Policiais civis da 50ª DP (Itaguaí) prenderam, neste domingo (30), um homem que atropelou e matou a ex-companheira. Ele foi capturado no Centro de Itaguaí, na Baixada Fluminense.
Segundo os agentes, no sábado (29), o acusado passou a perseguir em seu carro sua ex-companheira, que estava na garupa de uma motocicleta com seu atual namorado. O acusado fez uma manobra conhecida como “cavalo de pau” e colidiu com a motocicleta conduzida por outra vítima.
Em seguida, de forma intencional, ele jogou o veículo em cima da moto de sua ex-companheira e fugiu do local. Ela morreu após dar entrada em um hospital da região.
As investigações apontam que o acusado e a vítima mantiveram um relacionamento por cerca de 20 anos, mas já estavam separados. O fato de ela já estar namorando uma outra pessoa teria desagradado o criminoso e motivado o ataque.
Na delegacia, ele admitiu ter atropelado a ex-companheira, alegando ter agido por ciúmes. A distrital informou que as investigações prosseguem com o objetivo de apurar todas as circunstâncias do evento a fim de robustecer as provas que servirão de base para o formal indiciamento do investigado.
De acordo com o texto, as plataformas deverão verificar os antecedentes criminais dos motoristas no momento do cadastro e também realizar consultas periódicas. A checagem deverá considerar, no mínimo, certidões de antecedentes emitidas pelos órgãos competentes.
Entre os casos previstos pelo projeto estão condenações definitivas por violência doméstica e familiar contra a mulher, crimes contra a dignidade sexual, feminicídio, perseguição e ameaça praticadas em contexto de violência de gênero.
Aplicativos podem criar canais de denúncia de crimes contra a mulher
Além da análise dos antecedentes, a proposta prevê que os aplicativos disponibilizem canais acessíveis para denúncias e mecanismos simplificados para que passageiras possam comunicar casos de violência ou assédio durante as corridas.
A proposta é de autoria da deputada estadual Sarah Poncio (SDD).
“Se existe uma condenação definitiva por violência contra uma mulher, não faz sentido ignorar esse histórico quando o serviço coloca esse motorista em contato direto e privado com outras passageiras”, explicou.
Entre o vermelho e o verde-amarelo, camelôs cariocas provam que, na política, ideologia também vira mercadoria.
No Largo da Carioca, a polarização encontrou um raro espaço de convivência pacífica — e pendurada no mesmo varal. De um lado, estampas vermelhas e estrelas; do outro, verde, amarelo e faixas presidenciais.
Tudo lado a lado, à espera do freguês.
Ali, pelo menos, não tem pesquisa eleitoral, rejeição nem segundo turno: vende-se o que tiver saída. No comércio popular do Centro, a regra é democrática — há mercado para todas as matizes.
A Câmara do Rio aprovou nesta terça-feira (15) um projeto de lei que obriga a prefeitura da capital a remover colmeias de abelhas, vespas e marimbondos que ofereçam risco à população e aos animais.
De autoria do vereador Poubel (PL), o texto segue agora para sanção ou veto do prefeito Eduardo Cavaliere (PSD).
Caso se torne lei, a Prefeitura do Rio deverá priorizar a retirada das colmeias em áreas públicas, especialmente em locais como escolas, creches, centros de atendimento social e espaços de grande circulação.
A operação deverá ser comunicada aos órgãos ambientais e à Defesa Civil, para garantir a remoção segura dos animais.
Em imóveis particulares, a responsabilidade será do proprietário, que deverá contratar profissionais especializados. O Executivo municipal pode ficar responsável pelo serviço apenas em propriedades de pessoas físicas com renda de até três salários mínimos.
Riscos que as colmeias apresentam
Segundo Poubel, o projeto foi elaborado a partir de reclamações de moradores que encontram colmeias em locais de risco e não sabem a quem recorrer.
“São inúmeras as reclamações e os pedidos para retirada de colmeias. É preciso que a remoção seja feita por agentes ou empresas capacitadas, capazes de analisar os riscos e realizar o procedimento com total segurança”, afirmou o vereador.
Na justificativa do projeto, o vereador também destaca os riscos para crianças, idosos e pessoas alérgicas. Ataques podem provocar reações graves e, em casos mais severos, choque anafilático.
“Estamos preocupados com a proteção e o bem-estar da população, dos animais e, sobretudo, das nossas crianças”, disse.
