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    Anthony Garotinho

    Garotinho volta a dizer que foi vítima de ‘perseguição’ e que vai deixar eleitorado do Rio ‘arcar com a consequência das suas escolhas’

    Roberto Monteiro e Giselle Monteiro

    Sem dobradinha na família Monteiro: Giselle é reeleita deputada estadual, mas Roberto Monteiro Pai fica como suplente na Câmara dos Deputados

    Anthony Garotinho desiste de recurso, mas ação pode não ter efeito prático no TSE

    Desistência de Garotinho não apaga votos nem muda resultado automaticamente, diz jurisprudência do TSE

    Conrado e Andréa Sorvetão têm uma disputa judicial com a apresentadora Xuxa e já discutiram publicamente com a apresentadora

    Eleitores do Rio dão ‘beijinho, beijinho, tchau, tchau’ para Andréa Sorvetão, ex-paquita desafeto de Xuxa; seu marido, Conrado, também não se elegeu

    Garotinho desiste de recurso no TSE e deixa caminho aberto para que Douglas Ruas seja eleito governador sem segundo turno

    Garotinho desiste de recurso no TSE e deixa caminho aberto para que Douglas Ruas seja eleito governador sem segundo turno

    Dr. Luizinho

    Bye bye neutralidade: PP já volta a acenar para Douglas Ruas e Dr. Luizinho coloca bancada eleita pelo partido para a Alerj à disposição

    Márcio Canella (União) e Waguinho (Republicanos)

    A batalha por Belford Roxo: Márcio Canella atropela Waguinho e recebe 20 vezes mais votos que seu candidato à Alerj na cidade

    Edmundo e Donizete não conseguiram se eleger. O Pantera, inclusive, tropeçou na bola até em uma imagem de campanha

    Ex-Vasco Edmundo fica na suplência e pega banco de reservas da Câmara; Bancada da Bola não correu pro abraço no Rio

    Douglas Ruas conquistou 40% dos votos no território base de Eduardo Paes, a cidade do Rio de Janeiro

    Douglas Ruas chega a 40% na capital e vence em nove zonas do território político de Eduardo Paes

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    Ilha Rasa, sede do Nas Rocas

    Antigo hotel Nas Rocas, em Búzios, vai ganhar cara nova na Ilha Rasa com projeto de mais de R$ 200 milhões para reconstrução

    Banco Master

    Governo do estado do Rio suspende descontos de consignados do Banco Master e Credcesta

    Ferramenta de apuração do Tempo Real

    Já começou! Acompanhe a apuração das urnas com o TEMPO REAL

    Fernanda Fialho morreu aos 29 anos. Influenciadora, escritora e palestrante, ela se tornou uma referência na produção de conteúdo sobre autismo, neurodivergência e saúde mental. A causa da morte não foi divulgada.

    Morre aos 29 anos Fernanda Fialho, referência na defesa das pessoas autistas e neurodivergentes

    Na eleição de 2022, o Largo de São Francisco da Prainha bombou durante a apuração dos votos; lei seca

    Lei Seca só pra quem dirige: com venda de bebida liberada, bares do Rio terão até samba para acompanhar a apuração dos votos

    Chuva forte provoca queda de árvores em diferentes pontos do estado e interdita a RJ-142, entre Casimiro de Abreu e Nova Friburgo

    Chuva forte provoca queda de árvores em diferentes pontos do estado e interdita a RJ-142, entre Casimiro de Abreu e Nova Friburgo

    Chuva encobre a paisagem do Rio neste sábado (3), primeiro dia do fim de semana. Previsão aponta tempo fechado ao longo do dia e mudança nas condições climáticas no domingo (4), dia da eleição.

    Previsão do tempo: Rio terá chuva no sábado e 30°C no domingo de eleição

    van de transporte escolar

    Vans e ônibus de transporte escolar vão poder usar faixas do BRS no Rio entre 11h e 14h

    Angélica e Eliana gravaram programa do SBT no apartamento que a loura paulista comprou na Lagoa

    Apresentadora Eliana comprou apartamento de cinco suítes na Lagoa e quase gritou ao dar de cara com a vista

  • Transparência
    Em mais uma edição do Diário Oficial, o Palácio Guanabara tem mais nomeação que exoneração

    Goleada no Diário Oficial: Ricardo Couto e Casa Civil mantêm ritmo onde nomeações superam exonerações em dia marcado por ‘limpa’ no Detran-RJ

    Exapicor, em Resende, foi um dos eventos contemplados com R$ 500 mil em patrocínio da Secretaria de Estado de Turismo em setembro.

