Presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Rio (Coren) — e já de malas prontas para assumir um mandato na Alerj —, Lílian Behring (PCdoB) reuniu-se, nesta terça (10), com a ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, e outros representantes dos Conselhos de Enfermagem para discutir pautas referentes à valorização da categoria no Brasil. Entre os temas abordados estavam a importância de investimentos na formação profissional, a melhoria das condições de trabalho e o uso de tecnologias que otimizem as práticas de enfermagem.
público, nesta terça-feira (15), sobrea a implantação da Linha 3 do Metrô, projeto que prevê a conexão entre municípios da região leste da Região Metropolitana e a capital, cruzando a Baía de Guanabara.
O encontro apresentou os resultados do Projeto Prisma-RJ, desenvolvido pela Coppe/UFRJ, e reuniu vereadores, autoridades municipais e pesquisadores.
De acordo com o estudo apresentado, o tempo de deslocamento de viagens que atualmente levam mais de uma hora poderiam ter redução de até 85% com a implantação da Linha 3.
A proposta foi apresentada pelo vereador Flávio Valle (PSD), presidente da Comissão de Turismo, com apoio do presidente da Câmara, Carlo Caiado (PSD). Durante o debate, Valle defendeu que o estudo sirva para pressionar pela retomada da expansão do sistema metroviário do estado.
Segundo o vereador, a última expansão da rede ocorreu em 2016, com a inauguração da Linha 4 para os Jogos Olímpicos. Desde então, o metrô permanece com cerca de 57 quilômetros de extensão e 41 estações.
Projeto pretende atender moradores de Niterói e São Gonçalo
Coordenador-geral do Projeto Prisma-RJ, o professor Rômulo Orrico afirmou que a Linha 3 é planejada há mais de 50 anos e continua sendo um dos principais corredores de deslocamento da região leste metropolitana.
Atualmente, cerca de 340 mil viagens são realizadas diariamente entre Niterói e São Gonçalo, segundo os dados apresentados no debate. Esse deslocamento é atendido principalmente por ônibus e vans.
A equipe da Coppe, formada por quase 50 pesquisadores, analisou oito traçados já propostos para a Linha 3 e levou em consideração fatores como população, empregos, renda, matrículas escolares, segurança pública e restrições ambientais.
O estudo aponta que a escolha de traçados mais eficientes poderia ampliar em até 98% a população atendida pelo metrô e aumentar em mais de 100% o acesso à educação em relação a projetos anteriores.
Viagens de mais de uma hora poderiam cair drasticamente
Um dos principais ganhos apontados pelo Projeto Prisma é a redução no tempo de deslocamento. De acordo com o estudo, viagens que atualmente levam mais de uma hora poderiam ter redução de até 85% com a implantação da Linha 3.
A proposta também prevê integração com outros sistemas de transporte da região, como o VLT de Niterói e o MUVI de São Gonçalo, além de integração tarifária e operacional.
O secretário municipal de Transportes do Rio, Jorge Arraes, destacou que a integração será fundamental para que a nova linha tenha impacto sobre a mobilidade metropolitana.
“Dou meu testemunho da condição de engenharia: é um desafio relevante, mas possível. Fizemos o Túnel Marcelo Alencar, e o que a Prefeitura puder contribuir para viabilizar a Linha 3, faremos o necessário”, afirmou.
Para Flávio Valle, a redução do tempo de viagem é um dos principais fatores para convencer a população a trocar o carro pelo transporte público.
“O metrô é, de fato, uma política pública social, e o que cria o incentivo para deixar o carro na garagem e pegar o metrô é o tempo: se de metrô é mais ágil, o cidadão vai optar por ele”, disse.
O debate também recebeu perguntas do público por meio de QR Code e de autoridades e jornalistas pelo WhatsApp. A mediação ficou a cargo do professor Glaydston Ribeiro, coordenador científico do Projeto Prisma-RJ.
A discussão ocorre em meio à tentativa de retomar o debate sobre a Linha 3, projeto que há décadas é apontado como uma das principais demandas de mobilidade da Região Metropolitana do Rio.
