Neste fim de semana, acontece o 24º Encontro Nacional de Motociclistas de Paracambi, que vai até domingo (30) na Avenida dos Operários, a principal via do município na divisa da Baixa Fluminense com o Sul do estado
Ricardo dos Santos Buenos Aires, que preside o Motoclube Boomerangs, disse que a característica do evento é manter a antiga tradição dos encontros tradicionais do motociclismo raiz: o cuidado na recepção e na atenção aos visitantes, que terão direito a café da manhã e camping. No ano passado passaram pelo evento 600 motoclubes de vários estados brasileiros.
Com apoio da prefeitura, a organização preparou uma grade com shows de nove bandas e apresentação de equipes de manobras radicais. Neste sábado (29), uma das atrações é a banda Faixa Etária, que se apresenta às 22h.
No dia 19 de abril (Semana Santa), o grupo volta a se apresentar para uma multidão de motociclistas e moradores de Leopoldina, na Zona da Mata de Minas Gerais.
A Prefeitura do Rio vai desapropriar três imóveis históricos no Cosme Velho, na Zona Sul, após o desabamento parcial de um casarão neste sábado (19). A medida inclui o prédio que sofreu o desabamento, a Casa Portinari, localizada do outro lado da Rua Cosme Velho, e o Solar dos Abacaxis.
Segundo o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD), os decretos serão publicados na próxima segunda-feira (21).
“A gente vai publicar no Diário Oficial a desapropriação desse imóvel que desabou, da Casa Portinari, do outro lado da rua, e também vamos fazer no Solar dos Abacaxis, para garantir esse primeiro bloco de imóveis aqui”, afirmou Cavaliere, em entrevista ao “RJ1”.
A intenção da Prefeitura, de acordo com o prefeito, é dar uma nova destinação aos imóveis depois que eles forem incorporados ao patrimônio municipal. Cavaliere afirmou que uma das possibilidades é realizar leilões para que os espaços tenham novos usos.
Desabamento deixou mãe e filha feridas
O casarão fica na altura do número 315 da Rua Cosme Velho. O segundo pavimento da construção desabou parcialmente na manhã deste sábado, atingindo também parte do imóvel vizinho.
Uma mulher de 43 anos e a filha, de apenas 2 anos, ficaram feridas. As duas estavam em um corredor de acesso a uma vila residencial localizada ao lado do casarão quando foram atingidas por destroços.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, elas foram classificadas como vítimas amarelas, categoria utilizada para casos de gravidade moderada. Mãe e filha foram levadas ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, e estão em estado estável.
Ainda não foram divulgadas informações sobre o que provocou o desabamento. A Defesa Civil Municipal foi chamada para verificar as condições da estrutura e determinar os riscos existentes na área.
Rua Cosme Velho tem interdição parcial
A ocorrência mobilizou equipes do quartel do Corpo de Bombeiros do Catete. Agentes da CET-Rio e da Guarda Municipal também foram enviados para a região, além de equipes da Defesa Civil e da Subprefeitura.
Segundo o Centro de Operações Rio (COR), a Rua Cosme Velho está parcialmente interditada no sentido Laranjeiras, nas proximidades do Colégio São Vicente de Paulo.
O tráfego segue no sistema de pare e siga e há retenções nos dois sentidos da via. O COR orienta os motoristas a redobrarem a atenção ao passar pelo trecho.
A história da cachaça no Rio de Janeiro será tema de um encontro que reúne o historiador Luiz Antônio Simas e o produtor Haroldo Carneiro no próximo dia 26, na Lapa, no Centro do Rio. A programação gratuita começa às 13h, na porta do Surubafo, e terá ainda samba e uma rodada de coquetéis preparados pelo mixologista Igor Renovato.
O ponto de partida da conversa será a Revolta da Cachaça, ocorrida em 1660 e 1661, em um contexto de aumento de impostos e proibição da fabricação e venda da bebida no Brasil colonial. O movimento levou à revogação da proibição de produção e consumo da cachaça.
Mais de três séculos depois, a bebida se consolidou como parte da identidade cultural brasileira e também ganhou espaço na gastronomia e na coquetelaria.
