A Prefeitura do Rio autorizou um chamamento público de R$ 13,1 milhões para contratar uma organização encarregada de mapear os terreiros de religiões de matriz africana na cidade. O projeto tem duração prevista de dois anos e custo anual de R$ 6,55 milhões, conforme publicado no Diário Oficial pela Casa Civil.
O mapeamento é apresentado como base para políticas públicas voltadas ao combate à intolerância religiosa e ao reconhecimento dos povos de terreiro no Rio.
E a opção de trabalhar com o terceiro setor — em vez de equipes próprias do município — já gerou barulho na Câmara de Vereadores. Um requerimento de informações já pede acesso às mais de 800 páginas do processo que embasou o chamamento público.
Antes mesmo de sair do papel, mapeamento de terreiros vira alvo de questionamento em ano eleitoral
O pedido foi apresentado pela vereadora Alana Passos (PL) — que entrou na vaga de Carlos Bolsonaro (PL) — e cobra explicações sobre os critérios usados para contratar uma organização e não usar funcionários próprios. Ela questiona, inclusive, o motivo do mapeamento não ser realizado pelo Instituto Pereira Passos, que já atua na produção de dados territoriais da cidade.
A vereadora também quer saber porque o projeto está sendo executado em 2026, ano eleitoral. No documento, ela pede esclarecimentos sobre os mecanismos de controle dos gastos e as medidas adotadas para evitar irregularidades durante o período.
A Casa Civil terá que encaminhar à Câmara o plano de trabalho, os estudos técnicos e os pareceres que fundamentaram a opção pela execução indireta do serviço.
Meus parabéns a vereadora Alina Passos pela iniciativa, é um absurdo a prefeitura querer gastar tanto dinheiro só para ter informação, não tão relevantes, e tendo outras opções para tal; isto é no mínimo curioso, em se tratando de ano eleitoral é muito preocupante. Espero que tenha mais pessoas como a vereadora Alina passos, que faz um bom trabalho; obrigado!
Concordo com você tem tantas coisas mais importantes para ser feita na cidade do RJ . Gastar um valor como esse para pesquisa, com uma cidade cheio de pessoas necessitadas na rua pedindo esmola e precisando de abrigo .
Fdp covarde evangélicos de merd incrível que jnaugurar coisas de evangélicos pode, fazer obras em caminhos de morros de unção,coreto no Méier ninguém se opõe são lixos intolerantes religiosos que incentivam seus cupinchas a depredar casas, bandidos evangélicos e etc
Meu respeito aos adeptos de Religiões de matriz africana, eu sei que essa pesquisa é de suma importância à religiosidade em nossa cidade. Mas, existem coisas que a sociedade não pode esperar a boa vontade política. Por exemplo: a população do RJ acometida de doenças crônicas como Diabetes, HAS, Cardíacos, Hematológicos há tempos estão sem Medicamentos basilares nas Farmácias das Clínicas de Família (de maio de 2025 até hoje) e a omissa Secretaria Municipal de Saúde nada faz. Haja vista, alguém pode dizer: esses remédios podem ser adquiridos GRATUITAMENTE nas Farmácias Populares. Gratuitamente? Desde o momento que recebo esses remédios no balcão e passo pelo caixa, eles são registrados e me cedem uma Nota Fiscal, na minha plena ignorância isso não é gratuito, evidentemente, alguém ou alguns pagam e então? Prefeito, vamos dar prioridade à Saúde, pois é um Direito Social contido na CF/1988.
É fato Felipe. Sou protestante. Porém defensor do Estado laico como preconiza à Constituição da República. Ainda ressalto a importância do combate à intolerância religiosa.Principalmente as religiões de matriz africana,atacadas por falsos cristãos e “evangélicos”de denominações neopetencostal.
Bom seria mas fácil convocar todos os líderes religiosos das religiões de matrizes africana e cada uma fazer seu cadastro e legalizado e com recursos usado para fazer esse mapeamento criava ações sócias nesses terreiro
Para os líderes religiosos, se preparem. Eles vão é fazer levantamento de renda pra cobrar impostos.
O governo não brinca. Vão levantar o CPF de cada dono de terreiro, movimento bancário e inventar algum imposto.
Eu sou evangélico, mas acredito que esse governo tá fazendo isso por maldade, com intuito de arrecadação depois.
Surreal, era só o que faltava, sem falar que é inconstitucional subvenção de religião pelo estado. Imagina se a moda pega. Alguém vai ganhar muito dinheiro público e o prefeito claramente está comprando votos como faz o atual presidente com os programas sociais. É por isso que esse país será sempre do “futuro”. O futuro de dependentes do estado socialista.
Já fui cadastro pelo menos umas três vezes!
.Puc Rio, pelo grupo e vereadora Tayná de Paula.
E agora!
Teremos algum benefício????
Pai Joelmir D’ Oxossi
Isso é um absurdo! Gastar esse dinheirão com coisas que não é prioridade Tendo em vista que falta remédios nos postos de saúde e clínicas da família. infelizmente as coisas do piora
Boa observação essa: “sem falar que é inconstitucional subvenção de religião pelo estado”. O Brasil inteiro já sustenta a existência DE TODAS AS IGREJAS PORQUE ESSAS NÃO PAGAM IMPOSTOS. O Brasil pode sustentar a vida faustosa dos pastores e padres milionários, mas quando se trata de identificar um grupo religioso históricamente perseguido pelo estado lá vem os inquisidores. Sou ateu convicto, não creio em seres mágicos, mas não posso tolerar a injustiça secular. Faz muito bem a prefeitura, a cidade milionária que sustenta vereadores ricos e Crivellas milionários, pode gastar essa merreca para proteger as demais religiões.
