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    Custo da construção civil no Rio sobe 0,29% em outubro e acumula alta de 4,30% no ano

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    Polícia Civil intima David Corrêa, atacante do Vasco, a entregar passaporte; jogador é investigado por tráfico de drogas e armas

    Acidente grave envolvendo 15 carros, cinco ônibus, um caminhão e uma carreta na Presidente Dutra interdita rodovia no sentido Rio

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    MC Poze diz que o sexo foi consentido e que a jovem disse a ele ser maior de idade

    MC Poze nega acusação de estupro no Recreio dos Bandeirantes e diz que jovem afirmou ser maior de idade

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    Avenida Edgard Romero, em Madureira, é reaberta após ser fechada por causa de operação da Polícia Militar

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    O ex-governador Pezão, o ex-presidente do Rioprevidência Gustavo Barbosa e o Banco do Brasil Securities LLC serão citados pelo TCE-RJ e deverão apresentar defesa

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    Eduardo Chow de Martino Tostes, o ex-presidente da Faetec, é sócio de dois diretores (entre eles, o que assumiu interinamente o comando da fundação)

    O fim da parceria no público, mas não no privado: ex-presidente da Faetec e dois integrantes da cúpula da fundação são sócios de empresa em São Paulo

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    Cedae assina novo contrato de Seguro de Responsabilidade Civil de Administradores e Diretores por R$ 730 mil

    Com histórico de problemas em órgãos de controle, Cedae contrata, por R$ 730 mil, seguro para proteger diretores contra processos de até R$ 20 milhões

    O plenário do TCE-RJ aprovou parecer contrário à aprovação das contas do ex-prefeito de Teresópolis Vinícius Claussen, referentes ao exercício de 2024

    Contas da Prefeitura de Teresópolis referentes a 2024 são reprovadas pelo TCE: calote na previdência e corte na Educação

    A Fundação Getulio Vargas (FGV) tem mais dois procedimentos administrativos de contratação direta (por inexigibilidade de licitação) da Secretaria Estadual de Educação

    Governo do estado tem mais dois processos de contratação da FGV que somam R$ 40,1 milhões sem licitação; Alan Lopes questiona justificativas

    A Fundação Getulio Vargas (FGV) assinou um novo contrato, e não renovação, com a Secretaria de Estado de Educação

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    Manutenção preventiva em represas do Tinguá e Xerém afeta abastecimento de água na Baixada Fluminense nesta quinta (29)

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    Manutenção da Cedae no Imunana-Laranjal afeta abastecimento de água em São Gonçalo, Niterói, Itaboraí, Ilha de Paquetá e distritos de Maricá

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    Postos do Detran voltam a funcionar nesta segunda-feira (26) após fim da greve de servidores; órgão vai isentar multas por atraso na transferência de veículos

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    Abastecimento de água em Niterói será interrompido na terça-feira (27); veja quando volta

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    Réveillon de Copacabana terá estreia de Djavan no palco principal; cantor celebra 50 anos de carreira

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    Com adiamento de ‘Mondial de la Bière’ para 2027, cervejeiros do Rio criam ‘Festejo Carioca da Cerveja’, na Rua da Carioca

    Cantor, compositor e multi-instrumentista, Gil também foi ministro da Cultura entre 2003 e 2008

    Gilberto Gil será a grande atração do aniversário de Niterói, em novembro, com show gratuito na Praia de Icaraí

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    Flávio Bolsonaro participa de ato de campanha na reta final da eleição; religião ganhou espaço na disputa nos últimos dias

    A fé de Flávio

    Lula durante ato de campanha. A uma semana da eleição, o presidente colocou no centro do debate um tema que mistura futebol, economia e política: a proibição das bets.