Da macumba aos botecos do Rio
Simas vai abordar a presença da cachaça na cultura popular carioca e sua relação com o samba, os botecos e as religiões de matriz africana. Para o historiador, a bebida atravessa diferentes manifestações culturais e também aparece em festas e rituais de terreiro.
“O santo também bebe”, resume Simas, ao tratar da presença da cachaça nas espiritualidades populares.
A trajetória da bebida também será discutida a partir de sua relação com a cidade. Ela saiu dos botecos das periferias e passou a ocupar também bares e restaurantes da Zona Sul, em um movimento de valorização que chegou à coquetelaria.
Cachaça ganha espaço na mixologia
Haroldo Carneiro, produtor das cachaças Sete Engenhos e Quissamã, vai falar sobre a história da produção da bebida no Rio e a evolução do setor desde o período colonial.
Para ele, a transformação mais recente ocorre nos balcões dos bares, com a utilização da iguaria em coquetéis e a participação de estabelecimentos cariocas em premiações de mixologia.
“Casas importantes no Rio utilizam a cachaça na sua coquetelaria, e vêm faturando prêmios por isso”, afirma Carneiro.
O encontro será gratuito e acontece no dia 26, a partir das 13h, na porta do Surubafo, na Lapa.
A nova gestão da Pesagro-Rio notificou oficialmente a Fundação de Apoio à Biodiversidade São Francisco de Assis e determinou prazo de 10 dias úteis para a apresentação da prestação de contas do contrato que movimentou R$ 9.997.287,57.
A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado e prevê a aplicação de sanções administrativas em caso de descumprimento.
A cobrança ocorre pouco mais de um mês após a posse da nova presidente da estatal, Leda Maria Silva Kimura, que assumiu o cargo em 11 de agosto. Em análise preliminar dos processos administrativos da empresa, a gestão identificou a ausência de documentos que comprovem a execução financeira do contrato firmado com a fundação.
Segundo a notificação, o ajuste tem como objetivo a gestão administrativa e financeira do Macroprograma de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Agropecuária (Inova Pesagro), responsável por projetos voltados ao fortalecimento da produção agrícola fluminense, entre eles “Nossas Frutas”, “Raízes e Tubérculos”, “Rio Grãos e Cereais”, “Rio Agroflorestas” e “Rio Embriões”.
Entre os documentos exigidos pela estatal estão ordens de serviço, notas fiscais, comprovantes de pagamento, relatórios de execução físico-financeira, extratos bancários e conciliações financeiras. A empresa também solicitou informações detalhadas sobre eventual saldo remanescente nas contas vinculadas ao projeto.
A cobrança não é inédita. De acordo com a própria Pesagro-Rio, a fundação já havia sido acionada pela gestão anterior no fim de 2024 para apresentar as contas de encerramento do exercício financeiro. Com a nova notificação publicada no Diário Oficial, a ausência da documentação poderá resultar na aplicação das penalidades previstas na Lei de Licitações.
Lançada em agosto sob o valor de R$ 18,1 milhões, a licitação municipal do novo parque de lazer em Parada de Lucas está marcada para o fim de setembro. O edital prevê a construção de um “Parque do Saber” no terreno do antigo complexo gráfico Editora Bloch, que fica na divisa do bairro com Clodovil.
As obras devem acontecer até o primeiro semestre de 2028, em uma área de aproximadamente 6 mil metros quadrados na esquina das ruas Álvaro de Macedo e Cordovil, ao lado da Escola Municipal Joseph Bloch.
Galpões da editora Bloch serão recuperados no novo parque
A proposta inclui a recuperação de galpões existentes para preservar referências históricas da antiga editora Bloch. Os galpões reformados ocuparão cerca de 2,2 mil metros quadrados. O espaço denominado Galpão Manchete contará com sala de aula, área de tecnologia, estúdio de fotografia, estúdio de som e praça de alimentação.
Já o Galpão Gibi abrigará oficina, sala de televisão, área de lazer com brinquedos tecnológicos e musicais, além de locais para descanso. Ambas as estruturas receberão climatização e novos sanitários.