Coordenador da campanha de Lula no Rio, Quaquá critica estratégia do partido, cobra diálogo com evangélicos e diz que reunião com Chico e Caetano é ‘pregar para convertidos’
A menos de três semanas do primeiro turno das eleições de 2026, o coordenador da campanha à reeleição de Lula (PT) no Rio, Washington Quaquá, criticou a estratégia do partido. Em vídeo publicado no Instagram, ele afirmou que uma eventual reunião do presidente com Chico Buarque e Caetano Veloso, na Fundição Progresso, seria pouco eficaz para ampliar o eleitorado, por reunir artistas e eleitores que já estão próximos de Lula.
“Eu acho bacana, lindo, maravilhoso. São figuras extraordinárias do Brasil, que eu amo, inclusive. Mas é pregar para convertidos. É falar para quem já praticamente vota na gente, para o nosso universo”, disse o prefeito de Maricá.
Quaquá também reclamou de estar à margem das decisões da campanha nacional. Segundo ele, enquanto circula pelo estado e faz pesquisas para entender o comportamento do eleitorado, não tem sido ouvido nas definições da estratégia para o Rio. Na avaliação do prefeito, Lula precisa ampliar o diálogo e buscar setores que tradicionalmente não estão no campo do PT.
“Eu estou aqui no Rio de Janeiro, disposto a ajudar a campanha. Fui, entre aspas, posto coordenador da campanha, mas não há coordenação, qualquer relação com a coordenação nacional. Nós não somos ouvidos para nada. Eu tenho feito pesquisa, tenho andado bairro a bairro. Conhecemos muito o Rio e queremos fazer essa interlocução.
Quaquá sugere encontro com evangélicos
Entre as estratégias defendidas por Quaquá em vídeo direcionado aos seus seguidores, está uma aproximação maior de Lula com o eleitorado evangélico. O prefeito afirmou que o presidente deveria se reunir com representantes do segmento para apresentar medidas tomadas durante seus governos em benefício das igrejas.
“Não foi o Bolsonaro que fez o dia do evangélico, não foi o Bolsonaro que sancionou a marcha para Jesus, que garantiu isenção para os templos religiosos. Ninguém garantiu mais direitos para os templos religiosos, para os evangélicos, do que o Lula”, disse.
Bope também é citado por Quaquá como parte da estratégia
Outra sugestão de Quaquá envolve uma área considerada sensível para o eleitorado fluminense: a segurança pública. O prefeito defendeu que Lula também converse diretamente com policiais e integrantes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).
“Sugiro também uma reunião com o pessoal do Bope, com a polícia, para mostrar que nós vamos ter um combate brutal à violência no Rio de Janeiro e à ocupação de território”, afirmou o prefeito de Maricá.
Segundo ele, temas sensíveis no território fluminense, como a segurança pública, precisam entrar na estratégia eleitoral de Lula no estado. Ao comentar o cenário eleitoral, ele também atacou o senador Flávio Bolsonaro (PL) e disse que o mesmo não poderia “nem pensar em ser presidente da República do Brasil”.
A Câmara Municipal do Rio realizou um debate público, nesta terça-feira (15), sobrea a implantação da Linha 3 do Metrô, projeto que prevê a conexão entre municípios da região leste da Região Metropolitana e a capital, cruzando a Baía de Guanabara.
O encontro apresentou os resultados do Projeto Prisma-RJ, desenvolvido pela Coppe/UFRJ, e reuniu vereadores, autoridades municipais e pesquisadores.
De acordo com o estudo apresentado, o tempo de deslocamento de viagens que atualmente levam mais de uma hora poderiam ter redução de até 85% com a implantação da Linha 3.
A proposta foi apresentada pelo vereador Flávio Valle (PSD), presidente da Comissão de Turismo, com apoio do presidente da Câmara, Carlo Caiado (PSD). Durante o debate, Valle defendeu que o estudo sirva para pressionar pela retomada da expansão do sistema metroviário do estado.
Segundo o vereador, a última expansão da rede ocorreu em 2016, com a inauguração da Linha 4 para os Jogos Olímpicos. Desde então, o metrô permanece com cerca de 57 quilômetros de extensão e 41 estações.
Projeto pretende atender moradores de Niterói e São Gonçalo
Coordenador-geral do Projeto Prisma-RJ, o professor Rômulo Orrico afirmou que a Linha 3 é planejada há mais de 50 anos e continua sendo um dos principais corredores de deslocamento da região leste metropolitana.
Atualmente, cerca de 340 mil viagens são realizadas diariamente entre Niterói e São Gonçalo, segundo os dados apresentados no debate. Esse deslocamento é atendido principalmente por ônibus e vans.