Boa tarde Vereadora
Em uma eleitoreira o prefeitura comete um absurdo na administração pública onde existem milhares de pessoas em situação de rua precisando de abrigo, a saúde,o transporte etc precisando de recursos eles vão gastar mais de 13 milhões para mapear os terceiros.Se estamos num laico não pode favorecimento pra um e esquecendo os outros se nao faz para a prioridade da sociedade nao deve jogar dinheiro público para qualquer religião
A intolerância religiosa já está nos comentários. Quando os terreiros são acredidos e destruidos não aparece ninguém para defender, quando resolvem proteger, aparece os ignorantes religiosos
Racismo escancarado nos comentários.
As outras vertentes religiosas , principalmente as ditas cristãs recebem beneficios e dinheiro público há decadas. Porém a religião de vertente afrodisporicas não podem ter um mapeamento. Uns dizem que dízimo, não preciso na filosofia dos Povos tradicionais de matriz africana. Outros acham que deve ser feita por instituição pública, até poderia se os cadastradores conseguissem afastar de seus pré-conceitos.
Brasil sendo racista, querendo manutenção do status quo.
Qual a necessidade de contratar uma empresa para isso, Sr. Perfeito? E com tal valor? Não há servidores nem institutos capazes de realizar o mesmo trabalho? Quem está sendo de fato beneficiado com essa estratégia? Porque até os terreiros estão sendo usados como pretexto, não é mesmo? O objetivo é outro, seja franco. Administre corretamente os recursos públicos em áreas que todos os contribuintes usufruam de modo igualitário como saúde, educação e segurança. Para seus projetos de interesse particular use o seu dinheiro, não o nosso!
Renato Borges Filho dirijo uma Tenda de Umbanda e não vejo necessidade deste gasto ! O Instituto Pereira Passos haverá de ser acionado. É um absurdo ! Esse Paes certamente tem outras pretensões quanto uma possível eleição a governador do Estado. Quem o conhece sabe do que é capaz. É INCRÍVEL !
Senhores governantes já que tem dinheiro sobrando, porque não aumentar o salário dos nossos professores. Investir na educação e na saúde pública cuidar do saneamento público
Tem valas de esgoto para todos lados
Vamos investir o dinheiro dos impostos, nos lugares certos e corretos .
Uma pena a vereadora ser tão despreparada ao ponto de não saber que políticas públicas se faz apoiada em dados estatísticos, não em racismo institucional.
A que ponto chegou o combativo legislativo desta municipalidade?!?
O candidato à Presidência da República pelo PL Flávio Bolsonaro participou de um evento de campanha em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, neste sábado (26), ao lado do candidato ao governo do Rio, Douglas Ruas (PL), e dos candidatos ao Senado Carlos Portinho e Carlos Jordy.
Durante o discurso, Flávio atacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e apresentou propostas para um eventual governo.
Críticas ao adversário
Um dia após Lula publicar a medida provisória que proíbe as apostas de quota fixa, incluindo bets esportivas e jogos on-line, Flávio chamou o presidente de “pai do Tigrinho” e “pai do cassino online”.
A MP, assinada na sexta-feira (25), proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade das chamadas bets. Os sites e aplicativos das plataformas deverão sair do ar a partir de 6 de outubro.
Flávio também afirmou que Lula estaria “desesperado” e disse acreditar que vencerá a eleição no primeiro turno.
Douglas Ruas participa de caminhada em Itaboraí
Douglas Ruas (PL) e aliados durante a “Caminhada da Transformação”, em Itaboraí — Foto: Divulgação
No mesmo dia, Douglas Ruas participou de um dos maiores eventos da sua campanha, em uma caminhada em Itaboraí, na Região Metropolitana, organizada pelo deputado estadual e candidato à reeleição Guilherme Delaroli (PL).
O evento percorreu a Avenida 22 de Maio e reuniu aliados da família Delaroli, entre eles o prefeito Marcelo Delaroli e o deputado federal Altineu Côrtes (PL).
Durante o ato, Ruas destacou investimentos em infraestrutura realizados no município e pediu mobilização na reta final da campanha. “Ainda não é o bastante, precisamos pensar no futuro de muito mais prosperidade”, afirmou.
Guilherme Delaroli também discursou durante a caminhada e defendeu a continuidade do trabalho do grupo político no município.
O prefeito Marcelo Delaroli, que foi internado no início do mês por problemas cardíacos, participou do evento e pediu apoio à candidatura do irmão à Alerj.
O atual procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, e o promotor Pedro Borges vão disputar o comando do Ministério Público do Rio pelos próximos dois anos
O Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ) já divulgou os nomes dos concorrentes ao cargo de Procurador-Geral de Justiça para o biênio 2027/2029. Apenas dois integrantes da instituição registraram candidatura: o atual ocupante do cargo Antonio José Campos Moreira, que busca a reeleição; e o promotor Pedro Rubim Borges Fortes.