A Cury Construtora anuncia o lançamento do Residencial Erê, no Porto Maravilha (Rio de Janeiro), reafirmando seu compromisso de democratizar a arquitetura autoral e a sofisticação. O empreendimento traz o traço atemporal e elegante do renomado arquiteto Isay Weinfeld e o paisagismo de Gabriella Ornaghi e Bianca Vasone, provando que o design de ponta e a qualidade de vida urbana devem estar ao alcance de todos, e não restritos a poucos.
Além de integrar natureza e estética contemporânea, o projeto homenageia a Biblioteca Erê e valoriza a memória cultural da Pequena África, unindo inovação imobiliária, inclusão e respeito à história local. Para Leonardo Mesquita, co-presidente executivo da Cury Construtora, o Residencial Erê representa a visão da companhia de que arquitetura e sofisticação não devem ser exclusividade de poucos.
“Contar com o projeto de Isay Weinfeld no Porto Maravilha reafirma o compromisso da Cury em democratizar arquitetura e paisagismo diferenciados, unindo a genialidade de profissionais nacionais à valorização da memória e da importância da Pequena África”, afirma o executivo
Leonardo Mesquita explica que o empreendimento é um passo adiante dado na reocupação do Porto Maravilha.
“Isay é um arquiteto de altíssimo padrão. O empreendimento é voltado para a classe média, levando a arquitetura antes reservada às classes mais abastadas a outro tipo de público”, explica Mesquita. Isay é celebrado por suas ideias criativas e desafiadoras. Foi o responsável por unidades luxuosas do Grupo Fasano de hotéis. Também assinou o Edifício 360º, em São Paulo, projeto de forma que todos os apartamentos têm visão panorâmica e varandas suspensas integradas.
Outra inovação do arquiteto foi a Loja Havaianas da Rua Oscar Freire, também em São Paulo. O paisagismo integrado da loja dá ao cliente uma sensação de estar na praia. Em São Paulo… Para o Residencial Erê, Isay já cria expectativas.
“Terá uma área comum para todo o edifício com uma vista inacreditável”, avisa.
Leonardo Mesquita é um entusiasta do conceito de cidade integrada. Para isso, quer começar a aplicar a ideia do comecinho mesmo, ou seja, de dentro do prédio, expandindo para a vizinhança. Um ambiente em formato de vila vertical, unindo o moderno aos saudosos tempos do convívio em bairros familiares.
“O empreendimento terá áreas comuns em todos os andares, com espaços reservados para que os moradores possam se encontrar, conversar, passar um tempo juntos. Todo o prédio é pensado assim”, diz ele.
Fachada do Residencial Erê destaca varandas amplas e áreas de convivência distribuídas ao longo do edifício, conceito inspirado na integração entre moradores e cidade — Foto: Divulgação/Cury Construtora
O conceito de Cidade em 15 Minutos, que faz sucesso em metrópoles em Paris, é um objetivo a ser alcançado no Porto Maravilha. Nele, trabalho, comércio, saúde, educação e lazer estão próximos, e podem ser acessados rapidamente. Leonardo Mesquita inclui aí também a segurança.
“É diferente do conceito de condomínios fechados, como acontece na Barra, por exemplo. Acredito que a segurança vem do outro, de conhecer seu vizinho, o comerciante. É o contrário de viver numa redoma. A segurança e a qualidade de vida vêm da proximidade, não da distância”, defende Mesquita.
O empresário lembra ainda que a Cidade em 15 Minutos é amiga do meio-ambiente.
“O deslocamento da cidade para bairros mais distantes mostrou que o trânsito, planejado de uma forma que parecia adequada à época, tornou-se um inimigo da qualidade de vida, inclusive pelas emissões poluentes. Nossa ideia é estimular o uso do transporte público, de acesso a pé ou de bicicleta a locais próximos”, conta o empresário.
De fato, a região do Porto Maravilha é servida pelo VLT, que dá acesso ao metrô e ao trem, e também por ônibus. Além dos caminhos, muito bonitos, por sinal, que ligam a região ao Centro. Com vista para a Baía de Guanabara no percurso!
