De acordo com o texto, de autoria da vereadora Vera Lins (PP), a instalação de hidrômetros em calçadas, áreas externas ou em locais não autorizados pelos proprietários fica proibida.
Medida busca proteger o consumidor de furtos de hidrômetros ou danos nos equipamentos
Se o consumidor optar por manter o equipamento fora do imóvel, ele será responsável pela manutenção do hidrômetro e por quaisquer danos causados por terceiros. O descumprimento por estabelecimentos comerciais prevê multa de R$ 10 mil, que dobra em caso de reincidência.
Segundo Vera, a medida busca proteger os cidadãos de danos causados por instalações inadequadas, furtos de hidrômetros, interrupções no fornecimento de água e cobranças indevidas.
“Constata-se que atualmente vêm ocorrendo diversos danos nas calçadas dos consumidores devido à instalação de hidrômetros. A proposta busca garantir a segurança desses locais, já que marginais têm furtado esses materiais para revenda ou troca por entorpecentes”, escreveu a vereadora.
Isso é uma piada!!!! Tinha o local apropriado para o hidrômetro e instalaram o mesmo na calçada. Fiz a reforma e tive que tapar o buraco onde seria instalado o hidrômetro, na fachada. Agora a prefeitura diz que EU sou responsável pelos danos ? Já furtaram dezenas deles na rua . Quem vai arcar com a reinstalação? Eu? E se roubarem novamente a despesa e minha? Definitivamente não estamos em um país sério.
Aqui em Araruama, quando fui trocar a titularidade, me deram um termo de uso e manutenção de instalações, consignando que sou responsável pelo hidrômetro, mas não é que o danado está colocado na calçada?
Esse país é de loucos!
Bom dia para todos, Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.
Na minha umilde opinião isso vai dar uma dor de cabeça danada, pois nem sempre tem alguma pessoa em casa para atender ao responsável pela marcação no Hidrômetro sobre o consumo de água.
Por outro lado vai dá margem aos bandidos para efetuar vários assaltos nas residências, quem inventou isso teria que rever estas leis.
Isto é o que o eleitor merece, ter mais uma responsabilidade tiradas dos sábios governantes, que é segurança pública, e colocada nas custas dos otários contribuintes, com a malandra intenção de não ficar sem água. Se não aceita o bobó paga os custos do hidrômetro furtado e ainda tenha a possibilidade de ter a residência acessada por ladrões, fantasiados de funcionários da empresa de água, já pensaram nisto. É não será INVASÃO pois VC deu acesso. Será que essa lei foi planejado pelo Lex Luther.
Se vc passa a ser responsável pelo hidrometro. Está mais do que certo. Cracuso Arrebentou o lacre do hodrometro do meu vizinho. O qual está na rua. Teve que pagar multa e teve dor de cabeça. Acabou indo para a Justiça.
Por mim, tanto faz, aqui em casa desde quando foram fazer a “manutenção preventiva” nunca mais teve água, são quase 3 anos sem uma gota d’água no hidrômetro, até retirei ele de rua por conta disso e está lá sem água, por sorte o poço e a bomba d’água não me deixam na não nunca, eu até pagava a água, mas depois desse descaso parei de pagar e vieram cortar o que eu não tenho a quase 3 anos, resumindo, agora tenho água de graça kkkk
Quem falou que eles precisam de acesso pra medir o consumo de água?… aqui onde moro eles não chegam nem perto do medidor , alegando que tem autorização pra fazer uma estimativa por conta deles que resulta numa conta mais auta a cada mês . Estão sempre nos ferrando de jeito ou de outro…
E quem trabalha e mora só quem abrirá o portão para o marcador marcar a água? Será q terei q dá a ele uma copia da chave do portão????? Ta de sacanagem né prefeito? Se isso for pra frente mesmo, quero ver onde irão instalar, pois minha garagem fica o carro e o sumidouro da casa. Terei q repensar o meu voto em prefeito.
Fiz todo o procedimento para a instalação interna , a instalação ficou perfeito, e aí, VEIO AS AGUAS DO RIO , DISSE QUE O PADRÃO SERIA NA ÁREA EXTERNA (NA CALÇADA) FIZERAM UM BURACO NA CALÇADA E POR FIM , A INSTALAÇÃO DO HIDRÔMETRO, MAIOR DOR DE CABEÇA, MATERIAL DANIFICADO , PESSOAS QUE ABREM A CAIXA E FECHAM A ÁGUA…UMA LOUCURA
Pior é pagar por água que não chega nas caixas. E muito mais revoltante é que a segurança é dever do Estado, como diz a constituição Federal. A falta de segurança faz com quê hidrômetros sejam furtados. A justiça e governantes estão contra um povo que não sabe votar e ainda briga por políticos corruptos, seja de esquerda ou de direita. Ano que vem tem eleição, e os mesmos políticos serão os votados.
O engraçado disso tudo é o seguinte fica nessa palhaçada de hidrômetro e ninguém fala nada imprensa não fala nada ninguém falando nada sobre as contas astronômicas que estão chegando nas mãos dos consumidores fora o serviço que é um lixo .Quer dizer então arrebentam sua calçada aí agora vão passar de novo para colocar os hidrômetros dentro das casas aí ainda tem a panchorra de pegar e colocarem a culpa no consumidor se o mesmo for roubado ou vandalizado é sempre assim enquanto o povo brasileiro tiver a mercê desses políticos que só fazem m**** a coisa não vai mudar ainda por cima o serviço não mudou que você vai virar porteiro de funcionário da cedae todo dia da marcação e continua sendo a mesma água podre que costumamos consumir é brasileiro principalmente carioca tem que rever os seus conceitos, enquanto continuar se preocupando com carnaval festa de fim de ano futebol bunda e cerveja isso aqui nunca vai mudar.
Bom dia para todos, Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.
Na minha umilde opinião isso vai dar uma dor de cabeça danada, pois nem sempre tem alguma pessoa em casa para atender ao responsável pela marcação no Hidrômetro sobre o consumo de água.
Por outro lado vai dá margem aos bandidos para efetuar vários assaltos nas residências, quem inventou isso teria que rever estas leis.
Eles instalam hidrômetro na calçada onde a responsabilidade é deles mas querem passar a mesma para você… Isso quer dizer que o serviço é pago por você,mas quem decide o que você vai ter são eles. Eles tem controle sobre você e você não tem direito a saber de nada! O que você vai ver no final é apenas o que eles decidirem te mostrar. A conta com o preço de consumo chega, mas a água não. Entre quatro ruas vizinhas com água, uma deixou de ter frente as outras três. E a conta chegando com a cobrança do consumo no final do mês. Chuvas não trazem falta d’água! A população brasileira tem que acordar.
Ainda bem que não permiti a instalação do hidrômetro na calçada. Se estivesse feito o que a água do Rio queria estava ferrado. Que país de merda é esse.
Com urgencia deveriam colocar o pagamento pela leitura atual e não poe estimativa ,é para isso que serve o hidrometro pois a aguas do rio está entregando com antecedencia para 2 meses afrente.
Verdade. Cobram por estimativa, que o STF já proibiu, e há uma lei no RJ que também impede. Mas, o governador recebeu uma boa comissão na privatização da CEDAE. São 10 dias de distribuição de água e 20 de falta de água. E a conta chega com 32 dias de distribuição. Um mês tem no máximo 31 dias. Cadê o PROCON? Cadê os deputados e Vereadores que se dizem contra a corrupção? Que se dizem representantes de seus eleitores?
Pelo que Entendi haverá um retrocesso vai voltar tudo como era Antes mas não Estava funcionando porque mudaram só prá controlar se vc estava gastando mais do que é permitido na conta Esses
Governos Federal Estadual e Municipal
São tudo um bando de Noia eles liberaram
a colocação fora do Imóvel aí os
Meninos do bem começaram a furtar os
mesmos aí o cliente que não autorizou e
não solicitou é que paga a conta pela Incompetência deles isso é Brasil ainda bem
que eles não mexeram no meu.
