político liderado pelo presidente estadual do partido, Altineu Côrtes, acrescentar o Palácio Guanabara a uma estrutura de poder que vem sendo ampliada eleição após eleição, com deputados, prefeitos e bases políticas espalhadas pelo estado.

O Planalto é o limite

Se Paes fechar a disputa hoje, o PSD fica bem na fita, o seleto grupo de mais próximos do ex-prefeito conquista o troféu do ano — mas a maior vitória será creditada a um projeto político do próprio ex-prefeito. Dele, e de mais ninguém.

Paes já tentou chegar ao governo do estado duas vezes. Em 2006, não passou do primeiro turno. Em 2018, chegou ao segundo, mas perdeu para a novidade de ocasião, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC). Depois de uma temporada fora de cena, recuperou a prefeitura em 2020 e, quatro anos depois, conquistou seu quarto mandato no Palácio da Cidade com 60,47% dos votos válidos.

Uma vitória agora mudaria não apenas o endereço de Paes, mas sua dimensão política. Se fizer um bom governo no estado considerado “terra arrasada” da federação, estaria se credenciando até a disputar, em oito anos, a Presidência da República.

Afinal, governar o segundo maior colégio eleitoral do país daria ao ex-prefeito uma plataforma de lançamento que nunca teve. Depois de décadas construindo sua imagem política a partir da cidade do Rio, Paes passaria a comandar uma estrutura estadual e a estabelecer relações diretas com os outros 91 municípios fluminenses.

Deixaria o patamar de um prefeito popular da segunda maior cidade do país — para assumir o de líder político que fala de igual para igual com os outros 26 governadores, com ministros e, a depender do resultado da eleição nacional, com o presidente da República.

Os planos do PL a partir do Guanabara

Já uma vitória de Douglas Ruas produziria um movimento diferente. Em vez da expansão de uma trajetória essencialmente pessoal, significaria um novo avanço de uma estrutura partidária que vem sendo montada no Rio há pelo menos oito anos sob o comando de Altineu Côrtes e seu braço-direito Bruno Bonetti.

Presidente estadual do PL e primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, Altineu e seus fiéis escudeiros trabalham com obstinação, desde a filiação de Jair Bolsonaro, na ampliação da presença do partido no estado. A estratégia passa pela formação de bancadas fortes na Assembleia Legislativa e na Câmara, pela conquista de prefeituras e cadeiras de vereadores e pela construção de relações políticas no interior.

Douglas é, ele próprio, produto dessa engrenagem.

Antes de se tornar candidato ao governo, construiu sua carreira a partir de São Gonçalo, onde seu pai, Capitão Nelson, é prefeito, e da proximidade política com Altineu. Depois, como secretário estadual das Cidades, ampliou as relações com prefeitos e lideranças municipais de diferentes regiões.

A chegada de Douglas ao Palácio Guanabara daria a esse grupo aquilo que ainda lhe falta: o comando direto do governo estadual.

E há uma diferença histórica importante.

O PL já governou o Rio com Cláudio Castro, mas não foi o partido que conquistou o Palácio Guanabara nas urnas em 2018. Wilson Witzel e Castro foram eleitos pelo PSC. Castro assumiu definitivamente o governo depois do impeachment de Witzel e só posteriormente se filiou ao PL, legenda pela qual conquistou a reeleição em 2022.

O ex-governador nunca creditou sua vitória ao PL — mas ao reconhecimento de seu trabalho como substituto de Witzel e, sendo mais realista, ao somatório de forças da Alerj.

Uma vitória de Douglas nesta eleição teria outra natureza: seria a chegada ao governo de um candidato formado dentro da atual estrutura política do PL fluminense e escolhido pelo próprio partido para representar seu projeto de poder.

Um plano de futuro

Na hora de digitar, o eleitor encontrará as opções para governador. Mas ao teclar o número preferido, poderá escolher também quem larga na frente na disputa pelo futuro político do Rio.

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Política

Documento, colinha e guarda-chuva: o que saber antes de votar neste domingo no Rio

Foto de Redação
Redação

04/10/2026 07:00

Vamos votar! Documento com foto, colinha eleitoral e, pelo menos para quem mora na cidade do Rio, talvez seja prudente acrescentar um guarda-chuva à lista. Neste domingo (4), 12.857.000 eleitores fluminenses estão aptos a ir às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual.