“O Porto Maravilha está cada vez mais adquirindo uma infraestrutura robusta. No começo, a gente vendia futuro. Agora, vende presente. Quem não viu precisa ir ao Porto ver o que está acontecendo”, aconselha.
Empreendimento terá vista para a Baía de Guanabara e rooftop com áreas de lazer voltadas para a paisagem do Porto Maravilha — Foto: Divulgação/Cury Construtora
O conceito de Cidade em 15 Minutos, que faz sucesso em metrópoles em Paris, é um objetivo a ser alcançado no Porto Maravilha. Nele, trabalho, comércio, saúde, educação e lazer estão próximos, e podem ser acessados rapidamente. Leonardo Mesquita inclui aí também a segurança.
“É diferente do conceito de condomínios fechados, como acontece na Barra, por exemplo. Acredito que a segurança vem do outro, de conhecer seu vizinho, o comerciante. É o contrário de viver numa redoma. A segurança e a qualidade de vida vêm da proximidade, não da distância”, defende Mesquita.
O empresário lembra ainda que a Cidade em 15 Minutos é amiga do meio-ambiente.
“O deslocamento da cidade para bairros mais distantes mostrou que o trânsito, planejado de uma forma que parecia adequada à época, tornou-se um inimigo da qualidade de vida, inclusive pelas emissões poluentes. Nossa ideia é estimular o uso do transporte público, de acesso a pé ou de bicicleta a locais próximos”, conta o empresário.
De fato, a região do Porto Maravilha é servida pelo VLT, que dá acesso ao metrô e ao trem, e também por ônibus. Além dos caminhos, muito bonitos, por sinal, que ligam a região ao Centro. Com vista para a Baía de Guanabara no percurso!
“O Porto Maravilha está cada vez mais adquirindo uma infraestrutura robusta. No começo, a gente vendia futuro. Agora, vende presente. Quem não viu precisa ir ao Porto ver o que está acontecendo”, aconselha.
O município de Barra Mansa foi condenado pela Justiça Federal por irregularidades no tratamento de esgoto. A prefeitura vai ter que implementar medidas para regularizar o sistema de esgotamento sanitário e pagar indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos, com repasse ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.
A sentença é resultado de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Segundo investigação do MPF, o município tratava apenas cerca de 0,5% do esgoto, lançando mais de 99% dos resíduos sem depuração nos rios Paraíba do Sul e Bananal.
A Prefeitura de Barra Mansa terá 90 dias para atualizar o planejamento de saneamento e elaborar projeto técnico para a estação de tratamento. As obras de infraestrutura exigem finalização em até 18 meses; já a expansão da rede coletora tem prazo de 24 meses.
A administração municipal precisa enviar relatórios trimestrais ao MPF e ao Inea sobre a evolução das intervenções. O descumprimento das determinações pode resultar em multa diária.
Projeto de lei que propõe reajuste de auxílios para policiais civis é aprovado pela CCJ da Alerj; benefício para alimentação pode subir para R$ 80 por dia
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa (Alerj) aprovou, nesta terça (15), um projeto de lei que autoriza o governo do estado a reajustar os auxílios Alimentação e Transporte para policiais civis. A medida ainda vai passar pela análise dos deputados em plenário antes de seguir para possível sanção ou veto.
A proposta fixa o valor do auxílio-alimentação em R$ 80 por dia e o do auxílio-transporte em R$ 600 mensais. O projeto de lei também estabelece que os dois benefícios passam a ter natureza indenizatória, além de fixar diretrizes para a remuneração dos policiais civis.
Durante a análise da CCJ, os deputados alteraram um detalhe do texto, envolvendo a fonte prevista para custear o aumento. Uma das emendas ao projeto de lei aprovadas na comissão prevê que o reajuste seja viabilizado por meio de dotações orçamentárias próprias destinadas à Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol).
Também poderão ser utilizados recursos legalmente disponíveis do Fundo Especial da Polícia Civil (Funespol), desde que sejam respeitadas as vinculações específicas das receitas do fundo.
A proposta é de autoria do deputado Rodrigo Amorim (PL). “Todo servidor público tem o direito consagrado, assim como todo empregado no setor privado, ao transporte e à alimentação. É importante, cada vez mais, que o parlamento se esforce para que esses servidores tenham seus direitos garantidos de forma equilibrada”, defendeu o parlamentar.
