Fiscais do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) percorreram, na última semana, as instalações do Rock in Rio 2026 com o objetivo de acompanhar as atividades técnicas, verificar a regularidade de profissionais e empresas e atuar de forma preventiva para identificar e corrigir possíveis irregularidades.
Até a última sexta (28), a fiscalização contabilizava o registro de 1.039 Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs), de 59 empresas e 178 profissionais envolvidos nas atividades técnicas do festival.
“Com a Fiscalização do CREA-RJ presente no Rock in Rio temos a certeza de termos profissionais capacitados e habilitados em todas as áreas que são necessárias para o bom desempenho do festival e, com isso, garantimos a segurança da sociedade como um todo e do público que estará presente durante os dias do evento”, afirma Cosme Chiniara, gerente de Fiscalização do Crea-RJ.
Além de Cosme, estiveram presentes na ação, o coordenador de Fiscalização Externa, Leonardo Canário; a coordenadora de Fiscalização Interna, Ana Tavares; a coordenadora de Planejamento de Fiscalização, Maira Lima; o supervisor de Fiscalização da Capital, Leonardo Alves; o supervisor da Fiscalização Serrana, Alex José Ferreira Santos e os agentes de Fiscalização Andrea Rabello e Pedro Paulo Ghenov.
Estrutura para receber grande público
Em 2026, a Cidade do Rock ocupa 385 mil metros quadrados no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, e recebe aproximadamente 100 mil pessoas por dia, reunindo seis palcos, cinco brinquedos, estruturas temporárias, instalações elétricas, restaurantes, áreas de convivência e uma série de serviços técnicos.
A atuação do Crea-RJ começa antes da abertura dos portões e continua durante todo o evento. Segundo Leonardo Canário, coordenador de Fiscalização Externa, a parceria com o Rock in Rio permite que possíveis irregularidades sejam identificadas antes que se transformem em problemas.
“Nossa Fiscalização atua de forma orientativa e preventiva, porque entendemos que não basta penalizar profissionais e empresas quando uma irregularidade é identificada. O nosso principal objetivo é agir antecipadamente, orientar, corrigir e evitar que essas irregularidades permaneçam ou se transformem em problemas durante o evento”, disse o coordenador.
Uma equipe do Conselho ficará no local ao longo de todo o festival para dar suporte técnico em situações de risco ou situações inesperadas, além de identificar os responsáveis por estruturas, sistemas e serviços. Os fiscais também vão acompanhar o Livro de Ocorrências de cada brinquedo, documento que deve permanecer disponível para registrar eventuais irregularidades apontadas pelo público, problemas identificados pelo responsável técnico e as medidas adotadas.
Os QR Codes também estarão presentes nas instalações. Pelo celular, o público poderá acessar as informações da ART e consultar os dados do engenheiro responsável por cada estrutura.
























