Esse é o preço das privatizações , mau atendimento é empresas que metem as mãos no bolso da população entregando um serviço de péssima qualidade .
Quanto aos hidrômetros , eles tem que ser colocados no muro voltado para fora. Coloca- se uma portinha de ferro com cadeado para que não seja roubado o hidrômetro .
Fora isso é sacanagem mesmo . Depois que essa água do Brasil , aguas do Rio pegou a concessão piorou muito , muito mesmo . Com a CEDAE eramos felizes é não sabiamos.
Com prazer, relato que diferentemente das concessionárias de energia e gás e telefonia, que só podem cobrar depois que o cliente pede instalação e usa; a concessionária de água, está cobrando a instalação, e mesmo sem o cliente pedir a instalação ou mesmo sem estar usando uma gota sequer do serviço; estas concessionárias estao cobrando uma taxa mínima por mês.
Eu entendo que isto não pode ser legal, isto é um abuso, e estão levando o nome de quem não é cliente para o SPC/Serasa.
Obs.: Já fica a dúvida se esta concessão foi realizada publicamente entre companhias concorrentes ou se foi entregue por falcatrua.
Alguém precisa se levantar contra estas arbitrariedades.
Concordo inteiramente com essa nova lei da vereadora Lins e sancionada pelo prefeito Eduardo Paes. Basta que o hidrômetro seja instado na área interna da residência, junto ao muro, com o visor do hidrômetro visível pelo lado externo do muro, a fim de que o leiturista das concessionárias possam escanear o hidrômetro e emitir a fatura de consumo, sem que precise da presença do proprietário/consumidor. A fatura deverá ser colocada na caixa dos Correios. Simples assim.
Vou colocar uma grade de proteção em volta do hidrômetro! Isso é invasão de privacidade. Sendo eu serralheiro farei uma grade que será fechada com cadeado ? ou fechadura própria para a grade.
Na minha casa eu não vou deixar tem trinta dias estalaram na calçada e agora querem quebrar o piso do meu quintal,sem contar a perturbação de todos meses fica esperando , aqui NÃO.
Após cobrança de Cavaliere, Anac vai atuar com a prefeitura na fiscalização de voos panorâmicos na cidade; prefeito defende suspensão temporária da atividade
O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), pediu à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) uma fiscalização extraordinária dos voos panorâmicos realizados na cidade após a queda de um helicóptero que matou quatro pessoas na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista.
Entre as medidas, Cavaliere sugeriu a possibilidade de suspensão das atividades por uma ou duas semanas para que a agência faça uma fiscalização mais rigorosa de helipontos, aeronaves e manutenção.
Em nota, a Anac informou que “está em contato com a prefeitura do Rio de Janeiro, para uma atuação conjunta na fiscalização especialmente de voos panorâmicos”. A Agência lamentou o acidente deste sábado (08) e disse que o helicóptero “estava com certificado de aeronavegabilidade válido e tinha autorização para fazer serviço aéreo especializado (SAE) de voo panorâmico, conforme informações do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB)”.
Em 55 dias, dois acidentes com helicópteros deixam 10 mortos no Rio
A queda da aeronave que resultou na morte de três turistas colombianas da mesma família e o piloto brasileiro, ocorreu 55 dias após outra tragédia envolvendo helicópteros na cidade do Rio. Em 14 de junho, seis pessoas morreram depois que duas aeronaves se chocaram no ar, na região do Recreio dos Bandeirantes.
O prefeito Eduardo Cavaliere relacionou a cobrança à Anac, neste sábado (08), justamente à ocorrência de mais de um acidente aéreo no Rio, em um curto intervalo de tempo.
“Eu quero que a Anac tome essas medidas, inclusive com a possibilidade de suspensão de voos panorâmicos por uma semana ou por duas semanas, ou pelo tempo que seja necessário para a Anac fazer uma fiscalização mais intensa nos helipontos, nas aeronaves, na manutenção dessas aeronaves, para que a gente possa ter segurança dos visitantes que visitam a cidade, dos turistas que visitam a cidade e da população que circula aqui pela cidade”, afirmou o prefeito.
Cavaliere esteve presente no local do acidente para acompanhar o trabalho das equipes de resgate. Segundo o prefeito, ele entrou em contato com o presidente da Anac e a prefeitura encaminhou um comunicado à agência pedindo providências em relação aos voos na cidade.
“Isso não pode ser considerado normal. Fiz questão de ligar para o presidente da Anac e encaminhamos imediatamente um comunicado da Prefeitura do Rio para que tome providências em relação aos voos no Rio de Janeiro”, disse Cavaliere.
Nos últimos quatro anos, o rombo nas finanças do estado do Rio aumentou — e os gastos do governocom as chamadas despesas com diárias dispararam. Entre janeiro de 2022 e julho de 2026, os valores empenhados — verbas que o estado reservou e se comprometeu a pagar — somaram R$ 90,21 milhões.
Deste total, R$ 84,13 milhões já foram efetivamente depositados nas contas dos beneficiários ao longo dos quatro anos.
Segundo o Executivo estadual, as diárias são um instrumento para cobrir despesas de alimentação, hospedagem e deslocamento de servidores durante viagens a trabalho, tanto no Brasil quanto no exterior.
No estado do Rio de Janeiro, a concessão das diárias a servidores, empregados públicos e contratados temporários é regulamentada pelos decretos estaduais nº 46.611/19 e nº 47.961/22.
Gastos quase dobraram em três anos
Somente em 2025, os pagamentos atingiram um pico histórico de R$ 25,5 milhões, o que representa uma alta de 96,5% na comparação com 2022, quando o valor foi de R$ 12,98 milhões.
A participação das viagens internacionais também cresceu. Elas representavam 9,4% dos pagamentos em 2022 e passaram a responder por 20,3% em 2023, 21,1% em 2025 e 19,4% no acumulado de 2026.
Os dados foram extraídos do Portal da Transparência e do Sistema de Execução Orçamentária e Financeira do Estado do Rio de Janeiro (SIAFE-RJ).
Aumento de gastos com viagens ao exterior
Entre janeiro de 2022 e 14 de julho de 2026, a base estadual registrou R$ 84,13 milhões em pagamentos relacionados a diárias. Desse total, R$ 69,45 milhões foram contabilizados como deslocamentos dentro do país e R$ 14,68 milhões como viagens ao exterior.
O aumento dos gastos acompanha o crescimento no número de viagens: em 2025, o governo autorizou quase 21 mil diárias, frente às cerca de 15 mil registradas no ano anterior.
A alta nas despesas também reflete o aumento das missões oficiais ao exterior. Além de crescerem em quantidade, essas viagens passaram a concentrar os maiores valores pagos em diárias pelo Estado.
Em 2025, as despesas atingiram o pico
Ano
Viagens nacionais
Viagens internacionais
Total pago
Total empenhado
2022
R$ 11,76 milhões
R$ 1,22 milhão
R$ 12,98 milhões
R$ 13,74 milhões
2023
R$ 13,95 milhões
R$ 3,55 milhões
R$ 17,50 milhões
R$ 18,46 milhões
2024
R$ 15,90 milhões
R$ 2,68 milhões
R$ 18,57 milhões
R$ 19,33 milhões
2025
R$ 20,12 milhões
R$ 5,38 milhões
R$ 25,50 milhões
R$ 26,17 milhões
2026 até 14 de julho
R$ 7,73 milhões
R$ 1,86 milhão
R$ 9,59 milhões
R$ 12,50 milhões
Os valores de viagens nacionais e internacionais seguem a classificação contábil oficial, a partir de dados obtidos no Sistema de Execução Orçamentária e Financeira. No entanto, uma análise dos registros mostra inconsistências na base de dados do governo.
Em 2025, por exemplo, um empenho de quase R$ 4,9 mil foi registrado como viagem nacional, embora a justificativa oficial informasse uma missão em Montevidéu, no Uruguai. Mesmo com esse tipo de divergência, o peso das viagens internacionais nos gastos aumentou. A participação delas passou de 9,4% do total pago em 2022 para 21,1% em 2025.