    Com R$ 6,46 milhões liberados em setembro, Secretaria de Estado de Turismo prioriza o Médio Paraíba em nova rodada de patrocínios

    Uruan, o ex-secretário que pode ter que restituir R$ 15,5 milhões

    Sob rolo compressor: TCE-RJ pauta julgamento que cobra R$ 15,5 milhões de ex-secretário por supostas irregularidades em obras de asfalto fino

    Hospital Geral da Japuíba, em Angra dos Reis: unidade está entre as estruturas de saúde afetadas pela situação financeira que levou à contratação emergencial de serviços pela prefeitura.

    Conta salgada de R$ 106 milhões faz atraso da Prefeitura de Angra levar a contrato emergencial para manter hospital funcionando

    Sede da Cedae, no Centro do Rio — companhia é alvo de questionamentos no TCE-RJ sobre a disputa pela licitação de R$ 89 milhões do Novo Guandu.

    Pule de dez? Disputa por licitação de R$ 89 milhões da Cedae para o Novo Guandu chega ao TCE

    O projeto da obra que vai ligara a Estrada da Posse à a Avenida Brasil, na Zona Oeste

    Luz no fim do túnel? Prefeitura do Rio autoriza cessão de contrato de R$ 212,9 milhões para obra de ligação viária na Zona Oeste, mas OECI permanece no negócio

    O deputado estadual Alan Lopes, autor da representação que levou o TCE-RJ a suspender a contratação do novo sistema estadual de bilhetagem sem licitação. Foto: Divulgação/Alerj.

    Após denúncia de deputado, possibilidade de contratação do novo sistema de bilhetagem do estado sem licitação é suspensa pelo TCE-RJ

    Campanhas eleitorais injetaram quase meio bilhão de reais na economia do estado em 2026

    Quem paga a conta? Campanhas no Rio já movimentam R$ 484,5 milhões, e 90% são recursos públicos

    Os salários dos administradores e conselheiros da Cedae deverão ser publicados no site da companhia

    Ops, falha nossa: Cedae só manteve regras sobre salários e gratificações (não criou); e reorganizou a estrutura da companhia

  • Serviços
    Transportes serão gratuitos nas eleições; barcas e metrô

    Eleições 2026: metrô terá trens extra e barcas vão operar até 0h no dia da votação; saiba como vão funcionar transportes no domingo (04)

    O caminhão mamógrafo da Fundação Laço Rosa: oferta de 1.500 exames gratuitos

    Caminhão mamógrafo da Fundação Laço Rosa chega ao Rio com 1.500 exames gratuitos

    Famílias atípicas poderão contar com documento emitido pelo Detran-RJ para facilitar a comprovação da condição de cuidador e o acesso a atendimento prioritário.

    Detran-RJ regulamenta emissão do Documento de Identificação da Mãe Atípica

    Transporte será gratuito nas eleições

    Eleições 2026: estado e cidade do Rio terão transporte gratuito nos dias de votação

    Vans municipais vão integrar o Sistema de Transporte Unificado Complementar

    Prefeitura do Rio cria Sistema de Transporte Unificado Complementar para integrar vans ao Bilhete Único e ao sistema Jaé

    Corpo de Bombeiros, taxa de incêndio

    Corpo de Bombeiros divulga valores da taxa de incêndio e datas para 2027

    Ao entrar no site do MetrôRio, o usuário encontra no canto direito da tela o ícone de tradução para Libras

    Site do MetrôRio ganha ferramenta de acessibilidade digital com tradução em Libras para pessoas surdas, com dislexia, deficiência visual e daltonismo

    Linha Amarela

    Linha Amarela terá série de interdições para manutenção até domingo (20)

    Agência Rioprevidência

    Governo do estado detalha novas regras da prova de vida digital para aposentados do Rioprevidência; confira passo a passo

  • Cultura
    Festival do Rio

    Bora lá: antes de ir às urnas, carioca pode aproveitar Festival do Rio, Rio Gastronomia e exposição inédita; confira dicas para fim de semana

    Marvvila, Ananda e Yan são as atrações principais da edição especial do Casarão do Firmino, que acontece nesta sexta-feira (2), na quadra do Acadêmicos do Salgueiro, no Andaraí. A programação começa às 18h, com abertura do Grupo BatuQG e DJ Nicolle Neumann nos intervalos.