Pedro Borges, como o candidato é mais conhecido, é filho de Zeca Borges, fundador do Disque-Denúncia. Pouco tempo após da morte do pai, em dezembro de 2021, o promotor Pedro assumiu também a liderança e a coordenação do Disque Denúncia, para dar continuidade ao legado familiar e social do projeto.
A escolha da nova chefia segue regras bem definidas, e a votação principal está marcada para o dia 7 de dezembro de 2026.
Como funciona a escolha?
O Procurador-Geral de Justiça é a autoridade máxima do Ministério Público no estado — o órgão responsável por defender os direitos da sociedade, fiscalizar o cumprimento das leis e combater a corrupção e a criminalidade. E segue o seguinte rito:
A votação interna: No dia 7 de dezembro, entre 10h e 17h, os membros do MPRJ votam de forma eletrônica e secreta. Cada eleitor pode escolher até três nomes.
Formação da lista: Os três candidatos mais votados formam uma lista tríplice.
A palavra final: No dia 1º de janeiro de 2027, a lista é enviada ao governador do estado, a quem cabe a decisão final de escolher e nomear o novo chefe do Ministério Público para um mandato de dois anos (de janeiro de 2027 a janeiro de 2029).
Calendário da eleição
16 a 25 de setembro de 2026: Prazo para a inscrição dos candidatos.
19 de outubro de 2026: Reunião do Órgão Especial do MPRJ para analisar eventuais questionamentos e oficializar as candidaturas.
7 de dezembro de 2026: Votação eletrônica entre os membros do MPRJ e divulgação dos resultados no mesmo dia.
1º de janeiro de 2027: Envio da lista com os nomes mais votados ao Governador do Estado.
17 de janeiro de 2027: Posse solene do novo Procurador-Geral de Justiça.
Eduardo Paes (PSD), que disputa o Palácio Guanabara, fez uma maratona de agendas na Baixada Fluminense neste sábado (26) para prestigiar diferentes grupos políticos aliados na região, onde tem o apoio de nove dos 13 prefeitos.
Só em Duque de Caxias, Paes participou de duas carreatas: uma ao lado do candidato a deputado federal Áureo Ribeiro (Solidariedade) e outra com a família Reis, responsável pela indicação da candidata a vice-governadora em sua chapa, Jane Reis (MDB).
Elogios à decisão de Lula referente às Bets
Mesmo ao lado do presidente estadual do MDB, Washington Reis, e do prefeito de Duque de Caxias, Netinho Reis — ambos apoiadores de Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência—, o ex-prefeito do Rio elogiou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de proibir as Bets no Brasil.
“Achei a decisão positiva, virou um problema de saúde pública. O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, já tinha tomado uma medida importante contra as Bets na cidade”, afirmou.
Agenda intensificada na reta final
Paes começou o dia de campanha em Guapimirim, ao lado de integrantes de outro grupo político tradicional da região: os candidatos a deputado federal Renato Cozzolino (PP) e a deputado estadual Vinicius Cozzolino (PSD). Na ocasião, Paes prometeu reformar a frota de trens que atende os moradores da região e concluir as obras do Hospital Geral Nossa Senhora da Piedade, em Magé.
Após as duas carreatas em Caxias, o candidato do PSD seguiu para Nova Iguaçu. Na cidade, ele tem feito agendas ao lado do prefeito Dudu Reina (PP), do ex-prefeito Rogério Lisboa (PP) e do deputado federal e candidato à reeleição Juninho do Pneu (PSDB).
Dia desses, resolvi que ia me dar um cinema numa segunda-feira à noite. Como não tinha nada urgente pra fazer durante o dia, resolvi que ia pegar uma reunião na irmandade logo cedo. Caminhei os dois quilômetros habituais e, quando cheguei, estranhei a sala estar fechada. Aguardei um tempo. O secretário poderia ter tido algum contratempo, sei lá. Mas ficou mais esquisito porque nenhum outro membro apareceu.
Como não frequento regularmente aquele grupo específico, achei que poderia ter rolado algum aviso para os frequentadores de praxe. Só para esgotar as possibilidades, liguei para a linha de ajuda da irmandade. O homem que atendeu do outro lado não tinha informações. Acontece que bastaram alguns segundos de conversa para eu reconhecer a voz.
“Fulano?”, perguntei.
“Eu mesmo. Quem é?”.
“João Paulo, lá de Vila Isabel”.
Conversamos um pouco, surpresos pelo encontro telefônico inesperado. O cara simplesmente tinha sido meu quinto-passista. Ou seja, foi o sujeito que se prontificou a ouvir meu inventário pessoal, que escrevi quando fazia o quarto passo do programa, internado numa clínica.
Sem muito o que fazer, peguei um ônibus e fui para o Centro da cidade, onde sabia que começaria em breve uma reunião de outra irmandade. Como sou alcoólatra, as duas me servem muito bem.
Cheguei à reunião e, pouco antes de começar, vi que meu padrinho na irmandade estava lá. Nos encontramos sem marcar, nada. Fiquei pensando o quanto é engraçado você encontrar as pessoas da irmandade quando menos espera. E isso acontece muito. Eles parecem estar em todos os lugares. É bom demais ver isso acontecendo com frequência. A frase “a partir de agora você nunca mais estará sozinho”, que a gente ouve quando ingressa, não é só uma frase-padrão. É coisa que acontece mesmo.