O projeto de lei, agora, aguarda a entrada na pauta da Alerj para ser votado. O texto ainda pode passar por mudanças.
Candidatos aprovados em concursos públicos do estado do Rio podem ganhar mais tempo para serem convocados. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj aprovou, nesta terça-feira (15), um projeto de lei que prevê a prorrogação automática da validade de editais que tenham cadastro de reserva.
Agora, o texto ainda deve ser votado pelos 70 deputados em plenário.
Na prática, a medida permite que concursos que ainda tenham candidatos no cadastro de reserva continuem válidos por mais tempo, evitando que o prazo termine antes de possíveis convocações. O objetivo é evitar que o estado precise contratar uma nova banca e abrir outro certame para cargos que já têm candidatos aprovados.
A proposta é de autoria do deputado estadual Luiz Paulo (PSD).
A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), amplia, nesta quarta-feira (16), de seis para dez horas o tempo máximo de permanência nas vagas do Rio Rotativo Digital em toda a cidade.
A medida também inclui a criação de cerca de 1,6 mil novas vagas na Urca, na região da Praia Vermelha; no Centro, nas ruas Buenos Aires e República do Líbano; e na orla da Barra da Tijuca, entre a Praça do Ó e a Alvorada. A tarifa permanece em R$ 2 por cada período de duas horas de estacionamento.
Pagamento via app
Integrado ao aplicativo Jaé, o Rio Rotativo Digital substitui os antigos talões de papel por um sistema totalmente digital. O motorista pode comprar o período de estacionamento pelo celular, enquanto a ferramenta facilita a fiscalização e permite acompanhar a ocupação das vagas em tempo real.
Segundo a prefeitura, a iniciativa busca tornar o uso do espaço público mais prático e transparente, além de estimular a rotatividade de veículos nas áreas de maior demanda.
Com a nova etapa, o Rio Rotativo Digital agora passa a funcionar em cerca de 5,6 mil vagas espalhadas por diferentes regiões da cidade. O sistema já estava disponível no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas e nas orlas do Leme, Copacabana, Ipanema, Leblon, São Conrado e Barra da Tijuca — da Praia dos Amores à Praça do Ó —, além da Tijuca.
Ao todo, 350 guardadores estão cadastrados e aptos a atuar na operação.
Como funciona
Para usar o Rio Rotativo Digital, o motorista deve estacionar em uma vaga sinalizada e acessar a opção Rio Rotativo no aplicativo Jaé. O endereço é identificado automaticamente pelo GPS. Depois, basta informar a placa, escolher o período e pagar por Pix ou cartão de crédito.
Com o novo limite, é possível adquirir até cinco períodos consecutivos de duas horas, totalizando dez horas na mesma vaga.
Os guardadores credenciados orientam os motoristas sobre o sistema, mas não recebem pagamentos, aplicam multas ou fazem fiscalização. A compra é feita exclusivamente pelo aplicativo, e as autuações continuam sob responsabilidade da autoridade de trânsito, com base nos registros da plataforma.
Desde o início da operação, em 17 de julho, o Rio Rotativo Digital já registrou mais de 256 mil períodos de estacionamento de duas horas. A expansão para novas regiões continuará sendo feita gradualmente.
Um imóvel do Rioprevidência com área equivalente a um terço da Ilha dos Caiçaras, na Lagoa Rodrigo de Freitas, Zona Sul do Rio, foi arrematado nesta terça-feira (15) pelo Clube dos Caiçaras. O espaço, que foi comprado pelo menor lance do leilão — R$ 23,7 milhões — já é utilizado pelo clube há décadas para atividades sociais, esportivas e recreativas.
O leilão foi realizado na sede do Rioprevidência, no Centro do Rio, como parte do plano de desinvestimento imobiliário do fundo previdenciário para arrecadar recursos destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões dos servidores estaduais.