    A aposta de Lula

    Há quem enxergue a crise recente no Supremo Tribunal Federal como um acidente. Um choque de egos. Uma divergência jurídica que saiu do controle. Talvez seja. Mas existe outra hipótese que merece atenção. E se nada disso tiver sido improvisado? André Mendonça não é um novato. Não chegou ontem ao Supremo. Conhece os ritos, conhece os colegas, conhece os limites e, principalmente, conhece as consequências de cada movimento dentro de uma Corte que vive sob tensão permanente. Por isso chama atenção o momento escolhido para determinados gestos e manifestações. Não apenas pelo conteúdo, mas pelo contexto. A data. O ambiente político. O início da gestão de Edson Fachin na presidência do tribunal. Tudo isso compõe um cenário que dificilmente pode ser tratado como coincidência. Fachin assume uma Corte fragmentada. Herdou um tribunal marcado por disputas internas, vazamentos, divergências públicas e uma exposição cada vez maior de suas próprias contradições. Não é segredo para ninguém que o Supremo atravessa uma crise de imagem.

    Quem ganha quando o STF perde?

    sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

    Robôs no palanque: as novas regras do TSE para a IA nas eleições

    Entre flores e velas: enquanto homenagens se multiplicam no 8 de março, a violência contra a mulher continua sendo uma realidade no Brasil.

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Início Rio

Rio

26/04/26 11:04
  • Marco Antônio Stivanelli Marco Antônio Stivanelli

‘Tudo tem um tempo’: a costura que a Rio Fashion Week precisa provar que dura

‘Tudo tem um tempo’: a costura que a Rio Fashion Week precisa provar que dura

A Rio Fashion Week voltou depois de uma década e entregou mais do que o esperado. Mas o Rio tem fôlego para sustentar isso? Foto: Gleeson Paulino/From Future

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Daniela Maia sabe o valor do tempo. Formada em Design de Moda na Parsons, a secretária municipal de turismo viu a mãe organizar a primeira semana de moda do Rio no Palácio da Cidade, nos anos 90. Filha do ex-prefeito César Maia, desde 2021 estava decidida a trazer de volta uma semana de moda à cidade. Teve conversas ao longo de quatro anos sem que nenhum nome lhe parecesse à altura do projeto. “Tudo tem um tempo”, lembra.

A parceria certa só apareceu em outubro passado, no primeiro dia da São Paulo Fashion Week, quando Gustavo Oliveira, COO da IMM (empresa que detém a marca SPFW desde 2018), topou a aposta: “Chegou a hora.” Cinco meses depois, a Rio Fashion Week abriu as portas no Pier Mauá com mais participantes do que o evento havia antecipado. Agora, a estreia passa a ser busca pela permanência. Mas teremos fôlego para sustentar isso?

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Backstage Lucas Leão. — Foto: Tempo Real

“O investimento da prefeitura foi o que viabilizou a conta”

A Rio Fashion Week existe, em primeiro lugar, porque a Prefeitura do Rio topou bancar. A costura do acordo de aproximadamente US$2 milhões entre a IMM e o município, distribuído em três anos e com vigência até 2028, foi o que “viabilizou” o retorno, diz Maia. A projeção de impacto desta edição foi de R$100 milhões. A gestão do ex-prefeito Eduardo Paes (PSD), continuada agora por Eduardo Cavalieri (PSD), vem apostando nessa mecânica há anos: Madonna, Lady Gaga, Web Summit, Guia Michelin, Copa do Mundo a caminho e Shakira em poucos dias.

O modelo assume que o investimento público se paga em turismo, ocupação hoteleira e visibilidade internacional. Em levantamento, o Sindicato de Hotéis e Meios de Hospedagem do Rio de Janeiro (HotéisRio) registrou ocupação média de 73,35% dos hotéis nos dias do evento. “Trouxemos compradores, novas marcas e nomes consolidados, posicionando o Rio no mapa global da moda. É um investimento que retorna para a cidade em múltiplas frentes”, diz Oliveira.

O calendário brasileiro se reorganizou estruturalmente para receber o Rio. A SPFW, que acontecia duas vezes ao ano, concentrou-se no segundo semestre e cedeu o primeiro. Para Oliveira, é uma evolução estratégica. ”Identificamos uma demanda clara para a entrada do Rio neste circuito. Isso fortalece o Brasil no calendário global da moda. O país tem espaço para duas semanas de moda relevantes e complementares”. Já Maia é bairrista. “Eu acho que ela (SPFW) perdeu a força. Para crescer, a gente precisa ter duas semanas fortes. Eu até amaria.”