A Secretaria de Estado da Casa Civil foi o epicentro dos deslocamentos internacionais, concentrando mais de um quarto de todas as despesas com viagens ao exterior no período analisado.
Já nas viagens domésticas, a maior concentração de recursos aparece no Detran-RJ, que somou quase R$ 16,7 milhões em recursos totais comprometidos, motivados principalmente por operações de fiscalização de trânsito.
Quem liderou os gastos com diárias em viagens internacionais a cada ano
Ano
Beneficiário
Órgão
Pago
Empenhos
Principais destinos e motivos
2022
Ana Larronda Asti
Secretaria do Ambiente
R$ 51.001,80
2
Portugal; Egito e Israel. A base não detalha os objetivos das missões
2023
Bruno de Queiroz Costa
Casa Civil
R$ 119.500,71
8
Nova York, Londres, Milão, Boston e Washington; conferências do LIDE, Conferência da ONU sobre a Água, reuniões no MIT e agendas de investimentos
2024
Victor Rosa Travancas
Casa Civil
R$ 99.642,02
3
Lisboa, Valladolid, Siena e outras cidades da Itália; fóruns jurídicos e políticos, representação do governo e estudo sobre abertura dos palácios Guanabara e Laranjeiras
2025
Victor Rosa Travancas
Casa Civil
R$ 228.632,48
16
Roma, Madri, Nova York, Montevidéu, Paris, Lisboa, Amsterdã, Houston, Barcelona, Buenos Aires, Miami e Cracóvia; visitas a universidades e cooperação acadêmica
2026 até julho
Victor Rosa Travancas
Casa Civil
R$ 97.738,24
5
Dubai, Dublin, Doha, Cairo, Bangkok, Phuket, Singapura, Bali, Nova York e Orlando; visitas institucionais a universidades e intercâmbio acadêmico
Em 2023, Bruno de Queiroz Costa, então subsecretário adjunto da Casa Civil, foi o servidor com maior gasto em viagens internacionais no estado. Ao todo, recebeu R$ 119,5 mil distribuídos em oito empenhos.
Entre as viagens estão deslocamentos para conferências do Grupo de Líderes Empresariais em Londres e Milão, agendas em Boston e Washington com visitas ao Massachusetts Institute of Technology (MIT) e à empresa CloudHQ, participação na Conferência das Nações Unidas sobre a Água, em Nova York, além de uma missão para assinatura de um memorando com a área de tecnologia da Nasdaq.
Mas foi em 2024 que o polêmico advogado e também subsecretário adjunto da Casa Civil Victor Rosa Travancas passou a liderar o ranking, com R$ 99,6 mil em despesas classificadas como viagens internacionais. Entre as justificativas estão a representação do Gabinete do Governador no Fórum de Lisboa e agendas na Universidade de Valladolid, na Espanha, e na Universidade de Siena, na Itália.
Os registros também incluem um pagamento de R$ 24,6 mil para um “estudo científico de modelos de abertura dos Palácios Guanabara e Laranjeiras”, realizado em parceria com instituições italianas. Já outro empenho, de R$ 30 mil, foi registrado apenas como despesa com viagens internacionais, sem informar o destino da missão.
Travancas parece ter tomado gostinho pela agenda internacional. No ano seguinte, em 2025, ele recebeu R$ 228.632,48; e o roteiro incluiu Roma, Madri, Nova York, Montevidéu, Paris, Lisboa, Amsterdã, Houston, Barcelona, Buenos Aires, Miami e Cracóvia; sempre com a justificativa de visitas a universidades e cooperação acadêmica.
E em 2026, ele ainda recebeu R$ 97.738,24. Neste ano, as visitas foram a Dubai, Dublin, Doha, Cairo, Bangkok, Phuket, Singapura, Bali, Nova York e Orlando. A justificativa?
As mesmas visitas institucionais a universidades e intercâmbio acadêmico.
Ranking total de maiores gastos com diárias, de 2022 a julho de 2026
Posição
Beneficiário
Total pago
Nacional
Internacional
Órgão principal
1
Victor Rosa Travancas
R$ 518.688,07
R$ 48.348,60
R$ 470.339,47
Casa Civil
2
Bruno de Queiroz Costa
R$ 458.412,41
R$ 5.106,28
R$ 453.306,13
Casa Civil
3
Sergio Ricardo M. de Almeida
R$ 372.185,76
R$ 53.683,17
R$ 318.502,59
TurisRio
4
Cláudio Bonfim de Castro e Silva
R$ 369.375,28
R$ 88.570,78
R$ 280.804,50
Casa Civil
5
Rodrigo Ratkus Abel
R$ 349.332,01
R$ 34.433,88
R$ 314.898,13
Casa Civil
6
Gustavo Reis Ferreira
R$ 348.094,75
R$ 41.125,19
R$ 306.969,56
Secretaria de Turismo
7
Igor Domingos Marques da Silva
R$ 281.845,47
R$ 25.594,23
R$ 256.251,24
Casa Civil
8
Danielle Christian Ribeiro Barros
R$ 281.042,85
R$ 103.247,91
R$ 177.794,94
Cultura e Economia Criativa
9
Fernando Cezar Jorge Hakme
R$ 274.382,64
R$ 22.028,93
R$ 252.353,71
Casa Civil
10
Edmilson Suassuna da Silva
R$ 273.040,85
R$ 273.040,85
—
Representação do Governo em Brasília
11
Ricardo Cardoso dos Santos
R$ 259.913,87
R$ 259.913,87
—
Representação do Governo em Brasília
12
Sergio Elias de Souza
R$ 247.403,90
R$ 247.403,90
—
Detran-RJ
13
Leonardo Rego Blanchart
R$ 243.277,87
R$ 243.277,87
—
Secretaria de Agricultura
14
Christianne Fontes Santiago Barros
R$ 242.848,35
R$ 242.848,35
—
Representação do Governo em Brasília
15
Luiz Claudio Almeida Magalhães
R$ 240.723,14
R$ 153.554,92
R$ 87.168,22
Departamento de Recursos Minerais
16
Nicola Moreira Miccione
R$ 232.767,14
R$ 41.112,95
R$ 191.654,19
Casa Civil
17
Marcel de Vasconcelos da Silva
R$ 229.822,00
R$ 229.822,00
—
Secretaria de Turismo
18
David Vital Pina Maia
R$ 218.488,80
R$ 218.488,80
—
Ipem-RJ
19
Bruno Gonçalves de Lima
R$ 215.128,90
R$ 215.128,90
—
Detran-RJ
20
Natcha Dias Bhering
R$ 209.857,10
R$ 209.857,10
—
Secretaria de Turismo
A Casa Civil concentra seis dos dez primeiros nomes com os maiores volumes financeiros recebidos em toda a estrutura estadual. O ex-governador Cláudio Castro (PL), vejam só, aparece na quarta posição, cujas diárias somaram quase R$ 370 mil no período avaliado, principalmente em agendas com comitivas estaduais em cidades como Nova York e Dubai, além de viagens a Brasília e São Paulo.
O grande destaque do alto escalão foi mesmo Victor Travancas.
Ele assumiu o topo das listas de 2024 e 2025, somando mais de meio milhão de reais em toda a série histórica, sendo a imensa maioria referente a roteiros internacionais.
Travancas foi exonerado da Casa Civil em março deste ano após dizer que o “Palácio Guanabara é o gabinete do crime organizado”, em uma participação no podcast “Pode Garotinho?”.
Viagens internacionais sob pretexto acadêmico
Apenas no exercício de 2025, as despesas ligadas a Victor Travancas dispararam e chegaram a R$ 228,6 mil, distribuídas em viagens para destinos que incluem Roma, Madri, Nova York, Paris, Amsterdã e Barcelona.
As justificativas oficiais para as viagens do subsecretário costumam citar cooperação internacional, visitas a universidades e representação institucional. Mas os próprios registros apresentam erros evidentes. Há viagens com datas preenchidas com um mês inexistente ou até com o ano registrado como “20255”.