    Casarão do Firmino faz edição especial na quadra do Salgueiro com shows de Marvvila, Yan e Ananda

    Jorge Aragão em show no Rio de Janeiro

    Bora lá: Jorge Aragão, Major RD, Hamilton de Holanda, Linn da Quebrada e muito mais agitam fim de semana no Rio

    Hacktudo comemora 10 anos neste fim de semana no MAM Rio, com entrada gratuita e atrações de inteligência artificial, robótica e drones

    Hacktudo comemora 10 anos com festival gratuito de tecnologia no MAM Rio

    Paolla Oliveira

    Carnaval 2027: Paolla Oliveira é a nova rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense

    Luiz Antônio Simas e o produtor Haroldo Carneiro discutem a história e a presença da cachaça na cultura do Rio em encontro gratuito na Lapa

    Cachaça, samba e história: evento na Lapa terá debate sobre a relação da bebida com a cultura carioca

    Emicida, Fernanda Abreu e Leci Brandão

    Bora lá: semana no Rio termina com circo, samba e shows de Emicida, Fernanda Abreu e Leci Brandão 

    O Theatro Municipal do Rio recebe a quarta edição do Festival Oficina de Ópera, que aposta na formação de novos talentos da música lírica

    Festival Oficina de Ópera leva nova geração da música lírica ao Salão Assyrio do Theatro Municipal

    Tony Tornado

    Alerj aprova Medalha Tiradentes para Tony Tornado

  • Opinião
    Flávio Bolsonaro participa de ato de campanha na reta final da eleição; religião ganhou espaço na disputa nos últimos dias

    A fé de Flávio

    Lula durante ato de campanha. A uma semana da eleição, o presidente colocou no centro do debate um tema que mistura futebol, economia e política: a proibição das bets.

    A aposta de Lula

    Há quem enxergue a crise recente no Supremo Tribunal Federal como um acidente. Um choque de egos. Uma divergência jurídica que saiu do controle. Talvez seja. Mas existe outra hipótese que merece atenção. E se nada disso tiver sido improvisado? André Mendonça não é um novato. Não chegou ontem ao Supremo. Conhece os ritos, conhece os colegas, conhece os limites e, principalmente, conhece as consequências de cada movimento dentro de uma Corte que vive sob tensão permanente. Por isso chama atenção o momento escolhido para determinados gestos e manifestações. Não apenas pelo conteúdo, mas pelo contexto. A data. O ambiente político. O início da gestão de Edson Fachin na presidência do tribunal. Tudo isso compõe um cenário que dificilmente pode ser tratado como coincidência. Fachin assume uma Corte fragmentada. Herdou um tribunal marcado por disputas internas, vazamentos, divergências públicas e uma exposição cada vez maior de suas próprias contradições. Não é segredo para ninguém que o Supremo atravessa uma crise de imagem.

    Quem ganha quando o STF perde?

    sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

    Robôs no palanque: as novas regras do TSE para a IA nas eleições

    Entre flores e velas: enquanto homenagens se multiplicam no 8 de março, a violência contra a mulher continua sendo uma realidade no Brasil.

    Entre flores e velas: o Brasil das mulheres  

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    Anthony Garotinho

    Garotinho volta a dizer que foi vítima de ‘perseguição’ e que vai deixar eleitorado do Rio ‘arcar com a consequência das suas escolhas’

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    Dr. Luizinho

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Jogo Rápido

27/11/24 14:45
  • Reportagem Reportagem

Veterano na Alerj, Luiz Paulo dá aula a parlamentares juvenis

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Luiz Paulo em dia de professor na Assembleia Legislativa – Foto: Julia Passos/Alerj

Veterano na casa, o deputado Luiz Paulo (PSD) presidiu, nesta quarta (27), sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e compartilhou sua experiência na dinâmica dos trabalhos do colegiado com as meninas e meninos que representam os 92 municípios do Rio no Parlamento Juvenil da Alerj. A discussão das propostas apresentadas por eles marcou a atividade.

“Durante muitos anos fui professor titular da disciplina de Topografia na Faculdade de Arquitetura e sou professor da Escola do Legislativo. Me emociona sim, pelo exercício da cidadania, olhar para frente e ver uma juventude que vai defender a democracia, melhorar a qualidade do parlamento e se realizar profissionalmente na vida pública e privada”, disse.

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Política

Garotinho volta a dizer que foi vítima de ‘perseguição’ e que vai deixar eleitorado do Rio ‘arcar com a consequência das suas escolhas’

Foto de Redação
Redação

05/10/2026 16:59

Pouco após anunciar que desistiu do recurso no TSE contra sua inelegibilidade, Anthony Garotinho (Republicanos) convocou uma entrevista coletiva para comentar a decisão — que pode abrir caminho para uma recontagem dos votos e facilitar a possível eleição de Douglas Ruas (PL) sem um segundo turno.

Na entrevista, ele afirmou que não deve apoiar Ruas nem Eduardo Paes (PSD) em um segundo turno. Em carta lida por ele durante a coletiva, o ex-governador disse que “não restou outra decisão jurídica a não ser desistir, de forma livre, expressa, consciente e irretratável” do recurso para deixar o “povo do nosso Estado arcar com as consequências das suas escolhas”.

Na carta, Garotinho diz que o eleitorado escolheu “milicianos, corruptos, que ostentam fazendas e mansões, políticos bandidos aliados do tráfico” e voltou a alfinetar o ex-governador Cláudio Castro (PL) e o ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar.

