Se o tempo é pouco, minha inserção primeiro. A Federação União Progressista, criada em março deste ano, passa pela sua primeira prova de fogo: a divisão da propaganda eleitoral no rádio e na TV.
Inicialmente, o poderoso União Brasil quis mandar na coisa toda.
Mas o PP de Dr. Luizinho reagiu.
O tamanho das bancadas foi o critério adotado pela federação
A regra ficou clara: quem tem mais deputados federais fica com o maior quinhão de tempo.
E é coisa de nove cabeças de diferença: o União Brasil tem 59 assentos na Câmara; e o Progressistas, 50.
Já dentro da cota de cada um, a divisão fica por conta de cada presidente.
No caso do PP, quem distribui os segundos é Dr. Luizinho, deputado federal candidato à reeleição e mandachuva do partido no Rio.
A desavença não acabou, só mudou de lado
Já no lote que cabe ao União, a discórdia fica por conta dos… protagonistas.
Pelo menos nos primeiros dias, só deu Antonio Rueda, presidente nacional do partido, o poderoso da federação no Rio e candidato a deputado federal. E, claro, Márcio Canella, presidente estadual e o grande puxador de votos da federação para a Assembleia Legislativa.
Aos bagrinhos do partido, restou resmungar.





















































