Dos 16 candidatos registrados para disputar as duas vagas no Senado pelo Rio de Janeiro, apenas oito aparecem na grade oficial da propaganda eleitoral televisiva, que começa na próxima sexta-feira (28).
Os programas serão exibidos às 13h e às 20h30, sempre às segundas, quartas e sextas-feiras. Segundo a grade definida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), a propaganda eleitoral televisiva irá até 30 de setembro.

Benedita da Silva (PT) e Pedro Paulo (PSD), que estão no mesmo grupo eleitoral, terão o maior espaço, juntos, com 3 minutos e 36 segundos por programa. Já os candidatos do PL, Carlos Jordy e Carlos Portinho, ficam com 1 minuto e 44 segundos.
Marcelo Crivella e Waguinho, do Republicanos, terão 48 segundos por programa. Marcos Dias (Podemos) terá 27 segundos, enquanto Monica Benicio (PSOL) ficou com 23 segundos.
Os tempos são destinados aos grupos partidários, e não individualmente aos candidatos. Por isso, os 3 minutos e 36 segundos destinados ao grupo de Benedita e Pedro Paulo, por exemplo, não significam que cada um terá necessariamente metade desse tempo.
Por que o tempo de TV é diferente para cada partido?
A distribuição feita pelo TRE-RJ considera a representação dos partidos, federações e coligações. No documento oficial, o grupo de Benedita e Pedro Paulo aparece com 213 representantes, enquanto o PL tem 98, o Republicanos, 41, o Podemos, 20, e a Federação PSOL/Rede, 15.
É essa diferença que resulta nos tempos distintos destinados a cada grupo.
O documento registra ainda dois segundos de sobra, que aparecem distribuídos em alguns dos dias da escala. Por isso, há datas em que os tempos sofrem pequenas variações.
Já os oito candidatos que ficaram fora da grade pertencem a partidos que não têm direito ao horário eleitoral gratuito por não atenderem aos critérios da chamada cláusula de desempenho, ou cláusula de barreira. A regra estabelece um desempenho mínimo nacional para que os partidos tenham acesso ao tempo de propaganda no rádio e na televisão.
Assim, estar registrado como candidato não significa, por si só, ter direito a aparecer no horário eleitoral gratuito.
Os oito candidatos que não aparecem na grade oficial são André Monteiro (Democrata), Ó Clemente (Democrata), Helio Secco (Missão), Luciano Mattos (PRTB), Luiz Eugenio (PCO), Michelly Xavier (UP), Paula Falcão (PSTU) e Vinicius Benevides (UP).
Ordem das propagandas eleitorais muda diariamente
Além do tempo, o TRE-RJ definiu um rodízio para a ordem de entrada dos grupos na propaganda.
Na sexta-feira (28), o Republicanos será o primeiro, seguido por Podemos, Juntos para Mudar, Federação PSOL/Rede e PL. Na segunda-feira (31), o PL abre o programa. Na quarta-feira (2), a Federação PSOL/Rede aparece primeiro. A ordem segue sendo alternada nas datas seguintes.
A distribuição para o rádio segue os mesmos grupos e os mesmos tempos definidos para a televisão. A diferença está nos horários: a propaganda será exibida às 7h e às 12h, também às segundas, quartas e sextas-feiras, a partir de 28 de agosto.
Comments 5
Eduardo Pães,realmente ele tem razão quando tenta vender imóveis que estão inativos,tem que se dar utilidade a imóvel desocupado ou abandonado.
Os imóveis estão inativos pq o prefeito oba oba deu home office eterno pros funcionários público. Tem funcionário da prefeitura de home office indo pra academia 9h da manhã, encontro no supermercado 15h. E eu trabalhei a vida inteira no setor privado, tenho 72 anos e me preocupo o que vai ser da economia com tanta ineficiência e o setor público aumentando impostos pra financiar essa balbúrdia.
Está vendendo um centro administrativo antigo na tijuca, este no Leblon. Se amanhã entrar um prefeito coerente e digno do voto do carioca, que não tenha vínculo com lava-jato, certamente vai querer acabar com a farra do home office e não terá local de trabalho pra mandar essa gente ociosa em idade laboral de volta ao trabalho.
O Prefeito MENTIROSO E FALASTRÃO poderia dizer o que ele faz com o dinheiro que entra, como exemplo, o do Carnaval, Ano Novo, Lady Gaga. O Prefeito que nega reajuste salário anual aos servidores públicos, nega aumento do VR.
E tio, tá ultrapassado hein, é visível que o trabalho home office funciona, tem metas a ser produzida, sendo entregue no prazo, qual problema de ir a academia de manhã, mercado! O mundo mudou, os tempos são outros, essa história de que só se trabalha em escritório, depois de pegar trânsito é coisa do passado! Sem contar na economia com passagens, luz, água, alimentação, tudo mensal, dentre outros…
É proibido home office para servidores na Prefeitura do Rio