A equipe da Coppe, formada por quase 50 pesquisadores, analisou oito traçados já propostos para a Linha 3 e levou em consideração fatores como população, empregos, renda, matrículas escolares, segurança pública e restrições ambientais.
O estudo aponta que a escolha de traçados mais eficientes poderia ampliar em até 98% a população atendida pelo metrô e aumentar em mais de 100% o acesso à educação em relação a projetos anteriores.
Viagens de mais de uma hora poderiam cair drasticamente
Um dos principais ganhos apontados pelo Projeto Prisma é a redução no tempo de deslocamento. De acordo com o estudo, viagens que atualmente levam mais de uma hora poderiam ter redução de até 85% com a implantação da Linha 3.
A proposta também prevê integração com outros sistemas de transporte da região, como o VLT de Niterói e o MUVI de São Gonçalo, além de integração tarifária e operacional.
O secretário municipal de Transportes do Rio, Jorge Arraes, destacou que a integração será fundamental para que a nova linha tenha impacto sobre a mobilidade metropolitana.
“Dou meu testemunho da condição de engenharia: é um desafio relevante, mas possível. Fizemos o Túnel Marcelo Alencar, e o que a Prefeitura puder contribuir para viabilizar a Linha 3, faremos o necessário”, afirmou.
Para Flávio Valle, a redução do tempo de viagem é um dos principais fatores para convencer a população a trocar o carro pelo transporte público.
“O metrô é, de fato, uma política pública social, e o que cria o incentivo para deixar o carro na garagem e pegar o metrô é o tempo: se de metrô é mais ágil, o cidadão vai optar por ele”, disse.
O debate também recebeu perguntas do público por meio de QR Code e de autoridades e jornalistas pelo WhatsApp. A mediação ficou a cargo do professor Glaydston Ribeiro, coordenador científico do Projeto Prisma-RJ.
A discussão ocorre em meio à tentativa de retomar o debate sobre a Linha 3, projeto que há décadas é apontado como uma das principais demandas de mobilidade da Região Metropolitana do Rio.
A Cury Construtora anuncia o lançamento do Residencial Erê, no Porto Maravilha (Rio de Janeiro), reafirmando seu compromisso de democratizar a arquitetura autoral e a sofisticação. O empreendimento traz o traço atemporal e elegante do renomado arquiteto Isay Weinfeld e o paisagismo de Gabriella Ornaghi e Bianca Vasone, provando que o design de ponta e a qualidade de vida urbana devem estar ao alcance de todos, e não restritos a poucos.
Além de integrar natureza e estética contemporânea, o projeto homenageia a Biblioteca Erê e valoriza a memória cultural da Pequena África, unindo inovação imobiliária, inclusão e respeito à história local. Para Leonardo Mesquita, co-presidente executivo da Cury Construtora, o Residencial Erê representa a visão da companhia de que arquitetura e sofisticação não devem ser exclusividade de poucos.
“Contar com o projeto de Isay Weinfeld no Porto Maravilha reafirma o compromisso da Cury em democratizar arquitetura e paisagismo diferenciados, unindo a genialidade de profissionais nacionais à valorização da memória e da importância da Pequena África”, afirma o executivo
Leonardo Mesquita explica que o empreendimento é um passo adiante dado na reocupação do Porto Maravilha.
“Isay é um arquiteto de altíssimo padrão. O empreendimento é voltado para a classe média, levando a arquitetura antes reservada às classes mais abastadas a outro tipo de público”, explica Mesquita. Isay é celebrado por suas ideias criativas e desafiadoras. Foi o responsável por unidades luxuosas do Grupo Fasano de hotéis. Também assinou o Edifício 360º, em São Paulo, projeto de forma que todos os apartamentos têm visão panorâmica e varandas suspensas integradas.
Outra inovação do arquiteto foi a Loja Havaianas da Rua Oscar Freire, também em São Paulo. O paisagismo integrado da loja dá ao cliente uma sensação de estar na praia. Em São Paulo… Para o Residencial Erê, Isay já cria expectativas.
“Terá uma área comum para todo o edifício com uma vista inacreditável”, avisa.
Leonardo Mesquita é um entusiasta do conceito de cidade integrada. Para isso, quer começar a aplicar a ideia do comecinho mesmo, ou seja, de dentro do prédio, expandindo para a vizinhança. Um ambiente em formato de vila vertical, unindo o moderno aos saudosos tempos do convívio em bairros familiares.
“O empreendimento terá áreas comuns em todos os andares, com espaços reservados para que os moradores possam se encontrar, conversar, passar um tempo juntos. Todo o prédio é pensado assim”, diz ele.