As irmandades levam muito a sério esse compromisso de estarem disponíveis. Além das salas abertas com reuniões em vários horários, há linhas de ajuda, operadas por voluntários como meu camarada do início deste relato. Não bastasse isso, todos dão seus números de telefone a qualquer desconhecido que chega pedindo ajuda.
Outra coisa que acontece é que, chegado o horário do início de uma reunião, pode até não aparecer ninguém, mas o secretário mantém a sala aberta até a hora estabelecida para o fim. Um dependente químico pode surgir faltando um minuto, e ter a oportunidade de uma nova vida caso encontre a sala aberta. Isso é regra de ouro.
Eu já ouvi várias histórias de dependentes que chegaram a uma sala, e apenas o secretário estava lá. Fizeram os dois a reunião. E esses caras acabaram voltando no dia seguinte e voltando e voltando. Um deles é meu amigo. Está limpo há 16 anos. Porque um secretário ficou sozinho na sala com a porta aberta num dia de chuva.
Quando Bill Wilson, cofundador dos Alcoólicos Anônimos, viu-se numa encruzilhada no inicio de sua recuperação, estava sozinho num hotel no Ohio. Desesperadamente, começou a ligar da cabine telefônica identificando-se como um “bêbado que estava sem beber e que precisava conversar com outro bêbado”. Um padre indicou o Dr. Bob Smith. Bill procurou o médico, que disse estar além de qualquer ajuda. “Mas eu não vim ajudar você. Eu vim me ajudar”, explicou Bill.
Bob disse que Bill tinha 15 minutos. Conversaram por mais de seis horas. E juntos fundaram os Alcoólicos Anônimos, que vem salvando milhões de vidas desde 1935. Em 1965, Bill escreveu.
“Eu sou responsável. Quando qualquer um, seja onde for, estender a mão pedindo ajuda, quero que a mão de AA esteja sempre ali”.
Bill ficaria orgulhoso se visse como isso vem se repetindo, milhares, milhões de vezes, a cada 24 horas.
O ex-presidente da Embratur e candidato a deputado federal Marcelo Freixo (PT) acusa a Meta, responsável pelo Instagram, de derrubar um vídeo publicado em seu perfil na rede social em que ele critica uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.
Publicado na manhã deste sábado (26), o vídeo mostra Freixo comentando a decisão de Mendonça envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Nossa Senhora Aparecida.
Questionamento sobre medida do STF
A postagem em questão, feita humorista Antônio Tabet, dizia: “A família miliciana odeia tanto mulher preta que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!”
Apesar de ser uma crítica ao candidato a Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), a postagem não o citava ou a sua família nominalmente.
No vídeo de Freixo, o candidato à Câmara dos Deputados questiona: “Por que, ministro André Mendonça, você considera que, quando se fala de família miliciana, está se falando de Flávio Bolsonaro? Essa decisão é reveladora. Então, quando se fala em família miliciana, está se falando, sim, dessa prática da família Bolsonaro de ser muito próxima e sempre defender as milícias”.
Ainda no vídeo, Freixo cita supostas relações de Flávio Bolsonaro com membros da milícia do Rio de Janeiro, e diz que o ministro do STF acerta em associá-lo ao crime organizado.
A gravação foi retirada do ar momentos após ser publicada. Ao tentar acessar o conteúdo, usuários encontravam um aviso de que a plataforma estava “seguindo um pedido legal para restringir esse conteúdo”. Marcelo Freixo informou que vai notificar extrajudicialmente a Meta para pedir a reconsideração da remoção.
O ex-presidente da Embratur também pretende solicitar que a empresa apresente eventual decisão judicial que tenha determinado expressamente a retirada do vídeo.
Decisão de Mendonça
Na sexta (25), Mendonça determinou que Antônio Tabet retirasse do X uma publicação que acusava a “família miliciana” de atacar Nossa Senhora Aparecida.
A decisão também proibiu a republicação da mesma acusação, sob pena de multa de R$ 30 mil em caso de descumprimento. A ordem ainda será submetida ao plenário do TSE.
A publicação de Tabet foi feita na quinta-feira (24), enquanto circulava nas redes sociais a informação de que Flávio pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
Segundo dados apresentados pela defesa de Flávio, a publicação alcançou mais de 195 mil visualizações, 2 mil compartilhamentos e 11 mil curtidas em poucas horas.
Em evento com apoiadores e correligionários no Arouca Barra Clube, na Barra da Tijuca, o candidato do PL ao governo do estado, Douglas Ruas, afirmou que, se eleito, pretende convocar os excedentes de concursos, não só da PM, mas também da polícias Civil e Penal. O candidato também prometeu divulgar um calendário de novas provas seletivas para alcançar o efetivo previsto em lei em todas as forças de segurança.
Segundo Ruas, a medida atende a uma reivindicação da deputada estadual e candidata à reeleição Índia Armelau (PL). A meta, na Polícia Militar, é chegar a 60 mil policiais (o efetivo atual gira em torno de 44 mil, enquanto a lei estadual 11.041/2025 autoriza pouco mais de 60 mil).
“Tem dinheiro para isso, sim. Governar é escolher as prioridades. E nós já escolhemos a nossa. A nossa prioridade é segurança pública”, afirmou.