E, depois de votar, já sabe: pela primeira vez, o leitor poderá acompanhar a apuração das eleições diretamente pelo TEMPO REAL. O portal terá uma ferramenta atualizada online com os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), permitindo acompanhar a contagem dos votos e os resultados à medida que forem divulgados pela Justiça Eleitoral.

Ou seja: voto dado, missão cumprida e TEMPO REAL aberto para acompanhar o resto.

As seções eleitorais funcionam das 8h às 17h. Quem estiver na fila até as 17h poderá votar. No estado do Rio, o eleitorado cresceu ligeiramente desde a última eleição geral: são 12.857.000 pessoas aptas, 29.704 a mais que em 2022. E 10,4 milhões — 81,06% do total — já têm biometria cadastrada.

Prepare a colinha: são sete votos

É melhor não confiar na memória.

A eleição deste ano exige atenção especial porque há duas vagas para o Senado. O eleitor fará, portanto, sete escolhas para seis cargos.

A ordem na urna será esta:

  1. Deputado federal — quatro dígitos;
  2. Deputado estadual — cinco dígitos;
  3. Senador, primeira vaga — três dígitos;
  4. Senador, segunda vaga — três dígitos;
  5. Governador — dois dígitos;
  6. Presidente da República — dois dígitos.

Para o Senado, é preciso escolher dois candidatos diferentes. Se o eleitor repetir o mesmo número na segunda escolha, esse segundo voto será anulado.

Por isso, a velha e boa colinha continua sendo uma excelente tecnologia eleitoral.

O TSE recomenda anotar os números dos candidatos em um pedaço de papel, de preferência já na ordem em que aparecerão na urna. E é papel mesmo: celular, tablet, câmera e outros equipamentos eletrônicos não podem entrar na cabine de votação.

E não esqueça o documento

Não é necessário levar o título de eleitor.

É obrigatório, porém, apresentar um documento oficial com foto. Valem, entre outros, carteira de identidade, Carteira de Identidade Nacional, passaporte, CNH e carteira profissional emitida por conselho de classe. O documento pode até estar vencido, desde que permita identificar o eleitor.

O e-Título também pode ser usado para identificação, desde que apareça a fotografia do eleitor no aplicativo.

Antes de sair de casa, vale ainda conferir o local de votação. A consulta pode ser feita pelo e-Título ou no site do TRE-RJ — especialmente porque algumas seções podem ter mudado de endereço.

Vai chover voto. E talvez água também

Quem pretende deixar a votação para o fim do dia deve prestar atenção ao céu.

Segundo a previsão do Sistema Alerta Rio, o domingo na capital terá temperaturas entre 19°C e 29°C, com céu parcialmente nublado a nublado. A aproximação e a passagem de uma frente fria pelo oceano devem trazer chuva fraca a moderada isolada a partir do fim da tarde.

Os ventos também podem ficar fortes em pontos do litoral.

Em outras palavras: quem votar cedo talvez consiga escapar da chuva. Quem deixar para as últimas horas pode acrescentar o guarda-chuva à colinha e ao documento.

Transporte gratuito

Há outra facilidade para chegar às urnas: o transporte coletivo municipal e intermunicipal será gratuito no estado do Rio no domingo.

Na capital, ônibus municipais, BRT, VLT, vans e “cabritinhos” terão gratuidade das 6h às 20h e funcionarão com programação de dia útil. A prefeitura também preparou um esquema especial de trânsito, com interdições em diferentes pontos da cidade.

Votou? Aí é com o TEMPO REAL

Às 17h, encerrada a votação, começa outro programa obrigatório para quem passou os últimos meses acompanhando a campanha: a apuração.

A Justiça Eleitoral começa a divulgar os resultados a partir do fechamento das urnas, e os dados são atualizados durante a totalização dos votos.

E, neste ano, o TEMPO REAL entra nessa história de um jeito novo.

Pela primeira vez, nossos leitores poderão acompanhar diretamente pelo site a evolução da apuração, com uma ferramenta alimentada pelos dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Será possível acompanhar voto a voto o desfecho das disputas que o TEMPO REAL vem seguindo durante toda a campanha.

Então a receita para domingo é simples: documento, colinha, uma espiada na previsão do tempo e voto na urna.

Depois, pode deixar a janela do TEMPO REAL aberta.

A gente se encontra na apuração.

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Berenice Seara

De olho no retrovisor: Pedro Paulo deixa Crivella para trás e usa Paes como combustível para buscar o primeiro pelotão

Foto de Berenice Seara
Berenice Seara

03/10/2026 21:10

Na corrida pelas duas vagas do Rio no Senado, todas as atenções estão voltadas para o primeiro pelotão. Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL) e Carlos Portinho (PL) passaram as últimas semanas trocando posições no alto das pesquisas e chegam à véspera da eleição embolados na disputa.