Também há casos de textos repetidos em missões diferentes. Em viagens para Argentina, França, Itália e Emirados Árabes Unidos, por exemplo, foi usada a mesma justificativa que menciona uma aproximação com o “cenário acadêmico norte-americano”, mesmo quando o destino não era os Estados Unidos.
Essas inconsistências, somadas aos pagamentos registrados de forma genérica, permitem identificar o forte aumento dos gastos e das viagens internacionais da cúpula do governo. Por outro lado, o detalhamento das viagens continua pouco transparente.
Na prática, a base de dados não permite saber com clareza todas as agendas realizadas, os deslocamentos feitos e o destino dos recursos em cada missão oficial, apenas identificar o aumento exponencial nos últimos anos.
Os líderes em gastos com diárias em viagens nacionais
Ano
Beneficiário
Órgão
Valor Pago
Empenhos
Destino e motivo
2022
Thiago Coelho de Souza
Detran-RJ
R$ 70.906,00
1
Histórico informa apenas “DIÁRIAS”, sem destino ou atividade
2023
Sergio Elias de Souza
Detran-RJ
R$ 67.195,50
7
Parte menciona Lei Seca; maiores empenhos são genéricos
2024
Ricardo Cardoso dos Santos
Representação em Brasília
R$ 90.213,52
4
Empenho anual sem detalhamento individual das viagens
2025
Ricardo Cardoso dos Santos
Representação em Brasília
R$ 91.989,25
1
Empenho anual para diárias e translados, sem discriminação
2026 até julho
Felipe da Costa Brasil
Secretaria de Agricultura
R$ 37.876,88
21
Reuniões e agendas ligadas a projetos agrícolas no estado
Apesar de concentrarem a maior parte dos gastos, as viagens nacionais esbarram em um problema de transparência. Em alguns órgãos, milhares de reais são pagos por meio de uma única nota de empenho anual ou com descrições genéricas, como apenas “diárias”. É o caso do Detran-RJ e da Representação do Governo em Brasília.
A lista dos gastos em voos nacionais também revela uma falha na transparência dos gastos: em alguns órgãos, dezenas de milhares de reais são concentrados em um único empenho anual, descrito apenas como “diárias” ou como uma autorização genérica para todo o ano.
Com esse modelo, não é possível identificar quantas viagens foram realizadas, quais foram os destinos nem quanto foi gasto em cada deslocamento.
Um dos exemplos é o de Ricardo Cardoso dos Santos. Em 2023, a base de dados detalhava viagens individuais da Representação do governo estadual do Rio em Brasília para compromissos no Rio de Janeiro. Já em 2024 e 2025, a maior parte dos pagamentos passou a ser concentrada em empenhos anuais.
Em 2025, por exemplo, os R$ 91.989,25 pagos ao servidor aparecem em uma única nota de empenho para custear “diárias e translados” ao longo de todo o exercício. O documento não informa quantas viagens foram feitas nem detalha os períodos ou as agendas que motivaram os pagamentos.
A Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) justificou a contratação de quatro SUVs blindados para integrantes de sua diretoria alegando uma combinação de fatores externos e internos: a violência do Rio de Janeiro e o aumento da exposição dos executivos após a adoção de “medidas repressivas enérgicas” no âmbito de seu programa de compliance. O contrato, firmado por R$ 1.292.800,32, terá duração de 36 meses.
Segundo a justificativa técnica que embasa a adesão à Ata de Registro de Preços do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), a companhia afirma que o fortalecimento das políticas de compliance passou a contrariar interesses relacionados a contratos, gestão de pessoas e fiscalização das concessionárias, aumentando o risco à integridade física dos diretores.
Além disso, a Cedae sustenta que a “notória e grave insegurança pública” no estado, especialmente no município do Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense, reforça a necessidade de proteção aos executivos.
A empresa também destaca que não possui SUVs blindados em sua frota própria, razão pela qual optou pela locação dos veículos por meio de adesão à ata do GSI.
Os veículos serão destinados exclusivamente aos diretores das áreas Financeira (DFI), Jurídica (DJU), Suprimentos (DSU) e Segurança e Governança (DSG). O contrato foi firmado com a empresa Rei dos Blindados Locação de Veículos Ltda. e prevê a locação de quatro SUVs zero quilômetro, com blindagem nível III-A, sem motorista e sem fornecimento de combustível.
Cada automóvel custará R$ 8.977,78 por mês, totalizando um investimento de R$ 1.292.800,32 ao longo dos três anos de vigência do contrato.
VAR não foi suficiente: após ordem do TCE para anular contrato de mais de R$ 100 milhões, Duque de Caxias renova outro vínculo milionário com a mesma empresa
Apenas quatro dias após o Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE) determinar a anulação de um contrato de mais de R$ 100 milhões com a Geo Ambiental Empreendimentos LTDA – ME para locação de equipamentos e serviços, a Prefeitura de Duque de Caxias oficializou a renovação de outro vínculo milionário com a mesma empresa, oriundo de um processo diferente, no valor de R$ 16,9 milhões.
A publicação no Diário Oficial, realizada na última quarta-feira (22), prorroga por mais 12 meses o Termo de Prestação de Serviços. O aditivo prevê a locação de equipamentos e maquinários para a Secretaria Municipal de Obras e Agricultura — pasta sob a gestão do secretário Valber Rodrigues Januário —, com valor global fixado em R$ 16.918.587,51.
A assinatura do aditivo ocorreu em 10 de julho de 2026, garantindo a continuidade da prestação de serviços com a emissão de uma nota de empenho parcial inicial no valor de R$ 200 mil.
TCE diz que falhas em outro contrato contrariam princípio da Lei de Licitações
Conforme noticiado no último sábado (18), o plenário do TCE determinou, por unanimidade, que a Prefeitura de Duque de Caxias anule no prazo de 15 dias o contrato firmado com a Geo Ambiental para o mesmo fim (locação de maquinários e equipamentos). Na ocasião, a Corte ordenou também a suspensão imediata dos pagamentos decorrentes do acordo milionário, que ultrapassava R$ 100 milhões.
O acórdão acolheu o voto da conselheira Marianna Montebello Willeman, que apontou uma série de irregularidades no planejamento da concorrência eletrônica SRP nº 041/2025 e concluiu que os problemas comprometem a competitividade do certame e, além disso, impedem a manutenção do contrato firmado entre a Secretaria Municipal de Obras e Agricultura e a empresa vencedora.
Entre as principais falhas identificadas pelo TCE estão a ausência de estudo comparativo entre a locação e a compra dos equipamentos, inconsistências na estimativa de preços e dos quantitativos, além da concentração de todo o objeto em um único lote, sem justificativa técnica considerada suficiente pelo tribunal. Segundo a decisão, essas falhas restringiram a competitividade e contrariaram princípios previstos na Lei de Licitações.
A Corte também considerou ilegais exigências de qualificação técnica previstas no edital, como registro em conselho profissional, Certidão de Acervo Técnico (CAT), experiência mínima e vínculo prévio de profissionais, por entender que essas condições não guardavam relação com o objeto contratado e restringiam a participação de empresas interessadas.
Além disso, o tribunal apura possível desrespeito à lealdade institucional, uma vez que o contrato de R$ 100 milhões foi assinado no mesmo dia em que o TCE emitira cautelar para suspender a licitação. O próprio secretário Valber Rodrigues Januário, que assina o novo aditivo de R$ 16,9 milhões publicado esta semana, foi notificado a apresentar defesa no processo do TCE.
Diferença de processos
Vale ressaltar que, diferentemente da Concorrência nº 041/2025 que foi objeto de determinação de anulação pelo TCE, o aditivo recém-publicado é referente a um procedimento licitatório anterior: a Concorrência SRP nº 036/2022.
Ainda que se trate de licitações distintas, a manutenção dos pagamentos e a prorrogação milionária a favor da Geo Ambiental Empreendimentos LTDA ocorrem exatamente no momento em que a conduta da Secretaria de Obras e os contratos de aluguel de maquinário pesado do município estão sob severa auditoria da Corte de Contas.