Promessa de concurso animou encontro com candidatos a senador e deputados
O encontro, denominado “Arrastada final”, foi promovido por Índia e contou com a presença do senador Carlos Portinho, do deputado federal Dr. Flávio e do vereador Fernando Armelau, marido da deputada, todos do PL.
Em clima de contagem regressiva para o histórico primeiro jogo de temporada regular da NFL no Rio de Janeiro, a missão diplomática dos Estados Unidos no Brasil promoveu, nesta sexta-feira (25), uma noite de diplomacia esportiva e celebração na churrascaria Fogo de Chão de Botafogo.
A recepção reuniu autoridades, dirigentes da NFL, executivos e parceiros em torno do futebol americano como instrumento de aproximação e intercâmbio entre brasileiros e americanos.
O trio de ouro do jogo de amanhã: o comissário da NFL, Roger Goodell; a encarregada de negócios da Embaixada dos EUA, Kimberly Kelly; e o cônsul-geral dos Estados Unidos no Rio, Ryan Rowlands – Foto: Divulgação
Entre os presentes estavam o cônsul-geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro, Ryan Rowlands, a encarregada de negócios da Embaixada dos EUA, Kimberly Kelly, e o comissário da NFL, Roger Goodell.
A apresentação da União da Ilha na recepção da NFL no Rio – Foto: Divulgação
A noite teve muita comida, bebida e música brasileira — e terminou em clima de carnaval, com uma apresentação surpresa da União da Ilha, que colocou os convidados para sambar.
A Netflix vai estrear agora, em outubro, uma nova série com um trama que lembra, até demais, um célebre caso das páginas policiais do Rio — uma história que mistura morte, golpe milionário e um certo flerte com o sobrenatural.
No seriado “Dom de iludir”, Marieta Severo vive a colecionadora de obras de arte Lúcia Rossetti, que tem uma relação turbulenta com a filha, Maíra (Alice Wegmann). O destino das duas se entrelaça com a misteriosa Irina (Nanda Costa), dando início a uma história de suspense. Os episódios chegam ao streaming em breve.
Alice Wegmann está no elenco da série — Foto: Divulgação
A Netflix não admite oficialmente, mas, talvez, a semelhança não seja mera coincidência entre a série e o caso de Sabine Coll Boghici, de 49 anos, que morreu após cair do quinto andar de um prédio na Zona Sul. A falecida era filha de Geneviève Boghici, de 83 anos, viúva do marchand Jean Boghici.
Sabine chegou a ser presa, acusada de ter aplicado um golpe de centenas de milhões de reais na própria mãe com a ajuda de Rosa Stanesco Nicolau, com quem se casou na prisão, no fim de 2022. O roubo envolveu obras de arte de mestres da pintura brasileira como Di Cavalcanti e Tarsila do Amaral.
Toda a história real teria começado quando Geneviève foi abordada por Rosa na rua e alertada sobre “uma morte a qualquer momento na família”. Rosa se apresentava como Mãe Valéria de Oxóssi. Nas redes sociais, dizia ter “mais de 20 anos de experiência espiritual”. Ela relatava ter dado mais de 180 mil consultas espirituais.
Depois de conhecer Geneviève, Rosa a levou para se consultar com outras duas parceiras no crime. Essas foram apresentadas como cartomante e mãe de santo. Ambas confirmaram a existência do “perigo iminente” a outras duas comparsas, apresentadas como uma cartomante e uma mãe de santo, que confirmaram a previsão e sugeriram que ela pagasse por “um trabalho” para salvar a filha.
Com medo, a mãe chegou em casa e contou a história para a filha, que a essa altura já sabia de todo o plano e fingiu estar com medo. Foi quando Sabine implorou que a Geneviève pagasse pelo tal “trabalho espiritual”, que no total custou R$ 5 milhões.
A partir deste momento, Sabine começou a manter a mãe distante das pessoas. Funcionários foram demitidos, prestadores de serviço foram afastados. Só que Geneviève desconfiou e parou os pagamentos, quando então passou a ser agredida pela filha.
No fim das contas, a viúva do marchand calcula ter perdido R$ 725 milhões. Um total de 16 quadros foi roubado. Mesmo destino de joias avaliadas em R$ 6 milhões. O caso foi denunciado à polícia, que inclusive achou quadros roubados com Rosa, quando ela foi presa. A história ganhou contornos ainda mais macabros quando Sabine caiu do prédio. O caso, registrado como suicídio, foi reaberto a pedido de Geneviève. Um homem, apontado como genro de Rosa, foi preso acusado de induzir a mulher a tirar a própria vida.
Sabine caiu do prédio e polícia investiga se ela foi induzida a pular — Foto: Reprodução
Voltando à série da Netflix, a especulação é que Lúcia seria Geneviève. Maíra, inspirada em Sabine. E Irina (olha o nome do Leste Europeu aí!) seria o alter ego de Rosa Stanesco. O nome da série, além da óbvia inspiração da história, também é uma citação a um sucesso de Caetano Veloso — que, inclusive, estará na trilha sonora da atração, agora na voz da cantora Liniker.
Nanda Costa vive a misteriosa Irina — Foto: Divulgação
A direção-geral é de Mauro Mendonça Filho. O elenco traz também José de Abreu, o Boris, que seria outro personagem fortemente inspirado na vida real, Felipe Camargo, Luciana Paes, Laila Garin, Rui Ricardo Diaz, Heloisa Jorge, Allan Souza Lima, Jonas Bloch, Giovanna de Jesus, José Mata, Thiago Justino, Hamilton Dias, Laura Vick, Yanna Lavigne e Rosanna Viegas.