Clube dos Caiçaras já havia manifestado interesse na compra
Antes mesmo da renovação da autorização, o Clube dos Caiçaras havia demonstrado interesse em continuar utilizando a área e preservar os interesses da instituição em um eventual processo de venda do imóvel.
No início de setembro, a administração comunicou aos associados que pretendia participar do leilão. Segundo a instituição, o Conselho Deliberativo aprovou a adoção das medidas necessárias para a compra, com validação do Conselho Fiscal.
O clube também informou que pretendia exercer o direito de preferência assegurado ao ocupante regular do imóvel, conforme a legislação e as regras previstas no edital do leilão.
Com a arrematação nesta terça, o espaço utilizado pelo Caiçaras há décadas passa a ser adquirido definitivamente pela própria instituição.
Um incêndio em um restaurante tradicional do Catete, na Zona Sul do Rio, assustou quem passava pelo local na manhã desta terça-feira (15). Imagens divulgadas nas redes sociais mostram uma cortina de fumaça saindo do segundo andar do Butecão Gril & Bar, esquina da Rua do Catete com a Rua Andrade Pertence.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o incidente começou por volta das 9h, após uma fritadeira na cozinha superaquecer e provocar um curto-circuito. As chamas se alastraram e geraram bastante fumaça. Não houve registro de vítimas.
Os bombeiros conseguiram controlar rapidamente o incêndio. No fim da manhã, o imóvel já havia sido liberado para a entrada dos funcionários, que realizavam a limpeza do local.
As chuvas que atingem o estado do Rio nas últimas semanas, quase sem pausas, também afetaram a Estação de Tratamento de Água (ETA) Guandu, em Nova Iguaçu, e o Sistema Acari. Municípios da Baixada Fluminense e a capital podem ter o abastecimento de água afetado.
ETA Guandu
A Cedae disse que a ETA Guandu opera com 90% da capacidade total desde a noite de segunda-feira (14), medida adotada para garantir maior controle do processo de tratamento e assegurar a manutenção dos padrões de potabilidade, diante das alterações na qualidade da água bruta causadas pelas chuvas.
Confira as regiões que podem ser impactadas:
A Águas do Rio especificou onde o abastecimento pode ser impactado. As concessionárias Iguá Rio e Rio+Saneamento também comunicaram aos clientes que as áreas atendidas por elas também podem ser afetadas. A segunda especificou que a Zona Oeste entra na lista.
Belford Roxo: todo o município.
Duque de Caxias: Bar dos Cavalheiros, Centenário, Centro, Doutor Laureano, Gramacho, Jardim 25 de Agosto, Olavo Bilac, Parque Duque, Parque Fluminense, Parque Sarapuí, Periquito, São Bento, Vila São José e Vila São Luiz.
Mesquita: todo o município.
Nova Iguaçu: Ambaí, Austin, Botafogo, Cabuçu, Cacuia, Caioba (Kennedy), Califórnia, Campo Alegre, Caonze, Carlos Sampaio, Carmari, Centro, Cerâmica, Chacrinha, Comendador Soares, Danon, Engenho Pequeno, Inconfidência, Ipiranga, Jardim Alvorada, Jardim Guandu, Jardim Iguaçu, Jardim Palmares, Jardim Pernambuco, Jardim Tropical, KM 32, Lagoinha, Luz, Marapicu, Moquetá, Nova América, Nova Era, Ouro Verde, Palhada, Paraíso, Parque Flora, Ponto Chic, Posse, Prados Verdes, Prata, Rancho Novo, Riachão, Rodilândia, Santa Eugênia, Tinguazinho, Três Corações, Valverde, Vasco da Gama, Viga, Vila Guimarães, Vila Nova e Vila Operária.
Queimados: todo o município.