Questionado sobre o ponto de equilíbrio entre investimentos e arrecadação, Oliveira afirma que a primeira edição ainda não chegou lá, mas caminha próximo a isso. Já o volume de participantes no evento ultrapassou as 30 mil pessoas previstas inicialmente. “Já nascemos grandes, bem maior do que a expectativa,” reconhece Maia. 

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Parte da exposição “A Alta Costura do Carnaval”, com 50 figurinos de Henrique Filhos e produção ao vivo. Foto: Tempo Real

“O principal pilar de receita são os patrocinadores”

A poucos meses de uma eleição que vai redesenhar Presidência, governos estaduais, Senado e Câmara dos Deputados, a questão mira o futuro. O contrato com o município prevê a realização da Rio Fashion Week em 2027 e 2028. Mas a aposta política por trás do evento, sobretudo por ser sustentado majoritariamente por verba pública, depende de uma continuidade que nenhuma eleição é capaz de garantir.

Sobre a arrecadação, Oliveira é direto. “A receita de ingressos não é relevante dentro do modelo financeiro. O principal pilar de receita são os patrocinadores”. Foram 30 no total. Já com o ingresso social de R$50, permitindo acesso a desfiles, ativações de marca, palestras e a exposição “A Alta Costura no Carnaval”, o espaço foi aberto para um público que uma semana de moda brasileira raramente inclui.

Foi essa inserção que levou o stylist e diretor criativo paulista Guilherme Orlando a mudar o DDD por alguns dias: “Estudantes e criadores que não têm acesso direto às marcas têm a possibilidade de conhecer, explorar esse universo nos desfiles, fazer networking.” Já a modelista carioca Ana Luíza participou de sua primeira Fashion Week e gostou da programação diversa. “Eu também vejo o desfile também como um evento artístico. Se na arte o público geral têm acesso, por que a moda não?”.

O volume, no entanto, cobrou seu preço. A estrutura planejada para um número 30 mil de pessoas recebeu bem mais, e a infraestrutura sentiu. A movimentação entre as duas salas de desfile (Leme e Pontal), área de festa e de alimentação, pontos dos patrocinadores e os de ativação exigiu longas caminhadas pelo cais, e quem perdeu tempo em um ponto perdeu desfile em outro. Modelos escalados em marcas consecutivas precisaram correr entre desfiles; já convidados e a imprensa também não passaram impunes. 

Ao Tempo Real, a secretária Dani Maia reconheceu o problema de extensão. “Vamos ajustar o trânsito interno e ampliar os telões externos já em 2027”, disse. 

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Foto: Divulgação/RioFW

A “onda perfeita” para a moda nacional

Osklen abriu a semana e Lenny Niemeyer a encerrou. As duas das marcas mais identificadas com o Rio são lideradas por pessoas que não nasceram na cidade. O próprio Oskar Metsavaht já disse em entrevista para a FFW que não existe uma moda carioca, existe “o olhar de cada criador sobre a cidade”. O line up confirmou: Normando veio do Pará, Dendezeiro da Bahia, Angela Brito de Cabo Verde via Portugal, Karoline Vitto de Santa Catarina via Londres, Apartamento 03 de Minas Gerais. 

O Rio serviu como palco para narrativas maiores, não o eixo limitante, e esse foi justamente o acerto curatorial mais importante da edição. Não se exportou uma estética local; se usou a visibilidade internacional de uma cidade para mostrar a moda de um Brasil plural. 

Emídio Contente, sócio e diretor de pesquisa da Normando, destaca ao Tempo Real que o saldo do B2B foi bem positivo. “Ver comunicação nos aeroportos, nas ruas, ouvir o evento como assunto na cidade foi algo muito especial. Participamos do showroom do evento, que foi importante para novas conexões com compradores lojistas.” Sua leitura da semana foi confiante: “Teve um ar de coletividade entre as marcas e profissionais que ficará na lembrança.” 