“Dom de iludir” foi produzida pela Conspiração. A criação é de Diane Maia e Mirna Nogueira, que também aparece como roteirista-chefe, tendo como assistentes de roteiro Carol Rodrigues, Felipe Sholl, Josefina Trotta e Pedro Riguetti. A produção é de Renata Brandão e Luísa Barbosa. A produção executiva é de Diane Maia e Tania Pacheco. “Dom de iludir” tem direção-geral de Mauro Mendonça Filho e direção de Gabriela Amaral Almeida e Daniela Carvalho.
A Comissão Permanente de Saúde da Câmara de Japeri aprovou um Requerimento de Informações para apurar o aumento no número de profissionais contratados pelo Centro de Medicina e Projetos Especiais (Cempes), organização social responsável pela execução de serviços de saúde no município, e a evolução da folha de pagamento nos últimos meses.
O documento foi encaminhado ao secretário municipal de Saúde, Dr. Roberto Pontes, e ao presidente do Fundo Municipal de Saúde. Segundo a página oficial da Câmara de Japeri, os partidos são: Dr. Marlon (Solidariedade), Abner Madeira (MDB) e JC de Souza (PL).
Segundo o requerimento, a comissão recebeu denúncias de que algumas contratações poderiam estar relacionadas a interesses político-eleitorais, inclusive com possível favorecimento de pessoas ligadas à campanha de Caroline Ontiveros (PT), que concorre à uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) nas eleições de 2026. A candidata, irmã da prefeita Fernanda Ontiveros (PT), ocupou o cargo de secretária municipal de Educação na Prefeitura de Japeri.
A comissão afirma que não antecipa qualquer conclusão sobre a veracidade ou a regularidade dos fatos relatados.
Comissão quer lista de contratados e evolução da folha
Entre as informações solicitadas estão a relação nominal de todos os profissionais contratados pelo Cempes nos seis meses anteriores à resposta, com dados como função, local de trabalho, data de admissão, tipo de vínculo, carga horária, remuneração e situação atual do contrato.
A comissão também pediu a relação de profissionais admitidos, desligados ou substituídos no período e os valores mensais da folha de pagamento. O requerimento questiona ainda se houve aumento no número de funcionários ou nas despesas com pessoal e, em caso positivo, solicita justificativas técnicas, administrativas e financeiras.
Possíveis vínculos com agentes políticos
O requerimento também questiona a existência de vínculos familiares entre os contratados e agentes políticos, ocupantes de cargos comissionados ou integrantes da estrutura da prefeitura.
A comissão solicitou informações específicas sobre eventual vínculo familiar de contratados com a prefeita Fernanda Ontiveros, Caroline Ontiveros ou integrantes das estruturas administrativa e política diretamente ligadas a elas.
Também quer saber se houve contratação de pessoas que tenham exercido funções político-eleitorais ou de campanha, desde que essa informação conste formalmente dos documentos analisados ou tenha sido declarada pelo próprio contratado.
O Executivo terá 20 dias para apresentar as informações e os documentos solicitados. O requerimento afirma que o não atendimento injustificado dentro do prazo poderá gerar as consequências previstas na legislação municipal, incluindo, quando presentes os requisitos legais, caracterização de improbidade administrativa e infração político-administrativa.
A comissão ressalta que o pedido tem caráter fiscalizatório e não representa antecipação de julgamento sobre a legalidade das contratações. Segundo o documento, o objetivo é verificar se os recursos públicos destinados à saúde estão sendo utilizados de acordo com a finalidade do contrato e com as necessidades da rede municipal.
O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) instaurou uma Tomada de Contas Especial para apurar responsabilidades e quantificar os prejuízos apontados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em um contrato de R$ 120 milhões para obras de macrodrenagem e urbanização dos rios Registro e Viegas, em Bangu e Senador Camará, na Zona Oeste do Rio.
Segundo o TCE-RJ, a auditoria identificou indícios de pagamentos realizados com base em uma metodologia mais cara do que a efetivamente utilizada na execução da obra. O contrato, firmado pelo Inea com a Construtora Metropolitana S.A., tem valor atualizado de R$ 120.071.124,96.
O orçamento da obra foi elaborado considerando a utilização de fôrmas de madeira na fabricação de peças pré-moldadas de concreto. Durante a execução, porém, teriam sido empregadas fôrmas metálicas, consideradas mais eficientes e econômicas, sem que houvesse reequilíbrio econômico-financeiro do contrato.
O acórdão aprovado pelo plenário concluiu que a contratada executou os serviços com uma metodologia de menor custo, mas continuou recebendo pelos valores calculados para a metodologia mais onerosa.
Tribunal calcula prejuízo de R$ 13,1 milhões
Os cálculos homologados pela Corte apontam um dano preliminar ao erário de R$ 13.170.363,85.
Desse total, R$ 10.781.662,45 correspondem a pagamentos considerados acima do devido pelos serviços executados. Outros R$ 2.388.701,40 referem-se a reajustes contratuais que, segundo a auditoria, também teriam sido calculados em valores superiores aos que seriam aplicáveis à metodologia efetivamente utilizada.