Parque em Parada de Lucas terá quadra, jardim e parquinho
A área externa do parque terá quadra poliesportiva, Academia Carioca, parquinho infantil, espaço para pets e jardim sensorial. O projeto também contempla nova pavimentação, iluminação em LED, cercamento, instalação de câmeras de segurança e sinal de internet Wi-Fi em todo o perímetro.
Xuxa Meneghel acionou a Justiça do Rio de Janeiro contra a ex-paquita Andréa Maria de Faria Antunes, conhecida como Andréa Sorvetão, por uma dívida relacionada a um apartamento no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.
Segundo o processo, a apresentadora cedeu o imóvel para que Sorvetão morasse com a família. O acordo foi formalizado em janeiro de 2020, por meio de um contrato de comodato com duração prevista de 48 meses.
Pelo contrato, a ex-paquita ficaria responsável pelas despesas do apartamento, incluindo condomínio, IPTU, taxa de incêndio, contas de luz e gás.
O imóvel, no entanto, foi devolvido em abril de 2021, antes do fim do período previsto no acordo. De acordo com os documentos apresentados à Justiça, ficaram pendências financeiras referentes aos encargos do apartamento. Com as atualizações, o valor cobrado no processo chega a cerca de R$ 26 mil.
Com informações do colunista Ancelmo Gois do jornal “O Globo”.
A Justiça Eleitoral rejeitou a acusação de que o ex-prefeito de Belford Roxo Waguinho (Republicanos) tenha usado a estrutura do município para favorecer a candidatura do sobrinho, Matheus Carneiro Barros, na eleição de 2024.
A ação reunia questionamentos sobre diferentes episódios ocorridos antes da eleição, como a mobilização de servidores durante uma visita do presidente Lula (PT) à cidade, a participação de Matheus em divulgações oficiais da prefeitura e o cadastramento de vítimas das enchentes para receber um auxílio de cerca de R$ 3 mil. Na avaliação da Justiça, porém, não houve provas de que essas situações tenham sido usadas para beneficiar eleitoralmente o sobrinho de Waguinho.
A decisão é da juíza Vera Maria Cavalcanti de Albuquerque e foi publicada nesta sexta-feira (19).
Acusação citou ‘Galpão do Matheus’ e contratações antes da eleição
Um dos casos analisados envolvia a visita de Lula a Belford Roxo, em fevereiro de 2024. Na ocasião, a Prefeitura decretou ponto facultativo, e a ação questionava uma suposta mobilização de servidores para acompanhar a agenda presidencial. A participação de Matheus em publicações oficiais sobre obras e serviços municipais também foi apontada como possível forma de promoção eleitoral.
Outro episódio envolveu o Programa Recomeçar, destinado a moradores atingidos pelas enchentes. O benefício era de aproximadamente R$ 3 mil, e a ação questionava o fato de inscrições de vítimas terem sido realizadas em um imóvel conhecido como “Galpão do Matheus”. Para a Justiça, no entanto, não ficou comprovado que a concessão do auxílio estivesse condicionada a apoio político ou pedido de voto.
O aumento das contratações temporárias pela Prefeitura de Belford Roxo também foi levado à Justiça. O questionamento incluía ainda as demissões realizadas posteriormente e a possibilidade de que os empregos tivessem sido usados para obter apoio político.
Segundo a sentença, o conjunto das provas não demonstrou uma atuação capaz de comprovar o uso da estrutura municipal para favorecer Matheus.
A decisão também faz uma ressalva: a rejeição da ação não significa que a Justiça tenha considerado regulares, de forma geral, todas as contratações ou atos da Prefeitura de Belford Roxo naquele período. O que ficou afastado foi a existência de provas suficientes de que essas medidas tenham sido usadas para beneficiar eleitoralmente Matheus.
Parte de um casarão histórico desabou na manhã deste sábado (19) na Rua Cosme Velho, na Zona Sul. O segundo andar da estrutura cedeu parcialmente e atingiu um imóvel vizinho.
Duas pessoas da mesma família, uma mulher de 43 anos e a filha de 2 anos, sofreram ferimentos moderados. Equipes de resgate socorreram as vítimas, que foram levadas para o Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon.