Mas, como em toda corrida, é bom olhar pelo retrovisor.

No segundo pelotão, Pedro Paulo (PSD) e Marcelo Crivella (Republicanos) eram os dois com mais chance de conquistar um lugar entre os líderes. Pedro Paulo, que começou a campanha bem distante dos primeiros colocados, termina o sábado (3) em quarto lugar nas duas pesquisas divulgadas na véspera da eleição — Quaest e Datafolha.

Na Quaest, o braço direito do ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) largou com apenas 3% das intenções de voto, em agosto. Neste sábado, apareceu com 10%.

O Datafolha também coloca o deputado do PSD na quarta posição. Na pesquisa deste sábado, considerando só os votos válidos, Benedita aparece com 26%; Portinho, com 19%; Jordy, com 18%; e Pedro Paulo, com 13%.

No segundo pelotão teve ultrapassagem

Crivella até começou a campanha animado. Na primeira Quaest, tinha 6%. O candidato do PSD contava com apenas 3%.

Era só o dobro.

Durante algumas semanas, os dois correram relativamente próximos — até que Pedro Paulo começou a subir e Crivella perdeu fôlego. Os dois chegaram a empatar em 7% na Quaest do fim de setembro. Neste sábado, Pedro Paulo apareceu com 10%, contra 9% de Crivella.

No Datafolha, a troca de posições ficou mais evidente. Os dois começaram empatados, mas Pedro Paulo abriu distância nas últimas pesquisas. Neste sábado, nos votos válidos, aparece com 13%, enquanto Crivella tem 6%.

A tração do candidato ao governo

No caso de Pedro Paulo, o candidato enfrenta um sério problema, que é a rejeição de boa parte do eleitorado de esquerda (e a dobradinha dele é justamente com Benedita da Silva, do PT). Mas há um combustível poderoso que a campanha tentou usar nas últimas semanas: Eduardo Paes.

A história recente das eleições no Rio tem bons exemplos de candidatos ao Senado que pegaram carona nos candidatos ao governo. E sempre na reta final. Foi assim com Francisco Dornelles, que virou o jogo em 2006, na eleição de Sérgio Cabral para o Palácio Guanabara. E com Arolde de Oliveira, que arrancou às vésperas da eleição de 2018, junto com a ascensão de Wilson Witzel e do bolsonarismo.

Crivella, por exemplo, não teve a mesma sorte. O candidato ao governo de seu partido, o ex-governador Anthony Garotinho, passou todo o primeiro turno às voltas com a Justiça Eleitoral — e, como Crivella, só desidratou ao longo do período.

Pedro Paulo passou boa parte da campanha tentando fazer o eleitor que já havia escolhido Paes para o governo lembrar que tinha dois votos para senador — e que um deles poderia ser usado no candidato do mesmo partido.

Os levantamentos do Datafolha mostraram essa associação crescendo ao longo de setembro.

Jordy e Portinho, por exemplo, conseguiram transformar com mais intensidade o eleitorado de Douglas Ruas (PL) em votos para o Senado. Pedro Paulo demorou mais para pegar carona na força de Paes.

Mas pegou.

Resta saber se pegou o suficiente para dar a aceleração necessária e mudar as posições no pódio.

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Transparência

Sob rolo compressor: TCE-RJ pauta julgamento que cobra R$ 15,5 milhões de ex-secretário por supostas irregularidades em obras de asfalto fino

Foto de Bruno Quintella
Bruno Quintella

03/10/2026 20:00

ATUALIZAÇÃO às 21h, com nota do ex-secretário Uruan Cintra de Andrade.

Asfalto fino, cobertor curto. O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) pautou para o próximo dia 30 de setembro o julgamento de um processo que apura supostas irregularidades em obras de pavimentação realizadas pelo governo do estado em Campos dos Goytacazes.

No centro do caso está o ex-secretário estadual de Infraestrutura e Obras Públicas Uruan Cintra de Andrade. O tribunal entende que ele deve apresentar defesa ou ressarcir, de forma solidária com outros envolvidos, um valor equivalente a cerca de R$ 15,5 milhões.

A investigação tem como alvo o contrato nº 054/2022, firmado entre a então Secretaria de Estado de Infraestrutura e Obras Públicas (SEIOP) e a Construtora Metropolitana S.A. para obras de recapeamento e sinalização viária em Campos dos Goytacazes. O contrato tinha valor superior a R$ 89 milhões.