“O Ministério Público sabe de tudo. A Justiça Eleitoral sabe de tudo, as Polícias Civil e Federal sabem de tudo. Hoje, uma parte expressiva do Estado disse: “Parabéns, Rodrigo Bacellar e sua gangue… Parabéns, Cláudio Castro e sua quadrilha”, escreveu.

Garotinho fala que foi perseguido pela Justiça

Além das críticas a outros políticos, Garotinho também insinua, na carta, que a Justiça Eleitoral perseguiu sua campanha. O candidato teve seu registro de candidatura anulado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).

“Não perderei tempo reclamando da Justiça Eleitoral, pois a imensa maioria da população viu a perseguição sofrida por mim, tão clara como a luz do sol”, disse.

Nesta segunda (05), Douglas Ruas disse que confia que será declarado eleito governador ainda no primeiro turno com a anulação dos votos. Mesmo com a desistência de Garotinho no recurso, a realização ou não de um segundo turno vai depender da decisão da Justiça Eleitoral sobre o registro e sobre o próprio pedido de desistência.

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Berenice Seara

Bênção do pastor já não garante mandato: grandes igrejas perdem força nas urnas do Rio

Foto de Berenice Seara
Berenice Seara

05/10/2026 16:57

As eleições deste domingo (4) mexeram numa engrenagem que, durante anos, funcionou com eficiência de relógio suíço na política do Rio: a capacidade das grandes igrejas evangélicas de transformar sua força religiosa e sua estrutura institucional em votos para candidatos escolhidos pelas denominações.

Não significa que o eleitor evangélico tenha perdido peso — muito menos que tenha abandonado a política.

O que as urnas de 2026 mostram é algo diferente: algumas das igrejas que historicamente construíram bancadas próprias sofreram derrotas importantes e perderam representantes.

Na Igreja Universal do Reino de Deus, fundada pelo bispo Edir Macedo, o recado das urnas foi mais contundente.

A denominação chegou à eleição com quatro deputados federais do Rio identificados com a igreja: Rosangela Gomes, Luis Carlos Gomes, Jorge Braz e Marcelo Crivella. Todos pelo Republicanos.

Na nova bancada fluminense, a presença diminuiu. Só Luis Carlos Gomes conseguiu se eleger.

Nem a relação familiar com a Igreja Universal foi suficiente

Marcelo Crivella, sobrinho de Edir Macedo e um dos nomes de maior projeção política da história da Universal, disputou uma das duas vagas do Rio no Senado. O ex-prefeito do Rio terminou a eleição com pouco mais de 500 mil votos (cerca de 3,4%). Muito, mas muito distante dos eleitos Carlos Portinho e Carlos Jordy, ambos do PL, que ultrapassaram a marca dos 3,9 milhões de votos.

A votação ganha dimensão justamente pela trajetória de Crivella. Ele já ocupou uma cadeira no Senado e, em 2016, foi eleito prefeito do Rio com 1,7 milhão de votos no segundo turno.

Desta vez, nem o peso de seu sobrenome dentro da Universal nem a estrutura política construída ao longo de décadas foram suficientes para colocá-lo perto da disputa por uma das duas vagas.

Os filhos de R.R. Soares ficam sem mandato

Na Igreja Internacional da Graça de Deus, fundada pelo missionário R.R. Soares, o resultado também foi ruim.

Dois filhos do líder religioso concorreram no Rio pelo PSDB e nenhum conseguiu se eleger.

Marcos R.R. Soares tentou permanecer na Câmara dos Deputados, enquanto Filipe R.R. Soares buscou uma cadeira na Assembleia Legislativa. Os dois ficaram na suplência.

É uma mudança importante para uma família que, durante anos, conseguiu manter representação política associada diretamente ao nome do fundador da Igreja da Graça.

Madureira também perde uma cadeira de peso

Uma das mais tradicionais denominações do universo pentecostal fluminense, a Assembleia de Deus de Madureira também sofreu uma derrota relevante.

Otoni de Paula (PSD), pastor e um dos deputados evangélicos de maior exposição política do Rio nos últimos anos, não conseguiu renovar o mandato de deputado federal.

Otoni havia recebido apoio de lideranças da Assembleia de Deus de Madureira e chegou à eleição depois de dois mandatos na Câmara. Sua trajetória política foi marcada inicialmente pela forte identificação com o bolsonarismo, mas, nos últimos anos, o deputado se aproximou de Eduardo Paes e abriu diálogo com o governo Lula.

Mas a igreja não ficou sem representação. Rosenverg Reis (MDB) conseguiu renovar seu mandato na Assembleia Legislativa, com 139.866 votos.

Malafaia, a exceção que confirma a regra, passa praticamente ileso

Se Universal, Igreja da Graça e Madureira têm motivos para fazer as contas depois das urnas, o grupo político-religioso mais próximo de Silas Malafaia atravessou a eleição em situação diferente.