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Giovanna Hisha (Hisha), Marco Normando e Emídio Contente (Normando) e Helô Rocha e Camila Pedroza (Helô Rocha) — Fotos: Divulgação/RioFW

O retorno foi “uma onda perfeita,” destaca Dani Maia. “Mas a onda, pra ser perfeita, não cai por acaso”.  “O Airon (Misci) abriu uma loja gigante aqui, entendendo que para ter visibilidade internacional, agora tem que estar no Rio”. Isso se alia à expectativa de Gustavo Oliveira de que o evento “veio para ficar”. “O atual prefeito Eduardo Cavalieri declarou o evento como prioridade contínua até o fim da sua gestão”, pontua.

A segunda edição da Rio Fashion Week acontecerá em abril de 2027, com expansão prevista do showroom de negócios e mais compradores internacionais. Além disso, a IMM já discute a renovação para além de 2028, inclusive com acordo paralelo em negociação com a Fecomércio RJ. 

Entre o otimismo e as possibilidades, o que se tem como fato é que Nova Iorque, Paris e Londres levaram décadas para consolidar seus calendários internacionais, sustentadas por indústrias têxteis estruturadas e alianças institucionais que sobrevivem a qualquer troca de governo. O Rio está apostando que pode comprimir esse tempo com a força da sua imagem global do momento. Para seus criadores, a conta vai fechar. Para a cidade, só o tempo irá responder.

Escrito por:

Marco Antônio Stivanelli Marco Antônio Stivanelli Ver publicações

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Custo da construção civil no Rio sobe 0,29% em outubro e acumula alta de 4,30% no ano

30/10/2026 12:48

Caso Diego Alba: relator no TSE vota contra recurso e defende indeferimento de candidato condenado por saidinhas de banco

30/10/2026 12:05

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Rio

Custo da construção civil no Rio sobe 0,29% em outubro e acumula alta de 4,30% no ano

Foto de Redação
Redação

30/10/2026 12:48

O custo da construção civil no estado do Rio de Janeiro registrou alta de 0,29% em outubro de 2026. Com o resultado, o indicador acumula avanço de 4,30% nos dez primeiros meses do ano e de 4,27% nos últimos 12 meses.

Os dados são de um levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio). O estudo aponta que o Custo Unitário Básico da Construção (CUB-RJ), calculado para o projeto-padrão R8-N, chegou a R$ 2.483,57 por metro quadrado.

Índice utilizado para definir orçamentos

O CUB é um dos principais indicadores utilizados pelo setor para acompanhar a evolução dos custos de materiais, mão de obra e despesas administrativas. O índice serve de referência para o planejamento financeiro, a elaboração de orçamentos e a avaliação dos custos de empreendimentos imobiliários.

Segundo o presidente do Sinduscon-Rio, Cláudio Hermolin, o acompanhamento desses números é fundamental para dar previsibilidade às empresas e orientar decisões sobre novos investimentos. Ele destaca que, por trabalhar com projetos de longo prazo e que exigem aportes elevados, a construção civil depende de informações confiáveis para preservar a viabilidade econômica dos empreendimentos e manter a competitividade.

Hermolin também ressalta o peso do setor para a economia fluminense, tanto na geração de empregos e renda quanto na movimentação de uma extensa cadeia produtiva. Para o presidente da entidade, criar condições para a continuidade do crescimento da construção civil é importante para atrair investimentos e contribuir para o desenvolvimento econômico e social do estado.

O que é o CUB-RJ

Calculado mensalmente pelo Sinduscon-Rio, o Custo Unitário Básico da Construção Civil é um indicador previsto na Lei Federal nº 4.591/1964 e segue critérios técnicos estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

O índice apresenta uma referência do custo de construção por metro quadrado, mas não representa necessariamente o valor total de uma obra ou empreendimento.

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Política

Caso Diego Alba: relator no TSE vota contra recurso e defende indeferimento de candidato condenado por saidinhas de banco

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Felipe Galeno

30/10/2026 12:05

O ministro Sebastião Reis Júnior, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou pela rejeição dos recursos apresentados por Diego Alba (PSDB), candidato a deputado estadual que teve o registro indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).

Sebastião, que é relator do caso na Justiça Eleitoral, se posicionou a favor do indeferimento. O julgamento acontece em plenário virtual e os demais ministros têm até o dia 5 de novembro para decidir se seguem ou não o voto do relator.