O Corpo de Bombeiros atuou no local após acionamento às 9h32. A Defesa Civil já iniciou a vistoria técnica para analisar a estabilidade da construção afetada.
Por conta do desabamento, a CET-Rio interditou parcialmente a Rua Cosme Velho sentido Laranjeiras para facilitar o trabalho das equipes de segurança. Agentes da Guarda Municipal também auxiliam na organização do trânsito na região.
O vice-prefeito de Petrópolis, Baninho (PL), é citado em documentos da Polícia Federal como responsável formal pela locação de uma sala comercial no Centro do Rio que, segundo os investigadores, teria sido utilizada por Cláudio Castro (PL). A PF pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para fazer uma nova busca no imóvel, mas o ministro André Mendonça negou a medida em julho.
A investigação levanta a suspeita de que o ex-governador utilizaria endereços que não estavam registrados diretamente em seu nome para ocultar documentos, valores ou provas após a operação realizada pela PF em 26 de maio. Segundo os investigadores, imagens registraram o transporte de caixas e outros volumes para a sala comercial na véspera da ação policial.
Baninho, que também atua como corretor de imóveis, aparece na documentação como responsável formal pela locação do espaço, localizado no Centro do Rio. A menção ao vice-prefeito como responsável pelo imóvel, por si só, não significa que ele seja apontado como responsável pelas suspeitas investigadas pela PF contra Castro.
PF pediu novas buscas em endereços ligados a Castro, mas Mendonça negou
Com base nos elementos reunidos na investigação, a PF pediu ao Supremo autorização para realizar novas buscas. Além da sala comercial no Centro do Rio, a representação incluía uma residência localizada no complexo Locanda Della Mimosa, em Petrópolis, e dois veículos.
O pedido recebeu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas acabou negado pelo ministro André Mendonça, do STF, em 15 de julho. Na decisão, o magistrado afirmou que os elementos apresentados pela PF não eram suficientes para justificar uma nova busca e apreensão. Mendonça considerou ainda que Cláudio Castro já havia sido alvo de uma operação semelhante em 26 de maio e que uma nova medida invasiva exigiria “uma demonstração mais robusta” de necessidade.
A Justiça Eleitoral do Rio determinou a cassação dos diplomas do prefeito de Trajano de Moraes, Rildo Neves (PL), e do vice-prefeito, Hélio Luiz. A sentença é resultado de uma ação que os acusa de abuso de poder econômico e captação ilícita de votos nas eleições municipais de 2024.
A decisão não obriga o afastamento imediato dos cargos e ambos podem permanecer na prefeitura enquanto recorrem da decisão em instâncias superiores.
O juiz aplicou multa e declarou o prefeito inelegível por oito anos. Já o vice Hélio Luís, que também teve diploma cassado, escapou da inelegibilidade por falta de provas sobre sua participação direta nas irregularidades.
Além deles, Dudu Abrahão (PDT), que foi candidato a vereador em Trajano de Moraes em 2024, também ficou inelegível por oito anos e recebeu multa. Seus votos nas eleições municipais foram anulados, mas, como o candidato não foi eleito na ocasião, não devem exigir recontagem.
Políticos são acusados por Pix de R$ 1,5 mil para atrair votos em Trajano de Moraes
A investigação teve início após denúncia apresentada pelo ex-candidato a prefeito Matias Mendes (Cidadania), que perdeu para Rildo Neves na disputa. A acusação apontou o repasse de R$ 1,5 mil via Pix para a conta de uma candidata a vereadora, supostamente enviado por um aliado do prefeito, para atrair apoio político à chapa vencedora.
A Polícia Federal analisou áudios anexados ao processo e confirmou o envolvimento do prefeito e do vice na negociação. O Ministério Público Eleitoral emitiu parecer favorável à condenação.
Prefeito e vice vão recorrer
Apesar da sentença, a defesa dos políticos já divulgou, em nota, que vai entrar com recursos.