Dois nomes fortemente associados ao pastor foram eleitos.

Sóstenes Cavalcante (PL), pastor licenciado da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, igreja comandada por Malafaia, garantiu novo mandato de deputado federal. Sóstenes é uma das principais lideranças da bancada evangélica no Congresso e teve atuação destacada na articulação política do campo bolsonarista durante a campanha. A ligação política e religiosa entre os dois é antiga e continuou explícita durante o processo eleitoral de 2026.

Na Assembleia Legislativa, Alexandre Isquierdo (PL) usou até Malafaia no nome de urna — e também conquistou a sua cadeirinha.

 

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Política

Sem dobradinha na família Monteiro: Giselle é reeleita deputada estadual, mas Roberto Monteiro Pai fica como suplente na Câmara dos Deputados

Foto de Duda Goulart
Duda Goulart

05/10/2026 16:12

A família do ex-vereador Gabriel Monteiro terminou o domingo (04) a apuração das eleições de 2026 dividida — ao menos nas urnas. Enquanto Roberto Monteiro Pai (PL), que tentava um novo mandato na Câmara dos Deputados, não garantiu a reeleição, sua filha, a deputada estadual Giselle Monteiro (PL), conseguiu a cadeira na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) pelos próximos quatro anos.

Roberto conquistou 38.036 votos e ficou como suplente. Já sua filha, Giselle Monteiro, teve mais votos que seu pai — 44.532 — e vai para o segundo mandato.

De acordo com um levantamento do TEMPO REAL, Roberto contratou ao menos oito secretários parlamentares de seu gabinete para trabalhar na campanha. Do gabinete de Giselle, são também oito assessores da Alerj trabalhando na campanha de Roberto.

O investimento da campanha de Roberto foi  de R$ 2.395.127,10. A campanha de sua filha teve um gasto mais singelo, com R$ 234.829,22 em despesas, mas conseguiu atrair mais votos.

Estagiária sob supervisão de Felipe Galeno e Berenice Seara.

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Política

Desistência de Garotinho não apaga votos nem muda resultado automaticamente, diz jurisprudência do TSE

Foto de Redação
Redação

05/10/2026 15:21

A desistência apresentada por Anthony Garotinho (Republicanos) após a realização do primeiro turno não produz, por si só, o efeito jurídico de anular os votos recebidos pelo candidato ou alterar o resultado da eleição para o Governo do Rio.

A jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considera que, depois de realizada a votação, estão em jogo interesses que ultrapassam a vontade individual do candidato, porque envolvem a manifestação dos eleitores e a legitimidade do pleito.

O TSE já decidiu expressamente que, realizadas as eleições, o candidato não pode desistir de recurso em processo de registro com o objetivo de, “por vontade própria”, tornar nulos os votos que recebeu. Em março deste ano, no AgR-REspEl 0600297-91, relatado pela ministra Estela Aranha, a Corte voltou a afirmar que a desistência posterior ao pleito pode ser inadmissível quando interfere na vontade popular, por envolver direito indisponível e matéria de ordem pública. O entendimento repete precedentes de 2013 e 2012.

No caso das eleições majoritárias, as próprias regras de totalização do TSE reforçam que os votos de candidatura com registro ainda sob recurso permanecem anulados sub judice e sua situação definitiva depende do desfecho judicial. A anulação definitiva ocorre quando o indeferimento ou cancelamento do registro se torna definitivo ou é confirmado na forma prevista pela Justiça Eleitoral — e não simplesmente porque o candidato decidiu abandonar a disputa judicial depois de os eleitores terem votado.

Assim, Garotinho não tem poder para, unilateralmente, retirar seus votos da conta eleitoral depois da votação. O efeito desses votos — e, consequentemente, qualquer repercussão sobre a realização ou não do segundo turno entre Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) — dependerá da decisão da Justiça Eleitoral sobre o registro e sobre o próprio pedido de desistência.

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Política

Eleitores do Rio dão ‘beijinho, beijinho, tchau, tchau’ para Andréa Sorvetão, ex-paquita desafeto de Xuxa; seu marido, Conrado, também não se elegeu

Foto de João Arruda
João Arruda

05/10/2026 15:01

Andréa Sorvetão (DC) “derreteu” segundo seus desafetos nas redes sociais. A ex-paquita, que foi candidata a deputada federal no Rio de Janeiro pelo Democracia Cristã, recebeu apenas 2.529 votos e nem na suplência ficou. Desafeto declarada da apresentadora Xuxa Meneguel, com quem andou tretando pela internet e tem disputa judicial por uma dívida, ela não desceu do salto. Fez vídeo com o marido, o cantor Conrado, que também não se elegeu (era candidato da deputado estadual), agradecendo pelo apoio e ainda postou, em seguida, uma imagem trolando outros candidatos, mais ligados ao campo da esquerda, que não se elegeram. A loura e o marido dizem que o desafio agora é eleger Flávio Bolsonaro presidente.

