Com 900 unidades habitacionais e cerca de 7 mil moradores, o Conjunto Habitacional Parque Carioca, na Estrada dos Bandeirantes, em Jacarepaguá, está passando por uma ampla revitalização. As intervenções alcançam os quatro lotes do residencial e incluem melhorias nas áreas de lazer, circulação, acessibilidade e nos sistemas de água, esgoto e iluminação.
O condomínio recebeu as primeiras famílias há mais de dez anos, em meio às mudanças provocadas pelas obras para a Rio 2016. Agora, a estrutura do residencial passa por uma série de reparos para recuperar espaços de uso comum e melhorar as condições de circulação e infraestrutura.
Entre os serviços previstos estão a recuperação das quadras poliesportivas, com troca dos alambrados, a manutenção dos parques infantis e a restauração de meios-fios. Escadas, paredes, corrimãos e corredores internos também estão sendo recuperados e recebem nova pintura. O projeto inclui ainda a construção de rampas de acessibilidade e a demarcação das vagas de estacionamento.
As intervenções também atendem a demandas apresentadas pelos próprios moradores. No lote 2, por exemplo, foram criadas novas vagas para automóveis. O mesmo setor receberá dois reservatórios de água, com capacidade de 20 mil litros cada, para reforçar o abastecimento do conjunto.
Na parte de infraestrutura, o lote 3 recebe uma nova tubulação para a rede de esgoto sanitário. Já no lote 4, o sistema de iluminação passou por manutenção.
As obras são conduzidas pela Secretaria Municipal de Habitação em parceria com a Subprefeitura dos Grandes Complexos.
Novo endereço para famílias da Vila Autódromo
O condomínio faz parte do programa Minha Casa, Minha Vida e foi construído pela prefeitura em parceria com o governo federal, passando a ser ocupado em 2014 por famílias que vinham da Vila Autódromo, em Jacarepaguá, localizada a cerca de um quilômetro de distância. Na região, 278 casas seriam desapropriadas em razão das obras do Parque Olímpico, que concentrou as principais instalações da Rio 2016.
Na ocasião, os residentes das casas que iriam abaixo tiveram de escolher entre receber uma indenização ou ocupar um apartamento de dois ou três quartos no novo residencial.
Mais de uma década depois da chegada das primeiras famílias, a prefeitura também afirma estar avançando na regularização dos imóveis. O trabalho envolve os procedimentos necessários para que os moradores recebam a documentação definitiva de posse das unidades.
Com informações do “jornal” O Globo.






























