O primeiro encontro entre os candidatos ao governo do estado do Rio nas eleições de 2026 está marcado para este domingo (9), às 20h. O debate terá transmissão especial do TEMPO REAL em parceria com a Band e marcará também a estreia do portal na cobertura de uma eleição estadual.
O debate será realizado na Casa Firjan, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, com transmissão ao vivo pela Band, na TV aberta, pela BandNews FM Rio (90.3 FM) e pelo YouTube do TEMPO REAL.
Os candidatos confirmados são André Marinho (Novo), Anthony Garotinho (Republicanos), Douglas Ruas (PL), Eduardo Paes (PSD) e Willian Siri (PSOL).
O público também poderá acompanhar a cobertura pelo Instagram do TR com transmissão e atualizações nos Stories.
Em 2024, o TEMPO REAL acompanhou as eleições municipais em todo o estado do Rio, ampliando já naquele época a cobertura eleitoral para além da capital.
Cobertura especial começa antes do debate
A partir das 19h, tem início a pré-transmissão no YouTube, com informações sobre os bastidores, a preparação para o encontro e os principais temas que devem marcar o primeiro debate entre os candidatos ao Palácio Guanabara.
A cobertura será realizada em uma operação integrada com a Band Rio, a BandNews FM Rio e as plataformas digitais do grupo, acompanhando desde os momentos que antecedem o debate até a transmissão ao vivo.
Com tradição na realização de debates eleitorais, a Band promove o encontro como um espaço para o confronto de ideias e para que os eleitores conheçam as propostas dos candidatos. A mediação será da jornalista Adriana Araújo.
Como vai ser o debate
O formato do debate consiste em três blocos de perguntas e respostas, confrontos diretos entre os participantes e espaço para considerações finais.
A ordem das perguntas será definida por sorteio, e o mediador apenas fará a condução do debate. Esgotados os tempos de cada candidato, o áudio do microfone será cortado.
Na sequência, haverá novos confrontos diretos com temas livres, seguindo o mesmo formato de tempo e controle por cronômetro.
No terceiro e último bloco serão feitas as considerações finais.
Serviço
Debate entre candidatos ao governo do estado do Rio de Janeiro
Data: domingo, 09 de agosto de 2026
Horário: 20h
Transmissão: Canal Band, BandNews FM e YouTube do TEMPO REAL
Pré-hora: 19h, com cobertura especial pelo YouTube do TEMPO REAL
Piloto brasileiro e três turistas colombianas da mesma família são as vítimas da queda de helicóptero no Rio; passeio foi com portas abertas e custou R$ 2.550
As quatro vítimas da queda de um helicóptero na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, na manhã deste sábado (08), foram identificadas: o piloto brasileiro Alessandro Rocha; e três turistas colombianas da mesma família, Rocio Cubillos, Sofia Murillo e Wendy Manrique. Elas realizavam um passeio panorâmico em uma aeronave sem portas antes do acidente.
As três contrataram uma volta pelos pontos turísticos do Rio na modalidade “doors off” (sem as portas), que é oferecido pela empresa Voos Rio Panorâmico (VRP).
A duração prevista era de cerca de 20 minutos e incluía no roteiro o sobrevoo da Floresta da Tijuca, local onde o helicóptero caiu. De acordo com o próprio comprovante de pagamento, elas pagaram R$ 2.550 pelo passeio.
Bombeiros encontraram as vítimas carbonizadas
O helicóptero explodiu ao cair na encosta, e chamas se alastraram pela mata. De acordo com o Corpo de Bombeiros, agentes especializados em combate a incêndios florestais foram mobilizados e conseguiram controlar o fogo.
A operação mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e 4 unidades operacionais.
Entre as eleições de 2014 e 2026, os bens do atual candidato do União Brasil na corrida por uma vaga na Câmara do Rio, passaram de R$ 737,8 mil para R$ 2,13 milhões, alta de 188,7%.
Entre os bens informados, chama atenção um prédio residencial avaliado em R$ 620 mil e um outro imóvel de R$ 400 mil.
A relação de bens reúne ainda um apartamento de R$ 277,1 mil, outro de R$ 260 mil e um veículo Discovery D300, ano 2023, declarado por R$ 330 mil. Também aparecem na lista cerca de R$ 177 mil em aplicações e fundos.
Declaração de bens de Bernardo Rossi em 2026 — Foto: Reprodução/Divulgacand
Na disputa de 2014, quando concorreu e foi eleito deputado estadual pelo então PMDB, Rossi declarou patrimônio total de R$ 737.861,00. Entre os bens estavam dois apartamentos, avaliados em R$ 250 mil e R$ 240 mil, além de R$ 165,8 mil em dinheiro em espécie, R$ 70 mil em crédito decorrente de empréstimo e saldos bancários.
Seis anos depois, em 2020, quando disputou a eleição para a Prefeitura de Petrópolis pelo PL, o patrimônio de Rossi subiu para R$ 1.254.388,53, alta de 70 % em relação a 2014 . Naquele ano, a declaração incluía uma casa e um outro imóvel na cidade da Região Serrana, avaliados em R$ 620 mil e R$ 260 mil respectivamente; um apartamento no Rio no valor de R$ 277,1 mil e um Land Rover Sport 2011 avaliado em R$ 90 mil, além de valores depositados em conta bancária.
De 2014 a 2026: aumento de 188,7% do patrimônio
Agora, em 2026, candidato a deputado federal pela União Brasil, Rossi declarou R$ 2.130.168,58 em bens. Em relação a 2020, a alta foi de 69,8%.
Considerando todo o intervalo entre 2014 e 2026, o patrimônio declarado por Rossi cresceu R$ 1.392.307,58, uma alta nominal de aproximadamente 188,7%.
A relação de bens foi informada pelo próprio candidato à Justiça Eleitoral durante o registro da candidatura. As declarações são públicas e podem ser consultadas por qualquer eleitor no sistema DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Declaração de bens de Bernardo Rossi em 2014 — Foto: Reprodução/Divulgacand
Declaração de bens de Bernardo Rossi em 2020 — Foto: Reprodução/Divulgacand
A Prefeitura de Armação dos Búzios, na Região dos Lagos, entrou com uma ação civil pública contra a Meta com o objetivo de identificar os responsável por nove perfis do Instagram que publicam notícias, críticas e conteúdos sobre a política e a administração municipal. Isso porque, de acordo com a prefeitura, tais perfis têm publicado informações falsas.
Protocolada no dia 1º de julho de 2026, a ação tramita na 2ª Vara do município e também pede a identificação de eventuais financiadores das páginas, a retirada de postagens consideradas falsas, a suspensão de contas inautênticas e o pagamento de indenizações. A primeira tentativa de obter essas medidas em caráter urgente, entretanto, foi rejeitada pela Justiça após manifestação contrária do Ministério Público. São réus a Facebook Serviços Online do Brasil e a Meta Platforms Inc., responsável pela operação do Instagram.
Os administradores dos perfis não foram incluídos no processo porque, segundo a prefeitura, não foi possível conseguir a identificação dos responsáveis. O processo tem como alvo informações relacionadas a nove contas. São elas: @buziosinformacoes; @politicanewsregiaodoslagos; @buziosnoticias; @fofoca_na_calcada; @gladysnunesbuzios; @acorda_buziosrj; @buziosnuecru; @mayfelixrj; @choqueibuzios.
Acusação de “estética pseudojornalística” e suspeita de “repetição” no Instagram
Em um anexo de 36 páginas, o município relacionou 31 publicações, sendo a maior parte — 14 conteúdos — atribuída ao perfil @buziosnuecru. Outras seis são do @buziosinformacoes, quatro do @acorda_buziosrj, duas do @fofoca_na_calcada e as demais estão distribuídas entre as outras páginas.