Rio de Janeiro: Acari, Anchieta, Bancários, Barros Filho, Benfica, Bento Ribeiro, Bonsucesso, Cacuia, Cachambi, Caju, Catete, Catumbi, Centro, Cidade Nova, Cidade Universitária, Cocotá, Coelho Neto, Colégio, Complexo do Alemão, Cordovil, Costa Barros, Del Castilho, Engenho da Rainha, Engenho Novo, Estácio, Flamengo, Freguesia (Ilha do Governador), Galeão, Gamboa, Glória, Guadalupe, Higienópolis, Honório Gurgel, Inhaúma, Irajá, Jacaré, Jacarezinho, Jardim América, Jardim Carioca, Jardim Guanabara, Lapa, Laranjeiras, Madureira, Mangueira, Manguinhos, Maré, Marechal Hermes, Maria da Graça, Moneró, Olaria, Oswaldo Cruz, Parada de Lucas, Parque Colúmbia, Pavuna, Penha, Penha Circular, Pilares, Pitangueiras, Portuguesa, Praia da Bandeira, Ramos, Riachuelo, Ribeira, Rocha, Rocha Miranda, Sampaio, Santo Cristo, São Cristóvão, São Francisco Xavier, Saúde, Tauá, Tomás Coelho, Turiaçu, Vicente de Carvalho, Vigário Geral, Vila da Penha, Vila Kosmos, Vista Alegre e Zumbi.
São João de Meriti: todo o município.
Sistema Acari
Também na segunda-feira (14), a Cedae confirmou a paralisação temporária do Sistema Acari, que opera com 90% da capacidade total, para controlar a qualidade da água durante o período chuvoso. De acordo com a assessoria da Águas do Rio, a situação permanece a mesma.
Confira as regiões que podem ser impactadas:
Belford Roxo: Itaipu, Lote XV, Maringá, Nova Aurora, Recantus, São Vicente, Shangrila, Vale do Ypê e Wona.
Duque de Caxias: Alto da Serra, Amapá, Barro Branco, Cângulo, Chácaras Arcampo, Chácaras Rio-Petrópolis, Cidade dos Meninos, Cidade Parque Paulista, Figueira, Imbariê, Jardim Anhangá, Jardim Primavera, Lamarão, Mantiqueira, Parada Angélica, Parada Morabi, Parque Capivari, Parque Eldorado, Pilar, Santa Cruz da Serra, Santa Lúcia, Santo Antônio, Saracuruna, Taquara e Xerém.
Japeri: Alecrim, Aljezur, Belo Horizonte, Cajuri, Delamare, Esperança, Jardim Primavera, Jardim São João, Jardim Transmontano, Jardim Tri-Campeão, Jardim Willis, Laranjal, Parque dos Santos, Pedra Lisa, Rio D’Ouro, Santa Amélia, Santa Inês, Santo Antônio, Teófilo Cunha, Vila Conceição e parte do bairro Dos Eucaliptos.
Nova Iguaçu: Adrianópolis, Ambaí, Boa Esperança, Botafogo, Caiçara, Caioaba, Carlos Sampaio, Carmari, Cerâmica, Cobrex, Corumbá, Figueiras, Geneciano, Grama, Iguaçu Velho, Jaceruba, Jardim da Posse, Jardim Natal, Jardim Real, Jardim São Vicente, Kennedy, Miguel Couto, Montevidéu, Nossa Senhora de Fátima, Nova América, Parque Ambaí, Parque Flora, Parque São Carlos, Ponto Chic, Posse, Rancho Fundo, Rio D’Ouro, Santa Rita, Tinguá, Tinguazinho, Três Corações, Vila de Cava, Vila Fluminense e Vila Guarita.
Queimados: Belmonte, Carmo, Fanchem, Fátima, Jardim Queimados, Jardim Tri-Campeão, Luiz de Camões, Paraíso, Rio D’Ouro, Roncador, São Jorge, São Simão, Tinguá, Três Pontes, Vale Ouro, Vila Camarim, Vila Central, Vila Nanci, Vila São Francisco e Vila Tinguá.
