Ninguém pode dizer que o prefeito Eduardo Paes (PSD) não é criativo.
Pré-candidatíssimo à reeleição, lançou uma camisa com a inscrição “Vai Dudu” nas costas e saiu pela Sapucaí.

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O Ministério Público Eleitoral (MPE) enviou parecer ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) favorável ao indeferimento do registro de candidatura de Márcio Canella (UNIÃO), que concorre ao cargo de deputado estadual. O documento marca uma mudança de posição: anteriormente, o MPE havia opinado pela liberação da candidatura do ex-prefeito de Belford Roxo.
A manifestação desfavorável é semelhante à que foi emitida a respeito da candidatura do principal aliado político de Canella, o presidente nacional do União, Antônio Rueda, candidato a deputado federal.
Os dois integram a mesma aliança política e fazem campanha conjunta (a famosa “dobradinha”) no estado.
Assim como no caso de Rueda, o MPE havia opinado inicialmente a favor de liberar a candidatura de Canella por entender que, naquele primeiro momento, faltavam provas oficiais no processo.
Contudo, o julgamento ser suspenso pelo TRE-RJ para a realização de diligências urgentes junto à Polícia Federal, ao Supremo Tribunal Federal (STF), ao MPE e a órgãos de inteligência policial. Com a chegada de novas provas, o órgão ministerial avaliou que novas informações graves vieram à tona.
No novo parecer, a Procuradoria Regional Eleitoral apontou três eixos principais para pedir o indeferimento de Canella, sempre com base na proibição constitucional do uso de organizações paramilitares e milícias no processo eleitoral:
O candidato nomeou para cargos de secretários municipais em Belford Roxo dois homens barrados pela Justiça Eleitoral em 2024 por ligação com milícias — Fabinho Varandão e Eduardo Araújo.
Mesmo após deixarem formalmente os cargos, ambos continuaram atuando diretamente como puxadores de voto na campanha de Canella e Rueda para 2026.
Canella é investigado formalmente no Inquérito 5.020/DF, que tramita no Supremo Tribunal Federal sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, focado em combater organizações criminosas, extorsão e lavagem de dinheiro.
Durante a 6ª fase da Operação “Unha e Carne”, deflagrada pela Polícia Federal, policiais encontraram um fuzil calibre 5.56 da Polícia Militar dentro do carro blindado do candidato. O episódio resultou na prisão em flagrante de Canella por posse ilegal de arma de uso restrito, além da apreensão de R$ 919 mil em espécie, carros de luxo e relógios valiosos.
Para o MPE, a soma desses fatos demonstra uma “simbiose entre o poder político e forças armadas irregulares”, o que é expressamente proibido pela Constituição Federal para proteger a legitimidade do processo eleitoral.
Em sua defesa juntada ao processo, Márcio Canella alegou que a proibição constitucional não se aplica como causa automática de inelegibilidade sem condenação prévia.
Sobre as nomeações em Belford Roxo, afirmou que ocorreram de forma legítima e que os secretários já foram exonerados.
“Trata-se de dois vereadores que já faziam parte da administração anterior a minha. Eles já eram secretários do governo anterior, curiosamente do impugnante e meu adversário político na cidade. Quando eu soube da condenação exonerei os dois. Agora, imagina se essa regra pega no Brasil. Confio na justiça e tenho certeza que tudo será esclarecido” disse Canella.
Em relação ao fuzil apreendido em seu veículo, a defesa sustentou que a arma pertence ao Estado do Rio de Janeiro e estava sob a responsabilidade do policial militar designado para fazer sua escolta oficial.
O Edifício Standard, uma das construções mais emblemáticas do Centro do Rio, pode mudar de dono. O fundo imobiliário HGRU11, da Pátria Renda Urbana, apresentou uma proposta de R$ 79,4 milhões para adquirir o imóvel, localizado na Avenida Presidente Wilson e conhecido por ter abrigado durante décadas a sede da Esso no Brasil.
O prédio pertence atualmente ao fundo imobiliário AIEC11. A proposta prevê o pagamento integral do valor no fechamento da operação, mas a forma de quitação dependerá dos recursos disponíveis pelo comprador. A transação ainda precisa ser aprovada pelos cotistas.