Na petição inicial, a gestão municipal afirma que os perfis empregam “estética pseudojornalística”, manchetes conclusivas, memes, montagens e acusações por associação para repercutir temas relacionados a hospitais, contratos, obras, programas públicos e agentes municipais. Além disso, o Executivo também alerta que a “repetição sincronizada” de narrativas parecidas entre contas diferentes poderia produzir uma aparência artificial de confirmação. A ação pretende descobrir se as páginas são independentes ou se compartilham administradores, equipamentos, contas publicitárias, meios de pagamento ou uma estrutura coordenada.
Trecho da ação civil pública que pede a investigação de nove páginas no Instagram sobre Búzios — Foto: Reprodução.
Na ação, a prefeitura também pede informações cadastrais, endereços eletrônicos, telefones, IPs, dispositivos utilizados, histórico de nomes, administradores atuais e anteriores, contas vinculadas, meios de recuperação, contas publicitárias e dados de pagamento. Com isso, a Meta também seria obrigada a elaborar uma tabela comparativa, indicando se os perfis compartilham telefones, dispositivos, endereços de IP, administradores, contas de anúncios, meios de pagamento ou gerenciadores de negócios.
Ação também requer anúncios e impulsionamentos e cita morte de criança como exemplo de fake news
As 31 publicações relacionadas pela prefeitura tratam de assuntos diversos. A lista inclui manchetes sobre prisões na Assembleia Legislativa, supostos acordos políticos, sucessão municipal, alterações no Fundo Municipal do Meio Ambiente, royalties, regularização fundiária, fiscalização urbana, lixo, uniformes escolares, número de secretarias e relações do prefeito Alexandre Martins com outras figuras políticas.
Entre os títulos questionados estão “Jantar clandestino em Búzios”, “Prefeito em campanha aberta para eleger a esposa”, “Os rostos por trás da destruição do Mirante Pai Vitório”, “A grande família de Búzios: secretarias viram cabides de empregos” e “Esgoto e migalhas pra você, luxo e viagens pra mim!”.
O caso descrito com maior detalhamento envolve uma publicação do perfil @choqueibuzios, divulgada em 29 de junho de 2026. O card trazia a manchete: “Urgente: criança de 2 anos morre após aguardar transferência para unidade de alta complexidade”.
De acordo com a prefeitura, Anthony Romanelli Pavuna, de dois anos e oito meses, foi atendido no Hospital Municipal Rodolph Perissé, inserido no sistema de regulação e transferido para um hospital em Araruama. O óbito teria sido confirmado quando o paciente já se encontrava na unidade receptora.
A administração municipal classifica o conteúdo como uma “falsidade contextual”. A tese é que a publicação, ao informar que a criança morreu após aguardar uma transferência sem mencionar que o procedimento efetivamente ocorreu, teria induzido o público a responsabilizar a rede municipal pela falta de remoção.
O município afirma possuir registros assistenciais que sustentam sua versão. A inicial, porém, apresenta a narrativa da prefeitura; caberá ao processo confrontá-la com os documentos e com a versão dos responsáveis pela publicação.
Trecho da argumentação da prefeitura de Búzios sobre a respeito da morte de uma criança de 2 anos — Foto: Reprodução.
Trecho da argumentação da prefeitura de Búzios sobre a morte de uma criança de 2 anos — Foto: Reprodução.
O pedido de Búzios à Justiça
Em caráter urgente, antes da apresentação da defesa das empresas, a prefeitura solicitou:
Preservação integral dos registros dos nove perfis;
Entrega dos dados de titulares e administradores;
Identificação de anunciantes e financiadores;
Cruzamento técnico das informações das contas;
Retirada das publicações relacionadas no processo;
Interrupção de anúncios e impulsionamentos;
Suspensão temporária de contas que não fossem vinculadas a pessoas autênticas;
Proibição de distribuição paga por contas ainda não identificadas;
Multa diária de R$ 50 mil por obrigação descumprida.
A prefeitura pediu que a multa seja aplicada separadamente de acordo com o perfil, publicação, campanha ou conjunto de dados.
No julgamento definitivo, o município pretende obter a remoção permanente dos conteúdos considerados ilícitos, a desativação das contas comprovadamente falsas ou utilizadas continuamente para ilegalidades e a exclusão de cópias idênticas das publicações.
A ação também busca obrigar os responsáveis a publicar correções ou retratações por pelo menos 30 dias, além de ressarcir os custos que a prefeitura afirma ter suportado para responder às informações questionadas.
O valor desses danos não foi calculado. O município pede ainda indenização por dano moral coletivo, também sem indicar a quantia. Apesar da dimensão das pretensões, atribuiu à causa o valor provisório de R$ 1 mil.
Município afirma que ação não busca impedir críticas
Ao longo da petição, a prefeitura procura diferenciar críticas políticas de afirmações factuais que considera falsas.
“A presente ação civil pública não foi concebida para proteger o governo municipal do desconforto inerente à crítica”, afirma o documento. Em outro trecho, o município sustenta que “a fiscalização social, a imprensa crítica, a oposição política, a denúncia responsável, a sátira e o escrutínio severo dos atos administrativos integram o núcleo essencial da liberdade de expressão”.
Segundo a Procuradoria-Geral do Município, o problema começaria quando contas sem responsáveis publicamente identificados apresentam acusações graves como fatos comprovados, sem indicar fontes verificáveis.
A ação argumenta que o uso de pseudônimos não é necessariamente ilegal, desde que exista uma pessoa real identificável judicialmente. Também sustenta que o sigilo da fonte protege o informante, mas não elimina a responsabilidade de quem decide publicar, editar e impulsionar um conteúdo.
Chamado a se manifestar antes da decisão sobre a liminar, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro recomendou que os pedidos urgentes fossem rejeitados.
Promotoria afirmou que publicações deveriam ser mantidas
Em parecer apresentado em 5 de julho, a 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Cabo Frio afirmou que as publicações deveriam permanecer acessíveis para que a população pudesse conhecer os fatos e formar sua própria avaliação.
Segundo o promotor Rodrigo de Figueiredo Guimarães, a maioria dos conteúdos questionados já teria sido repercutida por outros meios de comunicação, incluindo informações sobre prisões de integrantes do Legislativo estadual, relações políticas do prefeito e críticas à gestão.
“As informações veiculadas nos posts […] não se mostram fantasiosas num primeiro momento”, afirmou o Ministério Público. Para a Promotoria, os conteúdos tratam de “fatos públicos, notórios e já publicados por outros meios de comunicação”.
O parecer também ressalta que autoridades e gestores públicos estão sujeitos ao escrutínio da população. Na avaliação do MPRJ, a prefeitura não demonstrou a probabilidade do direito alegado nem a existência de perigo de dano que justificasse a intervenção urgente.
Justiça nega todas as medidas urgentes
Em 8 de julho, o juiz Danilo Marques Borges acompanhou a posição do Ministério Público e indeferiu a liminar.
A decisão afirma que as publicações tratam de fatos de interesse público relacionados à administração municipal e à atuação de agentes políticos, assuntos submetidos ao “legítimo escrutínio da sociedade em um Estado Democrático de Direito”.
O magistrado considerou que não havia demonstração concreta da ilegalidade das postagens nem risco imediato de desaparecimento das provas.
“A pretensão de preservação compulsória de dados e conteúdos, sem a demonstração concreta de ilicitude das publicações ou de risco efetivo de perecimento da prova, demanda instrução processual e exame mais aprofundado”, registra a decisão.
Com isso, não foram autorizadas a preservação obrigatória dos registros, a identificação dos administradores, a retirada das publicações, a suspensão dos perfis ou as restrições aos impulsionamentos.
A decisão é provisória. O indeferimento da liminar não encerra o processo nem declara que todas as publicações são verdadeiras ou lícitas — significa apenas que o juízo não encontrou elementos suficientes para impor as medidas antes da apresentação das defesas e da produção de provas.
Pedido de reconsideração
Após a negativa, o Município de Búzios apresentou, em 19 de julho, um pedido de reconsideração parcial.
Na nova manifestação, a prefeitura deixou de insistir na retirada ampla das publicações. Passou a concentrar a pretensão em duas medidas: a suspensão de contas que a Meta não conseguisse vincular a uma pessoa autêntica e, subsidiariamente, a proibição de anúncios, monetização e impulsionamentos políticos enquanto seus responsáveis não fossem identificados.