“Rildo Neves e Hélio Luís reforçam o seu compromisso com os seus cargos e, principalmente, com a população, permanecendo firmes e crentes de que a justiça será feita”, disse a equipe do prefeito de Trajano de Moraes.
A decisão foi proferida pela 51ª Zona Eleitoral de Conceição de Macabu, que já acionou o TRE-RJ para providências sobre novas eleições, embora a execução dependa dos desdobramentos judiciais do caso.
O Rio está no meio de sua Semana de Arte e, por isso, o sábado (19) e o domingo (20) serão recheados de atrações para todos os gostos na cidade. Entre os eventos na programação estão shows de artistas como Emicida e Fernanda Abreu. Já fora do calendário da Semana de Arte, a cidade recebe um festival internacional de circo e comemora o aniversário de uma animada roda de samba na Zona Norte. Bora lá!
MIMO Festival traz Fernanda Abreu e Tinariwen de graça no Circo Voador
Um dos eventos na programação da Semana de Arte do Rio é o já tradicional MIMO Festival, que chega à cidade neste fim de semana com uma programação especial — e gratuita — no Circo Voador.
No sábado, os portões abrem às 20h para os shows de Fernanda Abreu e da rapper portuguesa Capicua, com participação especial de Emicida. No domingo, os portões abrem às 18h para apresentações de duas artistas internacionais: Tiken Jah Fakoly, da Costa do Marfim, e do grupo Tinariwen, do Mali.
Ao mesmo tempo, o festival também promove exibições especiais de cinema, também na região central da cidade. O Cine Santa Teresa, na Rua Paschoal Carlos Magno, recebe uma mostra com sessões gratuitas de 14 documentários culturais às 16h, 18h e 20h nos dois dias. O acesso é feito por ordem de chegada, sujeito à lotação.
Festival com Fernanda Abreu e Tinariwen acontece no Circo Voador – Foto: Divulgação
Aquarius junta Orquestra Sinfônica, Emicida e Leci Brandão na Praça Mauá
Além da participação no show de Capicua, Emicida também participa de outro show na programação da Semana de Arte. A Praça Mauá recebe, a partir das 14h no sábado (19), o projeto Aquarius, com shows da Orquestra Sinfônica Brasileira, do rapper Emicida e da sambista Leci Brandão, além de participações do Ensemble FTM e do DJ Nyack.
O espetáculo tem entrada gratuita, sem necessidade de retirar ingressos antecipadamente. O evento, idealizado pelo jornal “O Globo”, foi criado em 1972 e chega a mais uma edição com o tema “A Música e o Tempo”.
Leci Brandão, Emicida, Orquestra Sinfônica Brasileira se apresentam na Praça Mauá – Foto: Divulgação
Projeto Criolice comemora 16 anos com feijoada de graça e samba em Madureira
Para além da programação da Semana de Arte, no Centro, a cidade também inclui programação artística na Zona Norte. Neste sábado (19), o Projeto Criolice comemora 16 anos de história com festa em seu novo endereço: o Centro Cultural Tia Doca, em Madureira, na Rua João Vicente.
A festa começa às 13h e oferece feijoada gratuita para quem chegar até 15h. A programação vai contar com feira de empreendedorismo, rodas de conversa sobre a resistência das mulheres negras e duas grandes rodas de samba homenageando baluartes como Dona Ivone Lara, Candeia e Monarco. A entrada é franca até as 17h, bastando retirar a cortesia antecipadamente na plataforma Sympla.
Projeto promove roda de samba e feijoada de graça na zona Norte – Foto: Divulgação
Festival Internacional de Circo leva o picadeiro para Centro e Aterro
Para fechar as dicas do fim de semana, o 7º Festival Internacional de Circo ocupa a parte central da cidade até o dia 27 de setembro. O evento começou nesta sexta (18) e espalha, ao longo do fim de semana, palhaços, acrobatas, malabaristas, pernas de pau e mágicos por pontos estratégicos do Centro, como a Zona Portuária, a Lapa e o Aterro do Flamengo. A programação conta com diversas apresentações de rua e oficinas gratuitas; todos os eventos estão nas redes do festival.
Festival Internacional de Circo começou nesta sexta (18) – Foto: Divulgação