Segundo auditoria do TCE-RJ, foram identificados indícios de superfaturamento porque parte do asfalto executado teria espessura menor do que a prevista no contrato e nas normas técnicas. O prejuízo estimado pela Corte corresponde a 3.141.999,41 UFIR-RJ, valor que hoje equivale a aproximadamente R$ 15,5 milhões.

Fiscais relataram falta de estrutura

Ao analisar as defesas apresentadas pelos fiscais responsáveis pelo acompanhamento das obras, os auditores encontraram um problema maior do que a simples execução do contrato.

Os servidores afirmaram que não contavam com equipamentos básicos nem apoio laboratorial para verificar a qualidade do asfalto aplicado nas ruas. Segundo os relatos, faltavam ferramentas para retirada de amostras, equipamentos de medição e até convênios com laboratórios especializados. Na prática, a fiscalização acabava sendo feita com trenas, réguas e registros fotográficos.

A auditoria também registrou que alguns fiscais acumulavam dezenas de contratos ao mesmo tempo. Em um dos casos, uma servidora era responsável por 31 contratos e ainda atuava como suplente em outros 24. Outros fiscais relataram acompanhar simultaneamente entre 15 e 23 contratos.

Responsabilidade pode chegar ao ex-secretário

Para a relatora, os fatos apontam para falhas estruturais dentro da secretaria e não apenas para erros individuais dos fiscais. O entendimento é que a gestão da pasta permitiu que servidores trabalhassem sem estrutura adequada e com carga excessiva de responsabilidades.

No voto, Marianna Willeman afirma que a falta de recursos técnicos e a sobrecarga dos fiscais podem ter comprometido a fiscalização das obras, abrindo espaço para pagamentos por serviços executados em desacordo com o contrato. Por isso, ela considera que o então secretário deve responder solidariamente pelo valor apontado como prejuízo aos cofres públicos.

O processo ainda não teve julgamento definitivo. A sessão do próximo dia 30 deverá analisar a proposta de citação do ex-secretário e o andamento das apurações, garantindo aos envolvidos o direito de apresentar defesa.

O que diz o ex-secretário

A assessoria de Uruan Cintra de Andrade enviou nota sobre o assunto. Eis a íntegra:

“Antes de deixar o cargo, ainda como secretário, adotei todas as medidas recomendadas pelo TCE, com aplicação de multa contra a empresa responsável pela obra de pavimentação em Campos dos Goytacazes e cobrança da devolução dos recursos pagos por serviços que estavam em desacordo com o contrato. Além disso, determinei abertura de sindicância administrativa dos servidores responsáveis pela fiscalização do contrato. Todos os esclarecimentos já foram apresentados ao Tribunal de Contas do Estado, que analisa as respostas dadas no processo ainda pendente de julgamento”.

COM FÁBIO MARTINS

 

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Política

Datafolha para o Senado: considerando os votos válidos, Benedita tem 26%; Portinho, 19% e Jordy, 18%

Foto de Redação
Redação

03/10/2026 18:55

A última pesquisa Datafolha do primeiro turno, divulgada no início da noite deste sábado (3) Benedita da Silva (PT), 26% das intenções de voto, na dianteira da disputa pelo Senado. Carlos Portinho (PL), vem em seguida, com 19%; Carlos Jordy (PL), 18%; Pedro Paulo (PSD), 13%, Monica Benicio (PSOL), 9%; e Crivella (Republicanos), 6%.

A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. O Datafolha entrevistou 1.204 pessoas em 35 municípios, entre 28 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RJ-02070/2026.

Com informações do g1

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Política

Último Datafolha do primeiro turno: nos votos válidos, Eduardo Paes tem 46% e Douglas Ruas, 38%

Foto de Redação
Redação

03/10/2026 18:34

A pesquisa Datafolha sobre as intenções de voto para governador no Rio de Janeiro, divulgada no fim da tarde deste sábado (03), véspera das eleições, mostra que o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD) tem 46% levando-se em consideração os votos válidos, e Douglas  Ruas (PL) tem 38%.

A pesquisa avaliou os cenários com e sem Garotinho. Nesta sexta-feira, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revogou a liminar que permitia a Garotinho manter as prerrogativas de candidato ao governo. Com a nova decisão, os votos recebidos pelo ex-governador no primeiro turno deverão ser considerados “anulados sub judice” enquanto estiver mantido o indeferimento de seu registro de candidatura.