Diego Alba tenta recorrer, no TSE, da decisão que barrou sua candidatura por suposta ligação com o crime organizado. Ele foi indeferido por já ter sido condenado, em 2009, por formação de quadrilha armada especializada nas chamadas “saidinhas de banco”.

Ele concorreu sub judice e recebeu 48.547 votos no último dia 4 de outubro.

Segundo a Justiça, Alba atuava como uma espécie de olheiro e permanecia dentro de uma agência bancária, observava a movimentação dos clientes e repassava informações aos comparsas que aguardavam do lado de fora.

Ministro validou relatório que aponta ligação entre Diego Alba e cúpula do CV

No voto, Sebastião Reis Júnior rejeitou os argumentos preliminares apresentados pela defesa de Diego Alba e defendeu que os indícios contra ele são suficientes para barrar a candidatura. A constituição veda candidatos com vínculo comprovado com o crime organizado

O relator validou o relatório técnico da inteligência do TRE-RJ e descartou qualquer violação ao princípio da ampla defesa ou do sistema acusatório. O relatório da Justiça Eleitoral do Rio apontava que Alba foi “aprovado pela alta cúpula” do Comando Vermelho para fazer campanha em áreas sob domínio da facção.

Entre os locais mencionados estão Jacarezinho, Pavão-Pavãozinho/Cantagalo, Lins e Vasconcelos, Favela do Arará e Vila Kennedy.

A manifestação do ministro do TSE também acompanha a posição já emitida pelo Ministério Público Eleitoral, que destacou a condenação como motivo para manter o registro barrado.

Agora, a defesa de Alba aguarda a manifestação dos demais ministros.

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Rio

Leilão da antiga sede da Petrobras na Candelária termina sem interessados; imóvel foi oferecido por R$ 14 milhões em segunda tentativa de venda

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Redação

30/10/2026 12:03

O leilão do Edifício Ultramarino, na Candelária, foi encerrado em 30 de setembro sem receber propostas. O imóvel, que abrigou a primeira sede administrativa da Petrobras no Rio, voltou ao mercado cinco anos depois da primeira tentativa de venda.

O prédio foi colocado à venda em agosto, com lance inicial de R$ 14,364 milhões. Em 2021, a Petrobras já havia oferecido o edifício por R$ 16,6 milhões, mas também não recebeu propostas. Na nova tentativa, o preço mínimo foi reduzido em cerca de R$ 2,2 milhões.

A Petrobras informou em nota que suas áreas responsáveis “estão avaliando alternativas estratégicas e administrativas para a destinação do imóvel”. Se a estatal decidir realizar um novo leilão, o edital será publicado em seu site oficial, na seção Canais de Negócios, e no Diário Oficial da União.

O prédio deixou de ser ocupado em 2017, depois de ter abrigado a Secretaria Municipal de Habitação, que transferiu suas atividades para o edifício da prefeitura, na Cidade Nova. Antes disso, o Ultramarino foi usado pela Petrobras desde os primeiros anos da estatal até a década de 1970, quando a companhia levou suas atividades para o Edise, na Avenida Chile.

Com informações do “Diário do Rio”. 

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Política

Procuradora de Macaé que fez post contra nordestinos e mineiros é afastada por 30 dias e será investigada

Foto de João Arruda
João Arruda

30/10/2026 11:39

A procuradora de Macaé Renata Pinto Rodrigues Pimentel Ribeiro foi afastada pela prefeitura por 30 dias depois que fez publicações sugerindo que empresas não contratassem “artistas, pobres nordestinos e mineiros”. A suspensão foi publicada no Diário Oficial nesta quinta-feira (29). A Prefeitura de Macaé informou que a servidora vai responder a um processo administrativo.

“Petistas não vão trabalhar pra mim, não vou fazer mais política pública pra poder ajudar esse tipo de gente. Aconselho a todos os empresários, microempresários a não contratarem artistas, pobres nordestinos e mineiros”, disse em trecho da postagem.

Ofensa, soberba e erro de português feião: ‘Mineiros, saem (sic) de Macaé’

Os mineiros parecem ter irritado particularmente a procuradora, que até tropeçou no português quando escreveu:

“Mineiros, saem (sic) de Macaé! Já basta o Espírito Santo que vocês invadem feito tralha”, expressou.