A auditoria recalculou os preços unitários dos principais itens da obra com base na utilização de fôrmas metálicas. Com isso, o valor do item referente ao canal pré-fabricado caiu de R$ 692,35 para R$ 344,72. Já o preço da cobertura dos canais foi reduzido de R$ 773,80 para R$ 443,35.
Até a 32ª medição da obra, o Inea havia pago R$ 21,7 milhões pelos serviços analisados pela fiscalização.
Plenário determinou retenção de R$ 15 milhões
Antes mesmo do julgamento definitivo, o TCE-RJ havia determinado a retenção cautelar de R$ 15,07 milhões em parcelas vincendas do contrato para resguardar eventual ressarcimento aos cofres públicos. A medida foi mantida no processo.
O Tribunal também concluiu que havia elementos suficientes para determinar a abertura de uma Tomada de Contas Especial pelo Inea, destinada à identificação dos responsáveis e à apuração definitiva dos danos.
Comissão terá 90 dias para concluir apuração
A portaria publicada pelo Inea designou uma comissão formada por três servidores para conduzir os trabalhos. O grupo terá prazo de 90 dias para apurar os fatos, identificar responsáveis e consolidar a quantificação do dano apontado pelo Tribunal. Ao final, o resultado será encaminhado à Auditoria Interna do instituto e à Controladoria Geral do Estado (CGE).
Padrão de irregularidades atinge outros contratos do Inea
A fiscalização sobre o uso inadequado de fôrmas de madeira nos orçamentos de macrodrenagem faz parte de uma varredura ampla do TCE-RJ que atingiu outros contratos do Inea:
• Rio Calombé (Duque de Caxias): no contrato nº 02/2023 (R$ 69,79 milhões), com a Construtora Lytorânea S.A., o TCE-RJ (Proc. nº 110.824-3/2024 – Acórdão nº 026448/2026-PLEN) determinou a retenção cautelar de R$ 1,07 milhão e a abertura de outra Tomada de Contas Especial pelo Inea.
• Parque Duque e Missões (Duque de Caxias): no contrato nº 08/2024 (R$ 52,19 milhões), com a Hydra Engenharia, o Tribunal (Proc. nº 111.518-3/2024 – Acórdão nº 027552/2026-PLEN) manteve a cautelar que obriga a readequação do cálculo das medições às tabelas paradigma (R$ 423,51/m² para canal e R$ 543,99/m² para cobertura).
• Córrego Mãe D’Água (Cachoeiras de Macacu): no contrato nº 18/2024 (R$ 13,03 milhões), com a Construtora RJL2, a Corte de Contas (Proc. nº 111.639-3/2024 – Acórdão nº 027553/2026-PLEN) reduziu os preços das medições (R$ 450,87/m² para canal e R$ 581,31/m² para cobertura) e mandou notificar o orçamentista para apresentar defesa.
• Rios Salgado e Jacaré (Rio de Janeiro): no contrato nº 38/2023 (R$ 105,98 milhões), com a Construtora Metropolitana, o processo (Proc. nº 111.411-9/2024 – Acórdão nº 026449/2026-PLEN) foi arquivado após o Inea e a empresa realizarem um reequilíbrio voluntário que resultou na glosa/devolução de R$ 5,05 milhões nas medições 16ª, 17ª e 18ª.
Comentários 27
Meus parabéns a vereadora Alina Passos pela iniciativa, é um absurdo a prefeitura querer gastar tanto dinheiro só para ter informação, não tão relevantes, e tendo outras opções para tal; isto é no mínimo curioso, em se tratando de ano eleitoral é muito preocupante. Espero que tenha mais pessoas como a vereadora Alina passos, que faz um bom trabalho; obrigado!
Concordo com você tem tantas coisas mais importantes para ser feita na cidade do RJ . Gastar um valor como esse para pesquisa, com uma cidade cheio de pessoas necessitadas na rua pedindo esmola e precisando de abrigo .
Fdp covarde evangélicos de merd incrível que jnaugurar coisas de evangélicos pode, fazer obras em caminhos de morros de unção,coreto no Méier ninguém se opõe são lixos intolerantes religiosos que incentivam seus cupinchas a depredar casas, bandidos evangélicos e etc
Certíssimo Jorge Henrique
Certíssimo, Jorge.
Sim, melhor gastar dinheiro em dízimo
Meu respeito aos adeptos de Religiões de matriz africana, eu sei que essa pesquisa é de suma importância à religiosidade em nossa cidade. Mas, existem coisas que a sociedade não pode esperar a boa vontade política. Por exemplo: a população do RJ acometida de doenças crônicas como Diabetes, HAS, Cardíacos, Hematológicos há tempos estão sem Medicamentos basilares nas Farmácias das Clínicas de Família (de maio de 2025 até hoje) e a omissa Secretaria Municipal de Saúde nada faz. Haja vista, alguém pode dizer: esses remédios podem ser adquiridos GRATUITAMENTE nas Farmácias Populares. Gratuitamente? Desde o momento que recebo esses remédios no balcão e passo pelo caixa, eles são registrados e me cedem uma Nota Fiscal, na minha plena ignorância isso não é gratuito, evidentemente, alguém ou alguns pagam e então? Prefeito, vamos dar prioridade à Saúde, pois é um Direito Social contido na CF/1988.