“A gestão pública deve suportar crítica dura, injusta, irônica, hostil”, reconheceu o município no pedido.
A Procuradoria afirmou que a decisão poderia ser mantida na parte que recusou a indisponibilização generalizada dos conteúdos.
O argumento passou a ser o de que os perfis poderiam continuar publicando organicamente, mas não deveriam comprar alcance ou monetizar conteúdo político enquanto não houvesse uma pessoa identificável que respondesse pelas contas.
A prefeitura reiterou o pedido de multa de pelo menos R$ 50 mil por obrigação descumprida. Na íntegra processual disponibilizada, não consta decisão sobre essa tentativa de reconsideração.
Meta ainda não apresentou defesa sobre o conteúdo da ação
A Facebook Brasil foi citada eletronicamente, mas informou ao juízo, em 15 de julho, que a petição inicial não estava disponível nos autos acessíveis à empresa. A companhia pediu a habilitação de seu advogado e a devolução do prazo para apresentar defesa.
Em 24 de julho, o juiz determinou que a serventia retirasse eventual sigilo indevidamente atribuído à inicial e aos documentos, mantendo restrição apenas sobre materiais legalmente protegidos. O magistrado também devolveu integralmente o prazo de defesa, contado a partir da disponibilização efetiva do processo.
A certidão processual registra ainda que a Meta Platforms Inc. não chegou a ser citada diretamente porque não havia endereço indicado para a diligência.
Até a última movimentação incluída no documento, publicada em 28 de julho, não constava contestação de mérito da Facebook Brasil ou da Meta. Dessa forma, a íntegra analisada não contém a versão das empresas sobre os pedidos de identificação, preservação de dados, remoção de conteúdo e suspensão das contas.
Também não há manifestação individual dos administradores dos nove perfis, que não integram formalmente o processo até o momento.
Disputa seguirá com produção de provas
A ofensiva judicial permanece aberta, mas começou com uma derrota para a prefeitura: o Ministério Público se posicionou contra as medidas e a Justiça negou integralmente a urgência solicitada.
O julgamento definitivo ainda poderá examinar a autenticidade das contas, a veracidade de cada publicação, a existência de impulsionamentos, a eventual coordenação entre perfis e os danos alegados pelo município.
Até agora, porém, não há decisão reconhecendo que os perfis sejam falsos, coordenados ou financiados pela mesma estrutura. Também não existe pronunciamento judicial declarando ilícita qualquer uma das 31 publicações.
O processo coloca em lados opostos a tentativa do poder público municipal de identificar e responsabilizar páginas que considera inautênticas ou desinformativas e, de outro, a proteção constitucional conferida à liberdade de expressão, ao direito à informação e ao escrutínio público de autoridades. A definição dessa fronteira dependerá da análise individual das publicações e das provas que ainda serão produzidas.
Após seis anos fechado para reformas, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), localizado na na Avenida Rio Branco, no Centro do Rio, reabre, em setembro, mais três galerias para o público. O espaço segue em obras e a reabertura completa está prevista para o fim deste ano.
Mas, para quem deseja matar a saudade do espaço, já é possível voltar a visitar parte do acervo. A reabertura das galerias amplia as áreas disponíveis ao público e permite um reencontro gradual com o museu. Enquanto as intervenções continuam, os visitantes podem aproveitar a programação e conhecer as exposições que já estão abertas à visitação.
A Galeria de Moldagens 1 é um dos espaços que voltam a receber o público em setembro. É lá que está a “Vitória de Samotrácia”, réplica da famosa escultura grega helenística exposta no Museu do Louvre, em Paris.
Ao todo, a reabertura de três galerias devolve cerca de 650 m² do museu à visitação. Entre os espaços que também poderão ser percorridos está a Galeria Rodrigo Mello Franco, que receberá uma exposição com as novas aquisições do acervo, e a Sala Bernardelli, que será aberta integralmente. Em setembro, a sala também abrigará a mostra “Abolicionistas Brasileiras”.
Com informações do colunista Ancelmo Gois, do Jornal “O Globo”.
O governo do estado do Rio vai investir quase R$ 13 milhões para ampliar o acesso da população a museus, teatros e outros equipamentos culturais. A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa formalizou contrato de R$ 12.978.000 com a empresa Elite Turística Ltda. para a prestação de serviços de transporte destinados ao Programa Passaporte Cultural e projetos correlatos.
Na justificativa técnica, a secretaria afirma que o investimento também busca fortalecer a política de interiorização da cultura prevista na lei estadual nº 7.035/2015, ampliando o acesso da população aos equipamentos em todas as regiões do estado. O objetivo, segundo o órgão, é democratizar o acesso às atividades culturais, contemplando não apenas moradores da capital, mas também cidadãos de municípios mais distantes.
Publicado no Diário Oficial do Estado, o contrato nº 06/2026 prevê a operação contínua de transporte de pessoas, incluindo fornecimento de veículos, motoristas, manutenção, gestão logística, diárias e seguros de passageiros e dos automóveis. O serviço ficará sob responsabilidade da subsecretaria de Formação, Acesso a Equipamentos Culturais, Difusão e Inovação.
O contrato terá vigência de 12 meses, contados da divulgação no Portal Nacional de Contratações Públicas, com pagamento em 12 parcelas mensais de R$ 1.081.500.
Transporte gratuito para ampliar o acesso à cultura
De acordo com documentos do processo administrativo, a ampliação do serviço foi motivada pela limitação da estrutura anterior. A própria secretaria registra que a contratação vigente já não atendia à demanda do Passaporte Cultural, justificando o reforço no transporte para atender ao crescimento do programa.
A legislação estabelece que até 40% dos recursos destinados ao fomento cultural sejam aplicados na capital, garantindo que pelo menos 60% sejam direcionados ao interior e às demais regiões fluminenses. Também determina a reserva mínima de 1% dos recursos para ações voltadas às pessoas com deficiência.
O contrato foi firmado com base na Lei Federal nº 14.133/2021, a Nova Lei de Licitações.
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Isso é uma piada!!!! Tinha o local apropriado para o hidrômetro e instalaram o mesmo na calçada. Fiz a reforma e tive que tapar o buraco onde seria instalado o hidrômetro, na fachada. Agora a prefeitura diz que EU sou responsável pelos danos ? Já furtaram dezenas deles na rua . Quem vai arcar com a reinstalação? Eu? E se roubarem novamente a despesa e minha? Definitivamente não estamos em um país sério.
Aqui em Araruama, quando fui trocar a titularidade, me deram um termo de uso e manutenção de instalações, consignando que sou responsável pelo hidrômetro, mas não é que o danado está colocado na calçada?
Esse país é de loucos!
Bom dia para todos, Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.
Na minha umilde opinião isso vai dar uma dor de cabeça danada, pois nem sempre tem alguma pessoa em casa para atender ao responsável pela marcação no Hidrômetro sobre o consumo de água.
Por outro lado vai dá margem aos bandidos para efetuar vários assaltos nas residências, quem inventou isso teria que rever estas leis.
Continuem votando no EDUARDO PÃES
Compartilho de sua revolta. Este não é um país de loucos…. É um país de espertos, intocáveis e trouxas (em que nós somos os trouxas)…
Isto é o que o eleitor merece, ter mais uma responsabilidade tiradas dos sábios governantes, que é segurança pública, e colocada nas custas dos otários contribuintes, com a malandra intenção de não ficar sem água. Se não aceita o bobó paga os custos do hidrômetro furtado e ainda tenha a possibilidade de ter a residência acessada por ladrões, fantasiados de funcionários da empresa de água, já pensaram nisto. É não será INVASÃO pois VC deu acesso. Será que essa lei foi planejado pelo Lex Luther.
Se vc passa a ser responsável pelo hidrometro. Está mais do que certo. Cracuso Arrebentou o lacre do hodrometro do meu vizinho. O qual está na rua. Teve que pagar multa e teve dor de cabeça. Acabou indo para a Justiça.