Ela fez questão de ressaltar que ganha bem:

“Eu e meus filhos vão ter tudo do bom e do melhor”.

Polícia Civil abre inquérito, e OAB manifesta repúdio

E as consequências não ficarão apenas na área administrativa. A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o caso. A Ordem dos Advogados do Brasil no município também repudiou as declarações, afirmando que “a liberdade de expressão não autoriza discriminação, hostilidade ou exclusão de pessoas em razão da origem, condição social, orientação sexual ou posicionamento político”.

Depois que o caso se tornou público, começaram a circular postagens antigas na rede social X. feitas pela procuradora. Num texto postado no ano passado, ela escreveu que metralharia os esquerdistas se pudesse:

“Não tenho palavras para descrever estes nazistas de esquerda! Se eu pudesse metralhava a todos sem distinção! Estamos em guerra mesmo! Morte aos esquerdistas”, tuitou.

O PT de Macaé divulgou nota, assinada pelo presidente do partido, professor Paulo Henrique, dizendo que as “declarações ultrapassam o campo da disputa política e atingem a dignidade de pessoas que vivem e trabalham na cidade”.

A Prefeitura de Macaé também emitiu nota, dizendo que “repudia veementemente o teor das declarações”, que classificou de ofensivas e discriminatórias.

Depois da repercussão, procuradora diz que estava ‘de cabeça quente’

A procuradora disse ao portal g1 que as publicações estavam em perfis privados e alegou ter sido traída por pessoas conhecidas, já que as capturas de tela foram divulgadas.

“Eu tava de cabeça quente, realmente, quando eu mandei os nordestinos. Os mineiros, inclusive, meu pai é mineiro, tá? Meu pai falecido, era mineiro, meu avô é mineiro. Tava de cabeça quente, como milhares de pessoas fizeram isso. É uma loucura, tô sendo ameaçada de morte”, disse Renata Pimentel Ribeiro.

Em relação a atender petistas, nordestinos e mineiros no serviço público, ela tentou se retratar:

“Eu, como procuradora, continuaria fazendo minhas políticas públicas como eu sempre fiz, agindo com imparcialidade, com integralidade dos meus atos. Agora, eu falei: ‘Não dê emprego’. Pô, quando a gente tá de cabeça quente, a gente fala umas coisas que não fala, né? Você tá entendendo? A gente bota filho de castigo, a gente faz milhões de coisas”.

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Rio

Empresário que acorrentou homem negro em ato de apoio a Flávio Bolsonaro é sócio de empresas que acumulam dívidas de mais de R$ 1 milhão 

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Redação

30/10/2026 11:28

O homem investigado pela Polícia Civil por aparecer em um vídeo conduzindo um homem negro acorrentado durante um ato em apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL), na Barra da Tijuca, é sócio de duas empresas que acumulam mais de R$ 1 milhão em dívidas, segundo consulta pública ao portal Dívida Aberta.  O episódio ocorreu em 24 de outubro, um dia antes do segundo turno das eleições.

As empresas são a Cem Locação de Bens Móveis e Serviços Ltda. e a Top Gran Comércio de Granitos e Mármores Ltda. A segunda acumula mais de R$ 666 mil em dívidas, enquanto a primeira tem débitos superiores a R$ 386 mil.

Na última terça-feira (26), a Polícia Civil confirmou que o caso foi registrado na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi). Segundo a corporação, diligências estão em andamento para apurar as circunstâncias do episódio.

Com informações do portal “Metrópoles”. 

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Rio

Justiça do Trabalho condena a Enel Rio por excesso de jornada e insuficiência de equipes

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Redação

30/10/2026 09:49

A Justiça do Trabalho, por meio da Procuradoria do Trabalho no município de Niterói, obteve sentença favorável em Ação Civil Pública (ACP) contra a Enel Rio por excesso de jornada e descumprimento dos períodos legais de descanso dos trabalhadores.