Válidos com Garotinho

Eduardo Paes (PSD): 46% (eram 47%)
Douglas Ruas (PL): 38% (eram 35%)
Anthony Garotinho (Republicanos): 7% (eram 8%)
William Siri (PSOL): 4% (eram 3%)
Coronel Busnello (Missão): 2% (era 1%)
Cyro Garcia (PSTU): 1% (eram 2%)
Juliete (UP): 1% (eram 2%)
André Marinho (Novo): 1% (era 1%)
Luan Monteiro (PCO): 1% (era 1%)

Válidos sem Garotinho

Eduardo Paes (PSD): 49% (eram 48%)
Douglas Ruas (PL): 40% (eram 38%)
William Siri (PSOL): 4% (eram 4%)
Coronel Busnello (Missão): 2% (eram 2%)
André Marinho (Novo): 2% (era 1%)
Juliete (UP): 1% (eram 3%)
Cyro Garcia (PSTU): 1% (eram 2%)
Luan Monteiro (PCO): 1% (era 1%)

Intenções de votos no segundo turno

  • Eduardo Paes (PSD): 50% (eram 52%)
  • Douglas Ruas (PL): 41% (eram 38%)
  • Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 7%)
  • Indecisos: 3% (eram 2%)

A pesquisa foi contratada pela Folha de S. Paulo e pela Globo. O Datafolha ouviu 2.010 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 27 e 2 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Com informações do g1

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Política

Quaest: na disputa pelo Senado, Jordy assume a dianteira com 17%; Portinho e Benedita têm 16% cada

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Redação

03/10/2026 18:03

Pesquisa Quaest divulgada no fim da tarde deste sábado (3) mostra que o candidato Carlos Jordy, do PL, assumiu a primeira posição na disputa pelo Senado na reta final do primeiro turno. Na pesquisa estimulada, Carlos Jordy tem 17%; Carlos Portinho (PL) e Benedita da Silva (PT) aparecem com 16% cada.

Na sequência, vêm Pedro Paulo (PSD), com 10%, Marcelo Crivella (Republicanos) com 9% e Monica Benicio com 6%.

A pesquisa foi contratada pela Globo. A Quaest ouviu 3.204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-03032/2026.

Com informações do g1

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Política

De pai para filha e de filha para pai: Roberto Monteiro-Pai e Giselle Monteiro repassam R$ 348 mil de fundo eleitoral para funcionários de seus próprios gabinetes

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Redação

03/10/2026 18:00

Roberto Monteiro-Pai e Giselle Monteiro, candidatos à reeleição como deputado federal e estadual pelo PL, destinaram pelo menos R$ 348 mil em verbas eleitorais a assessores nomeados nos gabinetes de pai e filha. Além do cruzamento de verbas, uma empresa contratada para uma das campanhas foi criada nos últimos meses por um ex-integrante do gabinete de Roberto.

O levantamento no DivulgaCand, a plataforma com as informações sobre as candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  considerou dados das campanhas dos parlamentares até o último dia 27. Ao todo, foram R$ 2.336.061,32 em despesas declaradas e contratadas.

A contratação de funcionários dos gabinetes, como pessoas físicas, para campanha

Roberto Monteiro-Pai representa a maior parte dos gastos. São ao menos oito secretários parlamentares de seu gabinete que receberam para trabalhar na campanha à reeleição para a Câmara dos Deputados. Do gabinete de Giselle, são também oito assessores da Alerj trabalhando na campanha de Roberto.

Pelo menos três dos assessores do deputado federal trabalham no gabinete em Brasília como secretários parlamentares, mas estão recebendo para trabalhar como motoristas por menos de dois meses na campanha eleitoral. Neste caso, o valor mais significativo foi o recebido por Marcelo de Oliveira Pinto: R$ 27 mil no período de 17 de agosto a 03 de outubro.

Mas, o que mais faturou pelos serviços, de acordo com a prestação de contas ao TSE, foi Christofer de Almeida, com R$ 60 mil para uma atuação como coordenador financeiro.

Já Diego Xavier Coelho Ruscy, chefe de gabinete de Giselle, recebeu R$ 25 mil para atuar no administrativo da campanha de Roberto. Ao todo, foram mais de R$ 180 mil destinados pelo deputado federal a funcionários nomeados por sua filha.