A negociação ocorre poucos meses após o imóvel ganhar um novo ocupante. Neste ano, a Rede D’Or fechou contrato de locação de cinco anos para instalar no local uma unidade do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), reforçando a atratividade do ativo para investidores.
Construído na década de 1930, o Edifício Standard é considerado um dos principais exemplares da arquitetura art déco do Centro do Rio. O projeto é assinado pelo arquiteto inglês Robert Prentice, responsável também por obras como a Central do Brasil e o Edifício Itaoca, em Copacabana.
O imóvel foi erguido para servir de sede à Standard Oil Company, empresa que deu origem à marca Esso, e foi o primeiro edifício da cidade a contar com sistema de ar-condicionado central. Sua fachada, marcada por linhas aerodinâmicas e volumes assimétricos, é tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac).
Além do Standard, o AIEC11 também recebeu proposta para vender outro ativo de seu portfólio: a Torre D do Rochaverá Corporate Towers, em São Paulo. A oferta pelo empreendimento paulista é de R$ 288 milhões.
Com informações do Diário do Rio
O fim da concessão da SuperVia, em maio deste ano, abriu uma disputa sobre uma dívida de R$ 1,9 bilhão com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O financiamento foi contratado pela própria concessionária para a compra de 30 trens e, segundo documentos públicos, o débito era tratado pelo banco como uma obrigação da empresa.
Agora, com a saída da SuperVia do sistema, o BNDES sustenta que o Estado do Rio deve assumir a dívida que, por sua vez, questiona a transferência. Segundo o Executivo, até o momento n]ao existe um documento documento público que determine que o passivo passe automaticamente para os cofres estaduais.
Além da dívida bilionária em discussão, a SuperVia teria encerrado a concessão deixando débitos com fornecedores e empresas responsáveis pela manutenção de vagões, fabricação de peças, sinalização e outros serviços.
Para o presidente da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Dionísio Lins (Progressistas), o cenário exige atenção para evitar que problemas financeiros da antiga concessionária acabem afetando a operação do sistema ferroviário e a qualidade do serviço prestado aos passageiros.
Segundo o parlamentar, somente em maio, as dívidas com fornecedores diretos chegavam perto de R$ 15 milhões. Para ele, a falta de pagamento pode comprometer a manutenção da estrutura e dos equipamentos utilizados diariamente por milhares de passageiros.
“Se o fornecedor não recebe, ele não entrega a peça e não faz manutenção; e quem acaba pagando a conta é o trabalhador”, alerta Dionísio.
Um dos problemas que já chegaram à Comissão de Transportes é o abandono das escadas rolantes em diversas estações. Diante das reclamações de usuários, Dionísio encaminhou nesta segunda-feira (21) um ofício ao presidente da Trens Rio, atual concessionária, cobrando informações sobre a situação dos equipamentos.
A empresa terá 15 dias para informar quantas escadas rolantes estão paradas, qual empresa é responsável pela manutenção, o valor do contrato e quais medidas estão sendo adotadas para acelerar os reparos, além de garantir a vistoria e o funcionamento dos equipamentos.
“Não dá mais para ficarmos vendo diariamente pessoas idosas e com dificuldade de mobilidade sofrerem para embarcar nas estações. É desumano o que o usuário vem passando em estações como Madureira e Méier, onde as escadas simplesmente não funcionam”, afirma Dionísio.
O deputado também cobra atenção para que os problemas financeiros deixados pela antiga concessionária não afetem a operação da nova empresa. Após 27 anos à frente do sistema ferroviário do Rio, a SuperVia encerrou a concessão, enquanto a Trens Rio, administrada pelo consórcio Nova Via Mobilidade, assumiu a operação.
Apesar de não ser uma estatal, a nova operadora atua sob um contrato de permissão regulado pelo governo estadual.
Outro ponto de preocupação levantado pelo presidente da comissão é a segurança. Segundo informações da própria Trens Rio, cerca de 14 estações estariam sob influência do crime organizado — malha ferroviária atravessa 179 comunidades controladas por esses grupos.