Fachada do Residencial Erê destaca varandas amplas e áreas de convivência distribuídas ao longo do edifício, conceito inspirado na integração entre moradores e cidade — Foto: Divulgação/Cury Construtora
O conceito de Cidade em 15 Minutos, que faz sucesso em metrópoles em Paris, é um objetivo a ser alcançado no Porto Maravilha. Nele, trabalho, comércio, saúde, educação e lazer estão próximos, e podem ser acessados rapidamente. Leonardo Mesquita inclui aí também a segurança.
“É diferente do conceito de condomínios fechados, como acontece na Barra, por exemplo. Acredito que a segurança vem do outro, de conhecer seu vizinho, o comerciante. É o contrário de viver numa redoma. A segurança e a qualidade de vida vêm da proximidade, não da distância”, defende Mesquita.
O empresário lembra ainda que a Cidade em 15 Minutos é amiga do meio-ambiente.
“O deslocamento da cidade para bairros mais distantes mostrou que o trânsito, planejado de uma forma que parecia adequada à época, tornou-se um inimigo da qualidade de vida, inclusive pelas emissões poluentes. Nossa ideia é estimular o uso do transporte público, de acesso a pé ou de bicicleta a locais próximos”, conta o empresário.
De fato, a região do Porto Maravilha é servida pelo VLT, que dá acesso ao metrô e ao trem, e também por ônibus. Além dos caminhos, muito bonitos, por sinal, que ligam a região ao Centro. Com vista para a Baía de Guanabara no percurso!
“O Porto Maravilha está cada vez mais adquirindo uma infraestrutura robusta. No começo, a gente vendia futuro. Agora, vende presente. Quem não viu precisa ir ao Porto ver o que está acontecendo”, aconselha.
Empreendimento terá vista para a Baía de Guanabara e rooftop com áreas de lazer voltadas para a paisagem do Porto Maravilha — Foto: Divulgação/Cury Construtora
O conceito de Cidade em 15 Minutos, que faz sucesso em metrópoles em Paris, é um objetivo a ser alcançado no Porto Maravilha. Nele, trabalho, comércio, saúde, educação e lazer estão próximos, e podem ser acessados rapidamente. Leonardo Mesquita inclui aí também a segurança.
“É diferente do conceito de condomínios fechados, como acontece na Barra, por exemplo. Acredito que a segurança vem do outro, de conhecer seu vizinho, o comerciante. É o contrário de viver numa redoma. A segurança e a qualidade de vida vêm da proximidade, não da distância”, defende Mesquita.
O empresário lembra ainda que a Cidade em 15 Minutos é amiga do meio-ambiente.
“O deslocamento da cidade para bairros mais distantes mostrou que o trânsito, planejado de uma forma que parecia adequada à época, tornou-se um inimigo da qualidade de vida, inclusive pelas emissões poluentes. Nossa ideia é estimular o uso do transporte público, de acesso a pé ou de bicicleta a locais próximos”, conta o empresário.
De fato, a região do Porto Maravilha é servida pelo VLT, que dá acesso ao metrô e ao trem, e também por ônibus. Além dos caminhos, muito bonitos, por sinal, que ligam a região ao Centro. Com vista para a Baía de Guanabara no percurso!
“O Porto Maravilha está cada vez mais adquirindo uma infraestrutura robusta. No começo, a gente vendia futuro. Agora, vende presente. Quem não viu precisa ir ao Porto ver o que está acontecendo”, aconselha.
O município de Barra Mansa foi condenado pela Justiça Federal por irregularidades no tratamento de esgoto. A prefeitura vai ter que implementar medidas para regularizar o sistema de esgotamento sanitário e pagar indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos, com repasse ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.
A sentença é resultado de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Segundo investigação do MPF, o município tratava apenas cerca de 0,5% do esgoto, lançando mais de 99% dos resíduos sem depuração nos rios Paraíba do Sul e Bananal.
A Prefeitura de Barra Mansa terá 90 dias para atualizar o planejamento de saneamento e elaborar projeto técnico para a estação de tratamento. As obras de infraestrutura exigem finalização em até 18 meses; já a expansão da rede coletora tem prazo de 24 meses.
A administração municipal precisa enviar relatórios trimestrais ao MPF e ao Inea sobre a evolução das intervenções. O descumprimento das determinações pode resultar em multa diária.
