Carlos Damião é acusado de ter matado Eduarda Ferreira Soares, de 26 anos e estava com mandado de prisão em aberto. Segundo a família, a mulher tinha medida protetiva contra o ex-marido, que ficava perseguindo e ameaçando a vítima.
A prisão aconteceu durante uma fiscalização da PRF. Após consultas no sistema, os policiais constataram a existência do mandado de prisão. O foragido foi detido no local e conduzido para a Delegacia de Polícia Judiciária de Manhuaçu, onde foram tomadas as providências legais.
A Subsecretaria de Habitação da Prefeitura do Rio autorizou a abertura de licitação, por meio de concorrência eletrônica, para contratar uma empresa de engenharia responsável pela execução das obras de construção do Polo Automotivo da Mangueira — Fase III, do Polo Gastronômico e do Centro Esportivo Social, na região do Maracanã, na Zona Norte do Rio.
Com investimento estimado de R$ 31.097.468,54, a iniciativa prevê a implantação de estruturas voltadas a serviços, gastronomia, esporte e atividades sociais para a população local.
Investimentos na região
A abertura da licitação ocorre pouco tempo após ações policiais na região e, segundo o vereador Pedro Duarte (PSD), que preside a Comissão de Assuntos Urbanos da Câmara do Rio, representa um avanço na presença do poder público por meio de investimentos e urbanização.
“Um mês após a operação policial na região, é muito positivo ver o poder público avançando também com investimentos, urbanização e oportunidades. Segurança se constrói com a presença permanente do Estado e melhorias concretas na vida dos moradores”, afirmou Duarte.
O vereador também disse que a comissão pretende acompanhar a execução das intervenções de perto.
Polo Automotivo da Mangueira
A área já havia passado por uma intervenção de ordenamento urbano em 2021, quando a prefeitura entregou um complexo de lojas na Avenida Radial Oeste para abrigar o Polo Automotivo da Mangueira. O espaço foi criado para reorganizar a atividade comercial da região e substituir estruturas irregulares. Ao todo, o complexo foi planejado com 22 lojas e estacionamento, administrados pela Associação de Moradores da Mangueira.
Antes da implantação do complexo, a Prefeitura realizou a remoção de dez construções irregulares erguidas na área. Os antigos ocupantes foram cadastrados em programa de auxílio habitacional temporário, enquanto os comerciantes receberam novos boxes no Polo Automotivo.
Uma operação feita pela Prefeitura do Rio, integrada às Forças de Segurança do Governo do Estado, feita nesta quarta (08) apreendeu mais de 200 quilos de fios em um ferro-velho no Centro do Rio. Os agentes do Núcleo Integrado de Combate a Furtos e Receptação de Cabos estiveram na Rua Leandro Martins, 51 e encontraram os fios em um local desativado. O estabelecimento foi interditado por risco sanitário e risco estrutural.
A ação teve início às 8h30 e apreendeu fios de cobre e cabos que ainda passarão por perícia para entender sua origem. Além disso, os agentes recolheram entulhos e materiais recicláveis.. Todos os itens serão encaminhados a depósitos para sua catalogação.
Instituído por decreto, o Núcleo Integrado de Combate a Furtos e Receptação de Cabos é coordenado pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) e reúne informações das forças de segurança, dos órgãos municipais e das concessionárias em um único ambiente.
O objetivo é identificar locais, horários e padrões recorrentes dos furtos, mapear ferros-velhos e estabelecimentos suspeitos de receptação, cruzar informações sobre ocorrências e materiais furtados e produzir inteligência para orientar fiscalizações, investigações e operações conjuntas.
Além dos agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública, também participaram da ação a CET-Rio, a Comlurb, o COR, a Defesa Civil, a Guarda Municipal, o Instituto de Vigilância Sanitária, a Rioluz, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e a Subprefeitura do Centro, além das concessionárias Light e Águas do Rio e das forças de segurança do Governo do Estado, incluindo a Polícia Civil, a Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública.