Absurdo. Na verdade quem vai pagar pra desfazer a Lambança somos nós
Por mim, tanto faz, aqui em casa desde quando foram fazer a “manutenção preventiva” nunca mais teve água, são quase 3 anos sem uma gota d’água no hidrômetro, até retirei ele de rua por conta disso e está lá sem água, por sorte o poço e a bomba d’água não me deixam na não nunca, eu até pagava a água, mas depois desse descaso parei de pagar e vieram cortar o que eu não tenho a quase 3 anos, resumindo, agora tenho água de graça kkkk
Quem falou que eles precisam de acesso pra medir o consumo de água?… aqui onde moro eles não chegam nem perto do medidor , alegando que tem autorização pra fazer uma estimativa por conta deles que resulta numa conta mais auta a cada mês . Estão sempre nos ferrando de jeito ou de outro…
E quem trabalha e mora só quem abrirá o portão para o marcador marcar a água? Será q terei q dá a ele uma copia da chave do portão????? Ta de sacanagem né prefeito? Se isso for pra frente mesmo, quero ver onde irão instalar, pois minha garagem fica o carro e o sumidouro da casa. Terei q repensar o meu voto em prefeito.
Falta de interpretação de texto ou não atenção ao texto? Na divulgação está dizendo que a instalação do hidrômetro ficará visível , espero ter ajudado
Fiz todo o procedimento para a instalação interna , a instalação ficou perfeito, e aí, VEIO AS AGUAS DO RIO , DISSE QUE O PADRÃO SERIA NA ÁREA EXTERNA (NA CALÇADA) FIZERAM UM BURACO NA CALÇADA E POR FIM , A INSTALAÇÃO DO HIDRÔMETRO, MAIOR DOR DE CABEÇA, MATERIAL DANIFICADO , PESSOAS QUE ABREM A CAIXA E FECHAM A ÁGUA…UMA LOUCURA
Pior é pagar por água que não chega nas caixas. E muito mais revoltante é que a segurança é dever do Estado, como diz a constituição Federal. A falta de segurança faz com quê hidrômetros sejam furtados. A justiça e governantes estão contra um povo que não sabe votar e ainda briga por políticos corruptos, seja de esquerda ou de direita. Ano que vem tem eleição, e os mesmos políticos serão os votados.
O engraçado disso tudo é o seguinte fica nessa palhaçada de hidrômetro e ninguém fala nada imprensa não fala nada ninguém falando nada sobre as contas astronômicas que estão chegando nas mãos dos consumidores fora o serviço que é um lixo .Quer dizer então arrebentam sua calçada aí agora vão passar de novo para colocar os hidrômetros dentro das casas aí ainda tem a panchorra de pegar e colocarem a culpa no consumidor se o mesmo for roubado ou vandalizado é sempre assim enquanto o povo brasileiro tiver a mercê desses políticos que só fazem m**** a coisa não vai mudar ainda por cima o serviço não mudou que você vai virar porteiro de funcionário da cedae todo dia da marcação e continua sendo a mesma água podre que costumamos consumir é brasileiro principalmente carioca tem que rever os seus conceitos, enquanto continuar se preocupando com carnaval festa de fim de ano futebol bunda e cerveja isso aqui nunca vai mudar.
Bom dia para todos, Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.
Na minha umilde opinião isso vai dar uma dor de cabeça danada, pois nem sempre tem alguma pessoa em casa para atender ao responsável pela marcação no Hidrômetro sobre o consumo de água.
Por outro lado vai dá margem aos bandidos para efetuar vários assaltos nas residências, quem inventou isso teria que rever estas leis.
Proteger de furto? Furto pior é a falta d’água todos os dias só vem de madrugada
AO INVÉS DE DAR SEGURANCA, E FISCALIZAR OS FERROS VELHO, NÃO, É MAIS PRÁTICO CULPABILIZAR O CONSUMIDOR !!!!
Eles instalam hidrômetro na calçada onde a responsabilidade é deles mas querem passar a mesma para você… Isso quer dizer que o serviço é pago por você,mas quem decide o que você vai ter são eles. Eles tem controle sobre você e você não tem direito a saber de nada! O que você vai ver no final é apenas o que eles decidirem te mostrar. A conta com o preço de consumo chega, mas a água não. Entre quatro ruas vizinhas com água, uma deixou de ter frente as outras três. E a conta chegando com a cobrança do consumo no final do mês. Chuvas não trazem falta d’água! A população brasileira tem que acordar.
Ainda bem que não permiti a instalação do hidrômetro na calçada. Se estivesse feito o que a água do Rio queria estava ferrado. Que país de merda é esse.
Com urgencia deveriam colocar o pagamento pela leitura atual e não poe estimativa ,é para isso que serve o hidrometro pois a aguas do rio está entregando com antecedencia para 2 meses afrente.
Verdade. Cobram por estimativa, que o STF já proibiu, e há uma lei no RJ que também impede. Mas, o governador recebeu uma boa comissão na privatização da CEDAE. São 10 dias de distribuição de água e 20 de falta de água. E a conta chega com 32 dias de distribuição. Um mês tem no máximo 31 dias. Cadê o PROCON? Cadê os deputados e Vereadores que se dizem contra a corrupção? Que se dizem representantes de seus eleitores?
Pelo que Entendi haverá um retrocesso vai voltar tudo como era Antes mas não Estava funcionando porque mudaram só prá controlar se vc estava gastando mais do que é permitido na conta Esses
Governos Federal Estadual e Municipal
São tudo um bando de Noia eles liberaram
a colocação fora do Imóvel aí os
Meninos do bem começaram a furtar os
mesmos aí o cliente que não autorizou e
não solicitou é que paga a conta pela Incompetência deles isso é Brasil ainda bem
que eles não mexeram no meu.
E quem já tem o hidrômetro na calçada, vai ser removido o mesmo?
Mas foi eles que o colocarão.
Esse é o preço das privatizações , mau atendimento é empresas que metem as mãos no bolso da população entregando um serviço de péssima qualidade .
Quanto aos hidrômetros , eles tem que ser colocados no muro voltado para fora. Coloca- se uma portinha de ferro com cadeado para que não seja roubado o hidrômetro .
Fora isso é sacanagem mesmo . Depois que essa água do Brasil , aguas do Rio pegou a concessão piorou muito , muito mesmo . Com a CEDAE eramos felizes é não sabiamos.
Com prazer, relato que diferentemente das concessionárias de energia e gás e telefonia, que só podem cobrar depois que o cliente pede instalação e usa; a concessionária de água, está cobrando a instalação, e mesmo sem o cliente pedir a instalação ou mesmo sem estar usando uma gota sequer do serviço; estas concessionárias estao cobrando uma taxa mínima por mês.
Eu entendo que isto não pode ser legal, isto é um abuso, e estão levando o nome de quem não é cliente para o SPC/Serasa.
Obs.: Já fica a dúvida se esta concessão foi realizada publicamente entre companhias concorrentes ou se foi entregue por falcatrua.
Alguém precisa se levantar contra estas arbitrariedades.
Concordo inteiramente com essa nova lei da vereadora Lins e sancionada pelo prefeito Eduardo Paes. Basta que o hidrômetro seja instado na área interna da residência, junto ao muro, com o visor do hidrômetro visível pelo lado externo do muro, a fim de que o leiturista das concessionárias possam escanear o hidrômetro e emitir a fatura de consumo, sem que precise da presença do proprietário/consumidor. A fatura deverá ser colocada na caixa dos Correios. Simples assim.
Vou colocar uma grade de proteção em volta do hidrômetro! Isso é invasão de privacidade. Sendo eu serralheiro farei uma grade que será fechada com cadeado ? ou fechadura própria para a grade.
Só uma dúvida, como irão fazer nas comunidades?
Na minha casa eu não vou deixar tem trinta dias estalaram na calçada e agora querem quebrar o piso do meu quintal,sem contar a perturbação de todos meses fica esperando , aqui NÃO.