Dionísio confia que o governo estadual está atento à situação e deverá intervir quando necessário. Segundo ele, os passageiros não podem ser penalizados duas vezes, tanto pela violência quanto pelo descaso com o serviço.
Caso a resposta da concessionária ao ofício não seja considerada consistente, a Comissão de Transportes pretende recorrer ao Ministério Público para pedir uma apuração sobre as condições do serviço. A realização de uma audiência pública também está sendo avaliada.
A Secretaria Estadual da Mulher e de Políticas Inclusivas determinou a suspensão cautelar do Termo de Fomento nº 005/2026, firmado com a Associação Faculdade Instituto Universitário do Rio de Janeiro (AFIURJ), para apurar possíveis irregularidades no processo de contratação.
A medida, publicada no Diário Oficial, interrompe o projeto de R$ 43 milhões destinado à implantação e modernização de 20 Salas Lilases e três Centros Especializados de Atendimento à Mulher.
As unidades são voltadas ao atendimento psicológico e social contínuo de vítimas de violência doméstica e sexual do estado.
Com a suspensão, ficam proibidos novos repasses financeiros, a emissão de Ordem de Serviço, a contratação de equipes e a realização de obras até a conclusão das apurações administrativas.
O contrato prevê dois anos de execução para estruturar e administrar as unidades em diferentes regiões do estado. Para iniciar a parceria, a secretaria destinou R$ 15 milhões do orçamento previsto para o programa estadual “Antes que Aconteça”.
Segundo a apuração, o projeto já havia sido anulado em uma tentativa anterior de contratação, por meio de um chamamento público. Na ocasião, a própria Superintendência de Enfrentamento às Violências (SUPEV) apontou a falta de uma pesquisa de preços adequada na fase de planejamento.
A falha foi considerada um vício insanável, pois impedia a secretaria de verificar se os custos previstos eram compatíveis com os preços de mercado. Após a revisão do projeto e a abertura de um novo processo de contratação, a parceria foi firmada com a AFIURJ.
Além do órgão escolhido, a habilitação da entidade também foi questionada durante a seleção. Concorrentes apontaram que o perfil institucional e o estatuto da AFIURJ são voltados prioritariamente à educação superior, e não ao atendimento social e pericial de urgência previsto para as Salas Lilases e os centros especializados.
Os documentos do processo também apontam possíveis inconsistências no planejamento da contratação. O projeto não estava previsto originalmente no Plano de Contratações Anuais (PCA) da secretaria e só foi incluído posteriormente.
Outro ponto observado foi que a contratação da gestão externa avançou enquanto o decreto estadual que regulamentaria o programa “Antes que Aconteça” ainda estava sendo elaborado.


Quem passeou pelas ruas mais famosas de Armação dos Búzios, na Região dos Lagos, na tarde deste domingo (20), pode ter ouvido gritos e cantos de torcida típicos dos bares e restaurantes da região.
Mas quem esperava encontrar um grupo de torcedores de algum time carioca ou até mesmo da Argentina — uma vez que 11% da cidade é composta por hermanos, além de ser um ponto turístico bastante visitado pelos argentinos — pode ter se surpreendido com o que encontrou.
Um grande grupo de torcedores do Baltimore Ravens, time de futebol americano da NFL (National Football League), lotou o restaurante Pátio Michou, na Rua das Pedras, como se fosse uma torcida local acompanhando seu time.
Com bastante animação, o grupo, formado em sua maioria por estadunidenses já na terceira idade, acompanhou a partida durante a viagem a um dos lugares mais paradisíacos do estado fluminense.
A Ravens Flock, nome dado aos torcedores do time roxo da NFL, estava bem à vontade: pendurou bandeiras no restaurante, cantou músicas e aplaudiu em conjunto enquanto assistia à transmissão do jogo — diretamente de um canal de esportes norte-americano, em plena terra tupiniquim.
Aparentemente, o grupo viajou ao Rio para acompanhar a partida entre Baltimore Ravens e Dallas Cowboys, que vai ocorrer (in loco) no estádio do Maracanã no próximo domingo (27), e aproveitou para vir um pouco antes e conhecer Búzios.