A deputada federal Dani Cunha (PL-RJ) publicou um desabafo público nas redes sociais anunciando o rompimento político com a vereadora carioca Gigi Castilho (também do PL).
No vídeo, gravado dentro de um veículo em movimento, a parlamentar — filha do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha — criticou duramente as atitudes da agora ex-aliada na Zona Oeste do Rio de Janeiro e classificou a postura da parlamentar municipal como uma “enorme traição”.
Nas redes sociais, Gigi já aparece fazendo campanha para o candidato Marcos Tavares, do PDT, e não para a antiga mentora política. Para estadual, ela pede votos para Leandro do Vaguinho — candidato pelo Republicanos, e não pelo seu PL. Para senador, ela apoia Vaguinho, também do Republicanos.
Dani Cunha ressaltou que foi a principal responsável por lançar Gigi Castilho na política do estado, e disse que esperava, com isso, beneficiar a região de Sepetiba com a eleição de uma representante feminina na Câmara dos Vereadores. Mas, segundo a deputada federal, a vereadora optou por priorizar interesses individuais em em oposição às diretrizes do grupo político que a conduziu ao cargo.
Quebra de valores e autonomia no mandato
Sem poupar críticas, Dani Cunha enfatizou que na política e na vida é preciso cultivar “lado, palavra e gratidão que não prescreve”, afirmando não enxergar mais nenhum desses três princípios nas atitudes de Gigi Castilho.
“Ela optou por seguir o curso do seu mandato por conta própria, com seus objetivos, e não olhar o objetivo de um grupo. Ou seja, houve uma enorme traição. Mas não tem problema, nós seguimos com o nosso trabalho”, declarou a deputada.
Além do que está no vídeo, Dani ainda disse ter sido surpreendida com as investigações relacionadas aos desvios em creches conveniadas à Prefeitura do Rio e lembrou que ajudou a ex-amiga, pagando a faculdade do filho de Gigi em um momento de turbulência.
“Ao fazer levantamento (sobre o caso das creches) me deparei com a gravidade da situação e isso também me levou ao rompimento”, disse.
A parlamentar fez questão de listar realizações que atribui ao seu próprio mandato na região de Sepetiba e Zona Oeste, para reforçar que sua atuação na área independe da ex-aliada.
Reconhecimento de falhas e aceno aos eleitores
No desabafo, Dani Cunha admitiu que o grupo cometeu erros no processo eleitoral passado ao escolher apoiar a candidatura de Gigi, mas garantiu aos moradores locais que continuará atuando firmemente na região.
Ao finalizar o pronunciamento, a deputada deixou a ex-aliada “com o ônus de suas decisões” e projetou novos caminhos para seu grupo político, prometendo “muita novidade” em breve para a população da Zona Oeste carioca.
Trabalhador de peixaria no Rio é resgatado em condição análoga à escravidão após denúncia do MPT; o homem usava como moradia um caminhão sem energia elétrica
Um trabalhador de uma peixaria na Zona Oeste do Rio foi resgatado de uma situação análoga à escravidão. Ele usava como moradia um caminhão sem energia elétrica, banheiro e chuveiro estacionado em um terreno próximo à residência do responsável pelo estabelecimento. Os pertences pessoais dele foram encontrados dentro do veículo.
A fiscalização ocorreu em 19 de agosto, após uma denúncia encaminhada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).
O homem trabalhava como ajudante nas entregas do estabelecimento e foi localizado por Auditores-Fiscais do Trabalho quando retornava de uma delas. O caminhão não tinha vedação capaz de garantir segurança nem condições compatíveis com uma moradia digna.
No total, a ação alcançou três trabalhadores, todos sem registro e sem formalização dos contratos de trabalho.
R$ 54,2 mil em direitos trabalhistas assegurados
A Inspeção do Trabalho constatou ainda que o trabalhador prestava serviços sem registro e sem formalização do vínculo, além da ausência de pagamento regular de salário e falta de exames médicos ocupacionais e de treinamentos obrigatórios básicos.