Xuxa brilhou com a turnê "O último voo da nave" e fez questão de não convidar a antiga assistente
Xuxa brilhou com a turnê “O último voo da nave” e fez questão de não convidar a antiga assistente. Foto: Divulgação

Com princípios conservadores, ela já foi acusada de homofobia por sua postura nas redes sociais e se tornou desafeto de Xuxa, que fez questão de não convidá-la para a turnê “O último voo da nave”, que foi um sucesso, inclusive com participação de várias outras paquitas.

“Muita gente fala: ‘A Xuxa deixou de falar com alguma paquita por causa de política’. Não, eu só deixo de falar com paquita se é homofóbica. Para mim, eu não suporto isso. Homofobia não dá para mim”, chegou a comentar Xuxa, sem citar nomes.

Xuxa e Andréa Sorvetão brigaram em 2021. Na época, a ex-paquita e Conrado postaram um vídeo se declarando “um casal de cristãos, héteros e tradicional”. Sorvetão negou a homofobia e alfinetou a apresentadora.

“O seu desentendimento comigo é político, sim! Presta atenção em quem está a sua volta porque tem paquita aí do seu lado que já maltratou fã dizendo ‘vira homem’. E uma outra que está bem pertinho de você não queria tirar foto com uma drag linda”, disse Sorvetão.

A apresentadora também briga com a ex-paquita na Justiça. Ela cobra dívida relacionada a um apartamento no Recreio dos Bandeirantes. De acordo com o processo, Xuxa deixou que Sorvetão morasse com a família no imóvel. Contrato foi formalizado em janeiro de 2020, como comodato, com duração prevista de 48 meses.

A ex-paquita ficaria responsável por despesas como condomínio, IPTU, taxa de incêndio, contas de luz e gás. Mas o imóvel foi devolvido em abril de 2021. Documentos apresentados à Justiça mostram pendências financeiras referentes aos encargos do apartamento. Com as atualizações, o valor cobrado no processo chega a cerca de R$ 26 mil.

Conrado reclamou publicamente:

“Você é uma pessoa má, tem um coração ruim, com certeza é uma pessoa vingativa”.

Em ocasiões anteriores, Sorvetão havia dado declarações afirmando ser grata a Xuxa:

“Ela nos ajudou financeiramente quando precisamos, pagou a escola da nossa filha. Ela trouxe a gente de volta para o Rio e nos botou no apartamento dela”.

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Política

Garotinho desiste de recurso no TSE e deixa caminho aberto para que Douglas Ruas seja eleito governador sem segundo turno

Foto de Lívia Mendonça
Lívia Mendonça

05/10/2026 14:23

O candidato Anthony Garotinho (Republicanos) desistiu do recurso apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no processo que discutia o registro de sua candidatura ao governo do Rio. A defesa do ex-governador protocolou, no início da tarde desta segunda-feira (05), um termo de desistência do recurso ordinário eleitoral que tramitava na Corte.

O pedido foi apresentado um dia depois da eleição e após ser encaminhado, na manhã desta segunda-feira (05) ao ministro Floriano de Azevedo Marques, relator do processo no TSE. O caso envolve questões relacionadas à elegibilidade de Garotinho, entre elas o pleno exercício dos direitos políticos e a suspensão desses direitos em razão de condenação por ato doloso de improbidade administrativa.

No documento, os advogados afirmam que Garotinho decidiu desistir do recurso de forma “livre, expressa, consciente e irretratável”. A defesa pede que o ministro homologue a desistência e reconheça, consequentemente, a perda do objeto do recurso.

Os advogados sustentam que o Código de Processo Civil permite ao recorrente desistir do recurso a qualquer momento, sem necessidade de concordância das outras partes envolvidas no processo.

Douglas Ruas pode ser eleito no primeiro turno

Com a desistência do recurso de Garotinho, os caminhos estão abertos para que Douglas Ruas (PL) seja eleito governador sem segundo turno.

O atual presidente da Alerj terminou a eleição com 49,27% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (PSD) somou 42,76%. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já considerava os dois matematicamente classificados para o segundo turno, marcado para 25 de outubro. Mas a situação poderia mudar caso os votos de Garotinho, até então sub judice, fossem definitivamente retirados da contagem.

Agora, com a retirada do recurso, os votos de Garotinho serão desconsiderados no cálculo dos votos válidos. Com a nova distribuição, Ruas passaria a ter 50,88% dos votos válidos, contra 44,16% de Paes, resultado que lhe garantiria a vitória ainda no primeiro turno.