As chuvas também afetaram unidades operadas pela própria Águas do Rio. Em Magé, as Unidades de Tratamento (UTs) Piabetá , Paraíso e Santo Aleixo tiveram a operação impactada, podendo afetar o abastecimento nas seguintes localidades:
Magé: Barbuda, Bela Floresta, BNH (Santo Aleixo), Britados, Campo Grande, Capela, Centro de Piabetá, Cidade Horário, Corumbá, Fazenda Sobradinho, Figueira (partes), Gandé, Ilha (partes), Jardim Esmeralda, Jardim Novo Horizonte, Malrimarcia, Maria Conga, Nova Marília, Parque Humaitá, Parque Santana, Parque São Jorge, Parque Veneza, Saco (partes), Santo Aleixo, São Geraldo, São Paulo (Buraco da Onça), Vila Carvalho, Vila Esperança, Vila Rachel, Vila Santo Antonio, Vila Velha, Santo Aleixo, Capela, BNH (Santo Aleixo), Jardim Esmeralda, Vila Santo Antonio, Nova Marília, Figueira (partes), Saco (partes) e Gandé.
Em Duque de Caxias, a ETA Taquara, também administrada pela Águas do Rio, teve a operação temporariamente paralisada devido às condições provocadas pela chuva. A unidade atende Taquara, Barro Branco, Imbariê, Jardim Rotsen e Vila Sapê.
Recomendações das concessionárias
As concessionárias têm recomendações em comum para que os clientes utilizem a água armazenada em caixas-d’água de forma consciente. Além disso, reforçam que assim que as operações forem retomadas o abastecimento será normalizado de forma gradativa.
A Prefeitura do Rio lançou nesta terça-feira (15) uma nova política voltada à primeira infância, com a proposta de integrar informações de diferentes órgãos para colocar crianças de até 6 anos no centro das decisões de diferentes áreas da administração municipal.
O decreto que cria Política Municipal Integrada da Primeira Infância Carioca (PMIPIC) institui uma nova estrutura de governança, sob responsabilidade da Secretaria municipal da Casa Civil, e integra cerca de 18 órgãos em torno de ações de saúde, educação, assistência social, habitação, alimentação, mobilidade e direito à cidade.
A política começou a ser testada em abril, em 14 bairros da região de Madureira, na Zona Norte do Rio, onde o monitoramento de 6.627 crianças e gestantes levou, em 30 dias, à regularização de 619 pessoas que apresentavam alguma pendência nos serviços públicos.
Pequenos Cariocas
À frente da iniciativa estará o Pequenos Cariocas, que vai usar um painel de monitoramento desenvolvido pela IplanRio para cruzar informações de diferentes órgãos e identificar situações de vulnerabilidade. O sistema vai acompanhar cerca de 130 mil crianças, gestantes e puérperas, o equivalente a 33,2% das crianças cariocas na primeira infância e a 26% das gestantes atendidas pela rede pública municipal.
A política foi dividida em nove eixos, que incluem atenção especial às famílias mais vulneráveis, combate à violência e garantia de direitos, alimentação adequada, inclusão, moradia e acesso à cidade. Também entram na estratégia o direito ao brincar, a participação das crianças nas decisões e o fortalecimento das famílias e dos cuidados.
Durante a experiência em Madureira, a equipe da 5ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) encontrou uma criança de 4 anos que não estava matriculada. Ao aprofundar a busca, descobriu que os três irmãos mais velhos também estavam fora da escola. Os quatro acabaram sendo matriculados.
A partir do Pequenos Cariocas, a Secretaria Municipal de Educação estruturou uma busca ativa específica para localizar crianças de 4 e 5 anos em situação de vulnerabilidade. O cruzamento de dados com unidades de saúde e o CadÚnico ajuda a encontrar famílias que ainda não chegaram à rede de Educação e que, sem esse compartilhamento de informações, poderiam continuar fora do alcance das políticas públicas.
Cartão Primeira Infância Carioca
O programa Pequenos Cariocas também passa a monitorar, em escala municipal, situações relacionadas à saúde e à assistência, como vacinação, consultas, visitas domiciliares, vinculação à Atenção Primária, pré-natal, puerpério, testes rápidos durante a gestação, documentação civil e atualização do Cadastro Único. Na Educação, entram no acompanhamento a inscrição e matrícula em creches e pré-escolas e a frequência escolar.
A política também incorpora o Cartão Primeira Infância Carioca. Coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, o benefício prevê recargas mensais de R$ 200 para a compra de alimentos. Podem receber o cartão: famílias com renda mensal de até R$ 218 por pessoa, que tenham crianças de zero a quatro anos e não recebam o Bolsa Família.