Com o jeito acolhedor que somente o Rio de Janeiro proporciona, o simpático grupo de torcedores sentiu um pouquinho de sua terra natal em plena Região dos Lagos, em um lugar já acostumado a dividir torcidas no futebol (tradicional) entre brasileiros e argentinos. Sempre cabe espaço para mais um!
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou a suspensão cautelar de um lote da água mineral natural sem gás da marca Vitoriosa, fabricada pela GEPF Agro Indústria Ltda. A liberação do lote 110426L5 foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (21).
Segundo a Anvisa, a medida foi revista depois que análises de contraprova apresentaram resultado microbiológico satisfatório.
No início de setembro, a agência havia determinado a interdição preventiva diante de resultados iniciais insatisfatórios dos exames feitos pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ).
Entretanto, o mesmo laboratório realizou duas contraprovas: o ensaio microbiológico e a análise da mostra testemunho. Ambos resultados foram satisfatórios e testificaram a qualidade da água mineral.
Com a nova resolução, deixa de valer a interdição determinada pela agência.

O site do MetrôRio passa a oferecer uma ferramenta de acessibilidade digital voltada à adaptação dos conteúdos para diferentes necessidades dos usuários.
Desenvolvida pela Hand Talk, a solução inclui tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e recursos direcionados a pessoas surdas, com dislexia, deficiência visual ou daltonismo, além de usuários com transtornos neurocognitivos, pouco conhecimento de navegação na internet e dificuldades com leitura de textos em geral.
A tradução é realizada pela tradutora virtual Maya, que foi personalizada com uniforme do MetrôRio. A ferramenta disponibiliza tradução automática de textos para Libras, ajustes visuais para facilitar a leitura e a navegação e funcionalidades que tornam os conteúdos mais acessíveis para diferentes perfis de usuários.
Ao entrar no site do MetrôRio, o usuário encontra no canto direito da tela o ícone de tradução para Libras. Ao acioná-lo, a personagem virtual Maya aparece para fazer a tradução dos conteúdos.
A ferramenta também reúne outros recursos de acessibilidade — chamados de assistivos — organizados em duas categorias: controle de fonte, com opções como ajuste do tamanho e espaçamento do texto, destaque de letras, modo daltônico e bloqueio de sons; e navegação, que inclui leitor de sites, máscara de leitura, destaque de links, lupa, ajuste de contraste, modo leitura, estrutura de página, controle de imagens e animações, entre outras funções.
A falsificação de assinaturas físicas em contratos sociais e alterações empresariais é um problema recorrente e pode alimentar fraudes como a inclusão de “sócios-laranjas”, a usurpação de quadros societários e a sonegação fiscal.
Para acelerar a proteção das vítimas e desburocratizar o processo, a Junta Comercial do Rio (Jucerja) publicou, no Diário Oficial, uma nova regra, que cria um procedimento administrativo para suspender e cancelar atos considerados fraudulentos, sem a necessidade de que a vítima ingresse previamente com uma ação judicial.
Diante dos prejuízos causados pelo uso indevido de nomes e CPFs, a regulamentação busca dar uma resposta mais rápida aos casos.
A partir de agora, a própria pessoa lesada, seus herdeiros ou o Ministério Público poderão solicitar diretamente à Jucerja o cancelamento do registro suspeito.
O principal avanço é a possibilidade de suspensão cautelar imediata do documento. Com a apresentação de um Boletim de Ocorrência e de uma declaração formal de falsidade, a Junta poderá suspender os efeitos do registro por até 90 dias.
Durante esse período, novos arquivamentos vinculados ao ato ficam bloqueados e um alerta sobre a suspeita passa a constar de todas as certidões emitidas para a empresa.
Caso a vítima ainda não tenha um laudo comprovando que a assinatura foi falsificada, feito pela Polícia Civil ou por um perito credenciado pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), a própria Jucerja poderá providenciar a análise.
Para isso, a vítima deverá comparecer presencialmente à autarquia para fornecer um padrão de assinatura e prestar depoimento formal, ciente de que uma falsa alegação de fraude pode configurar crime.