Projeto de lei que propõe reajuste de auxílios para policiais civis é aprovado pela CCJ da Alerj; benefício para alimentação pode subir para R$ 80 por dia
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa (Alerj) aprovou, nesta terça (15), um projeto de lei que autoriza o governo do estado a reajustar os auxílios Alimentação e Transporte para policiais civis. A medida ainda vai passar pela análise dos deputados em plenário antes de seguir para possível sanção ou veto.
A proposta fixa o valor do auxílio-alimentação em R$ 80 por dia e o do auxílio-transporte em R$ 600 mensais. O projeto de lei também estabelece que os dois benefícios passam a ter natureza indenizatória, além de fixar diretrizes para a remuneração dos policiais civis.
Durante a análise da CCJ, os deputados alteraram um detalhe do texto, envolvendo a fonte prevista para custear o aumento. Uma das emendas ao projeto de lei aprovadas na comissão prevê que o reajuste seja viabilizado por meio de dotações orçamentárias próprias destinadas à Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol).
Também poderão ser utilizados recursos legalmente disponíveis do Fundo Especial da Polícia Civil (Funespol), desde que sejam respeitadas as vinculações específicas das receitas do fundo.
A proposta é de autoria do deputado Rodrigo Amorim (PL). “Todo servidor público tem o direito consagrado, assim como todo empregado no setor privado, ao transporte e à alimentação. É importante, cada vez mais, que o parlamento se esforce para que esses servidores tenham seus direitos garantidos de forma equilibrada”, defendeu o parlamentar.
O projeto de lei, agora, aguarda a entrada na pauta da Alerj para ser votado. O texto ainda pode passar por mudanças.
Candidatos aprovados em concursos públicos do estado do Rio podem ganhar mais tempo para serem convocados. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj aprovou, nesta terça-feira (15), um projeto de lei que prevê a prorrogação automática da validade de editais que tenham cadastro de reserva.
Agora, o texto ainda deve ser votado pelos 70 deputados em plenário.
Na prática, a medida permite que concursos que ainda tenham candidatos no cadastro de reserva continuem válidos por mais tempo, evitando que o prazo termine antes de possíveis convocações. O objetivo é evitar que o estado precise contratar uma nova banca e abrir outro certame para cargos que já têm candidatos aprovados.
A proposta é de autoria do deputado estadual Luiz Paulo (PSD).
A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), amplia, nesta quarta-feira (16), de seis para dez horas o tempo máximo de permanência nas vagas do Rio Rotativo Digital em toda a cidade.
A medida também inclui a criação de cerca de 1,6 mil novas vagas na Urca, na região da Praia Vermelha; no Centro, nas ruas Buenos Aires e República do Líbano; e na orla da Barra da Tijuca, entre a Praça do Ó e a Alvorada. A tarifa permanece em R$ 2 por cada período de duas horas de estacionamento.
Pagamento via app
Integrado ao aplicativo Jaé, o Rio Rotativo Digital substitui os antigos talões de papel por um sistema totalmente digital. O motorista pode comprar o período de estacionamento pelo celular, enquanto a ferramenta facilita a fiscalização e permite acompanhar a ocupação das vagas em tempo real.
Segundo a prefeitura, a iniciativa busca tornar o uso do espaço público mais prático e transparente, além de estimular a rotatividade de veículos nas áreas de maior demanda.
Com a nova etapa, o Rio Rotativo Digital agora passa a funcionar em cerca de 5,6 mil vagas espalhadas por diferentes regiões da cidade. O sistema já estava disponível no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas e nas orlas do Leme, Copacabana, Ipanema, Leblon, São Conrado e Barra da Tijuca — da Praia dos Amores à Praça do Ó —, além da Tijuca.
Ao todo, 350 guardadores estão cadastrados e aptos a atuar na operação.
Como funciona
Para usar o Rio Rotativo Digital, o motorista deve estacionar em uma vaga sinalizada e acessar a opção Rio Rotativo no aplicativo Jaé. O endereço é identificado automaticamente pelo GPS. Depois, basta informar a placa, escolher o período e pagar por Pix ou cartão de crédito.
Com o novo limite, é possível adquirir até cinco períodos consecutivos de duas horas, totalizando dez horas na mesma vaga.
Os guardadores credenciados orientam os motoristas sobre o sistema, mas não recebem pagamentos, aplicam multas ou fazem fiscalização. A compra é feita exclusivamente pelo aplicativo, e as autuações continuam sob responsabilidade da autoridade de trânsito, com base nos registros da plataforma.
Desde o início da operação, em 17 de julho, o Rio Rotativo Digital já registrou mais de 256 mil períodos de estacionamento de duas horas. A expansão para novas regiões continuará sendo feita gradualmente.