Segundo a Auditoria-Fiscal do Trabalho, as irregularidades, consideradas em conjunto, ultrapassavam problemas trabalhistas isolados.
Como resultado das providências adotadas pela fiscalização, o vínculo de emprego do trabalhador resgatado foi formalizado, com registro no eSocial desde a data de admissão e os correspondentes recolhimentos do FGTS e das contribuições previdenciárias.
As verbas trabalhistas destinadas ao trabalhador somam mais de R$ 54 mil. Ele também terá acesso ao seguro-desemprego destinado especificamente a trabalhadores resgatados de condição análoga à de escravo, desde que atendidos os requisitos legais.
A Auditoria-Fiscal do Trabalho informou ainda que serão lavrados autos de infração pelas irregularidades constatadas, entre eles o específico para casos de submissão de trabalhadores a condições análogas às de escravo.
O empregador também foi notificado a interromper as irregularidades e a providenciar a realocação do trabalhador para outra residência.
A Prefeitura de Niterói proibiu a publicidade de plataformas de apostas esportivas e jogos de quota fixa, as chamadas bets, em espaços públicos e na publicidade exterior (como outdoors) de todo o município.
A medida foi publicada nesta quarta-feira (9), por meio de decreto no Diário Oficial, assinado pelo prefeito Rodrigo Neves (PDT), e estabelece prazo máximo de dez dias para a retirada dos anúncios que estejam em desacordo com as novas regras.
Prefeito cita responsabilidade do poder público
A proibição abrange diferentes formas de divulgação das empresas de apostas, incluindo marcas, nomes empresariais, plataformas digitais, sites, aplicativos, promoções, campanhas, bônus e premiações.
Também ficam proibidos logomarcas, símbolos, mascotes, slogans e outros elementos que permitam identificar, direta ou indiretamente, empresas ou plataformas de apostas.
Para Rodrigo Neves, a expansão das apostas on-line é uma realidade que “exige responsabilidade do poder público”. Segundo o prefeito, não se pode naturalizar uma publicidade que chega diariamente a crianças e jovens e que pode estimular comportamentos capazes de provocar dependência, endividamento e sofrimento para muitas famílias.
“Niterói está usando os instrumentos que o município tem para proteger a população e, principalmente, nossas crianças e adolescentes”, afirmou o prefeito.
Um dos principais objetivos da medida é reduzir a exposição da população, especialmente de crianças e adolescentes, à publicidade relacionada a jogos de apostas.
A medida considera os riscos associados ao jogo compulsivo e seus impactos sobre a saúde mental e o bem-estar social, além da necessidade de garantir proteção integral ao público infantojuvenil.
Fiscalização
A fiscalização será feita pela Secretaria de Ordem Pública (Seop), em articulação com a Secretaria Municipal de Urbanismo e Mobilidade (SMU). Em caso de descumprimento, empresas anunciantes e responsáveis pela exibição da publicidade poderão sofrer as sanções previstas no Código de Posturas do Município.
Também estão previstas a cassação ou anulação da autorização e a determinação de retirada imediata da peça publicitária irregular.
Dez dias para empresas se adequarem às regras
Anúncios que já estejam instalados terão prazo máximo e improrrogável de dez dias, contado a partir da publicação do decreto, para serem retirados ou adequados. Durante esse período, fica suspensa a aplicação das multas previstas para a infração.
A proibição também se aplica a campanhas publicitárias e eventos contratados, patrocinados ou realizados pela administração municipal, inclusive nos casos em que a propaganda de bets esteja visível a partir da área externa do evento.
Órgãos e entidades da Prefeitura também deverão cumprir as novas regras em contratos, concessões, permissões, autorizações e licenças que envolvam a exploração publicitária em bens e espaços públicos.
A medida está restrita às competências do município sobre publicidade exterior e utilização de espaços públicos e não interfere na autorização ou no funcionamento das empresas de apostas, atividade regulamentada pela União.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) abriu o prazo de três dias para Rebeca Ramagem, candidata a deputada federal pelo PL do Rio, explicar a condenação do marido Alexandre Ramagem nos atos golpistas de 8 de janeiro, no processo de registro de sua candidatura. A Justiça Eleitoral quer avaliar se os crimes do ex-chefe da Abin impedem a mulher de disputar a eleição de outubro.