É fato Felipe. Sou protestante. Porém defensor do Estado laico como preconiza à Constituição da República. Ainda ressalto a importância do combate à intolerância religiosa.Principalmente as religiões de matriz africana,atacadas por falsos cristãos e “evangélicos”de denominações neopetencostal.
Melhor ser honesto e não arrumar jeitinho para arrumar dinheiro….
Não se trata de ser religião a questão.
?
Bom seria mas fácil convocar todos os líderes religiosos das religiões de matrizes africana e cada uma fazer seu cadastro e legalizado e com recursos usado para fazer esse mapeamento criava ações sócias nesses terreiro
Para os líderes religiosos, se preparem. Eles vão é fazer levantamento de renda pra cobrar impostos.
O governo não brinca. Vão levantar o CPF de cada dono de terreiro, movimento bancário e inventar algum imposto.
Eu sou evangélico, mas acredito que esse governo tá fazendo isso por maldade, com intuito de arrecadação depois.
Surreal, era só o que faltava, sem falar que é inconstitucional subvenção de religião pelo estado. Imagina se a moda pega. Alguém vai ganhar muito dinheiro público e o prefeito claramente está comprando votos como faz o atual presidente com os programas sociais. É por isso que esse país será sempre do “futuro”. O futuro de dependentes do estado socialista.
Boa tarde!
Já fui cadastro pelo menos umas três vezes!
.Puc Rio, pelo grupo e vereadora Tayná de Paula.
E agora!
Teremos algum benefício????
Pai Joelmir D’ Oxossi
Axé
Isso é um absurdo! Gastar esse dinheirão com coisas que não é prioridade Tendo em vista que falta remédios nos postos de saúde e clínicas da família. infelizmente as coisas do piora
Boa observação essa: “sem falar que é inconstitucional subvenção de religião pelo estado”. O Brasil inteiro já sustenta a existência DE TODAS AS IGREJAS PORQUE ESSAS NÃO PAGAM IMPOSTOS. O Brasil pode sustentar a vida faustosa dos pastores e padres milionários, mas quando se trata de identificar um grupo religioso históricamente perseguido pelo estado lá vem os inquisidores. Sou ateu convicto, não creio em seres mágicos, mas não posso tolerar a injustiça secular. Faz muito bem a prefeitura, a cidade milionária que sustenta vereadores ricos e Crivellas milionários, pode gastar essa merreca para proteger as demais religiões.
Alana Passos, parabéns! Não deixa passar nenhum desvio.
Boa tarde Vereadora
Em uma eleitoreira o prefeitura comete um absurdo na administração pública onde existem milhares de pessoas em situação de rua precisando de abrigo, a saúde,o transporte etc precisando de recursos eles vão gastar mais de 13 milhões para mapear os terceiros.Se estamos num laico não pode favorecimento pra um e esquecendo os outros se nao faz para a prioridade da sociedade nao deve jogar dinheiro público para qualquer religião
Só pode ser brincadeira. Isso é o tal do Estado laico?! Ainda com o dinheiro do contribuinte?!
A intolerância religiosa já está nos comentários. Quando os terreiros são acredidos e destruidos não aparece ninguém para defender, quando resolvem proteger, aparece os ignorantes religiosos
Que bolada pra fazer pesquisa! Aff
Isso não é normal não. Ainda mais se tem órgão especializado.
Muito $!
Racismo escancarado nos comentários.
As outras vertentes religiosas , principalmente as ditas cristãs recebem beneficios e dinheiro público há decadas. Porém a religião de vertente afrodisporicas não podem ter um mapeamento. Uns dizem que dízimo, não preciso na filosofia dos Povos tradicionais de matriz africana. Outros acham que deve ser feita por instituição pública, até poderia se os cadastradores conseguissem afastar de seus pré-conceitos.
Brasil sendo racista, querendo manutenção do status quo.
Seria mais útil me fazer essa doação, do que gastar com pesquisa sobre centro de macumba. Com certeza eu iria utilizar esse valor bem melhor.
Aí tem!!
Qual a necessidade de contratar uma empresa para isso, Sr. Perfeito? E com tal valor? Não há servidores nem institutos capazes de realizar o mesmo trabalho? Quem está sendo de fato beneficiado com essa estratégia? Porque até os terreiros estão sendo usados como pretexto, não é mesmo? O objetivo é outro, seja franco. Administre corretamente os recursos públicos em áreas que todos os contribuintes usufruam de modo igualitário como saúde, educação e segurança. Para seus projetos de interesse particular use o seu dinheiro, não o nosso!
Renato Borges Filho dirijo uma Tenda de Umbanda e não vejo necessidade deste gasto ! O Instituto Pereira Passos haverá de ser acionado. É um absurdo ! Esse Paes certamente tem outras pretensões quanto uma possível eleição a governador do Estado. Quem o conhece sabe do que é capaz. É INCRÍVEL !
Senhores governantes já que tem dinheiro sobrando, porque não aumentar o salário dos nossos professores. Investir na educação e na saúde pública cuidar do saneamento público
Tem valas de esgoto para todos lados
Vamos investir o dinheiro dos impostos, nos lugares certos e corretos .
Uma pena a vereadora ser tão despreparada ao ponto de não saber que políticas públicas se faz apoiada em dados estatísticos, não em racismo institucional.
A que ponto chegou o combativo legislativo desta municipalidade?!?