Em meio às movimentações, foi identificado, ainda, Marcio Andre Boaventura de Siqueira, nomeado como secretário parlamentar do deputado federal na última quarta-feira (30). Alex Carlos Pinto de Castro seguiu o caminho inverso: está trabalhando na campanha do parlamentar, mas saiu do gabinete no dia 03 de agosto, duas semanas antes, segundo o TSE.

Na campanha à Alerj, Giselle também contou com assessores do pai, mas apenas dois deles. Nenhum funcionário de seu próprio gabinete consta nas despesas do TSE. Os gastos com secretários parlamentares de Roberto foram significativamente menores: R$ 27.600.

Empresa aberta em abril também recebeu dinheiro de Roberto Monteiro-Pai

Uma das contratações para a campanha de Roberto Monteiro-Pai foi Rick Dantas, registrado como MEI para produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Rick foi secretário parlamentar de Roberto até 2025, quando foi exonerado.

Foram R$ 30 mil recebidos pela empresa, aberta em abril deste ano.

Maiores gastos das campanhas foram com impulsionamento de conteúdos e advogados

Mesmo com os gastos com pessoal, o maior percentual das despesas de ambos os candidatos foram com impulsionamento de conteúdos. Roberto gastou R$ 390 mil, enquanto sua filha desembolsou R$ 91,5 mil. Logo em seguida, vieram os gastos de R$ 280 mil com serviços advocatícios.

No caso de Roberto, há ainda entre os gastos a empresa FNC Fretamento e Turismo Ltda, com serviços de transportes no valor de R$ 35.000. A sociedade empresarial limitada foi criada em maio de 2025.

COM FÁBIO MARTINS

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Política

Quaest no Rio na véspera da eleição mostra que Paes teria 49% dos votos válidos; e Ruas, 40 %

Foto de Redação
Redação

03/10/2026 17:49

Pesquisa Quaest divulgada no fim da tarde deste sábado (3) mostra o ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) com 49% dos votos válidos para o governo do Rio de Janeiro. Já o presidente da Assembleia Legislativa, Douglas Ruas (PL) aparece com 40%. A diferença entre os dois é de 9 pontos percentuais.

A pesquisa foi contratada pela Globo. A Quaest ouviu 3204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa avaliou os cenários com e sem Garotinho. Nesta sexta-feira, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revogou a liminar que permitia a Garotinho manter as prerrogativas de candidato ao governo. Com a nova decisão, os votos recebidos pelo ex-governador no primeiro turno deverão ser considerados “anulados sub judice” enquanto estiver mantido o indeferimento de seu registro de candidatura.

Como ficam os votos válidos com Garotinho:

  • Eduardo Paes (PSD): 49%
  • Douglas Ruas (PL): 40%
  • Anthony Garotinho (Republicanos): 6%
  • William Siri (PSOL): 3%
  • André Marinho (Novo): 1%
  • Coronel Busnello (Missão): 1%
  • Cyro Garcia (PSTU): 0%
  • Juliete (UP): 0%
  • Luan Monteiro (PCO): 0%

Como fica o cenário sem Garotinho

  • Eduardo Paes (PSD): 36% (eram 35%)
  • Douglas Ruas (PL): 29% (eram 26%)
  • William Siri (PSOL): 2% (era 2%)
  • André Marinho (Novo): 1% (era 1%)
  • Coronel Busnello (Missão): 1% (era 1%)
  • Cyro Garcia (PSTU): 0% (eram 2%)
  • Juliete (UP): 0% (era 1%)
  • Luan Monteiro (PCO): 0% (era 1%)
  • Indecisos: 16% (eram 16%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 15% (eram 15%)

 

Neste caso, como ficam os votos válidos

  • Eduardo Paes (PSD): 51%
  • Douglas Ruas (PL): 43%
  • William Siri (PSOL): 3%
  • André Marinho (Novo): 1%
  • Coronel Busnello (Missão): 1%
  • Juliete (UP): 1%
  • Cyro Garcia (PSTU): 0%
  • Luan Monteiro (PCO): 0%

Com informações do g1

 

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Berenice Seara

Pajelança com data marcada: Lula convoca todos os candidatos a governador e a senador que o apoiam para um encontro na segunda, às 15h

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Berenice Seara

03/10/2026 17:10

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, já está ligando para os diretórios petistas de todos os estados da federação.

O presidente Lula está convocando os candidatos às eleições majoritárias (a governadores e a senadores) de sua coligação para uma reunião, na próxima segunda-feira (05), às 15h.

Se ganhar no primeiro turno (a esperança é a última que morre), será para uma comemoração.

Se não, para a reorganização de forças.

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