A decisão considera a condenação de Ramagem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
Rebeca, que estreia na política, terá três dias para apresentar os esclarecimentos. O prazo foi estabelecido em despacho assinado nesta semana pelo desembargador eleitoral Paulo Cesar Salomão Filho, que também determinou que ela se manifeste sobre uma regra da Constituição que proíbe partidos políticos de manter ou utilizar organizações paramilitares, forças armadas paralelas criadas para fins ilegais.
Depois da manifestação da defesa, o processo segue para análise da Procuradoria Regional Eleitoral.
Além dos números da campanha
Em sua declaração de bens, Rebeca informou um patrimônio modesto de R$ 542,1 mil, concentrado quase todo em aplicações de renda fixa, fundos e previdência privada. Mas o patrimônio declarado expõe apenas uma parte da situação que cerca sua estreia eleitoral.
A outra está no processo de registro da candidatura, agora sob análise do TRE-RJ devido as condenações de Alexandre Ramagem.
Com informações da coluna do jornalista Guilherme Amado no “Amado Mundo”.
Quatro ônibus foram usados como barricadas no Complexo do Chapadão, em Anchieta, nesta quarta-feira (09), durante uma operação da Polícia Militar. A Rio Ônibus, consórcio patronal das empresas de transporte do município, afirmou que 12 linhas da região tiveram os itinerários afetados.
A ação do 41º BPM (Irajá) tem como um de seus objetivos justamente retirar barricadas que impedem a circulação. Além desse, combater roubos de veículos e cargas também está entre as metas.
Os veículos atravessados pertencem às linhas 399 (Pavuna x Passeio), 793 (Pavuna x Sulacap), SP795 (Pavuna x Terminal Deodoro). A última teve dois automóveis sequestrados.
Alfeu Valença é ex-presidente da Petrobrás e fundador da CONPET - Consultoria e Engenharia de Petróleo.
09/09/2026 10:00
O agronegócio brasileiro costuma se apresentar como o grande motor da economia nacional, responsável por parcela expressiva do PIB, das exportações e da geração de divisas. A imagem de “celeiro do mundo” reforça a ideia de um setor pujante, moderno e autossuficiente. No entanto, por trás desse discurso de força, existe uma dependência estrutural que raramente aparece nas campanhas publicitárias: o denominado Plano Safra.
Esse plano, um dos maiores programas de crédito subsidiado do planeta, injeta, anualmente, centenas de bilhões de reais em financiamentos agrícolas com juros inferiores aos praticados no mercado. Daí surge o questionamento: se o agro é tão lucrativo, por que não se financia sozinho? Por que o Estado precisa assumir parte do risco e oferecer condições especiais que nenhum outro setor econômico recebe?
A resposta começa pelo fato de que o agronegócio não é homogêneo. A narrativa do “agro gigante” costuma esconder que boa parte dos produtores brasileiros não são grandes conglomerados exportadores, mas agricultores familiares, responsáveis por cerca de 70% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros. Esses produtores operam com margens estreitas, enfrentam maior vulnerabilidade climática e têm dificuldade de acessar crédito privado. Sem juros subsidiados, muitos não conseguiriam sobreviver, o que afetaria diretamente o abastecimento interno.
Além disso, o risco agrícola é estruturalmente alto. Nenhum outro setor depende tanto de variáveis incontroláveis como chuva, pragas e oscilações internacionais de preço. Bancos privados evitam esse tipo de exposição ou cobram juros proibitivos para compensá-la. O Estado, então, intervém para evitar que a produção caia, que o preço dos alimentos dispare ou que a inflação se descontrole, prejudicando a população financeiramente mais carente.
Assim, o Plano Safra funciona como uma espécie de seguro coletivo, uma proteção que garante previsibilidade mínima em um ambiente naturalmente imprevisível.