De acordo com a decisão, a sobrecarga contínua dos eletricitários está relacionada à insuficiência estrutural de equipes para atender à demanda da concessionária. Ainda segundo a sentença, a realização frequente de horas extras não pode ser justificada apenas por situações emergenciais ou eventos climáticos.

A ação, ajuizada pelo procurador do Trabalho Jefferson Luiz Maciel Rodrigues, teve como base fiscalizações que identificaram jornadas de até 15 horas diárias, além de irregularidades nos intervalos para alimentação, descanso entre jornadas e repouso semanal.

O caso chama atenção em meio às interrupções no fornecimento de energia registradas em Niterói e cidades vizinhas. Os episódios reforçam a necessidade de equipes em número suficiente para garantir a segurança dos trabalhadores e evitar que o serviço seja prejudicado.

“A prestação adequada de um serviço público essencial depende da valorização e da proteção dos trabalhadores responsáveis por sua execução. Não é admissível que deficiências estruturais de pessoal sejam compensadas mediante jornadas excessivas, falta de intervalos, com prejuízo à população e à saúde e à segurança dos eletricitários”, destacou o procurador.

Com a decisão, a Enel terá que cumprir os limites legais de jornada, respeitar os intervalos e períodos de descanso dos funcionários e manter os registros de ponto em dia. A empresa terá 30 dias, a partir da publicação da sentença, para se adequar. Se descumprir as determinações, poderá ser multada.

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Rio

Ibama vai voltar a ter barco para fiscalização no Rio

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Redação

30/10/2026 09:35

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai voltar a realizar fiscalizações por meio de barcos no estado do Rio. A partir de novembro, o órgão recebe a maior embarcação do instituto em porte e capacidade de deslocamento, apta a operar em toda a costa fluminense e espaço marítimo do Brasil.

A embarcação vai atuar principalmente na Baía de Guanabara e no litoral, com foco em áreas de exploração de petróleo, além de prestar apoio a grandes missões nacionais e ampliar a presença marítima do órgão.

A entrega põe fim a anos de espera decorrentes de atrasos na montagem dos barcos contratados. Com o novo reforço, o Ibama volta a ter uma unidade operacional no Rio para intensificar a fiscalização.

Com informações de Ancelmo Gois, em O Globo.

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Rio

Polícia Civil intima David Corrêa, atacante do Vasco, a entregar passaporte; jogador é investigado por tráfico de drogas e armas

Foto de Redação
Redação

30/10/2026 09:27

O jogador David Corrêa, do Vasco, foi denunciado pelo Ministério Público do Espírito Santo e intimado pela Polícia Civil na última quinta-feira (29) a entregar o passaporte por suspeitas de participação em organização criminosa, tráfico interestadual de drogas e armas e lavagem de dinheiro. Conduzida pela Polícia do Espírito Santo, a operação também apura uma possível conexão com o Comando Vermelho (CV).

Como medidas cautelares impostas ao atleta, conhecido como DVD, estão a proibição de deixar o país, a restrição de contato com outros investigados e testemunhas e a obrigação de comparecer periodicamente à Justiça. David deverá comparecer à 14ª DP, no Leblon, nesta sexta-feira (30).

A Polícia Civil informou, ainda, que o jogador será advertido de que o descumprimento sem justificativa das ordens judiciais pode resultar em sua prisão preventiva. A ação é uma cooperação entre as polícias civis do Rio e do Espírito Santo.

David Corrêa foi alvo de busca e apreensão em agosto

Em agosto, o atacante do Vasco já tinha sido alvo de mandados de busca e apreensão em uma investigação sobre tráfico de drogas e armas. A operação, de abrangência interestadual, também resultou na prisão de um jogador do Vila Nova, de Goiás: Hayner William Monjardim Cordeiro.

Em depoimento sobre o caso, David Corrêa negou envolvimento com tráfico de drogas e armas.

Com informações de g1.

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Serviços

Oito linhas de ônibus que operam entre a Grande Tijuca, Centro e a Zona Sul do Rio recebem nova numeração; veja quais são

Foto de Redação
Redação

30/10/2026 09:05

Os passageiros de oito linhas de ônibus que circulam pelo Rio precisam ficar atentos a uma mudança: os coletivos receberam uma nova numeração, que já aparece nos letreiros e também já foi atualizada no cadastro da prefeitura.