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Política

Bye bye neutralidade: PP já volta a acenar para Douglas Ruas e Dr. Luizinho coloca bancada eleita pelo partido para a Alerj à disposição

Foto de Redação
Redação

05/10/2026 14:13

Depois da decisão de neutralidade que fez o partido desembarcar da campanha de Douglas Ruas, o PP já está de volta ao barco do candidato do PL. Em entrevista à rádio CBN, na manhã desta segunda (05), o deputado federal mais votado do Rio, Dr. Luizinho (PP), colocou a bancada do partido na Câmara à disposição do candidato do PL.

Presidente do PP e líder da federação União Progressista na Câmara, Luizinho já trata, inclusive, Douglas Ruas como o novo governador do Rio. Ele descarta que a decisão vá mesmo para o segundo turno, contando que a Justiça Eleitoral considerou inválidos os votos de Garotinho.

“A eleição está decidida, o ex-governador Garotinho está inelegível. Douglas Ruas é o governador eleito do estado; não teremos segundo turno. A situação dele não cabe recurso, não tem como reverter no TSE, esses votos não serão contados, o Douglas Ruas será o governador e espero que o Douglas possa fazer um bom mandato”, disse Luizinho.

Na mesma entrevista, ele destacou que os nomes da federação formada por União Brasil e PP estarão “à disposição” de Douglas na Assembleia Legislativa.

“[Douglas Ruas] vai contar certamente com a bancada do União Progressista na Assembleia Legislativa, e o que a gente puder, em Brasília, vai ajudar o estado do Rio de Janeiro”, disse.

Do apoio à neutralidade — e de volta ao apoio

A posição de Dr. Luizinho representa mais uma mudança em relação ao comportamento do PP durante a campanha. O partido chegou a integrar a articulação política de Douglas Ruas e indicou Rogério Lisboa, ex-prefeito de Nova Iguaçu, para a vice na chapa do candidato do PL.

A composição, porém, acabou desfeita, e a Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, decidiu pela neutralidade na disputa pelo governo do estado.

Com a decisão, na época, PP e União Brasil deixaram formalmente de apoiar Douglas Ruas no primeiro turno. Luizinho, entretanto, manteve interlocução com diferentes grupos políticos durante a campanha, inclusive com aliados de Eduardo Paes.  Rogério Lisboa foi mais direto, anunciou apoio a Paes e foi o organizador da campanha do ex-prefeito do Rio em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Agora, após o resultado do primeiro turno e a decisão da Justiça Eleitoral sobre a candidatura de Anthony Garotinho, o presidente do PP volta a colocar a estrutura política da federação à disposição de Douglas.

Com informações da CBN.

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Política

A batalha por Belford Roxo: Márcio Canella atropela Waguinho e recebe 20 vezes mais votos que seu candidato à Alerj na cidade

Foto de Gabriele Maia
Gabriele Maia

05/10/2026 13:54

Márcio Canella (União ) levou, mais uma vez, a melhor na batalha por Belford Roxo.

Na cidade que por anos foi a principal base eleitoral do ex-prefeito Waguinho (Republicanos), Rueda (União) teve 93.874 votos para a Câmara Federal contra 8.809 de Daniela do Waguinho (Republicanos). E o próprio Márcio Canella recebeu 133.956 votos para a Assembleia Legislativa (Alerj) — mais de 20 vezes a votação de Leandro do Waguinho (Republicanos), que teve apenas 6.131 apoiadores no município.

Um cenário bem diferente de 2022

Em 2022, ano do racha entre os antigos aliados, Daniela do Waguinho estava no auge. Como deputada federal disputando a reeleição, ela recebeu 213.706 votos e terminou como a mais votada do Rio de Janeiro. Belford Roxo, sozinha, deu 114.345 dos votos.

A família tinha prefeitura, mandato federal, grupo político e uma base eleitoral que parecia sólida.

Porém briga entre Waguinho e Márcio Canella começou naquele mesmo ano, no segundo turno da eleição. O então prefeito declarou apoio a Lula (PT), enquanto Canella ficou com Jair Bolsonaro (PL) e o ex-governador Cláudio Castro (PL).

A partir dali, a aliança acabou. E Márcio Canella, que esperava ser o candidato à prefeitura do grupo em 2024, foi substituído pelo sobrinho Matheus do Waguinho.

Ele não desistiu, foi para a disputa e venceu o antigo aliado com 155.229 votos, contra 86.887 de Matheus.

Dois anos depois, os dois grupos voltaram a medir forças em uma eleição — que não estava restrita à prefeitura.

Canella disputou uma vaga na Alerj e apostou em Rueda para a Câmara dos Deputados. Waguinho tentou o Senado, Daniela buscou ser reeleita e Leandro do Waguinho entrou na disputa pela Assembleia.

