É fato que o diretório estadual do Partido dos Trabalhadores aprovou, no início do mês, o nome do prefeito de Maricá e vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, para coordenar a campanha do presidente Lula no Rio. Por unanimidade.
Mas então, agora, está tudo tranquilo?
Parece que não.
A convenção deste sábado já começa rachada: irritados porque Quaquá passou o número 1313 para o filho Diego — sem o sorteio determinado pela executiva nacional, em caso de disputa — Lindbergh Farias e Marcelo Freixo, tidos como prováveis puxadores da legenda do PT, decidiram não comparecer ao encontro.
Além disso, em Brasília há cabeças coroadíssimas do partido dispostas a virar a mesa e mudar o rumo do jogo em território fluminense — em especial, na coordenação.
”O coordenador tem que ser alguém com capacidade de articulação e de mobilização. Como pode ser alguém que provoca conflito o tempo inteiro?”, argumenta um observador petista.
Antigos adversários regionais, diante da urgência ditada pela campanha à vista, estão atuando como bombeiros. E haja fogo para apagar.