Para evitar pedidos de má-fé, a deliberação também estabelece responsabilidade financeira para o denunciante. Se a perícia concluir que a assinatura é verdadeira, o solicitante terá de arcar com os custos do exame, que poderão ser cobrados judicialmente pela própria Jucerja.
A norma determina ainda que, quando o ato cancelado tiver uma “Declaração de Autenticidade” assinada por advogado ou contador, cópias do processo sejam encaminhadas aos respectivos órgãos de classe, OAB e CRC. Os documentos também serão enviados às autoridades policiais e fazendárias.
A Deliberação nº 174/2026 já está em vigor e se aplica imediatamente aos casos que estão em andamento na Junta.

Por mais de dez décadas, o antigo Hotel Glória foi uma das referências da arquitetura da região central do Rio. Agora, quatro anos depois do início das obras com um investimento de R$ 400 milhões, o espaço volta a abrir as portas como um condomínio residencial.
O residencial reúne apartamentos de duas, três ou quatro suítes, com até 214 metros quadrados. O projeto também inclui elevador panorâmico, unidades com entradas independentes e apartamentos com até três vagas de estacionamento.
Segundo a construtora Sig Engenharia, das 266 unidades, 73% já foram vendidas, com apartamentos que custam entre R$ 1,8 milhão e R$ 7 milhões.
As primeiras chaves começaram a ser entregues há cerca de duas semanas, e duas famílias já se mudaram para o novo endereço.
As 266 unidades estão distribuídas entre três torres: Histórico I, Histórico II e Contemporâneo. Os dois primeiros prédios contam com elevador panorâmico, enquanto o terceiro tem entrada independente. O acesso ao estacionamento será feito por uma das laterais do condomínio.
De acordo com o Opportunity Fundo de Investimento Imobiliário, entre os compradores, 60% já moram no Rio, 30% vivem em outros estados e 10% são estrangeiros. Pela convenção do condomínio, os imóveis poderão ser alugados, mas não para estadias de curta duração, como as oferecidas pelo Airbnb.

Uma das áreas que ganhou nova função é o antigo salão nobre. Com 244 metros quadrados, o espaço no segundo piso, usado no passado para convenções e coletivas de presidentes da República, virou espaço destinado a festas e poderá ser utilizado pelos moradores no sistema de “pay for use”. O ambiente foi equipado com mesas, sofás e cadeiras, com capacidade para até 250 pessoas.
Também está disponível para ser alugado no rooftop o espaço com churrasqueira e duas cozinhas gourmet.

O antigo Hotel Glória foi o primeiro cinco-estrelas do Brasil e recebeu diversas personalidades, como o astronauta americano Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na Lua, e presidentes da República, devido à sua proximidade com o Palácio do Catete, sede do governo federal até 1960.
Por dentro do espaço, tudo é novo. Foi necessário reconstruir as áreas internas do zero, já que o empresário Eike Batista, que comprou o Glória e depois repassou o imóvel, demoliu e se desfez da mobília.

Mas apesar da transformação do prédio em residencial, a fachada do antigo hotel foi mantida. O imóvel é protegido pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), e o tradicional monograma dourado continuará na marquise branca da entrada principal.
Com informações do jornal “O Globo”.
Em caminhada em Paracambi, na Baixada Fluminense, no último sábado (19), ao lado dos candidatos a deputado estadual André Ceciliano e a deputado federal Lindbergh Farias, ambos do PT, o candidato ao governo do estado Eduardo Paes (PSD) destacou sua admiração por Ceciliano. A manifestação de apoio chama atenção porque, em julho, Paes prometeu apoiar outro petista, Adilson Pires, que, assim como Ceciliano, pretende disputar a presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Durante a mobilização, Paes cantou o jingle de Ceciliano e pediu votos para o candidato a deputado estadual.
Adilson é um dos homens de confiança de Paes. Foi líder do governo na Câmara Municipal durante o primeiro mandato do prefeito (2009-2012) e vice-prefeito na gestão seguinte (2013-2016). Além disso, comandou três secretarias municipais ao longo das administrações do candidato do PSD.
Estagiária sob supervisão de Bruno Quintella e Berenice Seara.