E o resultado em Belford Roxo foi ainda mais favorável a Canella. Mais de 60% dos 155.836 votos que deram a eleição ao pernambucano Rueda vieram da cidade.

Márcio Canella teve, em todo o estado, 197.178 votos — a segunda maior votação para deputado estadual. Leandro do Waguinho ficou com apenas 6.131 em Belford Roxo, mas 49.013 no total, conseguindo se eleger.

O resultado de Waguinho foi o pior. O ex-prefeito teve 17.008 votos em Belford Roxo e 116.453 no estado, terminando em nono lugar na disputa pelo Senado e fora das duas vagas.

E Daniela também ficou sem mandato. Dos 213.706 votos de 2022, passou a 53.345 neste ano.

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Tempo Surreal

Tempo Surreal (alerta de humor): com ou sem paz nas ruas, um garotinho fica de castigo

Foto de Redação
Redação

05/10/2026 13:41

Anthony Garotinho já está fora do jogo. O curioso é que a eleição ainda não sabe se pode continuar sem ele. Dudu e Dodô terminaram a primeira rodada separados por poucos pontos. Um com 42,76% dos votos válidos. O outro, com 49,27%.

A conta apontava para um jogo de volta, mas (re)apareceu um garotinho no meio do caminho. O gandula segurou a bola. Jogo parado. Cadê o juiz?

Com 3,17% dos votos, Garotinho virou uma espécie de peso (ou mala) de chumbo na gangorra eleitoral: se os votos forem anulados, Ruas passa dos 50% e pode levar no primeiro turno o caneco. Se forem mantidos, Paes e Ruas voltam para a última rodada do campeonato.

De um lado, alguém pode subir. Do outro, alguém pode cair.

E, no meio do caminho havia (haverá?) um guri.

Entre a paz das ruas e as travessuras de um menino sem (ou com?) juízo, como diz o samba, a eleição do Rio segue entre ‘altos’ e um baixo — no meio da…gangorra eleitoral.

 

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Política

Ex-Vasco Edmundo fica na suplência e pega banco de reservas da Câmara; Bancada da Bola não correu pro abraço no Rio

Foto de João Arruda
João Arruda

05/10/2026 13:21

A bancada da bola no estado do Rio chutou na arquibancada no que diz respeito ao desempenho eleitoral. O artilheiro Edmundo (PSDB), ídolo da torcida do Vasco, até que bateu na trave. Conseguiu 35.725 votos e ficou na suplência como deputado federal. O curioso é que o ex-jogador e agora comentarista foi o grande nome do Cruzmaltino na conquista do Campeonato Brasileiro de 1997. No ano seguinte, já não estava no elenco, mas, em seu lugar, outro atacante brilhou: Donizete Pantera, que foi um dos grandes nomes do time na conquista da Libertadores. Pois bem. O artilheiro, que também teve grande passagem pelo Botafogo no título brasileiro de 1995, não repetiu o bom desempenho dos gramados nas urnas. Candidato da deputado estadual pelo PL, recebeu 4.844 votos. Desempenho de Série C.

No início da campanha, Edmundo chegou a dizer que ia defender os interesses do Vasco no Congresso Nacional. Parece não ter sido exatamente uma jogada genial do ex-craque.

No que se refere a dirigentes, a voz do torcedor também não gritou mais alto. Marcos Braz (PSDB), um dos responsáveis por montar o elenco do Flamengo campeão brasileiro de 2009 (depois de 17 anos sem a taça!), teve 18.305 votos. Performance abaixo da eleição de 2022, quando conseguiu 20.844 votos. Ficou na suplência.

Outro nome ligado ao Rubro-Negro que pegou o banco de reservas, ou seja, a suplência, da Câmara dos Deputados foi o ex-presidente do Flamengo Eduardo Bandeira de Mello (PV), que teve 37.535 votos. Bandeira é muito querido por importantes setores da torcida, considerado o grande gestor que começou o processo de organização financeira do Flamengo, ainda em 2013, permitindo ao clube voltar a ser uma potência financeira.

Já o ex-juiz de futebol Gutemberg Fonseca (PL), que foi candidato a deputado federal e conseguiu 20.595 votos, vai atuar mesmo como quarto árbitro do seu grupo político. Aquele que só apita se o juiz titular ou os assistentes tiverem algum imprevisto. Bolsonarista de primeira hora, ele vai ficar na suplência.

Rodrigo Dinamite (PSDB), filho do grande ídolo do Vasco, Roberto Dinamite, que também chegou a jogar futebol, não mostrou grande desempenho nas urnas. Candidato a deputado estadual, recebeu 1.700 votos. O saudoso Roberto Dinamite, além de ter sido presidente do clube depois de pendurar as chuteiras, também chegou a se aventurar na política, sendo eleito deputado estadual na época em que o poderoso Eurico Miranda era deputado federal pelo Rio.

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