As linhas, que operam entre a Grande Tijuca, o Centro e a Zona Sul, foram criadas neste ano para substituir serviços que deixaram de circular após o encerramento das atividades das empresas Real Auto Ônibus e Transportes Vila Isabel.

O método utilizado pela prefeitura é registrar cada linha nova como “LECD”: Linha Experimental de Coleta de Dados. Na prática, o novo serviço circula durante uma “período de testes”, onde são avaliados fatores como a demanda. A identificação fica presente no validador do Jáe e no cadastro de linhas da Secretaria Municipal de Transportes, e, em alguns casos, também no letreiro do ônibus.

Com o fim desse prazo, os serviços passam a ter uma numeração oficial, registrada no cadastro da prefeitura, como ocorreu com as oito linhas.

Veja quatro LECDs que agora circulam com novo número:

  • 212 – Grajaú—Gamboa (antiga LECD 155);
  • 453 – Grajaú—Metrô Siqueira Campos (antiga LECD 150);
  • 454 – Metrô São Cristóvão—Metrô Siqueira Campos (antiga LECD 153);
  • 459 – Vila Isabel—Leblon (antiga LECD 154).

Outras quatro LECDs também receberam uma nova numeração. Nesse caso, porém, os coletivos já circulavam com o chamado “número fantasia” nos letreiros. A mudança, portanto, fica restrita ao cadastro oficial da prefeitura.

  • 111 – Central—Leblon (antiga LECD 134);
  • 164 – Terminal Gentileza—Leme (antiga LECD 136);
  • 475 – Metrô São Cristóvão—Leblon (antiga LECD 133);
  • 536 – Rocinha—Leme (antiga LECD 138).

Com informações do jornal “O Globo”. 

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Política

Fachin adia julgamento sobre a distribuição de royalties do petróleo; decisão pode ter impacto bilionário nas contas públicas do Rio

Foto de Redação
Redação

30/10/2026 08:08

Pouco depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) informar, na noite de quinta-feira (29), que retomaria na próxima quarta-feira (4) o julgamento que pode mudar a distribuição dos royalties do petróleo e das participações especiais entre estados e municípios produtores e não produtores, o presidente do Supremo Triibunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, retirou o caso da pauta da sessão.

A decisão poderá ter impacto bilionário nas contas públicas do Rio, estado que concentra a maior parte da produção nacional de petróleo, além de afetar as receitas de dezenas de cidades fluminenses. O governo do estado estima que a aplicação integral das novas regras de distribuição poderia provocar uma perda de R$ 9,937 bilhões para os cofres estaduais em 2026.

Caso as mudanças sejam aplicadas apenas a contratos futuros, a estimativa de impacto é de R$ 2,309 bilhões.

Entenda a disputa

A disputa começou em 2012, quando o Congresso aprovou a Lei nº 12.734, que alterou os critérios de distribuição dos royalties e das participações especiais pagos pela exploração de petróleo e gás natural.

A legislação ampliou a parcela destinada aos estados e municípios não produtores, reduzindo a participação relativa dos entes produtores e daqueles confrontantes com as áreas de exploração.

As mudanças foram contestadas pelos governos do Rio, de São Paulo e do Espírito Santo, além da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e de outras entidades, por meio de ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) no Supremo.

Em março de 2013, Cármen Lúcia concedeu uma liminar suspendendo os dispositivos questionados. Desde então, as novas regras não entraram em vigor.

Pedido de vista

A discussão foi retomada em maio deste ano, após mais de 13 anos de suspensão das mudanças previstas na Lei dos Royalties, aprovada pelo Congresso Nacional em 2012. O julgamento foi interrompido no mesmo mês, após um pedido de vista do ministro Flávio Dino, que devolveu o processo em setembro.

Até o momento, Cármen Lúcia é a única ministra a apresentar voto, à favor da ação movida pelo estado do Rio. Ela afirmou que a Constituição não determina uma repartição “obrigatória, igualitária e exata” dessas receitas em todo o país.

Agora, o prosseguimento do julgamento aguarda nova data.

Com informações do colunista Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”. 

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