Há ainda um componente estratégico. O Brasil escolheu, ao longo das décadas, um modelo de desenvolvimento baseado no aumento de produtividade e na competitividade internacional. O Plano Safra é parte dessa engrenagem. Ele sustenta o modelo agroexportador ao garantir crédito barato, estimular investimentos e manter o país competitivo em mercados globais altamente disputados. Sem esse apoio, o custo do financiamento subiria, a produção poderia encolher e, fatalmente, os produtos encareceriam. O Brasil perderia espaço no comércio internacional.
Tudo isso é muito verdadeiro, mas não elimina alguns críticos do programa, que insistem em perguntar: se o setor é tão lucrativo, por que não reinveste seus próprios ganhos para reduzir a dependência do Tesouro? Para alguns economistas, seria socialmente mais justo que o agroexportador internalizasse seus riscos e liberasse recursos públicos para áreas como saúde, educação e infraestrutura urbana. Outros, menos radicais, defendem uma transição gradual, preservando o apoio à agricultura familiar, mas reduzindo subsídios para grandes produtores e estimulando mecanismos privados de seguro rural, crédito verde e fundos de investimento.
Esse é um assunto interessante que poderia ser colocado nas entrevistas e debates entre os candidatos à presidência da República, substituindo as perguntas que mais interessam ao Ministério Público do que aos eleitores, como tem acontecido frequentemente.
A concessionária de transporte ferroviário MRS foi autuada na última sexta-feira (04) após uma grande quantidade de pó de minério de ferro atingir residências em condomínios de alto padrão no bairro Sahy, em Mangaratiba, na Costa Verde fluminense. Três trens da empresa foram vistoriados e irregularidades foram constatadas no transporte e no armazenamento do produto.
Os técnicos da Secretaria Municipal de Ambiente, responsáveis pela vistoria, foram acionados pelos próprios moradores. Em uma das composições, foi encontrado minério de ferro in natura sendo transportado a céu aberto, sem lona ou qualquer proteção.
A fiscalização flagrou o vento espalhando o material para áreas vizinhas, cobrindo piscinas, bebedouros, áreas comuns e espaços infantis. Em um condomínio, a área de lazer teve que ser interditada.
Foi constatado, ainda, que o material era transportado acima da capacidade permitida.
A Prefeitura de Mangaratiba disse que permanecerá acompanhando a situação, que deve ser encaminhada ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea).
Se antes o Diário Oficial vinha recheado de cortes e exonerações, o cenário desta quarta-feira (09) mostra uma mudança de ritmo que vem se tornando comum no Palácio Guanabara. A rodada de atos assinados pelo governador em exercício Ricardo Couto e pela Casa Civil foi dominada pelas nomeações, sinalizando uma retomada na recomposição dos quadros e na ocupação de cargos estratégicos do governo estadual.
Na conta do dia, foram 21 nomeações contra 10 exonerações. A movimentação alcançou diferentes áreas da administração, com destaque para o Detran-RJ e para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
No órgão de trânsito, a principal mudança foi registrada na cúpula, com a nomeação de Ana Margareth Moreira Mendes Cosenza para a Diretoria Geral de Apoio Operacional. A rodada também trouxe novas nomeações e reestruturações de coordenadorias dentro do Detran-RJ.
Reforço no time do Desenvolvimento Econômico
A pasta de Desenvolvimento Econômico também ganhou reforços, ampliando a movimentação de cargos estratégicos na estrutura do Executivo. A secretaria registrou a nomeação de Henrique Rego Monteiro da Hora para o cargo de superintendente, somada às nomeações dos novos coordenadores Fabrício Bonecini de Almeida e Guilherme Papoula de Carvalho.
Ao todo, as 21 nomeações se espalharam por pastas estratégicas da gestão estadual como Fazenda, Governo, Educação, Saúde, Infraestrutura e Junta Comercial (Jucerja), consolidando a mudança de fase do governo estadual, que deixa os cortes para trás e acelera a ocupação das cadeiras na máquina pública.